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Results 1 - 4 de 4
Rev. bras. ativ. fís. saúde ; 27: 1-8, fev. 2022.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1418235


Functional tests have been performed to predict cognitive decline in postmenopausal women and may be an important tool to identify early reductions in cognitive performance in this population. However, it is still unclear which functional test is more sensitive for detecting cognitive decline in the investigated sample. The aim of this study was to verify the association between functional per-formance and cognitive function in postmenopausal women and to analyze whether the gait speed of 400 meters (400wt) and Timed Up and Go (TUG) tests are predictors of cognitive function in this sample. One hundred and twenty-eight postmenopausal women (60.8 ± 7.9 years) participated in this cross-sectional study. Body composition was assessed using Dual Energy X-ray Absorpti-ometry (DXA), functional performance by the TUG and 400wt tests, cognitive performance by the Montreal Cognitive Assessment (MoCA) test and muscle strength by maximum voluntary isometric contraction (MVIC) in lower limbs. An association between functional performance and cognitive function was observed in middle-aged postmenopausal women. The TUG test was associated with the MoCA test (B = -0.79; SE = 0.29; p = 0.008). However, no association was observed between 400wt with the MoCA test (B = 3.03; SE = 1.92; p = 0.117). These results show that the TUG test is a good predictor of cognitive decline in postmenopausal middle-aged women

Testes funcionais têm sido realizados para predizer declínio cognitivo em mulheres na pós-menopausa e podem ser uma ferramenta importante para identificar reduções precoces no desempenho cognitivo nessa população. No entanto, ainda não está claro qual teste funcional é mais sensível para detectar precocemente o declínio cognitivo na amostra investigada. O objetivo deste estudo foi verificar se há associação entre desempenho funcional e função cognitiva em mulheres na pós-menopausa e analisar se os testes de velocidade de marcha de 400 metros ( Vm400) e Timed Up and Go (TUG) são preditores da função cognitiva nesta amostra. Cento e vinte oito mulheres na pós-menopausa (60,8 ± 7,9 anos) participaram deste estudo de carácter transversal. A composição corporal foi avaliada pela Absorciometria Radiológica de Dupla Energia (DXA), desempenho funcional pelos testes Vm400 e TUG, desempenho cognitivo pelo teste Montreal Cognitive Assessment (MoCA) e força muscular pela contração isométrica voluntaria máxima (CIVM) dos membros inferiores. Uma associação entre desempenho funcional e função cognitiva foi observada na amostra investigada. O teste TUG foi associado ao teste MoCA (B = -0,79; SE = 0,29; p = 0,008). No entanto, não foi observada associação entre Vm400 com o teste MoCA (B = 3,03; SE = 1,92; p = 0,117). Esses resultados mostram que o teste TUG é um bom preditor de declínio cognitivo em mulheres na pós-menopausa na meia idade

Humans , Female , Middle Aged , Aging , Cross-Sectional Studies , Cognitive Dysfunction , Physical Functional Performance
Rev. bras. med. esporte ; 25(3): 207-210, May-June 2019. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1013642


ABSTRACT Introduction The individual glucose threshold (IGT) has been used to estimate the anaerobic threshold with low-cost analyses and shorter times. However, the reliability of the glycemic analysis using a portable pharmacy glucose meter has received little attention. Objective To identify the IGT using a portable glucose meter and to compare it with the ventilatory threshold (VT). Methods Fourteen active, healthy men (25.9 ± 3.2 years; %BF = 17.9 ± 3.7%) performed an incremental treadmill test. The anaerobic threshold was identified by two different methods: (1) IGT, corresponding to the intensity of the lowest glucose value during the test; and (2) VT, corresponding to the break in linearity of the ventilation curve and an increase in the respiratory oxygen equivalent, without an equivalent increase in carbon dioxide. Results There were significant differences between VT (9.9 ± 1.2 km/h) and IGT (9.5 ± 1/1 km/h), corresponding to 75.4 ± 9.2 and 72.5 ± 10.4 %VO2max, respectively. The methods presented high correlation (r = 0.82, p = 0.002) and the Bland-Altman technique showed agreement between IGT and VT, with a mean difference of 0.5 km/h. Conclusion It was possible to determine the intensity of IGT by the glycemic response in the incremental test using a portable glucose meter. The IGT underestimated the intensity of VT by approximately 0.5 km/h, but with a high correlation and agreement between them. Level of evidence III, Case-Controle Study.

