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1.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 33: eAPE20190256, 2020. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: biblio-1100871

ABSTRACT

Resumo Objetivo Avaliar o nível de conhecimentos dos agentes educativos sobre os fatores de risco para a saúde mental de crianças e adolescentes e analisar a sua associação com variáveis sociodemográficas. Métodos Estudo quantitativo, com recurso a uma amostra não probabilística de 136 agentes educativos (62,5% professores, 32,4% enfermeiros e 5,1% polícias), na sua maioria mulheres (70,6%) e média de idades de 48,34 anos. A colheita de dados, com recurso a um questionário de auto-preenchimento, realizou-se no ano lectivo de 2018 em quatro escolas do concelho de Viseu - Região centro de Portugal. Testes estatísticos utilizados: Qui-Quadrado e Análise de Regressão Múltipla. Resultados Na generalidade os agentes educativos revelaram possuir conhecimentos sobre os fatores de risco para a saúde mental, destacando-se 39,71% que chegam mesmo a evidenciar excelentes conhecimentos. Em termos comparativos, os enfermeiros são os que evidenciam melhores níveis de conhecimentos ( x̄ =15,546), seguindo-se os professores ( x̄ =13,318) e, por fim, os polícias ( x̄ =8,571), diferenças estas significativas (x2=14,725; p= 0,004). O estudo multivariado inferiu ser o género a única variável a se revelar preditora do nível de conhecimentos, explicando 11,5% da sua variabilidade (p=0,002), evidenciando as mulheres maior nível de conhecimentos. Já o efeito preditivo da variável categoria profissional (p=0,051) e tempo de experiência profissional (p=0,0179) não se revelou significativo. Conclusão O facto do género ter sido a única variável que se revelou preditiva do nível de conhecimentos, faz-nos ponderar da necessidade de se adoptarem estratégias diferenciadas em programas de formação, onde as características e vulnerabilidade dos dois sexos sejam salvaguardadas.


Resumen Objetivo Evaluar el nivel de conocimiento de los agentes educativos sobre los factores de riesgo para la salud mental de niños y adolescentes y analizar su relación con variables sociodemográficas. Métodos Estudio cuantitativo, con un muestreo no probabilístico de 136 agentes educativos (62,5% profesores, 32,4% enfermeros y 5,1% policías), en su mayoría mujeres (70,6%) y con un promedio de edad de 48,34 años. La recolección de datos se realizó mediante un cuestionario autocompletado, en el año lectivo 2018, en cuatro escuelas del concejo de Viseu, en la región centro de Portugal. Las pruebas estadísticas utilizadas fueron: prueba χ2 de Pearson y Análisis de Regresión Múltiple. Resultados En general, los agentes educativos revelaron tener conocimientos sobre los factores de riesgo para la salud mental, con un 39,71% que logró demostrar excelentes conocimientos. En términos comparativos, los enfermeros son los que demuestran mejores niveles de conocimiento ( x̄ =15,546), seguidos de los profesores ( x̄ =13,318) y por último los policías ( x̄ =8,571), diferencias estas significativas (x2=14,725; p= 0,004). Con el estudio multivariado se reveló que el género es la única variable que se mostró predictiva del nivel de conocimiento, que explica el 11,5% de su variabilidad (p=0,002) y demuestra mayor nivel de conocimiento en mujeres. Por otro lado, el efecto predictivo de la variable categoría profesional (p=0,051) y tiempo de experiencia profesional (p=0,0179) no demostró ser significativo. Conclusión El hecho de que el género haya sido la única variable que demostró ser predictiva del nivel de conocimiento nos hace considerar la necesidad de adoptar estrategias diferenciadas en programas de capacitación, en los que las características y vulnerabilidad de los dos sexos sean resguardadas.


