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1.
Einstein (Säo Paulo) ; 19: eAO6739, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1350697

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To describe clinical characteristics, resource use, outcomes, and to identify predictors of in-hospital mortality of patients with COVID-19 admitted to the intensive care unit. Methods: Retrospective single-center cohort study conducted at a private hospital in São Paulo (SP), Brazil. All consecutive adult (≥18 years) patients admitted to the intensive care unit, between March 4, 2020 and February 28, 2021 were included in this study. Patients were categorized between survivors and non-survivors according to hospital discharge. Results: During the study period, 1,296 patients [median (interquartile range) age: 66 (53-77) years] with COVID-19 were admitted to the intensive care unit. Out of those, 170 (13.6%) died at hospital (non-survivors) and 1,078 (86.4%) were discharged (survivors). Compared to survivors, non-survivors were older [80 (70-88) versus 63 (50-74) years; p<0.001], had a higher Simplified Acute Physiology Score 3 [59 (54-66) versus 47 (42-53) points; p<0.001], and presented comorbidities more frequently. During the intensive care unit stay, 56.6% of patients received noninvasive ventilation, 32.9% received mechanical ventilation, 31.3% used high flow nasal cannula, 11.7% received renal replacement therapy, and 1.5% used extracorporeal membrane oxygenation. Independent predictors of in-hospital mortality included age, Sequential Organ Failure Assessment score, Charlson Comorbidity Index, need for mechanical ventilation, high flow nasal cannula, renal replacement therapy, and extracorporeal membrane oxygenation support. Conclusion: Patients with severe COVID-19 admitted to the intensive care unit exhibited a considerable morbidity and mortality, demanding substantial organ support, and prolonged intensive care unit and hospital stay.


RESUMO Objetivo: Descrever características clínicas, uso de recursos e desfechos e identificar preditores de mortalidade intra-hospitalar de pacientes com COVID-19 admitidos na unidade de terapia intensiva. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo, em centro único, realizado em um hospital privado localizado em São Paulo (SP). Pacientes adultos (≥18 anos) admitidos consecutivamente na unidade de terapia intensiva, entre 4 de março de 2020 a 28 de fevereiro de 2021, foram incluídos neste estudo. Os pacientes foram classificados como sobreviventes e não sobreviventes, de acordo com a alta hospitalar. Resultados: Durante o período do estudo, 1.296 pacientes [mediana (intervalo interquartil) de idade: 66 (53-77) anos] com COVID-19 foram admitidos na unidade de terapia intensiva. Destes, 170 (13,6%) pacientes morreram no hospital (não sobreviventes), e 1.078 (86,4%) receberam alta hospitalar (sobreviventes). Comparados aos sobreviventes, os não sobreviventes eram mais idosos [80 (70-88) versus 63 (50-74) anos; p<0,001], apresentavam pontuação mais alta no sistema prognóstico Simplified Acute Physiology Score 3 [59 (54-66) versus 47 (42-53); pontos p<0,001] e tinham mais comorbidades. Durante a internação na unidade de terapia intensiva, 56,6% dos pacientes usaram ventilação não invasiva, 32,9% usaram ventilação mecânica invasiva, 31,3% usaram cateter nasal de alto fluxo, 11,7% foram submetidos à terapia renal substitutiva, e 1,5% usou oxigenação por membrana extracorpórea. Os preditores independentes de mortalidade intra-hospitalar foram idade, Sequential Organ Failure Assessment, Índice de Comorbidade de Charlson, necessidade de ventilação mecânica, uso de cateter nasal de alto fluxo, uso de terapia renal substitutiva e suporte por oxigenação por membrana extracorpórea. Conclusão: Pacientes com quadros graves da COVID-19 admitidos na unidade de terapia intensiva apresentaram considerável mortalidade e morbidade, com alta demanda de terapia de suporte e internação prolongada em unidade de terapia intensiva e hospitalar.


