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1.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 55(supl.1): e0264, 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1356780

ABSTRACT

Abstract INTRODUCTION: The COVID-19 pandemic has had a great impact on the behavior of individuals and the organization of health systems. This study analyzed the COVID-19 pandemic's effect on public hospitalizations for cardiovascular diseases (CVD) in a large city in Brazil, Belo Horizonte, MG, with approximately 2.5 million inhabitants. METHODS: In a time-series analysis, this study used administrative data from the national "Hospital Information System" from 2010 to February 2020 to estimate the expected number of hospitalizations for CVD by month during the COVID-19 pandemic in Belo Horizonte in 2020 using the Auto-Regressive Integrated Moving Average model. For CVD, this study compared the expected number of hospital admissions, intensive care use, deaths during hospitalization, and mean length of stay with the observed number during the period. RESULTS: There were 6,517 hospitalizations for CVD from March to December 2020, a decrease of 16.3% (95% CI: 4.7-25.3) compared to the projected. The number of intensive care hospitalizations for CVD fell 24.1% (95% CI 13-32.7). The number of deaths also decreased (17.4% [80% CI: 0 - 0.30]), along with the reduction in hospitalizations, as did the length of stay for CVD hospitalizations. These reductions, however, were not significant. CONCLUSIONS: Hospitalizations for CVD were 16.3% lower than expected in a large Brazilian city, possibly due to the fear of getting infected or going to hospitals. Public campaigns informing how to proceed in case of CVD show that prompt urgent attention is essential to mitigate the indirect effects of the pandemic on CVD.

2.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(4): 1207-1219, abr. 2021. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1285919

ABSTRACT

Resumo O objetivo deste artigo é comparar as prevalências autorreferidas e medidas por exames laboratoriais, assim como a ocorrência de valores de falsos positivos e negativos, para diabetes, doença renal crônica e hipercolesterolemia. Foram utilizadas informações da entrevista e exames laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde (2013, 2014-2015). Foram calculadas a sensibilidade e a especificidade, segundo sexo, idade, escolaridade, ter plano de saúde e tempo desde a última consulta médica. Por meio de regressão logística, foram analisados fatores associados à ocorrência de falsos positivos e falsos negativos. A sensibilidade foi mais elevada para o diabetes e entre os idosos e os que tiveram consulta médica mais recentemente. A especificidade foi alta para todas as doenças, com melhor desempenho entre os jovens, os com alta escolaridade e os que consultaram há mais de um ano. As chances de falsos positivos e falsos negativos diminuíram com a escolaridade e aumentaram com a idade. A sensibilidade baixa indica que as prevalências podem ser mais elevadas que as medidas autoreferidas apontam.


Abstract This paper aims to compare the self-reported prevalence measured by laboratory tests and the false positive and negative values for diabetes, chronic kidney disease, and hypercholesterolemia. We used information from the interview and laboratory tests of the National Health Survey (2013, 2014-2015). Sensitivity and specificity were calculated by gender, age, schooling, having health insurance, and time since the last medical visit. We used logistic regression to analyze associated factors with false positives and negatives. Sensitivity was higher for diabetes and among older adults and those who had a medical visit more recently. Specificity was high for all diseases, with better performance among younger people, those with high schooling, and a visit more than one year ago. The likelihood of false positives and negatives decreased with schooling and increased with age. Low sensitivity suggests that prevalence might be higher than indicated by self-reported measures.


Subject(s)
Humans , Aged , Diabetes Mellitus/diagnosis , Diabetes Mellitus/epidemiology , Renal Insufficiency, Chronic/diagnosis , Renal Insufficiency, Chronic/epidemiology , Hypercholesterolemia/diagnosis , Hypercholesterolemia/epidemiology , Self Report , Laboratories
3.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(4): 1221-1231, abr. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1285914

ABSTRACT

Resumo O estudo visa comparar a proporção de indivíduos classificados como portadores de alto risco cardiovascular (RCV) na população adulta brasileira, segundo seis diferentes calculadoras de risco, visando analisar a concordância entre as medidas. Estudo transversal, no qual foram utilizados dados laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). As prevalências do RCV em 10 anos para a população entre 45 e 64 anos foram: Escore de risco global (ERG) da Sociedade Geral de Cardiologia (SBC):38,1%, "American College of Cardiology" e "American Heart Association" ACC/AHA, 44,1%, "Framingham Heart Study"/ERG 19,4%, SCORE da "European Society of Cardiology", 14,6, Organização Mundial da Saúde/Sociedade Internacional de hipertensão (OMS/ISH) e Lim et al. As calculadoras de RCV apresentaram baixa concordância para identificar os indivíduos de alto risco e alta concordância dos de risco baixo/moderado, exceto pela ACC/AHA. O emprego de diferentes calculadoras resultou em diferentes populações elegíveis para iniciar a terapia farmacológica para prevenção cardiovascular, o que pode implicar em percepções de risco inadequadas, baixo custo efetividade desse tratamento e dificuldade de implementação de políticas públicas.


