Your browser doesn't support javascript.
loading
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 2 de 2
Filter
Add filters








Year range
1.
Acta amaz ; 41(2): 233-242, 2011. tab
Article in English | LILACS, VETINDEX | ID: lil-586478

ABSTRACT

There have been ethnoveterinary reports from around the world investigating plant usage in therapeutic protocols; however, there is no information regarding the ethnoveterinary practices in Brazilian Amazonia. The objective of this work was to register and document the ethnoveterinary knowledge of the inhabitants of the Island of Marajó, eastern Amazonia, Brazil. In the study, interviews were conducted with 50 individuals, with the application of semi-structured questionnaires that were quantitatively analyzed using descriptive statistic methods of frequency distribution. Use-value was calculated to determine the most important species. Samples of plants that were reported to have medicinal value were collected and identified by botanical classification. Fifty plants, distributed among 48 genera and 34 families, were indicated for 21 different medicinal uses. The family Asteraceae had the largest number of reported species; Carapa guianensis Aubl., Copaifera martii Hayne, Crescentia cujete L., Caesalpinia ferrea Mart., Chenopodium ambrosioides L., Jatropha curcas L. and Momordica charantia L. were species with highest use- value. The plant parts that were more commonly utilized for the preparation of ethnoveterinary medicines were the leaves (56 percent), bark (18 percent), roots (14 percent), seeds (14 percent) and fruit (8 percent). With regard to usage, tea was reported as a usage method by 56 percent of the informants; most preparations (90.9 percent) utilized only a single plant. In addition to medicinal plants, informants reported using products of animal and mineral origin. The present study contributed to the construction of an inventory of Marajó Island's ethnoveterinary plants, which might be the basis for future scientific validation studies.


Em várias partes do mundo existem relatos etnoveterinários sobre a utilização de plantas em protocolos terapêuticos, entretanto não existem informações disponíveis sobre a etnoveterinária praticada na Amazônia brasileira. Desta forma, objetivou-se documentar o conhecimento etnoveterinário de habitantes da Ilha do Marajó, Amazônia Oriental. Foram realizadas 50 entrevistas individuais com aplicação de questionários semi-estruturados que foram analisados quantitativamente através de estatística descritiva utilizando freqüência de distribuição. O valor de uso foi calculado para determinar as espécies mais importantes. Amostras de plantas com relatos de uso medicinal foram coletadas e identificadas botanicamente. Cinqüenta plantas, distribuídas em 48 gêneros e 34 famílias, foram indicadas para 21 diferentes usos medicinais. A família Asteraceae foi a que teve maior número de espécies citadas e Carapa guianensis Aubl, Crescentia cujete L., Copaifera martii Hayne, Caesalpinia ferrea Mart., Chenopodium ambrosioides L., Jatropha curcas L. e Momordica charantia L. foram as espécies com maiores valor de uso. As partes das plantas mais utilizadas para preparo dos medicamentos etnoveterinários foram folhas (56 por cento), cascas (18 por cento), raizes (14 por cento), sementes (14 por cento) e frutos (8 por cento). Quanto à forma de uso o chá foi citado por 56 por cento dos entrevistados e a maioria das preparações (90,9 por cento) utiliza uma só planta. Além das plantas medicinais, os entrevistados relataram o uso de produtos de origem animal e mineral. Esse trabalho contribui para realização de um inventário das plantas utilizadas na etnoveterinária marajoara que pode servir de base de dados para futuros estudos de validação científica.


Subject(s)
Humans , Plants, Medicinal , Veterinary Medicine , Amazonian Ecosystem , Ethnobotany
2.
Acta amaz ; 34(1): 35-42, 2004. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-393853

ABSTRACT

Este artigo apresenta os resultados de análise de composição florística, abundância e aspectos fitossociológicos da flora pteridofítica em três ambientes da Area de Pesquisa Ecológica do Rio Guamá, localizada em Belém, PA. Os ambientes estudados foram floresta terra firme (Reserva Mocambo), Floresta de Igapó (Reserva Catu) e a transição entre estes dois ambientes. Em cada sítio foram sorteadas seis parcelas de 5m x 10 m. Dentro de cada parcela foram registradas as espécies ocorrentes, contados os indivíduos e anotadas as formas de vida. A flora de pteridófitas inventariada foi de 12 espécies distribuídas em 11 gêneros e nove famílias botânicas. A maior riqueza específica medida foi na área de igapó, seguida da área de transição e de terra firme, embora a de terra firme tenha apresentado maior densidade de indivíduos. Algumas espécies apresentam elevada freqüência e abundância em mais de um hábitat, enquanto outras podem ser localmente raras e restritas a um só ambiente. A floresta de igapó apresentou menor similaridade tanto internamente como quando comparada com a de terra firme e a de transição. As epífitas verdadeiras ou holoepífitas dominaram nos três ambientes estudados, sendo mais representativas no igapó, onde a inundação do solo deve inibir as formas terrestres. Estratégias de proteção para este grupo de plantas devem priorizar unidades de conservação que incluam variação ambiental, uma vez que mesmo ambientes próximos e interligados podem incluir considerável número de espécies exclusivas ou restritas.


Subject(s)
Amazonian Ecosystem , Biodiversity
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL