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1.
Rev. bras. ciênc. esporte ; 36(1): 45-58, Jan-Mar/2014. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-719432

ABSTRACT

O exercício tem sido considerado um importante instrumento não farmacológico de controle da pressão arterial (PA). Nesse sentido, o presente estudo investigou os efeitos de uma sessão de alta intensidade de Treinamento Intervalado Aeróbio de corrida (TIA) sobre o nível de Hipotensão Pós-esforço (HPE) de indivíduos com diferentes padrões de condição física. Dezesseis homens jovens foram divididos em dois grupos: um com condicionamento aeróbio superior (GSup; n=8; VO2max=55,5ml·kg-1·min-1) e outro inferior (GInf; n=8; VO2max=42,1ml·kg-1·min-1). Os grupos realizaram sete repetições de 400m de corrida, com intensidades de 117% (GInf) e 113% (GSup) da velocidade relativa ao consumo máximo de oxigênio (vVO2max), com intervalos recuperadores de 1min30s. Os valores de PA sistólica (PAS) e diastólica (PAD) foram registrados antes do esforço (Pré) e 0, 10, 20, 30, 45 e 60 min pós-esforço (Pós). Apenas o GInf apresentou HPE na PAS no momento 60 min Pós em relação a Pré (113,8±2,5 vs. 124,6±2,2 mmHg; respectivamente, p=0,03). Em relação à PAD, os dois grupos apresentaram HPE nas medidas Pós, comparativamente com o valor Pré - GInf a partir de 20 min e GSup de 10 min Pós (p<0,02). O GInf apresentou PA média (PAM) Pós inferior a Pré durante os 60 min (p<0,01) e o GSup somente no momento 45 min (p<0,02). Não houve diferenças entre os grupos quanto à PAS, PAD e PAM (p>0,05). Os resultados sugerem que uma maior intensidade relativa do TIA pode levar a uma redução mais pronunciada nos níveis de PA até uma hora pós-exercício.


Exercise has been considered an important non-pharmacological intervention to control blood pressure (BP). Therefore, the present study investigated the effects of one session of high intensity Aerobic Interval Training (AIT) upon post-exercise hypotension (PEH) levels in subjects with different fitness patterns. Sixteen young men were separated in two groups: one with higher (GH; n=8; VO2max=55.5ml·kg-1·min-1) and the other with lower (GL; n=8; VO2max=42.1ml·kg-1·min-1) aerobic conditioning. Both groups performed seven repetitions of 400m running, with intensities of 117% (GL) and 113% (GH) of the velocity at maximal oxygen uptake (vVO2max), with 1min30s recovery intervals between stimuli. Systolic (SBP) and diastolic (DBP) BP values were registered before (Pre) and at 0, 10, 20, 30, 45 and 60 min post-exercise (Post). Only GL showed PEH at 60 min in Post compared to Pre (113.8±2.5 vs. 124.6±2.2 mmHg; respectively, p=0.03). In regard to DBP, both groups presented PEH in Post compared to Pre - GL from 20 min and GH from 10 min until 60 min Post (p<0.02). GL showed a lower mean BP (MBP) in Post compared to Pre during the 60 min registered (p<0.01) and GH only at minute 45 (p<0.02). There were no differences between groups in regard to SBP, DBP and MBP (p>0.05). The results suggest that higher relative intensities of AIT may induce to a more pronounced reduction in BP levels until one hour after the effort.


El ejercicio se ha considerado una importante intervención no farmacológica para controlar la presión arterial (PA). En consecuencia, el presente estudio investigó los efectos de una sesión de Entrenamiento de Intervalo Aeróbica de alta intensidad (EIA) en los niveles de Hipotensión Pos-Ejercicio (HPE) en sujetos con diferentes patrones de acondicionamiento aeróbico. Dieciséis hombres jóvenes fueron separados en dos grupos: uno con una mayor (GSup, n = 8; VO2 máx = 55.5ml • kg-1 • min-1) y el otro con inferiores (GInf; n = 8; VO2max = 42.1ml • kg -1 • min-1) acondicionamientos aeróbicos. Ambos grupos realizaron siete repeticiones de 400m de corrida, con intensidades de 117% (GInf) y 113% (GSup) de la velocidad en el consumo máximo de oxígeno (vVO2máx), con intervalos de recuperación de 1min30s entre estímulos. Valores de PA Sistólica (PAS) y Diastólica (PAD) se registraron antes (Pre) y 0, 10, 20, 30, 45 y 60 min después del ejercicio (Pos). Sólo GInf demostró HPE a 60 min del anuncio en comparación con Pre (113,8 ± 2,5 vs 124,6 ± 2,2 mmHg, respectivamente, p = 0,03). En lo que respecta a la PAD, ambos grupos presentaron HPE en lo Pos cuando comparados con el pre - GInf de 20 min y la GSup de 10 min hasta 60 min después (p <0,02). GInf mostró una menor media de PA (PAM) en Pos comparando-se con el pre durante los 60 min registrado (p <0,01), y GSup sólo en 45 minutos (p <0,02). No hubo diferencias entre los grupos en lo que respecta a la PAS, PAD y PAM (p> 0,05). Los resultados sugieren que las intensidades relativas más altas de EIA pueden conducir a una reducción más acentuada en los niveles de PA hasta una hora después del esfuerzo.

2.
Rev. bras. med. esporte ; 18(6): 409-411, nov.-dez. 2012. ilus, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-666206

ABSTRACT

O atleta competitivo muitas vezes apresenta lesões musculoesqueléticas, algumas de natureza não traumática. Habitualmente, tais lesões são atribuídas a fatores mecânicos. O presente estudo teve como objetivo estudar um grupo de atletas de handebol e verificar uma possível ação de fatores imune-inflamatórios e hormonais na gênese destas lesões. Procedeu-se à avaliação dos parâmetros laboratoriais, dosando-se a concentração plasmática de hormônios e neurotransmissores e a produção in vitro de citocinas e prostaglandina E2. Os resultados permitem afirmar que em 29% dos atletas estudados foi possível constatar a ocorrência de lesões musculoesqueléticas não traumáticas, que puderam ser relacionadas com o aumento da produção de citocinas pró-inflamatórias, com elevação das concentrações de IL-1, IL-2, TNF-α e IFN-α. Nesta mesma cultura foi possível demonstrar aumento da concentração de prostaglandina E2.


Competitive athletes often present musculoskeletal injuries, some of these nontraumatic. Usually these injuries are attributed to mechanical factors. The present study aimed to investigate a group of handball players and check a possible action of immune-inflammatory and hormonal factors in the genesis of these lesions. Laboratory parameters were studied measuring in the plasma the concentration of plasma hormones and neurotransmitters, and production "in vitro" of cytokines and prostaglandin E2. The results indicate that in 29% of the athletes included in the study the occurrence of nontraumatic musculoskeletal injuries was observed. In this group there was an increased production of pro-inflammatory cytokines assayed in the supernatant of culture of peripheral blood cells with increased concentrations of IL-1, IL-2, TNF-α and IFN-α, as well of prostaglandin E2.

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