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Pesqui. prát. psicossociais ; 14(3): 1-15, jul.-set. 2019.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1040700

ABSTRACT

El articulo problematiza, desde una ética feminista, prácticas de investigación/intervención comunitaria que tienen a mujeres como receptoras o participantes de dispositivos comunitarios y también como ejecutoras u operadoras de los mismos. De un modo exploratorio-descriptivo, y utilizando la metodología de caso ampliado como herramienta metodológica, se identifican aspectos epistemológicos, ontológicos y metodológicos en tres experiencias, dos en Argentina y una en México, definidas como investigación/intervención comunitaria, y desarrolladas por colectivos de investigación universitaria. La vivencia ligada al compromiso lleva a la pregunta el sentido político y no sólo delimitativo de la producción de conocimientos en Psicología Social Comunitaria. Hacer política y hacer academia en femenino implica repolitizar los territorios desandando las asunciones androcéntricas desde las que se continúa produciendo subalternidad epistemológica, ética, política y social. Se concluye que el diálogo entre feminismos y psicologías comunitarias favorece la construcción autonómica y el tejido intersubjetivo, así como problematizar las relaciones poder-saber.


O artigo problematiza, a partir de uma ética feminista, as práticas comunitárias de pesquisa/intervenção nas quais as mulheres são receptoras ou participantes de dispositivos comunitários e também executoras ou operadoras destes. De forma exploratória-descritiva, e utilizando a metodologia de casos expandidos como ferramenta metodológica, os aspectos epistemológicos, ontológicos e metodológicos são identificados em três experiências, duas na Argentina e uma no México, definidas como pesquisa/intervenção comunitária e desenvolvidas por coletivos de pesquisas universitárias. A experiência ligada ao comprometimento leva à pergunta sobre o sentido político e não só delimitativo da produção de conhecimento em Psicologia Social Comunitária. Fazer política e fazer academia no feminino implica repolitizar os territórios, suplantando as funções androcêntricas, desde as quais se continua produzindo subordinação epistemológica, ética, política e social. Conclui-se que o diálogo entre feminismos e psicologias comunitárias favorece a construção da autonomia e o tecido intersubjetivo, assim como a problematização das relações sobre poder-saber.


The article discusses, from a feminist ethic perspective, community practices of research/intervention that have women as participants of community devices and also as executors or operators. Thereof, in an exploratory-descriptive approach, and using the extended case methodology as a methodological tool, this article identify epistemological, ontological and methodological aspects in three experiences: two in Argentina and one in Mexico, which are defined as community research/intervention, and developed by university research groups. The experience linked to commitment leads the issue towards a political sense instead of a matter of limits in the knowledge production about Community Social Psychology. Doing politics and doing academy in feminist way implies putting a political accent questioning the androcentric assumptions from which epistemological, ethical, political and social subalternity is being produced. It is concluded that the dialogue between feminisms and community psychologies favors the autonomic construction and the intersubjective relationships, as well as problematizing power-to-know ways.


Subject(s)
Psychology, Social , Feminism , Community Participation , Personal Autonomy , Ethics
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