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1.
Braz. j. biol ; 84: e250936, 2024. graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1345557

ABSTRACT

Abstract This study was carried out to evaluate the effect of Glutamine, as a dipeptide or a free amino acid form, on the progression of burn injuries in rats. Thirty male Wistar rats were burned with a comb metal plate heated in boiling water (98 °C) for three minutes, creating four rectangular full-thickness burn areas separated by three unburned interspaces (zone of stasis) in both dorsum sides. The animals were randomized into three groups (n=10): saline solution (G1-Control) and treated groups that orally received Glutamine as dipeptide (G2-Dip) or free amino acid (G3-FreeAA). Two and seven days after burn injury, lesions were photographed for unburned interspaces necrosis evolution assessment. Seven days after injury, glutathione seric was measured and histopathological analysis was performed. By photographs, there was a significant reduction in necrosis progression in G3-Free-AA between days two and seven. Histopathological analysis at day 7 showed a significantly higher stasis zone without necrosis and a higher number of fibroblasts in G2-Dip and G3-FreeAA compared with G1-Control. Also, glutathione serum dosage was higher in G2-Dip. The plasmatic glutathione levels were higher in the G2-Dip than the G1-Control, and there was a trend to higher levels in G3-FreeAA. The reduction in histological lesions, greater production of fibroblasts, and greater amounts of glutathione may have benefited the evolution of burn necrosis, which showed greater preservation of interspaces.


Resumo Este estudo foi realizado para avaliar o efeito da Glutamina, como um dipeptídeo ou forma de aminoácido livre, na progressão de queimaduras em ratos. Trinta ratos Wistar machos foram queimados com um pente de metal aquecido em água fervente (98 °C) por três minutos, criando quatro áreas retangulares queimadas separadas por três interesespaços não queimados (zona de estase) em ambos os lados do dorso. Os animais foram randomizados em três grupos (n = 10): solução salina (G1-Controle) e grupos tratados que receberam glutamina via oral como dipeptídeo (G2-Dip) ou aminoácido livre (G3-FreeAA). Dois e sete dias após a queimadura, as lesões foram fotografadas para avaliação da evolução da necrose entre os espaços não queimados. Sete dias após a lesão, foi dosada a glutationa sérica e realizada análise histopatológica. Pelas fotografias, houve uma redução significativa na progressão da necrose no G3-Free-AA entre os dias dois e sete. A análise histopatológica no dia 7 mostrou uma zona de estase significativamente maior sem necrose e número mais elevado de fibroblastos em G2-Dip e G3-FreeAA em comparação com G1-Controle. Os níveis plasmáticos de glutationa foram maiores no G2-Dip em relação ao G1-Controle, e houve tendência a níveis mais elevados no G3-FreeAA. A redução das lesões histológicas, maior produção de fibroblastos, maior quantidade de glutationa podem ter beneficiado a evolução da necrose da queimadura, que mostrou maior preservação dos interespaços.


Subject(s)
Animals , Male , Rats , Burns/drug therapy , Glutamine , Rats, Wistar , Dipeptides , Disease Models, Animal , Amino Acids
2.
Braz. j. biol ; 84: e251336, 2024. graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1355879

ABSTRACT

Abstract Bulbine natalensis and Chorophytum comosum are potential medicinal source for the treatment of cancers. Chronic myeloid leukaemia is a hematopoietic stem cells disorder treated by tyrosine kinase inhibitors but often cause recurrence of the leukaemia after cessation of therapy, hence require alternative treatment. This study determines the anti-cancer effect of leaf, root and bulb methanolic and aqueous extracts of B. natalensis and C. comosum in chronic human myelogenous leukaemia (K562) cell line by MTT, Hoechst bis-benzimide nuclear and annexin V stain assays. The root methanolic extract of B. natalensis and C. comosum showed a high cytotoxicity of 8.6% and 16.7% respectively on the K562 cell line at 1,000 μg/ml concentration. Morphological loss of cell membrane integrity causing degradation of the cell and fragmentation were observed in the root methanolic extract of both plants. A high apoptosis (p < 0.0001) was induced in the K562 cells by both leaf and root extracts of the C. comosum compared to the B. natalensis. This study shows both plants possess apoptotic effect against in vitro myelogenous leukaemia which contributes to the overall anti-cancer properties of B. natalensis and C. comosum to justify future therapeutic applications against chronic myelogenous leukaemia blood cancer.


Resumo Bulbine natalensis Baker e Chorophytum comosum (Thunb.) Jacques são potenciais fontes medicinais para o tratamento de cânceres. A Leucemia Mieloide Crônica (LMC) é um distúrbio das células-tronco hematopoiéticas que é tratado com inibidores da tirosina quinase, mas frequentemente, causa recorrência da leucemia após a interrupção da terapia, portanto, requer um tratamento alternativo. Este estudo determinou o efeito anticancerígeno de extratos metanólicos e aquosos de folha, raiz e bulbo de B. natalensis e C. comosum na linhagem celular de leucemia mieloide humana crônica (K562) por ensaios de MTT, Hoechst bis-benzimida nuclear e anexina V. O extrato metanólico da raiz de B. natalensis e C. comosum apresentou alta citotoxidade de 8,6% e 16,7% respectivamente, na linhagem celular K562 com a concentração de 1,000 μg / ml. Perda morfológica da integridade da membrana celular causando degradação dos núcleos, citoplasma e encolhimento celular foi observada no extrato metanólico da raiz de ambas as plantas. Uma alta apoptose (p <0,0001) foi induzida nas células K562 por extratos de folhas e raízes de C. comosum em comparação com B. natalensis. Este estudo mostrou que ambas as plantas possuem efeito apoptótico contra leucemia mieloide in vitro que contribui para as propriedades anticâncer gerais de B. natalensis e C. comosum para justificar futuras aplicações terapêuticas contra câncer de sangue de LMC.


Subject(s)
Humans , Leukemia, Myelogenous, Chronic, BCR-ABL Positive/drug therapy , Xanthorrhoeaceae , Apoptosis , K562 Cells
3.
Braz. j. biol ; 83: e251219, 2023. graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1345535

ABSTRACT

Abstract The most common form of psycho-social dysfunction is anxiety with depression being related closely without any age bar. They are present with combined state of sadness, confusion, stress, fear etc. Glyoxalase system contains enzyme named glyoxalase 1 (GLO1).It is a metabolic pathway which detoxifies alpha-oxo-aldehydes, particularly methylglyoxal (MG). Methylglyoxal is mainly made by the breakdown of the glycolytic intermediates, glyceraldehyde-3-phosphates and dihydroxyacetone phosphate. Glyoxylase-1 expression is also related with anxiety behavior. A casual role or GLO-1 in anxiety behavior by using viral vectors for over expression in the anterior cingulate cortex was found and it was found that local GLO-1 over expression increased anxiety behavior. The present study deals with the molecular mechanism of protective activity of eugenol against anxiolytic disorder. A pre-clinical animal study was performed on 42 BALB/c mice. Animals were given stress through conventional restrain model. The mRNA expression of GLO-1 was analyzed by real time RT-PCR. Moreover, the GLO-1 protein expression was also examined by immunohistochemistry in whole brain and mean density was calculated. The mRNA and protein expressions were found to be increased in animals given anxiety as compared to the normal control. Whereas, the expressions were decreased in the animals treated with eugenol and its liposome-based nanocarriers in a dose dependent manner. However, the results were better in animals treated with nanocarriers as compared to the compound alone. It is concluded that the eugenol and its liposome-based nanocarriers exert anxiolytic activity by down-regulating GLO-1 protein expression in mice.


Resumo A forma mais comum de disfunção psicossocial é a ansiedade intimamente relacionada com a depressão, sem qualquer barreira de idade. Elas estão presentes em um estado combinado de tristeza, confusão, estresse, medo etc. O sistema de glioxalase contém uma enzima chamada glioxalase 1 (GLO1). É uma via metabólica que desintoxica alfa-oxo-aldeídos, particularmente metilglioxal (MG). O metilglioxal é produzido principalmente pela quebra dos intermediários glicolíticos, gliceraldeído-3-fosfatos e fosfato de diidroxiacetona. A expressão da glioxalase 1 também está relacionada ao comportamento de ansiedade. Um papel casual ou GLO1 no comportamento de ansiedade usando vetores virais para superexpressão no córtex cingulado anterior foi encontrado e descobriu-se que a superexpressão local de GLO1 aumentava o comportamento de ansiedade. O presente estudo trata do mecanismo molecular da atividade protetora do eugenol contra o transtorno ansiolítico. Um estudo pré-clínico em animais foi realizado em 42 camundongos BALB / c. Os animais foram submetidos ao estresse por meio do modelo de contenção convencional. A expressão de mRNA de GLO1 foi analisada por RT-PCR em tempo real. Além disso, a expressão da proteína GLO1 também foi examinada por imuno-histoquímica em todo o cérebro e a densidade média foi calculada. Verificou-se que as expressões de mRNA e proteínas estavam aumentadas em animais que receberam ansiedade em comparação com o controle normal. Considerando que as expressões foram diminuídas nos animais tratados com eugenol e seus nanocarreadores baseados em lipossomas de forma dependente da dose. No entanto, os resultados foram melhores em animais tratados com nanocarreadores em comparação com o composto sozinho. Conclui-se que o eugenol e seus nanocarreadores baseados em lipossomas exercem atividade ansiolítica por regulação negativa da expressão da proteína GLO1 em camundongos.


