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1.
Arq. ciências saúde UNIPAR ; 24(1): 21-26, jan-abr. 2020.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1095820

ABSTRACT

Mulheres submetidas à cirurgia de mastectomia podem apresentar algumas complicações, dentre elas, alterações respiratórias e prejuízo funcional. O objetivo deste estudo foi avaliar a cinemática da parede torácica e a capacidade funcional no pós-operatório de pacientes mastectomizadas sem tratamento neoadjuvante e adjuvante associados. Foram avaliadas 4 mulheres no grupo mastectomia (GM) e 4 mulheres no grupo controle (GC). Todas as participantes foram submetidas aos procedimentos de avaliação antropométrica, função pulmonar, força muscular respiratória, cinemática da parede torácica e capacidade funcional. O GM também foi submetido à avaliação de inspeção e palpação torácica. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva. Foi observado que o GM apresentou menor variação de volume corrente da parede torácica, com delta de variação de 22,03% a menos que o GC, sendo a maior redução de volume corrente evidenciada no compartimento de caixa torácica pulmonar, com redução de 41,57% em relação ao GC. O GM não apresentou alterações de função pulmonar, força muscular respiratória e capacidade funcional, apresentando valores de normalidade nessas avaliações. Portanto, mulheres submetidas ao procedimento cirúrgico de mastectomia, sem tratamento neoadjuvante e adjuvante associados, não apresentaram comprometimento da função pulmonar, da força muscular respiratória e da capacidade funcional, contudo foi verificado redução do volume pulmonar na região do procedimento cirúrgico.


Women submitted to a mastectomy surgery may present some complications, among them, respiratory changes and functional impairment. The purpose of this study was to evaluate the chest wall kinematics and functional capacity in the postoperative period of mastectomized patients without associated adjuvant and neoadjuvant treatment. A total of four (4) women in the mastectomy group (MG) and four (4) in the control group (CG) were evaluated. All participants were submitted to the procedures of anthropometric evaluation, pulmonary function, respiratory muscle strength, chest wall kinematics and functional capacity. Patients in MG were also submitted to an inspection and palpation evaluation of the chest and breasts. Database was analyzed using descriptive statistics. It was observed that the MG presented a smaller variation of tidal volume of the chest wall, with a variation delta of 22.03% less than CG, with the largest reduction in tidal volume evidenced in the pulmonary chest cavity compartment, with a reduction of 41.57% when compared to CG. The MG did not present alterations of pulmonary function, respiratory muscle strength and functional capacity, presenting values of normality in these evaluations. Therefore, women submitted to the surgical procedure of mastectomy without associated neoadjuvant and adjuvant treatment did not present any impairment of pulmonary function, respiratory muscle strength and functional capacity. However, a reduction could be observed in the pulmonary volume in the region of the surgical procedure.


Subject(s)
Humans , Female , Middle Aged , Aged , Postoperative Period , Respiratory Function Tests , Women/psychology , Functional Residual Capacity , Mastectomy/rehabilitation , Surgical Procedures, Operative/rehabilitation , Biomechanical Phenomena , Respiratory Muscles/surgery , Breast Neoplasms/surgery , Tidal Volume , Thoracic Wall/surgery , Muscle Strength , Rib Cage/surgery
2.
Fisioter. Mov. (Online) ; 33: e003355, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1133892

ABSTRACT

Abstract Introduction: Chronic kidney disease (CKD) is a global public health problem with systemic repercussions, compromising muscle function and making patients less exercise tolerant. Objective: To verify the contribution of peripheral muscle strength in the exercise capacity of patients in hemodialysis (HD), as well as to compare peripheral muscle strength and exercise capacity between renal patients and healthy individuals. Method: 50 patients with chronic kidney disease (CKD) who performed HD and 13 healthy subjects underwent anthropometric evaluation, evaluation of peripheral muscle strength, pulmonary function test and exercise capacity assessment. Results: Simple linear regression indicated that the peripheral muscle strength contributed 41.4% to the distance walked in the six-minute walk test (R2 0.414; p < 0.001), showing that for every 1 Kgf reduced in the right lower limb the patient it stops walking 0.5m while for every 1 Kgf reduced in the lower left limb the patient stops walking 0.8m. In addition, it was observed that patients with CKD had a reduction in right lower limb muscle strength (129.44 ± 48.05 vs. 169.36 ± 44.30, p = 0.002), left (136.12 ± 52, 08 vs 168.40 ± 43.35, p = 0.01) and exercise capacity (421.20 ± 98.07 vs. 611.28 ± 80.91, p < 0.001) when compared to healthy pairs. Conclusion: Peripheral muscle weakness is an important limiting factor for exercise in CKD and patients on HD experience a decline in peripheral muscle strength and exercise capacity when compared to healthy individuals.


Resumo Introdução: A doença renal crônica (DRC) é um problema de saúde pública global com repercussões sistêmicas, comprometendo a função muscular e tornando os pacientes menos tolerantes ao exercício. Objetivo: Verificar a contribuição da força muscular periférica na capacidade de exercício de pacientes em hemodiálise (HD), bem como, comparar a força muscular periférica e a capacidade de exercício entre pacientes renais e indivíduos saudáveis. Método: 50 pacientes com DRC que realizavam HD e 13 indivíduos saudáveis foram submetidos à avaliação antropométrica, avaliação da força muscular periférica, prova de função pulmonar e avaliação da capacidade de exercício. Resultados: A regressão linear simples indicou que a força muscular periférica contribuiu em 41,4% a distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos (R2 0,414; p < 0,001), mostrando que para cada 1 Kgf reduzido no membro inferior direito o paciente deixa de caminhar 0,5m enquanto que para cada 1 Kgf reduzido no membro inferior esquerdo, o paciente deixa de caminhar 0,8m. Além disso, observou-se que pacientes com DRC apresentam redução da força muscular de membro inferior direito (129,44 ± 48,05 vs. 169,36 ± 44,30; p = 0,002), esquerdo (136,12 ± 52,08 vs. 168,40 ± 43,35; p = 0,01) e da capacidade de exercício (421,20 ± 98,07 vs. 611,28 ± 80,91; p < 0,001) quando comparados aos pares saudáveis. Conclusão: A fraqueza muscular periférica é um importante fator de limitação ao exercício na DRC. Além disso, pacientes em HD apresentam redução da força muscular periférica e da capacidade de exercício quando comparados a indivíduos saudáveis.

3.
Fisioter. Mov. (Online) ; 33: e003348, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1133901

ABSTRACT

Abstract Introduction: Chronic kidney disease (CKD) is defined as loss of kidney function, but its progression leads to systemic changes that compromise the quality of life of patients on dialysis. As such, the decline in lung capacity in this population may be one of the factors related to reduced peripheral muscle strength. Objective: Assess the relationship between handgrip strength (HGS), pulmonary function and respiratory muscle strength in patients with CKD on hemodialysis. Method: Thirty patients with CKD were assessed in terms of anthropometric data, pulmonary function, respiratory muscle strength and HGS. Results: A moderate association was observed between HGS and the variables forced vital capacity (r=0.54; p=0.002), maximum voluntary ventilation (r=0.51; p=0.004) and maximum expiratory pressure (r=0.59; p=0.001), and a weak association with forced expiratory volume in 1 second (FEV1) (r=0.46; p=0.009) and maximum inspiratory pressure (r=0.38; p=0.03). Additionally, about 67% of the sample (n=20) exhibited some degree of restrictive ventilatory defect in the pulmonary function test. With respect to muscle strength, 40% of the sample (n=12) displayed below-normal handgrip strength, as well as low mean MIP and MEP. Conclusion: Decreased lung capacity may be related to a decline in HGS in patients with chronic kidney disease on hemodialysis. Thus, therapeutic strategies aimed at lung expansion and respiratory muscle training may contribute to facilitating and favoring rehabilitation in this population.


