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Educational intervention in Primary Care for the prevention of congenital syphilis.

Lazarini, Flaviane Mello; Barbosa, Dulce Aparecida.
Rev Lat Am Enfermagem; 25: e2845, 2017 Jan 30.
Artigo em Inglês, Português, Espanhol | MEDLINE | ID: mdl-28146181

Resumo

Objectives:: to evaluate the efficiency of educational interventions related to the knowledge of health care professionals of Primary Care and to verify the impact on the vertical transmission rates of congenital syphilis. Method:: a quasi-experimental study conducted in the city of Londrina, Paraná, between 2013 and 2015. An educational intervention on diagnosis, treatment and notification was carried out with 102 professionals with knowledge measurement before and after the intervention. Incidence and mortality data from congenital syphilis were taken from the system for notifiable diseases (SINAN) and the Mortality Information System (SIM). Excel tabulation and statistical analysis was done in the Statistical Package for Social Sciences, version 2.1. A descriptive and inferential analysis was performed. Results:: the mean number of correct responses increased from 53% to 74.3% after the intervention (p < 0.01). The adherence to professional training was 92.6%. There was a significant reduction in the vertical transmission rate of syphilis from 75% in 2013 to 40.2% in 2015. In 2014 and 2015 there were no records of infant mortality from this condition. Conclusion:: the educational intervention significantly increased the knowledge of health professionals about syphilis and collaborated to reduce the rate of vertical transmission of the disease. Objetivos:: avaliar a eficiência da intervenção educacional no conhecimento dos profissionais de saúde da Atenção Básica e verificar o impacto nas taxas de transmissão vertical da sífilis congênita. Método:: estudo quase-experimental, conduzido na cidade de Londrina, Paraná, no período entre 2013 e 2015. Foi realizada intervenção educacional sobre diagnóstico, tratamento e notificação com 102 profissionais com medida do conhecimento antes e após a intervenção. Os dados de incidência e mortalidade pela sífilis congênita foram retirados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). A tabulação em Excel e a análise estatística no Statistical Package for Social Sciences, versão 2.1. Realizou-se análise descritiva e inferencial. Resultados:: a média de respostas corretas passou de 53% para 74,3% após a intervenção (p < 0,01). A adesão ao treinamento dos profissionais foi de 92,6%. Existiu redução importante na taxa de transmissão vertical da sífilis de 75% em 2013 para 40,2% em 2015. Em 2014 e 2015 não ocorreram registros de mortalidade infantil por esse agravo. Conclusão:: a intervenção educacional aumentou significativamente o conhecimento dos profissionais de saúde sobre a sífilis e colaborou para a redução da taxa de transmissão vertical do agravo. Objetivo:: evaluar la eficiencia de la intervención educacional en el conocimiento de los profesionales de la salud de la Atención Primaria y verificar el impacto en las tasas de transmisión vertical de la sífilis congénita. Método:: estudio casi experimental, realizado en la ciudad de Londrina, Paraná, en el período entre 2013 y 2015. Fue realizada una intervención educacional sobre diagnóstico, tratamiento y notificación, con 102 profesionales, midiendo el conocimiento antes y después de la intervención. Los datos de incidencia y mortalidad por la sífilis congénita fueron obtenidos del Sistema de Información de Enfermedades de Notificación (SINAN) y del Sistema de Información sobre Mortalidad (SIM). La tabulación fue realizada en el Excel y el análisis estadístico en el Statistical Package for Social Sciences, versión 2.1. Se realizó un análisis descriptivo e inferencial. Resultados:: la media de respuestas correctas pasó de 53% para 74,3%, después de la intervención (p < 0,01). La adhesión al entrenamiento de los profesionales fue de 92,6%. Existió reducción importante en la tasa de transmisión vertical de la sífilis de 75% en 2013 para 40,2% en 2015. En 2014 y 2015 no ocurrieron registros de mortalidad infantil por esa enfermedad. Conclusión:: la intervención educacional aumentó significativamente el conocimiento de los profesionales de la salud sobre la sífilis y colaboró para la reducción de la tasa de transmisión vertical de la enfermedad.