Subject(s)
Animals , Rabbits , Eugenol/therapeutic use , Eugenol/pharmacology , Lactoylglutathione Lyase/antagonists & inhibitors , Anxiety/drug therapy , Liposomes , Mice, Inbred BALB C
4.
Braz. j. biol ; 83: e249209, 2023.
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1339360

ABSTRACT

Abstract Alo vera is a centenary remedy use for minor wounds and burns, but its mechanism of wound healing has not been know since. This article will evaluate and gather evidence of the effectiveness and safety of the use of aloe vera in the treatment of burns. A systematic review was carried out on the databases: MEDLINE, LILACS, DECS, SCIELO, in the last 7 years, with the descriptors: "Aloe", "Burns" and "treatment". 16 articles were found. After using the exclusion criteria; research in non-humans and literature review; 5 articles were selected. The article Teplick et al. (2018) performed an in vitro clinical experiment in A. Vera solution, and demonstrated that there was proliferation and cell migration of human skin fibroblasts and keratinocytes, in addition to being protective in the death of keratonocytes. That is, it accelerates the healing of wounds. Muangman et al. (2016), evaluated 50 patients with 20% of the total body surface area burned with second-degree burns, between 18-60 years old, with half of the group receiving gauze dressings with soft paraffin containing 0.5% chlorhexidine acetate and the other half receiving polyester dressings containing extracts of medicinal plants mainly Aloe Vera. It had positive results, a higher healing speed and shorter hospital stay compared to the control group. Hwang et al. (2015) investigated the antioxidant effects of different extracts from 2,4,6,8,12 months of Aloe Vera. And the 6-month concentrated extract of 0.25 mg / mL had a higher content of flavonoids (9.750 mg catechin equivalent / g extract) and polyphenols (23.375 mg gallic acid equivalent / g extract) and the greater ferric reducing antioxidant power (0.047 mM equivalent ferrous sulfate / mg extract), that is, greater potential for free radical scavenging and also a protective effect against oxidative stress induced by tert-butyl hydroperoxide (t-BHP), suggesting evidence of a bioactive potential of A. vera . However, in the article Kolacz et al. (2014) suggested as an alternative treatment the use of Aloe Vera dressing in combination with honey, lanolin, olive oil, wheat germ oil, marshmallow root, wormwood, comfrey root, white oak bark, lobelia inflata, glycerin vegetable oil, beeswax and myrrh, without obtaining significant and conclusive results that would allow the conventional treatment of burns to be subsidized. Finally, in the article by Zurita and Gallegos (2017), it carried out a descriptive cross-sectional study with 321 people, both sexes between 17-76 years of age, of an inductive nature, exploring the experience of this population and their behavioral attitudes regarding the treatment of dermatoses. Aloe vera had 13.8% cited by individuals in the treatment of acne and 33.6% in the treatment of burns. Even with evidence that suggests the efficacy in the treatment of burns with the use of Aloe Vera extract, further clinical trials with larger sample space on the use of Aloe vera dressings in medium burns are suggested for further conclusions.


Resumo Alo vera é um remédio centenário usado para pequenas feridas e queimaduras, mas seu mecanismo de cicatrização de feridas não foi conhecido desde então. Este artigo avaliará e reunirá evidências da eficácia e segurança do uso de aloe vera no tratamento de queimaduras. Realizada revisão Sistemática nas bases de dados: MEDLINE, LILACS, DECS, SCIELO, nos últimos 7 anos, com os descritores: "Aloe", "Burns" and "treatment". Foram encontrados 16 trabalhos. Após utilizarmos os critérios de exclusão; pesquisa em nao humanos e revisão da literatura ; foram selecionados 5 artigos. O artigo Teplick et al. (2018) realizou um experimento clinico in vitro em solução de A. Vera, e demonstrou que houve proliferação e migração celular de fibroblastos e queratinócitos de pele humana, além de ser protetor na morte de queratonócitos. Ou seja, acelera a cicatrização das feridas. Já Muangman et al. (2016), avaliou 50 pacientes com 20% do total da área superficial corporal queimada com queimaduras de segundo grau, entre 18-60 anos, tendo metade do grupo como controle recebendo curativos de gaze com parafina mole contendo 0,5% acetado de clorexidina e a outra metade recebendo curativos com poliéster contendo extratos de plantas medicinais principalmente Aloe Vera. Teve resultados positivos, uma maior velocidade de cicatrização e menor tempo de internação comparado ao grupo controle. Já Hwang et al. (2015) investigou os efeitos antioxidante de diferentes extratos de 2,4,6,8,12 meses da Aloe Vera. E o extrato com 6 meses concentrado de 0,25 mg/mL teve maior teor de flavanóides (9,750 mg equivalente catequina / g extrato) e polifenóis (23,375 mg equivalente ácido gálico / g extrato) e o maior poder antioxidante redutor férrico (0,047 mM de sulfato ferroso equivalente / extrato mg), ou seja, maior potencial de eliminação de radicais livres e também efeito proteror contra o estresse oxidativo induzido por hidroperóxido de terc-butila (t-BHP), sugerindo indícios de um potencial bioativo da A. vera. Porém, no artigo Kolacz et al. (2014) sugeriu como tratamento alternativo o uso do curativo com Aloe Vera em conjunto de mel, lanolina, azeite de oliva, óleo de gérmen de trigo, raiz de marshmallow, absinto, raiz de confrei, casca de carvalho branco, lobelia inflata, glicerina vegetal, cera de abelha e mirra, não obtendo resultados significativos e conclusivos que permitam subsidiar o tratamento convencional das queimaduras. Por fim, no artigo de Zurita and Gallegos (2017), realizou um estudo descritivo transversal com 321 pessoas, ambos os sexos entre 17-76 anos, de natureza indutiva, explorando a vivência dessa população e suas atitudes comportamentais quanto ao tratamento de dermatoses. Aloe vera teve 13,8% citada pelos indivíduos no tratamento de acne e 33,6% no tratamento de queimaduras. Mesmo tendo evidências que sugerem a eficácia no tratamento de queimaduras com o uso do extrato da Aloe Vera, sugere-se mais ensaios clínicos com espaço amostral maior sobre o uso de curativos de Aloe vera em médio queimados para maiores conclusões.


Subject(s)
Humans , Plants, Medicinal , Burns/drug therapy , Aloe , Wound Healing , Plant Extracts/therapeutic use , Plant Extracts/pharmacology , Cross-Sectional Studies
5.
Braz. j. biol ; 83: e248746, 2023. graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1339351

ABSTRACT

Abstract Colorectal cancer (CRC) is one of the most common cancers leading to comorbidities and mortalities globally. The rational of current study was to evaluate the combined epigallocatechin gallate and quercetin as a potent antitumor agent as commentary agent for therapeutic protocol. The present study investigated the effect of epigallocatechin Gallate (EGCG) (150mg) and quercetin (200mg) at different proportions on proliferation and induction of apoptosis in human colon cancer cells (HCT-116). Cell growth, colonogenic, Annexin V in addition cell cycle were detected in response to phytomolecules. Data obtained showed that, the colony formation was inhibited significantly in CRC starting from the lowest concentration tested of 10 µg/mL resulting in no colonies as visualized by a phase-contrast microscope. Data showed a significant elevation in the annexin V at 100 µg/mL EGCG(25.85%) and 150 µg/mL quercetin (48.35%). Moreover, cell cycle analysis showed that this combination caused cell cycle arrest at the G1 phase at concentration of 100 µg/mL (72.7%) and 150 µg/mL (75.25%). The combined effect of epigallocatechin Gallate and quercetin exert antiproliferative activity against CRC, it is promising in alternative conventional chemotherapeutic agent.


