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Rev. patol. trop ; 24(1): 1-9, jan.-jun. 1995. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-176504

ABSTRACT

Falhas no diagónstico e na conduta terapêutica antes da internaçäo foram analisadas em relaçäo a letalidade em 102 pacientes portadores da forma grave da Malária por P. falciparum, segundo critérios da OMS (1990). Diagnóstico coreto foi observado em 62 (60.8) (pôr cento) pacientes, com letalidade de 17.7 (pôr cento) e incorreto em 40 (39.3) (pôr cento), com letalidade de 40(pôr cento) (p=0.01). Conduta terapêutica apropriada foi observada em 21/62 pacientes (33.9) (pôr cento), com letalidade de 9.5 (pôr cento) e inapropriada em 41/62 (66.1) (pôr cento), com letalidade de 21.9(pôr cento) e inapropriada (p> 0.05). Nos pacientes com até 4 dias de doença a letalidade foi de 5.0(pôr cento), nos com 5 a 7 dias, 25.8(pôr cento)e com mais de 7 dias 35.3(pôr cento) (p< 0.05). Os diagnóstico incorretos mais freqüentes foram: Hepatite 30(pôr cento), Infeçäo do trato urinário 25(pôr cento), Malària por P. vivax e febre amarela 15(pôr cento) e Septicemia 7.5(pôr cento). A letalidade foi significativamente maior (p=0.01) naqueles com diagnóstico incorreto e com mais de 4 dias de doença. Os dados mostram um elevado índice de erro no diagnóstico e na conduta terapêutica especíifica na Malária Grave, bem como suas consequências deletérias para os pacientes


Subject(s)
Humans , Malaria, Falciparum/diagnosis , Malaria, Falciparum/therapy , Plasmodium falciparum
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