RESUMO Introdução O limiar glicêmico individual (LGI) tem sido utilizado para estimar o limiar anaeróbico com baixo custo das análises e também em menor tempo. Entretanto, dá-se pouca atenção para a confiabilidade das análises glicêmicas por meio do glicosímetro portátil de farmácia. Objetivo Determinar o LGI por meio de glicosímetro portátil e comparar com o limiar ventilatório (LV). Métodos: Catorze homens saudáveis e ativos (25,9 ± 3,2 anos; %G = 17,9 ± 3,7%) realizaram teste incremental em esteira. Determinou-se o limiar anaeróbico por duas metodologias: (1) LGI, correspondendo à intensidade do menor valor glicêmico durante o teste; (2) LV, correspondendo à quebra da linearidade da curva da ventilação e aumento do equivalente respiratório de oxigênio sem aumento do equivalente de dióxido de carbono. Resultados Foram observadas diferenças significativas entre LV (9,9 ± 1,2 km/h) e LGI (9,5 ± 1,1 km/h), correspondendo a 75,4 ± 9,2 e 72,5±10,4 %VO2máx, respectivamente. As duas metodologias apresentaram correlação alta (r = 0,82; p = 0,002) entre si. A técnica de Bland-Altman evidenciou concordância entre os métodos LGI e LV, com uma diferença média de 0,5 km/h. Conclusão Foi possível determinar a intensidade do LGI por meio da resposta glicêmica em teste incremental com o uso de glicosímetro portátil de farmácia. O LGI subestimou em aproximadamente 0,5 km/h a intensidade do LV, no entanto, com alta correlação e concordância entre eles. Nível de evidência III, Estudo de Caso-controle.

RESUMEN Introducción El umbral glucémico individual (UGI) ha sido utilizado para estimar el umbral anaeróbico con bajo costo de los análisis y también en menor tiempo. Sin embargo, se presta poca atención a la confiabilidad de los análisis glucémicos a través del glucómetro portátil de farmacia. Objetivo Determinar el UGI a través de glucómetro portátil y comparar con el umbral de ventilación (UV). Métodos Catorce hombres sanos y activos (25,9 ± 3,2 años; %G = 17,9 ± 3,7%) realizarán una prueba incremental en cinta. El umbral anaeróbico se determinó mediante dos metodologías: (1) UGI correspondiente a la intensidad del valor glucémico más bajo durante la prueba; (2) UV, correspondiente a la quiebra de la linealidad de la curva de la ventilación y aumento del equivalente respiratorio de oxígeno sin aumento del equivalente de dióxido de carbono. Resultados Se observaron diferencias significativas entre UV (9,9 ± 1,2 km/h) y UGI (9,5 ± 1,1 km/h), correspondiendo a 75,4 ± 9,2 y 72,5 ± 10,4, %VO2max, respectivamente. Las dos metodologías presentaron una correlación alta (r = 0,82, p = 0,002) entre sí. La técnica de Bland-Altman evidenció concordancia entre los métodos UGI y UV, con una diferencia media de 0,5 km/h. Conclusión Fue posible determinar la intensidad del UGI por medio de la respuesta glucémica en prueba incremental con el uso de glucómetro portátil de farmacia. El UGI subestimó en aproximadamente 0,5 km/h la intensidad del UV, sin embargo, con alta correlación y concordancia entre ellos. Nivel de evidencia III, Estudio de caso-control.

