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1.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(1): 47-54, Jan. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1365667

ABSTRACT

Abstract Objective To evaluate the assistance provided to women victims of sexual violence and their participation in the follow-up treatment after the traumatic event, presenting a sociodemographic profile, gynecological background, and circumstances of the event, and reporting the results, acceptance, and side effects of prophylaxis for sexually transmitted infections (STIs) and pregnancy. Methods A retrospective cohort study comprising the period between 2007 and 2016. All women receiving medical care and clinical follow-up after a severe episode of sexual violence were included. Records of domestic violence, male victims, children, and adolescents who reported consensual sexual activity were excluded. The present study included descriptive statistics as frequencies and percentages. Results A total of 867medical records were reviewed and 444 cases of sexual violence were included. The age of the victims ranged from10 to 77 years old, most of them selfdeclared white, with between 4 and 8 years of education, and denying having a sexual partner. Sexual violence occurred predominantly at night, on public thoroughfare, being committed by an unknown offender. Most victims were assisted at the referral service center within 72 hours after the violence, enabling the recommended prophylaxis. There was high acceptance of antiretroviral therapy (ART), although half of the users reported side effects. Seroconversion to human immunodeficiency virus (HIV) or to hepatitis B virus (HBV) was not detected in women undergoing prophylaxis. Conclusion In the present cohort, the profile of victims of sexual violence was loweducated, young, white women. The traumatic event occurred predominantly at night, on public thoroughfare, being committed by an unknown offender. Assistance within the first 72 hours after sexual violence enables the healthcare center to provide prophylactic interventions against STIs and unwanted pregnancies.


Resumo Objetivo Avaliar a assistência prestada às mulheres vítimas de violência sexual e seu acompanhamento após o evento traumático, caracterizando o perfil sociodemográfico, antecedentes ginecológicos e circunstâncias do evento, além de relatar a aceitação e os efeitos colaterais da profilaxia para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e a ocorrência de gravidez resultante da violência sexual. Métodos Estudo de coorte retrospectivo compreendendo o período entre 2007 e 2016. Foram incluídas todas as mulheres em acompanhamento médico e clínico após episódio de violência sexual. Foram excluídos registros de violência doméstica, vítimas do sexo masculino e crianças e adolescentes que relataram atividade sexual consensual. O estudo incluiu estatísticas descritivas, com frequências e percentuais. Resultados Foram revisados 867 prontuários e 444 casos de violência sexual foram incluídos. A faixa etária foi 10 a 77 anos; a maioria das vítimas se autodeclarou branca, com entre 4 e 8 anos de escolaridade, e negou ter um parceiro sexual fixo. A violência sexual ocorreu predominantemente à noite, em via pública, por um agressor desconhecido. A maioria foi atendida no serviço de referência em até 72 horas após a violência, possibilitando profilaxias preconizadas. Houve alta aceitação da terapia antirretroviral (TARV), embora metade das usuárias relatasse efeitos colaterais. A soroconversão para o vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla em inglês) ou para o vírus da hepatite B (HBV, na sigla em inglês) não foi detectada entre as vítimas. Conclusão Nesta coorte, o perfil das vítimas de violência sexual foi de mulheres brancas, de baixa escolaridade, e jovens. O evento traumático ocorreu predominantemente à noite, em via pública, por um agressor desconhecido. A assistência nas primeiras 72 horas após a violência sexual permite que o serviço de saúde realize intervenções profiláticas contra ISTs e gravidez indesejada.

4.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020609, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154150

ABSTRACT

Resumo Este artigo aborda as transmissões vetorial, sexual e vertical do vírus Zika, tema contemplado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil em 2020. Embora no Brasil o vírus Zika seja predominantemente veiculado pelo Aedes aegypti, as vias vertical e sexual de transmissão apresentam expressiva importância para a saúde reprodutiva. A transmissão sexual demanda o uso de intervenções profiláticas específicas, incluindo o uso do preservativo masculino ou feminino, principalmente entre casais que planejam gravidez. A transmissão vertical é ligada a graves anormalidades estruturais do sistema nervoso central e ainda não há vacina e nem recursos farmacológicos conhecidos que possam preveni-la. Como a doença é predominantemente assintomática, o não cumprimento dos princípios básicos de cuidados e orientações relacionadas à dispersão da infecção transcende a gravidade dos sintomas da doença.


Abstract This article addresses vector, sexual and vertical transmission of Zika virus, a topic covered in the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. Although in Brazil Zika virus is transmitted most predominantly by Aedes aegypti, the vertical and sexual transmission routes are of significant importance for reproductive health. Sexual transmission demands the use of specific prophylactic interventions, including the use of male or female condoms, especially among couples planning pregnancy. Vertical transmission is linked to severe structural abnormalities of the central nervous system and there is still no vaccine or known pharmacological resources that can prevent it. As the disease is predominantly asymptomatic, failure to comply with basic principles of care and guidelines related to the spread of infection transcends the severity of the symptoms of the disease.