Resumo O câncer colorretal (CCR) é um dos cânceres mais comuns, levando a comorbidades e mortalidade em todo o mundo. O racional do presente estudo foi avaliar a combinação de galato de epigalocatequina e quercetina como um agente antitumoral potente como agente de comentário para protocolo terapêutico. O presente estudo investigou o efeito de galato de epigalocatequina (EGCG) (150 mg) e quercetina (200 mg) em diferentes proporções na proliferação e indução de apoptose em células de câncer de cólon humano (HCT-116). O crescimento celular, colonogênico, anexina V, além do ciclo celular foram detectados em resposta a fitomoléculas. Os dados obtidos mostraram que a formação de colônias foi inibida significativamente no CRC a partir da concentração mais baixa testada de 10 µg/mL, resultando em nenhuma colônia conforme visualizado por um microscópio de contraste de fase. Os dados mostraram uma elevação significativa na anexina V a 100 µg/mL de EGCG (25,85%) e 150 µg/mL de quercetina (48,35%). Além disso, a análise do ciclo celular mostrou que essa combinação causou parada do ciclo celular na fase G1 na concentração de 100 µg/mL (72,7%) e 150 µg/mL (75,25%). O efeito combinado da epigalocatequina galato e quercetina exerce atividade antiproliferativa contra o CCR, é promissor como agente quimioterápico alternativo convencional.


Subject(s)
Humans , Colorectal Neoplasms/drug therapy , Catechin/analogs & derivatives , Catechin/pharmacology , Quercetin/pharmacology , Cell Cycle , Annexin A5 , Cell Line, Tumor , Cell Proliferation
6.
Braz. j. biol ; 83: e251198, 2023. tab, graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1339350

ABSTRACT

Abstract The present study was designed to investigate the effects of Gundelia tournefortii L. plant extract on different tissues in terms of DNA damage, biochemical and antioxidant parameter values in rats with high-calorie diets. With this aim, Wistar albino male rats were divided into 4 groups containing 6 rats each and the study was completed over 12 weeks duration. At the end of the implementation process over the 12 weeks, rats were sacrificed and blood and tissue samples were obtained. Analyses were performed on blood and tissue samples. According to results for DNA damage (8-OHdG), in brain tissue the OG2 group was significantly reduced compared to the NC group. For MDA results in liver tissue, OG1 and OG2 groups were determined to increase by a significant degree compared to the control group, while the OG2 group was also increased significantly compared to the obese group. In terms of the other parameters, comparison between the groups linked to consumption of a high calorie diet (HCD) and administration of Gundelia tournefortii L. in terms of antioxidant activities and serum samples obtained statistically significant results. Gundelia tournefortii L. plant extracts had effects that may be counted as positive on antioxidant parameter activity and were especially identified to improve DNA damage and MDA levels in brain tissues. Additionally, consumption of Gundelia tournefortii L. plant extract in the diet may have antiobesity effects; thus, it should be evaluated for use as an effective weight-loss method and as a new therapeutic agent targeting obesity.


Resumo O presente estudo foi desenhado para investigar os efeitos do extrato da planta Gundelia tournefortii L. em diferentes tecidos em termos de danos ao DNA, valores de parâmetros bioquímicos e antioxidantes em ratos com dietas hipercalóricas. Com esse objetivo, ratos Wistar albinos machos foram divididos em 4 grupos contendo 6 ratos cada e o estudo foi concluído ao longo de 12 semanas de duração. No final desse processo de implementação, os ratos foram sacrificados e amostras de sangue e tecido foram obtidas. As análises foram realizadas em amostras de sangue e tecido. De acordo com os resultados para danos ao DNA (8-OHdG), no tecido cerebral o grupo OG2 foi significativamente reduzido em comparação com o grupo NC. Para os resultados de MDA no tecido hepático, os grupos OG1 e OG2 aumentaram significativamente em comparação ao grupo controle, enquanto o grupo OG2 também aumentou significativamente em comparação ao grupo obeso. Quanto aos demais parâmetros, a comparação entre os grupos ligados ao consumo de dieta hipercalórica (DC) e à administração de Gundelia tournefortii L. em termos de atividades antioxidantes e amostras de soro obteve resultados estatisticamente significativos. Os extratos de plantas de Gundelia tournefortii L. tiveram efeitos que podem ser considerados positivos na atividade dos parâmetros antioxidantes e foram especialmente identificados para melhorar os danos ao DNA e os níveis de MDA nos tecidos cerebrais. Além disso, o consumo de extrato vegetal de Gundelia tournefortii L. na dieta pode ter efeitos antiobesidade; portanto, deve ser avaliado para uso como um método eficaz de perda de peso e como um novo agente terapêutico voltado para a obesidade.


Subject(s)
Animals , Rats , Asteraceae , Antioxidants , DNA Damage , Plant Extracts/pharmacology , Rats, Wistar , Obesity/drug therapy
7.
Braz. j. biol ; 83: e245807, 2023. tab, graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1285613

ABSTRACT

Abstract Linum usitatissimum L is a widely used traditionally for multiple ailments. The present research was carried out to explore the antimicrobial, and anti-biofilm activity of crude extract of Linum usitatissimum L (Lu. Cr). Phytochemical and proximate analyses were performed. The bandages of diabetic foot patients were collected from the various hospitals. The bandages were cultured to isolate the bacterial strains present on it. The disc diffusion method was used to identify the antimicrobial potential whereas the minimum inhibitory concentration of the Lu.Cr were also determined. Proximate analysis confirms moisture content 8.33%, ash content 4.33%, crude protein 21.20%, crude fat 49.2% and crude fiber 5.63%. It was revealed that Gram-positive bacteria are most prevalent among all study groups. Lu.Cr possess significant bactericidal potential against S. aureus among all other microbes. Owing to this potential, linseed coated bandages can be used alternatively for the treatment of diabetic foot.


Resumo Linum usitatissimum L é amplamente utilizado tradicionalmente para doenças múltiplas. O presente trabalho foi realizado para explorar a atividade antimicrobiana e antibiofilme do extrato bruto de Linum usitatissimum L (Lu.Cr). Foram realizadas análises fitoquímicas e aproximadas. As ataduras de pacientes diabéticos com pé foram recolhidas nos vários hospitais. As bandagens foram cultivadas para isolar as cepas bacterianas presentes nas mesmas. O método de difusão em disco foi utilizado para identificar o potencial antimicrobiano e a concentração inibitória mínima do Lu.Cr também foi determinada. A análise aproximada confirma o teor de umidade 8,33%, teor de cinzas 4,33%, proteína bruta 21,20%, gordura bruta 49,2% e fibra bruta 5,63%. Foi revelado que as bactérias Gram-positivas são mais prevalentes entre todos os grupos de estudo. Lu.Cr possui potencial bactericida significativo contra S. aureus entre todos os outros micróbios. Devido a esse potencial, as ligaduras revestidas com linhaça podem ser utilizadas alternativamente para o tratamento do pé diabético.


Subject(s)
Humans , Diabetic Foot/drug therapy , Flax , Diabetes Mellitus , Staphylococcus aureus , Plant Extracts/pharmacology , Microbial Sensitivity Tests , Biofilms , Methanol
8.
Braz. j. biol ; 83: e247071, 2023. tab
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1285609

ABSTRACT

Abstract The present study was conducted to evaluate the chemical composition, antioxidant activity and hypoglycemic effects of whole kumquat (Ku) powder in diabetic rats fed a high-fat-high-cholesterol (HFHC) diet. The antioxidant activities were evaluated using stable 1,1-diphenyl 2-picrylhydrazyl (DPPH) free radical scavenging method, 2,2´-azinobis (3-ethyl benzo thiazoline-6-sulphonic acid) radical cation (ABTS) and Ferric reducing antioxidant power (FRAP). Total phenolic content was (51.85 mg GAE/g) and total flavonoid content was (0.24 mg Cateachin Equivalent, CE/g). DPPH and ABTS values were 3.32 and 3.98 mg Trolox equivalent (TE)/g where FRAP value was 3.00 mM Fe2+/kg dry material. A total of 90 albino rats were used in the present study. Rats group were as follows: normal diet; normal treated (2, 4, and 6% Ku.), diabetic rats (non-treated), diabetic + HFHC diet (non-treated), HFHC (non-treated), Diabetic (treated), HFHC (treated) and Diabetic + HFHC (treated). The diets were followed for 8 weeks. Blood samples were collected at the end of the experiment. Serum glucose was recorded and thyroid hormones (T4, Thyroxine and T3, Triiodothyronine) were conducted. Diet supplemented with Kumquat at different concentrations have a hypoglycemic effect and improve the thyroid hormones of both diabetic rats and HFHC diabetic rats.