Abstract Objective To assess the level of knowledge of education agents about risk factors for mental health in children and adolescents, and to analyze these factors connection with sociodemographic variables. Methods This was a quantitative study that used non-probabilistic sample of 136 education agents (62.5% professors, 32.4% nurses and 5.1% police officers). Most of participants were women (70.6%) with mean age of 48.34 years old. Data collection was performed through a self-completion questionnaire during 2018 academic year in four schools of the municipality of Viseu, Central Portugal. Statistical tests used were chi-square and multiple regression analysis. Results In general, education agents showed to have knowledge about risk factors for mental health, highlighting that 39.71% of them had excellent knowledge. In comparative terms, nurses showed better level of knowledge ( x̄ =15.546), followed by professors ( x̄ =13.318) and, police officers ( x̄ =8.571). Differences between participants were significant (x2=14.725; p= 0.004). The multivariate study demonstrated that gender was the only variable to prove to be a predictor of the level of knowledge, explaining the 11.5% of variability (p=0.002), and showing that women had a greater level of knowledge. The predictive effect of the variable professional category (p=0.051) and years of professional experience (p=0.0179) was not significant. Conclusion The fact that gender was the only variable that proved to be predictive of the level of knowledge led us consider the need of adopting differentiated strategies for training programs, in which the characteristics and vulnerability of both sexes should be protected.

2.
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: biblio-1088510

ABSTRACT

Resumo Objetivo Caracterizar a auto-perceção de resiliência das crianças e adolescentes; analisar as diferenças na perceção dos pais e sua relação com algumas variáveis de contexto sociodemográfico. Métodos Estudo transversal realizado no âmbito do Projeto MaiSaúdeMental, numa amostra não probabilística de conveniência de 567 crianças e adolescentes, 50,6% do sexo feminino, idade entre 9-17 anos (média= 12,40; Dp= 1,59 anos) de escolas do ensino básico da região centro de Portugal e 592 pais (média idade= 40,43 anos; Dp= 2,58 anos). Utilizou-se um questionário de caracterização sociodemográfica e a subescala Internal Assets do Healthy Kids Resilience Assessment Module (versão 6.0), adaptada à população Portuguesa por Martins (2005), composta por 18 itens e seis dimensões. Resultados Das crianças / adolescentes 78,8% moravam com os pais. Dos progenitores a maioria tinha entre 40 e 41 anos. A resiliência foi classificada como moderada por 47,8%, das crianças / adolescentes, numa distribuição idêntica pelos pais. O test-t mostrou que as crianças têm uma auto-percepção mais positiva de resiliência, face à percepção dos pais, com diferenças significativas em todas as dimensões (p <0,000). Os pais mais jovens têm uma perceção mais positiva da resiliência dos filhos, mas apenas significativa na empatia (p = 0,036) e resolução de problemas (p = 0,001). A resiliência diminuiu significativamente com o aumento da idade e escolaridade e foi mais elevada em crianças que vivem com os pais. Conclusão Os resultados do estudo evidenciam diferenças entre a perceção de resiliência nas crianças e pais, sendo esta influenciada por características sociodemográficas.


Resumen Objetivo Caracterizar la autopercepción de resiliencia de los niños y adolescentes; analizar las diferencias en la percepción de los padres y su relación con algunas variables de contexto sociodemográfico. Métodos Estudio transversal realizado en el ámbito del Proyecto "MaiSaúdeMental" (Más Salud Mental), en un muestreo no probabilístico de conveniencia de 567 niños y adolescentes, 50,6% de sexo femenino, edad entre 9 y 17 años (promedio= 12,40; Dp= 1,59 años) de escuelas primarias de la región centro de Portugal y 592 padres (edad promedio= 40,43 años; Dp= 2,58 años). Se utilizó un cuestionario de caracterización sociodemográfica y la subescala Internal Assets del Healthy Kids Resilience Assessment Module (versión 6.0), adaptada a la población portuguesa por Martins (2005), compuesta por 18 ítems y 6 dimensiones. Resultados De los niños/adolescentes, 78,8% vivían con los padres. De los progenitores, la mayoría tenía entre 40 y 41 años. La resiliencia fue clasificada como moderada por el 47,8% de los niños/adolescentes, en una distribución idéntica por los padres. El test-T mostró que los niños tienen una autopercepción más positiva de resiliencia, frente a la percepción de los padres, con diferencias significativas en todas las dimensiones (p<0,000). Los padres más jóvenes tienen una percepción más positiva de la resiliencia de los hijos, pero poco significativa en la empatía (p=0,036) y resolución de problemas (p=0,001). La resiliencia se redujo significativamente con el aumento de la edad y escolaridad y fue más elevada en niños que viven con los padres. Conclusión Los resultados del estudio dejan en evidencia diferencias entre la percepción de resiliencia en los niños y padres, de modo que está influenciada por características sociodemográficas.


