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1.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 32(6): 683-690, Nov.-Dez. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: biblio-1054612

ABSTRACT

Resumo Objetivo: Investigar a prevalência do alto risco entre casos de óbitos a partir da classificação de risco de complicações clínicas associadas a aids e sua relação com variáveis sociodemográficas e terapêuticas. Métodos: Estudo epidemiológico, retrospectivo, envolvendo 80 casos de óbito por aids ocorridos entre 2007 e 2015 em um Estado do Nordeste brasileiro. A estratificação do risco considerou indicadores de acompanhamento obtidos no diagnóstico da infecção, atribuindo-se valores de 1,2 para carga viral, e 1,2 e 3 aos indicadores de linfócitos T CD4+, quantidade de doenças oportunistas, manifestações clínicas e doenças crónicas, com escore variando entre 5 e 14. Quanto maior esse escore, maior o risco para complicações clínicas. Os dados foram analisados estimando a prevalência e razão de prevalência para o alto risco, seguido do método de Weight of Evidence e estatística D de Somers. Resultados: Dos 80 casos estudados, 51,2% foram alocados no estrato de alto risco. O registro de antecedentes psiquiátricos aumentou em 2 vezes a prevalência para o alto risco e a faixa etária apresentou forte relação com esse estrato. A contagem de linfócitos T-CD4+, doenças oportunistas e manifestações clínicas foram os indicadores que apresentaram maior força de associação com a estratificação de risco. Conclusão: O estudo mostrou a prevalência do alto risco para o desenvolvimento de complicações clínicas, maior força associativa nos indicadores LT-CD4+, doenças oportunistas e manifestações clínicas com escore de risco proposto. Estes resultados sugerem a necessidade de atenção especial dos serviços de atenção especializada aos indivíduos acompanhados em nível ambulatorial.


Resumen Objetivo: Investigar la prevalencia del alto riesgo de casos de óbitos a partir de la clasificación de riesgo de complicaciones clínicas asociadas al SIDA y su relación con variables sociodemográficas y terapéuticas. Métodos: Estudio epidemiológico, retrospectivo, que incluyó 80 casos de óbito por SIDA ocurridos entre 2007 y 2015 en un estado del Nordeste brasileño. La estratificación del riesgo consideró indicadores de seguimiento obtenidos en el diagnóstico de la infección, con valores 1 y 2 para carga viral y 1,2 y 3 para indicadores de linfocitos T CD4+, cantidad de enfermedades oportunistas, manifestaciones clínicas y enfermedades crónicas, con puntuación que varía de 5 a 14. Cuanto más alta la puntuación, mayor riesgo de complicaciones clínicas. Los datos fueron analizados estimando la prevalencia y razón de prevalencia del alto riesgo, seguido del método de Weight of Evidence y estadística D de Somers. Resultados: De los 80 casos estudiados, el 51,2% fue ubicado en el estrato de alto riesgo. El registro de antecedentes psiquiátricos aumentó dos veces la prevalencia del alto riesgo y el grupo de edad presentó una fuerte relación con este estrato. El recuento de linfocitos T CD4+, enfermedades oportunistas y manifestaciones clínicas fueron los indicadores que presentaron mayor fuerza de asociación con la estratificación del riesgo. Conclusión: El estudio demostró la prevalencia del alto riesgo de desarrollo de complicaciones clínicas, mayor fuerza asociativa en los indicadores LT CD4+, enfermedades oportunistas y manifestaciones clínicas con puntuación de riesgo propuesto. Estos resultados sugieren la necesidad de una atención especial a los servicios de atención especializada a los individuos acompañados de forma ambulatoria.


