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1.
J. vasc. bras ; 20: e20200243, 2021. graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1250233

ABSTRACT

Abstract Isolated dissection of the internal carotid artery (ICA) is rare in young patients and is a cause for strong suspicion of fibromuscular dysplasia (FMD), especially when associated with artery elongation and tortuosity. The natural history of cerebrovascular FMD is unknown and management of symptomatic patients can be challenging. We report the case of a 44-year-old female patient with a history of transient ischemic attack in the absence of cardiovascular risk factors, associated with an isolated left ICA dissection and kinking. Carotid duplex ultrasound confirmed the diagnosis of dissection and demonstrated severe stenosis of the left ICA. The patient underwent surgical repair and histopathological evaluation confirmed the diagnosis of FMD with dissection. An autogenous great saphenous vein bypass was performed and the patient had an uneventful recovery. Cervical carotid artery dissection can be related to underlying arterial pathologies such as FMD, and the presence of ICA tortuosity highlights certain peculiarities for optimal management, which might be surgical.


Resumo A dissecção isolada da artéria carótida interna em pacientes jovens é rara, e a displasia fibromuscular deve ser altamente suspeitada principalmente quando estiver associada a alongamento e tortuosidade da artéria. A história natural da displasia fibromuscular cerebrovascular é desconhecida, e o manejo de pacientes sintomáticos pode ser desafiador. Apresentamos o caso de uma paciente de 44 anos com histórico de ataque isquêmico transitório sem fatores de risco cardiovasculares, associado a dissecção e acotovelamento isolados da artéria carótida interna esquerda. O ultrassom duplo das carótidas confirmou o diagnóstico de dissecção e demonstrou estenose grave na artéria carótida interna esquerda. A paciente foi submetida a reparo cirúrgico, e a avaliação histopatológica confirmou o diagnóstico de displasia fibromuscular com dissecção. Foi realizada cirurgia de ressecção do segmento e reconstrução com veia safena magna autógena, e a paciente se recuperou sem complicações. A dissecção da artéria carótida cervical pode estar relacionada a doenças arteriais subjacentes, como a displasia fibromuscular, e a presença da tortuosidade da artéria carótida interna destaca algumas particularidades no manejo ideal, o qual pode ser cirúrgico.

2.
J. vasc. bras ; 20: e20200122, 2021. graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1250240

ABSTRACT

Abstract External iliac artery endofibrosis is a rare pathology that affects high-level endurance athletes, especially cyclists. Classical symptoms include pain, loss of power, and/or cramp in the affected limb while training at maximal effort. The patient's lack of atherosclerotic risk factors makes clinical suspicion of arteriopathy challenging. Moreover, the best management of such patients is still a subject of discussion. We report the case of a 36-year-old professional female endurance cyclist who presented with lower extremity pain during training. Right external iliac artery endofibrosis was diagnosed and the patient underwent surgical treatment. At two-months follow-up, she reported significant improvement in symptoms. This case highlights the importance of diagnosing peripheral vascular disease in young patients and athletes, who do not fit the ordinary profile of patients with atherosclerotic risk factors.


Resumo A endofibrose da artéria ilíaca externa é uma doença rara que afeta atletas de resistência (endurance) de nível competitivo, principalmente ciclistas. Os sintomas clássicos incluem dor, perda de força e/ou câimbras no membro afetado ao fazer esforço máximo durante o treino. A ausência de fatores de risco ateroscleróticos nesses pacientes torna a suspeita clínica de arteriopatia desafiadora. Além disso, o melhor manejo ainda é motivo de debate. Relatamos o caso de uma ciclista de resistência profissional, de 36 anos, que apresentou dor nos membros inferiores durante o treino. Foi diagnosticada endofibrose da artéria ilíaca externa, e a paciente foi submetida a tratamento cirúrgico. Após seguimento por dois meses, a paciente relatou melhora significativa dos sintomas. Este caso destaca a importância do diagnóstico de doença vascular periférica em pacientes jovens e atletas, os quais não se encaixam no perfil comum do paciente com fatores de risco ateroscleróticos.

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