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Rev. AMRIGS ; 53(2): 150-155, abr.-jun. 2009. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-522358

ABSTRACT

Introdução: A gravidez gemelar, comparativamente à gestação única, está correlacionada a substancial incremento na morbidade materna e perinatal, o que a caracteriza como de alto risco. Objetivo: Analisar as características e os resultados perinatais das gestações gemelares ocorridas no período de 1998 a 2007. Metodologia: estudo transversal com delineamento caso-controle realizado no Hospital Geral/Fundação Universidade de Caxias do Sul. Em 14.633 nascimentos constataram-se 191 gestações bigemelares (1,3 por cento; 26,1/1.000 nascimentos) e duas gestações trigemelares (0,01 por cento; 0,4/1.000 nascimentos), que originaram 388 nascimentos (grupo Gemelar). Com vistas à análise estatística, foram selecionados três controles (n=1.164), correspondentes aos três partos únicos subseqüentes (grupo Único). Foram analisadas variáveis maternas e fetais. Foram utilizados o teste t de Student, o teste Mann Whitney e o teste qui-quadrado de Pearson ou Exato de Fisher. O nível de significância estatística considerado foi de 5 por cento (p<0,05). Resultados: A análise estatística evidenciou significância estatística (p<0,05) nas seguintes variáveis: apresentação pélvica do 1o gemelar, parto cesáreo, índice de Apgar no 1o e 5o minutos, idade gestacional, índice de natimortalidade e neomortalidade, necessidade de cuidados de intensivismo neonatal e peso fetal, trabalho de parto pré-termo, síndrome hipertensiva, ruptura prematura da membrana. Conclusão: A gravidez gemelar apresentou percentual compatível com os da literatura concernente, maior índice de complicações maternas e perinatais, caracterizando-se como uma gravidez de alto risco fetal, em virtude das taxas aumentadas de morbiletalidade perinatal.


Introduction: Twin pregnancy, as compared to singleton pregnancy, is correlated with a substantial increase in maternal and perinatal morbidity, which characterizes it as high risk. Aim: To analyze the characteristics and the perinatal results of twin gestations that occurred from 1998 to 2007. Methods: This is a transversal study with case-control design performed at the Hospital Geral/Fundação Universidade de Caxias do Sul. Among 14.633 births, 191 twin pregnancies (1.3 percent; 26.1/1.000 births) and two triplet pregnancies (0.01 percent; 0.4/1.000 nascimentos) were found, generating 388 births (gemelar group). For the statistical analysis, three controls were selected (n=1.164), corresponding to the three subsequent singleton births (singleton group). Maternal and fetal variables were assessed. Student’s t-test, Mann Whitney test, and the Peason’s or Fisher’s exact test were used. The level of statistical significance considered was 5 percent (p<0.05). Results: The statistical analysis showed statistical significance (p<0.05) in the following variables: pelvic presentation of the first twin, cesarean section, Apgar index in the 1st and 5th minute, gestational age, natal and neonatal mortality rate, need for neonatal intensive care, fetal weight, pre-term labor, hypertensive syndrome, premature rupture of membrane. Conclusion: The percentage of twin gestation was consistent with the related literature, with a higher risk of maternal and perinatal complications, characterizing it as a high risk pregnancy for the fetus in view of the increased rates of perinatal morbidity and mortality.


Subject(s)
Humans , Pregnancy , Adult , Pregnancy Complications/diagnosis , Pregnancy Complications/epidemiology , Pregnancy Complications/mortality , Pregnancy, Multiple , Pregnancy, High-Risk , Pregnancy Outcome , Pregnancy , Twins , Maternal Mortality , Stillbirth , Perinatology
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