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1.
Braz. j. biol ; 83: e248828, 2023. tab
Article in English | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1339354

ABSTRACT

Abstract Serum toxic metals have been implicated in development of many diseases. This study investigated the association between blood levels of lead and cadmium with abnormal bone mineral density (BMD) and incidence of osteoporosis. Sixty Saudi male adults age matching were assigned into two groups: A healthy control group (n = 30) and osteoporosis patients diagnosed according to T-score (n = 30). Serum calcium, vitamin D, osteocalcin, lead, cadmium were measured. Osteoporotic group showed a highly significant elevation of blood lead and cadmium levels compared to the control group (p <0.001). BMD was negatively correlated with serum osteocalcin level compared with control. There was a significant negative correlation between the cadmium and lead levels (r=-0.465 and p-value = 0.01) and calcium (p < 0.004). Our findings suggested that high cadmium and lead were negative correlated to BMD and increased the risk factor for osteoporosis.


Resumo Os metais tóxicos do soro têm sido implicados no desenvolvimento de muitas doenças. Este estudo investigou a associação entre os níveis sanguíneos de chumbo e cádmio com densidade mineral óssea anormal (DMO) e incidência de osteoporose. Sessenta adultos sauditas do sexo masculino com idades iguais foram divididos em dois grupos: um grupo de controle saudável (n = 30) e pacientes com osteoporose diagnosticados de acordo com o T-score (n = 30). Cálcio sérico, vitamina D, osteocalcina, chumbo, cádmio foram medidos. O grupo osteoporótico apresentou elevação altamente significativa dos níveis de chumbo e cádmio no sangue em comparação ao grupo controle (p < 0,001). A DMO foi negativamente correlacionada com o nível de osteocalcina sérica em comparação com o controle. Houve correlação negativa significativa entre os níveis de cádmio e chumbo (r = -0,465 ep = 0,01) e cálcio (p < 0,004). Nossos achados sugeriram que cádmio e chumbo elevados foram correlacionados negativamente à DMO e aumentaram o fator de risco para osteoporose.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Osteoporosis/epidemiology , Lead , Saudi Arabia/epidemiology , Absorptiometry, Photon , Osteocalcin , Incidence
2.
Medicina UPB ; 41(2): 166-170, julio-diciembre 2022. ilus
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1392160

ABSTRACT

La osteoporosis es una enfermedad sistémica esquelética, cuyas manifestaciones más comunes son las fracturas vertebrales y de cadera. En relación con el oído, se han realizado algunos estudios controversiales que sugieren el aumento de riesgo de pérdida auditiva en pacientes con osteoporosis, mientras otros indican que no hay relación alguna con esta enfermedad. Se realizó un reporte de caso donde se describen los hallazgos en el oído medio y oído interno, tras la valoración bajo microscopía de luz, en un espécimen de hueso temporal con antecedente de osteoporosis. Se evidencia desmineralización, porosidad y disminución cualitativa del tejido óseo, así como disminución del espacio incudomaleolar.


Osteoporosis is a skeletal systemic disease, commonly known for its affection on hips and spine. In relation to the ear, several controversial studies have documented an increased risk for hearing loss in patients with osteoporosis, while others do not find any association with these disorders. A case report was carried out which describes the findings in the middle ear and inner ear, after evaluation under light microscopy, in a temporary bone specimen with a history of osteoporosis. Demineralization, porosity and qualitative diminished bone tissue are found, as well as a decrease in the incudomallear joint.


A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica, cujas manifestações mais comuns são as fraturas vertebrais e de quadril. Em relação ao ouvido, foram realizados alguns estudos controversos que sugerem um risco aumentado de perda auditiva em pacientes com osteoporose, enquanto outros indicam que não há relação com essa doença. Foi feito um relato de caso descrevendo os achados em ouvido médio e ouvido interno, após avaliação sob microscopia de luz, em espécime de osso temporal com histórico de osteoporose. Há evidências de desmineralização, porosidade e diminuição qualitativa do tecido ósseo, bem como diminuição do espaço incudomaleolar.


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Osteoporosis , Bone and Bones , Demineralization , Ear, Middle , Hearing Loss , Incus , Ear, Inner
3.
Radiol. bras ; 55(4): 216-224, Aug. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1394568

ABSTRACT

Abstract Objective: To promote advanced research using magnetic resonance imaging (MRI) in the diagnosis of and screening for osteoporosis by looking for correlations among the T-scores measured by dual-energy X-ray absorptiometry (DEXA), the apparent diffusion coefficient (ADC) values on diffusion-weighted imaging (DWI), and the T1-weighted signal intensity values. Materials and Methods: This was a prospective study of postmenopausal women with no contraindications to MRI and no history of cancer who underwent DEXA within 30 days before or after the MRI examination. A 3.0-T scanner was used in order to acquire sagittal sequences targeting the lumbar spine. Results: Thirteen women underwent DEXA and MRI. In two cases, the MRI was discontinued early. Therefore, the final sample comprised 11 patients. The ADC values and T1-weighted signal intensity were found to be higher in patients with osteoporosis. However, among the patients > 60 years of age with osteoporosis, ADC values were lower and T1-weighted signal intensity was even higher. Conclusion: It is unlikely that MRI will soon replace DEXA for the diagnostic workup of osteoporosis. Although DWI and ADC mapping are useful for understanding the pathophysiology of osteoporosis, we believe that T1-weighted sequences are more sensitive than is DWI as a means of performing a qualitative analysis of vertebral alterations.


Resumo Objetivo: Promover pesquisas avançadas usando ressonância magnética (RM) no diagnóstico e rastreamento de osteoporose, procurando correlações entre os escores T medidos por absorciometria de raios-X de dupla energia (DEXA), valores de coeficiente de difusão aparente (ADC) na difusão e valores de intensidade de sinal ponderado em T1. Materiais e Métodos: Estudo prospectivo de mulheres na pós-menopausa sem contraindicações para RM e sem histórico de câncer que foram submetidas a DEXA 30 dias antes ou após o exame de RM. Um scanner 3.0-T foi utilizado para adquirir sequências sagitais direcionadas à coluna lombar. Resultados: Treze mulheres foram submetidas a DEXA e RM. Em dois casos, a RM foi interrompida precocemente. Portanto, a amostra final foi composta por 11 pacientes. Os valores de ADC e intensidade de sinal ponderado em T1 foram mais elevados nas pacientes com osteoporose. No entanto, no subgrupo de pacientes > 60 anos de idade com osteoporose, os valores de ADC foram menores e a intensidade do sinal ponderado em T1 foi ainda maior. Conclusão: É improvável que a RM substitua DEXA para a investigação diagnóstica da osteoporose no futuro próximo. Embora a difusão e o mapeamento ADC sejam úteis para a compreensão da fisiopatologia da osteoporose, acreditamos que as sequências ponderadas em T1 são mais sensíveis do que a difusão como meio de realizar uma análise qualitativa das alterações vertebrais.