Abstract Objective: To investigate the high risk prevalence among deaths from the risk classification of clinical complications associated with AIDS and its relation with sociodemographic and therapeutic variables. Methods: A retrospective epidemiological study involving 80 cases of death from AIDS between 2007 and 2015 in a Northeastern Brazilian state. Risk stratification considered follow-up indicators obtained in the infection diagnosis, assigning values of 1,2 for viral load, and 1,2 and 3 for CD4 + T lymphocytes indicators, number of opportunistic diseases, clinical manifestations and chronic diseases. ranging from 5 to 14. The higher this score, the greater the risk for clinical complications. Data were analyzed by estimating prevalence and prevalence ratio for high risk, followed by Weight of Evidence method and Somers' D statistic. Results: Of the 80 cases studied, 51.2% were allocated to the high-risk stratum. The record of psychiatric history increased by 2 times the prevalence for high risk and age group was strongly related to this stratum. T-CD4 + lymphocyte count, opportunistic diseases and clinical manifestations were the indicators that showed the strongest association strength with risk stratification. Conclusion: The study showed the prevalence of high risk for the development of clinical complications, greater associative strength in LT-CD4 + indicators, opportunistic diseases and clinical manifestations with proposed risk score. These results suggest the need for special attention from specialized care services to outpatients.

2.
Cogitare enferm ; 24: e60578, 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | ID: biblio-1055930

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: analisar a relação entre o desempenho cognitivo e a fragilidade de idosos da comunidade. Método: estudo transversal, observacional e quantitativo, realizado no período de agosto a dezembro de 2016, com 126 idosos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família de João Pessoa-PB. O Mini Exame do Estado Mental foi utilizado para a avalição cognitiva e a Escala de Fragilidade de Edmonton para a fragilidade. Foi realizada análise descritiva e inferencial, aplicaram-se testes de Qui-Quadrado de Independência, Spearman, Kendall, Coeficiente de Cramér e Razão de Chance. Resultados: na avaliação do desempenho cognitivo, verificou-se que 24 (19%) idosos manifestaram déficit cognitivo e 50 (39,6%) demonstraram ser frágeis. Os idosos com déficit cognitivo apresentaram 2,56 (IC95%: 0,55-0,96) mais chance de serem frágeis. Conclusão: evidenciou-se relação estatística significante entre o desempenho cognitivo com a fragilidade em idosos da comunidade, evidenciando que idosos que têm déficit cognitivo apresentam maior probabilidade de serem frágeis.


RESUMEN Objetivo: analizar la relación entre el desempeño cognitivo y la fragilidad de ancianos de la comunidad. Método: estudio trasversal, observacional y cuantitativo, que se realizó en el periodo de agosto a diciembre de 2016, con 126 ancianos registrados en una Unidad de Salud de Familia de João Pessoa, PB. Se utilizó el Mini Examen de Estado Mental para la evaluación cognitiva y la Escala de Fragilidad de Edmonton para la fragilidad. Se realizó análisis descriptivo y de inferencia, además de la aplicación de pruebas de Chi Cuadrado de Independencia, Spearman, Kendall, Coeficiente de Cramér y Razón de Chance. Resultados: en la evaluación del desempeño cognitivo, se verificó que 24 (19%) ancianos manifestaron déficit cognitivo y 50 (39,6%) demostraron fragilidad. Los ancianos con déficit cognitivo presentaron 2,56 (IC95%:0,55-0,96) más probabilidad de fragilidad. Conclusión: se evidenció relación estadística significante entre el desempeño cognitivo y la fragilidad en ancianos de la comunidad, apuntando que ancianos que tienen déficit cognitivo presentan más probabilidad de ser frágiles.


ABSTRACT Objective: To analyze the relationship between cognitive performance and frailty in community-dwelling elderly. Method: Cross-sectional, observational and quantitative study conducted in August-December 2016, with 126 elderly registered in a Family Health Unit of João Pessoa, state of Paraíba. Mini Mental State Examination (MMSE) was used for cognitive assessment and the Edmonton Frailty Scale was used for the assessment for frailty. Descriptive and inferential analysis were performed, and Pearson's chi-square test of independence, Nonparametric Spearman and Kendall tests and Cramér's V Coefficient and Odds Ratio (OR) tests were applied. Results: The cognitive performance assessment revealed that 24 (19%) elderly had cognitive impairment and 50 (39.6%) were frail. Elderly people with cognitive impairment were 2.56 (95% CI: 0.55-0.96) more likely to be frail. Conclusion: There was a statistically significant relationship between cognitive performance and frailty among community-dwelling elderly, demonstrating that older people with cognitive impairment are more likely to be frail.

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