Your browser doesn't support javascript.
loading
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 17 de 17
Filter
1.
CoDAS ; 33(4): e20200067, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1286108

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Investigar a fadiga vocal e sua relação com a sensação de esforço fonatório e desconforto no trato vocal de professores após uma semana de atividade letiva. Método Estudo transversal, quantitativo, participando 40 professores com queixas de fadiga vocal. Procedimentos realizados no começo e final da semana, antes do início das aulas: Índice de Fadiga Vocal-IFV, Escala Borg, Escala de Desconforto do Trato Vocal-EDTV e registro de voz para análise perceptivo-auditiva. Resultados Não houve mudanças no esforço fonatório e na frequência e intensidade do desconforto no trato vocal. Em relação ao IFV, nos domínios fadiga e limitação vocal e desconforto físico associado à voz, os professores iniciaram e terminaram a semana com valores compatíveis aos dos disfônicos. No domínio restrição vocal iniciaram a semana com valores compatíveis aos dos indivíduos vocalmente saudáveis e no final da semana tiveram escores compatíveis aos dos disfônicos. Na recuperação com repouso vocal os valores pré e pós foram abaixo da nota de corte, significando menor recuperação vocal. Quanto maior é a sensação de fadiga vocal, maior é a percepção de esforço fonatório; mais frequente é a sensação de aperto, secura, garganta dolorida, sensível e irritada, e mais intensas as sensações de desconforto no trato vocal: aperto, secura, coceira, garganta sensível e irritada. Conclusão Professores percebem aumento de fadiga vocal, sem mudanças no esforço fonatório e desconforto de trato vocal após uma semana de aula. Quanto maior é a percepção de fadiga vocal, maior é a sensação de esforço e desconforto fonatório.


ABSTRACT Purpose Investigate vocal fatigue and its relationship with the sensation of phonatory effort and discomfort in the vocal tract of teachers after a week of activity. Methods Cross-sectional, quantitative study, involving 40 teachers with complaints of vocal fatigue. Procedures performed at the beginning and end of the week, before the classes start were Vocal Fatigue Index, Borg Scale, Vocal Tract Discomfort Scale, and voice recording for perceptual analysis. Results There were no changes in phonatory effort and in frequency and intensity of discomfort in vocal tract. In relation to the VFI, in the domains of fatigue and vocal limitation and physical discomfort associated with the voice, teachers started and ended the week with values compatible with dysphonia. In the vocal restriction domain, they started the week with values compatible with vocal healthy individuals and at the end of the week they had scores compatible with dysphonia. In recovery with vocal rest, the pre and post values were below the cut-off score, meaning less vocal recovery. The greater the sensation of vocal fatigue, the greater the perception of phonatory effort; more frequent is the sensation of tightness, dryness, sore, sensitive and irritated throat and more intense the sensations of discomfort in the vocal tract: tightness, dryness, itching, sensitive and irritated throat. Conclusion Teachers perceive an increase in vocal fatigue, without changes in phonatory effort and vocal tract discomfort after one week of class. The greater the perception of vocal fatigue, the greater the sensation of effort and phonatory discomfort.


Subject(s)
Humans , Voice , Voice Disorders/diagnosis , Dysphonia , Occupational Diseases , Teaching , Voice Quality , Cross-Sectional Studies
2.
CoDAS ; 31(2): e20180115, 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-989659

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Analisar e comparar a ocorrência de sinais e sintomas de voz e de desconforto no trato vocal em docentes de diferentes níveis de ensino. Método Participaram da pesquisa 112 docentes, de ambos os gêneros, de diferentes níveis de ensino, sendo: 38 do Ensino Infantil, 28 do Ensino Fundamental I, 18 do Ensino Fundamental II e 28 do Ensino Médio. Os participantes autoavaliaram suas vozes e responderam um questionário de caracterização pessoal e do trabalho, a Lista de Sinais e Sintomas Vocais, a Escala do Desconforto do Trato Vocal (somente frequência da sensação). Os dados obtidos foram analisados estatisticamente em função dos níveis de ensino utilizando-se o Teste Krukal-Wallis e o Teste Qui-quadrado de Pearson (p<0,05). Resultados No ensino médio, a mediana de idade e a frequência de docentes do gênero masculino foi significativamente maior que nos demais níveis de ensino. Não houve diferença na autoavaliação vocal, na ocorrência de sinais e sintomas vocais e na frequência de desconforto no trato vocal, em função do nível de ensino dos docentes. Conclusão Conclui-se que não houve diferença na ocorrência de sinais e sintomas de voz e de desconforto no trato vocal em docentes de diferentes níveis de ensino.


ABSTRACT Purpose To analyze and compare the occurrence of signs and symptoms of voice and vocal tract discomfort in teachers from different educational levels. Methods There were 112 teachers, of both sexes, of different grade levels, as follows: 38 of kindergarten, 28 of elementary I, 18 elementary school II and 28 high school. Participants self-rated their voices and answered a questionnaire of personal characteristics and work, Signs and Symptoms Vocal Check list, the Vocal Tract Discomfort Scale (frequency scale). The data were statistically analyzed according to the teaching levels using the Kruskal-Wallis test and Pearson's Chi-Square test (p < 0.05). Results In high school, the median age and the frequency of male teachers was significantly higher than in other levels of education. There was no difference in the vocal self-assessment, the occurrence of vocal signs and symptoms and frequency of vocal tract discomfort, depending on the level of education of teachers. Conclusion It is concluded that there was no difference in the occurrence of signs and symptoms of voice and vocal tract discomfort in teachers from different educational levels.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Voice Quality , Voice Disorders/diagnosis , School Teachers , Occupational Diseases/diagnosis , Self-Assessment , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires
3.
CoDAS ; 31(3): e20180149, 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1011933

