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1.
Biosci. j. (Online) ; 30(3 Supplement): 119-130, 2014. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-947536

ABSTRACT

A temperatura é importante para estudos com Rhizoctonia solani por ser um patógeno cosmopolita e polífago. Nas temperaturas adequadas o patógeno pode ser favorecido, o qual obtém sucesso no processo doença. Já em temperaturas inadequadas, o seu crescimento e desenvolvimento pode ser retardado. O objetivo foi avaliar a influência da temperatura no crescimento micelial, na produção de escleródios e na patogenicidade de isolados de R. solani. Obtiveramse 18 isolados de plântulas de algodão, oriundos dos estados de Minas Gerais (8), Bahia (3), Goiás(2), Mato Grosso (4) e Mato Grosso do Sul (1), que foram testados nas temperaturas de 15°C, 18°C, 21°C, 24°C, 27°C e 30°C. Para o crescimento micelial, os isolados foram dispostos em placas de Petri (9 cm de diâmetro), contendo meio batata-dextroseágar. As placas foram acondicionadas em câmaras de germinação com fotoperíodo de 12 horas. Realizaram-se medições ortogonais do diâmetro da colônia, diariamente, por 8 dias e quantificou-se o índice de crescimento micelial (ICM). As placas foram mantidas por três meses nas respectivas câmaras de crescimento para análise da produção de escleródios. Para a determinação de patogenicidade e a avaliação da severidade da doença, seguiu-se o método descrito por Oliveira et al. (2008). Os dados obtidos foram submetidos à analise de variância. Houve interação significativa entre isolados e temperaturas. Quanto aos oito isolados de Minas Gerais, um apresentou maior ICM a 24ºC e três a 27°C, observando-se relação com o modelo quadrático. Três isolados apresentaram melhor ajuste ao modelo linear e um não diferiu estatisticamente para as temperaturas avaliadas. Os isolados de GO apresentaram maior ICM nas temperaturas de 24°C e 27°C. Para os isolados do MT, dois tiveram ajuste ao modelo linear, enquanto os outros dois tiveram ao modelo quadrático, nas temperaturas de 21°C e 24°C. Já o isolado do MS foi ajustado ao modelo quadrático a 27°C, enquanto todos os três isolados da BA foram ajustados ao modelo linear. O maior número de escleródios foi observado nas temperaturas de 15°C e 18ºC com exceção do isolado do MS, o qual obteve o maior número a 27ºC. Verificou-se que 14 isolados (6 de MG, 2 da BA, 2 de GO, 3 de MT e 1 de MS) apresentaram maior severidade entre 24°C e 27°C, ajustandose ao modelo quadrático, enquanto três isolados (2 de MG e 1 de MT) não diferiram significativamente para as temperaturas avaliadas e apenas um isolado (BA 2 ­ I01) ajustou-se ao modelo linear.


The temperature is important for studies of Rhizoctonia solani (Kühn), since it is a cosmopolitan and polyphagous pathogen. Appropriate temperatures can favor the pathogen, which starts the infection process. On the other hand inappropriate temperatures can impose a delay to its growth and development. The objective were evaluate the influence of temperature on mycelial growth, sclerotia production and pathogenicity of R. solani strains. In the fields were obtained 18 strains from cotton seedlings on the States of Minas Gerais-MG (8), Bahia-BA (3), Goias-GO (2), Mato Grosso-MT (4) and Mato Grosso do Sul-MS (1), which were tested at temperatures of 15°C, 18°C, 21°C, 24°C, 27°C and 30°C. For mycelial growth, strains were placed in Petri dishes (9 cm diameter) containing potato-dextrose-agar (PDA). The dishes were placed into a germination chamber with a photoperiod of 12 hours. There were orthogonal daily measurements of the diameter of the colony during 8 days and the rate of mycelial growth was quantified afterwards. The dishes were kept for three months in the respective growth chambers for the sclerotia production analysis. For the pathogenicity determination and evaluation of disease severity the method described by Oliveira et al. (2008) was followed. The data were subjected to analysis of variance. There was significant interaction between isolates and temperatures. Among the eight strains of Minas Gerais, one had a higher rate of mycelial growth at 24 ° C and three at 27 ° C, adjusting to the quadratic model. Three strains showed better fit to a linear model and did not differ statistically for the temperatures. Strains from GO had a higher rate of mycelial growth temperatures of 24°C and 27°C. Concerning about the strains from MT, two were fit to a linear model, while the other two had the quadratic model at temperatures of 21°C and 24ºC. Strains from MS was adjusted to quadratic model at 27°C, while all three strains from BA were fitted to the linear model. The largest number of sclerotia was observed at 15°C and 18°C except for MS strain, which obtained the highest number at 27ºC. It was found that 14 strains (six from MG, two from BA, two from GO, three from MT and one from MS) showed a higher severity between 24°C and 27°C, adjusting to the quadratic model, while three isolates (two from MG and one from MT) did not differ significantly for the temperatures evaluated and only one isolate (BA 2 - I01) had set better to the linear model.