4.
Arq. gastroenterol ; 59(1): 9-15, Jan.-Mar. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1374447

ABSTRACT

ABSTRACT Background Chronic hepatic disease is associated with osteoporosis, osteopenia or osteomalacia. Osteoporosis and fractures due to bone fragility present high prevalences and are more frequent in patients with liver cirrhosis than in the general population. The search for a diagnosis of osteopenia and osteoporosis in this population may allow early intervention and modify unfavorable outcomes. Objective To know the prevalence of osteopenia or osteoporosis and of fracture due to bone fragility in individuals with liver cirrhosis, the associated risk factors, and its compromise in their quality of life (QoL). Methods Observational, transversal study performed with 71 liver cirrhosis patients of the Hepatology Service of the Hospital de Base do Distrito Federal, Brasília, DF, Brazil, between July 2017 and December 2018. The patients were submitted to bone densitometry (DXA) of the lumbar spine and of the femoral neck, to x-ray of the lumbosacral spine and to the Chronic Liver Disease Questionnaire (CLDQ) for the evaluation of quality of life (QoL). The Fracture Risk Assessment (FRAX) major was calculated for patients >50 years old. The analyses were performed for the evaluation of the risk factors associated with lumbosacral spine fracture. Results The majority (62%) of the 71 evaluated patients was diagnosed with osteoporosis or osteopenia on DXA. Of the 44 patients with osteopenia or osteoporosis, 52.3% were female, with a mean age of 62.6±9.51 years old, with the majority (72.7%) being Child A, cirrhotics of alcoholic etiology (36.4%), and with an intermediate QoL according to the CLDQ (3.3). Regarding the patients with lumbosacral spine fracture, the mean age was 61.6±11.1 years old, 60% were female, most of them Child A (66.7%), of alcoholic etiology (46.7%), and with an intermediary QoL according to the CLDQ (3.5). The presence of osteopenia and/or osteoporosis was associated with lumbosacral fracture (P<0.001), without correlation with the other analyzed variables: age, body mass index, gender, presence and absence of ascites, Child-Pugh classification, vitamin D, calcium, and phosphorus serum concentration, cirrhosis etiology and FRAX major. Conclusion The prevalence of hepatic osteodystrophy was high, and the occurrence of lumbosacral spine fracture was more associated with osteoporosis and/or osteopenia among the cirrhotic patients studied. The QoL was intermediate and with no differences between cirrhotics with and without fracture.


RESUMO Contexto A doença hepática crônica associa-se com osteoporose, osteopenia ou osteomalácia. A osteoporose e as fraturas por fragilidade óssea têm altas prevalências e são mais frequentes em pacientes com cirrose hepática do que na população geral. A busca por osteopenia e osteoporose nesta população pode permitir a intervenção precoce e modificar os desfechos desfavoráveis. Objetivo Conhecer a prevalência de osteopenia ou osteoporose e de fraturas por fragilidade óssea em portadores de cirrose hepática, fatores de risco associados e seu comprometimento na qualidade de vida. Métodos Estudo observacional e transversal realizado com 71 pacientes portadores de cirrose hepática do Serviço de Hepatologia do Hospital de Base do Distrito Federal, Brasília, DF, Brasil, no período de julho de 2017 a dezembro de 2018. Os pacientes foram submetidos à densitometria óssea de coluna lombar e colo de fêmur, raio-x de coluna lombo sacra e ao questionário Chronic Liver Disease Questionnaire (CLDQ, na sigla em inglês) para avaliação de qualidade de vida. Foi calculado o escore de Fracture Risk Assessment Tool "FRAX Maior" nos pacientes >50 anos. As análises foram realizadas para a avaliação dos fatores de risco associados à fratura de coluna lombo sacra. Resultados Dos 71 pacientes avaliados, a maioria (62%) foi diagnosticada com osteoporose ou osteopenia à densitometria. Dos 44 portadores de osteopenia ou osteoporose, 52,3% eram do sexo feminino, com idade média de 62,6±9,51 anos, sendo a maioria (72,7%) Child A, cirróticos de etiologia alcoólica (36,4%) e com qualidade de vida intermediária ao CLDQ (3,3). Dos pacientes com fratura de coluna lombo sacra, a média de idade foi de 61,6±11,1 anos, 60% eram do sexo feminino, a maioria Child A (66,7%), de etiologia alcoólica (46,7%), e apresentaram qualidade de vida intermediária ao CLDQ (3,5). A presença de osteopenia e/ou osteoporose esteve associada à fratura lombo sacra (P<0,001), sem correlação com as demais variáveis analisadas: idade, índice de massa corporal (IMC), gênero, presença e ausência de ascite, classificação de Child-Pugh, concentrações séricas de vitamina D, cálcio e fósforo, etiologia da cirrose e "FRAX maior". Conclusão A prevalência de osteodistrofia hepática foi elevada, e a ocorrência de fratura de coluna lombo sacra esteve mais associada à osteoporose e/ou osteopenia entre cirróticos estudados. A qualidade de vida se mostrou intermediária e sem diferença entre cirróticos com e sem fratura.

5.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(1): 32-39, Jan. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1365675

ABSTRACT

Abstract Objective To evaluate the improvement in screening accuracy of the Fracture Risk Assessment Tool (FRAX) for the risk of developing osteoporosis among young postmenopausal women by associating with it clinical muscle mass measures. Methods A sample of postmenopausal women was submitted to calcaneal quantitative ultrasound (QUS), application of the FRAX questionnaire, and screening for the risk of developing sarcopenia at a health fair held in the city of São Bernardo do Campo in 2019. The sample also underwent anthropometric measurements, muscle mass, walking speed and handgrip tests. A major osteoporotic fracture (MOF) risk ≥ 8.5% on the FRAX, a classification of medium risk on the clinical guideline of the National Osteoporosis Guideline Group (NOGG), and a QUS T-score ≤ -1.8 sd were considered risks of having low bone mass, and QUS T-score ≤ -2.5sd, risk of having fractures. Results In total, 198 women were evaluated, with a median age of 64±7.7 years, median body mass index (BMI) of 27.3±5.3 kg/m2 and median QUS T-score of -1.3±1.3 sd. The accuracy of the FRAX with a MOF risk ≥ 8.5% to identify women with T-scores ≤ -1.8 sd was poor, with an area under the curve (AUC) of 0.604 (95% confidence interval [95%CI]: 0.509-0.694) for women under 65 years of age, and of 0.642 (95%CI: 0.571-0.709) when age was not considered. Including data on muscle mass in the statistical analysis led to a significant improvement for the group of women under 65 years of age, with an AUC of 0,705 (95%CI: 0.612-0.786). The ability of the high-risk NOGG tool to identify T-scores ≤ -1.8 sd was limited. Conclusion Clinical muscle mass measurements increased the accuracy of the FRAX to screen for osteoporosis in women aged under 65 years.


Resumo Objetivo Avaliar a melhora da precisão da Fracture Risk Assessment Tool (Ferramenta de Avaliação do Risco de Fraturas, FRAX, em inglês) no rastreio do risco de desenvolver osteoporose em mulheres jovens pós-menopáusicas com a associação de medidas clínicas de massa muscular e preensão manual. Métodos Uma amostra de mulheres pós-menopáusicas foi submetida a ultrassom quantitativo (USQ) de calcâneo, à aplicação do questionário FRAX, e rastreadas quanto ao risco de desenvolver sarcopenia em uma feira de saúde realizada em 2019 em São Bernardo do Campo. Alémdisso, a amostra tambémfoi submetida a antropometria, e a testes de massa muscular, velocidade de marcha, e preensão manual. Um risco de grandes fraturas osteoporóticas (GFOs) ≥ 8,5% no FRAX, classificação de médio risco nas diretrizes clínicas do National Osteoporosis Guideline Group (NOGG), e T-score no USQ ≤ -1,8 dp foram considerados riscos de ter baixa massa óssea, e T-score no QUS ≤ -2,5 sd, risco de ter fraturas. Resultados Ao todo, 198 mulheres foram avaliadas, com idade média de 64±7,7 anos, índice de massa corporal (IMC) médio de 27,3±5,3 kg/m2, e T-score médio no USQ de -1,3±1,3 sd. A precisão do FRAX comumrisco de GFO≥ 8,5% para identificar mulheres com T-score ≤ -1,8 dp foi precária, com uma área sob a curva (ASC) de 0,604 (intervalo de confiança de 95% [IC95%]: 0,509-0,694), para mulheres menores de 65 anos de idade, e de 0,642 (IC95%: 0,571-0,709) quando a idade não foi considerada. A inclusão de dados da massa muscular na análise estatística levou a uma melhora significativa no grupo menor de 65 anos de idade, com uma ASC de 0,705 (IC95%: 0,612-0,786). A habilidade da ferramenta NOGG de alto risco para identificar T-scores ≤ -1,8 dp foi limitada. Conclusão As medidas clínicas da massa muscular aumentaram a precisão do FRAX no rastreio de osteoporose em mulheres menores de 65 anos de idade.

