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1.
Arch. pediatr. Urug ; 89(4): 251-256, ago. 2018. tab
Article in Spanish | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-950144

ABSTRACT

Resumen: En el año 2001, Staphylococcus aureus meticilino resistente (SAMR) adquirido en la comunidad emergió en Uruguay. Los gérmenes identificados en infecciones de piel y partes blandas variaron, alcanzando 60% el SAMR adquirido en la comunidad. Trabajos nacionales recientes muestran un cambio en las infecciones en niños hospitalizados. Objetivo: determinar la prevalencia de SAMR y su sensibilidad a los antibióticos en niños con tratamiento ambulatorio. Metodología: estudio descriptivo, prospectivo. Inclusión: todos los niños que consultaron en un Departamento de Emergencia Pediátrico por lesiones de piel y partes blandas con tratamiento ambulatorio y aislamiento de germen. Se realizó seguimiento telefónico a las 72 horas. Período: 10 de diciembre de 2015 al 31 de marzo de 2016. Resultados: se incluyeron 194 consultas por infecciones de piel y partes blandas en las que se indicaron tratamiento ambulatorio y se identificó agente etiológico. El diagnóstico más frecuente fue impétigo 181/194 (93%). Etiología: SA 152 (SA meticilino sensible [SAMS] 151, SAMR 1), EBHGA 3, EBHGB 3, coinfecciones 32 (16%), otros 4. Las 32 coinfecciones fueron SAMS con otro agente. Tratamiento antibiótico utilizado: tópico más oral 99, tópico 54, oral 21, sin antibiótico 20. Se logró seguimiento telefónico en 166 pacientes (86%). Presentaron buena evolución 165, reconsultaron cinco niños, ninguno fue hospitalizado. Conclusiones: SA solo o asociado sigue siendo el principal agente en infecciones de piel y partes blandas que reciben tratamiento ambulatorio en la población estudiada. SAMR fue el responsable del 47% de las infecciones estafilocóccicas de tratamiento ambulatorias en estudio previo. En esta serie, SAMR representa el 0,6% (p <0,05). El descenso de las infecciones producidas por SAMR coincide con los hallazgos en los pacientes hospitalizados realizado en el mismo hospital. La vigilancia periódica permite reevaluar las recomendaciones de tratamiento empírico inicial y modificarlas si fuera necesario.


Summary: There was an outbreak of community-acquired methicillin-resistant staphylococcus aureus (MRSA) in Uruguay in 2001. The identified germs found in skin and soft tissue infections (S and ST) varied, and reached 60%. Recent studies in Uruguay have shown changes in the types of infections acquired by hospitalized children. Objective: to determine MRSA prevalence and susceptibility to antibiotics in outpatient children . Methodology: a descriptive prospective study. Target: outpatient children consulting at ER for S and ST lesions who received germ isolation. Telephone follow-up after 72 hours. Time period : from December 10th 2015 to March 31st, 2016. Results: S and ST appointments: 797 (7 % of the total). Ambulatory visits: 691. Outpatients with identified etiologic agent: 194. Females: 102, mean and median age: 4 years of age. More frequent diagnosis: impetigo 181/194 (93%) Etiology: SA 152(MSSA 151, MRSA 1), beta hemolytic streptococci: BHGA 3, BHGB 3, coinfections 32 (16%), others 4. 32 of coinfections were MSSA plus another agent. Treatment with antibiotics: 99 received topical plus oral treatment, 54 received topical treatment, 21 received oral treatment, 20 received treatment that did not include antibiotics . Follow-up: 166 patients (86%). Good evolution: 165, repeated appointments: 5, hospitalized: none. Conclusions: Single SA or associated SA continues to be the main agent of S and ST infections that receive outpatient treatment. MRSA was responsible for 47% of ambulatory staphylococcal infections in the previous study. MRSA represents 0.6 (p¼0.05) in this series. Continuous surveillance has enabled us to reassess the initial empirical epidemiological treatment and to change it if necessary.


