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1.
Rev. colomb. anestesiol ; 49(4): e303, Oct.-Dec. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1341242

ABSTRACT

Abstract Life support withdrawal can be a challenging decision, but it should be considered as an option when death is inevitable or recovery to an acceptable quality of life is not possible. The process is beset by obstacles that must be overcome to finally offer patients comfort and a peaceful death. In this article, we offer a series of tools that seek to solve the challenges of palliative extubation, as well as a protocol that could facilitate the decision to withdraw life support, making palliative extubation an alternative to consider instead of artificially prolonging life at the expense of unacceptable human and economic costs.


Resumen La interrupción de la asistencia vital puede ser una decisión complicada, aun cuando se debe considerar como una opción cuando la muerte es inevitable o la recuperación a una calidad de vida aceptable no es posible. A lo largo del proceso se encuentran obstáculos que se deben sortear para finalmente ofrecer a los pacientes una muerte tranquila y confortable. En este artículo ofrecemos una serie de herramientas que buscan solucionar los desafíos de la extubación paliativa y presentamos una guía de extubación que podría facilitar la decisión de retiro del soporte vital, haciendo de la extubación paliativa una alternativa por considerar en lugar de prolongar la vida de manera artificial a expensas de un costo humano y económico inaceptable.


Subject(s)
Humans , Palliative Care , Right to Die , Airway Extubation , Life Support Care , Quality of Life , Critical Care , Protocols/prevention & control
2.
Fisioter. Bras ; v.22(4): 536-549, Nov 2, 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1353378

ABSTRACT

A ventilação mecânica (VM) é um recurso frequentemente utilizado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, a necessidade de reintubação após a retirada do suporte ventilatório está associada a desfechos desfavoráveis. Os objetivos deste estudo foram identificar possíveis fatores de risco e desfecho clínico de pacientes reintubados na UTI de um hospital referência em trauma. Foi realizado um estudo de coorte prospectivo no período de 4 meses com pacientes adultos internados na UTI e que permaneceram em VM por pelo menos 24 horas. A amostra foi composta por 100 pacientes divididos em grupo de pacientes não reintubados e pacientes que cursaram com necessidade de retornar à VM. Foram reintubados 27 pacientes, 18 deles reintubados em até 48 horas após extubação. A idade, diabetes, obesidade, tempo de VM até a extubação e frequência respiratória (FR) foram variáveis que apresentaram diferença estatisticamente significativa entre grupos (p < 0,05), porém não puderam ser apontadas como fatores de risco independentes de retorno à ventilação. A reintubação foi associada à necessidade de traqueostomias (TQT) (p < 0,001), maior tempo de permanência em VM (p < 0,001), internação prolongada na UTI (p < 0,001) e mortalidade (p < 0,005). Idade, presença de diabetes, obesidade, maior tempo de VM e FR pré-extubação mais elevada foram as variáveis relacionadas à reintubação. Este evento foi diretamente associado a piores desfechos como necessidade de TQT, maior dependência de VM, internação prolongada na UTI e mortalidade. (AU)


Subject(s)
Humans , Ventilation , Airway Extubation , Respiration, Artificial , Tracheostomy , Risk Factors , Intubation
3.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1353144

ABSTRACT

Introduction: Identification of predictors for successful extubation in an Intensive Care Unity and use of Brain Natriuretic Peptides (BNP) in predicting mechanical ventilation weaning and extubation outcome. Aims: Evaluation of the effect of variables such as patient ́s age, severity score, use of sedation, use of vasoactive drugs, hydric balance, blood gas data, days under mechanical ventilation, the occurrence of adverse events and plasma BNP levels on the success of extubation.Method: A prospective cohort study of adult patients admitted to a 12- bed-general ICU, from April 1st 2016 to August 10th 2017, under mechanical ventilation for > 24 h, accompanied until discharge or death. Clinical variables were analyzed and BNP was assessed before initiation of Spontaneous Breathing Trial (SBT) and then again before extubation. Statistical Analysis: a descriptive and comparative data analysis, univariate and logistic regression analysis for verification of variables independently related to successful extubation (p < 0.05).Results: Study of 105 patients, mean age of 53.9 ± 19.8 years, 81% of success in extubation; the overall mortal-ity rate of 11.4%; variables associated to successful extubation: age, APACHE II, SAPS II, days of hospitalization before ICU admittance, days under mechanical ventilation, days of stay in ICU and occurrence of nosocomial infec-tion (p < 0.05); BNP levels were lower in patients with successful extubation although not statistically significant; multivariate analysis showed that patient's age and days of hospitalization before ICU admittance were each in-dependently linked to extubation failure; APACHE II score and days of hospitalization before ICU admittance were each independently associated to risk of death.Conclusion: Despite being older and with higher severity scores, patients had a higher success rate in extubation than found in similar studies. However, the mortality rate in cases of failed extubation was higher. Data obtained was in agreement to studies that suggested that patient ́s age, severity score, days of hospitalization before ICU admittance, days of stay in ICU, days under MV and infection occurrence were all variables associated as much extubation failure as to risk of death. A direct association between BNP levels and successful extubation and the usefulness of assessing BNP in the conduction of WMV was not confirmed. (AU)