Resumo O presente estudo foi conduzido para avaliar a composição química, a atividade antioxidante e os efeitos hipoglicêmicos do pó de kumquat (Ku) em ratos diabéticos alimentados com uma dieta rica em gordura e colesterol (HFHC). As atividades antioxidantes foram avaliadas usando o método de eliminação de radicais livres de 1,1-difenil 2-picrilhidrazil (DPPH), 2,2'-azinobis (ácido 3-etilbenzotiazolina-6-sulfônico) radical cátion (ABTS) e antioxidante redutor férrico potência (FRAP). O conteúdo fenólico total foi (51,85 mg GAE / g) e o conteúdo total de flavonoides foi (0,24 mg Cateachin Equivalent, CE / g). Os valores de DPPH e ABTS foram 3,32 e 3,98 mg equivalente de Trolox (TE) / g, em que o valor de FRAP foi de 3,00 mM Fe2 + / kg de material seco. Um total de 90 ratos albinos foi usado ​​no presente estudo. O grupo dos ratos foi o seguinte: dieta normal: tratados normais (2, 4 e 6% Ku.), ratos diabéticos (não tratados), diabéticos + dieta HFHC (não tratados), HFHC (não tratados), diabéticos (tratados), HFHC (tratados) e diabéticos + HFHC (tratados). As dietas foram seguidas por 8 semanas. Amostras de sangue foram coletadas ao final do experimento. A glicose sérica foi registrada e os hormônios tireoidianos (T4, Tiroxina e T3, Triiodotironina) foram conduzidos. A dieta suplementada com kumquat em diferentes concentrações tem um efeito hipoglicêmico e melhora os hormônios tireoidianos tanto de ratos diabéticos quanto de ratos diabéticos com HFHC.


Subject(s)
Animals , Rats , Rutaceae , Diabetes Mellitus, Experimental/drug therapy , Powders , Thyroid Hormones , Blood Glucose , Fruit
9.
Arq. ciências saúde UNIPAR ; 26(2): 187-192, maio-ago. 2022.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1372977

ABSTRACT

O vírus da imunodeficiência humana é o agente etiológico da AIDS, doença crônica que destrói o sistema imunológico e é caracterizada pela baixa contagem de células TCD4, alta contagem de partículas virais no sangue e manifestações clínicas da doença. O diagnóstico se dá com o aparecimento de infecções oportunistas, que levam a contagem de TCD4 a níveis menores que 200 céls/mm³. Os exames laboratoriais para o diagnóstico do HIV foram os principais avanços para o início do tratamento, reduzindo a transmissão. Detecção de anticorpos, detecção de antígenos e amplificação do genoma do vírus são alguns dos exames laboratoriais utilizados para diagnóstico. Os dois principais biomarcadores são os exames de contagem de células TCD4, que verifica o sistema imune, e a quantificação de carga viral, que informa a quantidade de partículas virais, mostrando a progressão da infecção. Quanto maior a carga viral, maior o dano ao sistema imune. Uma carga viral indetectável é inferior a 50 cópias/mL, mas valores menores ou iguais a 200 cópias/mL também impedem a transmissão. Uma declaração de consenso afirma que Indetectável é igual a Intransmissível. Portanto, quando indetectável, a transmissão inexiste. O presente estudo relata e discute o caso clínico de uma paciente diagnosticada com HIV/AIDS aos 28 anos, que sobreviveu, apesar do diagnóstico tardio, e sob presença de doença oportunista com um grave grau de diminuição de células TCD4 (22 cél/mm³). Por meio do diagnóstico, introdução e adesão correta da terapia antirretroviral e monitorização de exames laboratoriais, conseguiu evitar a morte e ter uma vida semelhante à de um HIV negativo. Ultrapassou a expectativa de vida que na descoberta era de 10 anos, com uma qualidade de vida considerável, não sendo transmissora do vírus, diminuindo assim o estigma e preconceito. O biomédico é peça fundamental nesse contexto, considerando que deve fornecer informações precisas e fidedignas, tão necessárias ao acompanhamento de pessoas vivendo com HIV, para que autoridades e profissionais de saúde adotem medidas adequadas, tanto na prevenção, quanto no diagnóstico e monitoramento da doença.


The human immunodeficiency virus is the etiological agent of AIDS, a chronic disease that destroys the immune system and is characterized by low TCD4 cell count, high viral particle count in blood and clinical manifestations of the disease. The diagnosis is due to the appearance of opportunistic infections, which lead to TCD4 counts below 200 cells / mm³. Laboratory tests for the diagnosis of HIV were the main advances in starting treatment, reducing transmission. Antibody detection, antigen detection and virus genome amplification are some of the laboratory tests used for diagnosis. The two main biomarkers are the TCD4 cell count tests, which checks the immune system, and viral load quantification, which reports the number of viral particles, showing the progression of infection. The higher the viral load, the greater the damage to the immune system. An undetectable viral load is less than 50 copies / mL, but values less than or equal to 200 copies / mL also prevent transmission. A consensus statement states that Undetectable equals Non-Transmissible. Therefore, when undetectable, transmission does not exist. The present study reports and discusses the clinical case of a patient diagnosed with HIV / AIDS at age 28, who survived despite late diagnosis and under the presence of opportunistic disease with a severe degree of TCD4 cell reduction (22 cells / mm³). Through the diagnosis, introduction and correct adherence of antiretroviral therapy and monitoring of laboratory tests, she was able to avoid death and have a life similar to that of an HIV negative. Exceeded the life expectancy that in the discovery was 10 years, with a considerable quality of life, not transmitting the virus, thus reducing the stigma and prejudice. The biomedical is a key player in this context, considering that he must provide accurate and reliable information, which is so necessary for the monitoring of people living with HIV, so that authorities and health professionals adopt appropriate measures, both in prevention, diagnosis and monitoring of the disease.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , HIV Infections/drug therapy , HIV , Toxoplasmosis/virology , AIDS-Associated Nephropathy/virology , Acquired Immunodeficiency Syndrome , AIDS-Related Opportunistic Infections , Viral Load , Cryptococcosis/drug therapy , Antiretroviral Therapy, Highly Active , Fever/virology , Headache/virology , Anemia/virology , Meningitis/virology
10.
Arch. argent. pediatr ; 120(3): e128-e132, junio 2022. ilus
Article in Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1368469

ABSTRACT

El Microsporum gypseum es un hongo geofílico que puede producir lesiones cutáneas inflamatorias en personas sanas. Se han descripto lesiones más extensas en pacientes inmunocomprometidos. Se presenta el caso de un paciente con dermatofitosis, con exámenes micológicos positivos para Candida sp, Epidermophytom floccosum y Trichophyton tonsurans, al que, ante la mala respuesta al tratamiento con griseofulvina e itraconazol a dosis habituales, se le realizó biopsia cutánea para cultivo que evidenció la presencia de M. gypseum. Debido a la extensión y a la mala respuesta al tratamiento, se realizó evaluación inmunológica y se diagnosticó un defecto en STAT1 con ganancia de función (STAT1-GOF). Los pacientes que tienen esta inmunodeficiencia primaria son susceptibles a las infecciones micóticas, especialmente por Candida, pero también, aunque en menor medida, a virus y bacterias. El paciente aquí presentado recibió tratamiento prolongado con antimicóticos imidazólicos sistémicos, con resolución de las lesiones.


Microsporum gypseum is a geophilic fungus that can cause inflammatory skin lesions in heathy people. More extensive lesions have been described in immunocompromised patients. We present a patient with extensive dermatophytosis, which mycological examination led the identification of Candida sp, Epidermophyton Floccosum and Trichophyton tonsurans and showed poor response to treatment with griseofulvina and itraconazol at usual doses. When skin biopsy was performed, it had positive culture for M. gypseum. Due to the extension and poor response to treatment, immunological assessment was performed and it showed a defect of STAT1 with gain of function (STAT 1-GOF). Patients with primary immunodeficiency are susceptible to fungal infections, especially Candida but also virus and bacteria, although to a lesser extent. The patient received long-term treatment with systemic imidazole antifungal recovering for the lesions.