Resumo Introdução: A doença renal crônica (DRC) é definida pela perda da função renal, contudo a sua progressão leva ao surgimento de alterações sistêmicas que comprometem a qualidade de vida dos pacientes em hemodiálise. Consequentemente, a redução da capacidade pulmonar nessa população pode ser um dos fatores que esteja relacionado ao declínio da força muscular periférica. Objetivo: Avaliar a relação entre a força de preensão manual (FPM) com a função pulmonar e a força muscular respiratória de pacientes com DRC em hemodiálise. Método: 30 pacientes com DRC foram avaliados quanto aos dados antropométricos, função pulmonar, força muscular respiratória e FPM. Resultados: Observou-se uma relação moderada da FPM com as variáveis capacidade vital forçada (r=0,54; p=0,002), ventilação voluntária máxima (r=0,51; p=0,004) e pressão expiratória máxima (r=0,59; p=0,001). Já as correlações entre a FPM com o volume expiratório forçado no primeiro segundo (r=0,46; p=0,009) e a pressão inspiratória máxima (r=0,38; p=0,03) foram fracas. Além disso, aproximadamente 67% da amostra (n=20) apresentou algum grau de restrição ventilatória na prova de função pulmonar. Em relação à força muscular, 40% da amostra (n=12) apresentou FPM abaixo do previsto de normalidade, e as médias da pressão inspiratória máxima e da pressão expiratória máxima em porcentagem também se encontraram reduzidas. Conclusão: A redução da capacidade pulmonar pode estar relacionada com o declínio da FPM nos pacientes com DRC em hemodiálise. Sendo assim, recursos terapêuticos visando à expansão pulmonar e o treinamento muscular respiratório podem ser estratégias para facilitar e favorecer a reabilitação dessa população.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Renal Dialysis , Renal Insufficiency, Chronic , Muscle Strength , Quality of Life , Spirometry , Forced Expiratory Volume , Maximal Voluntary Ventilation , Maximal Respiratory Pressures
4.
Fisioter. Bras ; 20(5): 642-650, Outubro 24, 2019.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1281727

ABSTRACT

Objetivo: Conhecer o perfil pulmonar, muscular e funcional de pacientes com doença renal crônica (DRC) e verificar a relação entre a força muscular periférica e a capacidade funcional desses pacientes. Métodos: 21 pacientes com DRC e 17 saudáveis foram avaliados quanto à antropometria, função pulmonar, força muscular periférica e capacidade funcional. Para comparação entres os grupos foi utilizado o teste t de Student ou U de Mann Whitney. Para correlacionar a força muscular periférica com a capacidade funcional do grupo DRC utilizou-se o coeficiente de Pearson ou Spearman. Resultados: Houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos DRC e saudável, respectivamente, nas variáveis da função pulmonar: volume expiratório forçado no primeiro segundo (77,62 ± 18,05% vs. 99,71 ± 16,43%; p = 0,001) e capacidade vital forçada (78,86 ± 17,16% vs. 98,48 ± 16,99%; p = 0,001); e na força muscular periférica de quadríceps direito (127,76 ± 49,77 Nm vs. 170,90 ± 55,38 Nm; p = 0,006) e esquerdo (134,10 ± 55,19 Nm vs. 171,05 ± 57,86 Nm; p = 0,04). O teste de caminhada de 6 minutos foi menor no grupo DRC comparado ao saudável em valor absoluto (419,95 ± 98,51m vs. 616,90 ± 90,01m; p < 0,0001) e em % do predito (66,07 ± 15,04% vs. 94,80 ± 9,35%; p < 0,0001). Observou-se correlação moderada entre a capacidade funcional e a força muscular periférica de quadríceps direito (rho = 0,52; p = 0,01) e quadríceps esquerdo (r = 0,63; p = 0,002) no grupo DRC. Conclusão: Pacientes com DRC apresentam alteração na função pulmonar, redução da força muscular periférica e da capacidade funcional. (AU)


Objective: To study the pulmonary, muscular and functional profile of patients with chronic kidney disease (CKD) and verify the correlation between peripheral muscle strength and functional capacity of these patients. Methods: 21 patients with CKD and 17 healthy individuals were evaluated for anthropometry, pulmonary function, peripheral muscle strength and functional capacity. In the comparison between the groups, the Student t test or the Mann Whitney U test were used. Correlation of peripheral muscle strength with the functional capacity of the CKD group was tested by the Pearson or Spearman coefficient. Results: There was a statistically significant difference between the CKD and healthy groups, respectively, in the pulmonary function variables: forced expiratory volume in the first second (77.62 ± 18.05% vs. 99.71 ± 16.43%, p = 0.001) and forced vital capacity (78.86 ± 17.16% vs. 98.48 ± 16.99%, p=0.001); and right quadriceps muscle strength (127.76 ± 49.77 Nm vs. 170.90 ± 55.38 Nm, p = 0.006) and left quadriceps (134.10 ± 55.19 Nm vs. 171.05 ± 57.86 Nm; p = 0.04). The 6-minute walk test was lower in the CKD group compared to healthy in absolute values (419.95 ± 98.51 m vs. 616.90 ± 90.01 m, p < 0.0001) and in % predicted (66,07 ± 15.04% vs. 94.80 ± 9.35%, p<0.0001). There was a moderate correlation between functional capacity and muscle strength of right quadriceps (rho = 0.52, p = 0.01) and left quadriceps (r = 0.63, p = 0.002) in the CKD group. Conclusion: Patients with CKD have altered pulmonary function, reduced peripheral muscle strength and functional capacity. (AU)


Subject(s)
Humans , Spirometry , Renal Dialysis , Exercise Tolerance , Renal Insufficiency, Chronic , Muscle Strength , Total Lung Capacity , Vital Capacity , Anthropometry , Forced Expiratory Volume , Functional Residual Capacity
5.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 25(2): 126-133, abr.-jun. 2018. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-953600

ABSTRACT

RESUMO Avaliar o músculo diafragma é importante para verificar suas possíveis alterações ou disfunções. Existem várias formas de avaliar a mobilidade diafragmática, mas poucos estudos que comparam a mobilidade do hemidiafragma direito com o esquerdo. O objetivo deste estudo é avaliar se existem diferenças entre a mobilidade diafragmática das hemicúpulas direita e esquerda em indivíduos saudáveis e em indivíduos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DOCP), bem como comparar a mobilidade diafragmática entre homens e mulheres, e entre pacientes saudáveis e com DPOC. Foram avaliados 40 indivíduos saudáveis e 40 indivíduos com diagnóstico clínico de DPOC. Utilizaram-se os parâmetros antropométricos, cardiopulmonares e avaliação da mobilidade diafragmática pelo método radiográfico. Os dados foram analisados estatisticamente e tratados com análise descritiva (média e desvio-padrão) e análise inferencial. Para comparar a mobilidade das hemicúpulas diafragmáticas direita e esquerda, utilizou-se o teste t pareado. O nível de significância adotado para o tratamento estatístico foi de 5% (p<0,05). Não houve diferença da mobilidade diafragmática tanto do lado direito quanto do lado esquerdo nos indivíduos saudáveis (p=0,45) e nos indivíduos com DPOC (p=0,77), assim como não houve diferenças quando os grupos foram separados por sexo. Foi encontrada uma diferença importante comparando tanto a mobilidade diafragmática do lado direito quanto do lado esquerdo entre indivíduos saudáveis e DPOC (p<0,001). Concluiu-se que a mobilidade diafragmática das hemicúpulas direita e esquerda em indivíduos saudáveis e em indivíduos com DPOC é a mesma. Não há diferença da mobilidade entre homens e mulheres. A mobilidade diafragmática é reduzida em paciente com DPOC.


RESUMEN Evaluar el músculo diafragma es importante para certificar sus posibles alteraciones o disfunciones. Hay varias maneras de evaluar la movilidad diafragmática, sin embargo, pocos estudios que comparan la movilidad del hemidiafragma derecho con el izquierdo. El objetivo de este estudio es evaluar si hay diferencias entre la movilidad diafragmática de las hemicúpulas derecha e izquierda en individuos saludables y en individuos con Enfermedad Pulmonar Obstructiva Crónica (EPOC), así como comparar la movilidad diafragmática entre hombres y mujeres, y entre pacientes saludables y con EPOC. Fueron evaluados 40 individuos saludables y 40 individuos con diagnóstico clínico de EPOC. Se utilizaron los parámetros antropométricos, los cardiopulmonares y la evaluación de la movilidad diafragmática por el método radiográfico. Los datos fueron analizados estadísticamente y tratados con el análisis descriptivo (promedio y desviación estándar) y el análisis inferencial. Para comparar la movilidad de las hemicúpulas diafragmáticas derecha e izquierda, se utilizó la prueba t pareada. El nivel de significancia adoptado para el tratamiento estadístico fue del 5% (p<0,05). No hubo diferencia de la movilidad diafragmática tanto del lado derecho cuanto del lado izquierdo en los individuos saludables (p=0,45) y en los individuos con EPOC (p=0,77), así como no hubo diferencias cuando los grupos fueron separados por sexo. Fue encontrada una diferencia importante comparando tanto la movilidad diafragmática del lado derecho cuanto del lado izquierdo entre individuos saludables y EPOC (p<0,001). Se concluyó que la movilidad diafragmática de las hemicúpulas derecha e izquierda en individuos saludables y en individuos con EPOC es la misma. No hay diferencia de la movilidad entre hombres y mujeres. La movilidad diafragmática es reducida en paciente con EPOC.


ABSTRACT To evaluate the diaphragm muscle is important for verifying its possible changes or malfunctions. There are several ways to evaluate the diaphragmatic mobility, but only a few compare the mobility of the right hemidiaphragm with the left one. The aim of this study was to evaluate whether there are differences between the mobility of right and left hemidiaphragms in healthy individuals and individuals with chronic obstructive pulmonary disease (COPD), as well as to evaluate the diaphragmatic mobility between men and women, and between healthy and COPD patients. We evaluated 40 healthy individuals and 40 individuals with clinical diagnosis of COPD. Anthropometric and cardiopulmonary parameters were used. The diaphragmatic mobility was evaluated by radiography. Data were statistically analyzed and processed with descriptive analysis (mean and standard deviation) and inferential analysis. To compare the mobilities of the right and left hemidiaphragms, the paired t-test was used. The significance level adopted for statistical treatment was 5% (p<0.05). There was no difference of the diaphragmatic mobility for both left and right sides in healthy individuals (p=0.45) and individuals with COPD (p=0.77). Also, no differences were found when groups were separated according to sex. An important difference was found comparing both diaphragmatic mobilities of the right and left sides between healthy and COPD individuals (p<0.001). We concluded that mobility of left and right hemidiaphragms in healthy and COPD individuals is the same. There is no difference for mobility between men and women. Diaphragmatic mobility is reduced in COPD patients.

6.
J. bras. pneumol ; 44(3): 220-226, May-June 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-954552

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To investigate the concurrent validity, as well as the intra- and inter-rater reliability, of assessing diaphragmatic mobility by area (DMarea) on chest X-rays of healthy adults. Methods: We evaluated anthropometric parameters, pulmonary function, and diaphragmatic mobility in 43 participants. Two observers (rater A and rater B) determined diaphragmatic mobility at two time points. We used Pearson's correlation coefficient to evaluate the correlation between DMarea and the assessment of diaphragmatic mobility by distance (DMdist). To evaluate intra- and inter-rater reliability, we used the intraclass correlation coefficient (ICC [2,1]), 95% CI, and Bland-Altman analysis. Results: A significant correlation was found between the DMarea and DMdist methods (r = 0.743; p < 0.0001). For DMarea, the intra-rater reliability was found to be quite high for the right hemidiaphragm (RHD)-ICC (2,1) = 0.92 (95% CI: 0.86-0.95) for rater A and ICC (2,1) = 0.90 (95% CI: 0.84-0.94) for rater B-and the left hemidiaphragm (LHD)-ICC (2,1) = 0.96 (95% CI: 0.93-0.97) for rater A and ICC (2,1) = 0.91 (95% CI: 0.81-0.95) for rater B-(p < 0.0001 for all). Also for DMarea, the inter-rater reliability was found to be quite high for the first and second evaluations of the RHD-ICC (2,1) = 0.99 (95% CI: 0.98-0.99) and ICC (2,1) = 0.95 (95% CI: 0.86-0.97), respectively-and the LHD-ICC (2,1) = 0.99 (95% CI: 0.98-0.99) and ICC (2,1) = 0.94 (95% CI: 0.87-0.97)-(p < 0.0001 for both). The Bland-Altman analysis showed good agreement between the mobility of the RHD and that of the LHD. Conclusions: The DMarea method proved to be a valid, reliable measure of diaphragmatic mobility.


RESUMO Objetivo: Avaliar a validade concorrente, assim como a confiabilidade intra e interobservador, da avaliação da mobilidade diafragmática pelo método da área radiográfica (MDárea) em adultos saudáveis. Métodos: Foram avaliados os parâmetros antropométricos, a função pulmonar e a mobilidade diafragmática de 43 participantes. A mobilidade diafragmática foi determinada por dois observadores (A e B) em dois momentos distintos. O coeficiente de correlação de Pearson foi utilizado para avaliar a correlação entre o método da MDárea e o método por distância (MDdist). Para avaliar a confiabilidade intra e interobservador, foi utilizado o coeficiente de correlação intraclasse (CCI [2,1]), IC95% e a disposição gráfica de Bland & Altman. Resultados: Houve uma correlação significativa entre MDárea e MDdist (r = 0,743; p < 0,0001). Para MDárea, a confiabilidade intraobservador foi alta para a avaliação radiográfica do hemidiafragma direito (HDD) - CCI (2,1) = 0,92 (IC95%: 0,86-0,95) para o observador A e CCI (2,1) = 0,90 (IC95%: 0,84-0,94) para o observador B - e do hemidiafragma esquerdo (HDE) - CCI (2,1) = 0,96 (IC95%: 0,93-0,97) para o observador A e CCI (2,1) = 0,91 (IC95%: 0,81-0,95 para o observador B (p < 0,0001 para todos). Também para MDárea, a confiabilidade interobservador foi alta para a primeira e segunda avaliações do HDD - CCI (2,1) = 0,99 (IC95%: 0,98-0,99) e CCI (2,1) = 0,95 (IC95%: 0,86-0,97), respectivamente - e HDE - CCI (2,1) = 0,94 (IC95%: 0,87-0,97) e CCI (2,1) = 0,94 (IC95%: 0,87-0,97), respectivamente - (p < 0,0001 para ambos). A disposição gráfica de Bland & Altman mostrou uma boa concordância entre as medidas de mobilidade de HDD e HDE. Conclusões: O método de MDárea demonstrou ser válido e reprodutível para medir a mobilidade diafragmática.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Diaphragm/physiology , Diaphragm/diagnostic imaging , Reference Values , Spirometry , Radiography , Observer Variation , Vital Capacity , Anthropometry , Forced Expiratory Volume , Reproducibility of Results
7.
J. bras. pneumol ; 44(1): 5-11, Jan.-Feb. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-893890

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To compare diaphragmatic mobility, lung function, and respiratory muscle strength between COPD patients with and without thoracic hyperkyphosis; to determine the relationship of thoracic kyphosis angle with diaphragmatic mobility, lung function, and respiratory muscle strength in COPD patients; and to compare diaphragmatic mobility and thoracic kyphosis between male and female patients with COPD. Methods: Participants underwent anthropometry, spirometry, thoracic kyphosis measurement, and evaluation of diaphragmatic mobility. Results: A total of 34 patients with COPD participated in the study. Diaphragmatic mobility was significantly lower in the group of COPD patients with thoracic hyperkyphosis than in that of those without it (p = 0.002). There were no statistically significant differences between the two groups of COPD patients regarding lung function or respiratory muscle strength variables. There was a significant negative correlation between thoracic kyphosis angle and diaphragmatic mobility (r = −0.47; p = 0.005). In the sample as a whole, there were statistically significant differences between males and females regarding body weight (p = 0.011), height (p < 0.001), and thoracic kyphosis angle (p = 0.036); however, there were no significant differences in diaphragmatic mobility between males and females (p = 0.210). Conclusions: Diaphragmatic mobility is lower in COPD patients with thoracic hyperkyphosis than in those without it. There is a negative correlation between thoracic kyphosis angle and diaphragmatic mobility. In comparison with male patients with COPD, female patients with COPD have a significantly increased thoracic kyphosis angle.