Introdução: Identificação de fatores preditivos do sucesso da extubação em Unidade de Terapia Intensiva e uso do Peptídeo Natriurético Cerebral (BNP) como preditor do sucesso do desmame da ventilação mecânica e extubação.Objetivo: Avaliação do efeito de variáveis como idade, escores de gravidade, uso de sedação, uso de drogas va-soativas, balanço hídrico, gasometria, dias sob ventilação mecânica, ocorrência de eventos adversos e níveis plas-máticos de BNP no sucesso da extubação .Método: Estudo de coorte prospectivo de pacientes adultos internados em UTI geral com 12 leitos, de 1º de abril de 2016 a 10 de agosto de 2017, sob ventilação mecânica (VM) por > 24 horas, acompanhados até a alta ou óbito. Variáveis clínicas foram analisadas e o BNP dosado antes do início do Teste de Respiração Espontânea (TRE) e, novamente, antes da extubação. Análise estatística: análise descritiva e comparativa dos dados, análise univariada e regressão logística para verificação de variáveis independentemente relacionadas ao sucesso da extubação (p <0,05).Resultados: Avaliados 105 pacientes, idade média 53,9 ± 19,8 anos, sucesso na extubação de 81%; taxa de mortalidade geral de 11,4%; variáveis associadas ao sucesso da extubação: idade, APACHE II, SAPS II, dias de internação antes da admissão na UTI, dias em ventilação mecânica, dias de permanência na UTI e ocorrência de infecção hospitalar (p <0,05); os níveis de BNP foram mais baixos em pacientes com sucesso da extubação, embora não estatisticamente significativos; a análise multivariada mostrou que as variáveis, idade e dias de internação, antes da admissão na UTI, estavam, independentemente, ligadas ao fracasso da extubação; as variáveis APACHE II e dias de internação antes da admissão na UTI estavam, independentemente, associados ao risco de morte.Conclusão: Apesar de mais velhos e com escores de gravidade mais elevados, nossos pacientes apresentaram maior taxa de sucesso na extubação quando comparados a estudos semelhantes. No entanto, a taxa de mortalidade em casos de falha da extubação foi maior. Os dados obtidos estão de acordo com estudos que sugerem que variá-veis como idade, escores de gravidade, dias de internação antes da admissão na UTI, dias de permanência na UTI, dias em VM e ocorrência de infecção estão associadas tanto ao fracasso de extubação quanto ao risco de morte. Não foi possível confirmar a associação direta entre os níveis plasmáticos de BNP e o sucesso da extubação, assim como sua utilidade na condução do desmame da ventilação mecânica. (AU)


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial , Ventilator Weaning , Mortality , Natriuretic Peptide, Brain , Critical Care , Airway Extubation , Simplified Acute Physiology Score , Intensive Care Units
4.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(3): 362-373, jul.-set. 2021. tab, graf
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1347301

ABSTRACT

RESUMEN Objetivo: Determinar la efectividad de la ventilación no invasiva frente a oxigenoterapia convencional en pacientes con insuficiencia respiratoria aguda tras fracaso de la extubación. Métodos: Ensayo clínico pragmático realizado una unidad de cuidados intensivos de marzo de 2009 a septiembre de 2016. Se incluyeron pacientes sometidos a ventilación mecánica > 24 horas, y que desarrollaron insuficiencia respiratoria aguda tras extubación programada, siendo asignados a ventilación no invasiva u oxigenoterapia convencional. El objetivo primario fue reducir la tasa de reintubación. Los objetivos secundarios fueron: mejora de los parámetros respiratorios, reducción de las complicaciones, de la duración de la ventilación mecánica, de la estancia en unidad de cuidados intensivos y hospitalaria, así como de la mortalidad en unidad de cuidados intensivos, hospitalaria y a los 90 días. También se analizaron los factores relacionados con la reintubación. Resultados: De un total de 2.574 pacientes, se analizaron 77 (38 en el grupo de ventilación no invasiva y 39 en el grupo de oxigenoterapia convencional). La ventilación no invasiva redujo la frecuencia respiratoria y cardíaca más rápidamente que la oxigenoterapia convencional. La reintubación fue menor en el grupo de ventilación no invasiva [12 (32%) versus 22(56%) en grupo oxigenoterapia convencional, RR 0,58 (IC95% 0,34 - 0,97), p = 0,039], el resto de los parámetros no mostró diferencias significativas. En el análisis multivariante, la ventilación no invasiva prevenía la reintubación [OR 0,17 (IC95% 0,05 - 0,56), p = 0,004], mientras que el fracaso hepático previo a la extubación y la incapacidad para mantener vía aérea permeable predisponían a la reintubación. Conclusión: El empleo de la ventilación no invasiva en pacientes que fracasa la extubación podría ser beneficiosa frente a la oxigenoterapia convencional.


ABSTRACT Objective: To determine the effectiveness of noninvasive ventilation versus conventional oxygen therapy in patients with acute respiratory failure after extubation failure. Methods: A pragmatic clinical trial was conducted in an intensive care unit from March 2009 to September 2016. Patients on mechanical ventilation > 24 hours who developed acute respiratory failure after scheduled extubation were included and were assigned to noninvasive ventilation or conventional oxygen therapy. The primary objective was to reduce the reintubation rate. The secondary objectives were to improve respiratory parameters and reduce complications, the duration of mechanical ventilation, the intensive care unit stay, the hospital stay, and mortality in the intensive care unit, in the hospital, and 90 days after discharge. Factors correlated with reintubation were also analyzed. Results: Of a total of 2,574 patients, 77 were analyzed (38 in the noninvasive ventilation group and 39 in the conventional oxygen therapy group). Noninvasive ventilation reduced the respiratory and cardiac rates more rapidly than conventional oxygen therapy. Reintubation was less common in the noninvasive ventilation group [12 (32%) versus 22 (56%) in the conventional oxygen therapy group, relative risk 0.58 (95%CI 0.34 - 0.97), p = 0.039]. The rest of the parameters did not show significant differences. In the multivariate analysis, noninvasive ventilation protected against reintubation [OR 0.17 (95%CI 0.05 - 0.56), p = 0.004], while liver failure before extubation and the inability to maintain airway patency predisposed patients to reintubation. Conclusion: The use of noninvasive ventilation in patients who failed extubation could be beneficial compared to conventional oxygen therapy.


