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1.
Nursing (Säo Paulo) ; 25(290): 8137-8150, julho.2022.
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1379898

ABSTRACT

Objetivo: analisar as percepções de mães adolescentes com HIV/Aids sobre a gestação e a transmissão vertical. Método: Estudo de revisão integrativa de literatura. As bases de informação utilizadas foram: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Web of Science, PubMed e Science Direct, reunindo artigos do recorte temporal de 2012 a 2020. O período de coleta de dados se deu entre outubro de 2021 a dezembro de 2021. Resultados: Elencaram-se dois artigos que relataram a condição biopsicossocial da gestante adolescente, associada ao medo, insegurança, incapacidade e culpabilização. Os resultados foram agrupados em categorias, a saber: a maternidade sob ótica da adolescente soropositiva e a transmissão vertical do HIV durante a gestação na adolescência. Conclusão: Espera-se que a temática possa ser explorada a fim de contribuir para a assistência voltada para o público estudado e minimizar os riscos da transmissão vertical.(AU)


Objective: to analyze the perceptions of adolescent mothers with HIV/AIDS about pregnancy and vertical transmission. Method: Study of integrative literature review. The information bases used were: Virtual Health Library (VHL), Web of Science, PubMed and Science Direct, gathering articles from the time frame from 2012 to 2020. The data collection period took place between October 2021 and December 2021. Results: Two articles were reported on the biopsychosocial condition of pregnant adolescents, associated with fear, insecurity, disability and guilt. The results were grouped into categories, that is: maternity from the perspective of hiv-positive adolescents and vertical transmission of HIV during pregnancy in adolescence. Conclusion: It is expected that the theme can be explored in order to contribute to the assistance aimed at the studied public and minimize the risks of vertical transmission.(AU)


Objetivo: analizar las percepciones de las madres adolescentes con VIH/SIDA sobre el embarazo y la transmisión vertical. Método: Estudio de la revisión integradora de la literatura. Las bases de información utilizadas fueron: Biblioteca Virtual en Salud (BVS), Web of Science, PubMed y Science Direct, recopilando artículos del marco de tiempo de 2012 a 2020. El período de recolección de datos tuvo lugar entre octubre de 2021 y diciembre de 2021. Resultados: Se reportaron dos artículos sobre la condición biopsicosocial de adolescentes embarazadas, asociada con miedo, inseguridad, discapacidad y culpa. Los resultados se agruparon en categorías, es decir: maternidad desde la perspectiva de las adolescentes seropositivas y transmisión vertical del VIH durante el embarazo en la adolescencia. Conclusión: Se espera que el tema pueda ser explorado con el fin de contribuir a la asistencia dirigida al público estudiado y minimizar los riesgos de transmisión vertical.(AU)


Subject(s)
Pregnancy in Adolescence , HIV , Infectious Disease Transmission, Vertical
2.
Rev. Assoc. Méd. Rio Gd. do Sul ; 66(1): 01022105, 20220101.
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1395312

ABSTRACT

Introdução: A transmissão materno-fetal do vírus da imunodeficiência humana, no Brasil, atinge ainda grandes proporções, levando a elevadas taxas de morbimortalidade na infância e vida adulta dos indivíduos afetados. O objetivo do presente estudo foi analisar o perfil epidemiológico dos pacientes pediátricos em tratamento ou que foram expostos ao vírus do HIV no município de Criciúma/SC. Métodos: Foi realizado um estudo observacional transversal, retrospectivo, descritivo e de abordagem quantitativa. Foram analisadas 110 crianças e adolescentes, entre 0 e 18 anos, no período de julho de 2016 a junho de 2018. Resultados: Totalizaram-se 23 (20,9%) pacientes que são soropositivos confirmados e 87 (79,1%) que estão em acompanhamento para possível infecção ou que tiveram alta do serviço por não terem adquirido o vírus. Quanto ao diagnóstico materno prévio, 24 (21,8%) mães não tinham o diagnóstico prévio e representaram 16 (69,6%) das infecções verticais, 86 (78,2%) sabiam de sua soropositividade, resultando em 7 (30,4%) crianças infectadas pelo HIV. Já entre os não infectados, 8 (9,2%) eram filhos de mães que não tinham o diagnóstico, e em 79 (90,8%) crianças, a mãe já tinha o diagnóstico. O uso profilático de terapia antirretroviral (TARV) materno foi observado em 82 (74,5%) e não utilizado em 28 (25,5%) crianças. Conclusão: A transmissão vertical do HIV foi vista com maior prevalência nas crianças em que não foram utilizadas medidas profiláticas, demonstrando que o diagnóstico materno prévio, a profilaxia com TARV durante a gestação e a amamentação têm valor significativo na transmissão vertical do HIV.


Introduction: Maternal-fetal transmission of HIV in Brazil is still high, with high morbidity and mortality rates during childhood and adulthood in affected individuals. The objective of this study was to analyze the epidemiological profile of pediatric patients undergoing treatment for or who were exposed to the HIV virus in the city of Criciúma, SC, Brazil. Methods: A cross-sectional, retrospective, descriptive, and quantitative analysis of 110 children and adolescents between birth and 18 years of age was conducted between July 2016 and June 2018. Results: A total of 23 (20.9%) patients were confirmed seropositive, while 87 (79.1%) are being followed up for possible infection or were released for seronegativity. Regarding previous diagnosis, 24 (21.8%) previously undiagnosed mothers had 16 (69.6%) vertically infected children, and 86 (78.2%) mothers knew they were seropositive, resulting in 7 (30.4%) vertical infections. Among the uninfected, 8 (9.2%) were children of previously undiagnosed mothers, while the mothers of 79 (90.8%) had been diagnosed. Prophylactic maternal antiretroviral therapy was applied in 82 (74.5%) cases and was not applied in 28 (25.5%) cases. Conclusions: There was a higher prevalence of vertical HIV transmission when prophylactic measures were not used, which demonstrates that prior maternal diagnosis and antiretroviral prophylaxis during pregnancy and breastfeeding have significant value in vertical HIV transmission.

3.
Esc. Anna Nery Rev. Enferm ; 26: e20210013, 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1356223

ABSTRACT

Resumo Objetivo analisar a distribuição espacial da mortalidade fetal por sífilis congênita entre os bairros do Município do Recife-PE. Método estudo ecológico, realizado a partir do indicador epidemiológico taxa de mortalidade fetal por sífilis congênita, agregado ao nível dos bairros, em dois quinquênios: 2007 a 2011 e 2012 a 2016. O padrão de autocorrelação espacial foi determinado pelos Índices de Moran Global e Local, com significância estatística inferior a 5% e representado em mapas BoxMap e MoranMap que apontaram as áreas com taxas altas, baixas e em transição epidemiológica e os clusters de maior interesse epidemiológico. Resultados foram notificados 208 óbitos fetais. O Índice Global de Moran evidenciou autocorrelação espacial positiva em grau razoável, no primeiro quinquênio (I = 0,351 e p-valor = 0,01) e, em grau fraco, no segundo quinquênio (I = 0,189 e p-valor = 0,02). Os Distritos Sanitários I e VII obtiveram os maiores percentuais de bairros que formaram o cluster de altas taxas do indicador com 63,3% e 38,4% no primeiro e segundo quinquênios, respectivamente. Conclusões e implicações para a Prática a análise espacial apontou as áreas críticas para ocorrência do indicador, podendo contribuir para o investimento nas áreas prioritárias de prevenção da transmissão vertical da sífilis.