RESUMO Objetivo: Comparar a mobilidade diafragmática, a função pulmonar e a força muscular respiratória em pacientes que apresentam DPOC com e sem hipercifose torácica; verificar a relação do ângulo da curvatura torácica com a mobilidade diafragmática, variáveis da função pulmonar e de força muscular respiratória dos pacientes com DPOC; e comparar a mobilidade diafragmática e a cifose torácica entre os gêneros nesses pacientes. Métodos: Foram realizadas as seguintes avaliações: antropometria, espirometria, mensuração do ângulo da curvatura torácica e mobilidade diafragmática. Resultados: Participaram do estudo 34 pacientes com DPOC. No grupo de pacientes com DPOC e hipercifose torácica, a mobilidade diafragmática foi estatisticamente menor quando comparada à do grupo DPOC sem hipercifose torácica (p = 0,002). Não houve diferenças estatisticamente significantes entre esses grupos em relação a variáveis de função pulmonar e de força muscular respiratória. Houve uma correlação negativa significante entre o ângulo da curvatura torácica e a mobilidade diafragmática (r = −0,47; p = 0,005). Quando comparados homens e mulheres da amostra geral, houve diferenças estatisticamente significantes em relação à massa corpórea (p = 0,011), estatura (p < 0,001) e ângulo da curvatura da cifose torácica (p = 0,036), mas não em relação à mobilidade diafragmática (p = 0,210). Conclusões: Os pacientes com DPOC e hipercifose torácica apresentaram menor mobilidade diafragmática quando comparados com os pacientes com DPOC sem hipercifose torácica. O ângulo da curvatura torácica se correlacionou negativamente com a mobilidade diafragmática. O grupo feminino apresentou um aumento significante no ângulo da curvatura torácica quando comparado ao grupo masculino.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Diaphragm/physiopathology , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/physiopathology , Organ Motion/physiology , Kyphosis/physiopathology , Spirometry , Thoracic Vertebrae/physiopathology , Respiratory Muscles/physiopathology , Diaphragm/diagnostic imaging , Radiography, Thoracic , Sex Factors , Vital Capacity/physiology , Anthropometry , Forced Expiratory Volume/physiology , Cross-Sectional Studies , Statistics, Nonparametric , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/diagnostic imaging , Muscle Strength/physiology , Kyphosis/diagnostic imaging
8.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 24(3): 245-252, jul.-set. 2017. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-892122

ABSTRACT

RESUMO Na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), os pacientes podem apresentar redução da mobilidade diafragmática e uma série de compensações na coluna torácica, nas cinturas escapular e pélvica. No entanto, não está clara a relação da mobilidade diafragmática com alterações posturais na coluna vertebral e na pelve desses indivíduos. Objetivou-se verificar se existe relação entre a mobilidade diafragmática com as curvaturas da coluna vertebral de pacientes com DPOC e em indivíduos aparentemente saudáveis. Foram avaliados 22 pacientes com DPOC e 22 indivíduos aparentemente saudáveis. As avaliações foram: antropometria, espirometria, mobilidade diafragmática e avaliação postural. Foram analisadas quatro alterações posturais: lordose cervical, cifose torácica, lordose lombar, posição pélvica. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos, em relação às variáveis idade, massa corporal, estatura e IMC, confirmando que os grupos foram pareados. Não houve diferença estatisticamente significante em nenhuma das variáveis referentes às curvaturas da coluna vertebral e à posição da pelve entre os grupos estudados. No grupo DPOC houve correlação da mobilidade diafragmática com a cifose torácica (r=-0,543; p=0,009). Já em relação ao grupo de indivíduos aparentemente saudáveis, não houve correlação da mobilidade quanto os indivíduos aparentemente saudáveis apresentaram os mesmos ângulos de curvatura da coluna vertebral e a mesma posição da pelve. Contudo, os pacientes com DPOC apresentaram relação entre a mobilidade diafragmática e o ângulo da curvatura torácica.


RESUMEN En la enfermedad pulmonar obstructiva crónica (EPOC), los pacientes pueden presentar reducción de la movilidad diafragmática y muchas compensaciones en la columna torácica, en las cinturas escapular y pélvica. No obstante, no está clara la relación de la movilidad diafragmática con las alteraciones posturales en la columna vertebral y en la pelvis de esos individuos. Se tuvo el objetivo de ver si hay relación entre la movilidad diafragmática con las curvaturas de la columna vertebral de los pacientes con la EPOC y en los individuos aparentemente saludables. Fueron evaluados 22 pacientes con la EPOC y 22 individuos aparentemente saludables. Las evaluaciones fueron: la antropometría, la espirometría, la movilidad diafragmática y la evaluación postural. Fueron analizadas cuatro alteraciones posturales: la lordosis cervical, la cifosis torácica, la lordosis lumbar, la posición pélvica. No hubo diferencia estadísticamente significativa entre los grupos, en relación a las variables edad, la masa corporal, la estatura y el IMC, confirmando que los grupos fueron pareados. No hubo diferencia estadísticamente significante en ninguna de las variables referentes a las curvaturas de la columna vertebral y a la posición de la pelvis entre los grupos estudiados. En el grupo EPOC hubo correlación de la movilidad diafragmática con la cifosis torácica (r = -0,543; p = 0,009). Ya en relación al grupo de los individuos aparentemente saludables, no hubo correlación de la movilidad cuanto a los individuos aparentemente saludables que presentaron los mismos ángulos de curvatura de la columna vertebral y la misma posición de la pelvis. No obstante, los pacientes con la EPOC presentaron relación entre la movilidad diafragmática y el ángulo de la curvatura torácica.


ABSTRACT In the chronic obstructive pulmonary disease (COPD), patients may have reduced diaphragmatic mobility and a series of compensations in the thoracic spine, the scapular and pelvic girdles. However, the relation between diaphragmatic mobility and postural changes in these individuals' vertebral column and pelvis is not clear. The aim of this study was to verify if there is a relation between diaphragmatic mobility and spinal curvatures in patients with COPD and in apparently healthy individuals. Were evaluated 22 patients with COPD and 22 apparently healthy individuals. The evaluations consisted of: anthropometry, spirometry, diaphragmatic mobility and postural evaluation. Four postural alterations were analyzed: cervical lordosis, thoracic kyphosis, lumbar lordosis, pelvic position. There was no statistically significant difference between the groups, in relation to the variables age, body mass, stature and BMI, confirming that the groups were paired. There was no statistically significant difference in any of the variables related to spinal curvatures and pelvic position between the studied groups. In the COPD group, there was a correlation between diaphragmatic mobility and thoracic kyphosis (r=-0.543; p=0.009). Regarding the group of apparently healthy individuals, there was no correlation of mobility as the apparently healthy individuals presented the same angles of curvature of the vertebral column and the same position of the pelvis. However, there was a relation between diaphragmatic mobility and the angle of the thoracic curvature in patients with COPD.

9.
Fisioter. Mov. (Online) ; 30(3): 549-558, July-Sept. 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-892003

ABSTRACT

Abstract Introduction: In chronic obstructive pulmonary disease (COPD), airflow resistance impairs respiratory mechanics that may compromise postural alignment. There is a lack of studies that have investigated compromised postures and their possible associations with pulmonary function. Objectives: To compare the postural alignment of COPD patients with apparently healthy individuals; To correlate pulmonary function with postural alignment in the COPD group. Methods: 20 COPD patients and 20 apparently healthy individuals performed: anthropometry, spirometry and postural evaluation. The following postural changes were assessed: lateral head tilt (LHT), shoulder asymmetry (SA1), anterior pelvic asymmetry (APA), lateral trunk tilt (LTT), scapular asymmetry (SA2), posterior pelvic asymmetry (PPA), head protrusion (HP), shoulder protrusion (SP), anterior pelvic tilt (APT) and thoracic kyphosis (TK). Results: There was a statistically significant difference between COPD patients and apparently healthy individuals in the following variables: PPT (p= 0.021), APT (p=0.014) and TK (p=0.011). There was a correlation between pulmonary variables and postural alignment in the COPD group: Forced Volume in one second (FEV1% pred) and HP (°) (r=0.488, p=0.029), FEV1 (% pred) and APT (°) (r= -0.472, p= 0.036); Forced Vital Capacity (FVC % pred) and HP (°) (r=0.568, p=0.009); FVC (% pred) and APT (°) (r=-0.461, p=0.041). Conclusion: Postural alignment of the anterior tilt of the right and left pelvis and thoracic kyphosis is different when compared with COPD patients and healthy individuals. There is a relationship between pulmonary function and postural alignment in COPD patients.