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Verificar a relação entre a timidez autorreferida e a desvantagem vocal percebida em professores da Educação Infantil e Fundamental I e II. Método 200 professores (média de 41,8 anos), sem queixa vocal atual, preencheram 3 protocolos: uma ficha de identificação pessoal e caracterização do trabalho, composta por 11 questões, elaborada pelo Programa de Saúde Vocal do SinproSP; o Índice de Desvantagem Vocal, instrumento de autoavaliação que investiga a autopercepção do impacto de um problema vocal; e a Escala de Timidez, com 14 itens sobre sentimentos e comportamentos comunicativos relacionados ao cotidiano organizacional. Resultados Do total da amostra, 142 (71%) professores não apresentaram desvantagem vocal, sendo 42% (n=59) professores tímidos e 58% (n=83) não tímidos. Para os 58 (29%) professores que apresentaram desvantagem vocal, houve um maior número de tímidos (64%) do que não tímidos (26%). Entre o total de professores tímidos, houve uma proporção maior destes entre os professores que atuam exclusivamente na Educação Infantil, com faixa etária entre 20-30 anos, formados em até 10 anos e com queixa da presença de ruído na sala de aula. A presença de afecções de vias aéreas superiores foi o único aspecto que diferenciou tímidos com e sem desvantagem vocal, sendo mais frequente nos professores tímidos sem desvantagem vocal. Conclusão Professores tímidos percebem mais desvantagem vocal quando comparados aos não tímidos. Os docentes com faixa etária entre 20 e 30 anos, com até 10 anos de formados e que lecionam para Educação Infantil relatam timidez, porém sem associação com a desvantagem vocal.


ABSTRACT Purpose To verify the relation between the self-reported shyness and perceived vocal handicap in teachers from Early childhood and Primary education (elementary and middle school). Methods 200 teachers (mean age 41.8 years old) without vocal complaint answered to personal identification protocol, work characterization information, the Vocal Handcap Index and the Shyness Scale. Results From the total sample, 142 (71%) teachers had no vocal disadvantage, 42% (n = 59) were shy and 58% (n = 83) were non-shy. Among the 58 (29%) teachers with vocal disadvantage, most of them were shy (64%) instead of non-shy (26%). Considering the shy teachers, most of them worked in Early Childhood Education, were aged between 20-30 years old, had from 1 to 10 years of teaching experience and were working in a noisy classroom. The presence of upper airway affections was more frequent in shy teachers without vocal disadvantage and this was the only aspect that differentiated shy and non-shy teachers. Conclusion Shy teachers showed higher frequency of vocal disadvantage when compared to non-shy teachers. Teachers between 20 and 30 years old, with up to 10 years of teaching experience and who teach in Early Childhood Education reported shyness, but there was no relation with vocal disadvantage.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Phonation , Voice Quality , Shyness , Voice Disorders/psychology , Self Concept , Speech Perception , Brazil , Voice Disorders/diagnosis , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , School Teachers , Middle Aged , Occupational Diseases/diagnosis , Occupational Diseases/psychology
4.
CoDAS ; 31(3): e20180120, 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1011932

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Verificar a autopercepção de fadiga vocal de professores disfônicos em atividade letiva que procuram atendimento fonoaudiológico. Método Participaram desta pesquisa 60 professores com queixa vocal, dentre estes, 30 que buscaram tratamento no Programa de Saúde Vocal do Sindicato dos Professores de São Paulo - SinproSP (G1) e 30 professores que não buscaram atendimento (G2). Todos os participantes responderam a um questionário de identificação, a um de caracterização pessoal e do trabalho, a uma lista de sinais e sintomas vocais e ao Índice de Fadiga Vocal - IFV. Além disso, foram registradas contagem de números de 1 a 10 e vogal sustentada "é" para definição do grau de desvio vocal por meio da análise perceptivo-auditiva. Resultados Os professores que procuraram o atendimento (G1) apresentaram piores escores nos protocolos IFV, maior número de sinais e sintomas, além de pior autoavaliação da voz quando comparados aos professores que não procuraram tratamento (G2). Além disso, os docentes dos dois grupos estudados apresentaram desvios de voz de leve a moderado. Conclusão Professores disfônicos que procuram atendimento fonoaudiológico apresentam maior sensação de fadiga vocal, principalmente em relação aos domínios restrição vocal e desconforto físico do IFV. Além disso, apresentaram maior número de sintomas e pior autoavaliação vocal em relação àqueles que não procuraram o atendimento, apesar de ambos os grupos apresentarem vozes desviadas.


ABSTRACT Purpose to verify the self-perception of vocal fatigue of dysphonic teachers in school year activity who sought speech-language pathology assistance. Methods Sixty teachers with voice complaints participated in the study, 30 of whom sought treatment in the Programa de Saúde Vocal do Sindicato dos Professores de São Paulo (SinproSP), and 30 volunteers' teachers who did not seek treatment (G2). All the participants answered a personal identification protocol and work characterization, vocal self-assessment, vocal signs and symptoms checklist, Vocal Fatigue Index protocol (VFI). In addition, a number counting from 1 to 10 and sustained vowel "e" were registered for the definition of the mean vocal deviation using perceptual-auditory judgment. Results Teachers who sought treatment (G1) obtained worst scores in the VFI, more numbers of signs and symptoms, and worst self-evaluation of the voice when compared with those who did not seek treatment (G2). In addition, teachers in both groups had light to moderate vocal deviation. Conclusion Dysphonic teachers who sought vocal treatment presented greater sensation of vocal fatigue, especially in the factors of tiredness of voice and voice avoidance and related to physical discomfort associated with voicing of the VFI. In addition, they reported greater number of symptoms and worse vocal self-assessment in relation to those who did not seek treatment, although both groups present deviated voices.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Voice Disorders/diagnosis , Occupational Diseases/diagnosis , Self Concept , Voice Quality , Brazil , Voice Disorders/rehabilitation , Surveys and Questionnaires , Occupational Health , Diagnostic Self Evaluation , School Teachers , Middle Aged , Occupational Diseases/rehabilitation
5.
CoDAS ; 31(5): e20180112, 2019. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1039608