Resumo: Em 2001, o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) adquirido na comunidade surgiu no Uruguai. Os germes identificados nas infecções da pele e tecidos moles (P e PB) variaram, chegando a 60% do MRSA adquirido na comunidade. Estudos nacionais recentes mostram uma mudança nas infecções nas crianças hospitalizadas. Objetivo: determinar a prevalência de MRSA e sua sensibilidade aos antibióticos em crianças com tratamento ambulatorial. Metodologia: Estudo descritivo, prospectivo. Amostra: todas as crianças que consultaram a um Serviço de Emergência Pediátrica por lesões de P e PB com tratamento ambulatorial e isolamento de germes. Se realizou seguimento telefónico às 72 horas. Período: do 10 de dezembro de 2015 a 31 de março de 2016. Resultados: foram incluídas 194 consultas por infecções por P e PB, nas quais indicou-se tratamento ambulatorial e identificou-se agente etiológico. O diagnóstico mais frequente foi o impetigo 181/194 (93%). Etiologia: SA 152 (SAMS 151, SAMR 1), EBHGA 3, EBHGB 3, coinfecções 32 (16%), outras 4. As 32 coinfecções foram SAMS com outro agente. Tratamento antibiótico utilizado: oral tópico 99, tópico 54, oral 21, sem antibiótico 20. Se realizou seguimento telefónico para o caso de 166 pacientes (86%). Apresentaram boa evolução 165, reconsultaram 5 crianças, nenhuma foi internada. Conclusões: a infecção por SA isoladamente ou associada permanece como o principal agente nas infecções por P e PB que recebem tratamento ambulatorial na população estudada. O MRSA foi responsável por 47% das infecções estafilocócicas do tratamento ambulatorial num estudo anterior. Nesta série, o MRSA representa 0,6% (p <0,05). A diminuição das infecções produzidas por MRSA coincide com os dados achados em pacientes hospitalizados no mesmo hospital. A vigilância periódica torna possível reavaliar as recomendações empíricas iniciais de tratamento e modificá-las, se for necessário.

2.
J. vasc. bras ; 10(2): 185-188, jun. 2011. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-597010

ABSTRACT

Paciente de 30 anos, do sexo masculino, apresentou, após vacinação contra influenza comum, dor intensa, edema e eritema em membro superior esquerdo no local da aplicação e febre contínua não aferida. Foi hospitalizado, porém houve agravamento progressivo do quadro e resistência ao tratamento com anti-inflamatórios e antibióticos, culminando em queda do estado geral, formação de coleção no local e convulsão febril. Optou-se por tratamento cirúrgico, submetendo-se o paciente a procedimentos para fasciotomia, desbridamento, drenagem de coleção e sutura de extenso ferimento em membro superior esquerdo.


A 30-year-old male patient, after being vaccinated against the common influenza, presented severe pain, swelling and erythema at the site of injection on the left upper limb and had continuous fever that was not checked. He was admitted to the hospital,, but his clinical condition got worse, with no response to treatment with anti-inflammatory drugs and antibiotics. He developed an abscess at the site of vaccine injection, and high fever with febrile seizures. Surgical treatment was chosen, and the patient underwent debridement and drainage of the abscess, upper arm fasciotomy and repair of the extensive surgical wounds of the left arm.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Skin Diseases, Infectious/therapy , Infections/chemically induced , Influenza, Human/complications , Macular Edema/surgery , Upper Extremity
3.
An. bras. dermatol ; 83(3): 261-263, maio-jun. 2008. ilus
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-487631

ABSTRACT

Lacaziose é infecção crônica causada pelo fungo Lacazia loboi, originalmente descrita por Jorge Lobo (1931) em paciente oriundo da Amazônia brasileira. Manifesta-se, sobretudo, por lesões cutâneas queloidiformes. Relata-se o caso de paciente com placa eritêmato-violácea, cuja hipótese diagnóstica inicial foi de hanseníase dimorfa tuberculóide, doença também endêmica na região amazônica. Ressalta-se a importância da inclusão de formas paucibacilares de hanseníase no diagnóstico diferencial da lacaziose.


Lacaziosis is a chronic skin infectious disease caused by the fungus Lacazia loboi, which usually results in indolent cutaneous keloid-like lesions. It was first described by Jorge Lobo, in 1931, in a patient from the Amazon region. We report a case of lacaziosis, manifested by an erythematous infiltrated plaque, causing misdiagnosis with paucibacillary leprosy, since both diseases are endemic in Amazon basin.

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