Resumen Este artículo aborda la transmisión vectorial, sexual y vertical del virus Zika, tema tratado en el Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual, publicado por el Ministerio de Salud de Brasil en 2020. Aunque en Brasil el virus Zika sea principalmente transmitido por Aedes aegypti, las vías vertical y sexual de transmisión son de gran importancia para la salud reproductiva. La transmisión sexual exige el uso de intervenciones profilácticas específicas, incluido el uso de preservativos masculinos o femeninos, especialmente entre las parejas que planean un embarazo. La transmisión vertical está ligada a graves anomalías estructurales del sistema nervioso central y todavía no existe una vacuna o recursos farmacológicos conocidos que puedan prevenirla. Como la enfermedad es predominantemente asintomática, el incumplimiento de los principios básicos de atención y las pautas relacionadas con la propagación de la infección trasciende la gravedad de los síntomas de la enfermedad.

5.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020597, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154159

ABSTRACT

Resumo Os temas sífilis congênita e criança exposta à sífilis compõem o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil em 2020. Tal documento foi elaborado com base em evidências científicas e validado em discussões com especialistas. Este artigo apresenta orientações para o manejo clínico da sífilis em gestantes e da sífilis congênita, enfatizando a prevenção da transmissão vertical do Treponema pallidum. Nele estão contemplados aspectos epidemiológicos e clínicos desses agravos, bem como recomendações aos gestores no manejo programático e operacional da sífilis. Também se incluem orientações para os profissionais de saúde na triagem, diagnóstico e tratamento das pessoas com infecções sexualmente transmissíveis e suas parcerias sexuais, além de estratégias para ações de vigilância, prevenção e controle da doença.


Abstract The topics of congenital syphilis and children exposed to syphilis are part of the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. The Protocol and Guidelines have been developed based on scientific evidence and validated in discussions with specialists. This article provides guidelines for clinical management of both syphilis in pregnant women and also congenital syphilis, emphasizing prevention of vertical transmission of Treponema pallidum. Epidemiological and clinical aspects of these infections are presented, as well as recommendations for health service managers regarding the programmatic and operational management of syphilis. The article also includes guidelines for health professionals on screening, diagnosing and treating people with sexually transmitted infections and their sex partners, in addition to strategies for syphilis surveillance, prevention and control actions.


Resumen Los temas sífilis congénita y niños expuestos a la sífilis componen el Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual, publicado por el Ministerio de Salud de Brasil en 2020. Tal documento fue elaborado con base en evidencia científica y validado en discusiones con especialistas. Este artículo presenta directrices para el manejo clínico de la sífilis en mujeres embarazadas y de la sífilis congénita, con énfasis en la prevención de la transmisión vertical del Treponema pallidum. Se contemplan aspectos epidemiológicos y clínicos de la infección, así como recomendaciones para gestores en la gestión programática y operativa de la sífilis. También se incluyen directrices para profesionales de la salud en la detección, diagnóstico y tratamiento de personas con infecciones de transmisión sexual y sus parejas sexuales, además de estrategias para acciones de vigilancia, prevención y control de la enfermedad.

6.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020834, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154163

ABSTRACT

Resumo Este artigo aborda as hepatites virais, tema tratado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis e, mais precisamente, nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite B e para Hepatite C e Coinfecções, publicados pelo Ministério da Saúde do Brasil. Além do espectro ampliado de acometimento da saúde, os vírus das hepatites A, B e C também apresentam diferentes formas de transmissão, seja parenteral, sexual, vertical ou oral. Entre as estratégias sugeridas para o controle das hepatites virais, além das medidas comportamentais, estão o diagnóstico ampliado, a vacinação precoce contra os vírus da hepatite A e hepatite B e o acesso aos recursos terapêuticos disponíveis. Considerando a transmissão vertical dos vírus da hepatite B e hepatite C, a triagem das gestantes portadoras crônicas desses vírus é uma importante estratégia de saúde perinatal, indicando com precisão quem pode se beneficiar das intervenções profiláticas disponíveis.


Abstract This article discusses viral hepatitis, a theme addressed by the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines to Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections and, more precisely, by the Clinical Protocols and Therapeutic Guidelines for Hepatitis B and Hepatitis C and Coinfections, published by the Brazilian Ministry of Health. Besides the broad spectrum of health impairment, hepatitis A, B and C viruses also present different forms of transmission, whether parenteral, sexual, vertical or oral. Among the strategies suggested for the control of viral hepatitis, in addition to behavioral measures, are expanded diagnosis, early vaccination against hepatitis A and hepatitis B viruses, and access to available therapeutic resources. Considering vertical transmission of the hepatitis B and hepatitis C viruses, screening for pregnant women with chronic hepatitis B and C is an important perinatal health strategy, indicating with precision those who can benefit from the prophylactic interventions.