Resumen Objetivo Analizar la distribución espacial de la mortalidad fetal por sífilis congénita entre los barrios de Recife-PE. Método Estudio ecológico, basado en el indicador epidemiológico tasa de mortalidad fetal por sífilis congénita, agregada a nivel de barrio, en dos quinquenios: 2007 a 2011 y 2012 a 2016. El patrón de autocorrelación espacial fue determinado por los Índices Moran Global y Local, con significancia estadística menor al 5% y representados en mapas de BoxMap y MoranMap, que indicaron áreas con tasas de transición alta, baja y epidemiológica y conglomerados de mayor interés epidemiológico. Resultados Notificadas 208 muertes fetales. El Índice Global de Moran mostró un grado razonable de autocorrelación espacial positiva en el primer quinquenio (I = 0,351 y p-valor=0,01) y un grado débil en el segundo quinquenio (I = 0,189 y p-valor=0,02). Los Distritos Sanitarios I y VII presentaron los mayores porcentajes de barrios que formaron el cluster de tasas altas del indicador con 63,3% y 38,4% en el primer y segundo quinquenio, respectivamente. Conclusión e Implicación para la Práctica El análisis espacial señaló las áreas críticas para la ocurrencia del indicador, que podrían contribuir a la inversión en áreas prioritarias para la prevención de la transmisión vertical de sífilis.


Abstract Objective To analyze the spatial distribution of fetal mortality due to congenital syphilis among the neighborhoods of the city of Recife-PE. Method Ecological study, based on the epidemiological indicator fetal mortality rate due to congenital syphilis, aggregated at the neighborhood level, in two five-year periods: 2007 to 2011 and 2012 to 2016. The pattern of spatial autocorrelation was determined by the Moran Global and Local Indexes, with statistical significance lower than 5% and represented in BoxMap and MoranMap maps that indicated areas with high, low and epidemiological transition rates and clusters of greater epidemiological interest. Results It was reported 208 fetal deaths. The Moran Global Index showed a reasonable degree of positive spatial autocorrelation in the first five-year period (I = 0.351 and p-value = 0.01) and a weak degree in the second five-year period (I = 0.189 and p-value = 0.02). Sanitary Districts I and VII had the highest percentages of neighborhoods that formed the cluster of high rates of the indicator with 63.3% and 38.4% in the first and second five-year periods, respectively. Conclusions and Implications for Practice The spatial analysis pointed out the critical areas for the occurrence of the indicator, which could contribute to investment in priority areas for the prevention of vertical transmission of syphilis.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Syphilis, Congenital/epidemiology , Fetal Mortality , Spatial Analysis , Prenatal Care , Quality of Health Care , Syphilis, Congenital/prevention & control , Brazil/epidemiology , Incidence , Cross-Sectional Studies , Infectious Disease Transmission, Vertical , Disease Notification/statistics & numerical data , Social Vulnerability
4.
Av. enferm ; 39(3): 356-365, 01 de septiembre de 2021.
Article in English | LILACS, BDENF, COLNAL | ID: biblio-1291126

ABSTRACT

Objective: To establish the degree of pharmacological and clinical compliance of family caregivers of HIV-exposed children as well as the sociodemographic factors associated with care performance. Materials and methods: Cross-sectional study conducted with 40 caregivers of children exposed to HIV and under specialized care service. The Ability Assessment Scale for the Care of HIV-exposed Children was used. Data were analyzed according to descriptive statistics and bivariate analysis using the Chisquare and Fisher's exact tests. Results: Caregivers' high ability for drug administration and clinical monitoring of HIV-exposed children was verified. There was a statistically significant difference between the care ability and infants' age. In the group with high care ability, there was a higher prevalence of young mothers with partners, unemployed, high school equivalent education, living with four to seven people, and receiving family support. Conclusion: Health services should consider sociodemographic factors and family support in the follow-up of HIV-exposed children by developing an expanded care plan and longitudinal interventions aimed at monitoring the ability of family caregivers to provide medication and clinical follow-up for children. Incorporating these strategies will contribute to improve pharmacological and clinical adherence of HIV-exposed children and to enhance the quality of health care.


Objetivo: establecer el grado de cumplimiento farmacológico y clínico de los familiares cuidadores de niños expuestos a VIH y los factores sociodemográficos asociados a la ejecución de esta atención. Materiales y métodos: estudio transversal realizado con 40 cuidadores de niños expuestos al VIH, quienes reciben atención especializada. Se utilizó la Escala de Evaluación de Capacidades para el Cuidado de Niños Expuestos al VIH. Los datos fueron analizados mediante el uso de estadística descriptiva y análisis bivariado, empleando la prueba de chi-cuadrado y el test exacto de Fisher. Resultados: se evidenció una alta capacidad por parte de los cuidadores para la administración de medicamentos y el seguimiento clínico de los niños expuestos a HIV. Además, hubo diferencias estadísticamente significativas entre la capacidad de cuidado y la edad de los niños. En el grupo con alta capacidad de atención hubo mayor prevalencia de madres jóvenes, con pareja, desempleadas, escolaridad equivalente a secundaria, que viven con entre cuatro y siete personas, y reciben apoyo de sus familias. Conclusión: los factores sociodemográficos y el apoyo familiar deben ser considerados por los servicios de salud durante el seguimiento a niños expuestos al VIH, para lo cual se debe elaborar un plan de atención ampliado e intervenciones longitudinales dirigidas a monitorear la capacidad de los cuidadores familiares de proporcionar medicación y seguimiento clínico a los niños. La incorporación de estas estrategias contribuirá a mejorar la adherencia farmacológica y clínica de niños expuestos a VIH, así como la calidad de la atención en salud.


