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1.
Cad. saúde pública ; 17(1): 55-62, jan.-fev. 2001. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-282534

ABSTRACT

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) têm sido debatidas no ambiente científico e nos meios de comunicaçäo de massa, em especial, por sua associaçäo a maior risco de infecçäo pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Estudou-se a adoçäo de comportamentos por mulheres para proteçäo das DST, tal como a associaçäo destes a variáveis sócio-econômicas e demográficas. Trata-se de estudo descritivo, com dados secundários de pesquisa feita em Campinas, Säo Paulo, na qual foram entrevistadas 635 mulheres selecionadas mediante a técnica de amostragem "bola de neve". Foram classificadas em: adolescentes e adultas de status sócio-econômico médio-alto ou baixo. Grande proporçäo delas näo se prevenia das DST, em particular, as de status baixo. Em todos os grupos, o condom masculino foi o método de prevençäo mais referido. Houve associaçäo negativa entre parceiro fixo e uso de condom, e a principal razäo para näo usá-lo foi "só ter um parceiro e confiar nele". Em meio às adolescentes, ocorreu associaçäo positiva entre escolaridade acima da oitava série e uso de condom, bem como negativa entre idade e uso desse método. Entre adultas o uso exclusivo de condom esteve, em geral, positivamente associado a status sócio-econômico.


Subject(s)
Condoms/statistics & numerical data , Sexually Transmitted Diseases/prevention & control , Social Class , Women
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