Subject(s)
Humans , Adult , Aged , Pandemics , COVID-19 , Respiration, Artificial , Brazil/epidemiology , Retrospective Studies , Cohort Studies , Hospital Mortality , SARS-CoV-2 , Intensive Care Units
2.
Rev. bras. ter. intensiva ; 32(3): 381-390, jul.-set. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1138518

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Avaliar a frequência de síndrome de burnout grave em profissionais de terapia intensiva e correlacioná-la com o engajamento com o trabalho. Métodos: Foi distribuído um questionário autoaplicável que incluía o Inventário de Burnout de Maslach, a Escala de Depressão Ansiedade e Estresse e o questionário Gallup. Todas as análises foram estratificadas por local de trabalho (unidade de terapia intensiva ou unidade semi-intensiva) e por grupo profissional (enfermeiros versus médicos versus fisioterapeutas). Resultados: Entre fevereiro de 2017 e junho de 2017, 206 dos 325 profissionais convidados (63,4%) responderam aos questionários. Destes, 55 eram médicos (26,7%), 88 eram fisioterapeutas (42,7%) e 63 eram enfermeiros (30,6%). A frequência de burnout grave foi de 34,3% (27,9 - 41,4%), e não se identificaram diferenças entre os grupos profissionais ou locais de trabalho. A frequência de casos graves ou muito graves de depressão, ansiedade ou estresse foi de 12,9%, 11,4% e 10,5%, respectivamente. O escore mediano (intervalo interquartil) observado pelo questionário Gallup foi 41 (34 - 48), e não se observaram diferenças entre os grupos profissionais ou locais de trabalho. Houve correlação negativa entre burnout e engajamento com o trabalho (r = -0,148; p = 0,035). Conclusão: A frequência de burnout grave foi elevada entre os profissionais de saúde que trabalham na unidade de terapia intensiva e na unidade semi-intensiva. Existe uma correlação negativa entre burnout e engajamento com o trabalho.


ABSTRACT Objective: To evaluate the frequency of severe burnout syndrome among critical care providers and to correlate it with work engagement. Methods: A self-administered survey including the Maslach Burnout Inventory, Depression Anxiety and Stress Scales, and Gallup questionnaire was distributed. All analyses were stratified by setting (intensive care unit or step-down unit) and by professional group (nurses versus physicians versus physiotherapists). Results: Between February 2017 and June 2017, 206 out of 325 invited professionals (63.4%) answered the questionnaires. Of these, 55 were physicians (26.7%), 88 were physiotherapists (42.7%) and 63 were nurses (30.6%). The frequency of severe burnout was 34.3% (27.9 - 41.4%), and no difference was found between professional groups or settings. The frequency of severe or very severe cases of depression, anxiety or stress was 12.9%, 11.4% and 10.5%, respectively. The median (interquartile range) score observed on the Gallup questionnaire was 41 (34 - 48), and no differences were found between professional groups or settings. There was a negative correlation between burnout and work engagement (r = -0.148; p = 0.035). Conclusion: There is a high frequency of severe burnout among critical care providers working in the intensive care unit and step-down unit. There was a negative correlation between burnout and work engagement.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Physicians/psychology , Burnout, Professional/epidemiology , Physical Therapists/psychology , Nurses/psychology , Anxiety/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Critical Care , Depression/epidemiology , Occupational Stress/epidemiology , Work Engagement , Intensive Care Units
4.
Einstein (Säo Paulo) ; 18: eAE5793, 2020. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1133727

ABSTRACT

ABSTRACT In December 2019, a series of patients with severe pneumonia were identified in Wuhan, Hubei province, China, who progressed to severe acute respiratory syndrome and acute respiratory distress syndrome. Subsequently, COVID-19 was attributed to a new betacoronavirus, the severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2). Approximately 20% of patients diagnosed as COVID-19 develop severe forms of the disease, including acute hypoxemic respiratory failure, severe acute respiratory syndrome, acute respiratory distress syndrome and acute renal failure and require intensive care. There is no randomized controlled clinical trial addressing potential therapies for patients with confirmed COVID-19 infection at the time of publishing these treatment recommendations. Therefore, these recommendations are based predominantly on the opinion of experts (level C of recommendation).