Abstract This study compares the proportion of the Brazilian adult population classified as being at high risk of cardiovascular disease (CVD) based on six different CVD risk calculators in order to assess the agreement across different tools. A cross-sectional study was conducted using laboratory data from the National Health Survey (NHS). The prevalence rates of high 10-year risk of CVD among individuals aged between 45 and 64 years were as follows: Brazilian Society of Cardiology (BSC) global risk score (GRS) - 38.1%; American College of Cardiology/American Heart Association (ACC/AHA) score - 44.1%; Framingham Heart Study/GRS - 19.4%; European Society of Cardiology SCORE - 14.6%; World Health Organization/International Society of Hypertension (WHO/ISH) score - 3.1%; and Lim et al. - 2.5%. The CVD calculators showed poor agreement for the identification of high-risk individuals and a high level of agreement for the identification of low/moderate risk individuals, except for the ACC/AHA risk score. The findings show that the proportion of individuals classified as eligible for preventive drug therapy varies from tool to tool, which could lead to the misinterpretation of risk, poor cost-effectiveness of therapy and difficulty implementing public policies.


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Cardiovascular Diseases/epidemiology , Hydroxymethylglutaryl-CoA Reductase Inhibitors , United States , Brazil/epidemiology , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Risk Assessment
4.
Arq. bras. cardiol ; 116(3): 423-431, Mar. 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1248879

ABSTRACT

Resumo Fundamento: As doenças cardiovasculares são a principal causa de morbimortalidade, altos custos com saúde e perdas econômicas importantes. O escore de Framingham tem sido amplamente utilizado para estratificar o risco dos indivíduos avaliados, identificando aqueles com risco maior para que sejam implementadas medidas de prevenção direcionadas para esse grupo. Objetivos: Estimar o risco cardiovascular em 10 anos da população brasileira adulta. Métodos: Estudo transversal, utilizando dados laboratoriais de uma subamostra da Pesquisa Nacional de Saúde. Para calcular o risco cardiovascular, utilizou-se o escore de Framingham, estratificado por sexo. Resultados: A maioria das mulheres (58,4%) apresentou baixo risco cardiovascular, 32,9%, risco médio e 8,7%, risco elevado. Entre homens, 36,5% apresentaram risco cardiovascular baixo, 41,9%, risco médio e 21,6%, risco elevado. O risco aumentou com a idade e foi elevado na população com baixa escolaridade. A proporção dos componentes do modelo de Framingham, por grupos de risco e sexo, mostra que, no risco elevado entre mulheres, os indicadores que mais contribuíram para o risco cardiovascular foram: a pressão arterial sistólica, colesterol total, HDL, diabetes e tabagismo. Entre homens, pressão arterial sistólica, colesterol total, HDL, tabagismo e diabetes. Conclusões: Trata-se do primeiro estudo nacional com dados laboratoriais a estimar o risco de doença cardiovascular em dez anos. Os escores de risco são úteis para subsidiar as práticas de prevenção dessas doenças, considerando o contexto clínico e epidemiológico.


Abstract Background: Cardiovascular diseases are the leading cause of morbidity and mortality, resulting in high health costs and significant economic losses. The Framingham score has been widely used to stratify the cardiovascular risk of the individuals, identifying those at higher risk for the implementation of prevention measures directed to this group. Objective: To estimate cardiovascular risk at 10 years in the adult Brazilian population. Methods: Cross-sectional study using laboratory data from a subsample of the National Health Survey. To calculate cardiovascular risk, the Framingham score stratified by sex was used. Results: Most women (58.4%) had low cardiovascular risk, 32.9% had medium risk and 8.7% had high risk. Among men, 36.5% had low cardiovascular risk, 41.9% had medium risk and 21.6% had high risk. The risk increased with age and was high in the low-educated population. The proportion of the components of the Framingham model, by risk and sex, shows that, among women at high risk, the indicators that mostly contributed to cardiovascular risk were: systolic blood pressure, total cholesterol, HDL, diabetes and tobacco. Among men, systolic blood pressure, total cholesterol, HDL, tobacco and diabetes. Conclusion: The study estimates, for the first time in Brazil, the risk of developing cardiovascular disease in ten years. The risk score is useful to support the prevention practices of these diseases, considering the clinical and epidemiological context.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Cardiovascular Diseases/etiology , Cardiovascular Diseases/epidemiology , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Risk Assessment , Heart Disease Risk Factors
5.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(2): 531-540, fev. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1153803

ABSTRACT

Resumo O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de pré-diabetes e hiperglicemia intermediária em adultos brasileiros, considerando diferentes critérios diagnósticos, e estabelecer fatores associados à sua ocorrência. Análise dos dados laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde, coletados em 2014 e 2015. Foram calculadas as prevalências das condições conforme critérios da Associação Americana de Diabetes (ADA) - Hemoglobina Glicada (HbA1c) 5,7 a 6,4% - e da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 6 - 6,4% entre aqueles que não tinham critério para diabetes. Razões de prevalência (RP) brutas e ajustadas e IC 95% foram calculados por regressão de Poisson com variância robusta. A prevalência de pré-diabetes pelo critério ADA foi de 18,5% e de 7,5% pelo critério da OMS. Verificou-se um gradiente de aumento das prevalências segundo a idade da população e presença de fatores de risco como hipertensão arterial, obesidade, circunferência abdominal elevada e baixo colesterol HDL. Os menos escolarizados e os declarados pretos apresentaram prevalências superiores. Este estudo aponta um intervalo entre 7,5 a 18,5% de adultos brasileiros que apresentam pré-diabetes e hiperglicemia intermediária, além de identificar um escore de risco para a ocorrência dessa condição.


Abstract This study aimed to evaluate the prevalence of prediabetes and intermediate hyperglycemia in Brazilian adults, according to different diagnostic criteria, and establish associated factors to its occurrence. We analyzed the National Health Survey laboratory data collected from 2014 to 2015. The prevalence of the conditions was calculated according to the American Diabetes Association (ADA) diagnostic criteria based on glycated hemoglobin (HbA1c) 5.7%-6.4%, and the World Health Organization (WHO) 6-6.4%, among those without criteria for diabetes. Crude and adjusted prevalence rates (PR) and 95% CI were calculated using Poisson regression with robust variance. The prevalence of prediabetes by ADA and WHO criteria was 18.5 and 7.5%, respectively. We observed a gradient of increased prevalence by the age of the population and risk factors, like arterial hypertension, obesity, elevated waist circumference, and low HDL cholesterol levels. Less educated people and the self-declared black had a higher prevalence. This study pointed out a range from 7.5 to 18.5% of Brazilian adults with prediabetes and intermediate hyperglycemia and identified a risk score to this condition's occurrence.


Subject(s)
Humans , Adult , Prediabetic State/epidemiology , Hyperglycemia/epidemiology , Blood Glucose , Brazil/epidemiology , Prevalence , Risk Factors , Health Surveys
6.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(2): e2020369, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1279008

ABSTRACT

Objetivo: Estimar a prevalência de risco cardiovascular (RCV) elevado, a proporção de pessoas com RCV elevado que recebem tratamento e aconselhamento, e investigar os fatores sociodemográficos associados ao desfecho, no Brasil. Métodos: Estudo transversal, com dados de subamostra da Pesquisa Nacional de Saúde, coletados por exames bioquímicos, em 2014-2015. Empregou-se regressão de Poisson. Resultados: A proporção de RCV elevado em homens foi de 11,2% (IC95% 9,6;12,9), e em mulheres, de 10,4% (IC95% 9,2;11,8%). No grupo com RCV elevado, 68,8% (IC95% 63,7;73,4%) receberam aconselhamento; 59,3% (IC95% 54,2;64,3%), medicamento; e 55,6% (IC95% 50,4;60,7%), ambos. Na análise multivariável, receber tratamento e aconselhamento mostrou associação com a idade de 50 anos e mais, e com autoavaliação de saúde ruim/muito ruim (RP=1,26 - IC95% 1,06;1,51). Conclusão: A proporção de pessoas com RCV elevado que receberam tratamento e aconselhamento foi superior a 50%.


Objetivo: Estimar la prevalência de riesgo cardiovascular (RCV) elevado, la proporción de personas con RCV elevado que reciben tratamiento y asesoramiento, e investigar los factores sociodemográficos asociados al resultado, en Brasil. Métodos: Estudio transversal, con datos de la submuestra de la Investigación Nacional de Salud, recolectados por exámenes bioquímicos, en 2014-2015. Se usó la regresión de Poisson. Resultados: La proporción de RCV elevado en hombres fue del 11,2% (IC95% 9,6; 12,9) y en mujeres del 10,4% (IC95% 9,2;11,8%). En el grupo con RCV elevado, 68,8% (IC95% 63,7; 73,4%) recibió asesoramiento, 59,3% (IC95% 54,2;64,3%) medicamento y 55,6% (IC95% 50,4;60,7%) ambos. En el análisis multivariable, recebir tratamiento y asesoramiento se mostró asociado a la edad de 50 años y más, y a autoevaluación de salud mala/muy mala (RP=1,26 - IC95% 1,06;1,51). Conclusión: La proporción de personas con RCV elevado que recibió tratamiento y asesoramiento fue superior a 50%.


Objective: To estimate the prevalence of high cardiovascular risk (CVR), the proportion of people with high CVR who receive treatment and counseling, and to investigate the sociodemographic factors associated with this outcome, in Brazil. Methods: This was a cross-sectional study, using subsample data from the National Health Survey, collected via biochemical tests, in 2014-2015. Poisson regression was used. Results: The proportion of high CVR in men was 11.2% (95%CI 9.6;12.9), and 10.4% (95%CI 9.2;11.8%) in women. In the group with high CVR, 68.8% (95%CI 63.7;73.4%) received counseling, 59.3% (95%CI 54.2;64.3%) received medication, and 55.6% (95%CI 50.4;60.7%) received both. In the multivariate analysis, receiving treatment and counseling was associated with being aged 50 years and over, and poor/very poor self-rated health (PR=1.26 - 95%CI 1.06;1.51). Conclusion: The proportion of people with high CVR who had received treatment and counseling was over 50%.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Cardiovascular Diseases/epidemiology , Cardiac Rehabilitation/statistics & numerical data , Heart Disease Risk Factors , Heart Diseases/drug therapy , Brazil/epidemiology , Cardiovascular Agents/administration & dosage , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Secondary Prevention/statistics & numerical data
7.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(2): e2020369, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1286342

ABSTRACT

Resumo Objetivo: Estimar a prevalência de risco cardiovascular (RCV) elevado, a proporção de pessoas com RCV elevado que recebem tratamento e aconselhamento, e investigar os fatores sociodemográficos associados ao desfecho, no Brasil. Métodos: Estudo transversal, com dados de subamostra da Pesquisa Nacional de Saúde, coletados por exames bioquímicos, em 2014-2015. Empregou-se regressão de Poisson. Resultados: A proporção de RCV elevado em homens foi de 11,2% (IC95% 9,6;12,9), e em mulheres, de 10,4% (IC95% 9,2;11,8%). No grupo com RCV elevado, 68,8% (IC95% 63,7;73,4%) receberam aconselhamento; 59,3% (IC95% 54,2;64,3%), medicamento; e 55,6% (IC95% 50,4;60,7%), ambos. Na análise multivariável, receber tratamento e aconselhamento mostrou associação com a idade de 50 anos e mais, e com autoavaliação de saúde ruim/muito ruim (RP=1,26 - IC95% 1,06;1,51). Conclusão: A proporção de pessoas com RCV elevado que receberam tratamento e aconselhamento foi superior a 50%.


Resumen Objetivo: Estimar la prevalência de riesgo cardiovascular (RCV) elevado, la proporción de personas con RCV elevado que reciben tratamiento y asesoramiento, e investigar los factores sociodemográficos asociados al resultado, en Brasil. Métodos: Estudio transversal, con datos de la submuestra de la Investigación Nacional de Salud, recolectados por exámenes bioquímicos, en 2014-2015. Se usó la regresión de Poisson. Resultados: La proporción de RCV elevado en hombres fue del 11,2% (IC95% 9,6; 12,9) y en mujeres del 10,4% (IC95% 9,2;11,8%). En el grupo con RCV elevado, 68,8% (IC95% 63,7; 73,4%) recibió asesoramiento, 59,3% (IC95% 54,2;64,3%) medicamento y 55,6% (IC95% 50,4;60,7%) ambos. En el análisis multivariable, recebir tratamiento y asesoramiento se mostró asociado a la edad de 50 años y más, y a autoevaluación de salud mala/muy mala (RP=1,26 - IC95% 1,06;1,51). Conclusión: La proporción de personas con RCV elevado que recibió tratamiento y asesoramiento fue superior a 50%.


Abstract Objective: To estimate the prevalence of high cardiovascular risk (CVR), the proportion of people with high CVR who receive treatment and counseling, and to investigate the sociodemographic factors associated with this outcome, in Brazil. Methods: This was a cross-sectional study, using subsample data from the National Health Survey, collected via biochemical tests, in 2014-2015. Poisson regression was used. Results: The proportion of high CVR in men was 11.2% (95%CI 9.6;12.9), and 10.4% (95%CI 9.2;11.8%) in women. In the group with high CVR, 68.8% (95%CI 63.7;73.4%) received counseling, 59.3% (95%CI 54.2;64.3%) received medication, and 55.6% (95%CI 50.4;60.7%) received both. In the multivariate analysis, receiving treatment and counseling was associated with being aged 50 years and over, and poor/very poor self-rated health (PR=1.26 - 95%CI 1.06;1.51). Conclusion: The proportion of people with high CVR who had received treatment and counseling was over 50%.

8.
Rev. bras. epidemiol ; 24(supl.2): e210012, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1351755

ABSTRACT

ABSTRACT: Objective: to estimate the prevalence and factors associated with angina pectoris in the Brazilian adult population and per federated units. Methods: Cross-sectional descriptive study that analyzed data from the National Survey of Health 2019 and assessed the prevalence of angina in the Brazilian population. Angina was defined as chest pain or discomfort when climbing hills or stairs, or when walking fast on flat terrain (angina I) or when walking at normal speed on flat terrain (angina II). Prevalence, crude and adjusted prevalence ratios were calculated, with a 95% confidence interval, according to sociodemographic characteristics (sex, age group, self-reported race/skin color and region of residence) and federative units. Results: The prevalence of mild angina (grade I) was 8.1% and of moderate/severe angina (grade II) was 4.5%, being both more prevalent in women (9.8 and 5.5%, respectively). The prevalence increased progressively with age and was inversely proportional to years of formal study. Grade I angina was higher in individuals self-reportedly black and residents of Sergipe (10,4%). Angina II was more prevalent in people self-reportedly brown and living in Amazonas (6.3%). Conclusion: Angina affects more than 10% of the Brazilian population aged 18 years old and more, with higher prevalence in states in the North and Northeast. This is a problem that affects the most vulnerable populations unequally, which places coronary heart disease as a public health problem and points to the need to think about public policies aimed at these strata of the population.