Abstract Objective To characterize self-perception of resilience in children and adolescents, and to analyze how this self-perception differs from the perception of their parents in correlation with sociodemographic variables. Methods This was a cross-sectional study conducted as part of the MAISaúdeMental (More Mental Health) project with a nonprobability convenience sample including 567 children and adolescents, 50.6% of whom were females aged between 9 and 17 years old (mean = 12.40; SD = 1.59 years old) enrolled in basic education schools from Central Portugal, and 592 parents (mean age = 40.43 years old; SD = 2.58 years old). A questionnaire for sociodemographic characterization was used, along with the Healthy Kids Resilience Assessment Module (version 6.0) Internal Assets subscale, adapted to the Portuguese population by Martins (2005), composed of 18 items and 6 dimensions. Results Out of the total number of children/adolescents, 78.8% lived with their parents. Out of the total number of parents, most were between the ages of 40 and 41 years old. Resilience was classified as moderate by 47.8% of children/adolescents at an identical distribution in parents. The t-test showed children's self-perception of resilience to be more positive when compared to their parents with significant differences seen in all dimensions (p <0.000). Younger parents showed a more positive perception of their children's resilience, significant only for "empathy and respect" (0.036) and "problem-solving skills" (0.001). Resilience decreased significantly with age and higher education levels, and children living with their parents showed higher resilience. Conclusion Study results show differences between the perceptions of resilience in children and their parents, which are influenced by sociodemographic characteristics.

3.
Referência ; serIV(22): 51-61, set. 2019. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: biblio-1098614

ABSTRACT

Enquadramento: A dor é gerida de forma ineficaz pelos enfermeiros, em parte pela inexistência de um instrumento capaz de medir e monitorizar esta prática. Objetivo: Avaliar as propriedades psicométricas da Escala de Práticas de Enfermagem na Gestão da Dor. Metodologia: Este estudo descritivo-correlacional avaliou a consistência interna através do alfa de Cronbach e a análise fatorial confirmatória através da matriz de covariâncias - algoritmo da máxima verosimilhança. Resultados: Foram incluídos 260 enfermeiros com uma média de 35,42 anos, sendo 78,5% mulheres. Após o refinamento da escala, a consistência interna global foi de a = 0,95 e por fatores de: Avaliação inicial a = 0,85; Planeamento a = 0,76; Execução de intervenções não farmacológicas a = 0,80; Ensino à pessoa com dor a = 0,89; Registo a = 0,76; Reavaliação a = 0,81, e Execução de intervenções farmacológicas a = 0,70. Os valores médios mais elevados dos scores globais são relativos às intervenções farmacológicas (3,13 ± 0,60). Conclusão: A escala é fiável e válida na avaliação das práticas de gestão da dor em enfermeiros portugueses. Os enfermeiros aplicam maioritariamente as intervenções farmacológicas para gerir a dor dos utentes.


Background: Pain is inefficiently managed by nurses in part due to the lack of tools capable of measuring and monitoring such practice. Objective: To assess the psychometric properties of the Nursing Care Scale for Pain Management. Methodology: This descriptive correlational study assessed internal consistency using Cronbach's alpha coefficient and confirmatory factor analysis using the covariance matrix - maximum likelihood algorithm. Results: The study involved 260 nurses with a mean age of 35.42 years, 78.5% of whom were women. After the refinement of the scale, the overall internal consistency was a = 0.95, and the score by factors was: initial assessment a = 0.85; Planning a = 0.76; Implementation of non-pharmacological interventions a = 0.80; Educating the person with pain a = 0.89; Registration a = 0.76; Reassessment a = 0.81, and Implementation of pharmacological interventions a = 0.70. The highest mean values of the overall scores are related to pharmacological interventions (3.13 ± 0.60). Conclusion: The scale is a reliable and valid tool for assessing the pain management practices of Portuguese nurses. Most nurses apply pharmacological interventions to manage the pain endured by patients.