Resumo Introdução: Na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), a resistência ao fluxo aéreo prejudica a mecânica respiratória que pode comprometer o alinhamento postural. Existe uma escassez de estudos que tenham investigado os comprometimentos posturais e suas possíveis relações com a função pulmonar. Objetivos: Comparar o alinhamento postural entre pacientes com DPOC e indivíduos aparentemente saudáveis; correlacionar a função pulmonar com o alinhamento postural no grupo DPOC. Métodos: 20 pacientes com DPOC e 20 indivíduos aparentemente saudáveis realizaram: antropometria, espirometria e avaliação postural. Foram analisadas as alterações posturais: inclinação lateral da cabeça (ILC), desnivelamento dos ombros (DO), desnivelamento pélvico anterior (DPA), inclinação lateral do tronco (ILT), desnivelamento das escápulas (DE), desnivelamento pélvico posterior (DPP), protrusão da cabeça (PC), protrusão de ombro (PO), báscula anterior da pelve (BAP) e cifose torácica (CT). Resultados: Houve diferença estatisticamente significante entre os pacientes com DPOC e os indivíduos aparentemente saudáveis nas variáveis: DPP (0,021), BAP (p=0,014) e CT (p=0,011). Houve correlação entre as variáveis pulmonares e o alinhamento postural no grupo DPOC: volume forçado no primeiro segundo (VEF1 %prev) e PC (°) (r= 0,488, p=0,029), VEF1 (%prev) e BAP (°) (r= -0,472; p= 0,036); Capacidade Vital Forçada (CVF %prev) e PC (°) (r= 0,568; p= 0,009); CVF %prev) e BAP (°) (r= -0,461; p=0,041). Conclusão: O alinhamento postural da báscula anterior da pelve direita e esquerda e da cifose torácica é diferente quando comparados pacientes com DPOC e saudáveis. Existe relação entre a função pulmonar e o alinhamento postural no paciente com DPOC.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive , Posture , Spirometry , Anthropometry , Kyphosis
10.
J. bras. pneumol ; 43(1): 32-37, Jan.-Feb. 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-841260

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To evaluate diaphragmatic mobility in relation to lung function, respiratory muscle strength, dyspnea, and physical activity in daily life (PADL) in patients with COPD. Methods: We included 25 patients with COPD, classified according to the Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease criteria, and 25 healthy individuals. For all of the participants, the following were evaluated: anthropometric variables, spirometric parameters, respiratory muscle strength, diaphragmatic mobility (by X-ray), PADL, and the perception of dyspnea. Results: In the COPD group, diaphragmatic mobility was found to correlate with lung function variables, inspiratory muscle strength, and the perception of dyspnea, whereas it did not correlate with expiratory muscle strength or PADL. Conclusions: In patients with COPD, diaphragmatic mobility seems to be associated with airway obstruction and lung hyperinflation, as well as with ventilatory capacity and the perception of dyspnea, although not with PADL.


RESUMO Objetivo: Avaliar a relação da mobilidade diafragmática com a função pulmonar, força muscular respiratória, dispneia e atividade física de vida diária (AFVD) em pacientes com DPOC. Métodos: Foram avaliados 25 pacientes com diagnóstico de DPOC, classificados de acordo com critérios da Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease, e 25 indivíduos saudáveis. Todos foram submetidos às seguintes avaliações: mensuração antropométrica, espirometria, força muscular respiratória, mobilidade diafragmática (por radiografia), AFVD e percepção de dispneia. Resultados: No grupo DPOC, houve correlações da mobilidade diafragmática com variáveis de função pulmonar, força muscular inspiratória e percepção de dispneia. Não houve correlações da mobilidade diafragmática com força muscular expiratória e AFVD. Conclusões: A mobilidade diafragmática parece estar associada tanto com a obstrução das vias aéreas quanto com a hiperinsuflação pulmonar em pacientes com DPOC, assim como com a capacidade ventilatória e percepção de dispneia, mas não com AFVD.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Diaphragm/physiology , Dyspnea/physiopathology , Exercise/physiology , Muscle Strength/physiology , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/physiopathology , Activities of Daily Living , Cross-Sectional Studies , Diaphragm/diagnostic imaging , Respiratory Muscles/physiology , Spirometry
11.
Fisioter. pesqui ; 22(3): 333-339, jul.-set. 2015. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-767871

ABSTRACT

RESUMO A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é caracterizada pela obstrução do fluxo aéreo, aprisionamento de ar e pela hiperinsuflação pulmonar. Esses fatores fisiopatológicos podem comprometer a mobilidade diafragmática, causar deformidades na caixa torácica e consequentemente aumentar o ângulo da curvatura torácica. Comparamos o ângulo da curvatura torácica entre pacientes com DPOC e indivíduos saudáveis pelo método flexicurva. Participaram do estudo 37 pacientes com DPOC e 37 indivíduos saudáveis. Todos os indivíduos realizaram as seguintes avaliações: antropometria, espirometria e mensuração do ângulo da curvatura torácica. Os dados foram analisados e tratados com análise descritiva como média e desvio-padrão. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para verificar a normalidade dos dados. O teste t de Student foi utilizado para comparar o ângulo da curvatura torácica dos pacientes portadores de DPOC com os indivíduos saudáveis. O nível de significância adotado foi de 5%. A média de idade do grupo com DPOC foi de 65,70±7,91 anos, o índice de massa corporal (IMC), 26,73±5,34kg/m2, e VEF1 (% previsto), 50,65±19,08, apresentando grau de obstrução moderada. Os indivíduos saudáveis apresentaram em média 62,49±7,27 anos, IMC de 26,97±3,55kg/m² e VEF1 (% previsto) de 94,05±9,44. Não houve diferença significante entre os pacientes com DPOC e os indivíduos saudáveis no ângulo da curvatura torácica: 56,67±11,31 e 55,42±9,61 graus, respectivamente (p=0,61). O método flexicurva mostrou-se uma ferramenta útil e prática para avaliar a cifose torácica, identificando que não houve diferença entre as curvaturas torácicas dos pacientes com DPOC com obstrução moderada e dos indivíduos saudáveis.


RESUMEN La enfermedad pulmonar obstructiva crónica (EPOC) se caracteriza por la obstrucción del flujo de aire, aprisionamiento de aire e por la hiperinsuflación pulmonar. Estos factores fisiopatológicos pueden comprometer la movilidad diafragmática, causar deformidades en la caja torácica y consecuentemente aumentar el ángulo de la curvatura torácica. Se comparó el ángulo de la curvatura torácica entre pacientes con EPOC y de individuos sanos mediante el método flexicurva. Participaron del estudio 37 pacientes con EPOC y 37 individuos sanos. Todos los individuos realizaron las siguientes evaluaciones: antropometría, espirometría y medición del ángulo de la curvatura torácica. Los datos fueron analizados y tratados con análisis descriptivo como media y desviación estándar. Se utilizó la prueba de Shapiro-Wilk para comprobar la normalidad de los datos, y la prueba t de Student para comparar el ángulo de la curvatura torácica de los pacientes portadores de EPOC con los individuos sanos. El nivel de significancia adoptado fue del 5%. La edad promedio del grupo con EPOC fue 65,70±7,91 años, el índice de masa corporal (IMC), 26,73±5,34kg/m2, y VEF1 (% previsto), 50,65±19,08, presentando grado de obstrucción moderada. Los individuos sanos presentaron un promedio de 62,49±7,27 años, IMC de 26,97±3,55kg/m² y VEF1 (% previsto) de 94,05±9,44. No hubo diferencia significante entre los pacientes con EPOC y los pacientes sanos en el ángulo de la curvatura torácica: 56,67±11,31 y 55,42±9,61 grados, respectivamente (p=0,61). El método flexicurva ha mostrado ser una herramienta útil y práctica para evaluar la cifosis torácica, identificando que no hubo diferencia entre las curvaturas torácicas de los pacientes con EPOC con obstrucción moderada y de los individuos sanos.


ABSTRACT Chronic obstructive pulmonary disease (COPD) is characterized by airflow obstruction, air entrapment and pulmonary hyperinflation. These pathophysiological factors can compromise the diaphragmatic mobility, causing deformities in the thoracic cavity and consequently increasing the angle of the thoracic curvature. We compared the angle of the thoracic curvature between COPD patients and healthy individuals by the flexicurve method. Thirty-seven patients with COPD and 37 healthy individuals participated in the study. All subjects performed the following evaluations: anthropometry, spirometry, and measurement of the thoracic curvature angle. The data were analyzed and treated with descriptive analysis such as mean and standard deviation. The Shapiro-Wilk test was used to verify the normality of the data. The Student's t-test was used to compare the thoracic curvature angle of patients with COPD with healthy individuals. The significance level adopted was 5%. The mean age of the COPD group was 65.70±7.91 years, body mass index (BMI) of 26.73±5.34kg/m2, and FEV1(expected %) of 50.65±19.08, showing moderate obstruction degree. Healthy individuals showed an average of 7.27±62.49 years, BMI of 26.97±3.55kg/m² and FEV1(expected %) of 94.05±0 9.44. We did not observe any significant difference between patients with COPD and healthy individuals in the thoracic curvature angle: 56.67±11.31 and 55.42±9.61 degrees, respectively (p=0.61). The flexicurve method proved to be a useful and practical tool for assessing the thoracic kyphosis, and it also identified no difference between the thoracic curvature of COPD patients with moderate obstruction and of healthy individuals.

