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2.
Arq. bras. cardiol ; 120(7): e20220543, 2023. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1447326

ABSTRACT

Resumo Fundamento A síncope, na população pediátrica, tem como sua principal causa, a vasovagal (SVV). Sua avaliação deve ser feita por métodos clínicos e o teste de inclinação (TI) pode contribuir para seu diagnóstico. Objetivos Analisar o perfil clínico, os escores de Calgary e de Calgary modificado, a resposta ao TI e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) de pacientes ≤ 18 anos de idade, com presumida SVV. Comparar as variáveis entre pacientes com resposta positiva e negativa ao TI. Método Estudo observacional e prospectivo, com 73 pacientes com idades entre 6 e 18 anos, submetidos à avaliação clínica e ao cálculo dos escores, sem o conhecimento do TI. Este foi feito a 70º sob monitoramento para análise da VFC. Valor-p < 0,05 foi considerado como o critério de significância estatística. Resultados A mediana de idade foi de 14,0 anos, sendo que 52% eram no sexo feminino, 72 apresentaram Calgary ≥ -2 (média 1,80) e 69 com Calgary modificado ≥ -3 (média 1,38). Ocorreram pródromos em 59 pacientes, recorrência em 50 e trauma em 19. A resposta ao TI foi positiva em 54 (49 vasovagal, com 39 vasodepressora), com aumento do componente de baixa frequência (BF) e diminuição da alta frequência (AF) (p < 0,0001). Na posição supina, o BF foi de 33,6 no sexo feminino e 47,4 em unidades normalizadas no sexo masculino (p = 0,02). Aplicando-se a curva de operação característica para TI positivo, não houve significância estatística para VFC e os escores. Conclusões A maioria das crianças e adolescentes com diagnóstico presumido de SVV apresentaram um cenário clínico típico, com escore de Calgary ≥ -2, e resposta vasodepressora predominante ao TI. Verificou-se uma maior ativação simpática na posição supina no sexo masculino. Os escores de Calgary e a ativação simpática não permitiram predizer a resposta ao TI.


Abstract Background In the pediatric population, syncope is mainly from vasovagal (VVS) origin. Its evaluation must be done by clinical methods, and the tilt test (TT) can contribute to the diagnosis. Objectives To analyze the clinical profile, Calgary and modified Calgary scores, response to TT and heart rate variability (HRV) of patients aged ≤ 18 years with presumed VVS. To compare the variables between patients with positive and negative responses to TT. Method Observational and prospective study, with 73 patients aged between 6 and 18 years, submitted to clinical evaluation and calculation of scores without previous knowledge of the TT. It was done at 70º under monitoring for HRV analysis. P-value < 0.05 was the statistical significance criterion. Results Median age was 14.0 years; 52% of participants were female, 72 had Calgary ≥ -2 (mean 1.80), and 69 had modified Calgary ≥ -3 (mean 1.38). Prodromes were observed in 59 patients, recurrence in 50 and trauma in 19. The response to TT was positive in 54 participants (49 vasovagal, with 39 vasodepressor responses), with an increase in the low frequency (LF) component and a decrease in the high frequency (HF) component (p < 0,0001). In the supine position, LF was 33.6 in females and 47.4 in normalized units for males (p = 0.02). When applying the operating characteristic curve for positive TT, there was no statistical significance for HRV and scores. Conclusion Most children and adolescents with a presumed diagnosis of VVS presented a typical clinical scenario, with a Calgary score ≥ -2, and a predominant vasodepressor response to TT. Greater sympathetic activation was observed in the supine position in males. Calgary scores and sympathetic activation did not predict the response to TT.

3.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 35(5): 657-664, Sept.-Oct. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1405188

ABSTRACT

Abstract Background: Left isomerism (LI) is a common finding in patients with biliary atresia (BA), and it can be identified by echocardiography. Several comorbidities may be present in patients with LI, including heart disease. Objective: To investigate the prevalence of LI and heart disease in children (< 18 years of age) with BA followed-up at Hospital das Clínicas, UFMG. Methods: This is a cross-sectional study involving patients diagnosed with BA between February 2016 and April 2020 who underwent transthoracic echocardiography and, in case of situs abnormalities, also electrocardiography. Results: Our study recruited 58 patients (mean age: 3.08 years; female/male ratio: 1.5:1). The general prevalence of situs abnormalities was 8.6% (5/58) and the most common one was LI (4/5 or 80%). One patient had situs inversus. Among patients with situs abnormalities, the general prevalence of heart disease was 80% (4/5), apart from anomalies of the inferior vena cava), with pulmonary valve stenosis (PVS) as the only change seen (75% of mild forms and 25% of moderate forms). Among patients with situs abnormalities, the prevalence of rhythm changes was 80% (4/5), and low atrial rhythm was the most common finding (3/4 or 75%). Conclusion: The prevalence of situs abnormalities in our sample was similar to that described in the literature. We observed an exclusive prevalence of PVS and a high prevalence of rhythm changes among patients with LI. Although the diagnosis of isomerism does not initially add much cardiovascular risk to the sample, possible late deterioration should be considered.