Clinics ; 69(4): 265-270, 4/2014. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-705774


OBJECTIVE: We investigated the influence of resistance training on body composition and matrix metalloproteinase 2 activity in skeletal muscles of rats fed a high-fat diet. METHODS: Thirty-two Wistar rats were divided into four experimental groups (n = 8/each) according to diet and exercise status: Control (standard diet), Obese Control (high-fat diet), Resistance Training (standard diet) and Obese Resistance Training (high-fat diet) groups. Animals were fed a high-fat diet for 12 weeks to promote excessive weight gain. Resistance Training groups performed 12 weeks of training periods after this period in a vertical ladder three times/week. Fat percentage, fat-free mass and fat mass were assessed using dual-energy X-ray absorptiometry, and matrix metalloproteinase 2 activity in biceps and gastrocnemius muscles was analyzed using zymography. RESULTS: Resistance training significantly reduced body and fat masses and fat percentages in both trained groups (p<0.05). The maximal carrying load between trained groups was not different, but relative force was higher in the Resistance Training group (p<0.05). Of note, increased matrix metalloproteinase 2 activity was noted in the tested muscles of both trained groups (p<0.05). CONCLUSION: In conclusion, altered body composition and muscle matrix metalloproteinase 2 activity promoted by excessive weight gain were positively modified by resistance training. .

Animals , Female , Male , Body Composition/physiology , Diet, High-Fat , /metabolism , Muscle, Skeletal/enzymology , Obesity/physiopathology , Resistance Training/methods , Absorptiometry, Photon , Obesity/enzymology , Physical Conditioning, Animal , Random Allocation , Rats, Wistar , Reproducibility of Results , Time Factors
Rev. bras. med. esporte ; 20(1): 21-25, Jan-Feb/2014. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-704734


INTRODUÇÃO: Muitos trabalhos têm estudado o comportamento hormonal nos exercício resistido, entretanto poucos relacionam os hormônios cortisol, GH e insulina. OBJETIVO: Estudar os ajustes das concentrações plasmáticas dos hormônios cortisol, GH e insulina em exercícios resistidos de mesma intensidade com relação à massas musculares distintas. MÉTODOS: Dez voluntários, com 20,3 ± 4,2 anos, 74,1 ± 10,2 kg de peso, 177,2 ± 4,6 cm de estatura e 23,8 ± 3,2 kg/m2 de IMC, realizaram uma sessão de leg press (LP) e supino reto (SR) com quatro séries com 10 repetições a 70% 1 RM com três minutos de intervalo. Foram coletadas amostras de sangue para dosagem das concentrações plasmáticas de cortisol, GH e insulina em repouso (Pré) e em 0' (Rec. 0'), 30' (Rec. 30') e 90' (Rec. 90') de recuperação. RESULTADOS: As concentrações plasmáticas de cortisol foram significativamente reduzidas ao final da recuperação em LP (2,20±0,37 ng/dl para 1,33±0,38ng/dl) em relação à pré-dosagem. As concentrações de GH e insulina elevaram-se significativamente durante a recuperação. GH em LP foi significativamente maior em Rec. 0' (2,75±3,29 ng/ml para 9,60±5,32 ng/dl) do que em pré. A insulina elevou-se significativamente em Rec. 30' em LP (14,70±7,92 ulU/ml para 21,66 ± 8,61 ulU/ml) e em SR (6,17 ± 2,99 ulU/ml para 19,70 ± 13,8 ulU/ml) em relação à pré. As concentrações plasmáticas de insulina pré em LP foram significativamente superiores a SR (14,70 ulU/ml e 6,17 ± 2,99 ulU/ml). CONCLUSÃO: O exercício resistido promoveu diferentes ajustes nas concentrações hormonais de cortisol, GH e insulina durante o período de recuperação. .