RESUMO: Objetivo: Estimar a prevalência e fatores associados à angina do peito na população adulta brasileira e por unidades federadas. Métodos: Estudo transversal descritivo, que analisou os dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019 e avaliou a angina na população brasileira. A angina foi definida como dor ou desconforto no peito ao subir ladeiras ou um lance de escadas, ou ao caminhar rapidamente no plano (angina I) ou em velocidade normal no plano (angina II). Foram calculadas as prevalências, razão de prevalência bruta e ajustada, com intervalo de confiança de 95%, segundo características sociodemográficas (sexo, faixa etária, raça/cor da pele autodeclarada e região de moradia) e unidades federativas. Resultados: A prevalência de angina leve (grau I) foi de 8,1% e da angina moderada/grave (grau II), 4,5%, ambas mais prevalentes em mulheres (9,8 e 5,5%, respectivamente). As prevalências aumentaram progressivamente com o avanço da idade e foram inversas aos anos de estudo formal. Angina grau I foi mais elevada em indivíduos da raça/cor da pele autodeclarada preta e residentes em Sergipe (10,4%). A angina II foi mais prevalente em pessoas de raça/cor da pele autodeclarada parda, que vivem no Amazonas (6,3%). Conclusão: A angina afeta mais de 10% da população brasileira acima de 18 anos, com maior prevalência em estados do Norte e do Nordeste. É um agravo que atinge de forma desigual as populações mais vulneráveis, revelando a importância da doença coronariana como problema de saúde pública e a necessidade de pensar em políticas públicas voltadas para esses estratos da população.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Adult , Angina Pectoris/epidemiology , Brazil/epidemiology , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Self Report
9.
Rev. bras. epidemiol ; 24(supl.1): e210017, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1288503

ABSTRACT

ABSTRACT: Objective: The main objective of this paper was to analyze the relation between GDP and three variables linked to traffic accidents in Brazilian municipalities: traffic accident mortality, deaths per vehicle; and vehicles per inhabitant. Methods: 2005, 2010 and 2015 traffic accident (TA) mortality rates were estimated using a three-year moving average and were standardized; then, we applied the empirical Bayes estimator (EBE). Fatality rates (deaths per vehicle) were also based on EBE. The variable vehicles per inhabitant considered the ratio between the fleet and the population at municipal level. For every studied year, we estimated linear regression models between GDP and the interest variables. Results: The variables distribution indicates that, between 2005 and 2015, GDP and vehicles per inhabitant kept the same rising relationship. Fatality rates show a decreasing association with GDP. The distribution of mortality by TA had an inverted U-shaped pattern. The model coefficients practically did not change for the vehicle per inhabitant. Estimated association between deaths per vehicle and GDP kept the same sign, but diminished between 2005 and 2015. Model coefficient sign changed in 2015 for TA mortality. Conclusion: Similar to what was observed in developed countries, the relation between mortality by traffic accidents and GDP changed in the analyzed period.


RESUMO: Objetivo: O artigo pretende analisar a relação entre o produto interno bruto (PIB) per capita e três variáveis relacionadas aos acidentes de transporte (AT) nos municípios brasileiros: a mortalidade por AT, as mortes por veículo e o número de veículos por pessoa. Métodos: As taxas de mortalidade por AT foram estimadas (2005, 2010 e 2015) por meio do estimador bayesiano empírico (EBE). A taxa de mortalidade por veículo foi também estimada pelo EBE. O número de veículos por pessoa foi baseado na razão entre a frota de automóveis e a população residente. Para os três anos em análise, estimamos um modelo de regressão linear entre o PIB per capita municipal e as três variáveis de interesse. Resultados: A distribuição das variáveis mostra que a relação entre o PIB e o número de veículos por pessoa se manteve crescente ao longo dos anos e foi sempre negativa, considerando-se as mortes por veículo. A taxa de mortalidade por AT apresentou distribuição próxima a um U invertido. Os coeficientes do modelo de regressão praticamente não variaram para a relação entre PIB e os veículos por habitante. O sinal para o modelo com a taxa de mortalidade por veículo manteve-se o mesmo (negativo), mas apresentou diminuição. A taxa mortalidade por AT, por sua vez, apresentou inversão do sinal em 2015. Conclusão: De modo similar ao observado nos países desenvolvidos, parece ter havido inversão na relação entre mortalidade por AT e PIB nos municípios brasileiros entre 2005 e 2015.