6.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1368967

ABSTRACT

RESUMO:Introdução: Hipofosfatasia é um distúrbio metabólico que afeta a mineralização óssea e dentária, causada por mutações no gene ALPL, levando à deficiência enzimática da fosfatase alcalina tecido não-específica. A forma adulta caracteriza-se por fraturas atípicas do fêmur, osteomalácia, osteoporose, grave osteoartropatia, condrocalcinose e artralgia. Objetivo: Demonstrar desafios diagnósticos relacionados à hipofosfatasia através do relato de dois casos. Paciente 1: feminino, 59 anos, encaminhada para avaliação clínica devido às fraturas patológicas de difícil consolidação e osteoporose generalizada de causa genética. Relata perda dentária precoce da arcada superior, fraturas na coluna, em ombro esquerdo e no fêmur. Atualmente, queixa-se de dor crônica intensa, com uso de múltiplos medicamentos. Achados clínicos, laboratoriais e radiológicos foram compatíveis com o diagnóstico de hipofosfatasia. Paciente 2: masculino, 31 anos, filho da paciente 1, encaminhado para avaliação clínica por fratura patológica precoce em fêmur esquerdo e osteoporose não esclarecida. Atualmente relata dor e claudicação importante em membro inferior esquerdo, associado à lombalgia crônica. Confirmação do diagnóstico de hipofosfatasia por exames laboratoriais e radiológicos e sequenciamento do gene ALPL, aliados ao diagnóstico da sua genitora. Discussão: Hipofosfatasia é uma doença rara de herança autossômica dominante e recessiva. Pacientes acometidos apresentam fraturas constantes, densidade mineral óssea baixa, cicatrização óssea deficitária. É comum a hipofosfatasia ser diagnosticada erroneamente como osteopenia e/ou osteoporose primária, acarretando prejuízos ao paciente. Ressalta-se a importância da história clínica completa e dos antecedentes familiares a fim de se obter um diagnóstico precoce, garantindo, por sua vez, o adequado acompanhamento e manejo terapêutico. (AU)


ABSTRACT: Introduction: hypophosphatasia is a metabolic disorder affecting bone and tooth mineralization, caused by mutations in the ALPL gene leading to enzymatic deficiency of tissue non-specific alkaline phosphatase. The adult form is characterized by atypical femur fractures, osteomalacia, osteoporosis, severe osteoarthropathy, chondrocalcinosis, and arthralgia. Objective: to demonstrate diagnostic challenges related to hypophosphatasia through the report of two cases. Patient 1: female, 59 years old, referred for clinical evaluation due to pathological fractures of difficult consolidation and generalized osteoporosis of genetic cause. She reports early tooth loss in the upper arch, fractures in the spine, left shoulder and femur. Currently, he complains of severe chronic pain, with use of multiple medications. Clinical, laboratory, and radiological findings were compatible with the diagnosis of hypophosphatasia. Patient 2:male, 31 years old, son of patient 1, referred for clinical evaluation due to an early pathological fracture in the left femur and unclear osteoporosis. He currently reports pain and significant claudication in the left lower limb, associated with chronic low back pain. Confirmation of the diagnosis of hypophasatasia by laboratory and radiological tests and sequencing of the ALPL gene combined with the diagnosis of his mother. Discussion: hypophosphatasia is a rare disease of autosomal dominant and recessive inheritance. Affected patients have constant fractures, low bone mineral density, and impaired bone healing. It is common for hypophosphatasia to be misdiagnosed as osteopenia and/or primary osteoporosis, which can be harmful to the patient. The importance of a complete clinical history and family history is emphasized in order to obtain an early diagnosis, ensuring adequate follow-up and therapeutic management. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Osteoporosis , Alkaline Phosphatase , Fractures, Spontaneous , Hypophosphatasia/diagnosis
7.
Acta ortop. bras ; 30(spe1): e255964, 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1383438

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To assess whether residents (R1, R2, or R3 - according to the year of residency) of a tertiary orthopedic service investigate, treat and/or refer the patient with osteoporotic fracture for osteoporosis (OP) treatment and whether this learning is improved over the years of residency. Methods: Residents answered diagnostic and therapeutic questions related to a clinical case of osteoporotic fracture (OF) in 4 settings, which were initial care in the emergency room, at discharge, during outpatient follow-up at 3 and 6 months. Responses were compared between years of residency. Results: Twenty R1, 21 R2, and 19 R3 raised the questions. One resident treated osteoporosis in R1, two in R2, and four in R3. Seventy-five percent of R1, 90.5% of R2, and 68% of R3 referred patients for OP treatment. Over the years, there has been improved prescribing lab tests for osteoporosis (p = 0.028), with 52.6% of third-year residents prescribing adequate lab tests. In the same period, 100% of R3 correctly prescribed prophylaxis for deep vein thrombosis (p = 0.001). Conclusion: There is learning, but not enough, for secondary prevention of FO. Level of Evidence I; Prospective Comparative Study.


RESUMO Objetivo: Avaliar se residentes (R1, R2 ou R3 - de acordo com o ano de residência) de um serviço ortopédico terciário, investigam, tratam e/ou encaminham o paciente com fratura osteoporótica para tratamento de osteoporose (OP) e se esse aprendizado é melhorado ao longo dos anos de residência. Métodos: Os residentes responderam a questões diagnósticas e terapêuticas relacionadas a um caso clínico de fratura osteoporótica (OF) em 4 cenários, que foram o atendimento inicial no pronto-socorro, no momento da alta hospitalar, durante o acompanhamento ambulatorial em 3 e 6 meses. As respostas foram comparadas entre os anos de residência. Resultado: Vinte R1, 21 R2 e 19 R3 levantaram as questões. Um residente tratou osteoporose em R1, dois em R2 e quatro em R3. Setenta e cinco por cento de R1, 90,5% de R2 e 68% de R3 encaminharam pacientes para tratamento com OP. Há melhora na prescrição de exames laboratoriais para investigação de osteoporose ao longo dos anos (p = 0,028) com 52,6% dos residentes do terceiro ano que prescrevem exames laboratoriais adequados. No mesmo período, 100% de R3 prescreveram corretamente a profilaxia para trombose venosa profunda (p = 0,001). Conclusão: Há aprendizado, porém insuficiente, para a prevenção secundária da FO. Nível de Evidência I; Estudo Prospectivo Comparativo.

8.
Acta ortop. bras ; 30(2): e238821, 2022. graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1374137

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: Show the relationship between atypical femoral fractures and prolonged use of bisphosphonates and analyze the limit of its beneficial use. Methods: Retrospective cohort study (level of evidence 2B). From Atypical fracture cases, patients who used bisphosphonates were selected and the time period of their use was analyzed. Additionally, the variables sex, age, and the side most affected were studied. Results: Nine atypical femur fractures were found, all associated with the use of bisphosphonates. The average period of use of this medication was nine years (minimum of three years; maximum of 14 years). The patients' mean age was of 78 years (69-88 years) and all were women, with the right member being the most affected. Conclusion: The use of bisphosphonates to prevent osteoporotic fractures has been increasingly frequent and, when used for a prolonged period, it has been related to atypical fractures. Further scientific studies on doses, maximum periods of treatment, and risk-benefit in the indication of these medications are needed to assist in therapeutic management for each case. Level of Evidence II, Retrospective Study.


RESUMO Objetivo: Demonstrar relação entre as fraturas atípicas de fêmur e o uso prolongado de bifosfonatos, descrever sua incidência e analisar até qual momento o seu uso é benéfico. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo (nível de evidência 2B). Análise de 151 prontuários de pacientes com diagnóstico de fratura de fêmur em um hospital terciário, no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2018. Foram selecionados os casos de fraturas atípicas e, dentre esses, os que faziam uso de bifosfonatos e o tempo de utilização. Ademais, foram estudadas as variáveis sexo, idade e lado mais acometido. Resultados: Constatadas 9 fraturas atípicas de fêmur, todas associadas ao uso de bifosfonatos. O período médio de uso dessa medicação foi de 9 anos (mínimo - 3 anos; máximo - 14 anos). A idade média dos pacientes foi de 78 anos (69-88 anos) e ocorrência unicamente em mulheres, tendo como membro mais acometido o direito. Conclusão: O uso dos bifosfonatos na prevenção de fraturas osteoporóticas tem sido cada vez mais frequente e relacionado às fraturas atípicas, quando empregado por tempo prolongado. A coleta de mais informações científicas que estudem doses, períodos máximos de tratamento e risco-benefício na indicação dessas medicações é essencial para auxiliar no manejo terapêutico apropriado para cada caso. Nível de Evidência II, Estudo Retrospectivo .

