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Cad. Bras. Ter. Ocup ; 31: e3523, 2023. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1528155

ABSTRACT

Resumo Introdução Ann Allart Wilcock, tendo como foco a ciência da ocupação, idealizou as dimensões ser, fazer, tornar-se e pertencer, relacionando saúde, bem-estar e ocupação. Em sua jornada acadêmica e profissional, buscou apresentar a interdependência das dimensões citadas com a pessoa e a comunidade. Quando uma pessoa sofre uma ruptura parcial ou total em suas ocupações, pode vir a sofrer repercussões biopsicossociais, espirituais e ocupacionais. O câncer ainda é visto como um diagnóstico relativo à morte, contudo, diante da identificação precoce, tratamentos e avanços em pesquisas, é possível promover bem-estar e qualidade de vida. Dentre os tratamentos, os cuidados paliativos possuem como um dos princípios garantir a integralidade nos cuidados, controle e manejo de sintomas, acompanhamento multiprofissional à pessoa, à família, aos cuidadores e à comunidade, do diagnóstico até o processo de luto pós-óbito. Objetivo Compreender as percepções das ocupações de pessoas em cuidados paliativos oncológicos, sob a perspectiva de Wilcock. Método Pesquisa qualitativa, com procedimento de pesquisa-ação, que realizou sete entrevistas semiestruturadas, no período de julho a agosto de 2022, em clínicas de cuidados paliativos. Resultados Os achados se apresentaram nas categorias de ser e fazer, expondo as percepções e relações ocupacionais da pessoa consigo e em seu entorno. Conclusão As relações do ser e fazer nos cotidianos e como o terapeuta ocupacional podem vir a identificar as ocupações prejudicadas por meio das dimensões e dar suporte à pessoa internada. Busca-se estimular novos saberes nas comunidades acadêmicas e profissionais com base no objeto de estudo em ocupação e nos contextos dos terapeutas ocupacionais no cenário nacional, bem como garantir uma prática baseada em evidências.


Abstract Introduction Ann Allart Wilcock, focusing on the occupational science, idealized the dimensions of being, doing, becoming and belonging, relating health, well-being, and occupation. In her academic and professional journey, she sought to present the interdependence of the dimensions with the person and community. When a person suffers a partial or total break in their occupations, they may suffer biopsychosocial, spiritual and occupational repercussions. Cancer is still seen as a diagnosis related to death, however, given early identification, treatments, and advances in research, it is possible to promote well-being and quality of life. Among the treatments, palliative care has as one of the principles to guarantee completeness in care, control and management of symptoms, multidisciplinary monitoring of the person, their family, caregivers, and community, from diagnosis to the post-death mourning process. Objective To understand the perceptions of occupations of people in oncological palliative care, from Wilcock's perspective. Method Qualitative research, with an action-research procedure. Seven semi-structured interviews were carried out from July to August 2022, in palliative care clinics. Results The findings were presented in the categories of being and doing, presenting the perceptions and occupational relationships of the person with themselves and their surroundings. Conclusion The relationships between being and doing in everyday life and how occupational therapists can identify impaired occupations through the dimensions and provide support to the hospitalized person. The aim is to stimulate new knowledge in academic and professional communities based on the object of study in occupation and the contexts of occupational therapists in the national scenario, as well as ensuring evidence-based practice.

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