Subject(s)
Humans , Airway Extubation , Noninvasive Ventilation , Oxygen , Respiration, Artificial , Intensive Care Units
5.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(3): 422-427, jul.-set. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1347300

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Avaliar se há associação entre o balanço hídrico nas 48 horas após a extubação e a falha da extubação. Métodos: Este é um estudo de coorte prospectiva que incluiu os pacientes admitidos à unidade de terapia intensiva de um hospital terciário no sul do Brasil entre março e dezembro de 2019. Incluíram-se os pacientes que necessitaram de ventilação mecânica por pelo menos 24 horas e foram extubados durante o período do estudo. O desfecho primário foi falha da extubação, considerada como necessidade de reintubar dentro das primeiras 72 horas após a extubação. O desfecho secundário foi um desfecho combinado de falha da extubação ou necessidade de ventilação não invasiva terapêutica. Resultados: Foram incluídos 101 pacientes. Observou-se falha da extubação em 29 (28,7%) deles. Na análise univariada, pacientes com balanço hídrico negativo acima de 1L no período de 48 horas após a extubação tiveram menor taxa de falha da extubação (12,0%), em comparação a pacientes com balanço hídrico negativo nas 48 horas após a extubação menor que 1L (34,2%; p = 0,033). A duração da ventilação mecânica e o balanço hídrico negativo nas 48 horas após a extubação inferior a 1L se associaram com falha da extubação na análise multivariada quando corrigido pelo Simplified Acute Physiology Score 3. Quando avaliou-se o desfecho combinado, apenas o balanço hídrico nas 48 horas pós-extubação inferior a 1L manteve associação, quando corrigido pelo Simplified Acute Physiology Score 3 e duração da ventilação mecânica. Conclusão: O balanço hídrico nas 48 horas após a extubação se associa com falha da extubação. São necessários mais estudos para avaliar se evitar um balanço hídrico positivo nesse período poderia melhorar os desfechos do desmame.


ABSTRACT Objective: To assess whether there is an association between 48-hour postextubation fluid balance and extubation failure. Methods: This was a prospective cohort study that included patients admitted to the intensive care unit of a tertiary hospital in southern Brazil from March 2019 to December 2019. Patients who required mechanical ventilation for at least 24 hours and who were extubated during the study period were included. The primary outcome was extubation failure, considered as the need for reintubation in the first 72 hours after extubation. The secondary outcome was a combined outcome with extubation failure or the need for therapeutic noninvasive ventilation. Results: A total of 101 patients were included. Extubation failure was observed in 29 (28.7%) patients. In univariate analysis, patients with a negative 48-hour postextubation fluid balance higher than one liter had a lower rate of extubation failure (12.0%) than patients with a negative 48-hour postextubation fluid balance lower than 1L (34.2%; p = 0.033). Mechanical ventilation duration and negative 48-hour postextubation fluid balance lower than one liter were associated with extubation failure when corrected for Simplified Acute Physiology Score 3 in multivariate analysis. When we evaluated the combined outcome, only negative 48-hour postextubation lower than 1L maintained an association when corrected for for Simplified Acute Physiology Score 3 and mechanical ventilation duration. Conclusion: The 48-hour postextubation fluid balance is associated with extubation failure. Further studies are necessary to assess whether avoiding positive fluid balance in this period might improve weaning outcomes.


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial , Airway Extubation , Water-Electrolyte Balance , Prospective Studies , Cohort Studies
6.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(3): 445-456, jul.-set. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1347297

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Avaliar a utilidade do pico de fluxo da tosse para predizer o desfecho da extubação em pacientes que obtiveram sucesso no teste de respiração espontânea. Métodos: A busca cobriu as bases de dados científicos MEDLINE, Lilacs, Ibecs, Cinahl, SciELO, Cochrane, Scopus, Web of Science e literatura cinzenta. Utilizaram-se os critérios Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies para avaliar a qualidade da metodologia e o risco de viés dos estudos. A heterogeneidade estatística da razão de verossimilhança (LR) e razão de chance diagnóstica (RCD) do diagnóstico foram avaliadas com utilização de gráficos em floresta, teste Q de Cochran e um gráfico crosshair summary Receiver Operating Characteristic, utilizando um modelo com múltiplos pontos de corte. Resultados: Inicialmente obteve-se, nas bases de dados, um total de 3.522 referências; dentre estas, selecionaram-se para análise qualitativa 12 estudos que incluíram 1.757 participantes. Muitos estudos apresentavam um risco de viés incerto em termos da seleção de pacientes e do fluxo e tempo. Dentre os 12 estudos incluídos, sete tinham alto risco e cinco risco incerto para o item padrão de referência. O desempenho diagnóstico do pico de fluxo da tosse para o resultado da extubação foi baixo a moderado quando se consideram os resultados de todos os estudos incluídos, com +LR de 1,360 (IC95% 1,240 - 1,530), -LR de 0,218 (IC95% 0,159 - 0,293) e razão de chance diagnóstica de 6,450 (IC95% 4,490 - 9,090). Uma análise de subgrupos que incluiu somente estudos com valores de corte entre 55 e 65 L/minuto demonstrou desempenho ligeiramente melhor, porém ainda moderado. Conclusão: A avaliação do pico de fluxo da tosse, considerando valor de corte entre 55 e 65 L/minuto, pode ser útil como medida complementar antes da extubação. São necessários estudos com melhor delineamento para elucidar o melhor método e equipamento para registrar o pico de fluxo da tosse, assim como o melhor ponto de corte.


Abstract Objective: This systematic review was designed to assess the usefulness of cough peak flow to predict the extubation outcome in subjects who passed a spontaneous breathing trial. Methods: The search covered the scientific databases MEDLINE, Lilacs, Ibecs, Cinahl, SciELO, Cochrane, Scopus, Web of Science and gray literature. The Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies was used to assess the methodological quality and risk of study bias. The statistical heterogeneity of the likelihood (LR) and diagnostic odds ratios were evaluated using forest plots and Cochran's Q statistic, and a crosshair summary Receiver Operating Characteristic plot using the multiple cutoffs model was calculated. Results: We initially retrieved 3,522 references from the databases; among these, 12 studies including 1,757 subjects were selected for the qualitative analysis. Many studies presented an unclear risk of bias in the "patient selection" and "flow and time" criteria. Among the 12 included studies, seven presented "high risk" and five "unclear risk" for the item "reference standard." The diagnostic performance of the cough peak flow for the extubation outcome was low to moderate when we considered the results from all included studies, with a +LR of 1.360 (95%CI 1.240 - 1.530), -LR of 0.218 (95%CI 0.159 - 0.293) and a diagnostic odds ratio of 6.450 (95%CI 4.490 - 9.090). A subgroup analysis including only the studies with a cutoff between 55 and 65 L/minute showed a slightly better, although still moderate, performance. Conclusion: A cough peak flow assessment considering a cutoff between 55 and 65L/minute may be useful as a complementary measurement prior to extubation. Additional well-designed studies are necessary to identify the best method and equipment to record the cough peak flow as well as the best cutoff.


Subject(s)
Humans , Cough , Airway Extubation , Ventilator Weaning , ROC Curve
7.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(2): 304-311, abr.-jun. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1280170

ABSTRACT

RESUMO Para a extubação orotraqueal em pacientes pediátricos, é fortemente recomendada a avaliação de sua prontidão. No entanto, a utilização de um dispositivo ou prática que fosse superior ao julgamento clínico ainda não foi determinada com exatidão. Assim, é importante realizar uma revisão sobre as técnicas preditoras de escolha na prática clínica para prever a falha de extubação orotraqueal em pacientes pediátricos. A partir de uma busca nas bases de dados PubMed®, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library e Scopus, realizamos um levantamento das variáveis preditoras de falha de extubação orotraqueal mais comumente utilizadas na prática clínica em pacientes pediátricos. Dos oito preditores descritos, observamos três mais usados: teste de respiração espontânea, índice de respiração rápida e superficial e pressão inspiratória máxima. Embora a disparidade dos dados apresentados nos estudos tenha inviabilizado um tratamento estatístico, foi possível, a partir desse meio, descrever e analisar o desempenho desses testes.


ABSTRACT For extubation in pediatric patients, the evaluation of readiness is strongly recommended. However, a device or practice that is superior to clinical judgment has not yet been accurately determined. Thus, it is important to conduct a review on the techniques of choice in clinical practice to predict extubation failure in pediatric patients. Based on a search in the PubMed®, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library and Scopus databases, we conducted a survey of the predictive variables of extubation failure most commonly used in clinical practice in pediatric patients. Of the eight predictors described, the three most commonly used were the spontaneous breathing test, the rapid shallow breathing index and maximum inspiratory pressure. Although the disparity of the data presented in the studies prevented statistical treatment, it was still possible to describe and analyze the performance of these tests.


Subject(s)
Humans , Child , Ventilator Weaning , Airway Extubation , Intensive Care Units, Pediatric
8.
Rev. bras. cir. cardiovasc ; 36(1): 32-38, Jan.-Feb. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1155805

ABSTRACT

Abstract Introduction: The delayed extubation of patients undergoing mechanical ventilation (MV) in the postoperative period of cardiac surgery (CS) is associated with mortality. The adoption of spinal anesthesia (SA) combined with general anesthesia in CS influences the orotracheal intubation time (OIT). This study aims to verify if the adoption of SA reduces the time of MV after CS, compared to general anesthesia (GA) alone. Methods: Two hundred and seventeen CS patients were divided into two groups. The GA group included 108 patients (age: 56±1 years, 66 males) and the SA group included 109 patients (age: 60±13 years, 55 males). Patients were weaned from MV and, after clinical evaluation, extubated. Results: In the SA group, considering a 13-month period, 24% of the patients were extubated in the operating room (OR), compared to 10% in the GA group (P=0.00). The OIT was lower in the SA group than in the GA group (SA: 4.4±5.9 hours vs. GA: 6.0±5.6 hours, P=0.04). In July/2017, where all surgeries were performed in the GA regimen, only 7.1% of the patients were extubated in the OR. In July/2018, 94% of the surgeries were performed under SA, and 64.7% of the patients were extubated in the OR (P=0.00). The OIT on arrival at the intensive care unit to extubation, comparing July/2017 to July/2018, was 5.3±5.3 hours in the GA group vs. 1.7±3.9 hours in the SA group (P=0.04). Conclusion: The adoption of SA in CS increased the frequency of extubations in the OR and decreased OIT and MV time.


Subject(s)
Humans , Male , Middle Aged , Aged , Cardiac Surgical Procedures , Anesthesia, Spinal , Operating Rooms , Respiration, Artificial , Time Factors , Retrospective Studies , Airway Extubation
9.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 11(1): 155-162, Fev. 2021. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1253130

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Os benefícios da ventilação mecânica em neonatos prematuros se complementam com o sucesso na sua retirada. OBJETIVO: Avaliar os parâmetros ventilatórios e gasométricos pré extubação e identificar possíveis fatores que possam contribuir na decisão da extubação endotraqueal em recém-nascidos prematuros até 32 semanas. MÉTODOS: Tratase de um estudo prospectivo, de caráter observacional. A amostra do estudo foi selecionada de forma não probabilística. Foram incluídos prematuros com idade gestacional até 32 semanas, e em ventilação mecânica invasiva por no mínimo 24 horas. E os critérios de exclusão foram recém-nascidos com malformações, cardiopatias e os transferidos para outros hospitais antes da primeira extubação eletiva. Os dados sobre o diagnóstico clínico, dados vitais, parâmetros da ventilação mecânica e gasometria arterial, registrado em uma ficha elaborada pelos pesquisadores e coletados diariamente, uma vez por dia desde o primeiro dia de ventilação mecânica invasiva até o momento de retirada do tubo endotraqueal, sendo o recém-nascido acompanhado até 7 dias após a extubação. O desmame e a extubação seguiu o protocolo da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) (presença de respiração espontânea regular e com reflexo de tosse, FiO2 < 40% para manter saturação 90%; pressão inspiratória entre 15 ­ 18 cmH2O; FR=15 a 20 ipm; pH > 7,25 mmHg e PaCO2 < 50 mmHg). RESULTADOS: Dos 20 recém-nascidos prematuros incluídos no estudo, 14 eram do sexo masculino, a média de idade gestacional foi de 28,9± 2,12 semanas e a média do peso ao nascimento foi 1069,5g ± 375,5. Em 75% dos casos, a intubação foi devido à síndrome do desconforto respiratório neonatal. Do total da amostra, 40% apresentaram. Não houve diferença significativa entre os grupos sucesso e falha na extubação, quanto aos dados ventilatórios e gasométricos analisados pré e pós extubação (p>0,05). Na regressão logística, observou-se que a fração inspirada de oxigênio (p= 0,03) e a pressão média de vias aéreas (p= 0,03) apresentaram significância como preditor para extubação. O tempo de uso da ventilação mecânica invasiva não apresentou significância estatística (p=0,06), para o desfecho avaliado. CONCLUSÃO: Neste estudo, os parâmetros mínimos ventilatórios como FiO2 e MAP se relacionam diretamente com o sucesso da extubação, bem como estar atento às condições clínicas do paciente auxiliam a equipe a nortear o desmame e programar uma extubação mais criteriosa e segura.