5.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 31(1): f:12-l:21, jan.-mar. 2018. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-883659

ABSTRACT

Fundamento: A insuficiência cardíaca é principal manifestação da cardiomiopatia dilatada na infância, e a avaliação sistematizada dos sinais e sintomas permite acompanhar o resultado do tratamento. Objetivo: Avaliar o uso de três escalas de classificação funcional da insuficiência cardíaca na evolução de crianças e adolescentes com cardiomiopatia dilatada. Métodos: Estudo longitudinal e observacional incluindo pacientes de zero a 18 anos com cardiomiopatia dilatada e insuficiência cardíaca inicial grave. Todos foram acompanhados por meio das escalas New York Heart Association (NYHA), The New York University Pediatric Heart Failure Index (The NYU PHFI) e Ross versão 2012. As análises estatísticas foram feitas com uso do Statistical Package for Social Science , versão 14.0, com teste de Mann-Whitney, teste qui quadrado ou de Fisher, aplicação da Curva Característica de Operação, teste de Wilcoxon e coeficiente de Kappa, para comparação das escalas, e curva Kaplan-Meier, para avaliação da sobrevida. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Foram incluídos 57 pacientes, com idade de 1 a 200 meses (média de 48,7 ± 55,9) e seguimento de 6 a 209 meses (média de 63,6 ± 48,4). Houve substancial concordância das escalas Ross 2012 e The NYU PHFI com a NYHA (Kappa = 0,71 e 0,82, respectivamente). A análise pareada pelo teste de Wilcoxon, comparando as escalas antes e após o tratamento, foi significativa (p < 0,0001). A sobrevida maior foi encontrada nos pacientes com classes I/II pela NYHA ou pontuação menor que 11 pontos nas outras. Conclusão: O uso das escalas de avaliação funcional da insuficiência cardíaca se mostrou útil no seguimento e na avaliação da resposta terapêutica. Pacientes que permaneceram em classes funcionais III ou IV de NYHA, ou com pontuação igual ou maior que 11 na Ross 2012 ou na The NYU PHFI tiveram pior prognóstico


DOI: 10.5935/2359-4802.20170085 12 International Journal of Cardiovascular Sciences. 2018;31(1)12-21 ARTIGO ORIGINAL Correspondência: Fátima Derlene da Rocha Araújo Rua Indiana, 789, Ap 301. CEP: 30460350, Jardim América, Belo Horizonte, MG ­ Brasil. E-mail: fatima.derlene@hotmail.com, cleverpsi@hotmail.com Prognóstico da Cardiomiopatia Dilatada com Insuficiência Cardíaca Grave de Acordo com Escalas de Classificação Funcional na Infância Prognosis of Dilated Cardiomyopathy with Severe Heart Failure according to Functional Classification Scales in Childhood Fátima Derlene da Rocha Araújo, Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva, Henrique de Assis Fonseca Tonelli, Adriana Furletti M Guimarães, Sandra Regina Tolentino Castilho, Zilda Maria Alves Meira Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG ­ Brasil Artigo recebido em 14/02/2017; revisado em 17/04/2017; aceito em 05/06/2017 Resumo Fundamento: A insuficiência cardíaca é principal manifestação da cardiomiopatia dilatada na infância, e a avaliação sistematizada dos sinais e sintomas permite acompanhar o resultado do tratamento. Objetivo: Avaliar o uso de três escalas de classificação funcional da insuficiência cardíaca na evolução de crianças e adolescentes com cardiomiopatia dilatada. Métodos: Estudo longitudinal e observacional incluindo pacientes de zero a 18 anos com cardiomiopatia dilatada e insuficiência cardíaca inicial grave. Todos foram acompanhados por meio das escalas New York Heart Association (NYHA), The New York University Pediatric Heart Failure Index (The NYU PHFI) e Ross versão 2012. As análises estatísticas foram feitas com uso do Statistical Package for Social Science , versão 14.0, com teste de Mann-Whitney, teste qui quadrado ou de Fisher, aplicação da Curva Característica de Operação, teste de Wilcoxon e coeficiente de Kappa, para comparação das escalas, e curva Kaplan-Meier, para avaliação da sobrevida. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Foram incluídos 57 pacientes, com idade de 1 a 200 meses (média de 48,7 ± 55,9) e seguimento de 6 a 209 meses (média de 63,6 ± 48,4). Houve substancial concordância das escalas Ross 2012 e The NYU PHFI com a NYHA (Kappa = 0,71 e 0,82, respectivamente). A análise pareada pelo teste de Wilcoxon, comparando as escalas antes e após o tratamento, foi significativa (p < 0,0001). A sobrevida maior foi encontrada nos pacientes com classes I/II pela NYHA ou pontuação menor que 11 pontos nas outras. Conclusão: O uso das escalas de avaliação funcional da insuficiência cardíaca se mostrou útil no seguimento e na avaliação da resposta terapêutica. Pacientes que permaneceram em classes funcionais III ou IV de NYHA, ou com pontuação igual ou maior que 11 na Ross 2012 ou na The NYU PHFI tiveram pior prognóstico. (Int J Cardiovasc Sci. 2018;31(1)12-21) Palavras-chave: Cardiomiopatia Dilatada, Prognóstico, Insuficiência Cardíaca, Escalas, Criança, Adolescentes. Abstract Background: Heart failure is the main manifestation of dilated cardiomyopathy in childhood, and the systematic evaluation of signs and symptoms allows monitoring the treatment outcome. Objective: To evaluate the use of three functional classification scales of heart failure in children and adolescents with dilated cardiomyopathy. Methods: Longitudinal and observational study including patients from zero to 18 years with dilated cardiomyopathy and severe initial heart failure. All of them were followed up using the New York Heart Association (NYHA), The New York University Pediatric Heart Failure Index (The NYU PHFI) and Ross version 2012 scales. Statistical analyzes were done using Statistical Package for Social Science, version 14.0, with Mann-Whitney test, Chi-Square test or Fisher's test, application of the Operating Characteristic Curve, Wilcoxon test and Kappa coefficient for comparison of scales and Kaplan-Meier curve for survival evaluation. The level of significance adopted was 5%. Results: A total of 57 patients, aged from 1 to 200 months (mean of 48.7 ± 55.9) and follow-up of 6 to 209 months (mean of 63.6 ± 48.4) were included. There was substantial agreement between the Ross 2012 scales, The NYU PHFI and NYHA (Kappa = 0.71 and 0.82, respectively). Paired analysis by the Wilcoxon test, comparing the scales before and after treatment, was significant (p < 0.0001). The greatest survival was found in patients with class I/II by NYHA or scores lower than 11 points in the others. Conclusion: The use of functional assessment scales of heart failure proved to be useful in the follow-up and evaluation of the therapeutic response and there was no difference between them. Patients who remained in functional classification III or IV NYHA or scores ≥ 11 in Ross 2012 or The NYU PHFI had worse prognosis


