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1.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 66(9): 1180-1186, Sept. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136360

ABSTRACT

SUMMARY INTRODUCTION: The vascular evaluation of the erectile function through Color Duplex-Doppler Ultrasound (CDDU) of the penis can benefit the therapeutic decision-making process. Unfortunately, there is no standard procedure for CDDU conduction, a fact that results in high result-interpretation variability. OBJECTIVE: The aims of this review are to promote greater standardization during CDDU of the penis and discuss the fundamental principles for its accurate conduction. METHODS: CDDU is initially conducted with the penis in the flaccid state; the whole penis must be assessed (images at B mode) with a high-frequency linear transducer (7.5-18 MHz). Intracavernous injection of vasodilating agents (prostaglandin E1, papaverine, phentolamine) is performed to induce a rigid erection. Serial measurements at different times should be taken during the CDDU session and penile rigidity must be assessed in each evaluation. RESULTS: It is important to monitor the erection response after the vasoactive agent (hardness scale), and scanning during the best-quality erection should be contemplated. Manual self-stimulation, audiovisual sexual stimulation (AVSS), and vasoactive agent re-dosing protocols must be taken into account to reduce the influence of psychogenic factors and to help the patient to get the hardest erection possible. Such measurements contribute to the maximal relaxation of the erectile tissue, so the hemodynamic parameters are not underestimated. CONCLUSIONS: CDDU is a relevant specialized tool to assess patients with erectile dysfunction; therefore, this guideline will help to standardize and establish uniformity in its conduction and interpretation, taking into consideration the complexity and heterogeneity of CDDU evaluations of the penis.


RESUMO INTRODUÇÃO: A avaliação vascular da função erétil por meio da ultrassonografia com Doppler colorido do pênis (UDCP) pode trazer benefícios na tomada de decisão. Infelizmente, a falta de padronização na condução de UDCP resulta em alta variabilidade do exame, além de poder comprometer a interpretação dos resultados. OBJETIVO: Os objetivos desta revisão são promover uma maior padronização durante o UDCP e discutir os princípios fundamentais para sua correta condução e interpretação. MÉTODOS: O UDCP é conduzido inicialmente com o pênis no estado flácido; todo o pênis deve ser avaliado (imagens no modo B) com um transdutor linear de alta frequência (7,5-18 MHz). A injeção intracavernosa de agentes vasodilatadores (prostaglandina E1, papaverina, fentolamina) é realizada para induzir uma ereção rígida. Medições seriais em momentos diferentes podem ser realizadas durante a sessão da UDCP e a rigidez peniana deve ser estimada em cada avaliação. RESULTADOS: É importante monitorar a resposta da ereção após o agente vasoativo (escala de rigidez), bem como realizar avaliação hemodinâmica durante a ereção de melhor qualidade. Os protocolos de estimulação sexual manual e audiovisual (AVSS) e redosagem de agente vasoativo devem ser levados em consideração para reduzir a influência de fatores psicogênicos e ajudar o paciente a obter a ereção mais rígida possível. Tais medidas contribuem para o relaxamento máximo do tecido erétil, de modo que os parâmetros hemodinâmicos não são subestimados. CONCLUSÕES: O UDCP é uma ferramenta especializada relevante para avaliar pacientes com disfunção erétil; portanto, esta diretriz ajudará a padronizar e estabelecer uniformidade em sua condução e interpretação, se considerarmos a complexidade e a heterogeneidade das avaliações do pênis por UDCP


Subject(s)
Humans , Male , Penis , Penile Erection , Ultrasonography, Doppler, Color , Hemodynamics , Erectile Dysfunction
2.
Rev. bras. cir. plást ; 26(1): 66-69, jan.-mar. 2011. ilus, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-589110

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Poucos estudos avaliam a durabilidade dos produtos de preenchimento facial de forma objetiva e não-invasiva. O objetivo deste estudo foi avaliar a durabilidade de formulação de ácido hialurônico (Derma Hyal ®) no preenchimento de sulco nasogeniano, comparando percepção do efeito clínico e espessura de partes moles medida por ultrassonografia. MÉTODO: Dez mulheres foram tratadas. Avaliação foi realizada após um, três, seis, nove e doze meses, clinicamente e por ultrassonografia. RESULTADOS: A média da espessura à ultrassonografia foi 0,38 ± 0,14 no pré, 0,69 ± 0,19 após 1 mês, 0,65 ± 0,17 após 3 meses, 0,61 ± 0,22 após 6 meses, 0,57 ± 0,23 após 9 meses e 0,55 ± 0,14 após 12 meses. Os dados analisados pelo teste Friedman não se mostraram estatisticamente significativos. Em relação à satisfação, aos 6 meses, 3 pacientes consideraram o resultado insatisfatório, 5, pouco satisfatório e 2, satisfatório. Apenas uma paciente considerou o resultado satisfatório aos 9 meses. Aos 12 meses, uma considerou pouco satisfatório e as demais, insatisfatório. Todas responderam que realizariam novamente o procedimento. CONCLUSÕES: A ultrassonografia demonstrou ser método objetivo e não-invasivo na avaliação da durabilidade de preenchimento, desde que avaliado com correlação clínica. Demonstrou-se aumento da espessura cutânea até 12 meses após injeção em sulco nasogeniano (SNG), com decréscimo progressivo. Embora exista diferença dos valores da ultrassonografia ao longo do tempo, essas não foram estatisticamente significantes. Clinicamente, o efeito percebido pelas pacientes se deu até o nono mês após aplicação do produto avaliado.


BACKGROUND: Few scientific studies evaluate the durability of existent fillers with objective parameters and non invasive methods. The objective of this study was to evaluate durability of a hyaluronic acid formula (Derma Hyal ®) in the nasolabial fold treatment, comparing the perception of clinical effect and soft tissue thickness measured by ultrasound. METHODS: Ten women were treated. Evaluation was made before, after 1, 3, 6, 9 and 12 months, clinically and by ultrasound. RESULTS: Median ultrasound thickness was 0.38 ± 0.14 pre, 0.69 ± 0.19 after 1 month, 0.65 ± 0.17 after 3 months, 0.61 ± 0.22 after 6 months, 0, 57 ± 0.23 after 9 months and 0.55 ± 0.14 after 12 months. Data analyzed by Friedman's test were not statistically significant. Regarding patient satisfaction after 6 months, 3 considered the results unsatisfactory, 5 fairly satisfactory and 2 satisfactory. Only one patient considered the treatment satisfactory at 9 months. By 12 months one considered it fairly satisfactory and nine unsatisfactory. All patients said they would do treatment again in another opportunity. CONCLUSIONS: Ultrasound evaluation of dermal thickness after filler treatment proved to be an objective and non invasive method, since when associated with clinical examination. Increase in soft tissue thickness was demonstrated until 12 months after nasolabial fold injection, with progressive decrease after this period. Despite the increase in soft tissue thickness at ultrasound, it was not statistically significant. Clinical effect was noticed by patients until nine months after treatment with this product.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Aging , Face , Hyaluronic Acid , Ultrasonography , Methods , Patients , Methods
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