Subject(s)
Humans , Accidents, Traffic , Brazil/epidemiology , Linear Models , Bayes Theorem , Cities/epidemiology
10.
Rev. bras. epidemiol ; 24(supl.1): e210003, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1288495

ABSTRACT

ABSTRACT: Objective: To generate estimates of mortality rates due to garbage codes (GC) for Brazilian municipalities by comparing the direct and the Bayesian methods, based on deaths registered in the Mortality Information System (SIM) between 2015 and 2017. Methods: Data from the SIM were used. The analysis was performed in groups of GC levels 1 and 2, levels 3 and 4, and total GC. Mortality rates were estimated directly and also according to the Bayesian method by applying the Empirical Bayesian Estimator. Results: About 38% of GC were estimated and regional differences in mortality rates were observed, higher in the Northeast and Southeast and lower in the South and Midwest regions. The Southeast presented similar rates for the two analyzed groups of GC. The smallest differences between direct and Bayesian method estimates were observed in large cities with a population over 500 thousand inhabitants. Municipalities in the north of the state of Minas Gerais and those in the states of Rio de Janeiro, São Paulo, and Bahia presented high rates at levels 1 and 2. Conclusion: There are differences in the quality of the definition of the underlying causes of death, even with the use of Bayesian methodology, which assists in smoothing the rates. The quality of the definition of causes of death is important, as they are associated with the access to and quality of healthcare services and support health planning.


RESUMO: Objetivo: Gerar estimativas das taxas de mortalidade por causas garbage (CG) para os municípios do Brasil, fazendo a comparação entre o método direto e o Bayesiano, tendo como base os óbitos registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) entre 2015 e 2017. Métodos: Os dados do SIM foram utilizados. A análise foi realizada com grupos de CG níveis 1 e 2, 3 e 4 e total de CG. As taxas de mortalidade foram estimadas de forma direta e bayesiana, aplicando o estimador Bayesianos Empírico Local. Resultados: Observaram-se 38% de CG e diferenças regionais nas taxas de mortalidade, maiores no Nordeste e Sudeste e menores no Sul e Centro-Oeste. O Sudeste apresentou taxas semelhantes para os dois grupos de CG analisados. As menores diferenças entre as estimativas diretas e bayesianas foram verificadas nas grandes cidades, acima de 500 mil habitantes. O norte de Minas Gerais e os estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e da Bahia apresentaram municípios com altas taxas nos níveis 1 e 2. Conclusão: Existem diferenças na qualidade da definição das causas básicas de morte, mesmo com o uso de metodologia bayesiana, que auxilia na suavização das taxas. A qualidade da definição das causas de morte é importante, uma vez que se mostra associada ao acesso e à qualidade dos serviços de saúde e oferecem subsídios para o planejamento em saúde.


Subject(s)
Humans , Information Systems , Mortality , Brazil/epidemiology , Causality , Bayes Theorem , Cities
11.
Rev. bras. epidemiol ; 24: e210025, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1280027

ABSTRACT

RESUMO: Objetivo: Avaliar a mortalidade por áreas de Belo Horizonte (BH) durante a pandemia de COVID-19 conforme a vulnerabilidade social, visando a uma estratégia de vacinação. Métodos: Estudo ecológico com análise de mortalidade, segundo setores censitários classificados pelo índice de vulnerabilidade da saúde, composto de indicadores de saneamento e socioeconômicos. Óbitos por causas naturais e COVID-19 foram obtidos do Sistema de Informação sobre Mortalidade, entre a 10ª e a 43ª semanas epidemiológicas (SE) de 2020. Calculou-se o excesso de mortalidade por modelo de série temporal, considerando-se as mortes observadas por SE entre 2015 e 2019, por setor censitário. Taxas de mortalidade (TM) foram calculadas e padronizadas por idade com base em estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Resultados: Houve 16,1% (n = 1.524) de excesso de mortalidade em BH: 11, 18,8 e 17,3% nas áreas de baixa, média e elevada vulnerabilidade, respectivamente. As diferenças entre TM observadas e esperadas por causas naturais, padronizadas por idade, foi igual a 59/100 mil habitantes em BH, aumentando de 31 para 77 e 95/100 mil, nas áreas de baixa, média e elevada vulnerabilidade, respectivamente. Houve gradiente de aumento com a idade nas TM por COVID-19, variando de 4 a 611/100 mil habitantes entre as idades de 20-39 anos e 75+ anos. A TM por COVID-19 por 100 mil idosos (60+ anos) foi igual a 292, aumentando de 179 para 354 e 476 nos setores de baixa, média e elevada vulnerabilidade, respectivamente. Conclusão: Desigualdades na mortalidade, mesmo entre idosos, aliadas à baixa oferta de doses, demonstram a importância de priorizar áreas socialmente vulneráveis durante a vacinação contra COVID-19.