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adolescent , Behavior Rating Scale/standards , Cardiomyopathy, Dilated/complications , Cardiomyopathy, Dilated/etiology , Child , Heart Failure/complications , Prognosis , Anthracyclines , Cardiac Catheterization/methods , Diagnosis , Echocardiography/methods , Heart Ventricles , Myocarditis/etiology , Observational Studies as Topic/methods , ROC Curve , Data Interpretation, Statistical , Treatment Outcome
6.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 30(5): f:391-l:400, set.-out. 2017. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-849534

ABSTRACT

Fundamento: As cardites reumáticas leve e subclínica se diferenciam basicamente pela ausculta de sopro regurgitativo mitral. A evolução destas formas não está bem estabelecida na literatura. Objetivo: Avaliar a evolução das cardites reumáticas leve e subclínica, considerando as valvites mitral e/ou aórtica (fase aguda) e a regressão, manutenção ou piora delas ao final do seguimento (fase crônica). Métodos: Estudo retrospectivo, longitudinal, incluindo pacientes com cardites reumáticas leve e subclínica. A evolução ecocardiográfica das valvites mitral e/ou aórtica foi comparada nos dois grupos, considerando a análise ao final do seguimento. Foram utilizados o teste qui quadrado e as curvas de sobrevida de Kaplan-Meier, com nível de significância p < 0,05. Resultados: Foram incluídos 125 pacientes, sendo 69 (55,2%) com cardite reumática subclínica e 56 (44,8%) com cardite reumática leve, com média de idade na fase aguda de 10,4 ± 2,6 anos e, ao final do estudo, de 19,9 ± 4,6 anos. O tempo de seguimento variou de 2 a 23 anos (média: 9,38 ± 4,3 anos). Na fase aguda, a regurgitação mitral leve/ moderada ou moderada foi mais frequente nos pacientes com cardite reumática leve (p = 0,001). A regurgitação aórtica leve ou leve/moderada também foi mais comum no grupo de cardite reumática leve (p = 0,045). Na fase crônica, observou-se que tanto a regurgitação mitral (p < 0,0001) quanto a regurgitação aórtica (p = 0,009) foram mais frequentes nos pacientes com cardite reumática leve, e a sobrevida livre de valvopatia residual foi maior no grupo de cardite reumática subclínica (p = 0,010). A regurgitação mitral residual foi maior no grupo de cardite reumática leve p < 0,0001), e a regurgitação aórtica residual foi semelhante nos dois grupos (p = 0,099). Conclusão: A resolução da regurgitação mitral foi maior nos pacientes com cardite reumática subclínica, e a involução da regurgitação aórtica foi menos frequente e semelhante nos dois grupos


