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1.
Arq. gastroenterol ; 57(4): 354-360, Oct.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1142334

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Cancer patients may have gastrointestinal changes that influence nutritional status. OBJECTIVE: To investigate the occurrence of gastrointestinal changes resulting from outpatient chemotherapy treatment in cancer patients. METHODS: In a retrospective longitudinal study, the nutritional status and chemotherapy gastrointestinal changes (nausea, vomit, diarrhea, constipation, mucositis, dysphagia, xerostomia, inappetence, dysgeusia and heartburn) in cancer patients (n=187) were investigated in an outpatient follow-up. For the study of the parameters over time, the generalized estimating equation (GEE) method was used. Kruskal-Wallis, Mann-Whitney tests and Spearman coefficient, at a significance level of 5% were also used. RESULTS: The majority of the patients were female (63.64%) and the mean age was 57.5±12.1 years. The most frequent symptoms were nausea (18.54%); inappetence (18.31%); intestinal constipation (11.58%); diarrhea (7.98%); xerostomia (7.59%) and vomiting (7.43%). The nutritional status did not exhibit any relevant changes (P=0.7594). However, a higher prevalence of eutrophy was observed, followed by overweight; vomiting exhibited a significant difference (P=0.0211). The nausea symptom exhibited a significant difference with a higher prevalence of colorectal neoplasia when compared to breast neoplasia (P=0.0062); as well as vomiting in lung and colorectal neoplasias (P=0.0022), and dysphagia, in head and neck neoplasia, when compared to other neoplasms (P<0.001). There was a statistically significant difference between the number of medical appointments and gender (P=0.0102) and between dysphagia and gender (P<0.0001). CONCLUSION: The study findings enhance the need for signs and symptoms follow up, as well as nutritional status follow up of patients undergoing outpatient chemotherapy.


RESUMO CONTEXTO: Pacientes oncológicos podem apresentar alterações gastrointestinais que influenciam o estado nutricional. OBJETIVO: Investigar a ocorrência de alterações gastrointestinais decorrentes do tratamento ambulatorial de quimioterapia, em pacientes oncológicos. MÉTODOS: Num estudo longitudinal retrospectivo, investigou-se o estado nutricional e as alterações gastrointestinais (náuseas, vômito, diarreia, constipação, mucosite, disfagia, xerostomia, inapetência, disgeusia e pirose) de pacientes oncológicos (n=187), em acompanhamento ambulatorial de quimioterapia. Para o estudo dos parâmetros ao longo do tempo, utilizou-se o método das equações de estimação generalizadas (EEG). Também foram utilizados os testes de Kruskal-Wallis, Mann-Whitney e o coeficiente de Spearman, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: A maioria dos pacientes era do sexo feminino (63,64%) e a média de idade foi 57,5±12,1 anos. Os sintomas mais frequentes foram náuseas (18,54%); inapetência (18,31%); constipação intestinal (11,58%); diarreia (7,98%); xerostomia (7,59%) e vômito (7,43%). O estado nutricional não apresentou alterações relevantes (P=0,7594). No entanto, observou-se maior prevalência de eutrofia, seguido do sobrepeso e o vômito apresentou diferença significativa (P=0,0211). O sintoma de náusea apresentou diferença significativa com maior prevalência na neoplasia colorretal, quando comparado à neoplasia de mama (P=0,0062); assim como o vômito nas neoplasias de pulmão e colorretal (P=0,0022). E a disfagia, na neoplasia de cabeça e pescoço, quando comparada às demais neoplasias (P<0,001). Houve diferença estatisticamente significante entre o número de consultas médicas e sexo (P=0,0102) e entre disfagia e sexo (P<0,0001). CONCLUSÃO: Os achados encontrados no estudo permitem reforçar a necessidade do acompanhamento de sinais e sintomas, bem como do estado nutricional, de pacientes em acompanhamento ambulatorial de quimioterapia.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Aged , Outpatients , Gastrointestinal Diseases/etiology , Neoplasms/complications , Neoplasms/drug therapy , Antineoplastic Agents/therapeutic use , Vomiting/etiology , Weight Loss , Nutritional Status , Retrospective Studies , Follow-Up Studies , Longitudinal Studies , Constipation/etiology , Diarrhea/etiology , Dyspepsia/etiology , Middle Aged , Nausea
2.
Arq. gastroenterol ; 56(4): 447-450, Oct.-Dec. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1055162

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Malnutrition is associated with clinical factors, including longer hospital stay, increased morbidity and mortality and hospital costs. OBJECTIVE: To investigate the prevalence of malnutrition using different nutritional indicators and to identify factors that contribute to malnutrition in hospitalized patients. METHODS: We investigated anthropometric, laboratory standards, nutritional risk screening (NRS), subjective global assessment (SGA), mini nutritional assessment and habitual energy consumption (HEC). Chi-square, Fisher's exact test, Mann-Whitney test and univariate and multiple Cox regression analysis were used, at 5% significance level. RESULTS: It was found 21.01% of malnourished individuals by ASG; a total of 34.78% with nutritional risk according to NRS and 11.59% with low weight (BMI). There was no statistically significant difference in the prevalence of malnutrition by ASG (P=0.3344) and nutritional risk by NRS (P=0.2286), among the types of disorders. Patients with nutritional risk were of higher median age (64.5 vs 58.0 years; P=0.0246) and had lower median values of HEC (1362.1 kcal vs 1525 kcal, P=0.0030), of calf circumference (32.0 cm vs 33.5 cm, P=0.0405) of lymphocyte count (1176.5 cell/mm3 vs 1760.5 cell/ mm3, P=0.0095); and higher percentage of low body weight according to the BMI (22.9% vs 5.6%; P=0.0096). Lymphocyte count was associated with nutritional risk (P=0.0414; HR= 1.000; IC95%= 0.999; 1.000). CONCLUSION: NRS was more sensitive than other indicators in the diagnosis of malnutrition. Patients at risk were older and had lower HEC values, calf circumference, BMI and lymphocyte count. Low lymphocyte count was considered a factor associated with nutritional risk by the NRS.