RESUMO Em dezembro de 2019, uma série de pacientes com pneumonia grave foi identificada em Wuhan, província de Hubei, na China. Esses pacientes evoluíram para síndrome respiratória aguda grave e síndrome do desconforto respiratório agudo. Posteriormente, a COVID-19 foi atribuída a um novo betacoronavírus, o coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). Cerca de 20% dos pacientes com diagnóstico de COVID-19 desenvolvem formas graves da doença, incluindo insuficiência respiratória aguda hipoxêmica, síndrome respiratória aguda grave, síndrome do desconforto respiratório agudo e insuficiência renal aguda e requerem admissão em unidade de terapia intensiva. Não há nenhum ensaio clínico randomizado controlado que avalie potenciais tratamentos para pacientes com infecção confirmada pela COVID-19 no momento da publicação destas recomendações de tratamento. Dessa forma, essas recomendações são baseadas predominantemente na opinião de especialistas (grau de recomendação de nível C).


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/diagnosis , Respiration, Artificial/standards , Coronavirus Infections/diagnosis , Betacoronavirus , Intensive Care Units/standards , Pneumonia, Viral/therapy , Respiration, Artificial/methods , Critical Illness , Practice Guidelines as Topic , Coronavirus Infections/therapy , Severe Acute Respiratory Syndrome/diagnosis , Severe Acute Respiratory Syndrome/therapy , Checklist , Pandemics , SARS-CoV-2 , COVID-19
5.
Rev. bras. ter. intensiva ; 31(3): 410-424, jul.-set. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1042589

ABSTRACT

RESUMO A oxigenação por membrana extracorpórea é uma modalidade de suporte de vida extracorpóreo que possibilita suporte temporário à falência da função pulmonar e/ou cardíaca, refratária ao tratamento clínico convencional. Desde as primeiras descrições da oxigenação por membrana extracorpórea, melhorias significativas ocorreram no dispositivo, no manejo do paciente e, consequentemente, nos desfechos dos pacientes em oxigenação por membrana extracorpórea. Diversos estudos importantes sobre a utilização de oxigenação por membrana extracorpórea em pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo refratária ao suporte clínico convencional, em parada cardíaca intra-hospitalar e choque cardiogênico refratário foram publicados nos últimos anos. Dessa forma, o objetivo desta revisão é apresentar conceitos teóricos e práticos sobre a utilização da oxigenação por membrana extracorpórea em situações de falência pulmonar e/ou cardíaca refratária ao manejo clínico convencional em pacientes críticos.


ABSTRACT Extracorporeal membrane oxygenation is a modality of extracorporeal life support that allows for temporary support in pulmonary and/or cardiac failure refractory to conventional therapy. Since the first descriptions of extracorporeal membrane oxygenation, significant improvements have occurred in the device and the management of patients and, consequently, in the outcomes of critically ill patients during extracorporeal membrane oxygenation. Many important studies about the use of extracorporeal membrane oxygenation in patients with acute respiratory distress syndrome refractory to conventional clinical support, under in-hospital cardiac arrest and with cardiogenic refractory shock have been published in recent years. The objective of this literature review is to present the theoretical and practical aspects of extracorporeal membrane oxygenation support for respiratory and/or cardiac functions in critically ill patients.


Subject(s)
Humans , Extracorporeal Membrane Oxygenation/adverse effects , Extracorporeal Membrane Oxygenation/instrumentation , Critical Illness/therapy , Equipment Design
6.
Rev. bras. ter. intensiva ; 30(4): 487-495, out.-dez. 2018. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-977990