Background: Mild rheumatic carditis (MRC) and subclinical rheumatic carditis (SRC) are basically differentiated through auscultation of mitral regurgitation murmur. The evolution of these forms is not well established in the literature. Objective: To evaluate the evolution of mild and subclinical rheumatic carditis, considering mitral and aortic regurgitation (acute phase) and regression, maintenance or worsening of these diseases at the end of follow-up (chronic phase). Methods: Retrospective, longitudinal study, including patients with mild and subclinical rheumatic carditis. The echocardiographic evolution of mitral and aortic regurgitation was compared in both groups, considering the analysis at the end of follow-up. The Chi-square test and Kaplan-Meier survival curves were used, with significance level established at p < 0.05. Results: A total of 125 patients were included, 69 (55.2%) with subclinical rheumatic carditis and 56 (44.8%) with mild rheumatic carditis, with a mean age in the acute phase of 10.4 ± 2.6 years and, at the end of study, 19.9 ± 4.6 years. The time of follow-up ranged from 2 to 23 years (mean: 9.38 ± 4.3 years). In the acute phase, mild/moderate or moderate mitral regurgitation was more frequent in patients with mild rheumatic carditis (p = 0.001). Mild or mild/moderate aortic regurgitation was also more common in the mild rheumatic carditis group (p = 0.045). In the chronic phase, we observed that both mitral (p < 0.0001) and aortic regurgitation (p = 0.009) were more frequent in patients with mild rheumatic carditis, and survival free of rheumatic heart disease was higher in the subclinical rheumatic carditis group (p = 0.010). Residual mitral regurgitation was higher in the mild rheumatic carditis group p < 0.0001), and residual aortic regurgitation was similar in both groups (p = 0.099). Conclusion: Mitral regurgitation resolution was higher in patients with subclinical rheumatic carditis, and the involution of aortic regurgitation was less frequent and similar in both groups


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adult , Adolescent , Aortic Valve/abnormalities , Child , Echocardiography, Doppler/methods , Mitral Valve/abnormalities , Rheumatic Heart Disease/complications , Rheumatic Heart Disease/epidemiology , Acute Disease , Aortic Valve Insufficiency/diagnosis , Brazil/epidemiology , Chronic Disease , Heart/physiopathology , Kaplan-Meier Estimate , Mitral Valve Insufficiency/diagnosis , Observational Study , Prevalence , Data Interpretation, Statistical
7.
Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 83(3): 292-298, May-June 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-889264

ABSTRACT

Abstract Introduction: Adenotonsillar hyperplasia (ATH) and allergic rhinitis (AR) are the most common causes of upper airway obstruction in children. Such diseases, by affecting the upper airways, can cause chronic alveolar hypoventilation, pulmonary vasoconstriction and pulmonary hypertension, which in some cases, are irreversible. Objective: This cross-sectional study aimed to evaluate the prevalence of pulmonary hypertension in two groups of mouth-breathing (MB) 2-12 years old children with ATH and isolated allergic rhinitis, through Doppler echocardiography. Methods: 54 patients with ATH and indications for adenoidectomy and/or tonsillectomy and 24 patients with persistent allergic rhinitis were selected and submitted to Doppler echocardiography. The Systolic Pulmonary Artery Pressure (SPAP) was determined by tricuspid regurgitation and the Mean Pulmonary Artery Pressure (MPAP) was calculated from the SPAP. Similar measurements were carried out in 25 nasal breathing (NB) individuals. Results: The mean MPAP and SPAP were higher in the MB than in the NB group (17.62 ± 2.06 [ATH] and 17.45 ± 1.25 [AR] vs. 15.20 ± 2.36 [NB] mmHg, p < 0.005, and 25.61 ± 3.38 [ATH] and 25.33 ± 2.06 [AR] vs. 21.64 ± 3.87 [NB] mmHg, p < 0.005, respectively) and the mean acceleration time of pulmonary flow trace (Act) was higher in the NB than in the MB group (127.24 ± 12.81 [RN] vs. 114.06 ± 10.63 ms [ATH] and 117.96 ± 10.28 [AR] MS [AR]; p < 0.0001). Conclusion: None of the MB children (ATH and AR) met the PH criteria, although individuals with both ATH and isolated AR showed significant evidence of increased pulmonary artery pressure by Doppler echocardiography in relation to NB individuals. No differences were observed between the ATH and AR groups.