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Desenvolver a adaptação cultural e linguística da versão brasileira da Adapted Borg CR10 for Vocal Effort Ratings. Método O instrumento Adapted Borg CR10 for Vocal Effort Ratings foi traduzido para a língua portuguesa por duas fonoaudiólogas brasileiras bilíngues, cujas traduções foram compiladas em uma versão; posteriormente, foi realizada a retrotradução para o inglês por uma terceira fonoaudióloga brasileira, bilíngue, que não participou das etapas anteriores. Após a tradução e retrotradução, realizou-se a comparação dos itens com o instrumento original, sendo as discrepâncias modificadas por consenso, por um comitê composto por três fonoaudiólogos, chegando-se a uma única versão traduzida para o português brasileiro denominada Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal. Para a equivalência cultural da versão em português, a opção "não aplicável" foi acrescida na chave de respostas e 15 indivíduos disfônicos, com diagnóstico médico-otorrinolaringológico, responderam à Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal após a leitura das frases do protocolo de avaliação perceptivo-auditiva CAPE-V. Resultados No processo de tradução e adaptação cultural, não houve modificação e/ou eliminação de nenhuma das questões. A Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal reflete a versão original do inglês, com uma escala com variação de 0 a 10, sendo 0 "nenhum esforço vocal" e 10 o "máximo esforço vocal". Conclusão A versão para o português brasileiro da Adapted Borg CR10 for Vocal Effort Ratings, intitulada Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal, apresenta equivalência cultural e linguística em relação ao instrumento original.


ABSTRACT Purpose To develop the cultural and linguistic adaptation of the Brazilian version of the Adapted Borg CR10 for Vocal Effort Ratings. Methods The instrument Adapted Borg CR10 for Vocal Effort Ratings was translated into Portuguese by two Brazilian bilingual speech-language pathologists, whose translations were compiled into one version. Back-translation into English was performed by a third bilingual Brazilian speech-language pathologist who did not participate in the previous stages. After translation and back-translation, the items of the translated version were compared with the original instrument and discrepancies were modified by consensus of a committee composed of three speech-language pathologists, resulting in the version translated into Brazilian Portuguese entitled Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal. For cultural equivalence of the Portuguese version, the option "not applicable" was added to the categorical scale and 15 individuals with dysphonia, with otorhinolaryngological medical diagnosis, responded to the Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal after reading the perceptual-auditory evaluation protocol CAPE-V phrases. Results During the process of translation and cultural adaptation, no item was changed and/or eliminated from the questions. The Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal kept the same structure as the original, with a scale ranging from 0 to 10, with 0 being "no vocal effort at all" and 10 being "maximum vocal effort". Conclusion The Brazilian version of the Adapted Borg CR10 for Vocal Effort Ratings, entitled Escala Borg CR10-BR adaptada para esforço vocal, presents cultural and linguistic equivalence to the original instrument.

6.
CoDAS ; 29(4): e20160187, 2017. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-890786

ABSTRACT

RESUMO Objetivo correlacionar os sintomas de desconforto do trato vocal e desvantagem de voz percebida em homens e mulheres cantores evangélicos. Método participaram 100 cantores evangélicos, 50 do gênero masculino e 50 do feminino. Todos os participantes responderam a dois questionários: Escala de Desconforto do trato vocal (EDTV) e o Índice de Desvantagem para o Canto Moderno (IDCM). Foi realizada a comparação entre os gêneros, tanto em relação aos sintomas do trato vocal como em relação aos índices de IDCM, por meio do teste Mann-Whitney. Para a correlação entre as respostas na Escala de Desconforto no Trato Vocal e IDCM, foi utilizado o teste de Correlação de Sperman (p<0,05). Resultados cantoras evangélicas apresentaram maior frequência e intensidade de sintomas de desconforto do trato vocal, bem como maior desvantagem vocal para o canto, quando comparadas aos cantores evangélicos. Considerando as respostas de todos os cantores, houve correlações positivas entre os sintomas de desconforto do trato vocal e a desvantagem vocal para o canto. Conclusão as percepções de desconforto em trato vocal e de desvantagem para o canto foram diferentes entre os cantores evangélicos do gênero masculino e feminino no grupo estudado. O maior desconforto no trato vocal e desvantagem no canto foram verificados pelas cantoras. Quanto maior foi a frequência e a intensidade de sintomas de desconforto no trato vocal, maior foi a desvantagem vocal.


ABSTRACT Objective To verify the correlation between vocal tract discomfort symptoms and perceived voice handicaps in gospel singers, analyzing possible differences according to gender. Methods 100 gospel singers volunteered, 50 male and 50 female. All participants answered two questionnaires: Vocal Tract Discomfort (VTD) scale and the Modern Singing Handicap Index (MSHI) that investigates the vocal handicap perceived by singers, linking the results of both instruments (p<0.05). Results Women presented more perceived handicaps and also more frequent and higher intensity vocal tract discomfort. Furthermore, the more frequent and intense the vocal tract symptoms, the higher the vocal handicap for singing. Conclusion Female gospel singers present higher frequency and intensity of vocal tract discomfort symptoms, as well as higher voice handicap for singing than male gospel singers. The higher the frequency and intensity of the laryngeal symptoms, the higher the vocal handicap will be.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Young Adult , Voice Quality , Voice Disorders/diagnosis , Singing , Quality of Life , Religion , Brazil , Sex Factors , Voice Disorders/classification , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Diagnostic Self Evaluation , Middle Aged , Occupational Diseases/diagnosis
7.
CoDAS ; 29(2): e20150261, 2017. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1039582