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Avaliar a eficácia do cateter nasal de alto fluxo na prevenção de intubação e reintubação de pacientes críticos em comparação com oxigenoterapia convencional ou ventilação não invasiva. Métodos: Esta revisão sistemática foi realizada por meio de busca eletrônica em bancos de dados incluindo trabalhos publicados entre 1966 e abril de 2018. O desfecho primário foi a necessidade de intubação ou reintubação. Os desfechos secundários foram escalonamento de terapia, mortalidade no seguimento mais longo, mortalidade hospitalar e necessidade de ventilação não invasiva. Resultados: Dezessete estudos com 3.978 pacientes foram incluídos. Não houve redução na necessidade de intubação ou reintubação (OR 0,72; IC95% 0,52 - 1,01; p = 0,056). Não houve diferença no escalonamento de terapia (OR 0,80; IC95% 0,59 - 1,08; p = 0,144), na mortalidade no seguimento mais longo (OR 0,94; IC95% 0,70 - 1,25; p = 0,667), na mortalidade hospitalar (OR 0,84; IC95% 0,56 - 1,26; p = 0,391) ou na necessidade de ventilação não invasiva (OR 0,64; IC95% 0,39 - 1,05, p = 0,075). Na análise sequencial de ensaios, o número de eventos incluídos foi menor que o tamanho ótimo de informação, com erro tipo I global > 0,05. Conclusão: No presente estudo e no cenário avaliado, o cateter nasal de alto fluxo não foi associado com redução na necessidade de intubação ou reintubação em pacientes críticos.


ABSTRACT Objective: To evaluate the efficacy of high-flow nasal cannula in the prevention of intubation and re-intubation in critically ill patients compared to conventional oxygen therapy or noninvasive ventilation. Methods: This systematic review was performed through an electronic database search of articles published from 1966 to April 2018. The primary outcome was the need for intubation or re-intubation. The secondary outcomes were therapy escalation, mortality at the longest follow-up, hospital mortality and the need for noninvasive ventilation. Results: Seventeen studies involving 3,978 patients were included. There was no reduction in the need for intubation or re-intubation with high-flow nasal cannula (OR 0.72; 95%CI 0.52 - 1.01; p = 0.056). There was no difference in the need for therapy escalation (OR 0.80, 95% CI 0.59 - 1.08, p = 0.144), mortality at the longest follow-up (OR 0.94; 95%CI 0.70 - 1.25; p = 0.667), hospital mortality (OR 0.84; 95%CI 0.56 - 1.26; p = 0.391) or noninvasive ventilation (OR 0.64, 95%CI 0.39 - 1.05, p = 0.075). In the trial sequential analysis, the number of events included was lower than the optimal information size with a global type I error > 0.05. Conclusion: In the present study and setting, high-flow nasal cannula was not associated with a reduction of the need for intubation or re-intubation in critically ill patients.


Subject(s)
Humans , Oxygen Inhalation Therapy/methods , Cannula , Intubation, Intratracheal/statistics & numerical data , Hospital Mortality , Critical Illness , Noninvasive Ventilation/methods
7.
Einstein (Säo Paulo) ; 16(1): eAO3856, 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-891445

ABSTRACT

ABSTRACT Objective To analyze and describe the maneuvers most commonly used in clinical practice by physical therapists and the reasons for choosing them. Methods A prospective multicenter study using a questionnaire. The sample consisted of physical therapists from five hospitals (three private hospitals, a teaching hospital and a public hospital). Results A total of 185 questionnaires were filled in. Most professionals had graduated 6 to 10 years before and over had over 10 years of intensive care unit experience. The most often used maneuvers were vibrocompression, hyperinflation, postural drainage, tracheal suction and motor mobilization. The most frequent reason for choosing these maneuvers was "I notice they are more efficient in clinical practice." Conclusion Physical therapy is mostly based on individual experience acquired in the clinical practice, and not on the scientific literature.


