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1.
Saúde Redes ; 6(1): 197-203, 20200701.
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1116561

ABSTRACT

O presente trabalho objetiva apresentar as ações realizadas por uma associação de usuários, familiares e amigos da saúde mental de Parnaíba, Piauí. Trata-se de um relato de experiência, onde a observação das assembleias e atividades coordenadas da associação "Fênix" de usuários, familiares e amigos da saúde mental, durante os anos de 2016 e 2017, foram registradas em diário de campo e utilizadas como subsídio de dados para a produção deste estudo. A associação trabalha com natureza filantrópica e sem fins lucrativos na cidade de Parnaíba, realizando suas assembleias em diferentes espaços do tecido social dos serviços especializados de saúde mental. Foram realizadas ações que visaram a transformação do "ser usuário dos serviços de saúde mental" em "ser cidadão". Estas ações pautaram-se na exposição das capacidades dos usuários da saúde mental a partir do desenvolvimento de espaços culturais, econômicos, sociais e críticos. Conclui-se que as ações evidenciaram as potencialidades dos usuários da saúde mental enquanto atores sociais e não somente como usuários de um serviço de saúde.


The present work aims to present the actions carried out by an association of users, family members and friends of mental health in Parnaíba, Piauí. This is an experience report, where observation of the meetings and coordinated activities of the "Phoenix" association of mental health users, family members and friends during the years 2016 and 2017 were recorded in field diary and used as a subsidy of data for the production of this study. The association works with a philanthropic nature and non­profit in the city of Parnaíba, holding meetings in different spaces of the social fabric of specialized mental health services. Actions were carried out aimed at transforming the "be a user of mental health services" into "being a citizen". These actions were based on the exposure of the capacities of mental health users from the development of cultural, economic, social and critical spaces. It is concluded that the actions highlighted the potential of mental health users as social actors and not only as users of a health service.

2.
Rev. bras. enferm ; 73(supl.5): e20200002, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS, BDENF | ID: biblio-1126016

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To analyze the spatial pattern of AIDS mortality and social factors associated with its occurrence. Methods: An ecological study that considered 955 AIDS deaths of residents in Piauí, reported in the Mortality Information System (MIS) from 2007 to 2015. Non-spatial and spatial regression models were used to identify social determinants of AIDS mortality, with a significance of 5%. Results: The predictors of AIDS mortality were illiteracy rate in males (p = 0.020), proportion of households with water supply (p = 0.015), percentage of people in households with inadequate walls (p = 0.022), percentage of people in households vulnerable to poverty and in whom no one has completed primary education (p = 0.000) and percentage of people in households vulnerable to poverty and dependent on the elderly (p = 0.009). Conclusion: Social indicators related to education, job and income generation and housing were associated with AIDS mortality.


RESUMEN Objetivo: Analizar el estándar espacial de la mortalidad por sida y factores sociales relacionados a su ocurrencia. Métodos: Estudio ecológico que consideró 955 óbitos por sida de residentes en Piauí, notificados en el Sistema de Informaciones sobre Mortalidad (SIM) de 2007 a 2015. Modelos de regresión no espacial y espacial han sido usados para identificar determinantes sociales de la mortalidad por sida, con significación de 5%. Resultados: Las variables indicadoras de la mortalidad por sida han sido tasa de analfabetismo en el sexo masculino (p = 0,020), proporción de domicilios con abastecimiento de agua (p = 0,015), porcentual de personas en domicilios con paredes inadecuadas (p = 0,022), porcentual de personas en domicilios vulnerables a la pobreza y en que ninguno tiene enseñanza fundamental completa (p = 0,000) y porcentual de personas en domicilios vulnerables a la pobreza y dependientes de ancianos (p = 0,009). Conclusión: Han sido relacionados a la mortalidad por sida indicadores sociales relacionados a la educación, generación de empleo y renta y habitación.


RESUMO Objetivo: Analisar o padrão espacial da mortalidade por aids e fatores sociais associados à sua ocorrência. Métodos: Estudo ecológico que considerou 955 óbitos por aids de residentes no Piauí, notificados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de 2007 a 2015. Modelos de regressão não espacial e espacial foram usados para identificar determinantes sociais da mortalidade por aids, com significância de 5%. Resultados: As variáveis preditoras da mortalidade por aids foram taxa de analfabetismo no sexo masculino (p = 0,020), proporção de domicílios com abastecimento de água (p = 0,015), percentual de pessoas em domicílios com paredes inadequadas (p = 0,022), percentual de pessoas em domicílios vulneráveis à pobreza e em que ninguém tem ensino fundamental completo (p = 0,000) e percentual de pessoas em domicílios vulneráveis à pobreza e dependentes de idosos (p = 0,009). Conclusão: Foram associados à mortalidade por aids indicadores sociais relacionados à educação, geração de emprego e renda e habitação.