Resumen Este artículo aborda las hepatitis virales, tema que hace parte del Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual y más precisamente de los Protocolos Clínicos y Guías Terapéuticas para Hepatitis B, Hepatitis C y Coinfecciones, publicados por el Ministerio de Salud. Además del amplio espectro de deterioro de la salud, los virus de las hepatitis A, B y C presentan diferentes formas de transmisión, como parenteral, sexual, vertical u oral. Entre las estrategias sugeridas para el control de las hepatitis virales, están las medidas conductuales, el diagnóstico ampliado, la vacunación precoz contra los virus de las hepatitis A y B y el acceso facilitado a los recursos terapéuticos disponibles. Considerando la transmisión vertical de los virus de la hepatitis B y C, la identificación de embarazadas portadoras crónicas de estos virus es importante estrategia de salud perinatal, indicando quiénes pueden beneficiarse de las intervenciones profilácticas.

7.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020609, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154169

ABSTRACT

Resumo Este artigo aborda as transmissões vetorial, sexual e vertical do vírus Zika, tema contemplado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil em 2020. Embora no Brasil o vírus Zika seja predominantemente veiculado pelo Aedes aegypti, as vias vertical e sexual de transmissão apresentam expressiva importância para a saúde reprodutiva. A transmissão sexual demanda o uso de intervenções profiláticas específicas, incluindo o uso do preservativo masculino ou feminino, principalmente entre casais que planejam gravidez. A transmissão vertical é ligada a graves anormalidades estruturais do sistema nervoso central e ainda não há vacina e nem recursos farmacológicos conhecidos que possam preveni-la. Como a doença é predominantemente assintomática, o não cumprimento dos princípios básicos de cuidados e orientações relacionadas à dispersão da infecção transcende a gravidade dos sintomas da doença.


Abstract This article addresses vector, sexual and vertical transmission of Zika virus, a topic covered in the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. Although in Brazil Zika virus is transmitted most predominantly by Aedes aegypti, the vertical and sexual transmission routes are of significant importance for reproductive health. Sexual transmission demands the use of specific prophylactic interventions, including the use of male or female condoms, especially among couples planning pregnancy. Vertical transmission is linked to severe structural abnormalities of the central nervous system and there is still no vaccine or known pharmacological resources that can prevent it. As the disease is predominantly asymptomatic, failure to comply with basic principles of care and guidelines related to the spread of infection transcends the severity of the symptoms of the disease.


Resumen Este artículo aborda la transmisión vectorial, sexual y vertical del virus Zika, tema tratado en el Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual, publicado por el Ministerio de Salud de Brasil en 2020. Aunque en Brasil el virus Zika sea principalmente transmitido por Aedes aegypti, las vías vertical y sexual de transmisión son de gran importancia para la salud reproductiva. La transmisión sexual exige el uso de intervenciones profilácticas específicas, incluido el uso de preservativos masculinos o femeninos, especialmente entre las parejas que planean un embarazo. La transmisión vertical está ligada a graves anomalías estructurales del sistema nervioso central y todavía no existe una vacuna o recursos farmacológicos conocidos que puedan prevenirla. Como la enfermedad es predominantemente asintomática, el incumplimiento de los principios básicos de atención y las pautas relacionadas con la propagación de la infección trasciende la gravedad de los síntomas de la enfermedad.

8.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020597, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154178

ABSTRACT

Resumo Os temas sífilis congênita e criança exposta à sífilis compõem o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil em 2020. Tal documento foi elaborado com base em evidências científicas e validado em discussões com especialistas. Este artigo apresenta orientações para o manejo clínico da sífilis em gestantes e da sífilis congênita, enfatizando a prevenção da transmissão vertical do Treponema pallidum. Nele estão contemplados aspectos epidemiológicos e clínicos desses agravos, bem como recomendações aos gestores no manejo programático e operacional da sífilis. Também se incluem orientações para os profissionais de saúde na triagem, diagnóstico e tratamento das pessoas com infecções sexualmente transmissíveis e suas parcerias sexuais, além de estratégias para ações de vigilância, prevenção e controle da doença.


Abstract The topics of congenital syphilis and children exposed to syphilis are part of the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. The Protocol and Guidelines have been developed based on scientific evidence and validated in discussions with specialists. This article provides guidelines for clinical management of both syphilis in pregnant women and also congenital syphilis, emphasizing prevention of vertical transmission of Treponema pallidum. Epidemiological and clinical aspects of these infections are presented, as well as recommendations for health service managers regarding the programmatic and operational management of syphilis. The article also includes guidelines for health professionals on screening, diagnosing and treating people with sexually transmitted infections and their sex partners, in addition to strategies for syphilis surveillance, prevention and control actions.


Resumen Los temas sífilis congénita y niños expuestos a la sífilis componen el Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual, publicado por el Ministerio de Salud de Brasil en 2020. Tal documento fue elaborado con base en evidencia científica y validado en discusiones con especialistas. Este artículo presenta directrices para el manejo clínico de la sífilis en mujeres embarazadas y de la sífilis congénita, con énfasis en la prevención de la transmisión vertical del Treponema pallidum. Se contemplan aspectos epidemiológicos y clínicos de la infección, así como recomendaciones para gestores en la gestión programática y operativa de la sífilis. También se incluyen directrices para profesionales de la salud en la detección, diagnóstico y tratamiento de personas con infecciones de transmisión sexual y sus parejas sexuales, además de estrategias para acciones de vigilancia, prevención y control de la enfermedad.