RESUMO CONTEXTO: A desnutrição está associada a fatores clínicos, incluindo maior tempo de internação, aumento da morbimortalidade e custos hospitalares. OBJETIVO: Investigar a prevalência de desnutrição por diferentes indicadores nutricionais e identificar fatores que contribuem para a desnutrição em pacientes hospitalizados. MÉTODOS: Investigou-se indicadores antropométricos, laboratoriais, nutritional risk screening, avaliação subjetiva global (ASG), mini avaliação nutricional e consumo energético habitual (CEH). Utilizou-se os testes qui-quadrado, exato de Fisher, Mann-Whitney e análise de regressão de Cox univariada e múltipla, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Verificou-se 21,01% de desnutridos pela ASG; 34,78% com risco nutricional pelo NRS e 11,59% com baixo peso pelo índice de massa corporal (IMC). Não houve diferença estatisticamente signi­ficante da prevalência de desnutrição pela ASG (P=0,3344) e de risco nutricional pelo NRS (P=0,2286), entre os tipos de doenças. Os pacientes com risco nutricional apresentaram maior mediana de idade (64,5 vs 58,0 anos; P=0,0246) e menores valores medianos no CEH (1362,1 kcal vs 1525 kcal, P=0,0030); na circunferência de panturrilha (CP) (32,0 cm vs 33,5 cm, P=0,0405); na contagem de linfócitos (CL) (1176,5 cel/mm3 vs 1760,5 cel/mm3, P=0,0095); e maior percentual de baixo peso pelo IMC (22,9% vs 5,6%; P=0,0096). A CL foi associada ao risco nutricional (P=0,0414; HR=1,000; IC95%= 0,999; 1,000). CONCLUSÃO: O NRS foi mais sensível que outros indicadores no diagnóstico de desnutrição. Pacientes com risco apresentaram mais idade e valores menores de CEH, CP, IMC e CL. A baixa CL foi considerada fator associado ao risco nutricional pelo NRS.


Subject(s)
Humans , Young Adult , Malnutrition/diagnosis , Hospitalization , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Malnutrition/epidemiology
3.
ABCD arq. bras. cir. dig ; 26(2): 96-100, abr.-jun. 2013. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-684418

ABSTRACT

RACIONAL: O estado de pacientes portadores de neoplasias pode influenciar o tempo de internação. OBJETIVO: Investigar as alterações nutricionais e estudar os fatores de risco associados ao tempo de internação em pacientes portadores de neoplasias. MÉTODOS: Foi investigado em um estudo transversal o estado nutricional por antropometria clássica, consumo energético, alterações gastrointestinais, indicadores de risco nutricional e tempo de internação em 93 pacientes portadores de neoplasias. Posteriormente foram estimados os fatores de risco associados ao tempo de internação prolongado. RESULTADOS: Verificou-se diferença significativa quanto ao tempo de internação, para os pacientes com neoplasias digestivas que apresentaram 26 vezes mais chance de ficar internado sete dias ou mais do que pacientes com neoplasia ginecológica. Aqueles com IMC<18,5 apresentaram oito vezes mais chance de ficar internado sete dias ou mais. Os pacientes que apresentaram perda de peso recente, apresentaram 4,5 vezes mais chance de ficar internado sete dias ou mais do que aqueles que não apresentaram perda de peso. CONCLUSÃO: Pacientes portadores de neoplasias digestivas, com baixo IMC e perda de peso são considerados fatores de risco para maior tempo de internação.


BACKGROUND: The nutritional status (NS) of patients with neoplasms can affect length of hospital stay. AIM: To investigated nutritional changes and risk factors associated with length of hospital stay in patients with neoplasms. METHODS: A cross-sectional study was done to investigate nutritional status by classic anthropometry, energy intake, gastrointestinal changes, indicators of nutritional risk and length of hospital stay in 93 patients with neoplasms. The risk factors associated with long hospital stays were then determined. RESULTS: Patients with digestive neoplasms presented significantly longer hospital stays. These patients were 26 times more likely to stay at the hospital seven or more days than patients with gynecological neoplasms. Additionally, patients with recent weight loss were 4.5 times more likely to stay seven or more days at the hospital than those without recent weight loss. CONCLUSION: Digestive neoplasms, low body mass index and recent weight loss are risk factors for longer hospital stays.


Subject(s)
Humans , Middle Aged , Body Mass Index , Digestive System Neoplasms/surgery , Length of Stay/statistics & numerical data , Weight Loss , Cross-Sectional Studies
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