12.
Pediatr. mod ; 50(9)set. 2014.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-740837

ABSTRACT

Objetivo: Avaliar a mobilidade diafragmática (MD) e a mobilidade toracoabdominal (MT) de adolescentes saudáveis brasileiros. Métodos: Foram avaliados 16 adolescentes saudáveis com idade entre 13 e 18 anos, segundo os parâmetros: exame físico, prova de função pulmonar, força muscular respiratória, MD e MT. Resultados: A idade média foi de 15 ± 1,52 anos e IMC de 21,26 ± 3,72 kg/m2. O valor médio da MD foi de 51,05 ± 8,11mm e os valores médios da MT foram 5,60 ± 1,35 cm para a região axilar, 4,94 ± 1,51 cm para a região xifoide e 3,50±1,80cm para a região umbilical. Não foi encontrada correlação entre a MD e a mobilidade axilar (r = 0,083, p= 0,78;), xifoidea (r = -0,21, p = 0,48) e umbilical (r= 0,25, p= 0,40). Também não encontramos correlação entre a MD e a idade (p=0,06, r=0,47), altura (p=0,174, r=0,408), CVF (p = 0,06 e r = 0,479), VEF1 (p = 0,06 e r = 0,474) e IMC (p = 0,276 e r = -0,313), peso (p = 0,581, r = -0,161), PEmáx (p = 0,542 e r= 0,178) e PImáx (p: 0,787, r= -0,079). : Não há, na literatura, pesquisas direcionadas a avaliar a MD em adolescentes e poucos são os estudos que avaliam a MT dessa população. A MD em adolescentes saudáveis não apresentou correlação com nenhuma das variáveis avaliadas. A mobilidade umbilical foi menor quando comparada com a mobilidade da região axilar e xifoidea.

13.
Fisioter. pesqui ; 20(4): 373-378, out.-dez. 2013. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-699055

ABSTRACT

Com o objetivo de avaliar possíveis diferenças nos valores obtidos na realização da cirtometria tóraco-abdominal em ortostatismo comparado com os resultados aferidos em decúbito dorsal, foram avaliados 30 participantes com média de idade de 27,8±4,4 anos, por meio dos seguintes parâmetros: antropometria, prova de função pulmonar e mobilidade tóraco-abdominal pela cirtometria. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para verificar a normalidade dos dados e o teste t pareado para a comparação entre as mensurações obtidas pela cirtometria tóraco-abdominal em decúbito dorsal e em ortostatismo. Não houve diferenças significativas na mobilidade axilar e xifoidea entre as medidas em decúbito dorsal e ortostatismo. A mobilidade abdominal mensurada em ortostatismo (2,54±1,39 cm) foi significativamente menor (34,35%) em comparação à mobilidade obtida em decúbito dorsal (3,71±1,78 cm; p<0,001). A cirtometria torácica pode ser realizada em ortostatismo como uma alternativa para a avaliação de pacientes que referem ortopnéia. A cirtometria abdominal também pode ser realizada nessa postura, com a ressalva de ser esperada uma redução em torno de um terço da mobilidade abdominal obtida em decúbito dorsal...


With the objective to evaluate possible differences in the values obtained in the thoracoabdominal cirtometry in orthostatism compared with the results in supine, 30 subjects with mean age 27.8±4.4 years were evaluated according to the following parameters: anthropometry, pulmonary function test and thocacoabdominal cirtometry. Shapiro-Wilk test was used to verify data normality and the t test was performed in order to compare the thoracoabdominal cirtometry measurements in supine and in orthostatism positions. There were no significant differences in axillar and xiphoid mobility between measurements obtained in supine and orthostatism. The abdominal mobility measured in orthostatism (2.54±1.39 cm) was significantly lower (34.35%) when compared to the mobility obtained in supine (3.71±1.78 cm; p<0.001). The thoracic cirtometry can be performed in orthostatism as an alternative for the evaluation of patients with orthopnea. The abdominal cirtometry can also be performed in this posture, with the expected one-third reduction in the abdominal mobility obtained in supine...


Con el objetivo de evaluar posibles diferencias en los valores obtenidos en la realización de la cirtometría tóraco-abdominal en ortostatismo comparados con los resultados medidos en decúbito dorsal, fueron evaluados 30 participantes con media de edad de 27,8±4,4 años, por medio de los siguientes parámetros: antropometría, prueba de función pulmonar y movilidad tóraco-abdominal por la cirtometría. El test de Shapiro-Wilk fue utilizado para verificar la normalidad de los datos y el test t pareado para la comparación entre las mediciones obtenidas por la cirtometría tóraco-abdominal en decúbito dorsal y en ortostatismo. No hubo diferencias significativas en la movilidad axilar y xifoidea entre las medidas en decúbito dorsal y ortostatismo. La movilidad abdominal medida en ortostatismo (2,54±1,39 cm) fue significativamente menor (34,35%) en comparación a la movilidad obtenida en decúbito dorsal (3,71±1,78 cm; p<0,001). La cirtometría torácica puede ser realizada en ortostatismo como una alternativa para la evaluación de pacientes que refieren ortopnea. La cirtometría abdominal también puede ser realizada en esa postura, con la salvedad de ser esperada una reducción en torno de un tercio de la movilidad abdominal obtenida en decúbito dorsal...


Subject(s)
Humans , Male , Female , Young Adult , Patient Positioning , Posture/physiology , Supine Position , Thorax , Abdominal Circumference , Cross-Sectional Studies , Weights and Measures , Plethysmography , Sagittal Abdominal Diameter
14.
Pediatr. mod ; 49(12)dez. 2013.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-712190

ABSTRACT

Introdução: Recém-nascidos (RN) apresentam peculiaridades anatômicas e fisiológicas que os predispõem a complicações pulmonares, algumas delas associadas a quadros álgicos. A aplicação de técnicas de fisioterapia respiratória (TFR) é parte da terapêutica dos RN sob cuidados intensivos, mas pouco se sabe sobre sua repercussão na dor dessa população. Objetivo: Avaliar e comparar a intensidade da dor e parâmetros cardiorrespiratórios de RN em unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) submetidos a duas diferentes TFR. Métodos: Ensaio clínico randomizado e cego realizado com RN caracterizados quanto a dados gestacionais e antropométricos, condições de internação e sinais de desconforto respiratório (BSA). Randomicamente foram alocados nos grupos: G1 -fisioterapia convencional e G2 - reequilíbrio toracoabdominal. Os neonatos receberam apenas um atendimento e foram avaliados em três momentos (antes - T1; imediatamente após um dos procedimentos - T2; e depois de 15 minutos do término - T3). Foram considerados parâmetros cardiorrespiratórios (saturação de oxigênio, frequências cardíaca e respiratória) e três escalas específicas para avaliação da dor (NIPS, NFCS e PIPP). Para análise dos dados se aplicaram os testes Quiquadrado, Wilcoxon e Mann Whitney, sendo significativos valores de p<0,05. Resultados: Participaram 14 RN, 64,3% femininos e 57,1% pré-termo/muito baixo peso, média de idade gestacional 31,71±3,31semanas, idade 10,43 ± 6,22 dias e peso 1.695,71 ± 540,46 g, sem diferença significativa entre os grupos. Verificou-se queda estatisticamente significativa da frequência cardíaca nos dois grupos (G1: T1xT3 = 147,14x138,71 / p=0,042; G2: T1xT2 = 151,43x139 / p=0,018 e T1xT3 = 151,43x145,57 / p=0,046) e não foi identificada presença de dor. Conclusões: As técnicas de fisioterapia respiratória (TFR) aplicadas reduziram a frequência cardíaca dos RN e não desencadearam dor, nem instabilidade clínica...