ABSTRACT: Objective: To assess mortality during the COVID-19 pandemic according to social vulnerability by areas of Belo Horizonte (BH), aiming at strategies for vaccination. Methods: Ecological study with mortality analysis according to census tracts classified by the Health Vulnerability Index, a composite indicator that includes socioeconomic and sanitation variables. Deaths by natural causes and by COVID-19 were obtained from the "Mortality Information System", between the 10th and 43rd epidemiological weeks (EW) of 2020. Excess mortality was calculated in a time series model, considering observed and expected deaths per EW, between 2015 and 2019, per census tracts. Mortality rates (MR) were calculated and age-standardized using population estimates from the 2010 census, by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). Results: Excess mortality in BH was 16.1% (n = 1,524): 11, 18.8 and 17.3% in low, intermediate and high vulnerability areas, respectively. The differences between observed and expected age-standardized MR by natural causes were equal to 59/100,000 inhabitants in BH, increasing from 31 to 77 and 95/100,000 inhabitants in the areas of low, intermediate and high vulnerability, respectively. There was an aging gradient in MR by COVID-19, ranging from 4 to 611/100,000 inhabitants among individuals aged 20-39 years and 75+ years. The COVID-19 MR per 100,000 older adults (60+ years) was 292 in BH, increasing from 179 to 354 and 476, in low, intermediate and high vulnerability areas, respectively. Conclusion: Inequalities in mortality, particularly among older adults, combined with the limited supply of doses, demonstrate the importance of prioritizing socially vulnerable areas during vaccination against COVID-19.


Subject(s)
Humans , Aged , Vaccines , COVID-19 , Brazil/epidemiology , Mortality , Pandemics , SARS-CoV-2
12.
Ciênc. Saúde Colet ; 25(2): 683-692, Feb. 2020. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1055820

ABSTRACT

Resumo A análise da distribuição da mortalidade de motociclistas nos municípios brasileiros é fundamental para o entender e tentar minimizar a ocorrência deste crescente fenômeno. O principal objetivo do presente trabalho é analisar a distribuição espacial das taxas de mortalidade de ocupantes de motocicletas nos municípios brasileiros, a partir de estimativas mais robustas e confiáveis. Adicionalmente, pretendeu-se identificar a presença de padrões espaciais na distribuição das mesmas. As taxas brutas foram construídas com base no número de óbitos de motociclistas considerando a média das ocorrências nos anos de 2014, 2015 e 2016. Estas taxas foram padronizadas diretamente e suavizadas utilizando o estimador bayesiano empírico local. A identificação da presença de padrões espaciais foi realizada a partir de um indicador local de autocorrelação espacial (LISA). As taxas de mortalidade mais elevadas foram observadas em municípios da região Nordeste e Centro-Oeste. Estas regiões concentraram, também, a maior parte aglomerados de municípios com padrão alto-alto na distribuição das taxas. A suavização bayesiana se mostrou eficiente para lidar com os valores extremos, ampliando a confiabilidade das estimativas e melhorando a visualização das mesmas no mapa.


Abstract Analysis of the distribution of motorcycle-related mortality rates in Brazilian municipalities is fundamental to understand and seek to minimize the occurrence of this growing phenomenon. The main objective of this work is to analyze the spatial distribution of motorcycle rider mortality rates in Brazil, based on more robust and reliable estimates. An attempt was also made to identify the presence of spatial clusters in the distribution of such mortality rates in given municipalities. The rates were estimated based on the average number of motorcyclist deaths recorded in the years 2014, 2015 and 2016. These rates were then directly standardized and graduated based on the local empirical Bayesian estimator. A Local Indicator of Spatial Autocorrelation (LISA) indicated the presence of spatial patterns. The Northeast and Mid-West regions concentrated most of the municipalities with high mortality rates as well and most of the clusters of municipalities with a high-high distribution pattern. Graduated Bayesian estimation was effective to deal with the occurrence of extreme values, thereby improving the reliability of the estimates and enhancing the visualization of the rates on the map.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Motorcycles/statistics & numerical data , Accidents, Traffic/mortality , Brazil/epidemiology , Accidents, Traffic/statistics & numerical data , Reproducibility of Results , Bayes Theorem , Cities , Spatial Analysis
13.
Rev. bras. epidemiol ; 23(supl.1): e200010.SUPL.1, 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1126069