9.
Acta ortop. bras ; 30(3): e251954, 2022. tab
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1374146

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To evaluate the involvement of orthopedists and orthopedic residents with fragility fractures, in its clinical, therapeutic, and social aspects. Methods: Cross-sectional observational and prospective study that took place in the period from June to August 2020. Results: 540 participants were analyzed. The population consisted of orthopedists (85.56%; N = 462) and residents (14.44%; N = 78), with a greater proportion of individuals from 41 to 50 years of age (36.67%; N = 198) and from the Southeast region (57.22%; N = 309). For 47.04% (N = 254) of the participants, the profile of the patient at risk for fragility fracture corresponds to: woman, sedentary, smoker and over 60 years of age. The consensus among the participants (97.96%; N = 529) is that fragility fractures occur in or near home environments. Moreover, 47.59% (N = 257) believe that the first fragility fracture is the most important predictive risk factor for subsequent occurrences and 63.89% (N = 345) of the participants claim to attend more than 15 cases per year. Regarding treatment, 74.44% (N = 402) are dedicated exclusively to orthopedic aspects (68.33%; N = 369). However, 62.41% (N = 337) of the participants believe that patients with fragility fractures should receive medication and supplements. Likewise, 70.74% (N = 382) of the participants consider that home security measures and training of family members are important, and they attribute the role to the multidisciplinary team. Conclusions: Fragility fractures are frequent in the routine of Brazilian orthopedists. However, they are not familiar with adjuvant treatments for fragility fractures, acting almost exclusively in the orthopedics aspects of these injuries. Level of Evidence II, Prospective Study.


RESUMO Objetivo: Avaliar o entendimento entre ortopedistas e residentes em ortopedia sobre as fraturas por fragilidade, em seus aspectos clínicos, terapêuticos e sociais. Métodos: Estudo transversal, observacional e prospectivo que ocorreu no período de junho de agosto de 2020. Resultados: Foram analisados 540 participantes. A população foi composta por ortopedistas (85,56%; N = 462) e residentes (14,44%; N = 78), com prevalência de idade entre 41 e 50 anos (36,67%; N=198) e oriundos da região Sudeste (57,22%; N = 309). Para 47,04% (N = 254) dos participantes o perfil do paciente em risco para fratura por fragilidade corresponde a: mulher, sedentária, tabagista e acima dos 60 anos de idade. Sendo consenso entre os participantes (97,96%; N = 529) que as fraturas por fragilidade ocorrem em ambientes domiciliares ou próximo a eles. Além disso, 47,59% (N = 257) dos participantes acreditam que a primeira fratura por fragilidade seja o fator de risco preditivo mais importante para novo episódio de fratura e 63,89% (N = 345) dos avaliadores atendem mais de 15 casos por ano. Em relação ao tratamento, 74,44% (N = 402) dedicam-se exclusivamente aos aspectos ortopédicos (68,33%; N = 369). No entanto, 62,41% (N = 337) dos participantes acreditam que paciente devam receber medicamentos e suplementos. Da mesma forma, 70,74% (N = 382) dos avaliadores consideram que medidas de segurança domiciliar e treinamento de familiares sejam importantes e atribuídas a equipe multiprofissional. Conclusão: As fraturas por fragilidade são frequentes na rotina dos ortopedistas brasileiros. No entanto, estes não estão familiarizados com tratamentos adjuvantes nas fraturas consideradas por fragilidade, atuando quase que exclusivamente nos aspectos ortopédicos envolvidos nestas lesões. Nível de Evidência II, Estudo Prospectivo.

10.
Coluna/Columna ; 21(2): e257080, 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1375242

ABSTRACT

ABSTRACT Kyphoplasty (KP) and vertebroplasty (VP) are both widely adopted treatments for patients with osteoporotic vertebral fractures (OVF), however, which of these techniques is more effective has not yet been established. We performed a systematic review of articles, followed by meta-analysis, in an attempt to establish the differences between KP and VP. Initially, 187 articles were obtained, 20 of which were systematically reviewed and submitted to meta-analysis. Thus, 2,226 patients comprised the universe of the present article, 1202 of whom underwent KP and 1024 of whom underwent VP. The statistically significant results observed included lower mean bone cement leakage (ml) in the group submitted to kyphoplasty, with OR: 1.50 [CI95%: 1.16 - 1.95], p <0.05; shorter mean surgical time (minutes), 0.45 [CI90% 0.08 - 0.82], p <0.1, for the group submitted to VP as compared to the KP group; and a lower mean postoperative Oswestry Disability Index score in the KP group, OR: −0.14 [CI95%: −0.28 - 0.01], p <0.05. KP was more effective in improving physical function and had a lower frequency of cement leakage when compared to VP, although it requires longer surgical time. Level of evidence III; Systematic review of level III studies.


RESUMO Tanto a cifoplastia (KP) quanto a vertebroplastia (VP) são tratamentos bastante adotados para pacientes com fratura vertebral osteoporótica (FVO), no entanto, ainda não foi estabelecido qual destas é a técnica de maior eficácia. Realizamos uma revisão sistemática de artigos, seguida de metanálise, na tentativa de estabelecer as diferenças entre KP e VP. Foram obtidos inicialmente 187 artigos, sendo que destes, 20 foram revisados sistematicamente e submetidos à metanálise. Assim, 2226 pacientes compuseram o universo do presente artigo, sendo 1202 destes submetidos à KP e 1024 à VP. Entre os resultados estatisticamente significativos, foi observado um menor extravasamento médio de cimento ósseo (ml) no grupo submetido à cifoplastia, OR: 1,50 [IC 95%: 1,16 - 1,95], p < 0,05; o tempo médio de operação (minutos) 0,45 [IC 90%: 0,08 - 0,82], p < 0,1, na comparação entre KP e VP é menor no grupo submetido à vertebroplastia e no pós-cirúrgico, o Índice Médio de Incapacidade de Oswestry foi menor no grupo KP OR: −0,14 [IC 95% −0,28 - 0,01], p < 0,05. A KP foi mais eficaz na melhora da função física e menor frequência de extravasamento de cimento quando comparada à VP embora demande maior tempo cirúrgico. Nível de evidência III; Revisão sistemática de estudos de nível III.


RESUMEN Tanto la cifoplastía (KP) como la vertebroplastía (VP) son tratamientos ampliamente adoptados en pacientes con fractura vertebral osteoporótica (FVO), sin embargo, aún no se ha establecido cuál de ellas es la técnica más eficaz. Se realizó una revisión sistemática de artículos, seguida de un metaanálisis, en un intento de establecer las diferencias entre KP y VP. Inicialmente se obtuvieron 187 artículos, de los cuales 20 fueron revisados sistemáticamente y sometidos a un metaanálisis. Así, 2226 pacientes constituyeron el universo del presente artículo, 1202 de ellos sometidos a KP y 1024 a VP. Entre los resultados estadísticamente significativos, se observó una menor extravasación media de cemento óseo (ml) en el grupo sometido a cifoplastía, OR: 1,50 [IC 95%: 1,16 - 1,95], p <0,05; el tiempo medio de intervención (minutos) 0,45 [IC 90% 0,08 - 0,82], p <0,1, en la comparación entre KP y VP es menor en el grupo sometido a vertebroplastía y en el posquirúrgico, el Índice de Discapacidad de Oswestry promedio fue menor en el grupo KP OR: −0,14 [IC 95 % CI −0,28 - 0,01], p <0,05. La KP fue más eficaz en la mejora de la función física y con menor frecuencia de extravasación de cemento en comparación con la VP, aunque requiere un tiempo quirúrgico más prolongado. Nivel de evidencia III; Revisión sistemática de estudios de nivel III.