ABSTRACT

RESUMO O objetivo deste estudo foi desenvolver a equivalência cultural da versão brasileira do protocolo Vocal Fatigue Index - VFI. Dois fonoaudiólogos brasileiros bilíngues traduziram a versão original do VFI do inglês para o português. As traduções foram revisadas pelos pesquisadores e por um comitê de cinco fonoaudiólogos especialistas em voz, chegando-se a uma versão final do instrumento. Um terceiro fonoaudiólogo bilíngue retrotraduziu essa versão final e o mesmo comitê reviu as diferenças em relação à versão original. A versão final em português do protocolo VFI, assim como o original em inglês, é respondida de acordo com a frequência de ocorrência em que se experienciam os sintomas: 0 = nunca, 1 = quase nunca, 2 = às vezes, 3 = quase sempre e 4 = sempre. Para a equivalência cultural da versão em português, a opção "não aplicável" foi acrescida na chave de respostas e 20 indivíduos com queixa vocal e disfonia completaram o instrumento. Se alguma questão fosse considerada "não aplicável", seria eliminada da versão brasileira do protocolo; nenhuma questão foi eliminada do instrumento. A versão em português brasileiro foi intitulada Índice de Fadiga Vocal - IFV e apresenta 19 questões, da mesma forma que o instrumento original. Dos 19 itens, 11 referem-se à fadiga e restrição vocal, 5, ao desconforto físico associado à voz e 3 à recuperação dos sintomas com o repouso. A versão para o português brasileiro do VFI apresenta equivalência cultural e linguística em relação ao instrumento original. A validação do IFV para o português brasileiro está em andamento.


ABSTRACT The purpose of this study was to perform the cultural adaptation of the Brazilian version of the Vocal Fatigue Index (VFI). Two Brazilian bilingual speech-language pathologists (SLP) translated the original version of the VFI in English into Portuguese. The translations were reviewed by a committee of five voice specialist SLPs resulting in the final version of the instrument. A third bilingual SLP back-translated this final version and the same committee reviewed the differences from its original version. The final Portuguese version of the VFI, as in the original English version, was answered on a categorical scale of 0-4 indicating the frequency they experience the symptoms: 0=never, 1=almost never, 2=sometimes, 3=almost always, and 4=always. For cultural equivalence of the Portuguese version, the option "not applicable" was added to the categorical scale and 20 individuals with vocal complaints and dysphonia completed the index. Questions considered "not applicable" would be disregarded from the Brazilian version of the protocol; no question had to be removed from the instrument. The Brazilian Portuguese version was entitled "Índice de Fadiga Vocal - IFV" and features 19 questions, equivalent to the original instrument. Of the 19 items, 11 were related with tiredness of voice and voice avoidance, five concerned physical discomfort associated with voicing, and three were related to improvement of symptoms with rest or lack thereof. The Brazilian version of the VFI presents cultural and linguistic equivalence to the original instrument. The IFV validation into Brazilian Portuguese is in progress.


Subject(s)
Humans , Translations , Voice Disorders/diagnosis , Cross-Cultural Comparison , Surveys and Questionnaires , Language
8.
CoDAS ; 29(2): e20160045, 2017. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-840127

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Verificar o desconforto de trato vocal autorreferido por professores, comparando com a autoavaliação vocal, nos momentos de pré-jornada, pós-período de quatro horas e pós-período de oito horas de aula. Método Participaram do estudo 50 professores, 42 mulheres e oito homens. O valor de corte da Escala de Sintomas Vocais – ESV dividiu os professores em Grupo Risco Vocal – GRV e Grupo Vocalmente Saudável – GVS e a Lista de Sinais e Sintomas Vocais – LSS foi utilizada para identificação da quantidade de sintomas vocais em cada grupo. Posteriormente, os grupos foram avaliados em três momentos (pré-jornada, pós-quatro horas e pós-oito horas) pela Escala de Desconforto do Trato Vocal – EDTV e autoavaliação vocal. Resultados GRV apresentou mais sinais e sintomas vocais da LSS que o GVS (total: GS=0,56 / GRV=1,60, p<0,001; relacionados ao trabalho GVS=0,79 / GRV=2,49, p<0,001). O GVS não relatou mudança no desconforto, tanto para frequência (p=1,132) quanto para intensidade (p=0,431) e apresentou melhor autoavaliação vocal (pré = 0,67; pós-quatro horas = 0,96; pós-oito horas = 0,96; p=0,007). Já o GRV apresentou mais desconforto no trato vocal após quatro e oito horas, tanto para frequência (pré = 1,60; pós-quatro horas = 2,49; pós-oito horas 2,95; p<0,001) quanto para intensidade (pré = 1,79; pós-quatro horas = 2,52; pós-oito horas = 3,12; p<0,001), com pior autoavaliação vocal (pré = 2,00; pós-quatro horas = 2,42; pós-oito horas = 3,00; p<0,001). Conclusão Professores com risco vocal têm pior autoavaliação de voz e maior desconforto do trato vocal, que aumenta durante o dia de atividade letiva.