RESUMO Objetivo Analisar e descrever as manobras mais usadas na prática clínica pelos fisioterapeutas e os motivos para esta escolha. Métodos Estudo prospectivo e multicêntrico, realizado por meio de um questionário. A amostra foi composta por colaboradores fisioterapeutas de cinco hospitais, sendo três particulares, um hospital escola e um público. Resultados Foram preenchidos 185 questionários. A maioria dos profissionais possuía de 6 a 10 anos de formação e mais de 10 anos de experiência em unidades de terapia intensiva. As manobras mais assinaladas foram: vibrocompressão, hiperinsuflação, drenagem postural, aspiração traqueal e mobilização motora. O motivo de escolha prevalente destas manobras foi "Eu vejo ser mais eficaz na prática clínica". Conclusão A fisioterapia baseia-se na prática clínica adquirida ao longo da experiência individual, não sendo fomentada pela literatura científica.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Respiration, Artificial/statistics & numerical data , Practice Patterns, Physicians'/statistics & numerical data , Drainage/methods , Physical Therapy Modalities/statistics & numerical data , Health Care Surveys , Intensive Care Units , Middle Aged
8.
Einstein (Säo Paulo) ; 14(2): 202-207, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-788042

ABSTRACT

ABSTRACT Objective To evaluate the vital capacity after two chest therapy techniques in patients undergoing abdominal surgical. Methods A prospective randomized study carried out with patients admitted to the Intensive Care Unit after abdominal surgery. We checked vital capacity, muscular strength using the Medical Research Council scale, and functionality with the Functional Independence Measure the first time the patient was breathing spontaneously (D1), and also upon discharge from the Intensive Care Unit (Ddis). Between D1 and Ddis, respiratory therapy was carried out according to the randomized group. Results We included 38 patients, 20 randomized to Positive Intermittent Pressure Group and 18 to Volumetric Incentive Spirometer Group. There was no significant gain related to vital capacity of D1 and Ddis of Positive Intermittent Pressure Group (mean 1,410mL±547.2 versus 1,809mL±692.3; p=0.979), as in the Volumetric Incentive Spirometer Group (1,408.3mL±419.1 versus 1,838.8mL±621.3; p=0.889). We observed a significant improvement in vital capacity in D1 (p<0.001) and Ddis (p<0.001) and in the Functional Independence Measure (p<0.001) after respiratory therapy. The vital capacity improvement was not associated with gain of muscle strength. Conclusion Chest therapy, with positive pressure and volumetric incentive spirometer, was effective in improving vital capacity of patients submitted to abdominal surgery.


RESUMO Objetivo Avaliar a capacidade vital comparando duas técnicas de fisioterapia respiratória em pacientes submetidos à cirurgia abdominal. Métodos Estudo prospectivo e randomizado realizado com pacientes admitidos em Unidade de Terapia Intensiva após cirurgia abdominal. Verificamos a capacidade vital, a força muscular por meio da escala do Medical Research Council e funcionalidade pela Medida de Independência Funcional no primeiro momento em que o paciente encontrava-se em respiração espontânea (D1) e na alta da Unidade de Terapia Intensiva (Dalta). Entre D1 e Dalta, foi realizada a fisioterapia respiratória, conforme o grupo randomizado. Resultados Foram incluídos 38 pacientes, sendo 20 randomizados para Grupo Pressão Positiva Intermitente e 18 para o Grupo Incentivador Inspiratório a Volume. A capacidade vital entre o D1 e Dalta do Grupo Pressão Positiva Intermitente não teve ganho significativo (média de 1.410mL±547,2 versus 1.809mL±692,3; p=0,979), assim como no Grupo Incentivador Inspiratório a Volume (1.408,3mL±419,1 versus 1.838,8mL±621,3; p=0,889). Houve melhora significativa da capacidade vital no D1 (p<0,001) e na Dalta (p<0,001) e da Medida de Independência Funcional (p<0,001) após a fisioterapia respiratória. A melhora da capacidade vital não apresentou relação com o ganho da força muscular. Conclusão A fisioterapia respiratória, por meio de pressão positiva ou de incentivador inspiratório a volume, foi eficaz na melhora da capacidade vital em pacientes submetidos à cirurgia abdominal.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Postoperative Care/rehabilitation , Spirometry/methods , Respiratory Muscles/physiology , Vital Capacity/physiology , Intermittent Positive-Pressure Ventilation/methods , Abdominal Injuries/surgery , Prospective Studies , Treatment Outcome , Muscle Strength/physiology , Abdominal Injuries/rehabilitation
9.
J. bras. pneumol ; 39(4): 469-475, June-August/2013. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-686590