9.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020834, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154182

ABSTRACT

Resumo Este artigo aborda as hepatites virais, tema tratado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis e, mais precisamente, nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite B e para Hepatite C e Coinfecções, publicados pelo Ministério da Saúde do Brasil. Além do espectro ampliado de acometimento da saúde, os vírus das hepatites A, B e C também apresentam diferentes formas de transmissão, seja parenteral, sexual, vertical ou oral. Entre as estratégias sugeridas para o controle das hepatites virais, além das medidas comportamentais, estão o diagnóstico ampliado, a vacinação precoce contra os vírus da hepatite A e hepatite B e o acesso aos recursos terapêuticos disponíveis. Considerando a transmissão vertical dos vírus da hepatite B e hepatite C, a triagem das gestantes portadoras crônicas desses vírus é uma importante estratégia de saúde perinatal, indicando com precisão quem pode se beneficiar das intervenções profiláticas disponíveis.


Abstract This article discusses viral hepatitis, a theme addressed by the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines to Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections and, more precisely, by the Clinical Protocols and Therapeutic Guidelines for Hepatitis B and Hepatitis C and Coinfections, published by the Brazilian Ministry of Health. Besides the broad spectrum of health impairment, hepatitis A, B and C viruses also present different forms of transmission, whether parenteral, sexual, vertical or oral. Among the strategies suggested for the control of viral hepatitis, in addition to behavioral measures, are expanded diagnosis, early vaccination against hepatitis A and hepatitis B viruses, and access to available therapeutic resources. Considering vertical transmission of the hepatitis B and hepatitis C viruses, screening for pregnant women with chronic hepatitis B and C is an important perinatal health strategy, indicating with precision those who can benefit from the prophylactic interventions.


Resumen Este artículo aborda las hepatitis virales, tema que hace parte del Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual y más precisamente de los Protocolos Clínicos y Guías Terapéuticas para Hepatitis B, Hepatitis C y Coinfecciones, publicados por el Ministerio de Salud. Además del amplio espectro de deterioro de la salud, los virus de las hepatitis A, B y C presentan diferentes formas de transmisión, como parenteral, sexual, vertical u oral. Entre las estrategias sugeridas para el control de las hepatitis virales, están las medidas conductuales, el diagnóstico ampliado, la vacunación precoz contra los virus de las hepatitis A y B y el acceso facilitado a los recursos terapéuticos disponibles. Considerando la transmisión vertical de los virus de la hepatitis B y C, la identificación de embarazadas portadoras crónicas de estos virus es importante estrategia de salud perinatal, indicando quiénes pueden beneficiarse de las intervenciones profilácticas.

10.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 54(supl.1): e2020597, 2021. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1250846

ABSTRACT

Abstract The topics of congenital syphilis and children exposed to syphilis compose the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. Such document was elaborated based on scientific evidence and validated in discussions with specialists. This article provides guidelines for syphilis in pregnant women and congenital syphilis clinical management, emphasizing the vertical transmission of Treponema pallidum prevention. Epidemiological and clinical aspects of these infections are presented and recommendations for managers in the programmatic and operational management of syphilis. The article also includes guidelines for health professionals in screening, diagnosing, and treating people with sexually transmitted infections and their sex partners, in addition to strategies for surveillance actions, prevention, and control of the disease.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Child , Pregnancy Complications, Infectious/diagnosis , Pregnancy Complications, Infectious/prevention & control , Syphilis, Congenital/diagnosis , Syphilis, Congenital/prevention & control , Syphilis/diagnosis , Syphilis/epidemiology , Syphilis/diagnostic imaging , Sexually Transmitted Diseases/diagnosis , Sexually Transmitted Diseases/prevention & control , Brazil/epidemiology
11.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 54(supl.1): e2020834, 2021. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1250844

ABSTRACT

Abstract This article discusses viral hepatitis, a theme addressed by the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines to Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections and, more precisely, by the Clinical Protocols and Therapeutic Guidelines for Hepatitis B and Hepatitis C and Coinfections, published by the Brazilian Ministry of Health. Besides the broad spectrum of health impairment, hepatitis A, B, and C viruses also present different transmission forms, whether parenteral, sexual, vertical, or fecal-oral. Among the strategies suggested for the control of viral hepatitis, in addition to behavioral measures, are expanded diagnosis, early vaccination against hepatitis A and hepatitis B viruses, and access to available therapeutic resources. Considering vertical transmission of the hepatitis B and hepatitis C viruses, screening for pregnant women with chronic hepatitis B and C is an essential perinatal health strategy, indicating with precision those who can benefit from the prophylactic interventions.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Sexually Transmitted Diseases/diagnosis , Sexually Transmitted Diseases/prevention & control , Hepatitis C/diagnosis , Hepatitis C/prevention & control , Hepatitis B/diagnosis , Hepatitis B/prevention & control , Brazil , Infectious Disease Transmission, Vertical/prevention & control
12.
Clinics ; 75: e1951, 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1133377