Marco contextual: Los enfermeros gestionan de manera ineficaz el dolor, en parte debido a que no disponen de un instrumento capaz de medir y monitorear esta práctica. Objetivo: Evaluar las propiedades psicométricas de la escala de prácticas de enfermería en la gestión del dolor. Metodología: Este estudio descriptivo-correlacional evaluó la consistencia interna a través del alfa de Cronbach y el análisis factorial confirmatorio a través de la matriz de covarianza - algoritmo de máxima verosimilitud. Resultados: Se incluyeron 260 enfermeros con una edad media de 35,42 años, de los cuales el 78,5% eran mujeres. Tras el perfeccionamiento de la escala, la consistencia interna global fue a = 0,95 y por factores de: Evaluación inicial a = 0,85; Planificación a = 0,76; Ejecución de intervenciones no farmacológicas a = 0,80; Enseñanza a la persona con dolor a = 0,89; Registro a = 0,76; Reevaluación a = 0,81, y Ejecución de intervenciones farmacológicas a = 0,70. Los valores medios más altos de las puntuaciones globales están relacionados con las intervenciones farmacológicas (3,13 ± 0,60). Conclusión: La escala es fiable y válida en la evaluación de las prácticas de la gestión del dolor en enfermeros portugueses. La mayoría de los enfermeros aplican intervenciones farmacológicas para controlar el dolor en los pacientes.

4.
Enferm. foco (Brasília) ; 10(4): 122-128, 2019. ilus
Article in Portuguese | LILACS (Americas), BDENF | ID: biblio-1052818

ABSTRACT

Objetivo: Construir algoritmos de intervenção de enfermagem pré-hospitalar a vítimas de trauma. Metodologia: Revisão Narrativa da Literatura, entre 2008 e 2019, nas principais bases de dados. Dois revisores independentes realizaram a avaliação crítica, extração e síntese dos dados. A construção dos algoritmos resultou do processo interpretativo da revisão narrativa por três peritos na área. Utilizou-se o modelo teórico de Virgínia Henderson. Resultados: Obtiveram-se 17 documentos, seis foram incluídos no desenvolvimento dos metaparadigmas Saúde, Pessoa e Ambiente e 16 para a elaboração e construção de Algoritmos de avaliação, diagnóstico e intervenções de enfermagem às vítimas de trauma. Conclusões: A revisão possibilitou a operacionalização do modelo teórico de Henderson para a assistência pré-hospitalar permitindo a criação de algoritmos orientadores da prática de enfermagem. (AU)


Objective: To construct pre-hospital nursing intervention algorithms for trauma victims. Methodology: Literature Narrative Review, between 2008 and 2019, in the main databases. Two independent reviewers carried out the critical evaluation, extraction and synthesis of data. The construction of the algorithms resulted from the interpretive process of the narrative review by three experts. The theoretical model of Virginia Henderson was used. Results: Seventeen documents were obtained, six were included in the development of the metaparadigm Health, Person and Environment and 16 were included in the development and construction of assessment, diagnosis and nursing interventions algorithms for trauma victims. Conclusions: The review enabled the operationalization of Henderson's theoretical model for pre-hospital care, allowing the creation of algorithms to guide nursing practice. (AU)


Objetivo: Construir algoritmos de intervención de enfermería prehospitalaria para víctimas de traumatismos. Metodología: Revisión narrativa de literatura, entre 2008 y 2019, en las principales bases de datos. Dos revisores independientes realizaron la evaluación crítica, extracción y síntesis de los datos. La construcción de los algoritmos fue el resultado del proceso interpretativo de la revisión por parte de tres expertos. Se utilizó el modelo de Virginia Henderson. Resultados: Se obtuvieron diecisiete documentos, seis se incluyeron en el desarrollo de los metaparadigmas y 16 se incluyeron en el desarrollo y construcción de algoritmos de evaluación, diagnóstico e intervenciones de enfermería. Conclusiones: La revisión permitió la operacionalización del modelo de Henderson para la atención prehospitalaria, permitiendo la creación de algoritmos. (AU)