ABSTRACT Purpose To evaluate the vocal tract discomfort (VTD) reported by teachers, comparing their vocal self-assessment at three different times: before teaching, after four hours of teaching, and after eight hours of teaching. Methods The study sample was composed of 50 teachers: 42 women and eight men. The participating teachers were divided into two groups according to the cutoff value of the Voice Symptom Scale (VoiSS): Vocal Risk Group (VRG) and Vocally Healthy Group (VHG). The List of Vocal Signs and Symptoms (LVSS) was used to identify the number of vocal symptoms in each group. The groups were evaluated at three specific moments (before (BT) and after four (4HT) and eight (8HT) hours of teaching) by means of the Vocal Tract Discomfort Scale (VTD scale) and vocal self-assessment. Results The VRG presented more vocal signs and symptoms of the LVSS than the VHG (total: VHG=0.56/VRG=1.60, p<0.001; work-related VHG=0.79/VRG=2.49, p<0.001). The VHG did not report change in discomfort for both frequency (p=1.132) and severity (p=0.431) and showed better vocal self-assessment (BT=0.67; 4HT=0.96; 8HT=0.96, p=0.007). However, the VRG presented vocal tract discomfort after four and eight hours of teaching for both frequency (BT=1.60; 4HT=2.49; 8HT=2.95, p<0.001) and severity (BT=1.79; 4HT=2.52; 8HT=3.12, p<0.001) and worse voice self-assessment (BT=2.00; 4HT=2.42; 8HT=3.00, p<0.001). Conclusion Teachers at vocal risk present worse vocal self-assessment and increased vocal tract discomfort throughout the teaching working day.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Voice Quality , Voice Disorders/diagnosis , Occupational Diseases/diagnosis , Self-Assessment , Brazil , Voice Disorders/physiopathology , Surveys and Questionnaires , Occupational Health , Sensitivity and Specificity , Occupational Diseases/physiopathology
10.
CoDAS ; 27(6): 598-603, nov.-dez. 2015. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-770512

ABSTRACT

RESUMO Objetivos: Identificar características de eficiência e valores de corte das dimensões do protocolo Perfil de Participação e Atividades Vocais - PPAV que discriminam disfônicos de indivíduos vocalmente saudáveis; verificar se a nota de corte permanece a mesma para uma amostra de professores. Métodos: Características de eficiência e valores de corte dos dados do PPAV de 171 indivíduos foram analisados por meio da curva ROC (Receiver Operating Characteristic curve ): 90 professores (60 disfônicos e 30 vocalmente saudáveis, com médias de idade semelhantes, p=0,418) e 81 indivíduos não professores (48 disfônicos e 33 vocalmente saudáveis, com média de idade semelhantes, p=0,934). Resultados: Os valores de área sob a curva ROC - AUC e os valores de corte do escore total do PAVV que separam indivíduos com e sem disfonia são diferentes para não professores e professores. Indivíduos não professores apresentaram AUC = 0,986 (p<0,001) e 4,5 pontos no escore total do PPAV (sensibilidade=95,8% e especificidade=90,9%); já os professores apresentaram AUC = 0,872 (p<0,001) e nota de corte de 14,6 pontos (sensibilidade=91,7% e especificidade=75,9%). Conclusão: A nota de corte do PPAV é diferente para não professores e professores, sendo maior para os professores, porém, com maior sensibilidade e especificidade para os indivíduos não professores, podendo ser utilizado para triagens de grandes populações de risco para alteração de voz.


ABSTRACT Purpose: To identify the efficiency characteristics and cutoff values of the dimensions of the Voice Activity and Participation Profile (VAPP) protocol, which discriminates the dysphonic and vocally healthy individuals; to verify if the cutoff values remain the same for a sample of teachers. Methods: Efficiency characteristics and cutoff values of VAPP data from 171 subjects were analyzed by receiver-operating characteristic (ROC) curve: 90 teachers (60 dysphonic and 30 vocally healthy individuals, with a similar mean age, p=0.418) and 81 nonteachers (48 dysphonic and 33 vocally healthy individuals, with a similar mean age, p=0.934). Results: The area under the ROC curve (AUC) and the cutoff values of the total score of VAPP for discriminating the individuals with and without dysphonia are different for the nonteachers and teachers. The nonteachers presented AUC=0.986 (p<0.001) and 4.5 points of cutoff of the total score of VAPP (sensitivity=95.8%; specificity=90.9%); the teachers presented AUC=0.872 (p<0.001) and 14.6 points of cutoff of the total score of VAPP (sensitivity=91.7%, specificity=75.9%). Conclusion: The cutoff values of VAPP are different for the nonteachers and teachers, being higher for the teachers but with greater sensitivity and specificity for the nonteachers, and can be used to screen large populations with the risk of voice disorders.


Subject(s)
Female , Humans , Male , Diagnostic Self Evaluation , Dysphonia/physiopathology , Faculty , Self Report/standards , Voice/physiology , Case-Control Studies , Occupational Diseases/physiopathology , Quality of Life , Reference Values , Reproducibility of Results , ROC Curve , Visual Analog Scale
11.
Rev. CEFAC ; 16(3): 957-966, may-jun/2014. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-718485

ABSTRACT

Objetivo comparar sinais de disfunção autônoma gerais e relacionados à voz em professores com e sem queixas vocais. Métodos aplicação do Protocolo de Disfunção Autônoma (PDA) em 83 professores, sendo 60 mulheres e 23 homens, com a média de idade de 37,6 anos. A amostra foi dividida em dois grupos, com e sem queixas vocais, definidas de acordo com o número de sintomas apresentados no Protocolo de Sinais e Sintomas Vocais. Resultados o grupo com queixa vocal apresentou a média de 13,7 sintomas no PDA e o grupo sem queixa 7,7 (p=0,001). Considerando apenas os sintomas neurovegetativos relacionados com a voz, o grupo com queixa obteve a média de 4,7 sintomas e o grupo sem queixa 1,8 (p<0,001). Os sintomas relacionados com a voz que mais predominaram no grupo com queixa vocal, quando comparado com o grupo sem queixa, foram: cansaço quando fala (p<0,001), necessidade de engolir constantemente (p=0,014), dor de garganta (p=0,001), dor no pescoço enquanto fala (p=0,003), dor ou desconforto na ATM (p=0,017), necessidade constante de bocejar (p=0,023), pigarros constantes (p=0,010) e tensão na cabeça quando fala (p=0,019). Os sintomas observados no grupo sem queixa foram: nariz entupido (33,3%), respiração nasal difícil (29,2%) e espirros (25%). Conclusões o grupo com queixa vocal apresentou maior número de sinais neurovegetativos, principalmente nas questões relacionadas à voz do que o grupo sem queixa. .


