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1.
Rev. bras. med. esporte ; 29: e2021_0049, 2023. graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1387960

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: Load reduction using the repetition maximum (RM) method may be necessary to promote higher numbers of repetitions, and consequently, higher total volume, time under tension, and perceived exertion ratings. Objective: To compare the effects of different leg press exercise loads on number of repetitions, total volume, time under tension, and perceived exertion. Methods: Eighteen women university students (23.9 ± 3.8 years) performed two experimental sessions with 90% and 100% of 10-12 RM in a balanced crossover design. Results: The number of repetitions of the second and third sets, the total volume, and time under tension at 90% of 10-12 RM was statistically higher than at 100% of 10-12 RM ( p < 0.05). The perceived exertion of the first and second sets and the training load (perceived exertion x duration of sessions) were higher at 100% of the 10-12 RM session ( p < 0.05). Conclusion: A small reduction in load results in a greater number of repetitions, total volume, and time under tension. The session with the higher load appeared to induce higher perceived exertion and training load. Thus, scientists and coaches might consider lower loads to maximize the number of repetitions, total volume, and time under tension, which may cause greater long-term muscular adaptations. Level of evidence II; Comparative prospective study.


RESUMEN Introducción: La reducción de la carga por el método de las repeticiones máximas (RM) puede ser necesaria para promover un mayor número de repeticiones y, consecuentemente, un mayor volumen total, tiempo bajo tensión y calificaciones del esfuerzo percibido. Objetivo: Comparar los efectos de diferentes cargas del ejercicio de prensa de piernas sobre el número de repeticiones, volumen, tiempo bajo tensión y esfuerzo percibido. Métodos: Dieciocho estudiantes universitarios (23,9 ± 3,8 años) realizaron dos sesiones experimentales con el 90% y el 100% de 10-12 RM en un diseño trasversal equilibrado. Resultados: El número de repeticiones de la segunda y tercera serie, el volumen total y el tiempo bajo tensión al 90% de 10-12 RM fue estadísticamente mayor que al 100% de 10-12 RM (p < 0,05). El esfuerzo percibido de la primera y segunda serie y la carga de entrenamiento (esfuerzo percibido x duración de las sesiones) fueron superiores en la sesión realizada al 100% de 10-12 RM (p < 0,05). Conclusión: Una pequeña reducción de la carga da lugar a un mayor número de repeticiones, volumen total y tiempo bajo tensión. La sesión con mayor carga indujo un mayor esfuerzo percibido y carga de entrenamiento. Por lo tanto, los científicos y entrenadores pueden considerar cargas más bajas para maximizar el número de repeticiones, el volumen total y el tiempo bajo tensión, lo que puede causar mayores adaptaciones musculares a largo plazo. Nivel de evidencia II; Estudio prospectivo comparativo.


RESUMO Introdução: A redução da carga pelo método das repetições máximas (RM) pode ser necessária para promover maior número de repetições e, consequentemente, maior volume total, tempo sob tensão e classificações do esforço percebido. Objetivo: Comparar os efeitos de diferentes cargas do exercício leg press no número de repetições, volume total, tempo sob tensão e percepção de esforço. Métodos: Dezoito universitárias (23,9 ± 3,8 anos) realizaram duas sessões experimentais com 90% e 100% de 10-12 RM em desenho transversal balanceado. Resultados: O número de repetições da segunda e terceira séries, volume total e tempo sob tensão a 90% de 10-12 RM foi estatisticamente maior do que a 100% de 10-12 RM (p < 0,05). A percepção do esforço da primeira e segunda séries e a carga de treinamento (percepção do esforço x duração das sessões) foram maiores na sessão realizada com 100% de 10-12 RM (p < 0,05). Conclusão: Uma pequena redução da carga resulta em maior número de repetições, volume total e tempo sob tensão. A sessão com maior carga induziu maior percepção do esforço e carga de treinamento. Assim, cientistas e treinadores podem considerar cargas menores para maximizar o número de repetições, o volume total e o tempo sob tensão, o que pode causar maiores adaptações musculares a longo prazo. Nível de evidência II; Estudo prospectivo comparativo.

2.
J. health sci. (Londrina) ; 24(3): 206-210, 20220711.
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1412722

ABSTRACT

The aim of the study is to control the effect of myofascial mobilization on flexibility values ​​in young men. 23 young adult men, aged between 18 and 30 years (74.8 ± 9.8 kg; 1.74 ± 0.06 cm; 24.7 ± 3.0 kg/m2), participated in the study, separated into experimental and control groups. Participants of the experimental group received an instrument assisted soft-tissue mobilization (IASTM) session, bilateral, in the muscular region of the quadriceps femoris, hamstrings and triceps surae. The rectus femoris, vastus lateralis and medial, biceps femoris, semitendinosus, semimembranosus, gastrocnemius and soleus muscles were mobilized for a period of 60 seconds. In the control session, participants remained at rest for a period of 15 minutes. The flexibility assessments were performed pre- and- immediately, 24 hours, and 48 hours post-sessions of both groups. The myofascial mobilization session promoted percentage increases in flexibility significantly higher at 24 hours when compared to values ​​immediately after, 24 hours and 48 hours after the control session (P < 0.05). The percentage increases in flexibility 48 hours after the myofascial mobilization session were significantly greater when compared to values ​​immediately post and 24 hours after the control session (P < 0.05). The findings of the present study suggest that an instrument assisted soft-tissue mobilization (IASTM) session promotes increases in flexibility in young adults one and two days after the intervention. (AU)


O objetivo do presente estudo foi verificar o efeito da mobilização miofascial nos valores da flexibilidade em homens jovens. Participaram do estudo 23 homens adultos jovens, com idade entre 18 e 30 anos (74,8 ± 9,8 kg; 1,74 ± 0,06 cm; 24,7 ± 3,0 kg/m2), separados em grupo experimental e controle. Os participantes do grupo experimental receberam uma sessão mobilização miofascial assistida por instrumento (IASTM), bilateralmente, na região muscular do quadríceps femural, isquiotibiais e tríceps sural. Os músculos reto femural, vasto lateral e medial, bíceps femoral, semitendinoso, semimembranoso, gastrocnêmio e sóleo foram mobilizados por um período de 60 segundos. Na sessão controle, os participantes permaneceram em repouso por um período de 15 minutos. As avaliações da flexiblidade foram realizadas pré, imediatamente após, 24 horas e 48 horas após as sessões de ambos os grupos. A sessão de mobilização miofascial promoveu aumentos percentuais da flexibilidade 24 horas significativamente maiores quando comparado aos valores imediatamente pós, 24 horas e 48 horas da sessão controle (P < 0,05). Os aumentos percentuais da flexibilidade 48 horas após a sessão mobilização miofascial foram significativamente maiores quando comparado aos valores imediatamente pós e 24 horas da sessão controle (P < 0,05). Os achados do presente estudo sugerem que uma sessão de mobilização miofascial assistida por instrumento promove aumentos da flexibilidade em adultos jovens após um e dois dias à intervenção.(AU)

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