Subject(s)
Rhizoctonia , Temperature , Virulence , Gossypium
2.
Biosci. j. (Online) ; 30(5 Supplement 2): 512-524, 2014.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-947935

ABSTRACT

A espécie Rhizoctonia solani é um patógeno importante na cultura do algodão associada a doenças conhecidas como tombamento e mela. A variabilidade entre os isolados são extremamente importantes, porque existem diferenças entre os grupos de anastomose, tomadas como aqueles isolados capazes de trocar informações genéticas entre si. A caracterização morfológica, quando confirmada pela a caracterização genética fornece informações concretas sobre a distribuição do isolados quando agem como um agente patogênico. O objetivo foi identificar e caracterizar os grupos de anastomose no Brasil e confirmá-los pela caracterização genética. Foram consideradas 51 isolados de Rhizoctonia solani com o objetivo de caracterizar os grupos de anastomose e determinar a patogenicidade. A caracterização morfológica foi realizada observando-se o número de núcleos, morfologia da colônia e identificação de grupos de anastomose (AG). Na caracterização genética foram sequenciados e analisados os fragmentos genômicos contendo as regiões 5.8 S, ITS1 e ITS2, comparando-se os isolados listados no GenBank. A patogenicidade foi avaliada utilizando a escala de infecção com graus que variam de 1 a 4. Considerando-se o AG foram identificados 36 de 51 isolados como AG-4 e dois isolados como AG-7, 13 isolados não tiveram classificação. Em análises moleculares foram confirmados os 36 isolados identificados pela caracterização morfológica e mais 10 isolados como AG-4. Todos os isolados AG-7 foram confirmados e encontrado mais um nas análises moleculares. Para a patogenicidade verificou-se que cinco isolados não diferem do controle. A virulência intermediária e alta virulência foram observadas em 16 e 24 isolados, respectivamente, com médias 2,52-3,3 e 3,4-3,9.


The Rhizoctonia solani is an important pathogen in cotton crop associated with damping-off disease. The variability among isolates are extremely important, because differences exist between anastomosis groups, taken as those isolates capable of exchanging genetic information with each other. Morphological characterization, when confirmed by genetic characterization provides concrete information about the isolates distribution when it acts like a pathogen. Our study was to identify and characterize the anastomosis groups in Brazil and confirm them by genetic characterization. We considered 51 Rhizoctonia solani isolates aiming to characterize the anastomose group and determine their pathogenicity. The morphological characterization was done observing the number of cores, colony morphology and identification of anastomosis groups (AG). In genetic characterization were sequenced and analyzed the genomic fragments containing the 5.8 S, ITS1 and ITS2 regions and compared them to Rhizoctonia isolates listed in the GenBank. The pathogenicity was evaluated for the disease severity, using the scale of infection with grades ranging from 1 to 4. Considering the AG we identified 36 of 51 isolates as AG-4 and two isolates as AG-7 and 13 isolates were listed as unrated. In molecular analyses were confirmed those 36 isolates and were identified more 10 isolates as AG-4. All the AG- 7 isolates were confirmed and we found one more considering the molecular analyses. For the pathogenicity was found that five strains did not differ from the control. Intermediate virulence and high virulence were observed in 16 and 24 isolates, respectively with averages from 2.52 to 3.3 and from 3.4 to 3.9.


Subject(s)
Rhizoctonia , Virulence , Gossypium , Databases, Nucleic Acid , Molecular Biology
3.
Braz. j. microbiol ; 43(3): 1222-1229, July-Sept. 2012. ilus, graf, tab
Article in English | LILACS | ID: lil-656693

ABSTRACT

Blister spot (Colletotrichum gloeosporioides) is now widespread in most coffee producing states of Brazil, becoming a limiting factor for production. The lack of data relating to the reproduction of typical symptoms (light green, oily patches) leaves a gap within the pathosystem, forcing the search for new methodologies for monitoring the disease. Monitoring of genetically modified organisms has proven to be an effective tool in understanding the host x pathogen interactions. Thus, the present study was carried out to evaluate the effectiveness of two systems of genetic transformation in obtaining mutants using the gfp reporter gene. Using the two transformation systems (PEG and electroporation) revealed the efficiency of both, confirmed by fluorescence microscopy and resistance to the antibiotic hygromycin-B, when incorporated into the culture medium. The fungus maintained its cultural and morphological characteristics when compared to wild strains. When inoculated on coffee seedlings, it was found that the pathogenicity of the processed isolates had not changed.