11.
Rev. méd. Urug ; 38(1)2022.
Article in Spanish | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1389672

ABSTRACT

Resumen: Introducción: la mayoría de las fracturas por fragilidad ocurren en rango densitométrico de osteopenia, la escala ósea trabecular (TBS) permite valorar aspectos de la microarquitectura que influyen en la resistencia ósea. Objetivo: describir las características clínicas y los hallazgos de la microarquitectura ósea aplicando TBS combinado con densitometría ósea (DXA) en un grupo de pacientes. Material y métodos: estudio descriptivo, de recolección retrospectiva. Se incluyen los pacientes a los que se les realizó DXA con TBS en el INRU en julio y agosto de 2020. Resultados: se analizaron 194 pacientes, 173 (89%) de sexo femenino y 21 (11%) de sexo masculino. El 36,1% (70 pacientes) en rango de osteopenia, 36,1 (70 pacientes) en rango de osteoporosis. El 32,9% (23 pacientes) con osteopenia y el 47,1% (33 pacientes) con osteoporosis tenían microarquitectura degradada. 76,9% de los pacientes con artritis reumatoidea y 45,8% de los que tenían espondiloartritis presentaban microarquitectura alterada. Conclusiones: el TBS permitió reestratificar el riesgo de fractura en un número importante de pacientes, mostrándose como una herramienta muy útil en la valoración complementaria de la salud ósea.


Summary: Introduction: most fractures that result from bone fragility occur in the osteopenia range The trabecular bone score (TBS) enables the assessment of microarchitecture aspects that impact bone resistance. Objective: to describe the clinical characteristics and findings of bone microarchitecture, by applying TBS and bone densitometry in a group of patients. Method: descriptive study of retrospective collection. Patients who were included in the study underwent a Dual-energy X-ray Absorptiometry (DXA) with TBS at the National Rheumatology Service between July and August, 2020. Results: 94 patients were analysed, 173 (89%) were female and 21 (11%) were male. 36.1% (70 patients) lay in the osteopenia range, 36.1 (70 patients) in the osteoporotic range. 32.9% (23 patients) with osteopenia and 47.1% (33 patients) with osteoporosis evidenced a degraded bone microarchitecture. 76.9 % of patients with rheumatoid arthritis and 45.8 % of patients with spondyloarthritis respectively evidenced altered bone microarchitecture. Conclusions: TBS allowed stratification of fracture risk in a significant number of patients, which may suggest it is a useful tool for complementary assessment of bone health.


Resumo: Introdução: a maioria das fraturas por fragilidade ocorre na faixa densitométrica da osteopenia; o escore de osso trabecular (TBS) permite avaliar aspectos da microarquitetura que influenciam a resistência óssea. Objetivo: descrever as características clínicas e os achados da microarquitetura óssea aplicando TBS combinado com densitometria óssea (DMO) em um grupo de pacientes. Material e métodos: estudo descritivo, retrospectivo, incluindo pacientes que realizaram DXA (absorciometria de raios-X de dupla energia) com TBS no INRU em julho e agosto de 2020. Resultados: foram analisados 194 pacientes, 173 (89%) mulheres e 21 (11%) homens. 36,1% (70 pacientes) na faixa de osteopenia, 36,1 (70 pacientes) na faixa de osteoporose. 32,9% (23 pacientes) com osteopenia e 47,1% (33 pacientes) com osteoporose tinham microarquitetura degradada. Nos pacientes com artrite reumatoide 76,9% e nas espondiloartrite 45,8% apresentaram microarquitetura alterada, respectivamente. Conclusões: a TBS permitiu fazer uma nova estratificação do risco de fratura em um número significativo de pacientes, mostrando-se uma ferramenta muito útil na avaliação complementar da saúde óssea.

12.
Braz. dent. sci ; 25(3): 1-8, 2022. tab, ilus
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1378405

ABSTRACT

Objective: The aim of this study was to assess the bone density of the mandible in adolescents with cerebral palsy (CP) treated with antiepileptic drugs using one beam computed tomography (CBCT). Methods: The study was carried out with 18 adolescents aged 12­18 years, undergoing routine dental treatment at the dental clinic of APCD-São Caetano do Sul. CBCT scans were of divided into two groups: G1 adolescents with CP using antiepileptic drugs and G2 normoactive adolescents. A single dentomaxillofacial radiologist assessed and evaluated the images using Dental Slice software and Image J. Fisher's exact tests as well as paired and unpaired Student's t-tests were performed. Results: Groups differed significantly with regard in the values of density (p < 0.001), with G1 presenting lower values compare to G2. G1 showed significantly lower density means on the right side, left side, and right/left sides of the mandible edge than G2 (p < 0.001). Conclusion: CP patients using antiepileptic drugs show evidence of bone mineral density loss of the mandible.(AU)


Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a densidade ótica óssea da mandíbula em adolescentes com paralisia cerebral (PC) tratados com drogas antiepilépticas por meio de tomográfica computadorizada de feixe cônico (TCFC). Métodos: O estudo foi realizado com 18 adolescentes de 12 a 18 anos, em tratamento odontológico de rotina na clínica odontológica da APCD-São Caetano do Sul. As TCFC foram divididas em dois grupos: G1 adolescentes com PC em uso de antiepilépticos e G2 adolescentes normoativos. Um único radiologista dentomaxilofacial assessou e avaliou as imagens usando usando os softwares Dental Slice e Image J. Os testes exatos de Fisher, bem como os testes t de Student pareados e não pareados foram realizados. Resultados: Os grupos diferiram significativamente quanto aos valores de densidade óptica (p <0,001), com o grupo G1 apresentando valores menores em relação ao G2. O grupo G1 apresentou médias de densidade óptica significativamente menores nos lados direito, esquerdo e direito / esquerdo da borda da mandíbula do que o G2 (p <0,001). Conclusão: Pacientes com PC em uso de drogas antiepilépticas apresentam evidências de perda de densidade óssea da mandíbula (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Osteoporosis , Bone Density , Cone-Beam Computed Tomography , Anticonvulsants
13.
Acta ortop. bras ; 30(4): e253507, 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1393782

ABSTRACT

ABSTRACT Population ageing is an inexorable truth. This is the reason for an increase in the number of studies analyzing common pathologies, such as osteoporosis, in older people. Osteoporosis is a disease resulting from bone fragility, thus increasing the risk of fracture. Although the occurrence is predominant in women, studies analyzing the male population have raised interest among the scientific community. Nevertheless, there is no consensus regarding the best way to estimate the risk of fracture. Bone density testing and TBS (trabecular bone score) assessments are alternatives available for diagnosing. To assess the relationship between bone mineral density, the changes in TBS and fractures in older men. We conducted an integrative review of the literature in the LILACS, Scopus and PubMed databases, searching for studies in the last five years. We found 97 studies, and five of these matched our guiding question. We found five articles that matched our selecting criteria. All five presented the importance of using TBS for a better accuracy in improving the estimate of risk of fracture in older men. The association of TBS with bone density is important to best estimate the risk of fracture in elder men. Level of Evidence II, Diagnostic Studies.


RESUMO O envelhecimento populacional é uma realidade inexorável. Portanto o número de estudos relacionados às patologias comuns em idosos, como a osteoporose, tende a crescer. A osteoporose é uma doença caracterizada pelo aumento da fragilidade óssea, elevando o risco de fratura. Embora seja uma patologia predominante em mulheres, os estudos analisando a população masculina tem despertado interesse na comunidade científica. Entretanto, ainda não há consenso sobre a melhor forma estimar o risco de fratura. A densitometria óssea e a avalição do trabecular bone score (TBS) são alternativas disponíveis para o diagnóstico. Avaliar a relação entre a densidade mineral óssea, a alteração do TBS e a presença de fratura em idosos masculinos. Realizou-se uma revisão integrativa da literatura nas bases de dados LILACS, Scopus e PubMed, procurando estudos realizados nos últimos cinco anos. Foram encontrados 97 estudos, sendo que cinco se adequavam aos nossos critérios de seleção. Todos os estudos mostraram a importância do uso do TBS para uma melhor acurácia no intuito de aprimorar a estimativa do risco de fratura em homens idosos. A associação do TBS com a densidade óssea é útil para estimar de forma mais adequada o risco de fratura. Nível de Evidência II, Estudos Diagnósticos.