Resumo Introdução: A hiperplasia adenotonsilar (HAT) e a rinite alérgica (RA) consistem nas causas mais comuns de obstrução de vias aéreas superiores em crianças. Tais afecções, ao comprometer a via aérea superior, podem ocasionar hipoventilação alveolar crônica, vasoconstrição pulmonar e hipertensão pulmonar, em alguns casos irreversível. Objetivo: Este estudo transversal objetivou avaliar a prevalência de hipertensão arterial pulmonar em dois grupos de crianças respiradoras orais (RO): com HAT e rinite alérgica isolada, de 2 a 12 anos, por meio de exame ecodopplercardiográfico. Método: Foram selecionados e submetidos à ecodopplercardiografia 54 pacientes com HAT com indicação de adenoidectomia e/ou tonsilectomia e 24 pacientes com rinite alérgica persistente. A pressão sistólica da artéria pulmonar (PSAP) foi determinada pela regurgitação tricúspide e a pressão média da artéria pulmonar (PMAP) foi calculada a partir da PSAP. Determinações similares foram feitas em 25 respiradores nasais (RN). Resultados: As médias da PMAP e da PSAP foram maiores nos grupos de RO do que nos RN (17,62 ± 2,06 [HAT] e 17,45 ± 1,25 [RA] vs. 15,20 ± 2,36 [RN] mmHg; p < 0,005; e 25,61 ± 3,38 [HAT] e 25,33 ± 2,06 [RA] vs. 21,64 ± 3,87 [RN] mmHg; p < 0,005; respectivamente) e a média do tempo de aceleração do traçado do fluxo pulmonar (TAc) foi maior nos RN que nos grupos de RO (127,24 ± 12,81 [RN] vs. 114,06 ± 10,63 ms [HAT] e 117,96 ± 10,28 [RA] MS [RA]; p < 0,0001). Conclusão: Nenhuma criança respiradora oral (HAT e RA) preencheu os critérios de HP, embora tanto os portadores de HAT quanto de RA isolada apresentaram evidências significativas de aumento da pressão arterial pulmonar pela ecodopplercardiografia em relação aos respiradores nasais. Não se observou diferença entre os grupos HAT e RA.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Adolescent , Adenoids/pathology , Rhinitis, Allergic/complications , Hypertension, Pulmonary/etiology , Mouth Breathing/complications , Pulmonary Artery/diagnostic imaging , Syndrome , Echocardiography, Doppler , Cross-Sectional Studies , Hyperplasia/complications , Hypertension, Pulmonary/diagnostic imaging
8.
ABC., imagem cardiovasc ; 29(2): 47-57, abr.-jun. 2016. ilus, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-786646

ABSTRACT

O trabalho consistiu em uma revisão bibliográfica sobre as alterações cardiovasculares em neonatos prematuros. Tais alterações têm elevada prevalência nas unidades de terapiaintensiva neonatal, bem como há necessidade frequente de tratamento específico e implicações prognósticas. A revisão foi realizada de forma não sistematizada, a partir das seguintesfontes de pesquisas: PubMed, BVS e Medline. Foram definidas as causas de tais alterações hemodinâmicas,os métodos frequentemente utilizados para sua detecção e propostas alternativas mais objetivas e eficientes nesta avaliação, enfatizando-se diferentes parâmetros ecocardiográficos bem como as limitações de cada método.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant, Newborn , Ductus Arteriosus/surgery , Echocardiography/methods , Infant, Premature , Infant, Very Low Birth Weight , Aorta , Aorta, Thoracic , Hypotension/complications , Hypotension/diagnosis , Prevalence , Drug Therapy, Combination/methods , Stroke Volume
9.
Arq. bras. cardiol ; 103(2): 89-97, 08/2014. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-720815

ABSTRACT

Background: Previous studies indicate that compared with physical examination, Doppler echocardiography identifies a larger number of cases of rheumatic heart disease in apparently healthy individuals. Objectives: To determine the prevalence of rheumatic heart disease among students in a public school of Belo Horizonte by clinical evaluation and Doppler echocardiography. Methods: This was a cross-sectional study conducted with 267 randomly selected school students aged between 6 and 16 years. students underwent anamnesis and physical examination with the purpose of establishing criteria for the diagnosis of rheumatic fever. They were all subjected to Doppler echocardiography using a portable machine. Those who exhibited nonphysiological mitral regurgitation (MR) and/or aortic regurgitation (AR) were referred to the Doppler echocardiography laboratory of the Hospital das Clínicas of the Universidade Federal of Minas Gerais (HC-UFMG) to undergo a second Doppler echocardiography examination. According to the findings, the cases of rheumatic heart disease were classified as definitive, probable, or possible. Results: Of the 267 students, 1 (0.37%) had a clinical history compatible with the diagnosis of acute rheumatic fever (ARF) and portable Doppler echocardiography indicated nonphysiological MR and/or AR in 25 (9.4%). Of these, 16 (6%) underwent Doppler echocardiography at HC-UFMG. The results showed definitive rheumatic heart disease in 1 student, probable rheumatic heart disease in 3 students, and possible rheumatic heart disease in 1 student. Conclusion: In the population under study, the prevalence of cases compatible with rheumatic involvement was 5 times higher on Doppler echocardiography (18.7/1000; 95% CI 6.9/1000-41.0/1000) than on clinical evaluation (3.7/1000-95% CI). .