Subject(s)
Humans , Male , Child , Tinea/diagnosis , Tinea/microbiology , Tinea/drug therapy , Dermatomycoses/diagnosis , Dermatomycoses/microbiology , Dermatomycoses/drug therapy , Trichophyton , Arthrodermataceae , Microsporum
11.
s.l; CONETEC; 3 jun. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1371525

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: El remdesivir fue evaluado originalmente en ensayos clínicos para abordar el brote de virus del ébola en 2014.(13) Con la demostración de que remdesivir poseía una amplia actividad contra otros virus de ARN, incluidos los coronavirus, múltiples grupos evaluaron su actividad antiviral in vitro como in vivo en otras indicaciones. Posteriormente, se confirmó su actividad antiviral contra los coronavirus zoonóticos MERS, así como los coronavirus humanos circulantes HCoV-OC43 y HCoV-229E, agentes causantes del resfriado común.(14) Recientemente, también ha demostrado su actividad in vitro frente al SARS-CoV-2.(15) En un modelo de macaco Rhesus con infección por SARS-CoV-2 donde el tratamiento con remdesivir se inició poco después de la inoculación, los animales tratados con este fármaco presentaron niveles de virus más bajos en los pulmones y menos daño pulmonar respecto a los animales de control. Aunque este modelo animal no representa la enfermedad grave observada en algunos pacientes con COVID-19, se tomaron estos hallazgos como una posibilidad biológica para iniciar estudios clínicos con este fármaco antiviral en pacientes con COVID-19. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de remdesivir para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Efectos en la Salud: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica, se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos https://app.iloveevidence.com/topics para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente. De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. Implementación: Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, en pacientes hospitalizados se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Recomendaciones: Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: Se identificaron tres revisiones sistemáticas que cumplieron con los criterios de inclusión del presente informe y reportaron resultados: Las revisiones sistemáticas identificadas incluyeron 12 estudios aleatorizados para remdesivir en COVID19 que aleatorizaron un total de 9869 pacientes. Los resultados de 12 ECCA, incluyendo los resultados finales del ensayo SOLIDARITY, muestran que, en pacientes hospitalizados con COVID-19 y enfermedad de moderada a crítica, el remdesivir probablemente reduce la mortalidad y la necesidad de ventilación mecánica invasiva, y podría mejorar el tiempo de resolución de los síntomas. La certeza de la evidencia fue clasificada como moderada debido a la imprecisión. En pacientes con enfermedad leve de comienzo reciente, el remdesivir podría reducir las hospitalizaciones, pero la certeza de la evidencia es baja también por imprecisión. Adicionalmente, existe información sobre la efectividad in vitro de remdesivir frente a las diferentes variantes de SARS-CoV-2. Esta información se encuentra disponible en OpenData Portal, que condensa lo reportado por conjunto priorizado de publicaciones (preprints y artículos revisados por pares). resultados muestran que remdesivir podría tener una efectividad similar frente a las nuevas variantes del SARS-CoV-2, incluida Omicrón y subvariantes (B.1.1.529; BA.1.1; BA.1; BA.1 [+Q493K]; BA.2; B.1.1.529 [+F694Y] en comparación de las variantes predominantes al momento de realizarse los estudios. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia disponible, muestra que en pacientes con enfermedad leve o de reciente comienzo y factores de riesgo para progresión a enfermedad severa, remdesivir podría disminuir las hospitalizaciones y podría aumentar la velocidad para la mejoría clínica y resolución de los sintomas. Sin embargo, la magnitud de la reducción solo resulta importante (mayor a 1%) para pacientes sin esquema de vacunación completo o con riesgo de respuesta inmune inapropriada. En pacientes hospitalizados con enfermedad severa en cambio, el remdesivir probablemente reduce la mortalidad y la necesidad de ventilación mecánica invasiva y podría mejorar el tiempo de resolución de los síntomas, sin aumentar los eventos adversos sérios. A pesar que remdesivir se encuentra autorizado para su comercialización en Argentina, existen algunas situaciones que podrían constituir barreras para el acceso. La vía de administración endovenosa podría no ser aceptada en personas con enfermedad leve. Además, el costo del tratamiento es muy elevado y existe una extensa población objetivo para la aplicación de este tratamiento, que podrían constituir también barreras de acceso. Las guías sugieren el tratamiento con remdesivir condicionado a aquellos pacientes no graves con mayor riesgo de hospitalización. También sugieren en forma condicional utilizar remdesivir en pacientes hospitalizados que requieren oxígeno y recomiendan fuertemente no utilizar en adultos hospitalizados con COVID-19 que requieran ventilación no invasiva o invasiva. En el contexto de América Latina y el Caribe, se sugirió que cada país debe evaluar la decisión de su uso con base en los recursos disponibles, la factibilidad de su implementación, el acceso, los factores específicos del paciente (p. ej., la duración de los síntomas, el funcionamiento renal, las interacciones farmacológicas), la cobertura de vacunación y la forma de administración. También, es importante que se determine la capacidad de los servicios para poder administrar los medicamentos y considerar el tiempo adecuado para su uso.


Subject(s)
Humans , Synthetic Drugs/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Antiviral Agents/therapeutic use , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
12.
Säo Paulo med. j ; 140(3): 430-438, May-June 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1377394

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Use of inhaled corticosteroids for managing acute asthma exacerbations has been tested since the 1990s. OBJECTIVE: To compare high doses of inhaled ciclesonide with systemic hydrocortisone for managing acute asthma exacerbations in the emergency department. DESIGN AND SETTING: Double-blind, randomized clinical trial in the public healthcare system of the city of São Paulo. METHODS: Fifty-eight patients with moderate or severe asthma with peak flow < 50% of predicted were randomized into two groups. Over the course of four hours, one group received 1440 mcg of inhaled ciclesonide plus hydrocortisone-identical placebo (ciclesonide + placebo), while the other received 500 mg of intravenous hydrocortisone plus ciclesonide-identical placebo (hydrocortisone + placebo). Both groups received short-acting bronchodilators (fenoterol hydrobromide and ipratropium bromide). The research protocol included spirometry, clinical evaluation, vital signs and electrocardiogram monitoring. Data were obtained at 30 (baseline), 60, 90, 120, 180, and 240 minutes. We compared data from baseline to hour 4, between and within groups. RESULTS: Overall, 31 patients received ciclesonide + placebo and 27 received hydrocortisone + placebo. Inhaled ciclesonide was as effective as intravenous hydrocortisone for improving clinical parameters (Borg-scored dyspnea, P = 0.95; sternocleidomastoid muscle use, P = 0.55; wheezing, P = 0.55; respiratory effort, P = 0.95); and spirometric parameters (forced vital capacity, P = 0.50; forced expiratory volume in the first second, P = 0.83; peak expiratory flow, P = 0.51). CONCLUSIONS: Inhaled ciclesonide was not inferior to systemic hydrocortisone for managing acute asthma exacerbations, and it improved both clinical and spirometric parameters. TRIAL REGISTRATION: RBR-6XWC26 - Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (http://www.ensaiosclinicos.gov.br/rg/RBR-6xwc26/).


Subject(s)
Asthma/drug therapy , Hydrocortisone/therapeutic use , Hydrocortisone/pharmacology , Pregnenediones , Brazil , Forced Expiratory Volume , Double-Blind Method , Emergency Service, Hospital
13.
Säo Paulo med. j ; 140(3): 372-377, May-June 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1377393

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Favipiravir is generally used in treating coronavirus disease 2019 (COVID-19) pneumonia in Turkey. OBJECTIVE: To determine the side effects of favipiravir and whether it is a good treatment option. DESIGN AND SETTING: Retrospective study conducted in Atatürk Chest Diseases and Chest Surgery Training and Research Hospital, Ankara, Turkey. METHODS: 357 patients who completed favipiravir treatment at the recommended dose were included. 37 patients with drug side effects and 320 patients without drug side effects were examined in two groups. RESULTS: Side effects were observed in 37 (10.36%) out of 357 patients using favipiravir. The most common side effect was liver dysfunction, in 26 (7.28%) of the patients. The following other side effects were also observed: diarrhea (1.4%), nausea (0.84%), abdominal pain (0.28%) and thrombocytopenia (0.28%). One patient (0.28%) presented both increased transaminases and nausea. CONCLUSION: In this study, it was determined that favipiravir may constitute an alternative for treating COVID-19 pneumonia given that its side effects are generally well tolerated and not serious.