INTRODUCTION: The benefits of mechanical ventilation in preterm infants are complemented by successful extraction. OBJECTIVE: To evaluate ventilatory and gasometric parameters before extubation and to identify possible factors that may contribute to the endotracheal extubation decision in preterm infants up to 32 weeks. METHODS: This is a prospective observational study. The study sample was selected in a non-probabilistic way. Preterm infants with a gestational age of up to 32 weeks and invasive mechanical ventilation for at least 24 hours were included. Exclusion criteria were newborns with malformations, heart disease, and those transferred to other hospitals before the first elective extubation. Weaning and extubation followed the protocol of the Neonatal Intensive Care Unit (NICU) (presence of regular spontaneous breathing with a cough reflex, FiO2 <40% to maintain 90% saturation; inspiratory pressure between 15-18 cmH2O; RR = 15 to 20 ipm; pH> 7.25 mmHg and PaCO2 <50 mmHg). The newborn was followed up to 7 days after extubation. RESULTS: 20 preterm newborns were included, in 75% of the cases intubation was due to neonatal respiratory distress syndrome. Of the total sample, 40% were unsuccessful. In the logistic regression, it was observed that the inspired oxygen fraction (p = 0.03) and the mean airway pressure (p = 0.03) showed significance as a predictor of extubation. The time of use of invasive mechanical ventilation was not statistically significant (p = 0.06) for the evaluated result. CONCLUSION: In this study, ventilatory and blood gas parameters did not influence the success or failure outcome. However, these data associated with the patient's condition can help guide and schedule safer extubation.


Subject(s)
Airway Extubation , Infant, Premature , Intensive Care Units, Neonatal
10.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-887514

ABSTRACT

INTRODUCTION@#Despite adhering to criteria for extubation, up to 20% of intensive care patients require re-intubation, even with use of post-extubation high-flow nasal cannula (HFNC). This study aims to identify independent predictors and outcomes of extubation failure in patients who failed post-extubation HFNC.@*METHODS@#We conducted a multicentre observational study involving 9 adult intensive care units (ICUs) across 5 public hospitals in Singapore. We included patients extubated to HFNC following spontaneous breathing trials. We compared patients who were successfully weaned off HFNC with those who failed HFNC (defined as re-intubation ≤7 days following extubation). Generalised additive logistic regression analysis was used to identify independent risk factors for failed HFNC.@*RESULTS@#Among 244 patients (mean age: 63.92±15.51 years, 65.2% male, median APACHE II score 23.55±7.35), 41 (16.8%) failed HFNC; hypoxia, hypercapnia and excessive secretions were primary reasons. Stroke was an independent predictor of HFNC failure (odds ratio 2.48, 95% confidence interval 1.83-3.37). Failed HFNC, as compared to successful HFNC, was associated with increased median ICU length of stay (14 versus 7 days, @*CONCLUSION@#Post-extubation HFNC failure, especially in patients with stroke as a comorbidity, remains a clinical challenge and predicts poorer clinical outcomes. Our observational study highlights the need for future prospective trials to better identify patients at high risk of post-extubation HFNC failure.


Subject(s)
Adult , Airway Extubation , Cannula , Critical Care , Female , Humans , Intensive Care Units , Male , Middle Aged , Respiratory Insufficiency/therapy , Singapore/epidemiology
11.
Rev. latinoam. enferm. (Online) ; 29: e3397, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1150012

ABSTRACT

Objective: to describe scientific evidence regarding the use of prone positioning in the care provided to patients with acute respiratory failure caused by COVID-19. Method: this is a scoping review. PRISMA Extension for Scoping Reviews was used to support the writing of this study. The search was conducted in seven databases and resulted in 2,441 studies, 12 of which compose the sample. Descriptive statistics, such as relative and absolute frequencies, was used to analyze data. Results: prone positioning was mainly adopted in Intensive Care Units, lasted from a minimum of 12 up to 16 hours, and its prescription was based on specific criteria, such as PaO2/FiO2 ratio, oxygen saturation, and respiratory rate. The most prevalent complications were: accidental extubation, pressure ulcer, and facial edema. Decreased hypoxemia and mortality rates were the main outcomes reported. Conclusion: positive outcomes outweighed complications. Various cycles of prone positioning are needed, which may cause potential work overload for the health staff. Therefore, an appropriate number of trained workers is necessary, in addition to specific institutional protocols to ensure patient safety in this context.