Fundamento: Estudos indicam que o Doppler ecocardiograma possibilita a identificação de um maior número de casos de valvopatia reumática, quando comparado ao exame clínico, em indivíduos aparentemente saudáveis. Objetivos: Determinar a prevalência de valvopatia sugestiva de envolvimento reumático segundo as avaliações clínicas e Doppler ecardiográficas em alunos de escola pública de Belo Horizonte. Métodos: Estudo transversal realizado com 267 escolares entre 6 e 16 anos, selecionados de forma aleatória. Os alunos foram submetidos à anamnese e exame físico com o objetivo de estabelecer critérios prévios para o diagnóstico de febre reumática. Todos realizaram o estudo Doppler ecocardiográfico com o emprego de um aparelho portátil. Aqueles que apresentaram regurgitação valvar mitral (RM) e ou aórtica (RAo) sugestiva de não fisiológica foram encaminhados ao laboratório de Doppler ecocardiografia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG) para a realização de novo estudo. Conforme os achados, os casos de valvopatia reumática foram classificados em definitiva, provável e possível. Resultados: Dos 267 escolares, um (0,37%) apresentou história compatível com o diagnóstico de febre reumática aguda (FRA), 25 (9,4%) apresentaram RM e/ou RAo consideradas não fisiológicas ao Doppler ecocardiograma portátil. Destes, 16 (6%) realizaram Doppler ecocardiograma no HC-UFMG, sendo evidenciadas: valvopatia reumática definitiva em um escolar; valvopatia reumática provável em três; valvopatia reumática possível em um escolar. Conclusão: Na população estudada a prevalência de casos compatíveis com envolvimento reumático foi cinco vezes maior ...


Subject(s)
Adolescent , Child , Female , Humans , Male , Rheumatic Heart Disease/epidemiology , Aortic Valve Insufficiency/epidemiology , Aortic Valve Insufficiency , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Mitral Valve Insufficiency/epidemiology , Mitral Valve Insufficiency , Prevalence , Public Sector , Rheumatic Heart Disease , Schools , Ultrasonography, Doppler
10.
Arq. bras. cardiol ; 95(4): e101-e104, out. 2010. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-568960

ABSTRACT

Neste artigo os autores descrevem um caso de arterite de Takayasu em uma criança de apenas 3 anos de idade, ressaltando-se a raridade dessa doença nessa faixa etária. A criança foi atendida em serviço de urgência em estado pós-comicial de convulsão tônico-clônica generalizada. Após exame clínico detalhado, vasta propedêutica e evolução do quadro clínico, fez-se o diagnóstico de doença de Takayasu com grave envolvimento cardíaco e arterial. O relato desse caso alerta pediatras e cardiologistas para o reconhecimento dessa entidade em crianças de baixa idade, nos países em que ela é pouco diagnosticada.


The authors describe a case of Takayasu's arteritis in a child of only 3 years of age, emphasizing the rarity of this disease in this age group. The child was admitted to the emergency room in a post-convulsive state after a tonic-clonic seizure. After a detailed clinical examination, extensive diagnostic tests, and observation of the clinical evolution, the diagnosis was Takayasu's disease with severe cardiac and arterial involvement. The report warns pediatricians and cardiologists to awareness of the possibility of this disease in very small infants, in countries where it is underdiagnosed.


En este artículo los autores describen un caso de arteritis de Takayasu en una criatura de apenas 3 años de edad, destacándose la rareza de esa enfermedad en esa franja etárea. La criatura fue atendida en servicio de urgencia en estado post comicial de convulsión tónico-clónica generalizada. Después de examen clínico detallado, vasta propedéutica y evolución del cuadro clínico, se hizo el diagnóstico de enfermedad de Takayasu con grave compromiso cardíaco y arterial. El relato de este caso alerta pediatras y cardiólogos sobre el reconocimiento de esa entidad en criaturas de baja edad, en los países en que ésta es poco diagnosticada.


Subject(s)
Child, Preschool , Humans , Male , Takayasu Arteritis/diagnosis , Aorta, Thoracic , Brachiocephalic Trunk , Iliac Artery , Seizures/complications , Takayasu Arteritis/complications
11.
Rev. méd. Minas Gerais ; 18(4): 236-242, out.-dez. 2008. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-514710

ABSTRACT

Objetivos: avaliar a frequência de surtos de recidiva da febre reumática em Serviço de atendimento especifico e sua influência no desenvolvimento de valvopatia em crianças e adolescentes portadores de febre reumática. Métodos: trata-se de estudo observacional longitudinal que englobou 258 crianças e adolescentes com diagnóstico de febre reumática, baseado nos critérios de Jones, acompanhados no Serviço entre dois e 15 anos, resultando em 1.383 pacientes-ano. A ocorrência de recidivas foi pesquisada a partir de análise de prontuários e de retornos dos pacientes ao Serviço; e os exames clínico e dopplerecocardiográfico avaliaram o grau de acometimento cardíaco. Os testes do qui-quadrado e de Fisher, alfa<0,05, foram usados para comparar a ocorrência de surtos de recidiva e o desenvolvimento de valvopatia. Resultados: dos 258 pacientes, 54 (20,9 por cento) apresentaram 74 novos episódios agudos. Cerca de metade dos surtos(47,3 por cento ) aconteceu nos primeiros dois anos de doença. Considerando-se exclusivamente o período de seguimento dos 258 pacientes após a admissão no Serviço, foram totalizados 1.383 pacientes-ano. Desses, 22 apresentaram 31 surtos de recidivas, resultando em 0,022 surto por paciente-ano. A frequência de cardite foi maior entre os pacientes nos surtos de recidiva do que no primeiro (p=0,0001). Houve correlação estatisticamente significativa entre a ocorrência de recidivas e o desenvolvimento de valvopatia (p<0,0001). Conclusão: o desenvolvimento de valvopatias mitral e/ou aórtica graves teve associação com a ocorrência de recidivas. A redução da morbimortalidade da febre reumática depende das estratégias de profilaxia secundária empregadas, com o controle das recidivas.