Subject(s)
Drug-Related Side Effects and Adverse Reactions/drug therapy , COVID-19/drug therapy , Antiviral Agents/adverse effects , Pyrazines , Retrospective Studies , Treatment Outcome , Amides , SARS-CoV-2 , Nausea/chemically induced , Nausea/drug therapy
14.
Brasília; CONITEC; maio 2022.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA | ID: biblio-1368825

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Pacientes com fatores de risco como idade avançada, imunodepressão, obesidade e doenças cardiovasculares têm risco aumentado de internação, intubação e morte. De acordo com dados brasileiros, o risco de morte por Covid-19 aumenta com o número de fatores de risco que o paciente apresenta, sendo igual a 17% em pacientes com 2 fatores de risco e 76% na presença de 8 fatores de risco. Além disso, mesmo aqueles pacientes que sobrevivem a uma internação em terapia intensiva frequentemente enfrentam sequelas e representam alto custo para o sistema público. O medicamento nirmatrelvir associado ao ritonavir têm o objetivo de prevenir internações, complicações e morte. Ele é indicado para pacientes com Covid-19 leve a moderada, não hospitalizados, até 5 dias do início dos sintomas. Apesar dos avanços da vacinação no Brasil, evidências sobre a falha vacinal em idosos e imunodeprimidos destacam a importância da disponibilidade de alternativas terapêuticas para


Subject(s)
Humans , Severity of Illness Index , Ritonavir/therapeutic use , Chymases/antagonists & inhibitors , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Unified Health System , Brazil , Cost-Benefit Analysis/economics
15.
Washington; PAHO/WHO; 04 May 2022. 462 p.
Non-conventional in English | PIE, LILACS, PIE | ID: biblio-1368644

ABSTRACT

Background: The urgent need for evidence on measures to respond to the COVID-19 pandemic had led to a rapid escalation in numbers of studies testing potential therapeutic options. The vast amount of data generated by these studies must be interpreted quickly so that physicians have the information to make optimal treatment decisions and manufacturers can scale-up production and bolster supply chains. Moreover, obtaining a quick answer to the question of whether or not a particular intervention is effective can help investigators involved in the many ongoing clinical trials to change focus and pivot to more promising alternatives. It is crucial for healthcare workers to have access to the most up-to-date research evidence to inform their treatment decisions. To address this evidence gap, we compiled the following database of evidence on potential therapeutic options for COVID-19. We hope this information will help investigators, policy makers, and prescribers navigate the flood of relevant data to ensure that management of COVID19, at both individual and population levels, is based on the best available knowledge. We will endeavor to continually update this resource as more research is released into the public space. Summary of evidence: Tables 1 and 2, which divide the total group of identified studies into randomized (Table 1) and non-randomized (Table 2) designs, indicate the primary outcome measures used for each investigation and the level of certainty. Table 3 summarizes the status of evidence for the 193 potential therapeutic options for COVID-19 for which studies were identified through our systematic review.


Subject(s)
Coronavirus Infections/drug therapy , Coronavirus Infections/therapy , COVID-19/drug therapy , COVID-19/therapy , Therapeutics
16.
s.l; CONETEC; 1 abr. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1363200

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Desarrollado por AstraZeneca, Evusheld es una combinación de dos anticuerpos monoclonales de acción prolongada que funcionan uniéndose a la proteína de pico en el exterior del virus SARS-CoV-2, el virus que causa el COVID-19. Esto, a su vez, evita que el virus se adhiera a las células humanas y entre en ellas. Evusheld se utiliza en pacientes antes de estar expuesto a la infección por COVID-19 para prevenir la enfermedad (lo que se conoce como "profilaxis previa a la exposición"), especialmente en adultos en quienes se considera poco probable que generen una respuesta inmunitaria a partir de la vacunación contra el COVID-19 o para quienes no se recomienda la vacunación.(13) Evusheld es una combinación de tixagevimab (AZD8895) y cilgavimab (AZD1061), derivados de células B donadas por pacientes convalecientes después del virus SARS-CoV-2. Los anticuerpos monoclonales humanos se unen a sitios distintos en la proteína de punta 2 del SARS-CoV-2, con una extensión de la vida media y una unión reducida al receptor Fc. La extensión de la vida media triplica aproximadamente la durabilidad de su acción en comparación con los anticuerpos convencionales y brindaría de seis a doce meses de protección contra COVID-19 luego de una sola administración. El tratamiento se está probando actualmente en varios ensayos de prevención y tratamiento de COVID19: ensayo de fase III PROVENT 8 de más de 5000 participantes en profilaxis previa a la exposición; TACKLE COVID-19 9. Ensayo de tratamiento de fase III en un entorno ambulatorio; y ensayos de tratamiento de colaboradores en entornos ambulatorios y hospitalizados. AZD7442 se está evaluando en las vías de administración IM e intravenosa. (17) Los hallazgos preliminares 'in vitro' de investigadores de la Universidad de Oxford y la Universidad de Columbia también demuestran que AZD7442 neutraliza las variantes virales emergentes recientes del SARS-CoV-2. (18­21) Luego de un parte de prensa en el que se informan los resultados preliminares del estudio STORM-CHASER y PROVENT, para su uso como profilaxis post-exposición y en personas ambulatorias, adultos de alto riesgo en los que resulte poco probable que desarrollen una inmunidad apropiada con la vacunación, su uso fue autorizado por las Agencias de Medicamentos del Reino Unido y los Estados Unidos.(17) La Administración de Drogas y Alimentos (FDA, su sigla del inglés Food and Drugs Administration) de los Estados Unidos emitió una autorización de uso de emergencia para Evusheld para la profilaxis previa a la exposición (prevención) de COVID-19 en personas mayores de 12 años de edad y que pesan al menos 40 kilogramos. (22) El producto solo está autorizado para aquellas personas que actualmente no están infectadas con el virus SARS-CoV-2 y que no han estado expuestas recientemente a una persona infectada con SARS-CoV-2. La autorización también requiere que las personas tengan: sistemas inmunitarios comprometidos de moderados a graves debido a una afección médica, o debido a la toma de medicamentos o tratamientos inmunosupresores, y es posible que no generen una respuesta inmunitaria adecuada a la vacunación contra el COVID-19 o; antecedentes de reacciones adversas graves a una vacuna contra el COVID-19 y/o sus componente. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de la combinación de tixagevimab y cilgavimab (Evusheld) para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica, se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos https://app.iloveevidence.com/topics para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente. (23) De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. Se seleccionaron "mortalidad", "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica", "tiempo hasta resolución de síntomas", "hospitalización", "eventos adversos graves" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución, la severidad de la enfermedad y el estado de vacunación. En los casos en que no fue reportado por las revisiones sistemáticas incluidas, se calculó el efecto absoluto de las intervenciones en pacientes vacunados, tomando el riesgo basal reportado para pacientes no vacunados multiplicado por un riesgo relativo de 0,1 según el efecto de la vacunación observado en distintos estudios y sistemas de vigilancia. (8,10,24,25) Para confeccionar las conclusiones en el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, en pacientes hospitalizados se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: No se identificaron revisiones sistemáticas que cumplieran con los criterios de inclusión del presente informe y reportaron resultados. El ensayo STORM CHASER, cuyos resultados preliminares fueron publicados en un parte de prensa por el laboratorio AstraZeneca, evaluó la seguridad y eficacia de AZD7442, una combinación de anticuerpos de acción prolongada, para la prevención de la COVID-19 sintomática en participantes expuestos recientemente al virus SARS-CoV-2. El ensayo no cumplió con el criterio principal de valoración de la prevención posterior a la exposición de la COVID-19 sintomática con AZD7442 en comparación con el placebo. Los participantes del ensayo eran adultos no vacunados de 18 años o más con exposición confirmada a una persona con un caso del virus SARS-CoV-2 en los últimos ocho días. Adicionalmente, existe información sobre la efectividad in vitro de tixagevimab/cilgavimab frente a las diferentes variantes de SARS-CoV-2. Esta información se encuentra disponible en OpenData Portal, que condensa la información de un conjunto priorizado de publicaciones (preprints y artículos revisados por pares). Los resultados muestran que la combinación de tixagevimab/cilgavimab podría ser menos activa frente a las nuevas variantes del SARS-CoV-2, incluida Omicrón y subvariantes (B.1.1.529; BA.1.1; BA.1; BA.1 [+Q493K]; BA.2; B.1.1.529 [+F694Y] en comparación de las variantes predominantes al momento de realizarse el estudio STORM-CHASER. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia (un estudio aún no publicado cuyos datos se encuentran parcialmente disponibles en un comunicado de prensa) muestra que tixagevimab/cilgavimab, podría tener un beneficio clínico pequeño en personas expuestas al SARS-COV-2 con factores de riesgo para progresar a enfermedad grave que no han sido vacunados y con riesgo de falla inmune. En esta población, podría disminuir el riesgo de infección. No se cuenta con datos de infección por nuevas variantes ni relacionados con otros desenlaces como la admisión hospitalaria, la necesidad de ventilación mecánica o la muerte. Esta tecnología tampoco ha sido probada en personas vacunadas ni en otros escenarios. La evidencia proveniente de estudios in vitro, nos muestra que podría no ser activa frente a las nuevas variantes del SARS-CoV-2, incluida Omicrón y sus sub-variantes en estudio. La tecnología no está autorizada para su comercialización por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica de nuestro país. La forma de administración y el costo comparativo estimado es elevado podrían constituir barreras para su uso. Las guías de práctica clínica de alta calidad metodológica actualizadas no tienen una dirección clara en cuanto a la utilización rutinaria del tratamiento y sugieren utilizar el tratamiento en casos muy especiales en personas de alto riesgo muy seleccionadas para profilaxis previa a la exposición.