ABSTRACT

OBJECTIVES: To assess the quality of life of hospitalized pregnant women with preeclampsia (PE), and compare with a group of healthy pregnant women (HP). METHODS: This was an observational cross-sectional study conducted among 58 pregnant women; 28 of them had preeclampsia and 30 were healthy. The WHOQOL-Bref questionnaire, which was divided into four aspects: physical, psychological, social, and environmental, was applied to each subject. RESULTS: A statistically significant difference was observed regarding maternal age (PE 27.8±6.2 x HG 23.0±6.6, p<0.01) and gestational age (PE 224±28.1 x HG 253.8±43.7, p<0.01) in relation to the clinical and obstetric data. No significant difference was observed among groups in the physical (PE 57.7±18.9 x HG 65.7±16.6, p=0.19), psychological (PE 68.2±12.8 x HG 73.3±13.30, p=0.16), social (PE 72.0±15.8 x HG 71.7±18.7, p=0.78), or environmental (PE 61.1±11.9 x HG 59.3±15.9, p=0.88) aspects of the WHOQOL-Bref. CONCLUSIONS There was no difference in quality of life between the groups studied, a result possibly due to the fact that women with PE were hospitalized and received multiprofessional care.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Pre-Eclampsia , Quality of Life , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Pregnant Women
13.
Clinics ; 74: e946, 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1011912

ABSTRACT

OBJECTIVES: Women with invasive placentation (IP) are at high risk of life-threatening hemorrhage. In the last two decades, less invasive surgical approaches combined with endovascular procedures have proven to be safe. Most case series describe the use of temporary balloon occlusion and embolization, either combined or not. Concerning hemorrhage rates, each separate interventional approach performs better than surgery alone does, yet it is not clear whether the combination of multiple interventional techniques can be beneficial and promote a lower incidence of intrapartum bleeding. We aim to evaluate whether combining temporary balloon occlusion of the internal iliac artery and uterine artery embolization promotes better hemorrhage control than do other individual interventional approaches reported in the scientific literature in the context of cesarean birth followed by hysterectomy in patients with IP. METHODS: This is a retrospective analysis of patients with confirmed IP who underwent temporary balloon occlusion and embolization of the internal iliac arteries followed by puerperal hysterectomy. We compared patient results to data extracted from a recent systematic review and meta-analysis of the current literature that focused on interventional procedures in patients with IP. RESULTS: A total of 35 patients underwent the procedure during the study period in our institution. The mean volume of packed red blood cells and the estimated blood loss were 487.9 mL and 1193 mL, respectively. Four patients experienced complications that were attributed to the endovascular procedure. CONCLUSION: The combination of temporary balloon occlusion and uterine artery embolization does not seem to promote better hemorrhage control than each procedure performed individually does.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Uterine Hemorrhage/prevention & control , Uterus/surgery , Balloon Occlusion/methods , Uterine Artery Embolization/methods , Hysterectomy/adverse effects , Aorta, Abdominal , Placentation , Uterus/blood supply , Cesarean Section , Retrospective Studies , Blood Loss, Surgical/prevention & control , Combined Modality Therapy , Endovascular Procedures , Iliac Artery
14.
Säo Paulo med. j ; 136(2): 129-135, Mar.-Apr. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-904150

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Increasing genetic diversity of HIV-1 and emergence of drug-resistant mutations may reduce the efficacy of antiretroviral therapy and prophylaxis that are used to prevent mother-to-child transmission. The aim of this study was to assess the genetic diversity and prevalence of drug-resistant mutations among HIV-infected pregnant women. DESIGN AND SETTING: Cross-sectional study at an outpatient clinic for infectious diseases within gynecology and obstetrics. METHODS: This study evaluated the dynamics of HIV-1 subtypes and the prevalence of transmitted and acquired drug-resistant mutations among 38 HIV-infected pregnant women (20 previously exposed to antiretroviral therapy and 18 naive), in Ribeirão Preto (SP), Brazil, between 2010 and 2011. Genotyping was performed by means of molecular sequencing of the protease and reverse transcriptase regions of the HIV-1 pol gene. RESULTS: Subtype B was identified in 84.2% of the samples, recombinant forms between B and F in 7.9%, subtype F1 in 5.3% and the recombinant form K/F in 2.6%. No mutation associated with transmitted drug resistance was detected in the samples from the naive pregnant women, whereas mutations associated with acquired drug resistance were found in 35.0% of the pregnant women previously exposed to antiretroviral therapy. CONCLUSION: The results showed that subtype B predominated, while there was low prevalence of sequences with transmitted drug resistance.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Pregnancy Complications, Infectious/virology , Genetic Variation , HIV Infections/virology , HIV-1/genetics , Anti-HIV Agents/therapeutic use , Drug Resistance, Viral/genetics , Mutation/genetics , Phylogeny , Pregnancy Complications, Infectious/drug therapy , Socioeconomic Factors , RNA, Viral/genetics , HIV Infections/drug therapy , Prevalence , Cross-Sectional Studies , HIV-1/drug effects , Genotype
16.
Saude e pesqui. (Impr.) ; 10(1): 43-49, jan.-abr. 2017. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-847301