Objetivo: descrever as evidências científicas acerca da utilização da posição prona na assistência ao paciente com insuficiência respiratória aguda provocada por COVID-19. Método: trata-se de uma scoping review. O instrumento PRISMA Extension for Scoping Reviews foi utilizado para a redação do estudo. As buscas foram realizadas em sete bases de dados, resultando em 2.441 estudos dos quais 12 compõem a amostra. Uma análise descritiva dos dados foi realizada empregando frequências relativas e absolutas. Resultados: a utilização da posição prona ocorreu principalmente em Unidades de Terapia Intensiva, com duração mínima de 12 a 16 horas, e teve como fundamentos de indicação critérios específicos, tais como a relação PaO2/FiO2, a saturação de oxigênio e a frequência respiratória. As complicações mais prevalentes da sua utilização foram: extubação acidental, lesão por pressão e edema facial. Identificou-se a redução da hipoxemia e da mortalidade como principais desfechos evidenciados na amostra. Conclusão: os desfechos positivos sobressaíram-se face às complicações. São necessários vários ciclos de pronação do paciente, fator causador de possível sobrecarga de trabalho da equipe de saúde. Portanto, são importantes um adequado dimensionamento dos profissionais, uma equipe treinada e protocolos institucionais específicos a fim de se garantir a segurança do paciente nesse contexto.


Objetivo: describir las evidencias científicas acerca de la utilización de la posición prona en la atención al paciente con insuficiencia respiratoria aguda provocada por COVID-19. Método: se trata de una revisión de escopo. El instrumento PRISMA Extension for Scoping Reviews fue utilizado para la redacción del estudio. Las búsquedas fueron realizadas en siete bases de datos, resultando en 2.441 estudios de los cuales 12 integran la muestra. Un análisis descriptivo de los datos fue desarrollado empleando frecuencias relativas y absolutas. Resultados: la utilización de la posición prona ocurrió principalmente en Unidades de Terapia Intensiva, con duración mínima de 12 a 16 horas, y tuvo como fundamentos de indicación criterios específicos, tales como la relación PaO2/FiO2, la saturación de oxígeno y la frecuencia respiratoria. Las complicaciones más frecuentes de su uso fueron: desintubación accidental, lesión por presión y edema facial. Se identificó la reducción de la hipoxemia y de la mortalidad como principales resultados evidenciados en la muestra. Conclusión: los resultados positivos se destacaran ante las complicaciones. Son necesarios varios ciclos de pronación del paciente, factor causante de una posible sobrecarga de trabajo del equipo de salud. Por lo tanto, son importantes un adecuado dimensionamiento de los profesionales, un equipo capacitado y protocolos institucionales específicos a fin de garantizar la seguridad del paciente en ese contexto.


Subject(s)
Patient Care Team , Respiratory Distress Syndrome , Respiratory Insufficiency , Respiratory Tract Infections , Prone Position , Coronavirus Infections , Pressure Ulcer , Edema , Alkalies , Equipment and Supplies , Airway Extubation , Critical Care Nursing , Intensive Care Units , Hypoxia
12.
Repert.Med.Cir ; 30(3): 267-271, 2021. ilus.
Article in English, Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1363539

ABSTRACT

El edema pulmonar agudo posextubación constituye un evento poco frecuente en la práctica anestésica. Cuando ocurre es necesario administrar tratamiento adecuado, ya que las complicaciones del mismo pueden traducirse en mayor estancia hospitalaria y lesiones serias del aparato respiratorio, como edema pulmonar intersticial, elevación de la presión hidrostática capilar y aumento de la presión transmural de las cámaras cardiacas, lo que puede conducir a fallo del aparato cardiovascular y a la muerte subsecuente del paciente. Se presenta el caso de un paciente con clasificación del estado físico ASA (American Society of Anesthesiologist) II, sin patología pulmonar previa, quien al momento de la emersión anestésica presenta un episodio agudo de dificultad respiratoria, con evidencia de edema pulmonar posextubación confirmado por clínica e imágenes con ulterior resolución satisfactoria.


Post-extubation acute pulmonary edema is a rare event in anesthetic practice. When it occurs, it requires adequate treatment, since its complications may result in longer hospital stay and serious respiratory system lesions, such as interstitial pulmonary edema, increased capillary hydrostatic pressure and increased transmural pressure of the cardiac chambers, which may progress to cardiopulmonary arrest and death of the patient. We present the case of a patient who was classified with the (American Society of Anesthesiologist (ASA) II physical status, without a history of pulmonary disease, who upon emergence of general anesthesia developed an acute episode of respiratory distress, with evidence of post-extubation pulmonary edema confirmed by clinical and imaging findings with subsequent satisfactory resolution.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Pulmonary Edema , Hydrostatic Pressure , Respiratory System , Therapeutics , Airway Extubation
13.
Gac. méd. Méx ; 156(6): 549-555, nov.-dic. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1249966

ABSTRACT

Resumen Introducción: Aun con adecuado protocolo de desconexión de la ventilación mecánica (DVM), el procedimiento falla en 15 a 30 % de los casos. Objetivo: Evaluar la asociación entre factores de riesgo independientes y fracaso posextubación en pacientes con DVM en una unidad de cuidados intensivos. Método: Estudio de cohorte, longitudinal, prospectivo, analítico, que incluyó pacientes sometidos a ventilación mecánica por más de 24 horas y que fueron extubados. Se obtuvieron reportes preextubación de hemoglobina, albúmina, fósforo, índice cintura-cadera y puntuación SOFA. Se definió como fracaso de extubación al reinicio de la ventilación mecánica en 48 horas o menos. Resultados: Se extubaron 123 pacientes, 74 hombres (60 %); la edad promedio fue de 50 ± 18 años. Ocurrió fracaso de extubación en 37 (30 %). Como factores de riesgo independentes se asoció hipoalbuminemia en 29 (23.8 %, RR = 1.43, IC 95 % = 1.11-1.85) e hipofosfatemia en 18 (14.6 %, RR = 2.98, IC 95 % = 1.66-5.35); se observaron dos o más factores de riesgo independientes en 22.7 % (RR = 1.51, IC 95 % = 1.14-2.00). Conclusiones: Identificar los factores de riesgo independentes antes de la DVM puede ayudar a reducir el fracaso de la extubación y la morbimortalidad asociada.