Objetivo: estabelecer o grau de conformidade farmacológica e clínica dos familiares cuidadores de crianças expostas ao HIV e os fatores sociodemográficos associados à execução desses cuidados. Materiais e métodos: estudo transversal desenvolvido com 40 cuidadores de crianças nascidas expostas ao HIV em um serviço especializado. Utilizou-se a Escala de Avaliação da Capacidade para Cuidar de Crianças Expostas ao HIV. Os dados foram analisados segundo a estatística descritiva e a análise bivariada, com o teste de Qui-Quadrado e o exato de Fisher. Resultados: evidenciou-se alta capacidade dos cuidadores para a administração medicamentosa e acompanhamento clínico da criança exposta ao HIV. Houve diferença estatisticamente significativa entre a capacidade para cuidar e a idade da criança. No grupo com alta capacidade para o cuidado, houve maior prevalência de mães jovens com companheiros, desempregadas, escolaridade equivalente ao ensino médio, que residiam com quatro a sete pessoas e recebiam apoio familiar. Conclusões: fatores sociodemográficos e apoio familiar devem ser considerados pelos serviços de saúde no seguimento das crianças expostas ao HIV, mediante elaboração de plano de cuidado ampliado e intervenções longitudinais direcionadas ao gerenciamento da capacidade dos familiares cuidadores para a oferta medicamentosa e o acompanhamento clínico infantil. A incorporação dessas estratégias contribuirá para melhorar a adesão farmacológica e clínica em crianças expostas ao HIV e para a qualidade da atenção à saúde.


Subject(s)
Adult , Pediatric Nursing , HIV , Caregivers , Infectious Disease Transmission, Vertical , Treatment Adherence and Compliance
5.
Rev. Psicol., Divers. Saúde ; 10(3): 532-540, 20210903.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1349279

ABSTRACT

| OBJETIVO: Conhecer e documentar as experiências e as principais dificuldades vivenciadas pelas gestantes ou lactantes soropositivas. MÉTODO: Revisão integrativa da literatura com busca de produções sobre as experiências e principais dificuldades enfrentadas por mulheres vivendo com HIV/Aids, gestantes ou lactantes nas bases de dados BVS, periódicos da CAPES e SciELO, realizada em março de 2021. RESULTADOS: Foram identificadas 256 pesquisas, publicadas no período de 2016 a 2021. Destacou-se que dos 256; 70 resumos são da BVS, 181 resumos dos periódicos CAPES e 5 resumos são da SciELO; apenas 18 artigos publicados nos últimos 5 anos discutem a temática em causa. CONCLUSÃO: As mulheres HIV positivas gestantes ou lactantes podem vivenciar um sofrimento psíquico caracterizado pelo medo de infectar a criança durante a gestação, no parto ou durante a amamentação; referem ainda o receio de partilhar o diagnóstico de HIV positiva enquanto gestantes ou lactantes à família, e amigos para evitar a discriminação e estigmatização perante a sociedade que ainda não aceita que a mulher HIV positiva também tem o direito de ser mãe.


OBJECTIVE: Know and document the experiences and main difficulties experienced by HIV-positive pregnant or lactating women. METHOD: integrative literature review searching for productions on the experiences and main difficulties women face with HIV/AIDS, pregnant or lactating in the BVS databases, CAPEs, and SciELO periodicals, carried out in March 2021. RESULTS: there were identified 256 types of research published in the period from 2016 to 2021. It is highlighted that of the 256, 70 are BVS's researches, 181 are CAPES's researches, and 5 are SciELO's summaries; only 18 papers published in the past five years discussed the subject matter. CONCLUSION: The HIV positive pregnant or lactating women may experience psychic suffering characterized by the fear of infecting the children during pregnancy, on labor, or during breastfeeding; they also refer to be afraid of sharing the diagnosis of HIV-positive while pregnant or lactating to their family and friends to avoid the discrimination and stigmatization before the society that does not yet accept that HIV-positive women have the right to the motherhood.


Subject(s)
HIV , Pregnancy , Mental Health
6.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(3): 207-215, Mar. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1251303

ABSTRACT

Abstract Objective The evaluation of the available evidence on vertical transmission by severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV)-2. Data Sources An electronic search was performed on June 13, 2020 on the Embase, PubMed and Scopus databases using the following search terms: (Coronavirus OR COVID-19 OR COVID19 OR SARS-CoV-2 OR SARS-CoV2 OR SARSCoV2) AND (vertical OR pregnancy OR fetal). Selection of Studies The electronic search resulted in a total of 2,073 records. Titles and abstracts were reviewed by two authors (WPM, IDESB), who checked for duplicates using the pre-established criteria for screening (studies published in English without limitation regarding the date or the status of the publication). Data Collection Data extraction was performed in a standardized way, and the final eligibility was assessed by reading the full text of the articles. We retrieved data regarding the delivery of the potential cases of vertical transmission, as well as themain findings and conclusions of systematic reviews. Data Synthesis The 2,073 records were reviewed; 1,000 duplicates and 896 clearly not eligible records were excluded. We evaluated the full text of 177 records, and identified only 9 suspected cases of possible vertical transmission. The only case with sufficient evidence of vertical transmission was reported in France. Conclusion The risk of vertical transmission by SARS-CoV-2 is probably very low. Despite several thousands of affected pregnant women, we have identified only one case that has fulfilled sufficient criteria to be confirmed as a case of vertical transmission. Well-designed observational studies evaluating large samples are still necessary to determine the risk of vertical transmission depending on the gestational age at infection.


Resumo Objetivo Avaliar a evidência disponível acerca da transmissão vertical do coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2, SARS-CoV-2, em inglês). Fontes de Dados Foi realizada uma busca eletrônica em 13 de junho de 2020 nas plataformas Embase, PubMed e "Scopus utilizando os seguintes termos de busca: (Coronavirus OU COVID-19 OU COVID19 OU SARS-CoV-2 OU SARS-CoV2 OU SARSCoV2) E (vertical OU pregnancy OU fetal). Seleção dos Estudos A busca eletrônica resultou em um total de 2.073 registros. Títulos e resumos foram revisados por dois autores (WPM, IDESB), que verificaram a ocorrência de duplicidade e utilizaram critérios preestabelecidos para o rastreamento (estudos publicados em inglês sem limitações quanto à data ou à situação da publicação). Aquisição dos Dados A extração de dados foi realizada de forma padrão, e a eligibilidade final foi definida poir meio da leitura do artigo completo. Foram coletados dados dos partos de casos com potencial transmissão vertical, bem como os principais achados e conclusões de revisões sistemáticas. Síntese dos Dados Foram revisados os 2.073 registros; 1.000 duplicatas e 896 registros claramente não elegíveis foram excluídos. Avaliamos os artigos completos de 177 registros, e identificamos apenas 9 casos de potencial transmissão vertical. O único caso com evidência suficiente de transmissão vertical foi relatado na França. Conclusão O risco de transmissão vertical pelo vírus SARS-CoV-2 é provavelmente muito baixo. Apesar de milhares de gestantes afetadas, identificamos apenas um caso que preencheu critérios suficientes para que fosse confirmado como um caso de transmissão vertical. Estudos observacionais bem desenhados que avaliem grandes amostras ainda são necessários para se determinar o risco de transmissão vertical, a depender da idade gestacional na infecção.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Pregnancy Complications, Infectious , Infectious Disease Transmission, Vertical , COVID-19/transmission , Risk
7.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(1): 107-115, Jan.-Mar. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1250682