ABSTRACT

A infecção pelo HIV associa-se à anemia e às alterações no perfil de lipídeos de pessoas que vivem com o vírus. O objetivo deste estudo foi descrever a prevalência de anemia e as alterações nos níveis de lipídeos em gestantes que vivem com HIV/aids. O estudo foi do tipo coorte retrospectiva, realizado com 117 gestantes, em uso de terapia antirretroviral combinada, atendidas em ambulatório de pré-natal no período de 2010 a 2012, utilizando-se de dados secundários. A prevalência de anemia foi de 45,6% e nenhuma gestante apresentou anemia severa. Observou-se aumento progressivo das dosagens de colesterol total (p<0,001), HDL (p=0,05), LDL (p<0,001) e triglicérides (p<0,001), com maior aumento dos níveis de triglicérides ao longo dos três trimestres gestacionais. O monitoramento da presença de anemia e dos níveis de lipídeos ao longo da gestação é essencial para a realização de intervenções precoces, quando necessário, evitando complicações gestacionais e desfechos indesejados.


HIV infection is associated with anemia and with changes in the profile of lipids in HIV-infected people. Current retrospective study described the prevalence of anemia and changes in lipid levels in pregnant women living with HIV/AIDS and was performed with 117 pregnant women who were using antiretroviral therapy in pre-natal clinics, between 2010 and 2012, through secondary data. The prevalence of anemia reached 45.6%, although no one had severe anemia. There was a progressive increase in total cholesterol (p<0.001), HDL (p=0.05), LDL (p<0.001) and triglycerides (p<0.001), with greater increase in triglycerides levels throughout pregnancy. Monitoring anemia and lipid levels during pregnancy is crucial for early interventions since undesirable complications and unwanted results are avoided.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , HIV-1 , Pregnant Women , Anemia , Lipids
17.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 39(5): 235-248, May 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-898859

ABSTRACT

Abstract From the discovery of the Zika virus (ZIKV) in 1947 in Uganda (Africa), until its arrival in South America, it was not known that it would affect human reproductive life so severely. Today, damagetothe central nervous system is known to be multiple, and microcephaly is considered the tip of the iceberg. Microcephaly actually represents the epilogue of this infection's devastating process on the central nervous system of embryos and fetuses. As a result of central nervous system aggression by the ZIKV, this infection brings the possibility of arthrogryposis, dysphagia, deafness and visual impairment. All of these changes of varying severity directly or indirectly compromise the future life of these children, and are already considered a congenital syndrome linked to the ZIKV. Diagnosis is one of the main difficulties in the approach of this infection. Considering the clinical part, it has manifestations common to infections by the dengue virus and the chikungunya fever, varying only in subjective intensities. The most frequent clinical variables are rash, febrile state, non-purulent conjunctivitis and arthralgia, among others. In terms of laboratory resources, there are also limitations to the subsidiary diagnosis. Molecular biology tests are based on polymerase chain reaction (PCR)with reverse transcriptase (RT) action, since the ZIKV is a ribonucleic acid (RNA) virus. The RT-PCR shows serum or plasma positivity for a short period of time, no more than five days after the onset of the signs and symptoms. The ZIKVurine test is positive for a longer period, up to 14 days. There are still no reliable techniques for the serological diagnosis of this infection. If there are no complications (meningoencephalitis or Guillain-Barré syndrome), further examination is unnecessary to assess systemic impairment. However, evidence is needed to rule out other infections that also cause rashes, such as dengue, chikungunya, syphilis, toxoplasmosis, cytomegalovirus, rubella, and herpes. There is no specific antiviral therapy against ZIKV, and the therapeutic approach to infected pregnant women is limited to the use of antipyretics and analgesics. Anti-inflammatory drugs should be avoided until the diagnosis of dengue is discarded. There is no need to modify the schedule of prenatal visits for pregnant women infected by ZIKV, but it is necessary to guarantee three ultrasound examinations during pregnancy for low-risk pregnancies, and monthly for pregnant women with confirmed ZIKV infection. Vaginal delivery and natural breastfeeding are advised.