14.
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1353181

ABSTRACT

Objetivo: Estimar a utilização de recursos e os custos médicos diretos associados às fraturas por fragilidade, sob as perspectivas do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema de Saúde Suplementar (SSS) no Brasil, por meio de abordagem de microcusteio. Métodos: Para a determinação do padrão de utilização de recursos, foi conduzida uma revisão da literatura sobre o manejo das fraturas por fragilidade (fêmur proximal, terço distal do rádio e vértebra). As condutas foram validadas por dois especialistas. Foram considerados apenas custos diretos, sob as perspectivas do SUS e do SSS como fontes pagadoras, a partir de listas oficiais de preços adequadas a cada categoria de custos e a cada perspectiva. Resultados: Os custos finais médios atribuídos ao tratamento cirúrgico da fratura de fêmur proximal, sob as perspectivas do SUS e do SSS, foram de R$ 5.612,13 e R$ 52.384,06, respectivamente. Para as fraturas do terço distal do rádio, os custos médios por paciente para o tratamento conservador e cirúrgico foram de R$ 661,53 e R$ 1.405,21, respectivamente, sob a perspectiva do SUS, e de R$ 8.917,75 e R$ 21.689,92, para a perspectiva privada. Quanto às fraturas vertebrais, os custos por paciente para o tratamento conservador e cirúrgico foram de R$ 1.165,93 e R$ 9.775,56, respectivamente, no cenário do SUS, e de R$ 15.053,32 e R$ 54.596,78, respectivamente, sob a perspectiva do SSS. Conclusões: No Brasil, custos diretos das fraturas por fragilidade são relevantes, justificando a preocupação não apenas clínica, mas também econômica para fontes pagadoras e sociedade


Objective: To estimate the resources utilization, and direct medical costs associated with fragility fractures, from the perspectives of the Unified Healthcare System (SUS) and Supplementary Healthcare System (SSS) in Brazil, through a microcosting approach. Methods: A literature review was conducted regarding the management of fragility fractures (proximal femur, distal radius third of the radius and vertebra) to determine the pattern of resource utilization. The methods were validated by two experts. Only direct costs were considered, from the perspectives of SUS and SSS as paying sources, based on official price lists appropriate to each cost category and perspective. Public bid databases provide the actual market prices for the SUS perspective. Results: The average final costs attributed to the surgical treatment of the proximal femur fractures from the perspectives of SUS and SSS were BRL 5,612.13 and BRL 52,384.06, respectively. For fractures of the distal radius, the average costs per patient for conservative and surgical treatment were BRL 661.53 and BRL 1,405.21, respectively, from the SUS perspective, and BRL 8,917.75 and BRL 21,689.92, from the private perspective. For vertebral fractures, the cost per patient for conservative and surgical treatment were BRL 1.165,93 and BRL 9.775,56, respectively, in the SUS scenario and BRL 15.053,32 and BRL 54.596,78, respectively, under the SSS perspective. Conclusions: In Brazil, direct costs of fragility fractures are substantial, justifying not only clinical but also economic concerns for payers and society

15.
Coluna/Columna ; 20(4): 278-281, Oct.-Dec. 2021. tab
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1356182

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To evaluate the existence of a possible significant correlation between the quality of life of outpatients with osteoporosis and the Spinal Deformity Index (SDI), a radiographic method for semiquantitative assessment of the spine that enables the identification of prevalent and incident fractures. Methods: A cross-sectional observational study carried out with female patients, Caucasians, over 50 years of age, with a densitometric diagnosis of osteoporosis and in an outpatient follow-up, who were submitted to the Oswestry Disability Index (ODI) and SF-36 questionnaires to measure the direct and indirect damage of vertebral fragility fractures on quality of life. The scores obtained in these questionnaires were correlated with the SDI scores, calculated from the radiographs of the lumbar and thoracic spine. Results: 48 patients completed the study, with a mean age of 69.6±6.7 years, mean body mass index (BMI) of 25.4±3.4 kg/m2, mean ODI of 25.1±17.9%, mean SF- 36 of 428.7±192.4 and mean SDI of 4.3±3. For the statistical analysis, Spearman's coefficient was used (p ≤ 0.05). Conclusion: There is no statistically significant correlation between the SDI and the scores obtained on the ODI and SF-36 quality of life questionnaires. Level of evidence: III. Study of non-consecutive patients, without gold standard, applied uniformly.


RESUMO Objetivo: Avaliar a existência de uma possível correlação significativa entre a qualidade de vida de pacientes ambulatoriais com osteoporose e o Spinal Deformity Index (SDI, Índice de Deformidade Espinal), método radiográfico de avaliação semiquantitativa da coluna vertebral que permite identificar fraturas prevalentes e incidentes. Métodos: Estudo observacional transversal realizado com pacientes do sexo feminino, caucasianas, com mais de 50 anos de idade, diagnóstico densitométrico de osteoporose e em seguimento ambulatorial, as quais foram submetidas aos questionários Oswestry Disability Index (ODI) e SF-36 para dimensionar o dano direto e indireto das fraturas por fragilidade vertebral na qualidade de vida. A pontuação obtida nestes questionários foi correlacionada com os escores do SDI, calculados a partir das radiografias da coluna vertebral lombar e torácica. Resultados: Concluíram o estudo 48 pacientes, com média de idade de 69,6 ± 6,7 anos, índice de massa corporal (IMC) médio de 25,4 ± 3,4 kg/m2, ODI médio de 25,1 ± 17,9%, SF-36 médio de 428,7 ± 192,4 e SDI médio de 4,3 ± 3. Para a análise estatística empregou-se o coeficiente de Spearman (p ≤ 0,05). Conclusões: Não há correlação estatística significativa entre o SDI e a pontuação obtida nos questionários de qualidade de vida ODI e SF-36. Nível de evidência: III; Estudo de pacientes não consecutivos, sem padrão ouro, aplicados uniformemente.


RESUMEN Objetivo: Evaluar la existencia de una posible correlación significativa entre la calidad de vida de los pacientes ambulatorios con osteoporosis y el Spinal Deformity Index (SDI, Índice de Deformidad Espinal), un método radiográfico de evaluación semicuantitativa de la columna vertebral que permite identificar fracturas prevalentes e incidentes. Métodos: Estudio observacional transversal realizado con pacientes del sexo femenino, caucásicas, mayores de 50 años, con diagnóstico densitométrico de osteoporosis y en seguimiento ambulatorio, a las que se les aplicaron los cuestionarios Oswestry Disability Index (ODI) y SF-36 para medir el daño directo e indirecto de las fracturas por fragilidad vertebral en la calidad de vida. Las puntuaciones obtenidas en estos cuestionarios se correlacionaron con las puntuaciones del SDI, calculadas a partir de las radiografías de la columna lumbar y torácica. Resultados: Un total de 48 pacientes completaron el estudio, con una edad promedio de 69,6 ± 6,7 años, índice de masa corporal (IMC) promedio de 25,4 ± 3,4 kg / m2, ODI promedio de 25,1 ± 17,9%, SF-36 promedio de 428,7 ± 192,4 y un SDI promedio de 4,3 ± 3. Para el análisis estadístico se utilizó el coeficiente de Spearman (p ≤ 0,05). Conclusiones: No existe una correlación estadísticamente significativa entre el SDI y la puntuación obtenida en los cuestionarios de calidad de vida ODI y SF-36. Nivel de evidencia: III; Estudio de pacientes no consecutivos, sin padrón oro, aplicados uniformemente.