ABSTRACT

Abstract Objectives: to investigate the association between Vertically Transmitted Infections (VTI) and Extrauterine Growth Restriction (EUGR) among premature infants in Neonatal Intensive Care Units (NICU). Methods: part of a large non-concurrent cohort study with medical records analysis. We evaluated EUGR in premature infants at a gestational age at birth of > 32 weeks and <36 weeks and presented a corrected gestational age of 36 completed weeks during a 27-day birth follow-up. Premature infants with major congenital anomalies were excluded. We analyzed associations among EUGR, VTI and covariables related to maternal disease, birth characteristics, perinatal morbidities and clinical practices. Results: out of the 91 premature infants, 59.3% (CI95%=48.9-69.0%) developed EUGR. VTI were observed in 4.4%o of the population; all premature infants affected by VTI had EUGR. The VTI found were syphilis, cytomegalovirus disease and toxoplasmosis. The final analysis has showed a positive association between VTI and EUGR (RR=1.57; CI95%o=1.07-2.30); the female covariables (RR=1.50; CI95%=1.11-2.02), moderate premature classification (RR=1.41; CI95%=1.06-1.87) and small for gestational age (RR=2.69; CI95% 1.853.90) have also influenced this outcome. Conclusion: this study revealed VTI as an important morbidity factor, with impact on the increased risk of EUGR between premature infants affected by these diseases.


Resumo Objetivos: investigar associação das Infecções de Transmissão Vertical (ITV) com a Restrição do Crescimento Extrauterino (RCEU) entre prematuros em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Métodos: recorte de um estudo de coorte não concorrente, com análise em prontuários. Avaliou-se a ocorrência de RCEU em prematuros que tiveram a idade gestacional de nascimento^ 32 semanas e < 36 semanas e que apresentaram idade gestacional corrigida de 36 semanas completas dentro do período de acompanhamento de 27 dias de vida.Foram excluídos os prematuros com anomalias congênitas maiores. Analisou-se associações entre RCEU, as ITV e as covariáveis relacionadas à doença materna, características do nascimento, morbidades perinatais e práticas clínicas. Resultados: dos 91 prematuros, 59,3% (IC95%o 48,9-69,0%o) desenvolveram RCEU. As ITVforam observadas em 4,4%o da população; todos os prematuros acometidos por ITV apresentaram RCEU. As ITV encontradas foram sífilis, citomegalovirose e toxoplasmose. A análise final demonstrou associação positiva das ITV com RCEU (RR=1,57; IC95%o= 1,072,30); as covariáveis sexo feminino (RR=1,50; IC95%o= 1,11-2,02), classificação prematuro moderado (RR=1,41; IC95%o=1,06-1,87) e pequeno para a idade gestacional (RR=2,69; IC95%1,85-3,90) também influenciaram este desfecho. Conclusão: este estudo revelou as ITV como importante fator de morbidade, com impacto no aumento do risco de RCEU entre prematuros acometidos por essas doenças.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Infant, Premature/growth & development , Syphilis/epidemiology , Toxoplasmosis/epidemiology , Risk Factors , Infectious Disease Transmission, Vertical/statistics & numerical data , Prenatal Diagnosis , Brazil/epidemiology , Intensive Care Units, Neonatal , Indicators of Morbidity and Mortality , Morbidity , Malnutrition
8.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(1): 207-215, Jan.-Mar. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1250688

ABSTRACT

Abstract Objectives: to present an analysis of the follow-up of exposed children and pregnant women living with HIV who are assisted in a reference public healthcare service of a Brazilian capital. Methods: this is a cross-sectional study with sociodemographic and clinical data obtainedfrom physical and electronic medical records of women living with HIV and exposed children, treated between 2000 and 2018, in a secondary healthcare service. For associations, the chi-square test at 5% significance was used. Results: the data about 183 pregnancies and 214 children from the capital or other municipalities in the state were analyzed. The women have low schooling, are brown or black, single, multiparous, diagnosed with HIV during prenatal care, with the start of follow-up from the third trimester of pregnancy and the use of prophylaxis during childbirth. As for children, the associations were significant for notification on SINAN, admission to the health service, use of prophylaxis indicating better monitoring for those who live in the state capital. Conclusions: the prevention measures recommended by the Ministry of Health, in general, were followed, but children and pregnant women who live in other cities were worse off than those ones in the capital. Unnotified cases were identified on SINAN. These issues may contribute to new cases of vertical transmission of HIV.


Resumo Objetivos: apresentar uma análise do acompanhamento de crianças expostas e gestantes vivendo com HIV atendidas em um serviço público de referência de uma capital brasileira. Métodos: trata-se de estudo transversal, com dados sociodemográficos e clínicos obtidos em prontuários físicos e eletrônicos mulheres vivendo com HIV e crianças expostas, atendidas entre 2000 a 2018 em um serviço de atenção secundária à saúde. Para as associações foi utilizado o teste qui-quadrado, com significância de 5%. Resultados: foram analisados dados de 183 gestações de 150 mulheres e 214 crianças expostas a infecção pelo HIV As mulheres possuíam baixa escolaridade, eram pardas ou pretas, solteiras, multíparas, com diagnóstico de HIV durante o pré-natal, com início do acompanhamento a partir do terceiro trimestre de gestação e uso de profilaxia durante o parto. Quanto às crianças, as associações foram significativas para notificação no SINAN, admissão no serviço de saúde, uso de profilaxia indicando melhor acompanhamento para aquelas que moravam na capital do estado. Conclusões: as medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde, em geral, foram seguidas, porém apresentaram pior cenário as crianças e gestantes que residiam em outros munícipios quando comparadas as da capital. Foram identificados casos não notificados no SINAN. Essas questões podem contribuir para novos casos de transmissão vertical do HIV.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Infant , Child, Preschool , Child , Socioeconomic Factors , Secondary Care , HIV Infections/prevention & control , HIV Infections/epidemiology , Infectious Disease Transmission, Vertical/prevention & control , Epidemiological Monitoring , Underregistration , Brazil/epidemiology , Chi-Square Distribution , Cross-Sectional Studies , Pregnant Women , Maternal-Child Health Services
9.
Singapore medical journal ; : 599-603, 2021.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-920925

