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J. bras. psiquiatr ; 69(1): 23-30, Jan.-Mar. 2020. tab
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1134937

ABSTRACT

ABSTRACT Objective To measure lifetime, last-year and last-month prevalence of Non-Medical Use of Prescription Drugs (NMUPD) as well as the characteristics associated to last-month NMUPD among undergraduate students of a university in southern Brazil. Methods This was a cross-sectional study, with a sample that was selected through a clustered systematic sampling strategy. Multivariate analysis was conducted with Poisson regression according to a four-level hierarchical model of analysis. Fieldwork was conducted in 2015, and 1,423 students participated. Results Lifetime, last-year and last-month prevalence of NMUPD were 25.2%, 13.1% and 8.5%, respectively. Anxiolytics and barbiturates were the most prevalent. Variables independently associated were being female, having a family income lower than one or higher than six Brazilian minimum wages, being enrolled in a health sciences-related undergraduate course, and having reported lifetime NMUPD by a friend. Conclusions Based on these results, we suggest the development of prevention and promotion activities on this theme for students and professors, especially among those from health sciences-related courses. These interventions should focus on harmful effects of NMUPD, psychosocial coping strategies and socially established gender roles.


RESUMO Objetivo Medir a prevalência do Uso Não Médico de Medicamento Prescrito (UNMMP) na vida, no último ano e no último mês, bem como as características associadas ao UNMMP no último mês entre estudantes de graduação de uma universidade no sul do Brasil. Métodos O estudo teve delineamento transversal com amostragem aleatória sistemática por conglomerados. A análise multivariável foi conduzida por meio de regressão de Poisson com ajuste robusto da variância seguindo um modelo hierárquico de análise de quatro níveis. O estudo foi conduzido em 2015 e 1.423 estudantes participaram. Resultados As prevalências de UNMMP na vida, no último ano e no último mês foram de 25,2%, 13,1% e 8,5%, respectivamente. Ansiolíticos e barbitúricos foram os mais prevalentes. As variáveis associadas foram ser do sexo feminino, ter uma renda família menor que um ou maior que seis salários-mínimos, estar em um curso da área da saúde e ter algum amigo que já fez UNMMP. Conclusões A partir desses resultados, sugere-se o desenvolvimento de atividades de prevenção e promoção sobre este tema, especialmente para os alunos e professores dos cursos da área da saúde. Essas intervenções podem ser sobre efeitos adversos desse tipo de uso, bem como sobre estratégias psicossociais de enfrentamento e papéis de gênero socialmente estabelecidos.

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