Subject(s)
Humans , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Antibodies, Monoclonal/therapeutic use , Argentina , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
17.
s.l; CONETEC; 19 abr. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1367179

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: El molnupiravir (EIDD-2801 o MK-4482-013) es un profármaco de un análogo de ribonucleósido antivírico, que se administra por vía oral, tiene actividad contra el SARS-CoV-2 in vitro, y que se encuentra actualmente bajo investigación para su uso en COVID-19. Actualmente la Administración de Alimentos y Medicamentos de los Estados Unidos (FDA, su sigla del inglés Food and Drug Administration) ha aprobado, bajo el esquema de Autorización de Uso de Emergencia, la comercialización de molnupiravir en adultos con COVID-19 de leve a moderado, que tienen un alto riesgo de progresión a enfermedad grave, incluida la hospitalización o la muerte, y para quienes los tratamientos alternativos autorizados por la FDA no son accesibles o clínicamente apropiadas. (14) La Agencia Europea de Medicamentos (EMA, su sigla del inglés European Medicine Agency) y la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) aún no han autorizado su comercialización para ninguna indicación. (15) El 4 de noviembre del 2021 la Agencia Reguladora de Medicamentos y Productos Sanitarios de Reino Unido se ha convertido en el primer país del Mundo en autorizar su comercialización en personas que tienen COVID-19 de leve a moderado y al menos un factor de riesgo para desarrollar una enfermedad grave (como obesidad, edad avanzada (> 60 años), diabetes mellitus o enfermedades cardíacas). OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de molnupiravir para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Efectos en la Salud: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica, se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos https://app.iloveevidence.com/topics para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente. (17) De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. Se seleccionaron "mortalidad", "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica", "tiempo hasta resolución de síntomas", "hospitalización", "eventos adversos graves" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución, la severidad de la enfermedad y el estado de vacunación. En los casos en que no fue reportado por las revisiones sistemáticas incluidas, se calculó el efecto absoluto de las intervenciones en pacientes vacunados, tomando el riesgo basal reportado para pacientes no vacunados multiplicado por un riesgo relativo de 0,1 según el efecto de la vacunación observado en distintos estudios y sistemas de vigilancia. (8,10,18,19) Para confeccionar las conclusiones en el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. Implementación: Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, en pacientes hospitalizados se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Recomendaciones: Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: Se identificaron dos revisiones sistemáticas que cumplieron con los criterios de inclusión del presente informe. Se identificaron seis ECA que incluyeron 3.653 pacientes con COVID-19, en los que se administró molnupiravir en comparación con el mejor estándar de atención. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia muestra que existe incertidumbre en el efecto de molnupiravir sobre la mortalidad (certeza muy baja ⨁◯◯◯). Molnupiravir probablemente reduzca las hospitalizaciones en pacientes con enfermedad leve de reciente comienzo y factores de riesgo para progresión a enfermedad severa. Sin embargo, la magnitud de la reducción solo resulta importante (mayor a 1%) para pacientes sin esquema de vacunación completo o con riesgo de respuesta inmune inapropriada. La tecnología no está autorizada para su comercialización por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) de nuestro país al momento de la fecha de realización del presente informe y se encuentra disponible en forma limitada en una sola provincia. Asimismo, el costo comparativo estimado es elevado, más aún teniendo en cuenta la elevada población objetivo a ser tratada. Las guías de práctica clínica de alta calidad metodológica actualizadas sugieren a favor de usar molnupiravir en pacientes con alto riesgo de hospitalización, no vacunados y con factores de riesgo (edad e inmunocomprometidos).


Subject(s)
Humans , Ribonucleosides/therapeutic use , Prodrugs/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
18.
Lima; Instituto Nacional de Salud; abr. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1369445

ABSTRACT

ANTECEDENTES: Este informe se efectúa en atención a la solicitud de la Dirección General de Intervenciones Estratégicas de Salud Pública del Ministerio de Salud. El objetivo es sintetizar la evidencia científica publicada respecto a la eficacia y seguridad de Baricitinib en el tratamiento de pacientes adultos hospitalizados con COVID-19. MÉTODOS: Formulación de pregunta PICO: ¿En pacientes adultos hospitalizados con COVID-19, la administración de Baricitinib es efectiva y segura en comparación a no administrarlo? Criterios de elegibilidad: Los criterios de selección de los estudios fueron los siguientes: Revisiones sistemáticas (RS), revisiones rápidas (RR), ensayos clínicos aleatorizados (ECA) que reporten resultados para al menos uno de los desenlaces. Estudios publicados en idioma inglés y español. Se excluyeron cartas al editor, revisiones narrativas, estudios preclínicos (estudios in vitro o en modelos animales) y artículos de opinión. Métodos para la búsqueda e identificación de la evidencia: Para la identificación de las revisiones sistemáticas se efectuó una búsqueda manual en la plataforma de COVID-END disponible en https://www.mcmasterforum.org/networks/covid-end, recuperándose dos revisiones sistemáticas vivas: Revisión sistemática de COVID-NMA Consortium(1) disponible en https://covid-nma.com/ actualizada al 01 de abril 2022. Revisión Rápida de la Organización Panamericana de la Salud (OPS), versión del 15 de marzo de 2022(2), disponible en https://covid-nma.com/living_data/index.php?treatment1=Baricitinib&submit=Validate#comparisons_div Para recuperar ensayos clínicos aleatorizados que no hubieran sido incluidos en las revisiones antes señaladas, se efectuó una búsqueda manual en la Plataforma Living Overview of the Evidence (L·OVE) de la Fundación Epistemonikos. Se realizó además una búsqueda en las páginas web oficiales de agencias reguladoras de Medicamentos como la Administración de Medicamentos y Alimentos (FDA) de Estados Unidos, la Agencia Europea de Medicamentos (EMA), y la Dirección General de Medicamentos, Insumos y Drogas (DIGEMID) de Perú. RESULTADOS: Información disponible en las páginas web de las agencias reguladoras de Medicamentos: El baricitinib es un inmunosupresor (un medicamento que reduce la actividad del sistema inmunitario). Actúa bloqueando la acción de unas enzimas denominadas «cinasas Janus¼. Estas enzimas desempeñan un papel importante en los procesos de inflamación y deterioro que se produce en la artritis reumatoide y en la dermatitis atópica. Al bloquear las enzimas, el baricitinib reduce la inflamación en las articulaciones y la piel y otros síntomas de estas enfermedades. Está indicado para el tratamiento de la artritis reumatoide activa de moderada a grave en pacientes adultos con respuesta inadecuada o intolerancia a uno o más fármacos antirreumáticos modificadores de la enfermedad. La Administración de Alimentos y Medicamentos de los Estados Unidos (FDA), el 19 de noviembre de 2020 emitió la primera Autorización de Uso de Emergencia (EUA) para permitir el uso de baricitinib para el tratamiento del COVID-19. Actualmente está autorizado para adultos y pacientes pediátricos hospitalizados de 2 años de edad o mayores que requieren oxígeno suplementario, ventilación no invasiva o ventilación mecánica invasiva u oxigenación por membrana extracorpórea (ECMO). En el país, el uso de Baricitinib (Olumiant 2mg y 4mg) está autorizado para el tratamiento de la artritis reumatoide activa de moderada a severa en pacientes adultos con respuesta inadecuada o intolerancia a uno o más fármacos antirreumáticos modificadores de la enfermedad, se puede utilizar en monoterapia o en combinación con metotrexato. Estudios identificados: Las dos revisiones identificadas incluyeron a 4 ensayos clínicos aleatorizados. La RS viva efectuada por COVID-NMA(1) fue seleccionada, ya que obtuvo una mejor puntuación con la herramienta AMSTAR (10/11) en comparación a la RR de OPS (7/11), según la evaluación de COVID-END. Se identificaron 4 artículos, tres de ellos publicados y uno disponible como pre-print (manuscrito sin revisión por pares). Los resultados de un ensayo clínico fueron reportados en 2 publicaciones respecto a la eficacia y seguridad de la administración del Baricitinib en adición al tratamiento estándar versus placebo más tratamiento estándar. Por otro lado, un ensayo clínico adicional reportó resultados para la evaluación del tratamiento combinado del Baricitinib y el antiviral remdesivir versus placebo más remdesivir(9), además de que ambos brazos recibieron el tratamiento estándar disponible. CONCLUSIONES: Baricitinib es un fármaco inmunosupresor que actúa bloqueando la acción de unas enzimas denominadas "cinasas Janus". Tiene autorización de uso de emergencia por la FDA de Estados Unidos para el tratamiento del COVID-19 en pacientes hospitalizados, adultos y pediátricos (≥ 2 años) que requieren oxígeno suplementario, ventilación no invasiva, ventilación mecánica invasiva u oxigenación por membrana extracorpórea. El objetivo de este informe fue sintetizar la evidencia científica publicada respecto a la eficacia y seguridad de Baricitinib en el tratamiento de pacientes adultos hospitalizados con COVID-19 en comparación a no administrarlo (tratamiento estándar / placebo). La evidencia en pacientes adultos hospitalizados con COVID-19 severo a crítico, tiempo de enfermedad ≥ 7 días, con soporte respiratorio (oxigenoterapia convencional: 63 a 68%) y recibiendo corticoides al ingreso del estudio, mostró lo siguiente: Baricitinib en adición al tratamiento estándar probablemente disminuye la mortalidad a los 28 y 60 días, en comparación a tratamiento estándar únicamente. Baricitinib en adición al tratamiento estándar reduce la necesidad de ventilación mecánica invasiva o la muerte en comparación al tratamiento estándar solo: 22 personas menos por cada 1000 tratados progresaron a ventilación mecánica invasiva o la muerte (2.2% menos), IC 95%: 38 menos a 5 menos (o 3.8% menos a 0.5% menos); RR: 0.87%, IC95%: 0.78 a 0.97%; 3 ECA, 9782 participantes; evidencia de certeza alta. Baricitinib en adición al tratamiento estándar probablemente no incrementa la incidencia de eventos adversos y eventos adversos serios en comparación a sólo tratamiento estándar: 48 personas menos por cada 1000 participantes tratados con baricitinib experimentaron al menos 1 evento adverso serio; RR 0.77; IC 95%: 0.64 a 0.94; 2 ECA, 1626 participantes; evidencia de certeza moderada. Un estudio de los 3 identificados, enroló a personas que habían recibido al menos 1 dosis de una vacuna contra SARS-CoV-2 (42% del total de participantes del estudio).