Subject(s)
Evidence-Based Nursing , Wounds and Injuries , Nursing Theory , Prehospital Care , Nursing Care
5.
Rev. port. enferm. saúde mental ; (spe6): 16, nov. 2018. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: biblio-1101821

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Estudo baseado no processo de intervenção de uma família que vivenciou uma gravidez e maternidade adolescente, não planeada, fruto de uma relação ocasional através de correspondência virtual. A resiliência constitui uma das variáveis descritas na literatura que parece conferir proteção para a adaptação à maternidade e que interfere no processo de vinculação. OBJETIVO: Avaliar a influência da resiliência e de um suporte social efetivo numa adolescente que tenha experienciado gravidez e/ou maternidade precoces. METODOLOGIA: Estudo de caso não experimental, qualitativo, de follow-up. Avaliação e intervenção familiar desenvolvida em 3 momentos distintos, tendo sido utilizados como instrumentos de recolha de dados: entrevista, questionários, escalas e observação, tendo como referencial teórico-operativo o Modelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar (Figueiredo, 2013). RESULTADOS: Numa primeira fase: Relação conflituosa com os progenitores, prévia à gestação precoce. No final da mesma, a jovem interrompe o seu percurso escolar. Após o parto, verificou-se uma (in)definição do papel parental: a avó exercia um papel superprotetor sobre o recém-nascido, sobrepondo-se à mãe nas diversas esferas (prestação de cuidados, vinculação). Follow-up: Exercício do papel parental da adolescente adequado, sem sobreposição de papéis. Vinculação forte e saudável entre jovem mãe e filho. Recém-nascido bem cuidado. Adolescente resiliente e satisfeita com o apoio que recebe da comunidade envolvente. Retoma o seu percurso escolar, pessoal, familiar e social. CONCLUSÕES: Mães adolescentes que beneficiam de um apoio social e familiar adequado, e que possuem fatores protetores de ordem individual e relacional conseguem atingir um nível favorável de adaptação à maternidade.


BACKGROUND: Study based on the intervention process of a family that experienced an unplanned adolescent pregnancy and motherhood, as a result of an occasional relationship through virtual correspondence. Resilience is one of the variables described in the literature that seems to confer protection for adaptation to motherhood and that interferes in the bonding process. OBJECTIVE: Evaluating the influence of resilience and effective social support in an adolescent who has experienced early pregnancy and / or maternity. METHODS: Non-experimental, qualitative, follow-up case study. Evaluation and family intervention developed in 3 different moments, using as data-gathering instruments: interview, questionnaires, scales and observation, using as a theoretical-operational reference the Dynamic Model of Family Assessment and Intervention (Figueiredo, 2013). RESULTS: In a first phase: Conflict relationship with the parents, prior to the early gestation. At the end of it, the young woman interrupts her school journey. After parturition, there was an (in) definition of the parental role: the grandmother played an overprotective role over the newborn, overlapping the mother in the various spheres (care, bonding). Follow-up: Adequate adolescent parental role exercise, without overlapping roles. Strong and healthy bonding between young mother and son. Well-baby newborn. Teen resilient and satisfied with the support she receives from the surrounding community. It resumes its school, personal, familiar and social journey. CONCLUSIONS: Adolescent mothers who benefit from adequate social and family support and who have protective factors of an individual and relational nature manage to reach a favorable level of adaptation to motherhood.