Subject(s)
Colletotrichum/genetics , Colletotrichum/isolation & purification , Drug Resistance, Microbial , Fungal Proteins/analysis , Methodology as a Subject , Microscopy, Fluorescence , Mitosporic Fungi , Virulence
4.
Biosci. j. (Online) ; 28(1): 87-93, jan./feb. 2012. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-912356

ABSTRACT

O objetivo do trabalho foi avaliar a influência dos exsudatos radiculares das plantas de cobertura: crotalária (Crotalaria juncea L.), braquiária (Urochloa ruziziensis R. Germ. & Evrard), capim-mombaça (Panicum maximum cv. Mombaça Jacq.), milheto (Pennisetum glaucum (L.) R. Brown), feijão-guandu-anão (Cajanus cajan (L.) Millsp.) e estilosantes (Stylosantes capitata Vog.; Stylosanthes macrocephala Ferr. Et Costa) no desenvolvimento de Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) de Bary. Para a liberação dos exsudatos, as raízes de plantas cultivadas durante 24 dias foram submetidas à centrifugação. Obtido os exsudatos, estes foram esterilizados por processos de filtragem com a utilização de membrana com poro de 0,22µm armazenados em tubos e acondicionados a -20ºC. O efeito dos exsudatos foi estudado em relação ao crescimento micelial, germinação micelial, desenvolvimento carpogênico do escleródio e germinação dos ascósporos de S. sclerotiorum. As concentrações utilizadas foram 1%, 10% e 25%, obtidas por meio da diluição em água destilada esterilizada. Os resultados mostraram que o índice de velocidade de crescimento micelial foi menor quando utilizado o exsudato de U. ruziziensis nas concentrações de 1% e 10%. Os exsudatos não influenciaram a germinação micelial dos escleródios. Quanto aos ascósporos, os exsudatos radiculares de Cajanus cajan e Styloshantes sp. inibiram a germinação quando não foi adicionado sulfato de streptomicina.


The objective was to explore the influence of root exudates of some cover plants known as Crotalaria juncea, Urochloa ruziziensis, Panicum maximum cv. mombaça, Pennisetum glaucum, Cajanus cajan e Stylosantes sp. For the release of exudates roots plants were grown for 24 days, were subjected to centrifugation. Retrieved these exudates were sterilized by filtering processes using a membrane with pore size of 0.22 micrometers. The filtrates were stored in tubes and stored at -20°C. The effect of the exudates were studied in relation to mycelial growth, mycelial and carpogenic germination of sclerotia and germination of ascospores of S. sclerotiorum. The concentrations used were 1%, 10% and 25% obtained by dilution in sterile water. The results showed mycelial growth rate was lower when using the exudate of U. ruziziensis concentrations of 1% and 10%. The exudates did not affect mycelial germination of sclerotia. Concerning the ascospores of Cajanus cajan and Stylosanthes spp. root exudates inhibited germination when it was added streptomycin.


Subject(s)
Ascomycota , Soil , Soil Microbiology , Plant Roots , Plant Exudates
5.
Ciênc. agrotec., (Impr.) ; 34(5): 1211-1218, Sept.-Oct. 2010. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-567335

ABSTRACT

O uso do consórcio entre plantas de cobertura e culturas anuais, no Cerrado, tem sido prática cada vez mais difundida, pela possibilidade de implantação das forrageiras durante o desenvolvimento das culturas anuais, através da diferença de profundidade e sistema de semeadura. Objetivou-se, neste trabalho avaliar a emergência e algumas características agronômicas de quatro espécies de plantas de cobertura, em diferentes profundidades, visando ao seu emprego na consorciação e sobressemeadura em culturas anuais. O experimento foi conduzido em casa-de-vegetação, no delineamento experimental de blocos ao acaso, em arranjo fatorial 4 x 7, composto pelas plantas de cobertura Brachiaria brizantha, B. decumbens, B. ruziziensis e Panicum maximum cv. Tanzânia, e por seis profundidades de semeadura e um sistema de cobertura de sementes (0 sem cobertura, 0 com cobertura, 1, 4, 8, 10 e 15 cm). As sementes foram semeadas em vasos e as plantas cultivadas por 40 dias. Avaliou-se o índice e o tempo de emergência, a altura de plantas, a fitomassa verde e seca da parte aérea, a área foliar, a fitomassa seca radicular e a densidade de comprimento radicular. O maior desenvolvimento das plantas estudadas foi detectado nas semeaduras até 1 cm de profundidade. O P. maximum não apresentou aptidão para uso em consórcio com culturas anuais.Não se recomenda a semeadura das plantas de cobertura a partir de 10 cm.


The use of the consortium between cover crops and annual crops in the Cerrado, is an increasingly widespread practice, because of the possibility of deployment of cover crops during the development of annual crops by the difference in depth and seeding system. The objective was to evaluate the emergency and some agronomic characteristics of four species of cover crops at different seeding depths, to use them in consortium and oversown in annual crops. The experiment was conducted in a greenhouse, and the experimental design of randomized blocks in factorial arranged 4 x 7, where it was four cover crops: Brachiaria brizantha, B. decumbens, B. ruziziensis and Panicum maximum cv. Tanzania, and six depths of sowing and a cover of seed system (0 cm without any mulch, 0 cm with a mulch of soybean leaves, 1, 4, 8, 10 and 15 cm). The cover crops were cropped in vase for 40 days. We evaluated emergence index, emergence time, plant height, green biomass and dry biomass of the above-ground part, leaf area, root dry biomass and root length density. The largest development of the cover crops was detected in the sowing up to 1 cm of depth. The P. maximum showed no ability to use in consortium with annual crops. The sowing of the cover crops from 10 cm is not recommended.

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