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Consulta adolescente en servicios de emergencia pediátrica / Adolescent consultations at the peadiatrics emergency service

Maurente, Lucia; Ferreira, Ma Inés; Más, Mariana; Hernández, Karen; Rimolli, Ana; Castellanos, Florencia; Prego, Javier; Giachetto, Gustavo; García, Loreley.
Rev. méd. Urug; 33(4): 232-240, dic. 2017. tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-875873
La Organización Mundial de la Salud define como adolescencia la etapa comprendida entre los 10 y 19 años (temprana: 10 a 14 años; tardía: 15 a 19 años). La prevalencia de enfermedades en la adolescencia es baja; sin embargo, los adolescentes utilizan los servicios de emergencia, lo que requiere un abordaje integral y multidisciplinario. No hay datos publicados sobre los motivos de consultas de adolescentes en Uruguay. Objetivo: conocer la frecuencia y las características de la consulta de adolescentes en los servicios de emergencia del subsector público y privado del sistema nacional integrado de salud. Metodología: estudio multicéntrico, retrospectivo, de adolescentes de entre 10 y 14 años que consultaron en el Hospital Pediátrico-Centro Hospitalario Pereira Rossell de la Administración de los Servicios de Salud del Estado, subsector público, y entre 10 y 19 años en la Asociación Española Primera de Socorros Mutuos, en el Centro de Asistencia Médica del Oeste de Colonia y en Casa deGalicia. Se incluyeron las consultas registradas entre los días 7 y 13 de los meses de enero, abril, julio y octubre del 2013. Se registraron: edad, sexo, motivo de consulta, comorbilidades, consultas con especialistas, exámenes de laboratorio, diagnóstico y destino al egreso. Se realizó análisis estadístico, considerando estadísticamente significativo p <0,05. Resultados: n=1.518, 9% del total de consultas. Edad: media 13 años 1 mes, varones 50,5%; tenía comorbilidades: 26%. Subsector público 35%; subsector privado, instituciones de asistencia médica colectiva (IAMC) 65%. Distribución de consultas por mes: enero 20%, abril 30%, julio 20%, octubre 30%. Los motivos de consulta más frecuentes fueron lesiones e injurias: 33%; síntomas respiratorios: 14%; otros: 13%; síntomas digestivos: 12,5%; lesiones en piel: 7%. Los problemas psicosociales fueron 7,2% en el sector público, en tanto que en el privado fue 3,2%. Consulta con especialista: 38%. Laboratorio: 16%. Imágenes: 30%. Diagnósticos principales al egreso: trauma 33%; patología respiratoria 20%; otros 13%; patología digestiva 10%; patología de piel 6,6%. Destino final: domicilio 90%; hospitalización en el subsector público 13%; en IAMC 8%. El 0,9% se retira antes de la asistencia, 0,1% se institucionaliza. Conclusiones: si bien la consulta de adolescentes es de baja prevalencia, lamisma genera un impacto en los servicios de urgencia por la elevada utilización de recursos. Se observan diferencias entre el sector público y el privado.
The WHO defines an adolescent as any person between ages 10 and 19 (early adolescence being between 10 and 14 years old, late adolescence being between 15 and 19 years). The prevalence of diseases in adolescents is low, although they use the emergency services and thus require a comprehensive and multidisciplinary approach. No data has been published on the reasons for the consultation of adolescents in Uruguay. Objective: the aim of this study was to determine the frequency and characteristics of adolescent consultations at the emergency services in the public and private subsector of the national integrated health system. Method: multicenter, retrospective study of adolescents between ages 10 and 14 years old who consulted at the Pereira Rossell Hospital HP-CHPR (public sector) and between 10 and 19 years old in AE, CAMOC, CG (private sector). The study included consultations from 7th to 13th January, April, July and October 2013, and the following data were recorded: age, sex, chief complaint, comorbidities, specialist consultations, laboratory tests, diagnosis and destination upon discharge. Statistical analysis was performed, being p <0.05 statistically important. Results: n = 1518, representing 9% of all consultations. Age: mean 13 years 1 month, male: 50.5%; comorbidities: 26%. Public sector 35%; private sector: 65%. Distribution of consultations per month: January 20%, April 30%, May 20%, October 30%. The most frequent reasons for consultation were lesions and injuries 33%, respiratory symptoms 14%, other 13%, 12.5% gastrointestinal symptoms, skin lesions 7%. Psycho-social problems represented 7.2% in the public sector and 3.2% in the public sector. Consultation with a specialist 38%; laboratory: 16%; imaging techniques 30%. Main diagnoses upon discharge: 33% trauma, 20% respiratory disease, 13% other, 10% gastrointestinal pathology, 6.6% pathology of skin 6,6%. Final destination: 90% home, 13% hospital in the public sector, 8% hospital in the private sector, 0.9% leave the emergency service before assistance, 0.1% institutionalized. Conclusions: while adolescent consultation has a low prevalence, it has a significant impact on emergency services due to its use of resources. Differences are observed between the public and private sector.
A OMS define adolescência como a etapa compreendida entre os 10 e 19 anos (precoce: 10 e 14 anos; tardia: 15 a 19 anos). Embora a prevalência de doenças na adolescência seja baixa os adolescentes utilizam serviços de emergência, o que requer uma abordagem integral e multidisciplinar. Não existem dados publicados sobre os motivos de consultas dos adolescentes no Uruguai. Objetivo: o objetivo deste estudo é conhecer a frequência e as características da consulta de adolescentes nos serviços de emergência do subsetor público e privado do sistema nacional integrado de saúde. Metodología: estudo multicêntrico, retrospectivo de adolescentes entre 10-14 anos que consultaram no HP-CHPR (Hospital Pediátrico Centro Hospitalario Pereira Rossell da Administración de Salud del Estado (ASSE): subsetor público) e entre 10-19 anos na AE (Asociación Española Primera de Socorros Mutuos), CAMOC (Centro de Asistencia Médica del Oeste de Colonia), CG (Casa de Galicia) (Instituições de Assistência Médica Coletiva: IAMC). Foram incluídas as consultas dos dias 7 a 13 dos meses janeiro, abril, julho e outubro de 2013. Foram registrados: idade, sexo, motivo de consulta, comorbidades, consultas com especialistas, exames de laboratório, diagnóstico e destino na alta. Foi realizada umaanálise estadística considerando estatisticamente significativo p <0.05. Resultados: n=1518, 9% do total de consultas. Idade: média 13 anos e 1 mês, 50,5% eram do sexo masculino e 26% apresentavam comorbidades. 35% foram atendidos no subsetor público e 65% no subsetor privado (IAMC). A distribuição mensal de consultas foi: janeiro 20%, abril 30%, julho 20%, outubro 30%. Os motivos de consulta mais frequentes foram lesões 33%, sintomas respiratórios 14%, outros 13%, sintomas digestivos 12,5%, lesões na pele 7%. Os problemas psicossociais ccorrespondiam a 7,2% no setor público, e a 3,2% no privado. Consulta com especialista 38%. Laboratorio: 16%. Imagens 30%. Diagnósticos principais na alta: trauma 33%, patologia respiratória 20%, outros 13%, patologia digestiva 10%, patologia de pele 6,6%. Destino final: domicilio 90%, hospitalização: 13% no subsetor público e 8%nas IAMC. 0,9% se retira antes da assistência, 0,1% se institucionaliza. Conclusões: embora a consulta de adolescentes tenha baixa prevalência, esta gera um impacto nos serviços de urgência pela elevada utilização de recursos. Foram observadas diferenças entre o setor público e privado.