Abstract Introduction: Even with an adequate mechanical ventilation weaning (MVW) protocol, the procedure fails in 15 to 30 % of cases. Objective: To assess the association between independent risk factors (IRFs) and post-extubation failure in patients undergoing MVW in an intensive care unit. Method: Longitudinal, prospective, analytical cohort study in patients on mechanical ventilation for more than 24 hours and who were extubated. Pre-extubation reports of hemoglobin, albumin, phosphorus, waist-hip ratio and SOFA score were obtained. Extubation failure was defined as resumption of mechanical ventilation within 48 hours or less. Results: 123 patients were extubated, out of whom 74 were males (60 %); average age was 50 ± 18 years. Extubation failure occurred in 37 (30 %). Hypoalbuminemia was associated as an independent risk factor in 29 (23.8 %, RR = 1.43, 95 % CI = 1.11-1.85) and hypophosphatemia was in 18 (14.6 %, RR = 2.98, 95 % CI = 1.66-5.35); two or more IRFs were observed in 22.7 % (RR = 1.51, 95 % CI = 1.14-2.00). Conclusions: Identifying independent risk factors prior to MVW can help reduce the risk of extubation failure and associated morbidity and mortality.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Ventilator Weaning , Airway Extubation/adverse effects , Phosphorus/blood , Time Factors , Serum Albumin/analysis , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Retreatment , Health Care Surveys/statistics & numerical data , Waist-Hip Ratio , Airway Extubation/statistics & numerical data , Intensive Care Units
14.
Med. infant ; 27(2): 145-151, Diciembre 2020. ilus, Tab
Article in Spanish | LILACS, BINACIS, UNISALUD | ID: biblio-1150455

ABSTRACT

Introducción: La ventilación mecánica (VM) forma parte de la recuperación postoperatoria (PO) de niños con cirugía de cardiopatía congénita, pero su uso no está exento de riesgos. El fracaso de extubación (FE) se ha asociado con internaciones prolongadas, aumento de complicaciones y mortalidad. El objetivo es determinar un valor de Vd/Vt predictor de extubación exitosa (EE). Material y métodos: estudio de cohorte prospectivo y observacional realizado del 1 de Enero al 31 de Diciembre de 2016 en niños menores de 6 meses cursando PO de cirugía cardiovascular con circulación extracorpórea (CEC) con requerimientos de VM por más de 48 horas. En los mismo se analizó el éxito o fracaso de extubación. Previo a la extubación se registraron valores de mecánica respiratoria; Vd/Vt, CO2 espiratoria final, Vt/kg, etc. Otras variables registradas: edad, sexo, peso, requerimiento de VM antes de la cirugía, fisiología de ventrículo único, duración de VM, complicaciones, duración de la internación y mortalidad. Las variables continuas se describieron como mediana y rango intercuartilo (25-75) y se compararon con prueba de Wilcoxon, las categóricas como proporciones o porcentajes y se analizaron con chi2 . Se efectuó un análisis bivariado con diferentes puntos de corte de Vd/Vt pre extubación para realizar un análisis de sensibilidad del valor predictivo de EE. Resultados: Se evaluó Vd/Vt en 67 pacientes, tres se eliminaron por parálisis cordal (1) y parálisis del diafragma (2). Mediana de edad 23 días (10-55), peso 3.2 Kg (2.89- 3.88), días de VM 5 (3-7), días de internación 15 (2- 128), mortalidad 7,8%. Se extubaron con éxito 76% de los pacientes (50/64). Las características demográficas de los pacientes, la mecánica respiratoria, gases de sangre arterial y EtCO2 no tuvieron asociación significativa con EE. Un Vd/Vt pre extubación < 0,53 se asoció con EE. Conclusión: En la población estudiada un valor de Vd/Vt <0,53 se asoció con EE. Los pacientes con ventrículo único presentaron mayor FE.(AU)


Introduction: Mechanical ventilation (MV) is part of postoperative (PO) recovery of children with congenital heart disease surgery, but is not without risks. Extubation failure (EF) has been associated with prolonged hospital stays and increased complication and mortality rates. The goal is to determine the value of Vd/Vt as a predictor of successful extubation (SE). Material and methods: A prospective and observational cohort study was conducted from January 1 to December 31, 2016, in children under 6 months of age undergoing cardiovascular surgery with extracorporeal circulation (ECC) and requiring MV for more than 48 hours. Intubation success or failure was evaluated. Prior to extubation, respiratory mechanics values, such as Vd/Vt, final expiratory CO2, and Vt/kg, were recorded. Other variables, including age, sex, weight, VM requirement before surgery, single ventricle physiology, VM duration, complications, length of hospital stay, and mortality were also recorded. Continuous variables were described as median and interquartile range (25-75) and compared with the Wilcoxon test. Categorical variables were described as proportions or percentages and analyzed with chi2. Bivariate analysis was performed with different pre-extubation Vd/Vt cut-off points to analyze the sensitivity of the predictive value for SE. Results: Vd/Vt was evaluated in 67 patients; three were excluded because of vocal fold (1) and diaphragm paralysis (2). Median age was 23 days (10-55), weight 3.2 Kg (2.89- 3.88), days on MV 5 (3-7), length of hospital stay 15 (2- 128), and mortality rate 7.8%. Overall, 76% of patients (50/64) were successfully extubated. Patient demographics, respiratory mechanics, arterial blood gases, and EtCO2 were not significantly associated with SE. A pre-extubation Vd/ Vt < 0.53 was associated with SE. Conclusion: In this series of patients, a Vd/Vt value of <0.53 was associated with SE. EF was increased in patients with a single ventricle (AU)


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Infant , Respiration, Artificial , Respiratory Dead Space/physiology , Tidal Volume/physiology , Airway Extubation , Heart Defects, Congenital/surgery , Postoperative Complications , Prospective Studies , Cohort Studies , Critical Care
15.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 10(4): 666-673, Nov. 2020. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1224463