INTRODUCCIÓN: Estudio basado en el proceso de intervención de una familia que vivió un embarazo y maternidad adolescente, no planeada, fruto de una relación ocasional a través de correspondencia virtual. La resiliencia constituye una de las variables descritas en la literatura que parece conferir protección para la adaptación a la maternidad y que interfiere en el proceso de vinculación. OBJETIVO: Evaluar la influencia de la resiliencia y de un soporte social efectivo en una adolescente que haya experimentado embarazo y / o maternidad precoces. METODOLOGIA: Estudio de caso no experimental, cualitativo, de seguimiento. La evaluación e intervención familiar desarrollada en 3 momentos distintos, habiendo sido utilizados como instrumentos de recogida de datos: entrevista, cuestionarios, escalas y observación, teniendo como referencial teórico-operativo el Modelo Dinámico de Evaluación e Intervención Familiar (Figueiredo, 2013). RESULTADOS: En una primera fase: Relación conflictiva con los progenitores, previa a la gestación precoz. Al final de la misma, la joven interrumpe su recorrido escolar. Después del parto, se verificó una (in) definición del papel parental: la abuela ejercía un papel superprotector sobre el recién nacido, superponiéndose a la madre en las diversas esferas (prestación de cuidados, vinculación). Seguimiento: Ejercicio del papel parental de la adolescente adecuado, sin superposición de papeles. Vinculación fuerte y saludable entre joven madre y hijo. Recién nacido bien cuidado. Adolescente resiliente y satisfecha con el apoyo que recibe de la comunidad circundante. Retoma su recorrido escolar, personal, familiar y social. CONCLUSIONES: Las madres adolescentes que se benefician de un apoyo social y familiar adecuado, y que poseen factores protectores de orden individual y relacional logran alcanzar un nivel favorable de adaptación a la maternidad.

6.
Rev. Esc. Enferm. USP ; 47(6): 1410-1416, 01/dez. 2013. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS (Americas) | ID: lil-700101

ABSTRACT

As infeções do trato urinário associadas à cateterização são muito frequentes no contexto comunitário e hospitalar. Existem atualmente várias recomendações para sua prevenção, contudo, quando abordado o soluto a utilizar no meato urinário previamente à algaliação continuam a persistir dúvidas. Assim, este estudo procurou determinar a eficácia da limpeza do meato urinário com água ou soro fisiológico comparativamente à sua assepsia por meio de uma revisão sistemática com metanálise. Para isso foram seguidos os princípios propostos pelo Cochrane Handbook , a análise crítica realizada por dois investigadores e a análise estatística com recurso ao programa STATA 11.1. Podemos concluir que a limpeza ou desinfeção do meato urinário previamente à cateterização vesical não é estatisticamente significativa (OR=1,07, IC 95%=0,68-1,68, p=0,779), existindo alguma evidência de que a utilização de água/soro fisiológico reduz as taxas de ITU.


Las infecciones del tracto urinario asociadas con cateterismo son muy comunes en el contexto comunitario y hospitalario. Actualmente existen varias recomendaciones para su prevención. Sin embargo, las dudas persisten en la elección del soluto utilizado en el meato urinario antes del cateterismo. Por lo tanto, este estudio trata de determinar la eficacia de la limpieza del meato urinario con agua/solución salina comparativamente con su asepsia, mediante la realización de una revisión sistemática con meta-análisis. Para lo cual, se siguieron los principios propuestos por el Manual Cochrane, el análisis crítico realizado por dos investigadores y el análisis estadístico utilizando el programa STATA 11.1. Podemos concluir que la limpieza o desinfección del meato urinario antes del cateterismo no es estadísticamente significativo (OR=1,07, 95%CI=0,68-1,68, p=0,779) existiendo algunas evidencias de que el uso de agua/solución salina reduce las tasas de ITU.


The urinary tract infections associated with catheterization are very common in hospital and home care contexts. Currently there are several recommendations for its prevention, however, when approaching the kind of solute used in the urinary meatus prior to catheterization doubts continue to persist. Thus this study aimed at determining the effectiveness of cleaning the urinary meatus with water or saline comparing to its sterilization through a systematic review and meta-analysis. In order to do so, the principles proposed by the Cochrane Handbook were followed, a critical analysis was conducted by two researchers and the statistical analysis was performed with the use of STATA 11.1. We concluded that the cleaning or disinfection of the urinary canal prior to bladder catheterization is not statistically significant (OR=1.07, CI 95%=0.68-1.68, p=0.779) and that there is some evidence that the use of water/saline reduces rates of UTI (urinary tract infection).


Subject(s)
Humans , Catheter-Related Infections/prevention & control , Disinfection/standards , Sodium Chloride , Urethra , Urinary Catheterization , Urinary Tract Infections/prevention & control , Water
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