Purpose to compare signs of general autonomic dysfunction related to the voice in teachers with and without complaints. Methods adhibition of the Questionnaire of Autonomic Dysfunction (QAD) in 83 teachers, including 60 women and 23 men, with an average age of 37,6. The participants were distributed in two groups, with or without voice complaints, defined according to number of symptoms marked in the Protocol of Signs and Voices Symptoms. Results the group with voice complaints presented an average of 13,7 symptoms in the QAD of autonomic dysfunction and the group without complaints 7,7 (p=0,001). Considering only voice related neurovegetative signs, the group with complaints presented an average of 4,7 symptoms and the group without complaints 1,8 (p<0,001). When compared to the group without voice complaints the most predominant voice related symptoms in the group with voice complaints were: fatigability when speaking (p<0,001), need of constantly swallowing (p=0,014), sore throat (p=0,001), neck pain while speaking (p=0,003), temporomandibular pain or discomfort (p=0,017), constant need to yawn (p=0,023), frequent throat clearing (p=0,010) and tension in the head while speaking (p=0,019). The symptoms observed in the group without complaints were: nose obstruction (33,3%), difficulty breathing through the nose (29,2%) and sneezing (25%). Conclusion the group with voice complaints showed more number of neurovegetative symptoms, particularly on issues related to the voice, than the group without complaints. .

13.
J. Soc. Bras. Fonoaudiol ; 23(4): 398-400, dez. 2011. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-610942

ABSTRACT

OBJETIVO: Apresentar a equivalência cultural da versão brasileira da Voice Symptom Scale - VoiSS. MÉTODOS: O questionário foi traduzido para a língua portuguesa por duas fonoaudiólogas brasileiras bilíngues, cientes do objetivo da pesquisa. A retrotradução foi efetuada por uma terceira fonoaudióloga brasileira, bilíngue e professora de inglês, não participante da etapa anterior. Após comparação das traduções, produziu-se uma única versão denominada Escala de Sintomas Vocais - ESV, que foi aplicado a 15 indivíduos com queixa vocal. O critério de inclusão foi presença de disfonia, independentemente do grau ou tipo. A cada questão foi acrescentada a opção "não aplicável" na chave de resposta. RESULTADOS: No processo de tradução e adaptação cultural não houve modificação e/ou eliminação de nenhuma das questões. A ESV reflete a versão original do inglês, com 30 questões, sendo 15 referentes ao domínio limitação (funcionalidade), oito ao domínio emocional (efeito psicológico) e sete ao domínio físico (sintomas orgânicos). CONCLUSÃO: Houve equivalência cultural da VoiSS para o Português Brasileiro na versão intitulada ESV. A validação da ESV está em fase de conclusão.


PURPOSE: To present the cultural equivalence of the Brazilian version of the Voice Symptom Scale - VoiSS. METHODS: The questionnaire was translated into Portuguese by two Brazilian bilingual speech-language pathologists, who were informed about the purpose of this research. The back translation was performed by a third bilingual Brazilian speech-language pathologist, who was also an English teacher, and had not participated in the previous stage. After the comparison of translations, a final version of the questionnaire was produced and called Escala de Sintomas Vocais - ESV, which was administered to 15 individuals with vocal complaint. The inclusion criterion was the presence of dysphonia, regardless of type or degree. The option "not applicable" was added to each item of the protocol. RESULTS: During the process of translation and cultural adaptation, no item was changed and/or eliminated from the questions. The ESV kept the same structure as the original British version with 30 questions, 15 regarding the impairment domain (functionality), eight the emotional domain (psychological effect), and seven the physical domain (organic symptoms). CONCLUSION: The cultural equivalence of the Brazilian version of the VoiSS, entitled ESV, was demonstrated. The ESV validation is currently being concluded.


Subject(s)
Humans , Dysphonia/diagnosis , Surveys and Questionnaires , Translations , Brazil , Cross-Cultural Comparison , Cultural Characteristics , Language , Voice
14.
Rev. Soc. Bras. Fonoaudiol ; 16(3): 273-281, 2011. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-598641

ABSTRACT

OBJETIVO: Verificar como o impacto da disfonia em professores é caracterizado pelos protocolos QVV (Qualidade de Vida em Voz), IDV (Índice de Desvantagem Vocal) e PPAV (Perfil de Participação e Atividades Vocais), e analisar a correspondência das informações obtidas por esses instrumentos. MÉTODOS: Quarenta e seis professores com queixa vocal que procuraram atendimento fonoaudiológico e foram diagnosticados com disfonia de base comportamental responderam aos questionários QVV, IDV e PPAV, em ordem aleatória. RESULTADOS: Professores disfônicos apresentaram pior qualidade de vida no QVV em relação à população de disfônicos. O IDV não apresentou devantagem vocal expressiva. No PPAV, os professores disfônicos apresentaram menor escore em efeitos na comunicação social. Os domínios orgânico (IDV) e físico (QVV) foram considerados iguais. O PPAV apresenta aspectos não contemplados nos demais protocolos; a auto-percepção do grau da disfonia apresentou correlação com todos os domínios dos três protocolos. No QVV, as questões com maior impacto pertencem ao físico e no IDV, ao orgânico. Já no PPAV, as duas questões de maior ocorrência relacionam-se ao efeito da voz na emoção. Assim, para esta população, sugere-se a aplicação do PPAV, por contemplar aspectos não contemplados nos demais, e do QVV, pelo reduzido número de questões e por apresentar maior impacto (escores total, emocional) em relação ao IDV. CONCLUSÃO: QVV, IDV e PPAV não apresentam as mesmas informações em professores disfônicos. Os domínios físico (QVV) e orgânico (IDV) oferecem resultados semelhantes, contudo, o sócio-emocional do QVV evidenciou mais o impacto da alteração vocal em professores disfônicos que o IDV. O PPAV apresenta informações não contempladas nos demais protocolos.