3.
Rev. bras. educ. méd ; 41(4): 594-603, Oct.-Dec. 2017. tab
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-958554

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: Socioeconomic and demographic diversity in the educational environment and the development of professional attitudes enhance the quality of health care delivery. Despite the importance of diversity for equity and accessibility to health care, its repercussions for students' attitudinal learning have not been adequately evaluated. Purpose: Evaluate the influence of academic sociodemographic diversity and curricular organization in the development of professional attitudes in different phases of the undergraduate medical curriculum. Method: In 2012, the attitudinal performance of 310 socioeconomically diverse medical students was evaluated by the administration of a five-point professional attitudes scale. The participants were at different points in their education at a Brazilian public school of medicine in Brasília, Federal District. The scale comprised 6 factors: communication, ethics, professional excellence, self-assessment, beliefs, social determinants; and a general factor called medical professionalism and was validated for the purpose of this research. The reliability coefficients (aCronbach) ranged from 0.65 to 0.87, according to different scale dimensions. Student diversity was analyzed according to differences in gender, age, religious affiliation, system of student selection and socioeconomic background. Results: The authors observed a decline in the mean attitude scores during the clinical phase compared to the preclinical phase of the curriculum. Female students displayed more positive attitudes than male students, and the students who declared a religious affiliation recorded higher attitude scores compared to those who declared themselves atheist, agnostic or non-religious. There was no correlation between family income or the system of student selection and the students' attitude scores. The students who had attended public schools expressed a greater interest in working in the public health system compared to the other students. Age and marital status had no relevant effect on attitude scores. Conclusions: The attitude scores of medical students declined as the curriculum progressed. Female students had more positive attitudes than male students. Religious affiliation appeared to positively influence the observed attitude scores.


RESUMO Introdução: A diversidade socioeconômica e demográfica no ambiente educacional e o desenvolvimento de attitudes profissionais estão associados ao aumento na qualidade da assistência em saúde. Apesar da importância dessa diversidade para a equidade e acessibilidade ao sistema de saúde, sua repercussão no aprendizado atitudinal dos estudantes em nosso meio ainda é muito pouco estudada e avaliada. Objetivo: Avaliar a influência das diferenças demográficas, sociais e económicas e da organização curricular no desempenho atitudinal de estudantes de graduação em Medicina em diferentes fases do curso. Método: Em 2012, o desempenho atitudinal de 310 estudantes de Medicina foi avaliado mediante a aplicação de uma escala de atitudes profissionais de cinco pontos. Os participantes eram de diferentes séries do curso de graduação em Medicina de uma escola pública de Medicina de Brasília (DF). A escala de atitudes utilizada era composta por seis fatores — Comunicação; Ética; Excelência Profissional; Autoavaliação; Crenças; Determinantes Sociais; e um fator geral chamado Profissionalismo Médico — e foi validada para as finalidades desta pesquisa. O coeficiente de fidedignidade (a de Cronbach) para as diferentes dimensões da escala variou de 0,65 a 0,87. A diversidade dos estudantes foi avaliada de acordo com gênero, idade, religião, sistema de ingresso no curso (cotistas sociais/não cotistas) e condições socioeconómicas. Resultados: Os autores observaram um declínio nos escores médios de atitude em várias dimensões da escala durante a fase clínica, comparada à fase pré-clínica do currículo. Estudantes do gênero feminino obtiveram escores de atitudes mais positivos do que os do gênero masculino. Estudantes que declararam ter uma religião tiveram melhores escores do que os que se declararam ateus, agnósticos ou sem religião. Não houve correlação entre idade, estado civil e renda familiar e o desempenho atitudinal medido pela escala. Estudantes que ingressaram no curso pelo sistema de cotas expressaram maior interesse em trabalhar no sistema público de saúde. Conclusões: Houve um declínio do escore de atitude dos estudantes de Medicina com a progressão do curso. Estudantes do gênero feminino apresentaram escores de atitudes mais positivos que os do gênero masculino. Filiação religiosa parece influenciar positivamente o desempenho atitudinal dos estudantes.

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