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1.
Braz. j. biol ; 83: e251219, 2023. graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1345535

ABSTRACT

Abstract The most common form of psycho-social dysfunction is anxiety with depression being related closely without any age bar. They are present with combined state of sadness, confusion, stress, fear etc. Glyoxalase system contains enzyme named glyoxalase 1 (GLO1).It is a metabolic pathway which detoxifies alpha-oxo-aldehydes, particularly methylglyoxal (MG). Methylglyoxal is mainly made by the breakdown of the glycolytic intermediates, glyceraldehyde-3-phosphates and dihydroxyacetone phosphate. Glyoxylase-1 expression is also related with anxiety behavior. A casual role or GLO-1 in anxiety behavior by using viral vectors for over expression in the anterior cingulate cortex was found and it was found that local GLO-1 over expression increased anxiety behavior. The present study deals with the molecular mechanism of protective activity of eugenol against anxiolytic disorder. A pre-clinical animal study was performed on 42 BALB/c mice. Animals were given stress through conventional restrain model. The mRNA expression of GLO-1 was analyzed by real time RT-PCR. Moreover, the GLO-1 protein expression was also examined by immunohistochemistry in whole brain and mean density was calculated. The mRNA and protein expressions were found to be increased in animals given anxiety as compared to the normal control. Whereas, the expressions were decreased in the animals treated with eugenol and its liposome-based nanocarriers in a dose dependent manner. However, the results were better in animals treated with nanocarriers as compared to the compound alone. It is concluded that the eugenol and its liposome-based nanocarriers exert anxiolytic activity by down-regulating GLO-1 protein expression in mice.


Resumo A forma mais comum de disfunção psicossocial é a ansiedade intimamente relacionada com a depressão, sem qualquer barreira de idade. Elas estão presentes em um estado combinado de tristeza, confusão, estresse, medo etc. O sistema de glioxalase contém uma enzima chamada glioxalase 1 (GLO1). É uma via metabólica que desintoxica alfa-oxo-aldeídos, particularmente metilglioxal (MG). O metilglioxal é produzido principalmente pela quebra dos intermediários glicolíticos, gliceraldeído-3-fosfatos e fosfato de diidroxiacetona. A expressão da glioxalase 1 também está relacionada ao comportamento de ansiedade. Um papel casual ou GLO1 no comportamento de ansiedade usando vetores virais para superexpressão no córtex cingulado anterior foi encontrado e descobriu-se que a superexpressão local de GLO1 aumentava o comportamento de ansiedade. O presente estudo trata do mecanismo molecular da atividade protetora do eugenol contra o transtorno ansiolítico. Um estudo pré-clínico em animais foi realizado em 42 camundongos BALB / c. Os animais foram submetidos ao estresse por meio do modelo de contenção convencional. A expressão de mRNA de GLO1 foi analisada por RT-PCR em tempo real. Além disso, a expressão da proteína GLO1 também foi examinada por imuno-histoquímica em todo o cérebro e a densidade média foi calculada. Verificou-se que as expressões de mRNA e proteínas estavam aumentadas em animais que receberam ansiedade em comparação com o controle normal. Considerando que as expressões foram diminuídas nos animais tratados com eugenol e seus nanocarreadores baseados em lipossomas de forma dependente da dose. No entanto, os resultados foram melhores em animais tratados com nanocarreadores em comparação com o composto sozinho. Conclui-se que o eugenol e seus nanocarreadores baseados em lipossomas exercem atividade ansiolítica por regulação negativa da expressão da proteína GLO1 em camundongos.


Subject(s)
Animals , Rabbits , Eugenol/therapeutic use , Eugenol/pharmacology , Lactoylglutathione Lyase/antagonists & inhibitors , Anxiety/drug therapy , Liposomes , Mice, Inbred BALB C
2.
Braz. j. biol ; 83: e249209, 2023.
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1339360

ABSTRACT

Abstract Alo vera is a centenary remedy use for minor wounds and burns, but its mechanism of wound healing has not been know since. This article will evaluate and gather evidence of the effectiveness and safety of the use of aloe vera in the treatment of burns. A systematic review was carried out on the databases: MEDLINE, LILACS, DECS, SCIELO, in the last 7 years, with the descriptors: "Aloe", "Burns" and "treatment". 16 articles were found. After using the exclusion criteria; research in non-humans and literature review; 5 articles were selected. The article Teplick et al. (2018) performed an in vitro clinical experiment in A. Vera solution, and demonstrated that there was proliferation and cell migration of human skin fibroblasts and keratinocytes, in addition to being protective in the death of keratonocytes. That is, it accelerates the healing of wounds. Muangman et al. (2016), evaluated 50 patients with 20% of the total body surface area burned with second-degree burns, between 18-60 years old, with half of the group receiving gauze dressings with soft paraffin containing 0.5% chlorhexidine acetate and the other half receiving polyester dressings containing extracts of medicinal plants mainly Aloe Vera. It had positive results, a higher healing speed and shorter hospital stay compared to the control group. Hwang et al. (2015) investigated the antioxidant effects of different extracts from 2,4,6,8,12 months of Aloe Vera. And the 6-month concentrated extract of 0.25 mg / mL had a higher content of flavonoids (9.750 mg catechin equivalent / g extract) and polyphenols (23.375 mg gallic acid equivalent / g extract) and the greater ferric reducing antioxidant power (0.047 mM equivalent ferrous sulfate / mg extract), that is, greater potential for free radical scavenging and also a protective effect against oxidative stress induced by tert-butyl hydroperoxide (t-BHP), suggesting evidence of a bioactive potential of A. vera . However, in the article Kolacz et al. (2014) suggested as an alternative treatment the use of Aloe Vera dressing in combination with honey, lanolin, olive oil, wheat germ oil, marshmallow root, wormwood, comfrey root, white oak bark, lobelia inflata, glycerin vegetable oil, beeswax and myrrh, without obtaining significant and conclusive results that would allow the conventional treatment of burns to be subsidized. Finally, in the article by Zurita and Gallegos (2017), it carried out a descriptive cross-sectional study with 321 people, both sexes between 17-76 years of age, of an inductive nature, exploring the experience of this population and their behavioral attitudes regarding the treatment of dermatoses. Aloe vera had 13.8% cited by individuals in the treatment of acne and 33.6% in the treatment of burns. Even with evidence that suggests the efficacy in the treatment of burns with the use of Aloe Vera extract, further clinical trials with larger sample space on the use of Aloe vera dressings in medium burns are suggested for further conclusions.