ABSTRACT

INTRODUCTION@#Perinatal transmission remains one of the important causes of transmission of the human immunodeficiency virus (HIV). Over the years, with better knowledge and awareness of HIV infection, the perinatal transmission rate has been significantly reduced. We previously reported on the pregnancy outcomes of HIV-positive mothers from 1997 to 2007 in our institution. This article aimed to review the standards of care of HIV-positive pregnant women since then.@*METHODS@#A retrospective study reviewed 84 HIV-positive women who delivered in a tertiary centre from January 2008 to December 2015. Patient demographics and antenatal, intrapartum, postnatal and immediate neonatal data were analysed.@*RESULTS@#A total of 97 deliveries with 98 neonates were recorded; 12 women delivered more than once, and there was one set of twins. The mean maternal age at diagnosis of HIV infection was 27.8 years. Of the study population, 63.1% of women were non-Singaporeans. 56 women were known to have HIV infection on presentation and 90.7% were on antiretroviral therapy during pregnancy. 88.7% of the women received intrapartum intravenous zidovudine, and 93.1% of women with detectable and 58.7% with undetectable viral load underwent Caesarean sections. All neonates were HIV-negative.@*CONCLUSION@#The high standards of care for HIV-positive women have successfully reduced our perinatal transmission rate to zero.

10.
Braz. j. infect. dis ; 25(3): 101589, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1339425

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: Effective and long-term combined antiretroviral therapy (cART) has decreased morbidity and mortality in HIV-infected individuals. Despite treatment advances, HIV-infected children continue to develop noninfectious conditions, including liver fibrosis. Methods: Cross-sectional study designed to identify liver fibrosis in HIV-infected adolescents and young adults, in an outpatients clinic of Pediatric Infectious Diseases Division at Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), diagnosed by noninvasive methods (liver elastography-FibroScan®, APRI and FIB4). Variables examined included demographics, clinical, laboratories, HIV treatment. All participants underwent FibroScan® to measure liver parenchyma elasticity. Values equal to above 7.0 kPa were interpreted as the presence of significant liver fibrosis. Two different biomarkers of liver fibrosis were employed: the AST-to-Platelet Ratio Index (APRI) and the Fibrosis-4 score (FIB-4). APRI values above 1.5 have been considered as levels of clinically significant liver fibrosis and FIB-4 values above 3.25 suggested the presence of advanced fibrosis. Results: Between August 2014 and March 2017, the study enrolled 97 patients, age 10-27 years old, fourteen of 97 subjects (14.4%) presented liver stiffness (≥7 kPa) detected by the liver elastography. No patient had APRI> 1.5. No patient had FIB4 value > 3.25. The only isolated laboratory parameter that could be significantly associated with high liver stiffness was thrombocytopenia (p= 0.022, Fisher's exact test). Conclusion: Liver stiffness was identified in 14.4% (14/97) of this cohort by liver elastography. Liver disease in HIV-infected adolescents and young adults manifests itself silently, so should be routinely investigated.


Subject(s)
Humans , Child , Adolescent , Adult , Young Adult , HIV Infections/complications , HIV Infections/pathology , HIV Infections/drug therapy , Liver/diagnostic imaging , Liver Cirrhosis/pathology , Liver Cirrhosis/drug therapy , Aspartate Aminotransferases , Brazil , Biomarkers , Cross-Sectional Studies , HIV
11.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020609, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1154169

ABSTRACT

Resumo Este artigo aborda as transmissões vetorial, sexual e vertical do vírus Zika, tema contemplado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil em 2020. Embora no Brasil o vírus Zika seja predominantemente veiculado pelo Aedes aegypti, as vias vertical e sexual de transmissão apresentam expressiva importância para a saúde reprodutiva. A transmissão sexual demanda o uso de intervenções profiláticas específicas, incluindo o uso do preservativo masculino ou feminino, principalmente entre casais que planejam gravidez. A transmissão vertical é ligada a graves anormalidades estruturais do sistema nervoso central e ainda não há vacina e nem recursos farmacológicos conhecidos que possam preveni-la. Como a doença é predominantemente assintomática, o não cumprimento dos princípios básicos de cuidados e orientações relacionadas à dispersão da infecção transcende a gravidade dos sintomas da doença.


Abstract This article addresses vector, sexual and vertical transmission of Zika virus, a topic covered in the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. Although in Brazil Zika virus is transmitted most predominantly by Aedes aegypti, the vertical and sexual transmission routes are of significant importance for reproductive health. Sexual transmission demands the use of specific prophylactic interventions, including the use of male or female condoms, especially among couples planning pregnancy. Vertical transmission is linked to severe structural abnormalities of the central nervous system and there is still no vaccine or known pharmacological resources that can prevent it. As the disease is predominantly asymptomatic, failure to comply with basic principles of care and guidelines related to the spread of infection transcends the severity of the symptoms of the disease.


Resumen Este artículo aborda la transmisión vectorial, sexual y vertical del virus Zika, tema tratado en el Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual, publicado por el Ministerio de Salud de Brasil en 2020. Aunque en Brasil el virus Zika sea principalmente transmitido por Aedes aegypti, las vías vertical y sexual de transmisión son de gran importancia para la salud reproductiva. La transmisión sexual exige el uso de intervenciones profilácticas específicas, incluido el uso de preservativos masculinos o femeninos, especialmente entre las parejas que planean un embarazo. La transmisión vertical está ligada a graves anomalías estructurales del sistema nervioso central y todavía no existe una vacuna o recursos farmacológicos conocidos que puedan prevenirla. Como la enfermedad es predominantemente asintomática, el incumplimiento de los principios básicos de atención y las pautas relacionadas con la propagación de la infección trasciende la gravedad de los síntomas de la enfermedad.

12.
Epidemiol. serv. saúde ; 30(spe1): e2020609, 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1154150

ABSTRACT

Este artigo aborda as transmissões vetorial, sexual e vertical do vírus Zika, tema contemplado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis, publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil em 2020. Embora no Brasil o vírus Zika seja predominantemente veiculado pelo Aedes aegypti, as vias vertical e sexual de transmissão apresentam expressiva importância para a saúde reprodutiva. A transmissão sexual demanda o uso de intervenções profiláticas específicas, incluindo o uso do preservativo masculino ou feminino, principalmente entre casais que planejam gravidez. A transmissão vertical é ligada a graves anormalidades estruturais do sistema nervoso central e ainda não há vacina e nem recursos farmacológicos conhecidos que possam preveni-la. Como a doença é predominantemente assintomática, o não cumprimento dos princípios básicos de cuidados e orientações relacionadas à dispersão da infecção transcende a gravidade dos sintomas da doença.


This article addresses vector, sexual and vertical transmission of Zika virus, a topic covered in the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Comprehensive Care for People with Sexually Transmitted Infections, published by the Brazilian Ministry of Health in 2020. Although in Brazil Zika virus is transmitted most predominantly by Aedes aegypti, the vertical and sexual transmission routes are of significant importance for reproductive health. Sexual transmission demands the use of specific prophylactic interventions, including the use of male or female condoms, especially among couples planning pregnancy. Vertical transmission is linked to severe structural abnormalities of the central nervous system and there is still no vaccine or known pharmacological resources that can prevent it. As the disease is predominantly asymptomatic, failure to comply with basic principles of care and guidelines related to the spread of infection transcends the severity of the symptoms of the disease.