PURPOSE: To verify how the impact of dysphonia in teachers is characterized according to the protocols V-RQOL (Voice-Related Quality of Life), VHI (Voice Handicap Index) and VAPP (Voice Activity and Participation Profile), and to analyze the correspondence of information obtained by these instruments. METHODS: Fourty six teachers with voice complaints that sought for speech-language pathology intervention and were diagnosed with behavioral dysphonia answered randomly the V-RQOL, VHI and VAPP questionnaires. RESULTS: Dysphonic teachers presented worse quality of life than the general dysphonic population on the V-RQOL. The VHI showed no significant handicap. On the VAPP, teachers had lower scores in the effects in social communication. The physical (VHI) and physical functioning (V-RQOL) domains were similar to each other. The VAPP provides information about aspects not contemplated by the other protocols; self-perception of the severity of dysphonia was correlated with all domains of the three protocols. The items with greatest impact on the V-RQOL were from the physical functioning domain, and, on the VHI, from the physical domain. On the VAPP, the two questions with greater occurrence were related to the effect of voice over emotion. Hence, for this population, it is suggested the use of the VAPP questionnaire, because it comprises aspects that the others don't; in addition, the V-RQOL should also be used, because it has fewer questions and more impact (total and emotional scores) than the VHI. CONCLUSION: The protocols do not show the same information for dysphonic teachers. The physical functioning (V-RQOL) and physical (VHI) domains provide similar results, however social-emotional domain of the V-RQOL exhibited more evidently the impact of the voice disorder in dysphonic teachers than the VHI. The VAPP present information not contemplated by the other protocols.


Subject(s)
Humans , Faculty , Guidelines as Topic , Quality of Life , Voice , Voice Disorders
15.
Distúrb. comun ; 22(3): 251-258, dez. 2010.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-605761

ABSTRACT

Introdução: A intervenção fonoaudiológica com professores está presente desde os primórdios da profissão, porém poucas iniciativas são realizadas em grupo. Objetivo: Descrever a experiência de três programas de Saúde Vocal do Professor e analisar seus aspectos positivos e negativos. Métodos: Foram selecionadas três instituições da cidade de São Paulo com destaque quanto à proposta de programa de intervenção junto a professores. Os princípios e procedimentos foram detalhados e a seguir analisados quanto a convergências e divergências e aspectos pertinentes quanto à atuação em grupo. Resultados e Considerações Finais: Analisando os três programas pode-se perceber que ações de promoção de bem-estar vocal, prevenção e tratamento dos distúrbios de voz estão presentes de forma parcialmente focada. Oficinas e palestras são as modalidades educativas mais presentes e os três Programas conseguiram atender quase 20 mil professores. Dentre os resultados positivos, os responsáveis pelos Programas destacam o fato do professor se sentir mais valorizado ao participar das ações e de haver diminuído o número de licenças médicas por alterações na voz. Por outro lado, dentre os aspectos negativos, destaque é dado à dificuldade de adesão por parte do professor, embora haja propostas de soluções para esse problema, que necessariamente devem envolver outras instâncias.


Introduction: Speech-Language therapeutic intervention with teachers is present since the beginning of this occupation. However, few of these initiatives occur in groups. Aim: To describe the experience of three Teachers’ Vocal Health programs, and to analyze their positive and negative aspects. Methods: Three institutions of the city of São Paulo were selected for analysis, based on their propositions of intervention program for teachers. The principles and procedures were detailed and analyzed according to their common and different aspects, and also to pertinent aspects regarding group interventions. Results and Final Remarks: When analyzing the three programs, it may be perceived that actions aimed towards the promotion of vocal well-being are present, but partially focused. Workshops and talks are the most present educative activities, and all three Programs managed to access nearly 20 thousand teachers. Among the positive results, the responsible parties from the Programs mention the fact that teachers feel more valued when they take part in these actions, and also fewer medical leaves due to voice disorders. However, among the negative aspects, there is emphasis on how hard it is for teachers to adhere to the Programs, even though there are propositions of solutions to this problem, which must necessarily involve other levels of action.


La intervención fonoaudiológica con profesores ha estado presente desde los inicios de la profesión, pero pocas iniciativas se llevan a cabo en grupos. Objetivo: Describir la iniciativa de tres programas de Salud Vocal del Profesor y analizar sus aspectos positivos y negativos. Métodos: Se seleccionaron tres instituciones de la ciudad de San Pablo que se destacaron por la propuesta de programa de intervención a profesores. Los principios y procedimientos fueron expuestos con detalles y luego analizados conrespecto a las similitudes y diferencias y aspectos relevantes para la actuación con grupos. Resultadosy Consideraciones Finales: Al analizar los tres programas se puede notar que acciones para promover el bienestar vocal, para prevención y tratamiento de trastornos de la voz están presentes de modo parcialmente focado. Talleres y conferencias son la modalidad educativa más presente y los tres programas fueron capaces de dar atendimiento a casi 20 000 profesores. Entre los resultados positivos, los responsables por los programas destacan el hecho de que los profesores se sienten más valorados al participar de las acciones, y que hubo una reducción en el número de días de baja por transtornos dela voz. De otra parte, entre los aspectos negativos se destacó la dificultad de adhesión al programa por parte del profesor, aunque hay propuestas de solución para ese problema, que necesariamente deben involucrar a otras instancias.