Resumo Alo vera é um remédio centenário usado para pequenas feridas e queimaduras, mas seu mecanismo de cicatrização de feridas não foi conhecido desde então. Este artigo avaliará e reunirá evidências da eficácia e segurança do uso de aloe vera no tratamento de queimaduras. Realizada revisão Sistemática nas bases de dados: MEDLINE, LILACS, DECS, SCIELO, nos últimos 7 anos, com os descritores: "Aloe", "Burns" and "treatment". Foram encontrados 16 trabalhos. Após utilizarmos os critérios de exclusão; pesquisa em nao humanos e revisão da literatura ; foram selecionados 5 artigos. O artigo Teplick et al. (2018) realizou um experimento clinico in vitro em solução de A. Vera, e demonstrou que houve proliferação e migração celular de fibroblastos e queratinócitos de pele humana, além de ser protetor na morte de queratonócitos. Ou seja, acelera a cicatrização das feridas. Já Muangman et al. (2016), avaliou 50 pacientes com 20% do total da área superficial corporal queimada com queimaduras de segundo grau, entre 18-60 anos, tendo metade do grupo como controle recebendo curativos de gaze com parafina mole contendo 0,5% acetado de clorexidina e a outra metade recebendo curativos com poliéster contendo extratos de plantas medicinais principalmente Aloe Vera. Teve resultados positivos, uma maior velocidade de cicatrização e menor tempo de internação comparado ao grupo controle. Já Hwang et al. (2015) investigou os efeitos antioxidante de diferentes extratos de 2,4,6,8,12 meses da Aloe Vera. E o extrato com 6 meses concentrado de 0,25 mg/mL teve maior teor de flavanóides (9,750 mg equivalente catequina / g extrato) e polifenóis (23,375 mg equivalente ácido gálico / g extrato) e o maior poder antioxidante redutor férrico (0,047 mM de sulfato ferroso equivalente / extrato mg), ou seja, maior potencial de eliminação de radicais livres e também efeito proteror contra o estresse oxidativo induzido por hidroperóxido de terc-butila (t-BHP), sugerindo indícios de um potencial bioativo da A. vera. Porém, no artigo Kolacz et al. (2014) sugeriu como tratamento alternativo o uso do curativo com Aloe Vera em conjunto de mel, lanolina, azeite de oliva, óleo de gérmen de trigo, raiz de marshmallow, absinto, raiz de confrei, casca de carvalho branco, lobelia inflata, glicerina vegetal, cera de abelha e mirra, não obtendo resultados significativos e conclusivos que permitam subsidiar o tratamento convencional das queimaduras. Por fim, no artigo de Zurita and Gallegos (2017), realizou um estudo descritivo transversal com 321 pessoas, ambos os sexos entre 17-76 anos, de natureza indutiva, explorando a vivência dessa população e suas atitudes comportamentais quanto ao tratamento de dermatoses. Aloe vera teve 13,8% citada pelos indivíduos no tratamento de acne e 33,6% no tratamento de queimaduras. Mesmo tendo evidências que sugerem a eficácia no tratamento de queimaduras com o uso do extrato da Aloe Vera, sugere-se mais ensaios clínicos com espaço amostral maior sobre o uso de curativos de Aloe vera em médio queimados para maiores conclusões.


Subject(s)
Humans , Plants, Medicinal , Burns/drug therapy , Aloe , Wound Healing , Plant Extracts/therapeutic use , Plant Extracts/pharmacology , Cross-Sectional Studies
3.
Braz. j. biol ; 83: e239323, 2023. tab, graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1339341

ABSTRACT

Abstract The β-lactam/lactamase inhibitors (BLBLIs) combination drugs are considered an effective alternative to carbapenems. However, there is a growing concern that the increased use of BLBLIs may lead to increased resistance. This study determined the temporal association between the consumption of BLBLI and the antimicrobial resistance in Gram-negative bacteria. In this retrospective study, electronic data on the Gram-negative bacterial isolates, including A. baumannii, P. aeruginosa, E. coli, and K. pneumoniae from in-patients and susceptibility testing results were retrieved from the medical records of the clinical laboratory. A linear regression and cross-correlation analysis were performed on the acquired data. Increasing trends (p<0.05) in the consumption of BIBLI and carbapenem with a median use of 27.68 and 34.46 DDD/1000 PD per quarter were observed, respectively. A decreased trend (p=0.023) in the consumption of fluoroquinolones with a median use of 29.13 DDD/1000 PD per quarter was observed. The resistance rate of K. pneumoniae was synchronized with the BIBLI and carbapenem consumptions with a correlation coefficient of 0.893 (p=0.012) and 0.951 (p=0.016), respectively. The cross-correlation analysis against the consumption of BIBLI and meropenem resistant K. pneumoniae was peaked at 0-quarter lag (r=951, p=0.016). There was an increasing trend in the consumption of BLBLI and carbapenems. The increasing trend in the rates of resistance to piperacillin/tazobactam, in line with the increasing consumption of BLBLI, suggests that BLBLI has to be used with caution and cannot be directly considered as a long-term alternative to carbapenems.


Resumo Os medicamentos combinados de β-lactâmicos / inibidores da lactamase (BLBLIs) são considerados uma alternativa eficaz aos carbapenêmicos. No entanto, existe uma preocupação crescente de que o aumento do uso de BLBLIs pode levar ao aumento da resistência. Este estudo determinou a associação temporal entre o consumo de BLBLI e a resistência antimicrobiana em bactérias gram-negativas. Neste estudo retrospectivo, os dados eletrônicos sobre as bactérias gram-negativas isoladas, incluindo A. baumannii, P. aeruginosa, E. coli e K. pneumoniae de pacientes internados e os resultados dos testes de suscetibilidade foram recuperados dos registros médicos do laboratório clínico. Uma regressão linear e análise de correlação cruzada foram realizadas nos dados adquiridos. Foram observadas tendências crescentes (p < 0,05) no consumo de BIBLI e carbapenem com uma mediana de uso de 27,68 e 34,46 DDD/1000 PD por trimestre, respectivamente. Foi observada uma tendência de diminuição (p = 0,023) no consumo de fluoroquinolonas com uma mediana de uso de 29,13 DDD/1000 PD por trimestre. A taxa de resistência de K. pneumoniae foi sincronizada com os consumos de BIBLI e carbapenem com coeficiente de correlação de 0,893 (p = 0,012) e 0,951 (p = 0,016), respectivamente. A análise de correlação cruzada contra o consumo de BIBLI e K. pneumoniae resistente ao meropenem atingiu o pico no intervalo de 0 quarto (r = 951, p = 0,016). Houve uma tendência de aumento no consumo de BLBLI e carbapenêmicos. A tendência crescente nas taxas de resistência a piperacilina/tazobactam, em linha com o consumo crescente de BLBLI, sugere que BLBLI deve ser usado com cautela e não pode ser considerado diretamente como alternativa de longo prazo aos carbapenêmicos.


Subject(s)
Humans , Gram-Negative Bacterial Infections , Gram-Negative Bacterial Infections/epidemiology , Anti-Bacterial Agents/therapeutic use , Microbial Sensitivity Tests , Retrospective Studies , Escherichia coli , Gram-Negative Bacteria
4.
Braz. j. biol ; 83: e244311, 2023. tab, graf
Article in English | MEDLINE, LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1285616

ABSTRACT

Abstract Tuberculosis is a communicable disease with high morbidity and mortality rates in developing countries. The study's primary objective is to compare conventional methods such as acid-fast bacillus (AFB) culture and microscopy with rapid diagnostic methods. The secondary objective is to compare histopathological and microbiological findings in suspected patients with tubercular lymphadenitis. A total of 111 samples (August 2018 to September 2019) of lymph nodes were processed for AFB microscopy, AFB cultures, drug-susceptibility testing (DST), histopathology, and Xpert Mycobacterium Tuberculosis (MTB)/resistance to Rifampin (RIF) assays. Out of 111 lymph node samples, 6 (5.4%) were positive for AFB smear microscopy, 84 (75.6%) were positive for AFB culture, 80 (70.7%) were positive on Gene Xpert, and 102 (91.8%) were indicative of tuberculosis for histopathology studies. Mycobacteria growth indicator tube (MGIT) culture positivity was 84 (75.6%) higher than solid Lowenstein-Jensen (LJ) culture 74 (66.6%). Positive cultures underwent phenotypic DST. Two cases were Multidrug-resistant (MDR) on DST, while three cases were Rifampicin resistant on Gene Xpert. The sensitivity of Genexpert was (62%) against the conventional AFB culture method. The poor performance of conventional lymphadenitis diagnostic methods requires early and accurate diagnostic methodology. Xpert MTB/RIF test can help in the treatment of multidrug-resistant TB cases. Nonetheless, rapid and conventional methods should be used for complete isolation of Mycobacterium tuberculosis.