Subject(s)
Humans , Adult , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Immunosuppressive Agents/therapeutic use , Inpatients , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
19.
Lima; Instituto Nacional de Salud; abr. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1369447

ABSTRACT

ANTECEDENTES: Este informe se efectúa en atención a la solicitud de la Dirección General de Intervenciones Estratégicas de Salud Pública del Ministerio de Salud. El objetivo es sintetizar la evidencia científica publicada respecto a la eficacia y seguridad de Sotrovimab en el tratamiento de pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Pregunta PICO abordada: En pacientes adultos con COVID-19 ¿la administración de Sotrovimab es eficaz y seguro en comparación a no administrarlo? Criterios de elegibilidad: Los criterios de selección de los estudios fueron los siguientes: Revisiones sistemáticas de ensayos clínicos aleatorizados: Ensayos clínicos aleatorizados (ECA) que reporten resultados para al menos uno de los desenlaces. Ensayos clínicos que hayan evaluado Sotrovimab en combinación con otros anticuerpos monoclonales. Estudios publicados en idioma inglés y español. Se excluyeron cartas al editor, revisiones narrativas, estudios preclínicos (estudios in vitro o en modelos animales) y artículos de opinión. Métodos para la búsqueda e identificación de la evidencia: Para la identificación de las revisiones sistemáticas se efectuó una búsqueda manual en la plataforma de COVID-END disponible en https://www.mcmasterforum.org/networks/covid-end, recuperándose dos revisiones sistemáticas vivas: Revisión sistemática del Consorcio COVID-NMA(1) disponible en https://covid-nma.com/ actualizada al 16 de marzo de 2022, disponible en https://covid- nma.com/living_data/index.php?treatment1=Sotrovimab&submit=Validate#comparisons_div Revisión Rápida de la Organización Panamericana de la Salud (OPS) (2), versión del 15 de marzo de 2022, disponible en https://iris.paho.org/handle/10665.2/52719 Para recuperar ensayos clínicos aleatorizados que no hubieran sido incluidos en las revisiones antes señaladas, se efectuó una búsqueda manual en la Plataforma Living Overview of the Evidence (L·OVE) de la Fundación Epistemonikos. Se realizó además una búsqueda en las páginas web oficiales de agencias reguladoras de Medicamentos como la Food and Drug Administration (FDA) de Estados Unidos, la Agencia Europea de Medicamentos (EMA) y la Dirección General de Medicamentos, Insumos y Drogas (DIGEMID) de Perú. RESULTADOS: Sotrovimab es un anticuerpo monoclonal IgG1 humanizado producido mediante tecnología de ADN recombinante. Se une a un epítopo altamente conservado en el dominio de unión al receptor (RBD) de la proteína S o espiga del SARS-CoV-2 y con ello evita la unión del SARS-CoV-2 mediada por esta proteína y la entrada en las células humanas. CONCLUSIONES: Sotrovimab es un anticuerpo monoclonal IgG1 humanizado que une a un epítopo altamente conservado en el dominio de unión al receptor (RBD) de la proteína S del SARS-CoV-2 y con ello evita la unión del virus mediada por esta proteína y la entrada a las células humanas. Ha sido autorizado por la FDA de Estados Unidos y la EMA para el tratamiento de COVID-19 en personas ≥ 12 años, con COVID-19 leve a moderado no hospitalizados, que no requieren oxígeno suplementario y que tienen un mayor riesgo de progresar a COVID-19 severo. El objetivo del informe fue sintetizar la evidencia científica respecto a la eficacia y seguridad de Sotrovimab en el tratamiento de pacientes con COVID-19. Se identificaron 2 ensayos clínicos aleatorizados realizados previo a la aparición de variantes del SARS-CoV-2 como la delta y ómicron. La evidencia proporcionada por estos corresponde a población no vacunada. Evidencia de 1 ensayo clínico (pre-print) en pacientes no hospitalizados, con COVID-19 leve a moderado, tiempo de enfermedad ≤ 5 días y con factores de riesgo para progresión a enfermedad severa. Evidencia de 1 ensayo clínico en pacientes con COVID-19 moderado a severo, hospitalizados, sin oxígeno o con oxigenoterapia convencional, y con tiempo de enfermedad ≤ 12 días. Estudios in vitro mostraron que la capacidad de neutralización de Sotrovimab se mantuvo frente a la variante Ómicron (B.1.1.529 y BA.1), a excepción del sublinaje BA.2, donde su capacidad se vio seriamente afectada (4 estudios). Sin embargo, no es posible predecir la eficacia clínica a partir de estos datos.


Subject(s)
Humans , Immunoglobulin G/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
20.
Int. braz. j. urol ; 48(2): 275-281, March-Apr. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1364959

ABSTRACT

ABSTRACT Objectives: The purpose of our study was to assess the association between the winter season and desmopressin treatment failure in South Chinese children with monosymptomatic nocturnal enuresis (MNE). Materials and Methods: A retrospective study was conducted to analyze the clinical data of children with monosymptomatic nocturnal enuresis who have visited our urology clinic from January to December 2019. All patients received desmopressin treatment. Final treatment outcomes were categorized as successful (complete response) or failed (absent and partial response). The relationship between winter season and treatment response to desmopressin was evaluated. Additionally, associated risk factors were investigated with both univariate and multivariate regression analysis. Results: In total, 393 patients diagnosed with MNE were included in the present study. There were no statistically significant differences in pretreatment variables at first visit between patients who visited the clinic in winter and those who did so in other seasons. However, the treatment failure rate of MNE in the winter season was higher than that of other seasons (77.50% vs. 52.74%). Multivariate logistic regression analysis demonstrated that the severity of symptoms and an initial clinic visit in the winter season were significantly related to desmopressin treatment failure in MNE patients. Conclusion: Winter season and severity of symptoms are two risk factors associated with desmopressin treatment failure in MNE patients.


Subject(s)
Humans , Child , Enuresis , Nocturnal Enuresis/drug therapy , Seasons , Pilot Projects , Retrospective Studies , Deamino Arginine Vasopressin/therapeutic use
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