INTRODUCTION: Many works have studied the hormonal behavior in resistance exercise, however, few relate the cortisol, GH and insulin hormones. OBJECTIVE: To study the adjustments of plasma concentrations of the cortisol, GH and insulin hormones in resisted exercises of the same relative intensity with different muscle musses. METHODS: Ten volunteers, aged 20.3 ± 4.2 years, weight 74.1 ± 10.2 Kg, 177.2 ± 4.6 cm of stature and 23.8 ± 3.2 Kg/m2 of BMI, underwent a session of leg press (LP) and bench press (BP) with four sets of 10 repetitions at 70% 1 RM with three minutes apart. We collected blood samples to measure plasma concentrations of cortisol, GH and insulin at rest (Pre) and 0' (Rec. 0'), 30' (Rec. 30') and 90' (Rec. 90') of recovery. RESULTS: Plasma concentrations of cortisol decreased significantly at the end of the recovery in LP (2.20 ± 0.37 ng/dl to 1.33 ± 0.38 ng/dl) compared to pre. The GH and insulin concentrations significantly increased during recovery. GH was significantly higher in LP Rec. 0' (2.75 ± 3.29 ng/ml to 9.60 ± 5.32 ng/dl) than in pre. Insulin was significantly elevated in Rec. 30' in LP (14.70 ± 7.92 ulU/ml to 21.66 ± 8.61 ulU/ml) and BP (6.17 ± 2.99 ulU/ml to 19.70 ± 13.8 ulU/ml) for pre. The plasma insulin concentrations pre PL were significantly higher in the BP (14.70 ulU/ml and 6.17 ± 2.99 ulU/ml). CONCLUSION: Resisted exercise promoted different adjustments in hormone concentrations of cortisol, GH and insulin during the recovery period. .

INTRODUCCIÓN: Muchos trabajos han estudiado el comportamiento hormonal en el ejercicio de resistencia, sin embargo, pocos se refieren el cortisol, GH y las hormonas insulina. OBJETIVO: Estudiar los ajustes de las concentraciones plasmáticas de las hormonas cortisol, GH e insulina en ejercicios resistidos, de igual intensidad, en relación con las masas musculares diferentes. MÉTODOS: Diez voluntarios, con 20,3 ± 4,2 años, 74,1 ± 10,2 kg de peso, 177,2 ± 4,6 cm de estatura y 23,8 ± 3,2 kg/m2 de IMC, realizaron una sesión de leg press (LP) y supino recto (SR) con cuatro series, de 10 repeticiones a 70% 1 RM, con tres minutos de intervalo. Se recolectaron muestras de sangre para dosificación de las concentraciones plasmáticas de cortisol, GH e insulina en reposo (Pré) y en 0' (Rec. 0'), 30' (Rec. 30') y 90' (Rec. 90') de recuperación. RESULTADOS: Las concentraciones plasmáticas de cortisol se redujeron significativamente al final de la recuperación en LP (2,20±0,37 ng/dl para 1,33±0,38ng/dl) en relación con la predosificación. Las concentraciones de GH e insulina aumentaron significativamente durante la recuperación. GH en LP fue significativamente mayor en Rec. 0' (2,75±3,29 ng/ml para 9,60±5,32 ng/dl) en comparación con la predosificación. La insulina se elevó significativamente en Rec. 30' en LP (14,70±7,92 ulU/ml para 21,66 ± 8,61 ulU/ml) y en SR (6,17 ± 2,99 ulU/ml para 19,70 ± 13,8 ulU/ml) en relación con la predosificación. Las concentraciones plasmáticas de insulina, predosificación, en LP fueron significativamente superiores a SR (14,70 ulU/ml y 6,17 ± 2,99 ulU/ml). CONCLUSIÓN: El ejercicio resistido causó diferentes ajustes en las concentraciones hormonales de cortisol, GH e insulina durante el período de recuperación. .