Resumo A tuberculose é uma doença transmissível com altas taxas de morbimortalidade nos países em desenvolvimento. O objetivo principal do estudo é comparar métodos convencionais, como cultura de bacilo álcool-ácido resistente (BAAR) e microscopia, com métodos de diagnóstico rápido. O objetivo secundário é comparar os achados histopatológicos e microbiológicos em pacientes com suspeita de linfadenite tubercular. Um total de 111 amostras (agosto de 2018 a setembro de 2019) de gânglios linfáticos foi processado ​​para microscopia de AFB, culturas de AFB, teste de susceptibilidade a drogas (DST), histopatologia e Xpert Mycobacterium tuberculosis (MTB)/ensaios de resistência à rifampicina (RIF). Das 111 amostras de linfonodos, 6 (5,4%) foram positivas para baciloscopia de AFB, 84 (75,6%) foram positivas para cultura de AFB, 80 (70,7%) foram positivas para o GeneXpert e 102 (91,8%) foram indicativas de tuberculose para estudos histopatológicos. A positividade da cultura do tubo indicador de crescimento de micobactérias (MGIT) foi 84 (75,6%), maior que a cultura sólida de Lowenstein-Jensen (LJ), 74 (66,6%). As culturas positivas foram submetidas a DST fenotípico. Dois casos eram multirresistentes (MDR) ao DST, enquanto três casos eram resistentes à rifampicina no GeneXpert. A sensibilidade do GeneXpert foi 62% contra o método convencional de cultura AFB. O fraco desempenho dos métodos convencionais de diagnóstico de linfadenite requer metodologia de diagnóstico precoce e precisa. O teste Xpert MTB/RIF pode ajudar no tratamento de casos de tuberculose multirresistente. No entanto, métodos rápidos e convencionais devem ser usados ​​para o isolamento completo do Mycobacterium tuberculosis.


Subject(s)
Humans , Tuberculosis, Lymph Node/diagnosis , Tuberculosis, Multidrug-Resistant , Mycobacterium tuberculosis , Rifampin/therapeutic use , Rifampin/pharmacology
5.
Braz. j. oral sci ; 21: e223759, jan.-dez. 2022. ilus
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1355009

ABSTRACT

Aim: To evaluate the fracture resistance of roots restored with CAD/CAM-fabricated posts, receiving or not intracanal laser treatment, compared with glass fiber posts under mechanical cycling. Methods: Twenty-seven endodontically treated, single-rooted teeth were divided into 3 groups: group 1 (control), prefabricated glass fiber posts relined with resin composite; group 2, CAD/CAM-fabricated intraradicular posts using Resin Nano Ceramic (RNC) blocks; and group 3, CAD/CAM-fabricated intraradicular posts using RNC blocks in canals irradiated with a 940-nm diode laser (100 mJ, 300-um optic fiber, coronal-apical and apical-coronal helical movements, speed of 2 mm/second, 4 times each canal). After cementation of the coping, cyclic loading was applied at an angle of 135° to the long axis of the root, with a pulse load of 130 N, frequency of 2.2 Hz, and 150,000 pulses on the crown at a point located 2 mm below the incisal edge on the lingual aspect of the specimen. Every 50,000 cycles, the specimens were evaluated for root fracture occurring below or above the simulated bone crest. Results were analyzed by one-way ANOVA followed by Tukey's test (p<0.05). Results: Group 1 was the least resistant, while groups 2 and 3 were the most resistant. Group 1 differed significantly from groups 2 and 3 (p<0.01), but there was no difference between groups 2 and 3 (p<0.01). Conclusion: Treatment of the intracanal surface with diode laser had no influence on fracture resistance of roots restored with CAD/CAM-fabricated posts, but a longer cycling time is required to evaluate the real benefits of diode laser irradiation


Subject(s)
Humans , Tooth Fractures/rehabilitation , Tooth Root/injuries , Dental Pins , Dentistry , Lasers, Semiconductor/therapeutic use
6.
Brasília; CONITEC; maio 2022.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA | ID: biblio-1368825

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Pacientes com fatores de risco como idade avançada, imunodepressão, obesidade e doenças cardiovasculares têm risco aumentado de internação, intubação e morte. De acordo com dados brasileiros, o risco de morte por Covid-19 aumenta com o número de fatores de risco que o paciente apresenta, sendo igual a 17% em pacientes com 2 fatores de risco e 76% na presença de 8 fatores de risco. Além disso, mesmo aqueles pacientes que sobrevivem a uma internação em terapia intensiva frequentemente enfrentam sequelas e representam alto custo para o sistema público. O medicamento nirmatrelvir associado ao ritonavir têm o objetivo de prevenir internações, complicações e morte. Ele é indicado para pacientes com Covid-19 leve a moderada, não hospitalizados, até 5 dias do início dos sintomas. Apesar dos avanços da vacinação no Brasil, evidências sobre a falha vacinal em idosos e imunodeprimidos destacam a importância da disponibilidade de alternativas terapêuticas para


Subject(s)
Humans , Severity of Illness Index , Ritonavir/therapeutic use , Chymases/antagonists & inhibitors , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Unified Health System , Brazil , Cost-Benefit Analysis/economics
7.
s.l; CONETEC; 1 abr. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1363200