Subject(s)
Humans , Faculty , Health Promotion , Voice
16.
Rev. CEFAC ; 12(5): 811-819, sep.-out. 2010. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-564264

ABSTRACT

OBJETIVO: analisar sintomas vocais de dois grupos de professores que foram avaliados em momentos distintos de um programa de saúde vocal. MÉTODOS: correlacionar condições de trabalho e hábitos com o número de sintomas vocais apresentados por 411 professores, agrupados em G1 (256 sujeitos a serem submetidos ao programa preventivo) e G2 (155 sujeitos a serem submetidos ao programa preventivo e de tratamento). RESULTADOS: em ambos os grupos observou-se predomínio de mulheres (p = 0,550), entre 31 e 40 anos (p = 0,557), lecionando para mais de um grau de ensino (p = 0,345) com até 30 alunos/sala (p = 0,521), com presença de ruído no trabalho (p = 0,660), que relataram cuidados vocais (p = 0,231) e utilizavam voz extra-profissionalmente (p = 0,713), não tabagistas (p = 0,010) nem alcoolistas (p = 0,029). Em contrapartida, no G1 observou-se carga horária diária de trabalho de até 5 horas, enquanto a maior parte do G2 trabalhava de 6 a 10 horas (p < 0,001). Enquanto 51 por cento do G1 não procuraram otorrinolaringologista/ fonoaudiólogo por alterações vocais, 68,38 por cento do G2 já o haviam feito (p < 0,001). O número de sintomas vocais foi elevado para ambos (> 4) os grupos; sendo a média de 3,5 (57 por cento) para G1 e 5,8 (98,05 por cento) para G2 - (p < 0,001). CONCLUSÃO: apesar de perfis semelhantes, houve média maior de sintomas vocais no G2, demonstrando que estes procuraram o serviço fonoaudiológico com maior risco de alteração vocal, possivelmente devido à mudança de intervenção do programa que, oferecendo a reabilitação vocal, atraiu professores com mais alterações. Assim, são importantes programas de saúde vocal tanto focados em prevenção quanto tratamento vocal, pois contribuirão para a qualidade de trabalho e de vida desses profissionais.


PURPOSE: to analyze vocal symptoms from two groups of teachers assessed during two different instances of a vocal health program. METHODS: correlate work conditions and habits with the number of vocal symptoms submitted by 411 teachers divided into G1 (256 subjects to be submitted to a prevention program) and G2 (155 subjects to be submitted to a prevention and treatment program). RESULTS: it was observed that in both groups there was a larger number of women (p=0.550), aged 31 to 40 years (p=0.557), teaching for more than one grade (p=0.345) and with up to 30 students per class (p=0.521); they related presence of noise in their work environment (p=0.660), used to take care of their voices (p=0.231), were non-smokers (p=0.010), used their voices in extra-professional activities and did not have the habit of drinking. On the other hand, both groups were different upon relating daily work hours; in G1 most teachers worked up to 5 hours a day, and in G2 most of them used to work 6 to 10 hours a day. G1 had 51 percent of individuals who did not search for a laryngologist's or speech pathologist's help when needed while in G2 a higher percentage of individuals (68.38 percent) had already looked for a specialist due to voice disorders. Both groups had a large number of voice symptoms (> 4), in G1 the mean number of symptoms was 3.5 while in G2 it was 5.8; demonstrating a statistically higher percentage of symptoms in G2 (98.05 percent) than in G1 (57 percent) - p<0.001. CONCLUSION: although both groups had similar profiles, a higher mean of vocal symptoms was found in G2, meaning that this group looked for the speech pathology assistance already with a higher risk of voice disorders, possibly due to the usage of a different type of intervention (by offering a vocal rehabilitation), which attracted teachers with more disorders. Thus, it is very important to offer vocal health programs focusing both prevention as well as vocal treatment, because these will contribute not only to the subjects' work but also to their quality of life.

17.
Arq. int. otorrinolaringol. (Impr.) ; 14(3)jul.-set. 2010. graf
Article in Portuguese, English | LILACS | ID: lil-558347

ABSTRACT

Introdução: A síndrome disfônica é uma doença ocupacional de alta prevalência na população de professores. Objetivo: A fim de abordar preventivamente a agressão vocal, procurou-se padronizar um questionário de auto-avaliação para professores de todos os níveis de ensino, incluindo além dos sintomas clínicos também os fatores da organização do trabalho. Método: Foi realizado um estudo de corte transversal em 328 professores de 4 instituições de ensino da região norte de São Paulo, aos quais aplicou-se um questionário de auto-avaliação elaborado pela Comissão Tripartite de Normatização para a Voz Profissional. Resultados: Determinou-se a prevalência dos sintomas clínicos que compõem a síndrome disfônica, assim como retratou-se a organização do trabalho e qualidade de vida desta população. Conclusão: O questionário aplicado mostrou-se satisfatório na descrição e elaboração de parâmetros com o objetivo de implementação de programas preventivos para populações expostas à sobrecarga profissional do uso da voz.


Introduction: The dysphonic syndrome is an occupational disease of high prevalence in the professor population. Objective: In order to broach preventively the vocal aggression, it was tried to standardize a self assessment questionnaire to professors of all educational level, including beyond the clinical symptoms also the factors of the work organization. Method: It was performed a study of transversal cut in 328 professors of 4 educational institutions of the northern of São Paulo, which it was applied a self assessment questionnaire elaborated by TRipartite Commission of Standardization for Professional Voice. Results: It was determined the prevalence of clinical symptoms that compound the dysphonic syndrome, as well as it was delineate the work organization and the quality of life of this population. Conclusion: The questionnaire applied was showed itself satisfactory en the description and elaboration of parameters with the aim of to implement preventive programs to populations exposed to professional overload of the voice use.


Subject(s)
Faculty , Occupational Diseases , Occupational Health , Self-Assessment , Voice Disorders
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL