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Oswaldo inspira: 100 anos sem Oswaldo Cruz (1872-1917)

Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz.
Recursos Educacionais Abertos em Português | CVSP - Brasil | ID: cvsp-brasil--294452

Resumo

oai:brasil.campusvirtualsp.org:294452 2017-02-16 type:LearningObject Oswaldo inspira: 100 anos sem Oswaldo Cruz (1872-1917) Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz Infográfico sobre o centenário de falecimento de Oswaldo Cruz. No dia 11 de fevereiro de 1917. Há 100 anos, o Brasil perdia Oswaldo Gonçalves Cruz, o grande cientista, médico e sanitarista, apaixonado por aquilo que os olhos humanos enxergam apenas dotados de um microscópio e pela possibilidade de agir – não sem dificuldades – sobre a realidade da saúde pública. Capaz de promover transformações imediatas no país, Oswaldo Cruz deixou inspiração para gerações de brasileiros dedicados, como ele foi, ao ideal de "fé eterna na Ciência". A biografia deste cientista notável, já largamente explorada, acumula as vitórias sobre a peste bubônica, a febre amarela e a varíola, bem como a fundação, em Manguinhos, da medicina experimental no país – numa lógica de pesquisa associada ao ensino e à produção que ainda hoje pauta as atividades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O projeto "Oswaldo Inspira: 100 anos sem Oswaldo Cruz (1872-1917)", criado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em homenagem ao seu patrono, traz um mosaico de aspectos buscando traçar a figura multifacetada do cientista. O filho devotado, o pai e marido amoroso. O menino tímido, que concluiu a faculdade de medicina aos 20 anos. O "mestre", como os discípulos de primeira hora o tratavam. O amante de doces, que guardava guloseimas no gabinete em meio aos livros. O gestor ousado capaz de medidas impopulares, que não esmorecia frente à difamação e rumava ao túmulo do pai quando precisava tomar decisões importantes. O chefe que pedia com voz branda e antecipava as necessidades daqueles que estavam à sua volta. O paciente de uma doença renal crônica que abreviou sua vida aos 44 anos de idade – a mesma que vitimara seu pai aos 47 anos, de forma igualmente precoce. Como principais fontes, foram priorizados os relatos de Carlos Chagas, Ezequiel Dias, Salles Guerra, Clementino Fraga e outros que conviveram diretamente com o cientista. Este projeto tem a alegria de acolher documentos de valor singular, gentilmente disponibilizados pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Em especial, vem a público um acervo inédito que estava sob guarda do neto de Oswaldo Cruz, o também médico Eduardo Oswaldo Cruz, falecido recentemente: os álbuns que mostram a paixão do cientista pela fotografia. Fiocruz 2017-02-15T00:00:00 Learning Object Imagem http://periodicos.fiocruz.br/sites/default/files/infogr%C3%A1fico_layout_oswaldo_final_2_site_2.jpg pt-br Registrar para a memória institucional a importância da vida e obra do médico, cientista, sanitarista e grande idealizador do "Castelo da Ciência", da Fundação Oswaldo Cruz, criado em comemoração ao centenário de falecimento do mesmo.
Infográfico sobre o centenário de falecimento de Oswaldo Cruz. No dia 11 de fevereiro de 1917. Há 100 anos, o Brasil perdia Oswaldo Gonçalves Cruz, o grande cientista, médico e sanitarista, apaixonado por aquilo que os olhos humanos enxergam apenas dotados de um microscópio e pela possibilidade de agir – não sem dificuldades – sobre a realidade da saúde pública. Capaz de promover transformações imediatas no país, Oswaldo Cruz deixou inspiração para gerações de brasileiros dedicados, como ele foi, ao ideal de "fé eterna na Ciência". A biografia deste cientista notável, já largamente explorada, acumula as vitórias sobre a peste bubônica, a febre amarela e a varíola, bem como a fundação, em Manguinhos, da medicina experimental no país – numa lógica de pesquisa associada ao ensino e à produção que ainda hoje pauta as atividades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O projeto "Oswaldo Inspira: 100 anos sem Oswaldo Cruz (1872-1917)", criado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em homenagem ao seu patrono, traz um mosaico de aspectos buscando traçar a figura multifacetada do cientista. O filho devotado, o pai e marido amoroso. O menino tímido, que concluiu a faculdade de medicina aos 20 anos. O "mestre", como os discípulos de primeira hora o tratavam. O amante de doces, que guardava guloseimas no gabinete em meio aos livros. O gestor ousado capaz de medidas impopulares, que não esmorecia frente à difamação e rumava ao túmulo do pai quando precisava tomar decisões importantes. O chefe que pedia com voz branda e antecipava as necessidades daqueles que estavam à sua volta. O paciente de uma doença renal crônica que abreviou sua vida aos 44 anos de idade – a mesma que vitimara seu pai aos 47 anos, de forma igualmente precoce. Como principais fontes, foram priorizados os relatos de Carlos Chagas, Ezequiel Dias, Salles Guerra, Clementino Fraga e outros que conviveram diretamente com o cientista. Este projeto tem a alegria de acolher documentos de valor singular, gentilmente disponibilizados pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Em especial, vem a público um acervo inédito que estava sob guarda do neto de Oswaldo Cruz, o também médico Eduardo Oswaldo Cruz, falecido recentemente: os álbuns que mostram a paixão do cientista pela fotografia.