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Desarrollado por AstraZeneca, Evusheld es una combinación de dos anticuerpos monoclonales de acción prolongada que funcionan uniéndose a la proteína de pico en el exterior del virus SARS-CoV-2, el virus que causa el COVID-19. Esto, a su vez, evita que el virus se adhiera a las células humanas y entre en ellas. Evusheld se utiliza en pacientes antes de estar expuesto a la infección por COVID-19 para prevenir la enfermedad (lo que se conoce como "profilaxis previa a la exposición"), especialmente en adultos en quienes se considera poco probable que generen una respuesta inmunitaria a partir de la vacunación contra el COVID-19 o para quienes no se recomienda la vacunación.(13) Evusheld es una combinación de tixagevimab (AZD8895) y cilgavimab (AZD1061), derivados de células B donadas por pacientes convalecientes después del virus SARS-CoV-2. Los anticuerpos monoclonales humanos se unen a sitios distintos en la proteína de punta 2 del SARS-CoV-2, con una extensión de la vida media y una unión reducida al receptor Fc. La extensión de la vida media triplica aproximadamente la durabilidad de su acción en comparación con los anticuerpos convencionales y brindaría de seis a doce meses de protección contra COVID-19 luego de una sola administración. El tratamiento se está probando actualmente en varios ensayos de prevención y tratamiento de COVID19: ensayo de fase III PROVENT 8 de más de 5000 participantes en profilaxis previa a la exposición; TACKLE COVID-19 9. Ensayo de tratamiento de fase III en un entorno ambulatorio; y ensayos de tratamiento de colaboradores en entornos ambulatorios y hospitalizados. AZD7442 se está evaluando en las vías de administración IM e intravenosa. (17) Los hallazgos preliminares 'in vitro' de investigadores de la Universidad de Oxford y la Universidad de Columbia también demuestran que AZD7442 neutraliza las variantes virales emergentes recientes del SARS-CoV-2. (18­21) Luego de un parte de prensa en el que se informan los resultados preliminares del estudio STORM-CHASER y PROVENT, para su uso como profilaxis post-exposición y en personas ambulatorias, adultos de alto riesgo en los que resulte poco probable que desarrollen una inmunidad apropiada con la vacunación, su uso fue autorizado por las Agencias de Medicamentos del Reino Unido y los Estados Unidos.(17) La Administración de Drogas y Alimentos (FDA, su sigla del inglés Food and Drugs Administration) de los Estados Unidos emitió una autorización de uso de emergencia para Evusheld para la profilaxis previa a la exposición (prevención) de COVID-19 en personas mayores de 12 años de edad y que pesan al menos 40 kilogramos. (22) El producto solo está autorizado para aquellas personas que actualmente no están infectadas con el virus SARS-CoV-2 y que no han estado expuestas recientemente a una persona infectada con SARS-CoV-2. La autorización también requiere que las personas tengan: sistemas inmunitarios comprometidos de moderados a graves debido a una afección médica, o debido a la toma de medicamentos o tratamientos inmunosupresores, y es posible que no generen una respuesta inmunitaria adecuada a la vacunación contra el COVID-19 o; antecedentes de reacciones adversas graves a una vacuna contra el COVID-19 y/o sus componente. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de la combinación de tixagevimab y cilgavimab (Evusheld) para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica, se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos https://app.iloveevidence.com/topics para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente. (23) De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. Se seleccionaron "mortalidad", "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica", "tiempo hasta resolución de síntomas", "hospitalización", "eventos adversos graves" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución, la severidad de la enfermedad y el estado de vacunación. En los casos en que no fue reportado por las revisiones sistemáticas incluidas, se calculó el efecto absoluto de las intervenciones en pacientes vacunados, tomando el riesgo basal reportado para pacientes no vacunados multiplicado por un riesgo relativo de 0,1 según el efecto de la vacunación observado en distintos estudios y sistemas de vigilancia. (8,10,24,25) Para confeccionar las conclusiones en el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, en pacientes hospitalizados se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: No se identificaron revisiones sistemáticas que cumplieran con los criterios de inclusión del presente informe y reportaron resultados. El ensayo STORM CHASER, cuyos resultados preliminares fueron publicados en un parte de prensa por el laboratorio AstraZeneca, evaluó la seguridad y eficacia de AZD7442, una combinación de anticuerpos de acción prolongada, para la prevención de la COVID-19 sintomática en participantes expuestos recientemente al virus SARS-CoV-2. El ensayo no cumplió con el criterio principal de valoración de la prevención posterior a la exposición de la COVID-19 sintomática con AZD7442 en comparación con el placebo. Los participantes del ensayo eran adultos no vacunados de 18 años o más con exposición confirmada a una persona con un caso del virus SARS-CoV-2 en los últimos ocho días. Adicionalmente, existe información sobre la efectividad in vitro de tixagevimab/cilgavimab frente a las diferentes variantes de SARS-CoV-2. Esta información se encuentra disponible en OpenData Portal, que condensa la información de un conjunto priorizado de publicaciones (preprints y artículos revisados por pares). Los resultados muestran que la combinación de tixagevimab/cilgavimab podría ser menos activa frente a las nuevas variantes del SARS-CoV-2, incluida Omicrón y subvariantes (B.1.1.529; BA.1.1; BA.1; BA.1 [+Q493K]; BA.2; B.1.1.529 [+F694Y] en comparación de las variantes predominantes al momento de realizarse el estudio STORM-CHASER. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia (un estudio aún no publicado cuyos datos se encuentran parcialmente disponibles en un comunicado de prensa) muestra que tixagevimab/cilgavimab, podría tener un beneficio clínico pequeño en personas expuestas al SARS-COV-2 con factores de riesgo para progresar a enfermedad grave que no han sido vacunados y con riesgo de falla inmune. En esta población, podría disminuir el riesgo de infección. No se cuenta con datos de infección por nuevas variantes ni relacionados con otros desenlaces como la admisión hospitalaria, la necesidad de ventilación mecánica o la muerte. Esta tecnología tampoco ha sido probada en personas vacunadas ni en otros escenarios. La evidencia proveniente de estudios in vitro, nos muestra que podría no ser activa frente a las nuevas variantes del SARS-CoV-2, incluida Omicrón y sus sub-variantes en estudio. La tecnología no está autorizada para su comercialización por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica de nuestro país. La forma de administración y el costo comparativo estimado es elevado podrían constituir barreras para su uso. Las guías de práctica clínica de alta calidad metodológica actualizadas no tienen una dirección clara en cuanto a la utilización rutinaria del tratamiento y sugieren utilizar el tratamiento en casos muy especiales en personas de alto riesgo muy seleccionadas para profilaxis previa a la exposición.


Subject(s)
Humans , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Antibodies, Monoclonal/therapeutic use , Argentina , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
8.
Arch. argent. pediatr ; 120(2): e98-e101, abril 2022. tab
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1363992

ABSTRACT

La prucaloprida acelera el vaciamiento gástrico en adultos con gastroparesia. No existen estudios con este medicamento en niños con gastroparesia. Se presenta un niño de 8 años que consultó por síntomas posprandiales de un mes de duración, con diagnóstico de gastroparesia por gammagrafía de vaciamiento gástrico. No mejoró con metoclopramida, domperidona, eritromicina y esomeprazol. Recibió prucaloprida durante dos períodos (durante 178 y 376 días) a dosis de 0,03-0,04 mg/kg/día. Presentó mejoría en el seguimiento con el índice cardinal de síntomas de gastroparesia y gammagrafías de vaciamiento gástrico. Por la buena respuesta, la prucaloprida podría ser una opción terapéutica en la gastroparesia pediátrica.


Prucalopride has been used in adults with gastroparesis, accelerating gastric emptying. There are no studies with this drug in gastroparetic children. An 8-year-old boy is presented who consulted for a month of postprandial symptoms, with a diagnosis of gastroparesis by gastric emptying scintigraphy. He did not improve with metoclopramide, domperidone, erythromycin, and esomeprazole. He received prucalopride for two periods (for 178 and 376 days) at doses: 0.03 - 0.04 mg/kg/day, presenting improvement in the follow-up with the cardinal gastroparesis symptom index and gastric emptying scintigraphy. Due to the good response, prucalopride may be a therapeutic option in pediatric gastroparesis.


Subject(s)
Humans , Male , Child , Benzofurans/therapeutic use , Gastroparesis/diagnosis , Gastroparesis/drug therapy , Domperidone/therapeutic use , Gastric Emptying
9.
s.l; CONETEC; 19 abr. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1367179

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: El molnupiravir (EIDD-2801 o MK-4482-013) es un profármaco de un análogo de ribonucleósido antivírico, que se administra por vía oral, tiene actividad contra el SARS-CoV-2 in vitro, y que se encuentra actualmente bajo investigación para su uso en COVID-19. Actualmente la Administración de Alimentos y Medicamentos de los Estados Unidos (FDA, su sigla del inglés Food and Drug Administration) ha aprobado, bajo el esquema de Autorización de Uso de Emergencia, la comercialización de molnupiravir en adultos con COVID-19 de leve a moderado, que tienen un alto riesgo de progresión a enfermedad grave, incluida la hospitalización o la muerte, y para quienes los tratamientos alternativos autorizados por la FDA no son accesibles o clínicamente apropiadas. (14) La Agencia Europea de Medicamentos (EMA, su sigla del inglés European Medicine Agency) y la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) aún no han autorizado su comercialización para ninguna indicación. (15) El 4 de noviembre del 2021 la Agencia Reguladora de Medicamentos y Productos Sanitarios de Reino Unido se ha convertido en el primer país del Mundo en autorizar su comercialización en personas que tienen COVID-19 de leve a moderado y al menos un factor de riesgo para desarrollar una enfermedad grave (como obesidad, edad avanzada (> 60 años), diabetes mellitus o enfermedades cardíacas). OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de molnupiravir para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Efectos en la Salud: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica, se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos https://app.iloveevidence.com/topics para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente. (17) De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica. Se seleccionaron "mortalidad", "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica", "tiempo hasta resolución de síntomas", "hospitalización", "eventos adversos graves" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución, la severidad de la enfermedad y el estado de vacunación. En los casos en que no fue reportado por las revisiones sistemáticas incluidas, se calculó el efecto absoluto de las intervenciones en pacientes vacunados, tomando el riesgo basal reportado para pacientes no vacunados multiplicado por un riesgo relativo de 0,1 según el efecto de la vacunación observado en distintos estudios y sistemas de vigilancia. (8,10,18,19) Para confeccionar las conclusiones en el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. Implementación: Este dominio contempla dos subdominios: la existencia de barreras y facilitadores en nuestro contexto para la implementación de la tecnología evaluada no consideradas en los otros dominios analizados, y los costos comparativos en relación con otras intervenciones similares. Con el objetivo de emitir un juicio de valor sobre la magnitud de dichos costos, en pacientes hospitalizados se utilizó como comparador al tratamiento con dexametasona, que ha demostrado ser una intervención accesible y de beneficios importantes en el contexto analizado. Recomendaciones: Para la identificación de recomendaciones sustentadas en evidencia y actualizadas, se utilizó la plataforma COVID recmap. Se seleccionaron aquellas guías con rigor metodológico apropiado según la herramienta AGREE II (> 70%) y se incorporaron sus recomendaciones al informe. RESULTADOS: Se identificaron dos revisiones sistemáticas que cumplieron con los criterios de inclusión del presente informe. Se identificaron seis ECA que incluyeron 3.653 pacientes con COVID-19, en los que se administró molnupiravir en comparación con el mejor estándar de atención. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia muestra que existe incertidumbre en el efecto de molnupiravir sobre la mortalidad (certeza muy baja ⨁◯◯◯). Molnupiravir probablemente reduzca las hospitalizaciones en pacientes con enfermedad leve de reciente comienzo y factores de riesgo para progresión a enfermedad severa. Sin embargo, la magnitud de la reducción solo resulta importante (mayor a 1%) para pacientes sin esquema de vacunación completo o con riesgo de respuesta inmune inapropriada. La tecnología no está autorizada para su comercialización por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) de nuestro país al momento de la fecha de realización del presente informe y se encuentra disponible en forma limitada en una sola provincia. Asimismo, el costo comparativo estimado es elevado, más aún teniendo en cuenta la elevada población objetivo a ser tratada. Las guías de práctica clínica de alta calidad metodológica actualizadas sugieren a favor de usar molnupiravir en pacientes con alto riesgo de hospitalización, no vacunados y con factores de riesgo (edad e inmunocomprometidos).


Subject(s)
Humans , Ribonucleosides/therapeutic use , Prodrugs/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
10.
s.l; CONETEC; 17 mar. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1363177

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: El nirmatrelvir es un inhibidor de la proteasa que se administra por vía oral, que demostró ser activo frente a MPRO, una proteasa viral que desempeña un papel esencial en la replicación viral al escindir las 2 poliproteínas virales. 15 Además, ha demostrado actividad antiviral frente a todos los coronavirus que se sabe que infectan a los humanos. 16 El nirmatrelvir es empaquetado con ritonavir (como Paxlovid), un inhibidor del citocromo P450 (CYP) 3A4 y agente potenciador farmacocinético, que se ha utilizado para potenciar los inhibidores de la proteasa del virus de la inmunodeficiencia humana (VIH). La coadministración tiene como objetivo aumentar las concentraciones de nirmatrelvir al rango terapéutico objetivo. El 22 de diciembre de 2021, la Administración de Alimentos y Medicamentos (FDA, su siglas en inglés Food and Drug Administration) emitió una autorización de uso de emergencia para nirmatrelvir potenciado con ritonavir para el tratamiento de pacientes con COVID-19 leve a moderado de ≥12 años y un peso de ≥ 40 kg que están dentro de los 5 días de inicio de los síntomas y con alto riesgo de progresar a enfermedad grave. 17,18 Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) aún no ha autorizado la comercialización del medicamento para este fin. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de nirmatrelvir-ritonavir para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada con la pandemia aparece y se modifica (link), se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma L- ove de Epistemonikos para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente.19 De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica.20­23 Se seleccionaron "mortalidad", "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica", "tiempo hasta resolución de síntomas", "hospitalización", "eventos adversos graves" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución, la severidad de la enfermedad y el estado de vacunación. En los casos en que no fue reportado por las revisiones sistemáticas incluidas, se calculó el efecto absoluto de las intervenciones en pacientes vacunados, tomando el riesgo basal reportado para pacientes no vacunados multiplicado por un riesgo relativo de 0,1 según el efecto de la vacunación observado en distintos estudios y sistemas de vigilancia.24­26 Para confeccionar las conclusiones en el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. RESULTADOS: Se identificaron dos sistemáticas que cumplieron con los criterios de inclusión del presente informe y reportaron resultados: Se identificó un ECA que incluyó 2.085 pacientes en los que nirmatrelvir-ritonavir se comparó con el tratamiento estándar en pacientes con COVID-19. Se describen los efectos absolutos y la certeza en dichos efectos de nirmatrelvir-ritonavir para pacientes con COVID-19. Los pacientes incluidos en el estudio no habían recibido un esquema completo de vacunación, por lo que no se realizó un análisis de subgrupos según el estado de vacunación. Sin embargo, un análisis de subgrupo según la presencia o no de anticuerpos anti SARS-CoV-2 en suero al momento de ingresar al estudio sugiere que los beneficios observados podrían ser mayores, o incluso limitarse, para aquellos pacientes que no posean inmunidad previa. Luego de la aprobación de emergencia por la FDA de nirmatrelvir-ritonavir (Paxlovir), el Departamento de Salud de los Estados Unidos estimó que tendrá distribuidos para el mes de marzo de 2022, a través del Organismo de Emergencia Pública en Salud, un total de 513.830 dosis a un costo unitario de 520 USD por 5 días de tratamiento; llevando a un gasto total de más de 266 millones de dólares (266.760 000 USD).32,33 La tecnología no está autorizada aún para su comercialización en Argentina para su uso en personas con COVID-19. La vía de administración oral podría asociarse con mayor facilidad de uso; sin embargo, no se conoce la disponibilidad del laboratorio para responder a la demanda sin afectar la equidad en la distribución en nuestro país. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia muestra que nirmatrelvir-ritonavir tiene un efecto incierto sobre la mortalidad en pacientes con COVID-19 leve o moderada de reciente comienzo, con factores de riesgo para progresar a enfermedad grave que no han sido vacunados. En esta población, probablemente disminuya la necesidad de hospitalización sin aumentar los eventos adversos severos. Esta tecnología no ha sido probada en personas vacunadas ni en otros escenarios. La tecnología no está autorizada para su comercialización por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) de nuestro país. Aunque la forma de administración oral es simple, la experiencia en otros países muestra que el costo comparativo estimado es elevado, la población objetivo es muy alta y podrían existir además problemas de suministro y distribución que afecten la disponibilidad y la equidad en la distribución. Las guías de práctica clínica de alta calidad metodológica actualizadas entregan recomendaciones discordantes en cuanto a su uso. Aquellas que recomiendan en forma condicional a favor se basan en el beneficio observado en personas de muy alto riesgo, no vacunadas, con enfermedad de reciente comienzo, y su facilidad de administración. Las que entregan recomendaciones en contra se basan en el costo comparativo muy elevado, para una población objetivo muy amplia y la baja certeza en su efecto sobre la mortalidad.


