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Rev. bras. educ. méd ; 42(1): 199-206, jan.-mar. 2018. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-958579

ABSTRACT

RESUMO As Ligas Acadêmicas são potentes estratégias desencadeadas na formação em saúde, protagonizadas por discentes e supervisionadas por docentes, que integram atividades de ensino, pesquisa e extensão. O objetivo deste trabalho é conhecer a produção científica brasileira acerca das Ligas Acadêmicas a fim de identificar lacunas do conhecimento. Trata-se de um estudo do tipo estado da questão, realizado por meio de busca nas bases de dados Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e no Banco de Teses e Dissertações da Capes. Utilizou-se como palavra-chave "ligas acadêmicas", seguida pela questão norteadora: "Qual a produção científica acerca das Ligas Acadêmicas?". Após análise detalhada, foram selecionadas para a amostra final do estudo 24 produções. Verificou-se que a área do conhecimento que mais pesquisa sobre as Ligas Acadêmicas é a medicina, sendo a Revista Brasileira de Educação Médica o periódico com mais publicações sobre esse tema. Identificou-se ainda que preponderaram os seguintes tipos de estudo: relato de experiência e editorial. Os relatos de experiência estavam relacionados principalmente às experiências em Ligas por especialidades e por cursos de graduação. Destaca-se ainda a normatização das Ligas Acadêmicas e as Ligas Acadêmicas e a formação em saúde como objeto de estudo. As Ligas Acadêmicas vêm crescendo em todo o território nacional, destacando-se os cursos de Medicina como precursores destas iniciativas. As principais contribuições para a formação em saúde são a promoção de uma formação embasada na realidade em que os futuros profissionais estarão inseridos, a capacidade de estímulo ao trabalho em equipe, a reflexão crítica e a autonomia dos estudantes. No entanto, são reconhecidos alguns desafios, como a especialização precoce e a falta de supervisão docente efetiva. Com base no tripé da universidade formado pelo ensino, pesquisa e extensão, as Ligas Acadêmicas têm a possibilidade de promover a formação diferenciada em saúde, antecipar a inserção de seus participantes nos campos de atuação e preencher as lacunas do conhecimento encontradas na graduação por meio do protagonismo e da autonomia discentes, além de proporcionar a integração ensino-serviço-comunidade.


ABSTRACT Academic Leagues are powerful strategies developed in health training, which integrate teaching, research and extension activities, carried out by the students and supervised by teachers. The objective of this work, therefore, is to investigate Brazilian scientific production about academic leagues in order to identify knowledge gaps. This is a study into the state of affairs based on searches in the Virtual Health Library and the CAPES Data Bank of Theses and Dissertations. The keyword "academic leagues" was used with the following guiding question: "What scientific production is there regarding academic leagues?" After detailed analysis, 24 pieces of work were selected for the final sample of the study. It was found that medicine stands out in the study of the theme, with the Brazilian Journal of Medical Education being the periodical that has published the most articles on the theme. It was also identified that the following types of study prevailed: case studies and editorial reports. The case studies were mainly related to experiences in leagues by specialties and undergraduate courses. Also of note were works regarding the standardization of the academic leagues, and academic leagues and health training as an object of study. Academic Leagues have been growing throughout Brazil, with an emphasis on medical courses as precursors to these initiatives. The main contributions they offer to health education are the promotion of training based on the reality with which future professionals will be engaged, the capacity to stimulate teamwork, critical reflection, and student autonomy. However, some challenges are recognized, such as early specialization and lack of effective teacher supervision. From the tripod of the university, academic leagues have the possibility to promote a differentiated health training, anticipating the insertion of the trainees in practical settings, and filling the knowledge gaps found in undergraduate training based on an autonomous student-led approach, besides providing teaching-service-community integration.

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