Resumo Desde a descoberta do vírus Zika (VZIK) em 1947 em Uganda, na África, até sua chegada na América do Sul, não se tinha notícia de que ele seria capaz de comprometer a vida reprodutiva emhumanos de forma tão severa.Hoje, sabe-se que os danos sobre o sistema nervoso central são múltiplos, e a microcefalia é considerada a ponta do iceberg, visto que na realidade ela representa o epílogo de um processo devastador desta infecção sobre o sistema nervoso central do embrião e do feto. Em decorrência da agressão do sistema nervoso central pelo VZIK, esta infecção pode provocar artrogripose, disfagia, surdez e comprometimento visual. Todas estas alterações, de gravidade variável, direta ou indiretamente comprometem a vida futura dessas crianças, já sendo considerada uma síndrome congênita ligada aoVZIK. Uma das principais dificuldades na abordagemdessa infecção é relativa ao diagnóstico. Considerando a parte clínica, observa-se que ela apresenta manifestações comuns às infecções pelos vírus da dengue e da febre chikungunya, variando apenasemsuas intensidades subjetivas. As variáveis clínicas mais frequentes são o exantema, febrícula, conjuntivite não purulenta e artralgia. No tocante aos recursos laboratoriais, também existem limitações ao diagnóstico subsidiário. As provas de biologia molecular se fundamentam na reação em cadeia da polimerase (RCP) com ação da transcriptase reversa (TT), visto que o VZIK é umvírus ácido ribonucleico (ARN). ATRRCP apresenta positividade sérica ou plasmática por um período curto de tempo, não ultrapassando cinco dias após início dos sinais e sintomas. Esta pesquisa do VZIK na urina fica positiva por período mais prolongado, chegando a 14 dias. Ainda não existem técnicas seguras para diagnóstico sorológico dessa infecção. Não havendo complicações (meningoencefalite ou síndrome de Guillain-Barré), dificilmente são necessários mais exames complementares para avaliar o comprometimento sistêmico.No entanto, são necessáriasprovaspara descartar as outras infecções que causam exantema, como dengue, chikungunya, sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus, rubéola e herpes. Sabe-se que não existe terapia antiviral específica contra o VZIK, e a abordagem terapêutica de gestantes portadoras da infecção limita-se ao uso de antitérmicos e analgésicos. Orienta-se evitar anti-inflamatórios até que o diagnóstico de dengue seja descartado. Sobre a condução do pré-natal, não há necessidade de modificar o cronograma de consultas pré-natais para gestantes que foram infectadas pelo VZIK, mas é necessária a garantia de três exames ecográficos durante a gravidez para gestantes de baixo risco, emensais para a gestante cominfecção confirmada pelo VZIK. Avia de parto é vaginal, e está liberado o aleitamento natural.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Pregnancy Complications, Infectious/diagnosis , Pregnancy Complications, Infectious/therapy , Zika Virus Infection/diagnosis , Zika Virus Infection/therapy , Zika Virus Infection/transmission , Microcephaly/virology , Prenatal Care , Microcephaly/diagnosis , Microcephaly/embryology , Microcephaly/therapy
18.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 39(3): 142-146, Mar. 2017. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-843923

ABSTRACT

Abstract A case was reported of a fetus with the anomaly of limb body wall complex associated with placenta accreta. To date, only one account of this condition has been published in the world literature. Due to the low frequency of both complications, the hypothesis has been raised that this association may have happened not by mere coincidence, but rather by a possible common etiopathogenic mechanism. For the first time, a study proposes the existence of a possible etiopathogenic connection between the anomaly of limb body wall complex and hypoxic disorders caused by inadequate placentation in previous uterine scarring.


Resumo Foi relatado um caso de feto com anomalia de limb body wall complex associada a uma placenta acreta. Até o presente, apenas uma descrição com essa condição foi publicada na literatura mundial. Devido à baixa frequência das duas complicações, foi levantada a hipótese de que essa associação possa ter ocorrido não por umamera coincidência,mas por um possível mecanismo etiopatogênico comum. Pela primeira vez, um estudo propõe a existência de uma possível possível ligação etiopatogênica entre a anomalia de limb body wall complex e os transtornos hipóxicos causados pela placentação inadequada em cicatriz uterina prévia.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Abnormalities, Multiple , Placenta Accreta , Abnormalities, Multiple/etiology , Placenta Accreta/etiology
19.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 38(9): 471-476, Sept. 2016. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-843900

ABSTRACT

Abstract The Buschke-Loewenstein tumor is characterized by excessive growth of verrucous lesions on the genitals and/or perianal region. It is considered benign despite the high rate of recurrence and the possibility of malignant transformation. It is commonly associated with subtypes 6 and 11 of the human papillomavirus (HPV), and host 's immunity plays an important role in the development of the disease. Surgical excision is the recommended treatment in most cases. We present the case of a 16 years old female patient with extensive vulvar lesions successfully treated surgically.