Subject(s)
Humans , Protease Inhibitors/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Argentina , Efficacy , Cost-Benefit Analysis/economics , Ritonavir/therapeutic use
11.
Arq. bras. cardiol ; 118(3): 614-622, mar. 2022. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1364355

ABSTRACT

Resumo Fundamento Aparentemente, a pior resposta a algumas classes de anti-hipertensivos, especialmente inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores de receptor de angiotensina, pela população negra, explicaria, pelo menos parcialmente, o pior controle da hipertensão entre esses indivíduos. Entretanto, a maioria das evidências vêm de estudos norte-americanos. Objetivos Este estudo tem o objetivo de investigar a associação entre raça/cor da pele autorrelatadas e controle de PA em participantes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil) utilizando várias classes de anti-hipertensivos em monoterapia. Métodos O estudo envolveu uma análise transversal, realizada com participantes da linha de base do ELSA-Brasil. O controle de pressão arterial foi a variável de resposta, participantes com valores de PA ≥140/90 mmHg foram considerados descontrolados em relação aos níveis de pressão arterial. A raça/cor da pele foi autorrelatada (branco, pardo, negro). Todos os participantes tiveram que responder perguntas sobre uso contínuo de medicamentos. A associação entre o controle de PA e raça/cor da pele foi estimada por regressão logística. O nível de significância adotado nesse estudo foi de 5%. Resultados Do total de 1.795 usuários de anti-hipertensivos em monoterapia na linha de base, 55,5% se declararam brancos, 27,9%, pardos e 16,7%, negros. Mesmo depois de padronizar em relação a variáveis de confusão, negros em uso de inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), bloqueadores de receptor de angiotensina (BRA), diuréticos tiazídicos (DIU tiazídicos) e betabloqueadores (BB) in monoterapia tinham controle de pressão arterial pior em comparação a brancos. Conclusões Os resultados deste estudo sugerem que, nesta amostra de brasileiros adultos utilizando anti-hipertensivos em monoterapia, as diferenças de controle de pressão arterial entre os vários grupos raciais não são explicadas pela possível eficácia mais baixa dos IECA e BRA em indivíduos negros.


Abstract Background It seems that the worst response to some classes of antihypertensive drugs, especially angiotensin-converting enzyme inhibitors and angiotensin receptor blockers, on the part of the Black population, would at least partially explain the worse control of hypertension among these individuals. However, most of the evidence comes from American studies. Objectives This study aims to investigate the association between self-reported race/skin color and BP control in participants of the Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil), using different classes of antihypertensive drugs in monotherapy. Methods The study involved a cross-sectional analysis, carried out with participants from the baseline of ELSA-Brasil. Blood pressure control was the response variable, participants with BP values ≥140/90 mmHg were considered out of control in relation to blood pressure levels. Race/skin color was self-reported (White, Brown, Black). All participants were asked about the continuous use of medication. Association between BP control and race/skin color was estimated through logistic regression. The level of significance adopted in this study was of 5%. Results Of the total of 1,795 users of antihypertensive drugs in monotherapy at baseline, 55.5% declared themselves White, 27.9% Brown, and 16.7% Black. Even after adjusting for confounding variables, Blacks using angiotensin converting enzyme inhibitors (ACEI), angiotensin receptor blocker (ARB), thiazide diuretics (thiazide DIU), and beta-blockers (BB) in monotherapy had worse blood pressure control compared to Whites. Conclusions Our results suggest that in this sample of Brazilian adults using antihypertensive drugs in monotherapy, the differences in blood pressure control between different racial groups are not explained by the possible lower effectiveness of ACEIs and ARBs in Black individuals.


Subject(s)
Humans , Adult , Hypertension/drug therapy , Hypertension/epidemiology , Antihypertensive Agents/therapeutic use , Antihypertensive Agents/pharmacology , United States , Blood Pressure , Brazil , Angiotensin-Converting Enzyme Inhibitors/therapeutic use , Calcium Channel Blockers/therapeutic use , Cross-Sectional Studies , Longitudinal Studies , Angiotensin Receptor Antagonists/therapeutic use , Race Factors
12.
Arq. bras. cardiol ; 118(3): 548-555, mar. 2022. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1364352

ABSTRACT

Resumo Fundamento É importante saber qual medicamento usar como tratamento de primeira linha para fechar o duto. Objetivos O objetivo deste estudo é comparar a eficácia e os efeitos colaterais das formas intravenosas (IV) de ibuprofeno e paracetamol e contribuir para a literatura investigando o primeiro medicamento selecionado no tratamento clínico da persistência do canal arterial (PCA). Métodos Nosso estudo foi realizado entre janeiro de 2017 e dezembro de 2019. Foram incluídos no estudo bebês prematuros com peso ao nascer (PN) ≤1500 g e idade gestacional (IG) ≤32 semanas. No período do estudo, todos os bebês com persistência do canal arterial hemodinamicamente significativa (hsPCA) receberam ibuprofeno intravenoso (IV) como resgate como tratamento clínico primário ou tratamento com paracetamol IV se houvesse contraindicações para o ibuprofeno. Os pacientes foram divididos em dois grupos: pacientes que receberam ibuprofeno IV e pacientes que receberam paracetamol IV. Resultados Desses pacientes, 101 receberam paracetamol IV e 169 receberam ibuprofeno IV. A taxa de sucesso do fechamento da PCA com o primeiro curso do tratamento foi de 74,3% no grupo de paracetamol IV e 72,8% no grupo de ibuprofeno IV (p=0,212). Conclusões Nossos resultados mostram que o paracetamol IV é tão eficaz quanto o ibuprofeno IV no tratamento de primeira linha de hsPCA, podendo se tornar o tratamento preferencial para o controle de hsPCA.


Abstract Background It is important which medicine to use as a first-line treatment to close the duct. Objectives The aim of this study is to compare the effectiveness and side effects of intravenous (IV) forms of ibuprofen and paracetamol and to contribute to the literature investigating the first drug selected in the medical treatment of patent ductus arteriosus (PDA). Methods Our study was conducted between January 2017 and December 2019. Premature infants with birth weight (BW) ≤1500 g and gestational age (GA) ≤32 weeks were included in the study. In the study period, all infants with hemodynamically significant patent ductus arteriosus (hsPDA) were given rescue intravenous (IV) ibuprofen as a primary medical treatment or IV paracetamol treatment if there were contraindications for ibuprofen. The patients were divided into two groups: patients receiving IV ibuprofen and patients receiving IV paracetamol. Results Of these patients, 101 were given IV paracetamol and 169 were given IV ibuprofen. The success rate of PDA closure with first-course treatment was 74.3% in the IV paracetamol group and 72.8% in the IV ibuprofen group (p=0.212). Conclusions Our results show that IV paracetamol is as effective as IV ibuprofen in the first-line treatment of hsPDA, and can become the preferred treatment for the management of hsPDA.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Infant , Ductus Arteriosus, Patent/drug therapy , Infant, Low Birth Weight , Infant, Premature , Ibuprofen/adverse effects , Ibuprofen/therapeutic use , Acetaminophen/adverse effects , Acetaminophen/therapeutic use
13.
Actual. SIDA. infectol ; 30(108): 42-58, 20220000. tab, fig
Article in Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1363401

ABSTRACT

A la fecha, excepto los glucocorticoides, ningún otro tratamiento farmacológico ha demostrado disminución de la mortalidad en pacientes con COVID-19 grave-crítico. Con el objetivo de discutir su utilidad en la terapéutica, se realizó una revisión y lectura crítica de los estudios publicados más significativos sobre el uso de tocilizumab.Se llevó adelante una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas priorizando la inclusión de revisiones sistemáticas y ensayos clínicos aleatorizados controlados (ERC) que analizaran el efecto del tocilizumab en COVID-19 en diferentes puntos de valoración.Se incluyeron 5 ERC y 4 metaanálisis en la evaluación, todos ellos incluyeron pacientes con COVID-19 confirmado y mayoritariamente graves-críticos. El punto de valoración principal (PVP) fue la mortalidad a los 28 días y como resultado secundario de relevancia, la progresión a ventilación mecánica invasiva (VMI). Se analizó, además, la seguridad de la intervención, fundamentalmente a nivel de la ocurrencia de infecciones secundarias.Del análisis surge que la mayor posibilidad de beneficio parece estar circunscripta a pacientes con enfermedad grave-crítica, que reciben corticoides, con marcadores de inflamación elevados (PCR >10 mg/dL) y enfermedad rápidamente progresiva. Existe alto grado de certeza respecto del impacto del tocilizumab en evitar la progresión a VMI, con una pequeña magnitud del efecto y moderado grado de certeza respecto de su impacto en la mortalidad; además de que resultó una medicación segura


Up until now, other than corticosteroids, no other pharmacological treatment has shown a decrease in mortality rate in patients with severe-critical COVID-19. In order to discuss its place in therapy, a review and critical reading of the most significant published studies on the use of tocilizumab was carried out.Search was done in the main bibliographic databases, prioritizing the inclusion of systematic reviews and randomized controlled clinical trials (RCTs); that analyzed the effect of tocilizumab on COVID-19 at different endpoints.5 RCTs and 4 meta-analysis were considered in the evaluation, all of them including patients with confirmed COVID-19 and predominantly severe-critical illness. The primary endpoint was 28-day all-cause mortality and, as a secondary outcome of relevance, progression to invasive mechanical ventilation. The safety of the intervention was also analyzed, mainly the occurrence of secondary infections.From our analysis it appears that the greatest possibility of benefit seems to be limited to patients with severe-critical illness, who receive corticosteroids, with high markers of inflammation values (CRP> 10 mg/dL) and rapidly progressive disease. There is high certainty regarding the impact of tocilizumab in preventing progression to IMV, with a small effect size and moderate certainty regarding its impact on mortality. Moreover, it was a well-tolerated and safe medication


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Placebos/therapeutic use , Double-Blind Method , Follow-Up Studies , Randomized Controlled Trial , COVID-19/mortality , COVID-19/therapy , Glucocorticoids/therapeutic use
15.
Lima; Instituto Nacional de Salud; feb. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1355022

ABSTRACT

ANTECEDENTES: Existe información periodística respecto a un nuevo tratamiento contra COVID-19 denominado EXO-CD24, que habría sido administrado en Israel a 30 participantes con COVID-19 moderado o severo, con una recuperación de 29 de ellos(1). El presente informe se realiza a solicitud de la Jefatura del INS, a fin de identificar si existen publicaciones científicas referentes a EXO-CD24. RESULTADOS: Los exosomas constituyen un tipo de vesícula extracelular que se origina a partir del sistema endosomal y tiene una estructura de membrana de bicapa lipídica. Su tamaño varía entre 30 y 150 nm de diámetro. Se le reconoce como un mecanismo de comunicación intercelular, transportando moléculas bioactivas como proteínas, lípidos, ARN, e incluso fragmentos de ADN entre células. Según sus diferentes orígenes celulares, los exosomas desempeñan funciones distintas en los procesos fisiológicos normales, como la respuesta inmune, la proliferación celular, la inflamación, el metabolismo y la función neuronal y en diferentes etapas de las enfermedades, incluido el cáncer. Se está investigando su potencial uso diagnóstico (biomarcadores) y como un sistema de administración terapéutica dadas las siguientes ventajas: 1) se consideran más seguros que la terapia celular porque son biocompatibles, no inmunogénicos y carecen del potencial de formación de tumores endógenos y émbolos. 2) Son fisiológicamente más estables que las células, porque sus proteínas de adhesión a múltiples membranas permiten una unión eficiente en los tejidos diana. 3) Gracias a su membrana resistente, los exosomas mantienen su integridad durante los procedimientos de congelación y descongelación, haciendo posible el almacenamiento a largo plazo sin degradación biológica. 4) Podrían modificarse potencialmente con varios tipos de cargas, incluido mRNA, microRNA y proteínas, adaptados al proceso de la enfermedad de interés(2,3). El EXO-CD24 es un producto de investigación biológico basado en exosomas portadores de CD24 que se está investigando como tratamiento de COVID-19. El fundamento de este tratamiento es que los exosomas que sobre expresan CD24, aislados y purificados a partir de células T-REx-293 diseñadas para expresar CD24 en niveles altos, pueden suprimir la tormenta de citocinas, ya que el CD24 ejerce control negativo de la proliferación homeostática de las células T. Este producto es desarrollado por Tel-Aviv Sourasky Medical Center(4). Estudios publicados: No se identificó ningún estudio publicado concerniente a EXO-CD24, al efectuar la búsqueda a través de la Plataforma Living Overview of the Evidence (L·OVE)1 de la Fundación Epistemonikos, con fecha 22 de febrero de 2021. CONCLUSIONES: EXO-CD24 es un producto de investigación biológico, basado en exosomas portadores de CD24, que se está investigando como tratamiento para COVID-19 moderado/severo en un ensayo clínico fase 1 en Israel, cuyo objetivo principal es evaluar su seguridad. No se identificó ninguna publicación científica respecto EXO-CD24. Por consiguiente, los resultados del referido ensayo clínico de fase 1 aún no han sido publicados ni registrados en ClinicalTrials.gov hasta la fecha.


Subject(s)
Humans , CD24 Antigen/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
16.
Arch. argent. pediatr ; 120(1): e1-e7, feb 2022.
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1353517

ABSTRACT

El parto prematuro, las cesáreas, los antibióticos y la lactancia materna limitada contribuyen al aumento de enfermedades crónicas no transmisibles. El objetivo fue realizar una revisión descriptiva del uso de probióticos en pediatría, con foco en la cepa Lactobacillus rhamnosus GG. Ciertos probióticos han demostrado ser eficaces en la diarrea aguda y en la diarrea asociada a antibióticos. L. rhamnosus GG y Saccharomyces boulardii pueden acortar la duración y los síntomas. L. reuteri DSM 17938 y L. rhamnosus GG fueron efectivos para el abordaje del cólico del lactante. El uso de esta cepa en fórmulas infantiles para alergia a las proteínas de leche de vaca promovería la adquisición más temprana de tolerancia. En la prevención de dermatitis atópica, la administración de L. rhamnosus GG durante el embarazo redujo su manifestación en el bebé. El empleo de probióticos como coadyuvantes es una posibilidad para considerar en la práctica pediátrica actual.


Preterm birth, C-sections, antibiotics, and limited breastfeeding contribute to the increase in noncommunicable diseases. Our objective was to perform a descriptive review of probiotic use in pediatrics, focused on Lactobacillus rhamnosus GG. Certain probiotics have demonstrated to be effective in acute diarrhea and antibiotic-associated diarrhea. L. rhamnosus GG and Saccharomyces boulardii may shorten their duration and symptoms. L. reuteri DSM 17938 and L. rhamnosus GG were effective to manage infant colic. The use of this strain in infant formulas for cow's milk protein allergy may promote an earlier tolerance acquisition. In relation to the prevention of atopic dermatitis, the administration of L. rhamnosus GG during pregnancy reduced its development in the infant. The use of probiotics as adjuvants is a possibility to consider in current pediatric practice.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Pediatrics , Milk Hypersensitivity , Probiotics/therapeutic use , Premature Birth , Lactobacillus rhamnosus , Cattle , Epidemiology, Descriptive
17.
Arch. argent. pediatr ; 120(1): e21-e24, feb 2022. tab
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1353741

ABSTRACT

La hipofosfatasia es un trastorno hereditario raro causado por mutaciones en el gen ALPL. Causa defectos en la mineralización ósea y dental, función respiratoria anormal, convulsiones, hipotonía, dolor óseo y nefrocalcinosis. Las formas clínicas se reconocen según la edad al diagnóstico y la gravedad. Presentamos el caso de una lactante con fontanela anterior agrandada, bóveda craneal blanda, fracturas, dificultad respiratoria y convulsiones. El análisis bioquímico mostró hipercalcemia, fosfato sérico normal y fosfatasa alcalina sérica baja. La radiografía mostró hipomineralización, fracturas y callos. La concentración plasmática de piridoxal-5'-fosfato era de 762 mg/l (intervalo normal: 5-50) y la concentración de fosfoetanolamina en orina era de 1015 mmol/l (intervalo normal: 15-341). El análisis del gen ALPL mostró dos mutaciones heterocigotas compuestas, una de las cuales es novedosa. El diagnóstico y tratamiento tempranos de la hipofosfatasia perinatal podría mejorar los resultados y tener un impacto positivo en la sobrevida.