Subject(s)
Humans , Child, Preschool , Child , Adolescent , Heart Valve Diseases , Rheumatic Fever/epidemiology , Echocardiography, Doppler , Rheumatic Fever/complications , Recurrence
12.
Arq. bras. cardiol ; 86(1): 32-38, jan. 2006. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-420640

ABSTRACT

OBJETIVO: Comparar os exames clínico e ecocardiográfico Doppler na avaliação das lesões valvares em crianças e adolescentes com febre reumática, bem como investigar a evolução da doença segundo essas avaliações. MÉTODOS: Trata-se de estudo observacional longitudinal que englobou 258 crianças e adolescentes com diagnóstico de febre reumática, baseado nos critérios de Jones. Os pacientes foram acompanhados durante o período de 2 a 15 anos. A presença e a quantificação das lesões valvares nas fases aguda e crônica foram determinadas pelas avaliações clínica e ecocardiográfica Doppler. Utilizou-se a estatística de Kappa para estimar a concordância entre as avaliações, e as evoluções clínica e ecocardiográfica Doppler da cardite e valvite, respectivamente, foram comparadas pelo teste do qui-quadrado ou de Fisher, p < 0,05. RESULTADOS: Dos 109 pacientes submetidos à avaliação ecocardiográfica Doppler na fase aguda, 31 não apresentavam clínica de cardite, mas 17 (54,8 por cento) deles mostravam lesão valvar ao ecocardiograma Doppler (valvite subclínica). Na fase crônica, 153 dos 258 tinham exame cardiovascular normal, mas 85 (55,5 por cento) desses mostravam lesão valvar ao ecocardiograma Doppler (valvopatia crônica subclínica). A involução das lesões valvares segundo a avaliação ecocardiográfica Doppler foi menos freqüente, ocorrendo em 10 (25,0 por cento) dos pacientes com valvite leve e em apenas 1 (2,5 por cento) daqueles com valvite moderada, e em nenhum com valvite grave. CONCLUSAO: A identificação de lesões valvares na febre reumática é maior se a avaliação clínica for acrescida do exame ecocardiográfico Doppler, que também mostra menor índice de regressão das lesões valvares. O diagnóstico de valvite e valvopatia subclínicas tem implicação quanto às profilaxias secundária da febre reumática e da endocardite.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Echocardiography, Doppler , Heart Valve Diseases , Pulmonary Valve , Rheumatic Heart Disease , Tricuspid Valve/ultrastructure , Acute Disease , Chronic Disease , Heart Valve Diseases/pathology , Longitudinal Studies , Myocarditis/pathology , Pulmonary Valve/pathology , Retrospective Studies , Rheumatic Heart Disease/pathology , Severity of Illness Index , Tricuspid Valve/pathology
13.
Rev. méd. Minas Gerais ; 15(2): 89-93, abr.-jul. 2005. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-574379

ABSTRACT

Objetivo: Avaliar a frequência de alterações doppler-ecocardiográficas em pacientes em fase aguda de febre reumática sem evidência clínica de envolvimento cardiovascular (valvite subclínica), tendo a coréia de Sydenham ou a artrite como manifestações maiores. Método: Realizou-se estudo retrospectivo, entre agosto de 2001 e agosto de 2002, por meio da análise dos prontuários de 44 pacientes em primeiro surto de febre reumática, que apresentaram coréia e/ou artrite como manifestação clínica maior, com exame cardiovascular normal. Para análise estatística foram excluídos desse total os seis pacientes que apresentaram artrite e coréia associadas. Constituíram-se dois grupos de estudo - grupo l: pacientes que apresentaram como manifestação maior apenas artrite (ou poliartrite); grupo ll: pacientes que apresentaram apenas coréia de Sydenham. Resultados: Dos 44 pacientes, 25 (56,8%) apresentaram artrite, 13(29,6%) coréia, e seis (13,6%) artrite e coréia. O estudo doppler-ecocardicoráfico demonstrou alterações valvares (espessamento valvar mitral e/ou aórtico, associado à regurgitação das referidas valvas) em 21 (47,7%) dos 44 pacientes (valvite sub-clínica). Alterações valvares compatíveis com valvite foram evidenciadas em seis (24%) dos 25 pacientes do grupo I, em 11)84,6%) dos 13 pacientes do grupo II, e em quatro (66,7%) dos seis pacientes que apresentaram artrite e coréia simultaneamente. Conclusão: O Dopplerecocardiograma proporcionou melhor avaliação dos pacientes em fase aguda da febre reumática quanto ao envolvimento cardíaco. Maior frequência de valvite foi encontrada entre os pacientes com coréia.