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Physical Therapy Modalities , Pain Perception , Infant, Newborn , Intensive Care Units, Neonatal
15.
Rev. bras. saúde matern. infant ; 13(4): 317-327, Oct-Dec/2013. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, BVSAM | ID: lil-697352

ABSTRACT

Verificar os efeitos de técnicas de fisioterapia respiratória (TFR) na dor e na função cardiorrespiratória de recém-nascidos (RN) clinicamente estáveis com prescrição de TFR, internados em unidade de terapia intensiva neonatal. MÉTODOS: ensaio clínico randomizado cego. Os RN foram alocados em três grupos: G1-controle; G2- fisioterapia convencional; G3-reequilíbrio tóracoabdominal. Neonatos do G2 e G3 receberam intervenção em atendimento único. Todos foram avaliados antes, imediatamente após e 15 minutos após o término da intervenção/repouso quanto aos parâmetros cardiorrespiratórios (saturação periférica de oxigênio/SpO2, frequências cardíaca/fc e respiratória/fr) e dor (escalas específicas: NIPS, NFCS e PIPP). Para análise dos dados foram aplicados: testes qui-quadrado, Friedman, Kruskal- Wallis e, posteriormente, análise de comparações múltiplas, com p<0,05 significativo. RESULTADOS: participaram do estudo 60 RN, dos quais 56,7 por cento eram do sexo feminino, 68,3 por cento prétermo/ muito baixo peso, com média de idade gestacional corrigida de 38,88 ± 2,03 semanas, idade de 13,22 ± 7,37 dias e peso de 1603,42 ± 439,16 gramas. Antes da intervenção, os grupos eram equivalentes quanto à presença de dor e parâmetros cardiorrespiratórios basais. Comparando os efeitos de cada um dos procedimentos, entre os grupos e no decorrer das três avaliações, não houve alterações significativas em nenhum dos parâmetros cardiorrespiratórios avaliados (p>0,05) e em relação à dor houve mudanças significativas nas escalas NIPS (G1 e G2, p=0,037 e p=0,011, respectivamente) e PIPP (G2, p=0,005). CONCLUSÕES: técnicas de fisioterapia respiratória ...


To identify the effects of respiratory physiotherapy techniques (RPTs) on pain and cardiorespiratory functioning in clinically stable newborns, in a neonatal intensive care unit. METHODS: a blind randomized clinical assay was carried out. The newborns were allocated to three groups: G1-control; G2-conventional physiotherapy; G3-thoracic-abdominal re-equilibrium therapy. The newborns in G2 and G3 received a single intervention. All were evaluated prior to, immediately after and 15 minutes after the intervention and subsequent rest for cardio-respiratory parameters (peripheral oxygen/SpO2 saturation, cardiac /fc and respiratory /fr frequency) and pain (specific scales: NIPS, NFCS and PIPP). The data were analyzed using the chisquared, Friedman, and Kruskal-Wallis tests, then by way of multiple comparisons. The level of significance was p<0.05. RESULTS: sixty newborns were included in the study, of whom 56.7 percent were female, 68.3 percent preterm/very low weight, with a mean corrected gestational age of 38.88 ± 2.03 weeks, a mean age of 13.22 ± 7.37 days and mean weight of 1603.42 ± 439.16 grams. Prior to the intervention, there was no difference between the groups in terms of pain or baseline cardio-respiratory parameters. Comparison of the effects of each of the procedures, between groups and between the three evaluations, revealed no significant alterations in the cardio-respiratory parameters under study (p>0.05). In relation to pain, there were significant changes in the NIPS scale (G1 and G2, p=0.037 and p=0.011, respectively) and in the PIPP scale (G2, p=0.005). CONCLUSIONS: respiratory physiotherapy techniques did not produce pain or cardio-respiratory instability in the newborns studied...


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Pain , Pain Management , Respiratory Therapy , Intensive Care Units, Neonatal
16.
Braz. j. phys. ther. (Impr.) ; 17(2): 128-136, abr. 2013. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-675710

ABSTRACT

BACKGROUND: Diaphragmatic evaluation is crucial in clinical practice, and no studies have reported the intra- and interobserver reproducibilities of the radiographic method to evaluate diaphragmatic mobility. OBJECTIVE: To analyze the reliability of radiographic measurement as a method for assessing the mobility of the left and right hemidiaphragms. METHOD: Forty-two patients, who were waiting for cholecystectomy surgery, were evaluated relative to the following parameters: physical examination, pulmonary function and radiographic evaluation. The measure of mobility of each hemidiaphragm was randomly determined by two physical therapists at two different times. The intra- and interobserver reproducibilities of the measurements were determined by the intraclass correlation coefficient (ICC[2,1]) and the 95% confidence interval (CI). The Bland-Altman plot was also used. The level of significance was 5%. RESULTS: In the analysis of intra-observer reproducibility in radiographic evaluations of the left and right hemidiaphragms, ICC[2,1] indicated a "very high correlation" for both observer A (ICC[2,1] = 0.99, p <0.001 and ICC[2,1] = 0.97, p <0.001, respectively) and observer B (ICC[2,1] = 0.99, p <0.001 and ICC[2,1] = 0.99 p <0.001, respectively). In the analysis of interobserver reproducibility, the ICC[2,1] indicated a "very high correlation" for the 1st and 2nd radiographic evaluations of the right hemidiaphragm (ICC[2,1] = 0.98 and ICC[2,1] = 0,99, respectively, p <0.001) and left hemidiaphragm (ICC[2,1] = 0.98 and ICC[2,1] = 0.99, respectively, p <0.001). CONCLUSION: The intra and interobserver tests of the radiographic measure of mobility of the left and right hemidiaphragms showed high reliability. .


CONTEXTUALIZAÇÃO: A avaliação diafragmática é fundamental na prática clínica, e não existem estudos que verificam a reprodutibilidade intra e interobservadores do método radiográfico com objetivo de avaliar a mobilidade diafragmática. OBJETIVO: Analisar a confiabilidade da medida radiográfica como método de avaliação da mobilidade dos hemidiafragmas direito e esquerdo. MÉTODO: Foram avaliados 42 pacientes no pré-operatório de colecistectomia. Os parâmetros utilizados foram: exame físico, prova de função pulmonar e avaliação radiográfica. A medida da mobilidade de cada hemidiafragma foi determinada, aleatoriamente, por dois fisioterapeutas em dois momentos. A reprodutibilidade intra e interobservadores das medidas foi determinada pelo Coeficiente de Correlação Intraclasse (ICC[2,1]) e pelo intervalo de confiança (IC) de 95%. A disposição gráfica de Bland & Altman também foi utilizada. O nível de significância adotado foi de 5%. RESULTADOS: Na análise da reprodutibilidade intraobservador, o ICC[2,1] indicou "correlação muito alta" para o observador A na avaliação radiográfica dos hemidiafragmas direito e esquerdo (ICC[2,1] = 0,99, p<0,001 e ICC[2,1] = 0,97 p<0,001, respectivamente) e também para o observador B (ICC[2,1] = 0,99, p<0,001 e ICC[2,1] = 0,99 p<0,001, respectivamente). Na análise da reprodutibilidade interobservadores, o ICC[2,1] indicou "correlação muito alta" para a 1ª e 2ª avaliações radiográficas dos hemidiafragmas direito (ICC[2,1] = 0,98 e ICC[2,1] = 0,99, respectivamente, p<0,001) e esquerdo (ICC[2,1] = 0,98 e ICC[2,1] = 0,99, respectivamente, p<0,001). CONCLUSÃO: ...


Subject(s)
Adult , Aged , Female , Humans , Male , Middle Aged , Young Adult , Diaphragm/physiology , Diaphragm , Movement , Reproducibility of Results
17.
RBM rev. bras. med ; 69(10)out. 2012.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-661209

ABSTRACT

Contextualização: A disfunção diafragmática é sugerida como a principal causa do comprometimento pulmonar e das complicações respiratórias pós-operatórias de pacientes submetidos à colecistectomia. Objetivo: Verificar os efeitos da colecistectomia aberta na mobilidade diafragmática (MD) e na mobilidade toracoabdominal (MT). Método: Estudo analítico, tipo observacional transversal, com amostra de 15 pacientes submetidos à colecistectomia aberta, no Hospital Regional de São José - SC. Os pacientes foram avaliados no pré-operatório e no segundo dia de pós-operatório (2PO). A MD foi analisada pela radiografia torácica na inspiração e expiração máximas. Para mensuração da MT se realizou cirtometria torácica nas regiões axilar, xifoide, basal e umbilical. As frequências respiratória (f) e cardíaca (FC) foram registradas, a intensidade da dor foi avaliada pela escala visual analógica. Na análise dos dados pré e pós-operatório se utilizou o teste de Wilcoxon e a correlação de Pearson (p£0,05). Resultados: Participaram 10 mulheres e 5 homens. O grupo apresentou índice de massa corporal de 30,42±4,48 kg/m2. A média de idade foi de 40,53±9,51 anos (28 a 55 anos). Houve diminuição significativa da MD de 35,91±15,39 cm2 no pré-operatório para 18,56±12,78 cm2 no 2PO (p=0,001). A MT também apresentou redução significativa na medida da cirtometria de todas as regiões (p<0,05). Houve aumento significativo na f, FC e na escala de dor no 2PO (p=0,001, p=0,027 e p=0,016, respectivamente). A diminuição da MD e da MT basal no 2PO apresentou correlação moderada (r=0,533). Conclusões: A colecistectomia aberta reduziu a mobilidade diafragmática e toracoabdominal, evidenciando que pacientes submetidos a esse procedimento cirúrgico apresentam alterações na mecânica respiratória.

