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1.
Mundo saúde (Impr.) ; 46: e11312021, 2022.
Article in English, Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1437576

ABSTRACT

Os professores utilizam da voz como instrumento de trabalho e acabam se expondo a riscos de sobrecarga e esforço vocal, podendo prejudicar o desempenho profissional. Este estudo teve como objetivo verificar a prevalência e os fatores associados aos problemas vocais em professores durante a pandemia da Covid-19. Trata-se de um estudo transversal, analítico, formado por 82 professores do ensino fundamental de três escolas estaduais de Montes Claros, Minas Gerais, Brasil. Para avaliação dos problemas vocais utilizou-se o Índice de Triagem de Distúrbio de Voz - ITDV. A coleta de dados foi realizada nos meses de julho e agosto de 2020, pela Plataforma Google Formulários. Realizou-se a análise bivariada e em seguida a regressão de Poisson ao nível de significância de 5%. A prevalência de queixas vocais foi de 42,7% (n=35) e de possíveis distúrbios vocais foi de 11,0% (n=9). Os sintomas mais relatados foram pigarro (25,6%), rouquidão (19,5%), cansaço ao falar (17,1%) e garganta seca (15,9%). Na análise final das queixas vocais ficaram associados o diagnóstico para refluxo gastroesofágico (RP=2,245; IC95%=1,548-3,256) e sintomas depressivos (RP=1,722; IC95%=1,020-1,907). A mudança para aulas remotas mostrou a necessidade de orientações para uma qualidade vocal saudável.


Teachers use their voices as a work tool and end up exposing themselves to risks of overload and vocal effort, which may impair professional performance. This study aimed to verify the prevalence and factors associated with vocal problems in teachers during the COVID-19 pandemic. This is a cross-sectional, analytical study, formed by 82 elementary school teachers from three state schools in Montes Claros, Minas Gerais, Brazil. To assess vocal problems, the Screening Index for Voice Disorder - SIVD was used. Data collection was carried out in July and August 2020, using the Google Forms Platform. A bivariate analysis was performed, followed by Poisson regression at a 5% significance level. The prevalence of vocal problems was 42.7% (n=35) and of possible vocal disorders was 11.0% (n=9). The most reported symptoms were phlegm (25.6%), hoarseness (19.5%), strained speech (17.1%), and dry throat (15.9%). In the final analysis of vocal problems, the diagnosis of gastroesophageal reflux (PR=2.245; 95%CI=1.548-3.256) and depressive symptoms (PR=1.722; 95%CI=1.020-1.907) were associated. The shift to remote classes showed the need for guidance for healthy vocal quality.

2.
Mundo saúde (Impr.) ; 45: e0812020, 2021-00-00.
Article in English, Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1525996

ABSTRACT

Universitários têm adotado um estilo de vida pouco saudável, assumindo comportamentos que podem contribuir para o desenvolvimento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT). Poucos estudos avaliam a coexistência de comportamentos de risco para DCNT entre estudantes de medicina. Este estudo teve como objetivo avaliar a aglomeração de comportamentos de risco para DCNT entre estudantes de medicina e verificar os fatores associados. Trata-se de estudo transversal, realizado com acadêmicos do 3º e 9º períodos de três escolas médicas ao norte de Minas Gerais. Os comportamentos de risco avaliados foram alimentação inadequada, consumo abusivo de álcool, tabagismo e inatividade física a partir de instrumentos previamente validados. A coleta de dados foi realizada nas instituições de ensino com uso de instrumentos previamente validados. Os fatores associados foram identificados por meio de análise múltipla de regressão logística binária. Participaram do estudo 209 estudantes. A prevalência de aglomeração de três ou mais comportamentos de risco para DCNT foi de 22,0%. A análise múltipla, controlada por sexo e faixa etária, revelou que a aglomeração de comportamentos de risco esteve associada à presença de sintomas depressivos (OR=2,22; IC95%=1,09-4,54) e sonolência diurna excessiva (OR=2,15; IC95%=1,07-4,30). Os resultados destacam uma elevada frequência de aglomeração de comportamentos de risco para DCNT no grupo estudado e destacam a necessidade de maior vigilância à rotina e aos aspectos de saúde mental dos estudantes de medicina.