Aim: To evaluate the frequency of dopplerechocardiographic changes in patients with acute rheumatic fever without clinical evidence of cardiac involvement (subclinical valvitis). All patients presented, as major manifestation of acute rheumatic fever, Sydenham's chorea or arthritis. Methods: From August 2001 to August 2002, a retrospective analysis was made in 44 patients who had chorea or arthritis as major clinical manifestation in their first episode of rheumatic fever. All patients had normal cardiovascular examination. For statistical analysis six patients who presented both arthritis and chorea were excluded. Therefore, there were two groups: (1) patients who presented only arthritis as major manifestation; (2) patients who presented only Sydenham's chorea. Results: Among 44 patients, 25(56.8%) presented arthritis, 13 (29.6%) presented chorea and six (13.6%) presented both. Dopplerechocardiographic study demonsirated subclinical valvitis in 21 (47.7%) of 44 patients: six (24.0%) of patients in group I, 11(84.6%) of 13 patients in groupll, and four (66.7%) of six patients who presented arthritis and chorea. Conclusion: Dopplerechocardiogram provided best evaluation of cardiac involvement in patients with acure rheumatic fever. Valvitis was seem more frequently in patients with chorea.


Subject(s)
Humans , Arthritis , Chorea , Rheumatic Fever/complications , Echocardiography, Doppler , Retrospective Studies
14.
Rev. méd. Minas Gerais ; 12(3, supl1): 3-8, dez.2002. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-775963

ABSTRACT

No início de um novo século, questões importantes sobre a pato- gênese e abordagem terapêutica da febre reumática (FR) permanecem sem respostas. Nas últimas décadas, ocorreu uma redução acentuada da freqüência da doença nos países desenvolvidos, concomitante à implementação do padrão social, econômico e cultural da população. O reaparecimento da doença em algumas áreas dos países industrializados deve ser considerado como um alerta de sua presença potencial, apesar do aparente controle. Nos países em desenvolvimento, a FR e sua seqüela, a cardiopatia reumática crônica, estão intimamente relacionadas à pobreza e continuam como desafio para todos os profissionais de saúde. Nessas áreas, a FR é a causa mais importante de doença cardíaca adquiri- da, representando um relevante problema de saúde publica, com significativos índices de morbimortalidade. Devido à impossibilidade de modificações dos fatores socioeconômicos em curto prazo, o controle da FR somente poderá ser alcançado através da implantação de programas educacionais e de assistência à saúde, envolvendo decisões políticas e planos de ação para implementar a adesão dos pacientes às profilaxias primária e secundária.


In the beginning of a new century, major questions about the pathogenesis and treatrnent of the rheumatic fever remain unanswered. The frequency of the disease has sharply declined in the developed countries and this fact was concomitant with the improvement in living stan- dardo Its recent resurgence in some areas of the industrialized countries must be considered as a warning for its potential presence, in spire of an apparent control. The rheumatic fever and its sequel, the rheumatic heart disease, are closely related with poverty and are still a challenge to rhose involved in providing health care in developing countries. In those areas, the rheumatic fever is the most importam cause of acquired heart disease and is still a relevant problem of public health with significant rates of morbidity and mortaliry. Owing to the impossibility to change the structural socioeconomic factors in a short time, the control of rheumatic fever can only be achieved by the setting up of healrh and educational programmes, involving political decisions and plans of action to provide better adherence from patients to primary and secondary prophylaxis.


Subject(s)
Humans , Child , Adolescent , Rheumatic Fever/epidemiology , Rheumatic Fever/prevention & control , Socioeconomic Factors , Rheumatic Fever/drug therapy , Penicillin G Benzathine/therapeutic use , Penicillin V/therapeutic use , Sulfadiazine/therapeutic use
15.
J. pediatr. (Rio J.) ; 65(8): 305-9, ago. 1989. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-80016

ABSTRACT

Descreve-se a ocorrência de bloqueio cardíaco congênito em dois irmäos, em cuja mäe a avaliaçäo clínico-laboratorial mostrou-se compatível com o diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico. Os autores fazem uma revisäo da literatura, com ênfase nos aspectos clínicos e etiopatogêncios da associaçäo lúpus materno/bloqueo cardíaco congênito


Subject(s)
Infant, Newborn , Humans , Male , Female , Heart Block/congenital , Lupus Erythematosus, Systemic/congenital , Heart Block/complications , Brazil , Lupus Erythematosus, Systemic/complications
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