16.
Rev. bras. ortop ; 56(6): 784-789, Nov.-Dec. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1357136

ABSTRACT

Abstract Objective To measure the levels of vitamin D in patients hospitalized for fractures and to evaluate its relationship with fractures. Methods A primary, analytical, cross-sectional, non-interventional, observational, controlled study was conducted in humans. The serum measurement of: vitamin D, parathyroid hormone (PTH), calcium, phosphorus, magnesium and albumin was performed in 49 patients who were consecutively hospitalized for surgery due to fracture(s) (study group), and in 50 patients without fractures, from the various outpatient clinics, and who underwent routine tests (control group). Results The mean level of 25-hydroxyvitaminD (25[OH]D) in patients with fractures was of 23.78 ± 8.01 ng/mL (61.22% of patients with fractures had hypovitaminosis D). The mean 25(OH)D of the control group was of 37.52 ± 9.21 ng/mL (10% of the patients had hypovitaminosis D). Most cases of hypovitaminosis (96%) did not course with secondary hyperparathyroidism (mean PTH = 41.80 ± 22.75 pg/mL). Conclusion Hypovitaminosis D was found in a significant percentage (61.22%) of the patients who suffered fractures. Further studies on the subject are needed to better understand the influence of hypovitaminosis D on the occurrence of fractures, as well as the benefits of vitamin D supplementation in these patients.


Resumo Objetivo Dosar a vitamina D nos pacientes internados por fratura e avaliar sua relação com as fraturas. Métodos Realizou-se estudo primário, analítico, transversal, não intervencional, observacional, controlado, em seres humanos. Fez-se a dosagem sérica de: vitamina D, paratormônio(PTH), cálcio, fósforo, magnésio e albumina em 49 pacientes que foram internados consecutivamente para cirurgia devido a fratura(s) (grupo de estudo), e em 50 pacientes, dos diversos ambulatórios, sem fraturas, e que realizaram exames de rotina (grupo de controle). Resultados A média de 25-hidroxivitamina D (25[OH]D) nos pacientes com fraturas foi de 23,78 ± 8,01 ng/mL (61,22% dos pacientes com fraturas apresentaram hipovitaminose D). A média de 25(OH)D do grupo de controle foi de 37,52 ± 9,21 ng/mL (10% dos pacientes apresentaram hipovitaminose D). A maioria dos casos de hipovitaminose (96%) não cursou com hiperparatireoidismo secundário (média do PTH = 41,80 ± 22,75 pg/mL). Conclusão A hipovitaminose D foi encontrada em um percentual expressivo (61,22%) dos pacientes que sofreram fraturas. Mais estudos sobre o assunto são necessários para se compreender melhor a influência da hipovitaminose D na ocorrência das fraturas e os benefícios da suplementação com vitamina D nesses pacientes.


Subject(s)
Humans , Osteoporosis , Avitaminosis , Vitamin D , Vitamin D Deficiency , Fracture Healing , Fractures, Bone , Hip Fractures
17.
Rev. bras. ortop ; 56(6): 804-808, Nov.-Dec. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1357131

ABSTRACT

Abstract Objective The present study aims to evaluate the influence of hormonal levels of vitamin D, calcitonin, testosterone, estradiol, and parathyroid in patients with fractures attributed to osteoporosis when compared with young patients with fractures resulting from high-impact accidents. Methods Blood samples were collected from 30 elderly patients with osteoporosisattributed fractures (T-score ≤-2.5) (osteoporotic group), and from 30 young patients with fractures resulting from high-impact accidents (control group). Measurement of 1,25-hydroxyvitamin D (Kit Diasorin, Saluggia, Italy), calcitonin (Kit Siemens, Tarrytown, NY, USA), testosterone, estradiol, and parathyroid hormone (Kit Beckman Couter, Indianapolis, IN, United States) was performed using a chemiluminescence technique. Data were inserted into a Microsoft Excel (Microsoft Corp., Armonk, WA, USA) spreadsheet and analyzed using Statview statistical software. Results showing non-normal distribution were analyzed with nonparametric methods. The Mann-Whitney test was applied for group comparison, and a Spearman test correlated hormonal levels. Statistical significance was set at p < 0.05. All analyzes compared gender and subjects with and without osteoporosis. Results Women with osteoporosis had significantly lower levels of estradiol and vitamin D (p = 0.047 and p = 0.0275, respectively). Men with osteoporosis presented significantly higher levels of parathyroid hormone (p = 0.0065). There was no significant difference in testosterone and calcitonin levels. Conclusion Osteoporosis patients presented gender-related hormonal differences. Women had significantly lower levels of estradiol and vitamin D, whereas men had significantly higher parathyroid hormone levels, apparently impacting the disease.


Resumo Objetivo Avaliar a influência dos níveis hormonais de vitamina D, calcitonina, testosterona, estradiol e paratormônio em pacientes com fratura atribuída a osteoporose, quando comparados com pacientes jovens que tiveram fraturas decorrentes de acidente de alto impacto. Métodos Foram coletadas amostras de sangue de 30 pacientes idosos com fratura atribuída a osteoporose (T-score ≤-2,5) (grupo com osteoporose) e 30 amostras de sangue de pacientes jovens que sofreram fraturas decorrentes de acidentes de alto impacto (grupo controle). Foram realizadas dosagem de 1,25-hidroxivitamina D (Kit Diasorin, Saluggia, Italy), calcitonina (Kit Siemens, Tarrytown, NY, USA), testosterona, estradiol e paratormônio (Kit Beckman Couter, Indianapolis, IN, United States) pela técnica de quimiluminescência. Os dados foram inseridos em uma planilha de dados no programa Microsoft Excel (Microsoft Corp., Redmond, WA, EUA) e analisados pelo programa de estatística Statview. Os resultados que apresentaram distribuição não normal foram analisados com métodos não paramétricos. Para análise de variáveis comparando-se os dois grupos, aplicou-se o teste Mann-Whitney. Foi utilizado o teste de correlação de Spearman para a correlacionar os níveis hormonais. Um valor-p >0.05 foi considerado significante. Todas as análises foram feitas comparando gênero e grupos de pacientes come sem osteoporose. Resultados Mulheres com osteoporose apresentam níveis significativamente menores de estradiol e vitamina D (p = 0.047 e p = 0.0275), respectivamente. Homens com osteoporose demonstraram níveis significativamente maiores de paratormônio (p = 0.0065). Não houve diferença significativa nos níveis de testosterona e calcitonina. Conclusão Existem diferenças hormonais entre os gêneros na osteoporose. Em mulheres, níveis significativamente menores de estradiol e vitamina D e, nos homens, níveis significativamente maiores de paratormônio, parecem influenciar na doença.


Subject(s)
Humans , Osteoporosis , Parathyroid Hormone , Vitamin D , Calcitonin , Control Groups , Estradiol , Fractures, Bone , Gender Identity , Hormones
18.
Acta ortop. bras ; 29(3): 137-142, Aug. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1278216

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: To evaluate the conduct of Brazilian orthopedists regarding preventive treatment after fragility fracture surgery. Methods: A questionnaire was applied to Brazilian orthopedists. Statistical analyses were performed using the SPSS 16.0 program. Results: 257 participants were analyzed. Most participants, 90.7% (n = 233), reported that they cared for patients with fractures and 62.3% (n = 160) treated them. The most indicated treatments were vitamin D (22.6%; n = 134) and calcium supplementation (21.4%; n = 127). According to the experience of the physicians - experienced (n = 184) and residents (n = 73) - fragility fractures were more common in the routine of residents (98.6%; n = 72) than experienced physicians (87.5%; n = 161), p = 0.0115. While treatment conduction was more reported by experienced physicians (63.6%; n = 117) than residents (58.9%; n = 43), p = 0.004. More experienced orthopedists (21.4%; n = 97) indicated treatment with bisphosphates than residents (14.2%; n = 20), p = 0.0266. Conclusion: Although most professionals prescribe treatment after fragility fracture surgery, about 40% of professionals still do not treat it, with differences in relation to experience. In this sense, we reinforce the importance of secondary prevention in the management of fragility fractures. Level of Evidence II, Prospective comparative study.