Este artículo aborda la transmisión vectorial, sexual y vertical del virus Zika, tema tratado en el Protocolo Clínico y Directrices Terapéuticas para la Atención Integral a Personas con Infecciones de Transmisión Sexual, publicado por el Ministerio de Salud de Brasil en 2020. Aunque en Brasil el virus Zika sea principalmente transmitido por Aedes aegypti, las vías vertical y sexual de transmisión son de gran importancia para la salud reproductiva. La transmisión sexual exige el uso de intervenciones profilácticas específicas, incluido el uso de preservativos masculinos o femeninos, especialmente entre las parejas que planean un embarazo. La transmisión vertical está ligada a graves anomalías estructurales del sistema nervioso central y todavía no existe una vacuna o recursos farmacológicos conocidos que puedan prevenirla. Como la enfermedad es predominantemente asintomática, el incumplimiento de los principios básicos de atención y las pautas relacionadas con la propagación de la infección trasciende la gravedad de los síntomas de la enfermedad.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pregnancy , Sexually Transmitted Diseases/prevention & control , Sexually Transmitted Diseases/epidemiology , Zika Virus Infection/transmission , Zika Virus Infection/epidemiology , Congenital Abnormalities/epidemiology , Brazil/epidemiology , Clinical Protocols , Infectious Disease Transmission, Vertical , Mosquito Vectors
13.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 20(4): 985-995, Oct-Dec. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1155289

ABSTRACT

Abstract Objectives: to analyze the association of socioeconomic, obstetric, pediatric and prophylactic factors to the vertical transmission of HIV in children followed at a reference service in Recife between 2010 and 2015. Methods: case-control nested the cohort of children exposed to vertical transmission of HIV. A univariate and multivariate statistical analysis was performed on the association of socioeconomic, obstetric, pediatric and prophylactic measures with the outcome. We considered two multivariate approaches, conventional and hierarchical, the latter made it possible to consider different levels of determination. Results: 46.5% of the mothers had low schooling, 69.6% without work-related wages and 35.7% received a family grant. Women with postpartum diagnosis and less than 6 prenatal appointments had a greater chance of vertical transmission. Prophylactic measures were statistically associated with prevention of transmission (p<0.1%). Conclusions: vertical risk factors for HIV transmission were identified: no sewage system, at least six prenatal consultations, first care of the child with more than two months and no prophylaxis in pregnancy and childbirth. Determining factors for which specific policies and programs exist and their non-access social determination evidence of HIV vertical transmission.


Resumo Objetivos: analisar a associação dos fatores socioeconómicos, obstétricos, pediátricos e medidas profiláticas à transmissão vertical do HIV em crianças acompanhadas em um serviço de referência no Recife, entre 2010 e 2015. Métodos: caso-controle aninhado a coorte de crianças expostas à transmissão vertical do HIV. Realizou-se análise estatística uni e multivariada da associação das características socioeconômicas, obstétricas, pediátricas e das medidas profiláticas com o desfecho. Considerou-se duas abordagens multivariadas, convencional e hierarquizada, esta última possibilita considerar diferentes níveis de determinação. Resultados: observou-se 46,5% de mães com baixa escolaridade, 69,6% sem remuneração advinda do trabalho e 35,7% recebendo bolsa família. Mulheres com diagnóstico pós-parto e menos de 6 consultas de pré-natal apresentaram maior chance de transmissão vertical. As medidas profiláticas estiveram estatisticamente associadas à prevenção da transmissão (p<0,1%). Conclusões: identificaram-se como fatores de risco para a transmissão vertical do HIV: não possuir rede coletora de esgoto, não ter realizado no mínimo seis consultas de pré-natal, primeiro atendimento da criança com mais de dois meses e não ter realizado as profilaxias na gestação e no parto. Fatores determinantes para os quais existem políticas e programas específicos e o seu não acesso evidencia a determinação social da transmissão vertical do HIV.


Subject(s)
Humans , Child , Socioeconomic Factors , Risk Factors , HIV , Infectious Disease Transmission, Vertical/prevention & control , Infectious Disease Transmission, Vertical/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Case-Control Studies , Multivariate Analysis , Observational Study
14.
CES med ; 34(spe): 86-94, dic. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1339493

ABSTRACT

Resumen La pandemia de COVID-19 ha generado múltiples interrogantes respecto a su comportamiento en la población gestante y en los resultados peri- natales. Los datos disponibles sobre la infección por SARS-CoV-2 en el embarazo son limitados. Se realizó una búsqueda de artículos publicados en las bases de datos PubMed, Scopus y Embase utilizando los términos asociados a COVID-19 y embarazo, hasta el 4 de abril de 2020. En la revisión de 43 artículos se tuvieron en cuenta 25, que corresponden a reportes y series de casos, revisiones y guías de manejo. No se encontró evidencia concluyente respecto a transmisión vertical o a mal resultado perinatal en enfermedad leve o moderada. Los síntomas clínicos de COVID-19 en el embarazo no varían de los de la población general. Existe controversia en cuanto a lactancia materna. En conclusión, existe escasa evidencia de calidad sobre el efecto de COVID-19 en el embarazo. Dada la ausencia de evidencia concluyente se plantea la realización de un registro nacional de COVID-19 y embarazo para Colombia y la región.


Abstract The COVID-19 pandemic has raised a number of questions regarding its behavior in the pregnant population and perinatal outcomes. Currently, data available on the COVID-19 infection during pregnancy is limited. A search was conducted of all the articles published in the PubMed, Scopus, and Embase databases, using terms associated with COVID-19 and pregnancy from January 2017 to 04 April 2020, and including all the types of articles published on COVID-19 and pregnancy. The review of 43 articles, of which 23 were considered, demonstrated that all refer to case reports, case series and reviews and management guides. No conclusive evidence was found with respect to vertical transmission or poor perinatal outcome in mild-moderate disease. The clinical symptoms of COVID-19 during pregnancy do not vary from those in the general population. Controversy exists with regards to breastfeeding. In conclusion, quality evidence is scarce on the effect of COVID-19 during pregnancy. Given the lack of conclusive evidence, a national registry is proposed on COVID-19 and pregnancy for Colombia.