Resumo O tumor de Buschke-Loewenstein se caracteriza pelo crescimento excessivo de lesões verrucosas na região genital e/ou perianal. É considerado benigno apesar da elevada taxa de recorrência e da possibilidade de transformação maligna. Está comumente associado aos sorotipos 6 e 11 do papiloma vírus humano (HPV) e a imunidade do hospedeiro tem importante papel no desenvolvimento da doença. A excisão cirúrgica é o tratamento recomendado na maioria dos casos. Apresentamos o caso de uma paciente do sexo feminino, de 16 anos, com lesão vulvar de grande extensão tratada cirurgicamente com sucesso.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Buschke-Lowenstein Tumor/pathology , Vulvar Neoplasms/pathology , Buschke-Lowenstein Tumor/surgery , Vulvar Neoplasms/surgery
20.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 38(7): 348-355, July 2016. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-794828

ABSTRACT

Abstract Objectives To identify the epidemiological risk factors for congenital anomalies (CAs) and the impact of these fetal malformations on the perinatal outcomes. Methods This prospective cohort study comprised 275 women whose fetuses had CAs. Maternal variables to establish potential risk factors for each group of CA and perinatal outcomes were evaluated. The primary outcome was CA. Secondary outcomes included: fetal growth restriction (FGR); fetal distress (FD); premature rupture of membranes (PROM); oligohydramnios or polyhydramnios; preterm delivery (PTD); stillbirth; cesarean section; low birth weight; Apgar score < 7 at the 1st and 5th minutes; need for assisted ventilation at birth; neonatal infection; need for surgical treatment; early neonatal death; and hospitalization time. Chi-square (x2) test and multilevel regression analysis were applied to compare the groups and determine the effects of maternal characteristics on the incidence of CAs. Results The general prevalence of CAs was of 2.4%. Several maternal characteristics were associated to CAs, such as: age; skin color; level of education; parity; folic acid supplementation; tobacco use; and history of previous miscarriage. There were no significant differences among the CA groups in relation to FGR, FD, PROM, 1-minute Apgar score > 7, and need for assisted ventilation at birth. On the other hand, the prevalence of the other considered outcomes varied significantly among groups. Preterm delivery was significantly more frequent in gastrointestinal tract/abdominal wall defects. The stillbirth rate was increased in all CAs, mainly in isolated fetal hydrops (odds ratio [OR]: 27.13; 95% confidence interval [95%CI]: 2.90-253.47). Hospitalization time was higher for the urinary tract and congenital heart disease groups (p < 0.01). Neonatal death was significantly less frequent in the central nervous system anomalies group. Conclusion It was possible to identify several risk factors for CAs. Adverse perinatal outcomes were presented in all CA groups, and may differ according to the type of CA considered.


Resumo Objetivos Identificar os fatores epidemiológicos de risco para anomalias congênitas (ACs) e o impacto destas malformações fetais sobre os resultados perinatais. Métodos Este estudo de coorte prospectivo compreendeu 275 mulheres cujos fetos tinham ACs. Variáveis maternas para estabelecer potenciais fatores de risco para cada grupo de AC e resultados perinatais foram avaliados. O desfecho primário foi CAs. Os desfechos secundários incluíram: restrição de crescimento fetal (RCF); sofrimento fetal (SF); ruptura prematura de membranas (RPM); oligo-hidrâmnio ou polidrâmnio; parto pré-termo (PPT); morte fetal; parto cesárea; baixo peso ao nascer; índice de Apgar < 7 no 1° e 5° minutos; necessidade de ventilação assistida no momento do nascimento; infecção neonatal; necessidade de tratamento cirúrgico; óbito neonatal precoce; e tempo de internação. Teste de Qui-quadrado (x2) e análise de regressãomúltipla foram aplicados para comparar os resultados entre os grupos e determinar os efeitos das características maternas sobre a incidência de ACs. Resultados A prevalência geral de ACs foi de 2.4%. Várias características maternas foram associadas às ACs, tais como: idade; cor da pele; escolaridade; paridade; suplementação com ácido fólico; tabagismo; e histórico de aborto anterior. Não houve diferenças significativas entre os grupos de ACs com relação à RCF, SF, RPM, índice de Apgar < 7 no 1°minuto e necessidade de ventilação assistida no nascimento. Por outro lado, a prevalência dos demais resultados adversos considerados variou significativamente entre os grupos. O parto pré-termo foi significativamente mais frequente nos casos de defeitos do trato gastrointestinal/parede abdominal. As taxas de óbito fetal foram elevadas em todos os grupos de ACs, principalmente na hidropsia fetal isolada (odds ratio [OR]: 27.13; intervalo de confiança de 95% [IC95%]: 2.90-253.47). O tempo de internação foi maior nos casos de anomalias do trato urinário e nas cardiopatias congênitas (p < 0,01). O óbito neonatal foi significativamente menos frequente no grupo de anomalias do sistema nervoso central. Conclusão Foi possível identificar vários fatores de risco para ACs. Resultados perinatais adversos foram observados em todos os grupos de ACs, e podem diferir de acordo com o tipo de AC considerada.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Young Adult , Fetus/abnormalities , Congenital Abnormalities/epidemiology , Epidemiologic Studies , Pregnancy Outcome , Prospective Studies , Risk Factors
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