ABSTRACT

OBJECTIVE: To identify which noninvasive ventilation (NIV) masks are most commonly used and the problems related to the adaptation to such masks in critically ill patients admitted to a hospital in the city of São Paulo, Brazil. METHODS: An observational study involving patients ≥ 18 years of age admitted to intensive care units and submitted to NIV. The reason for NIV use, type of mask, NIV regimen, adaptation to the mask, and reasons for non-adaptation to the mask were investigated. RESULTS: We evaluated 245 patients, with a median age of 82 years. Acute respiratory failure was the most common reason for NIV use (in 71.3%). Total face masks were the most commonly used (in 74.7%), followed by full face masks and near-total face masks (in 24.5% and 0.8%, respectively). Intermittent NIV was used in 82.4% of the patients. Adequate adaptation to the mask was found in 76% of the patients. Masks had to be replaced by another type of mask in 24% of the patients. Adequate adaptation to total face masks and full face masks was found in 75.5% and 80.0% of the patients, respectively. Non-adaptation occurred in the 2 patients using near-total facial masks. The most common reason for non-adaptation was the shape of the face, in 30.5% of the patients. CONCLUSIONS: In our sample, acute respiratory failure was the most common reason for NIV use, and total face masks were the most commonly used. The most common reason for non-adaptation to the mask was the shape of the face, which was resolved by changing the type of mask employed. .


OBJETIVO: Identificar as interfaces de ventilação não invasiva (VNI) mais utilizadas e os eventuais problemas relacionados a sua adaptação em pacientes críticos internados em um hospital na cidade de São Paulo, SP. MÉTODOS: Estudo observacional, com pacientes acima de 18 anos admitidos nas unidades de pacientes graves que usaram VNI. Foram coletados a causa de uso da VNI, interface utilizada, esquema de uso da VNI, adaptação e motivos para a falta de adaptação à interface. RESULTADOS: Avaliamos 245 pacientes, com média de idade de 82 anos. A insuficiência respiratória aguda foi a causa mais frequente de uso da VNI (71,3%). A interface mais utilizada foi a máscara facial total (74,7%), seguida por máscara facial e máscara facial quase total (24,5% e 0,8%, respectivamente). Em 82,4% dos pacientes, a VNI foi utilizada por períodos. A adaptação adequada à interface ocorreu em 76% dos pacientes. As máscaras tiveram de ser trocadas em 24% dos pacientes. Houve adaptação adequada à máscara facial total e à máscara facial em 75,5% e em 80,0% dos pacientes, respectivamente. A adaptação foi inadequada nos 2 pacientes que utilizaram a máscara facial quase total. A causa mais frequente da falta de adaptação foi o formato da face, em 30,5% dos pacientes. CONCLUSÕES: Nesta amostra, a insuficiência respiratória aguda foi a causa mais frequente de uso da VNI, e a máscara facial total foi a interface mais utilizada. A causa mais comum da falta de adaptação à máscara foi o formato da face, que foi resolvida após a troca da interface. .


Subject(s)
Adult , Aged , Aged, 80 and over , Female , Humans , Male , Middle Aged , Young Adult , Critical Illness/therapy , Masks , Noninvasive Ventilation/instrumentation , Respiratory Insufficiency/therapy , Acute Disease , Adaptation, Physiological , Equipment Design , Intensive Care Units , Masks/standards , Noninvasive Ventilation/methods , Time Factors
10.
São Paulo; s.n; 2012. 95 p.
Thesis in Portuguese | LILACS | ID: lil-655463