18.
Braz. j. phys. ther. (Impr.) ; 16(5): 345-353, Sept.-Oct. 2012. ilus
Article in English | LILACS | ID: lil-654450

ABSTRACT

BACKGROUND: There is currently no consensus on the indication and benefits of breathing exercises for the prevention of postoperative pulmonary complications PPCs and for the recovery of pulmonary mechanics. OBJECTIVE: To undertake a systematic review of randomized and quasi-randomized studies that assessed the effects of breathing exercises on the recovery of pulmonary function and prevention of PCCs after upper abdominal surgery UAS. METHOD: Search Strategy: We searched the Physiotherapy Evidence Database PEDro, Scientific Electronic Library Online SciELO, MEDLINE, and Cochrane Central Register of Controlled Trials. Selection Criteria: We included randomized controlled trials and quasi-randomized controlled trials on pre- and postoperative UAS patients, in which the primary intervention was breathing exercises without the use of incentive inspirometers. Data Collection and Analysis: The methodological quality of the studies was rated according to the PEDro scale. Data on maximal respiratory pressures MIP and MEP, spirometry, diaphragm mobility, and postoperative complications were extracted and analyzed. Data were pooled in fixed-effect meta-analysis whenever possible. RESULTS: Six studies were used for analysis. Two meta-analyses including 66 participants each showed that, on the first day post-operative, the breathing exercises were likely to have induced MEP and MIP improvement treatment effects of 11.44 mmH2O (95%CI 0.88 to 22) and 11.78 mmH2O (95%CI 2.47 to 21.09), respectively. CONCLUSION: Breathing exercises are likely to have a beneficial effect on respiratory muscle strength in patients submitted to UAS, however the lack of good quality studies hinders a clear conclusion on the subject.


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Subject(s)
Humans , Abdomen/surgery , Breathing Exercises , Lung Diseases/prevention & control , Postoperative Complications/prevention & control , Respiratory Mechanics , Randomized Controlled Trials as Topic , Recovery of Function
19.
ACM arq. catarin. med ; 41(3)jul.-set. 2012.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-664818

ABSTRACT

O presente estudo objetivou apresentar as evidênciasencontradas na literatura em relação à utilização de instrumentaisfisioterapêuticos em pacientes submetidos acirurgias abdominais altas (CAA), uma vez que, os instrumentaisfisioterapêuticos são indicados para prevenção,tratamento, redução do risco e gravidade das complicaçõespulmonares pós-operatórias. Utilizou-se as bases de dadoscomputadorizadas PEDro, Pubmed e SciELO. A busca foi realizadaa partir dos descritores ?physiotherapy?, ?upper abdominalsurgery? e ?pediatry?, elencando-se 92 artigos, dosquais, seguindo os critérios de inclusão, 21 foram aceitos eselecionados para presente revisão. Os 71 estudos restantesforam excluídos. Para inclusão dos estudos, os mesmosdeveriam abordar aspectos relacionados à IF, associadosou não à cinesioterapia respiratória, nas cirurgias abdominaisem todas as faixas etárias. Dos 21 artigos analisados,nenhum trabalho foi encontrado envolvendo a cirurgia abdominalna pediatria. Todos os estudos incluíram adultos eavaliaram os efeitos de instrumentais fisioterapêuticos naprevenção de complicações pulmonares, na adequação deparâmetros fisiológicos e mecânicos, nos volumes e capacidadespulmonares. São positivas as evidências quanto àaplicação de padrões ventilatórios, uso da ventilação compressão positiva, utilização da espirometria de incentivoe das manobras de higiene brônquica nos parâmetros deavaliação considerados. Os estudos retratam resultados satisfatórioscom a utilização de IF no pós-operatório de CAA,mas são carentes os ensaios clínicos avaliando a repercussãodessa terapêutica em crianças.


This study aimed to present the evidence in the literatureregarding the use of instrumental physiotherapy (IF)in patients undergoing upper abdominal surgery (UAS),since the IF are indicated for the prevention, treatment,reducing the risk and severity of postoperative pulmonarycomplications. We used the computerized databasesPEDro, PubMed and SciELO. The search was performedwith the descriptors ?Physiotherapy?, ?upper abdominalsurgery? and ?Pediatry?, listing up 92 articles, which,following the inclusion criteria, 21 were accepted andselected for this review, the remaining 71 studies wereexcluded. For inclusion of studies, they should addressissues related to IF, associated or not with respiratoryexercise in abdominal surgery in all age groups. Of the21 articles analyzed, no paper was found involving abdominalsurgery in pediatrics. All studies included adultsand evaluated the effects of IF in the prevention of pulmonarycomplications, adequacy of mechanical and physiologicalparameters in lung volumes and capacities. Arepositive evidence as to the application of ventilatory patterns,use of positive pressure ventilation, use of incentivespirometry and bronchial hygiene evaluation of theparameters considered. The studies portray satisfactoryresults with the use of IF in the postoperative period ofUAS, but are lacking clinical trials evaluating the effect ofthis therapy in children.

20.
J. bras. pneumol ; 38(2): 257-263, mar.-abr. 2012. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-623405

ABSTRACT

OBJETIVO: Avaliar a magnitude de mudanças diurnas em parâmetros de função pulmonar e de força e resistência dos músculos respiratórios em uma amostra de pacientes com DPOC. MÉTODOS: Um grupo com 7 pacientes foi submetido a espirometria e a determinação de PImáx e PEmáx em dois momentos (entre 8h00 e 8h30 e entre 16h30 e 17h00) em um único dia. Os pacientes permaneceram em repouso na área do laboratório entre as avaliações. RESULTADOS: De acordo com o sistema de estadiamento da Global Initiative for Chronic Obstructive Pulmonary Disease, a doença foi classificada em moderada, grave e muito grave em 1, 3 e 3 pacientes, respectivamente. Da primeira para a segunda avaliação, houve uma queda significativa em CVF, VEF1 e PEmáx (de 13%, 15% e 10%, respectivamente), bem como uma queda não significativa em PFE, PImáx e ventilação voluntária máxima (de 9%, 3% e 11%, respectivamente). CONCLUSÕES: Nesta amostra de pacientes com DPOC, houve variações diurnas nos parâmetros de função pulmonar e de força de músculos respiratórios. Os valores de VEF1, CVF e PEmáx foram significativamente menores à tarde do que de manhã.


OBJECTIVE: To evaluate the magnitude of diurnal changes in the parameters of pulmonary function and respiratory muscle strength/endurance in a sample of patients with COPD. METHODS: A group of 7 patients underwent spirometry, together with determination of MIP and MEP, at two distinct times (between 8:00 and 8:30 a.m. and between 4:30 and 5:00 p.m.) on a single day. Between assessments, the patients remained at rest in the laboratory. RESULTS: In accordance with the Global Initiative for Chronic Obstructive Pulmonary Disease staging system, COPD was classified as moderate, severe, and very severe in 1, 3, and 3 of the patients, respectively. From the first to the second assessment, there were significant decreases in FVC, FEV1, and MEP (of 13%, 15%, and 10%, respectively), as well as (less than significant) decreases in PEF, MIP, and maximal voluntary ventilation (of 9%, 3%, and 11%, respectively). CONCLUSIONS: In this sample of COPD patients, there were diurnal variations in the parameters of pulmonary function and respiratory muscle strength. The values of FEV1, FVC, and MEP were significantly lower in the afternoon than in the morning.


Subject(s)
Aged , Female , Humans , Male , Middle Aged , Circadian Rhythm/physiology , Muscle Strength/physiology , Pulmonary Disease, Chronic Obstructive/physiopathology , Respiratory Muscles/physiopathology , Respiratory Function Tests , Severity of Illness Index , Spirometry
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