15.
Rev. cienc. salud (Bogotá) ; 18(3): 1-11, dic. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1289150

ABSTRACT

Abstract Introduction: Adequate psychomotor development during the first years of life significantly impacts the growth of each infant, so the timely detection of risk factors that affect this development is of vital importance. The objective was to determine sociodemographic and maternal factors associated with the presentation of psychomotor retardation in infants under two years old who attended the Centro de Rehabilitación y Educación Especial in Villahermosa (Tabasco, Mexico) in 2017. Materials and methods: An observational, retrospective study of cases and controls in infants under two years old. Data collection was performed using a questionnaire consisting of 45 questions, which included variables such as psychomotor retardation, prenatal, perinatal, and postnatal risk factors, that used Pearson's chi-square test and Fisher's exact test, with a significant correlation of p <.05 being accepted . Results: A low social class showed a significant relationship with psychomotor retardation (p =.000), while the presence of infections at a very young age in the newborn, a family history of psychomotor retardation, and a history of disease during pregnancy showed a value of p <.05. Conclusión: A low socioeconomic status, pregnancy-associated diseases such as malnutrition, high blood pressure, and traumatic accidents, as well as infectious diseases at birth were the main factors that conditioned psychomotor retardation.


Resumen Introducción: el adecuado desarrollo psicomotor en los primeros años de vida influye significativamente en el crecimiento de cada sujeto, por lo que la detección oportuna de factores de riesgo que lo afecten es de vital importancia. El objetivo fue determinar factores sociodemográficos y maternos asociados a la presentación del retraso psicomotor en infantes menores de dos años que acudieron al Centro de Rehabilitación y Educación Especial en Villahermosa (Tabasco, México) en el 2017. Materiales y métodos: estudio observacional, retrospectivo de casos y controles en infantes menores de dos años. Los datos se recolectaron mediante un cuestionario de 45 ítems, que incluyó variables como retraso psicomotor, factores de riesgo prenatales, perinatales y posnatales. Se emplearon las pruebas chi cuadrado de Pearson y la prueba exacta de Fisher. Se aceptó una correlación significativa de p<0.05. Resultados: el estrato social bajo mostró una relación significativa con el retraso psicomotor (p = 0.000), así como la presencia de infecciones a una edad muy temprana en el recién nacido, el historial de antecedente familiar y el antecedente de enfermedad en el embarazo (p<0.05). Conclusión: un estatus socioeconómico bajo, enfermedades asociadas al embarazo como malnutrición, hipertensión arterial y accidentes traumáticos, además de las enfermedades infecciosas al nacer, fueron los principales factores que condicionaron el retraso psicomotor.


Resumo Introdução: o adequado desenvolvimento psicomotor nos primeiros anos de vida impacta significativamente no crescimento de cada sujeito, pelo que a detecção oportuna de fatores de risco que o afetem é de vital importância. O objetivo foi determinar fatores sociodemográficos e maternos associados à apresentação do atraso psicomotor em crianças menores de dois anos que acorrem ao Centro de Reabilitação e Educação Especial em Villahermosa (Tabasco, México) em 2017. Materiais e métodos: estudo observa-cional, retrospectivo de casos e controles em crianças menores de dois anos. A recolecção de dados se realizou mediante um questionário de 45 itens o qual incluiu variáveis como atraso psicomotor, fatores de risco pré-natais, perinatais, e pós-natais, empregando as provas qui-quadrado de Pearson, prova exata de Fisher. Se aceitou uma correlação significativa de p<.05. Resultados: o estrato social baixo mostrou relação significativa com o atraso psicomotor (p=.000); também a presença de infeções a uma idade muito precoce no recém-nascido, o historial de antecedente familiar e antecedente de doença na gravidez (p<.05). Conclusão: o status socioeconómico baixo, doenças associadas à gravidez como subnutrição, hipertensão arterial e acidentes traumáticos, para além das doenças infeciosas ao nascer, foram os principais fatores que condicionaram o atraso psicomotor.


Subject(s)
Humans , Infant , Psychomotor Disorders , Risk Factors , Infectious Disease Transmission, Vertical , Infant
16.
Rev. chil. pediatr ; 91(5): 672-683, oct. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1144265

ABSTRACT

La prevención de la transmisión vertical de VIH es un desafío para todos los países del mundo. Esto se ve complejizado por la construcción permanente de sociedades globales, con grado variable de población migrante internacional. Las políticas, programas y acciones sanitarias para la prevención de transmisión vertical de VIH en gestantes migrantes demandan una perspectiva intercultural, en donde se aborden todas las dimensiones sociales, culturales y de género asociadas a la infección. El entender la realidad local en cuanto a la prevención de transmisión vertical de VIH en población migrante internacional en Chile es esencial para llevar acciones concretas que favorezcan la prevención de transmisión madre-hijo de VIH. En este artículo se presentan algunos conceptos esenciales relacionados a esta temática. También se expone información internacional y nacional sobre riesgos de transmisión vertical de VIH en migrantes gestantes, la importancia del plan nacional de preven ción de transmisión vertical de VIH en nuestro país, y algunos esfuerzos que se están realizando para adaptar dicho plan a la realidad de diversidad social y cultural que migrantes gestantes presentan hoy en Chile, como un valioso insumo de salud pública con perspectiva intercultural.


Preventing vertical transmission of HIV is a challenge for all countries worldwide. The permanent construction of global societies with a variable degree of international migrant population has made it more complex. Health policies, programs, and actions for preventing vertical transmission of HIV in pregnant migrants demand an intercultural perspective, where social, cultural, and gender dimen sions associated with the infection are addressed. Understanding the local reality regarding the pre vention of vertical transmission in the international migrant population in Chile is essential to carry out concrete actions that favor the prevention of mother-to-child transmission of HIV. This article presents some essential concepts related to this topic. It also presents international and national in formation on risks of vertical transmission in pregnant migrants, the importance of the national plan for preventing vertical transmission of HIV in our country, and some ongoing efforts to adapt such plan to the reality of social and cultural diversity that pregnant migrants currently present in Chile, as a useful public health instrument with an intercultural perspective.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Pregnancy Complications, Infectious/diagnosis , Pregnancy Complications, Infectious/ethnology , Pregnancy Complications, Infectious/therapy , Prenatal Care/methods , Transients and Migrants , HIV Infections/transmission , Infectious Disease Transmission, Vertical/prevention & control , Emigrants and Immigrants , Culturally Competent Care/methods , HIV Infections/diagnosis , HIV Infections/ethnology , HIV Infections/therapy , Chile/epidemiology , Social Determinants of Health , Health Policy
17.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 85(supl.1): S75-S89, set. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138651