RESUMO Objetivo: Avaliar a conduta adotada por ortopedistas brasileiros em relação ao tratamento adjuvante após a cirurgia de fraturas de fragilidade. Métodos: Foi aplicado um questionário aos ortopedistas brasileiros. A estatística foi realizada no programa SPSS 16.0. Resultados: Foram analisados 257 participantes. A maioria dos participantes 90,7% (n = 233) relataram atender os pacientes com fraturas e 62,3% (n = 160) relataram tratar. Os tratamentos mais indicados foram a suplementação de vitamina D (22,6%; n = 134) e de cálcio (21,4%; n = 127). De acordo com a comparação médicos experientes (n = 184) versus médicos residentes (n = 73), a rotina de fraturas de fragilidade foi mais observada por médicos residentes (98,6%; n = 72) que por médicos experientes (87,5%; n = 161), p = 0,0115. Enquanto a conduta de tratamento foi mais relatada por médicos experientes (63,6%; n = 117) versus médicos residentes (58,9%; n = 43), p = 0,004. A maior proporção de médicos experientes (21,4%; n = 97) indicaram o tratamento com bifosfatos versus médicos residentes (14,2%; n = 20), p = 0,0266. Conclusão: Apesar da maioria dos profissionais prescreverem um tratamento após a cirurgia de fraturas de fragilidade, cerca de 40% dos profissionais ainda não tratam, sendo observadas diferenças em relação à experiência. Neste contexto, reforçamos a importância da prevenção secundária na conduta de fraturas de fragilidade. Nível de Evidência II, Estudo prospectivo comparativo.

19.
Rev. bras. ciênc. mov ; 28(4): 96-109, ago. 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1342655

ABSTRACT

Objetivou-se comparar performance funcional, composição corporal e medo de cair em idosas com desmineralização óssea caidoras e não caidoras. Estudo transversal, analítico com 19 idosas com baixa da densidade mineral óssea (DMO), sete apresentaram osteoporose e 12 tinham osteopenia. IMC=28,9 ± 4,3kg.m-2 , idade média de 70 ± 5 anos. As idosas foram alocadas em grupos quanto à queda: Caidoras (n=9) e Não Caidoras (n=10). A avaliação da performance funcional englobou: 1) Capacidade Funcional com a bateria Senior Fitness Test (SFT); 2) Variáveis da marcha captadas com o sensor inercial Wivar® Science durante o Teste de Caminhada de 10 metros (TC10M). Composição corporal: DMO, gordura e massa magra foram analisadas através da Absortometria Radiológica de Dupla Energia (DEXA). Verificou-se o medo de cair com a Falls Efficacy Scale - Internacional ­ Brasil. Testou-se a comparação entre médias com teste t de Student e U de Mann Whitney. Quanto ao medo de cair, o escore total atingiu 28±11 pontos. Não houve diferença estatística entre as médias dos testes de capacidade funcional e marcha, exceto a simetria da marcha (p=0,017). Os grupos alcançaram resultados semelhantes de performance funcional, marcha e medo de cair. O estímulo e manutenção da função devem ser feitos como caráter preventivo no público em questão independente do evento queda ter ocorrido. A simetria da marcha pode ser uma variável complementar na avaliação de quedas em idosas com osteopenia e osteoporose.(AU)


The aim of this study was to compare functional performance, body composition and fear of falling in fallers and non-fallers elderly women with bone demineralization. This is a cross-sectional, analytical study with 19 elderly women with low bone mineral density (BMD), seven had osteoporosis and 12 had osteopenia. BMI = 28.9 ± 4.3 kg.m-2 , mean age 70 ± 5 years. The elderly were allocated by fall reported event in groups: Fallers (n = 9) and Non-fallers (n = 10). Functional performance included: 1) Functional Capacity mesuared by Senior Fitness Test (SFT) battery; 2) Walking variables captured by the inertial sensor Wivar® Science during the 10-meter Walk Test (TC10M). Body composition: BMD, fat and lean mass were mesuared by Dual Energy Radiological Absortometry (DEXA). There fear of falling was acessed by Falls Efficacy Scale - International - Brazil. The comparison between means was made with Student's t test and Mann Whitney U test. As results, the total score for fear of falling reached 28 ± 11 points. There was no statistically significant difference between the means of functional capacity and gait tests. Only gait symmetry differed between groups (p = 0.017). Both groups achieved similar results of functional performance, gait and fear of falling. The stimulus and maintenance of the function must be done as a preventive character in the public in question regardless of the event that occurred. The gait symmetry may be a complementary variable to evaluate falls in elderly women with osteopenia and osteoporosis.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Aged , Osteoporosis , Women , Body Composition , Accidental Falls , Aged , Physical Functional Performance , Bone Diseases, Metabolic , Bone Density , Fear , Gait
20.
J. bras. nefrol ; 43(2): 269-273, Apr.-June 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1286943

ABSTRACT

Abstract Introduction: Body composition is critical for the evaluation of patients with Chronic Kidney Disease (CKD) and can be obtained from either multifrequency bioelectrical impedance analysis (BIA) or dual-energy absorptiometry (DXA). Although the discrepancy between the results obtained from both methods has already been described, reasons are unknown, and might be related to secondary hyperparathyroidism, which is associated with bone loss. Methods: We have evaluated 49 patients (25 males and 24 females): 20 with CKD not on dialysis and 29 on maintenance hemodialysis [18 with severe hyperparathyroidism (HD-SHPT) and 11 submitted to parathyroidectomy (HD-PTX)]. All patients underwent DXA and BIA. Results: The median age and body mass index (BMI) were 49 years and 25.6 kg/m2, respectively. Patients exhibited low bone mineral content (BMC) measured by DXA, particularly those from the HD-SHPT group. The largest BMC measurement disagreement between DXA and BIA was found in the HD-SHPT group (p=0.004). Factors independently associated with this discrepancy in BMC measurement were serum phosphate (p=0.003) and patient group (p=0.027), even after adjustments for age, BMI, and gender (adjusted r2=0.186). PTX attenuated this difference. Discussion: BIA should be interpreted with caution in patients with SHPT due to a loss of accuracy, which can compromise the interpretation of body composition.


Resumo Introdução: A composição corporal é fundamental para a avaliação de pacientes com Doença Renal Crônica (DRC), e pode ser obtida por análise de impedância bioelétrica por multifrequência (BIA) ou absorciometria de dupla energia (DXA). Embora a discrepância entre os resultados obtidos pelos dois métodos já tenha sido descrita, os motivos são desconhecidos e podem estar relacionados ao hiperparatireoidismo secundário, devido à perda óssea. Métodos: Avaliamos 49 pacientes (25 homens e 24 mulheres): 20 com DRC não em diálise e 29 em hemodiálise de manutenção [18 com hiperparatireoidismo grave (HD-SHPT) e 11 submetidos à paratireoidectomia (HD-PTX)]. Todos os pacientes foram submetidos à DXA e BIA. Resultados: A mediana da idade e do índice de massa corporal (IMC) foram de 49 anos e 25,6 kg/m2, respectivamente. Os pacientes exibiram baixo conteúdo mineral ósseo (CMO) medido pelo DXA, particularmente aqueles do grupo HD-SHPT. A maior discordância da medida do CMO entre DXA e BIA foi encontrada no grupo HD-SHPT (p = 0,004). Os fatores independentemente associados a essa discrepância na medida do CMO foram fosfato sérico (p = 0,003) e grupo de pacientes (p = 0,027), mesmo após ajustes para idade, IMC e sexo (r2 ajustado = 0,186). PTX atenuou essa diferença. Discussão: A BIA deve ser interpretada com cautela em pacientes com HPTS devido a uma perda de precisão, o que pode comprometer a interpretação da composição corporal.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Bone Density , Hyperparathyroidism, Secondary , Absorptiometry, Photon , Body Mass Index , Renal Dialysis , Electric Impedance
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