ABSTRACT

Introdução: As estratégias ventilatórias protetoras têm contribuído para a redução da letalidade da Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), mas ainda está em debate qual, entre as diversas existentes, é a mais eficaz. A estratégia ARDSNet, muito utilizada na prática clínica, prioriza a redução do volume corrente para minimizar a hiperdistensão. As estratégias Open Lung Approach (OLA), além de procurarem reduzir a hiperdistensão, buscam minimizar o colapso pulmonar para evitar a atelectasia cíclica. Os métodos para ajuste da PEEP ideal nas estratégias OLA apresentam imperfeições: difícil implementação, não permitem avaliação regional do pulmão ou não podem ser realizados a beira leito. Uma estratégia OLA guiada por Tomografia de Impedância Elétrica (TIE) que permite a avaliação regional pulmonar de modo contínuo e a beira leito pode trazer benefícios. Objetivo: Comparar os efeitos fisiológicos (imagem, mecânica e trocas gasosas) ao longo de 42 h entre duas estratégias ventilatórias protetoras em um modelo suíno de SDRA (estratégia ARDSNET X estratégia guiada por TIE: (PEEPTIE). Comparar a mecânica pulmonar e troca gasosa nas duas estratégias ao final das 42 h de ventilação, em uma mesma condição de ventilação, para avaliar efeitos duradouros das estratégias sobre o parênquima pulmonar. Métodos: Sete porcos foram submetidos a ventilação mecânica por 42 horas em cada uma das duas estratégias. A lesão pulmonary foi induzida com lavagem de solução fisiológica associada a ventilação lesiva. No grupo PEEPTIE, a PEEP foi ajustada pela TIE após manobra de recrutamento, mantendo o pulmão com o mínimo de colapso menor que 5 por cento), enquanto que na estratégia ARDSNet era ajustada através da tabela PEEPxFiO2. O volume corrente foi mantido entre 4-6ml/Kg em ambas estratégias, com a pressão de platô menor que 30 cmH2O. Resultados: Oxigenação e mecânica pulmonary eram semelhantes em ambos os grupos após a lesão pulmonar. Durante as 42h de protocolo, a troca gasosa foi...


Introduction: Protective ventilatory strategies have contributed for the reduction in Acute Respiratory Distress Syndrome (ARDS) mortality, but so far there is still debate which strategy is more effective. The ARDSNet strategy, used widely in the clinical practice, emphasizes in tidal volume reduction to minimize hiperdistension. The Open Lung Approach (OLA), besides the reduction of hiperdistension, emphasizes reduction of lung collapse to avoid tidal recruitment. The methods to adjust ideal PEEP in the OLA strategies have some imperfections: difficult implementation, do not allow regional lung evaluation or cant be performed at the bedside. The OLA strategy guided by Electrical Impedance Tomography (EIT) which allows a continuous and regional lung evaluation can bring benefits. Objective: Compare physiological effects (image, mechanics and gas exchange) during a period of 42 hours between two protective ventilatory strategies in an ARDS suine model (ARDSNet strategy x strategy guided by EIT PEEPTIE). Compare lung mechanics and gas exchange in both strategies at the end of 42 hours of ventilation, in the same ventilation condition, to evaluate the strategies longtime effects on lung parenchyma. Methods: Seven suines were submitted to mechanical ventilation for 42 hours in each ventilator strategy. Lung injury was induced by saline lavage associated to injurious mechanical ventilation. In the PEEPTIE arm, PEEP was selected by the electrical impedance tomography after a recruitment maneuver, trying to keep lung collapse at minimum, while the ARDSnet group followed a PEEPxFiO2 table. Tidal volume of 4-6ml/kg was maintained in both strategies, with a plateau pressure not higher than 30 cmH2O. Results: Oxygenation and lung mechanics were equally impaired in both arms after injury. During the 42 hours of protocol, gas exchange was significantly higher in the PEEPTIE arm as compared to the ARDSNet arm in the beginning (p< 0.01) and at the end of the protocol...


Subject(s)
Animals , Acute Lung Injury , Electric Impedance , Pulmonary Atelectasis , Respiration, Artificial , Respiratory Distress Syndrome
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