University students have adopted an unhealthy lifestyle, implementing behaviors that can contribute to the development of Chronic Non-Communicable Diseases (CNCDs). Few studies assess the coexistence of CNCD risk behaviors among medical students. This study aimed to evaluate the clustering of CNCD risk behaviors among medical students and to verify the associated factors. This is a cross-sectional study, carried out with students from the 3rd and 9th semesters of three medical schools in the north of Minas Gerais. By using previously validated instruments, the risk behaviors evaluated were inadequate diet, alcohol abuse, smoking, and physical inactivity. Data collection was carried out in educational institutions using previously validated instruments. Associated factors were identified through multiple binary logistic regression analysis. 209 students participated in the study. The prevalence of clustering of three or more CNCD risk behaviors was 22.0%. The multiple analysis, controlled by sex and age group, revealed that the clustering of risk behaviors was associated with the presence of depressive symptoms (OR=2.22; 95%CI=1.09-4.54) and excessive daytime sleepiness (OR =2.15; 95%CI=1.07-4.30). The results highlight a high frequency of clustering of CNCD risk behaviors in the studied group and highlight the need for greater surveillance of routine and mental health aspects of medical students.

3.
Rev. bras. educ. méd ; 42(3): 214-221, July-Sept. 2018. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-958601

ABSTRACT

RESUMO O curso de Medicina possui elevada carga horária e habitualmente demanda grande envolvimento dos estudantes. Em consequência, acadêmicos de Medicina podem apresentar alta prevalência de estresse, Síndrome de Burnout e sintomas depressivos, que podem comprometer a qualidade de sua vida. Tais aspectos demonstram a necessidade de estudos mais profundos deste grupo populacional, especialmente em um novo contexto de acesso ao ensino superior. O presente estudo teve por objetivo avaliar globalmente a saúde mental dos acadêmicos ingressantes no curso médico, com ênfase em qualidade de vida, Transtornos Mentais Comuns, sintomas depressivos, nível de sonolência diurna e Burnout, segundo o sexo. Trata-se de estudo transversal, realizado com acadêmicos do primeiro período de graduação em Medicina, oriundos de três instituições do Norte de Minas. Foram aplicados questionários de avaliação de sonolência diurna, sintomas depressivos, Transtornos Mentais Comuns, Burnout e qualidade de vida, além de um questionário com informações sociodemográficas. Os acadêmicos foram abordados na própria faculdade onde estudam, no início ou no término da aula. Na análise dos dados utilizou-se o Teste Qui-Quadrado e o t de Student para amostras independentes, na comparação entre os sexos. Foram avaliados dados de 101 estudantes ingressantes. O estresse esteve presente em 45,5% dos estudantes. A prevalência de sintomas depressivos em grau variado também foi significativa, afetando 43,6% dos estudantes. Houve diferença estatisticamente significante no componente mental da qualidade de vida e na presença de Transtornos Mentais Comuns entre homens e mulheres. Uma parcela bastante significativa apresentou níveis patológicos de sonolência diurna, sintomas de Transtornos Mentais Comuns, sintomas depressivos de graus variados, exaustão emocional e despersonalização. Mais de um terço dos acadêmicos considera sua qualidade de vida ruim, tanto no domínio físico, quanto no mental. A qualidade do curso e da assistência à saúde requer um profissional humanizado e que busque boas condições de saúde. Por isso, é essencial que as universidades discutam estratégias que visem à promoção de saúde e à prevenção de sintomas que comprometem a saúde mental dos acadêmicos.


ABSTRACT The medical school has a high academic load and usually demands a great student involvement. As a result, medical students may experience high prevalence of stress, Burnout syndrome and even depressive symptoms. Such factors can compromise the students' quality of life. All of these aspects emphasize the need of deeper studies of this population group, especially in a new context of access to higher education. The objective of this study was to evaluate the overall medical students' mental health entering the medical school, with emphasis on quality of life, Common Mental Disorders, depressive symptoms, daytime sleepiness level and Burnout, according to the gender. This is a cross-sectional study, performed with first-year undergraduate medical students from three institutions from the north of Minas Gerais. Questionnaires were applied to evaluate daytime sleepiness, depressive symptoms, Common Mental Disorders, Burnout and quality of life, as well as a questionnaire with sociodemographic information. Academics were approached at the college where they study, at the beginning or at the end of the class. Data were analyzed using the chi-square test, and Student's t-test for independent samples, in the comparison between genders. Data from 101 incoming students were evaluated. Stress was present in 45.5% of the students. The prevalence of depressive symptoms of varying degrees was also significant, affecting 43.6% of the students. There was a statistically significant difference in the mental component of quality of life and in the presence of Common Mental Disorders between men and women. It was possible to observe that a significant portion had pathological levels of daytime sleepiness, symptoms of Common Mental Disorders, depressive symptoms of varying degrees, emotional exhaustion and depersonalization. More than a third of the academics consider their quality of life bad when it comes to the physical and mental domain. The quality of the course and health care requires a humanized professional who seek good health, that's why it is essential that universities discuss strategies that promote health and the prevention of symptoms that compromise the mental health of academics.

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