Hypophosphatasia (HPP) is a rare inherited disorder caused by mutations in the ALPL gene. Mineralization defect in bones and teeth, abnormal respiratory function, seizures, hypotonia, bone pain, and nephrocalcinosis can be observed. Clinical forms are usually recognized based on age at diagnosis and severity of features. We present an infant with an enlarged anterior fontanelle, soft calvarium, fractures, respiratory distress, and seizures. Biochemical analysis showed hypercalcemia, normal serum phosphate, and low serum alkaline phosphatase (ALP) levels. X-ray showed hypomineralization, fractures, and callus formations. Plasma pyridoxal 5'-phosphate (PLP) was 762 mg/L (NV : 5-50) and urine phosphoethanolamine (PEA) was 1015 mmol/L (NV : 15-341) and ALPL gene analysis showed two compound heterozygous mutations, one of which is a novel one. Early diagnosis and treatment of perinatal HPP may improve outcomes and might have a positive impact on survival.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant , Hypophosphatasia/diagnosis , Hypophosphatasia/genetics , Hypophosphatasia/drug therapy , Nephrocalcinosis , Seizures , Alkaline Phosphatase/genetics , Alkaline Phosphatase/therapeutic use , Mutation
19.
Arch. argent. pediatr ; 120(1): S1-S8, feb 2022. tab, ilus
Article in Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1353845

ABSTRACT

Desde hace varias décadas, los análogos de la hormona liberadora de gonadotrofinas (aGnRH) son el tratamiento de elección en la pubertad precoz central (PPC) en niñas y en niños. Causan una inhibición del eje hipotálamo-hipófiso-gonadal, disminuyen la secreción de gonadotrofinas, estradiol y testosterona; como consecuencia, producen una regresión de los caracteres sexuales secundarios durante el tratamiento. En los últimos años, estos análogos también se utilizan en adolescentes transgénero, en adolescentes y adultas jóvenes con enfermedades oncológicas, en algunas situaciones muy particulares en niños y niñas con talla baja, y en pacientes con trastornos del neurodesarrollo. En Argentina, los más utilizados son el acetato de triptorelina y el acetato de leuprolide en sus formas de depósito. Estos medicamentos han demostrado eficacia y seguridad. El objetivo de esta publicación es realizar una revisión y actualización del uso de los aGnRH en niños, niñas y adolescentes.


For several decades, gonadotropin releasing hormone analogs (GnRHa) are the medical treatment selected for central precocious puberty (CPP) in girls and boys. They generate an inhibition of the hypothalamus-pituitarygonadal axis decreasing LH, FSH, estradiol and testosterone secretion and, in this way, they produce a regression of secondary sexual characters under treatment. In the last years, these analogs are also used in trans adolescents, in adolescents and young adults with oncological diseases, in some very particular situations in children with short stature and in patients with neurodevelopmental disorders. In Argentina the most commonly used formulations are triptorelin and leuprolide acetate depot forms. These analogs have proven both their efficacy and their safety. The aim of this paper is to review and update about the use of GnRHa in children and adolescents.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Puberty, Precocious/drug therapy , Gonadotropin-Releasing Hormone/analogs & derivatives , Luteinizing Hormone , Gonadotropin-Releasing Hormone/therapeutic use , Leuprolide/therapeutic use , Triptorelin Pamoate/therapeutic use
20.
s.l; CONETEC; 17 feb. 2022.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1358988

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Baricitinib es un fármaco de la familia de los inhibidores de la Janus quinasa (JAK), que interfieren con la fosforilación de las proteínas transductoras de señales y activadoras de la transcripción (STAT) (16,17) que están involucradas en funciones celulares vitales, incluidas la señalización, el crecimiento y la supervivencia de las células. Estos inhibidores de cinasas se proponen como tratamientos para la COVID-19 porque pueden prevenir la fosforilación de proteínas clave involucradas en la transducción de señales que conducen a la activación e inflamación inmunitarias (p. ej., la respuesta celular a citocinas proinflamatorias como la interleucina [IL]-6). OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar parámetros de eficacia, seguridad, conveniencia y recomendaciones disponibles acerca del empleo de baricitinib para el tratamiento de pacientes con COVID-19 en Argentina. MÉTODOS: Teniendo en cuenta la velocidad con la que la información relacionada a la pandemia aparece y se modifica (link), se desarrolló un protocolo sustentado en proyectos que resume activamente la evidencia científica a medida que la misma se hace disponible. Con este fin se utilizó la plataforma Love de Epistemonikos para identificar revisiones sistemáticas "vivas". Se seleccionaron aquellas con una calidad metodológica apropiada evaluada a través de la herramienta AMSTAR-2, y que a su vez llevaran un proceso de actualización frecuente.(22) De cada una de las revisiones sistemáticas identificadas se extractaron los efectos de la intervención sobre los desenlaces priorizados como importantes o críticos y la certeza en dichos efectos. Para la priorización de los desenlaces se adoptó una perspectiva desde el paciente considerando sus potenciales preferencias. La selección se realizó por consenso entre los autores y supervisores del informe considerando los resultados de múltiples ejercicios de priorización publicados, realizados en el marco del desarrollo de distintas guías de práctica clínica.(23­26) Se seleccionaron "mortalidad", "ingreso en asistencia ventilatoria mecánica", "tiempo hasta resolución de síntomas", "hospitalización", "eventos adversos graves" como desenlaces críticos. Adicionalmente, se extractaron datos relacionados con efectos de subgrupo potencialmente relevantes para la toma de decisión, con especial énfasis en el tiempo de evolución, la severidad de la enfermedad y el estado de vacunación. En los casos en que no fue reportado por las revisiones sistemáticas incluidas, se calculó el efecto absoluto de las intervenciones en pacientes vacunados, tomando el riesgo basal reportado para pacientes no vacunados multiplicado por un riesgo relativo de 0,1 según el efecto de la vacunación observado en distintos estudios y sistemas de vigilancia.(27­30) Para confeccionar las conclusiones en el efecto de las intervenciones evaluadas sobre los desenlaces priorizados, utilizamos lineamientos publicados, específicamente desarrollados a tal fin. RESULTADOS: Se identificaron tres revisiones sistemáticas que cumplieron con los criterios de inclusión del presente informe y reportaron resultados. Se identificaron 3 ECA que incluyeron 2659 pacientes en los que baricitinib se comparó con el tratamiento estándar en pacientes con COVID-19. Los resultados de tres ECCA muestran que, en pacientes con enfermedad de moderada a crítica, el baricitinib probablemente reduce la mortalidad y mejora el tiempo de resolución de los síntomas sin aumentar los eventos adversos severos. La certeza en la evidencia es moderada por riesgo de sesgo. CONCLUSIONES: El cuerpo de la evidencia muestra que baricitinib podría reducir la mortalidad y probablemente reduce la necesidad y la duración de de ventilación mecánica (certeza moderada ⨁⨁⨁◯). Probablemente reduce además el tiempo hasta la mejoría clínica y es probable que no tenga efecto sobre los eventos adversos serios (certeza moderada ⨁⨁⨁◯). La tecnología está autorizada para su comercialización por la Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica (ANMAT) de nuestro país, para el tratamiento de personas con artritis reumatoide, mientras que su uso para el tratamiento de personas con coronavirus se encuentra fuera de prospecto. Aunque la forma de administración oral es simple, el costo comparativo estimado es elevado y no se conoce la disponibilidad del laboratorio para responder la demanda sin afectar la equidad en su distribución. Las guías de práctica clínica basadas en evidencia identificadasrecomiendan a favor de su uso en personas con enfermedad grave o crítica.


Subject(s)
Humans , Janus Kinase Inhibitors/therapeutic use , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Argentina , Efficacy , Cost-Benefit Analysis
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