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: En Chile, los efectos maternos y perinatales de la pandemia por SARS-CoV-2 son aún desconocidos. GESTACOVID es un estudio multicéntrico que incluye embarazadas y puérperas hasta el día 42 con COVID-19. El objetivo de este estudio es presentar un informe preliminar, describiendo el impacto de la enfermedad en las embarazadas, factores de riesgo asociados y resultados perinatales. MÉTODOS: Estudio de cohorte descriptivo que incluye 661 pacientes enroladas entre el 7 de marzo y el 6 de julio de 2020, en 23 centros hospitalarios del país. Se analizaron variables demográficas, comorbilidades, características clínicas y del diagnóstico de COVID-19 y resultado materno y perinatal. RESULTADOS: Las pacientes hospitalizadas por COVID-19 tuvieron mayor prevalencia de hipertensión arterial crónica [10% vs 3%; OR=3,1 (1,5-6,79); p=0,003] y de diabetes tipo 1 y 2 [7% vs 2%; OR=3,2 (1,3-7,7); p=0,009] que las pacientes manejadas ambulatoriamente. Un IMC >40 kg/mt2 se asoció con un riesgo dos veces mayor de requerir manejo hospitalizado [OR=2,4 (1,2 - 4,6); p=0,009]. Aproximadamente la mitad de las pacientes (54%) tuvo un parto por cesárea, y un 8% de las interrupciones del embarazo fueron por COVID-19. Hasta la fecha de esta publicación, 38% de las pacientes continuaban embarazadas. Hubo 21 PCR positivas en 316 neonatos (6,6%), la mayoría (17/21) en pacientes diagnosticadas por cribado universal. CONCLUSIONES: Las embarazadas con COVID-19 y comorbilidades como diabetes, hipertensión crónica y obesidad mórbida deben ser manejadas atentamente y deberán ser objeto de mayor investigación. La tasa de transmisión vertical requiere una mayor evaluación para diferenciar el mecanismo y tipo de infección involucrada.


INTRODUCTION: In Chile, effects of the SARS-CoV-2 infection in pregnant women are unknown. GESTACOVID is a multicenter collaborative study including pregnant women and those in the postpartum period (until 42 days) who have had COVID-19. The purpose of this study is to report our preliminary results describing the clinical impact of COVID-19 in pregnant women, the associated risk factors and perinatal results. METHODS: Descriptive cohort study including 661 patients between April 7th and July 6th, 2020, in 23 hospitals. Demographical, comorbidities, clinical and diagnostic characteristics of COVID-19 disease and maternal and perinatal outcomes were analyzed. RESULTS: Pregnant women with COVID-19 admitted to the hospital were more likely to have chronic hypertension [10% vs 3%; OR=3.1 (1.5-6.79); p=0,003] and diabetes type 1 and 2 [7% vs 2%; OR=3.2 (1.3-7.7); p=0.009] than those with outpatient management. A body mass index of >40 kg/mt2 was associated with two-fold higher risk of hospitalization [OR=2.4 (1.2-4.6); p=0.009]. Almost half of patients (54%) were delivered by cesarean section, and 8% of the medically indicated deliveries were due to COVID-19. So far, 38% of the patients are still pregnant. Among 316 newborns, there were 21 positive PCR tests (6.6%), mostly from asymptomatic mothers undergoing universal screening. CONCLUSIONS: Pregnant women with COVID-19 and comorbidities such as diabetes, chronic hypertension and morbid obesity need a close follow up and should be a matter for further research. Vertical transmission of COVID-19 should be thoroughly studied to define the mechanisms and type of infection involved.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Pneumonia, Viral/epidemiology , Pregnancy Complications, Infectious/epidemiology , Coronavirus Infections/epidemiology , Pandemics , Outpatients , Signs and Symptoms , Pregnancy Outcome , Comorbidity , Cesarean Section/statistics & numerical data , Chile/epidemiology , Mass Screening , Epidemiology, Descriptive , Risk Factors , Cohort Studies , Abortion, Induced/statistics & numerical data , Infectious Disease Transmission, Vertical/statistics & numerical data , Critical Care , Diabetes Mellitus/epidemiology , Betacoronavirus , Hospitalization , Hypertension/epidemiology , Obesity/epidemiology
18.
Article | IMSEAR | ID: sea-208054

ABSTRACT

The current pneumonia outbreak of COVID-19 has been declared a pandemic by the World Health Organization on March 11, 2020. With its indiscriminate spread across continents, authors are likely to see women with COVID-19 canvassed across all trimesters of pregnancy. To date, few reports have provided information about this disease in pregnant patients. Authors conducted a literature review to summarize the results concerning intrauterine transmission, diagnostic challenges and maternal-fetal outcomes of pregnant women with COVID-19 pneumonia.

19.
Medisan ; 24(4)jul.-ago. 2020.
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1125144

ABSTRACT

La enfermedad conocida como COVID-19 es causada por el virus SARS-CoV-2 y constituye una emergencia de la salud pública a escala global. Desde el informe sobre el primer caso en diciembre de 2019, en Whuan, provincia china de Hubei, la enfermedad se ha expandido rápidamente por el mundo y fue calificada como pandemia en marzo del presente año. El embarazo es un estado fisiológico que predispone a las mujeres a la infección viral. Más allá del impacto de la infección por la COVID-19 en una embarazada, existen preocupaciones relacionadas con el posible efecto sobre el resultado fetal y neonatal; por tanto, las gestantes constituyen un grupo que requiere atención especial en cuanto a prevención, diagnóstico y atención. En este trabajo se abordan aspectos relacionados con la infección por la COVID-19 y el embarazo.


The well-known disease COVID-19 is caused by SARS-CoV-2 virus and it constitutes an emergency of the public health at global scale. Since the report about the first case on December, 2019, in Whuan, Chinese province of Hubei, the disease has expanded quickly through the world and it was qualified as pandemic on March of the present year. Pregnancy is a physiological state that predisposes women to viral infection. Beyond the impact of the infection due to COVID-19 in a pregnant woman, there are concerns related to the possible effect on the fetal and neonatal result; therefore, the pregnant women constitute a group that requires special care as for prevention, diagnosis and care. Aspects related to the infection due to COVID-19 and pregnancy are approached in this work.


Subject(s)
Pregnancy , Coronavirus Infections , Pandemics , Infant, Newborn , Betacoronavirus
20.
Article | IMSEAR | ID: sea-207979

ABSTRACT

As COVID-19 virus is still spreading, more infections in pregnant women are likely to be seen. At this time, very little is known about vertical transmission of SARS-COV-2 from infected pregnant woman to her infant. Authors reviewed the risk of vertical transmission of COVID-19 by using data of published articles and official websites up to May 11, 2020. The searches revealed 16 articles (12 case reports/series and 4 retrospective studies) collectively comprising 194 infected pregnant women with COVID-19. 140 cases of neonates delivered from pregnant women with COVID-19 were collected. The SARS-COV-2 nucleic acid test, in day 2, was positive in 4 newborns. Based on limited data, there is no evidence for vertical transmission of COVID-19. Some studies suggestive of maternal-fetal transmission deserve careful evaluation before a definitive finding.

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