ABSTRACT

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste artigo é analisar a distribuição espacial da mortalidade feminina por acidente de motocicleta nos municípios brasileiros entre 2005 e 2015, bem como a variação das taxas no mesmo período. Métodos: Estimaram-se as taxas de mortalidade femininas para os anos de 2005, 2010 e 2015 considerando-se a média móvel de três anos ao redor do ano base e padronizadas pelo método direto. Em seguida, utilizou-se o estimador bayesiano empírico para reduzir o efeito da flutuação aleatória. Analisou-se, também, a variação percentual das taxas padronizadas por diferentes portes populacionais (menor que dez mil, menor que 50 mil, maior que 100 mil e maior que um milhão de habitantes). Resultados: As taxas bayesianas mostraram clara ampliação da mortalidade feminina por acidente de motocicleta, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Nos municípios das regiões Sul e Sudeste, principalmente no período entre 2010 e 2015, houve aparente diminuição da mortalidade. A variação percentual das taxas mostrou redução do indicador analisado no período entre 2010 e 2015 para os municípios de maior porte das regiões Sul e Sudeste. Para quase todas as regiões e portes populacionais, o período entre 2010 e 2015 apresentou desaceleração do crescimento das taxas. Conclusões: A análise deixa claro que há concentrações de municípios com mortalidade mais elevada, ao mesmo tempo que mostra ter havido crescimento do fenômeno para maior número de municípios. O recorte temporal estudado possibilita identificar diferentes dinâmicas na mortalidade feminina, em um período de importante variação da mortalidade por acidente de motocicleta.


ABSTRACT: Objective: To analyze the spatial distribution of female mortality due to motorcycle accidents in Brazilian municipalities between 2005 and 2015, as well as the variation in rates in the same period. Methods: Female mortality rates for the years 2005, 2010 and 2015 were estimated considering a three-year moving average around the base year, standardized by the direct method. Rates were standardized using the same pattern (Brazilian females in 2010) for each year. Then, the empirical Bayes estimator was used to reduce the effect of the random fluctuation. The percentage variation of the standardized rates was also analyzed for different population sizes (less than ten thousand, less than 50 thousand, more than 100 thousand and more than one million inhabitants). Results: Bayesian rates showed a clear increase in female mortality due to motorcycle accidents, especially in the North, Northeast and Midwest regions. In the municipalities of the South and Southeast regions, mainly in the period between 2010 and 2015, there was an apparent decrease in mortality. The percentage variation showed a reduction in the indicator analyzed in the period between 2010 and 2015 for the largest municipalities in the South and Southeast regions. For almost all regions and population sizes, the period between 2010 and 2015 showed a deceleration in the growth of rates. Conclusion: The analysis clearly shows concentrations of municipalities with higher mortality, while also showing that the phenomenon has spread to a greater number of municipalities. The studied period allows the identification of different dynamics in female mortality, in a period of significant variation in mortality due to motorcycle accidents.


Subject(s)
Humans , Female , Motorcycles , Accidents, Traffic/mortality , Brazil/epidemiology , Bayes Theorem , Population Density , Cities/epidemiology
14.
Saúde debate ; 42(spe1): 67-80, Jul.-Set. 2018. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-979279

ABSTRACT

RESUMO Este artigo teve como objetivo analisar a distribuição espacial das equipes de Atenção Básica em Saúde (ABS) avaliadas pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) segundo as categorias de desempenho para certificação no Programa. Realizou-se uma caracterização da distribuição espacial dos municípios mediante a avaliação do PMAQ-AB, bem como a identificação da presença de padrões espaciais a partir de um indicador de correlação espacial para avaliar o grau de influência do espaço para a certificação das equipes de ABS. Observou-se presença de padrões de natureza espacial em relação à qualidade da ABS. Municípios com valor baixo no indicador cujos vizinhos também apresentam nível baixo foram encontrados em boa parte dos estados do Acre, do Amazonas, de Roraima e do Amapá, bem como no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Foram observados clusters de padrão alto-alto em municípios de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com destaque para Santa Catarina. A identificação de padrões espaciais de qualidade da ABS pode representar um recurso valioso para o aperfeiçoamento do PMAQ-AB. Com isso, é possível desenvolver análises que incorporem variáveis com potencial explicativo para os padrões espaciais de qualidade de ABS encontrados em municípios brasileiros.(AU)


ABSTRACT This article aims to analyze the spatial distribution of the Primary Health Care (ABS) teams evaluated by the National Program for Access and Quality Improvement in Primary Health Care (PMAQ-AB) according to the categories of performance for certification in the Program. A spatial distribution profile of the municipalities according to the PMAQ-AB evaluation was carried out, as well as the identification of spatial patterns from a spatial correlation indicator to evaluate the degree of space influence for the certification of ABS teams. It was found presence of spatial patterns in relation to ABS quality. Municipalities with low values in the indicator, whose neighbors are also low, are found in most of the states of Acre, Amazonas, Roraima and Amapá, as well as in Rio de Janeiro and Espírito Santo. High-high standard clusters were observed in the municipalities of São Paulo, Minas Gerais and Rio Grande do Sul, especially in Santa Catarina. The identification of the spatial quality standards of ABS can be a valuable resource for the further PMAQ-AB development. It will be possible, thus, to develop analyses that incorporate variables with explanatory potential for the spatial patterns of ABS quality found in Brazilian municipalities.(AU)


Subject(s)
Patient Care Team/standards , Primary Health Care/standards , Quality of Health Care/standards , National Health Programs/standards , Brazil , Spatial Analysis
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