ABSTRACT

O sucesso do desmame da ventilação mecânica invasiva (VMI) é definido pela manutenção da ventilação espontânea durante um período de pelo menos 48h após a interrupção da ventilação artificial. Considera-se insucesso ou falência do desmame, se o retorno à ventilação artificial for necessário neste período. OBJETIVO: Descrever o índice de sucesso de extubação de uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). MÉTODOS: Estudo descritivo, transversal e retrospectivo. A população do estudo foi composta por pacientes com idade superior à 28 dias de vida e inferior à 14 anos de idade de ambos os sexos, no Hospital Estadual da Criança (HEC), submetidos à VMI através do tubo orotraqueal (TOT) por mais de 24h e que passaram pelo processo de desmame, tendo como base, o protocolo de extubação, da unidade hospitalar, realizado no período de janeiro à agosto de 2017 e abril à julho de 2018. A análise de dados se deu por meio da estatística descritiva, calculando a média e os valores relativos. RESULTADOS: A amostra foi composta por 74 registros, o tempo médio do uso da VMI foi de 8,67 dias. Ao ser aplicado o teste de respiração espontânea para a realização da extubação, 82,3% crianças apresentaram alto índice de sucesso e 17,56% médio índice. Destas, 72,97%tiveram sucesso na extubação. CONCLUSÃO: Os registros que compuseram esta amostra demonstraram uma menor taxa de falha de extubação, correspondendo ao observado em outros serviços de referência.


The success of weaning from invasive mechanical ventilation (IMV) is defined by the maintenance of spontaneous ventilation for a period of at least 48 hours after the interruption of artificial ventilation. Weaning is considered a failure or failure if a return to artificial ventilation is necessary during this period. OBJECTIVE: To describe the extubation success rate of a Pediatric Intensive Care Unit (PICU). METHODS: Descriptive, cross-sectional and retrospective study. The study population consisted of patients older than 28 days of age and younger than 14 years of age, of both sexes, in the Hospital Estadual da Criança (HEC), Bahia, Brazil, who underwent IMV through the orotracheal tube (TOT) for more than 24 hours and who went through the process of weaning, based on the extubation protocol, of the hospital unit, carried out from January to August 2017 and April to July 2018. Data analysis was done through descriptive statistics, calculating the mean and values relative. RESULTS: The sample consisted of 74 records, the mean time of using IMV was 8.67 days. When the spontaneous breathing test was applied to perform extubation, 82.3% children had a high success rate and 17.56% a medium rate. Of these, 72.97% were successful in extubation. CONCLUSION: The records that comprised this sample showed a lower rate of extubation failure, corresponding to that observed in other reference services.


Subject(s)
Airway Extubation , Weaning , Intensive Care Units, Pediatric
16.
Arch. argent. pediatr ; 118(5): e454-e462, oct 2020. tab, ilus
Article in English, Spanish | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1122511

ABSTRACT

La pandemia por COVID-19 ha acaparado la atención mundial. Los distintos países se esfuerzan en optimizar recursos y brindar tratamientos efectivos en la medida que estos son avalados por la evidencia, con un ritmo de producción acorde a la urgencia. En el ámbito pediátrico, el COVID-19 acarrea una baja tasa de gravedad, en comparación con la población adulta. Un 6 % de los casos presentan una evolución grave, que se observa en los pacientes menores de 1 año de edad y/o con patologías subyacentes.Los enfoques terapéuticos en los pacientes pediátricos con COVID-19 no están claros. La escasa casuística en pediatría dificulta realizar recomendaciones en el paciente crítico que estén sustentadas en la evidencia. Esta revisión tiene como objetivo resumir las distintas publicaciones existentes sobre el curso de esta enfermedad y su tratamiento en los pacientes pediátricos críticamente enfermos


The COVID-19 pandemic has grabbed worldwide attention. The different national governments are making an effort to optimize resources and provide effective treatments inasmuch as they are supported by the evidence, at a rate of production in line with the pressing needs. In the field of pediatrics, COVID-19 has a low severity rate compared to the adult population. Approximately 6 % of cases present with a severe course, accounting for patients younger than 1 year and/or with underlying conditions.The therapeutic approach to pediatric patients with COVID-19 is unclear. The small number of pediatric cases hinders the possibility of making evidence-based recommendations for critically-ill patients. The objective of this review is to summarize the different current publications about the clinical course of COVID-19 and its management in critically-ill pediatric patien


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant , Child, Preschool , Child , Critical Illness , Coronavirus Infections , Betacoronavirus , Coronavirus Infections/drug therapy , Severe Acute Respiratory Syndrome , Airway Extubation , Personal Protective Equipment , Intubation, Intratracheal , Hypoxia/therapy
17.
Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004) ; 40(3): 84-89, sept. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1128897

ABSTRACT

Introducción: la discontinuación de la ventilación mecánica invasiva en las Unidades de Cuidados Intensivos es un objetivo fundamental y primario, en pos de evitar las complicaciones asociadas a ella. El uso de ventilación no invasiva en este contexto resulta de utilidad en tres escenarios específicos: a) como prevención de fallo de extubación, b) como cambio de interface, c) en fallo instalado. No existe evidencia suficiente sobre el tiempo de uso habitual de la VNI en esta subpoblación, las variables que se utilizan para elegirla, las causas de fallo de la VNI y la mortalidad asociada en estos pacientes. Objetivos: describir epidemiológicamente a los pacientes adultos con uso de VNI posextubación y su evolución hasta el alta hospitalaria. Describir la indicación de VNI, el tiempo de uso, las tasas de reintubación y mortalidad intrahospitalaria. Materiales y métodos: cohorte retrospectiva de pacientes internados en la UCI de adultos del Hospital Italiano de San Justo que utilizaron VNI posextubación. A partir de la historia clínica electrónica se registraron variables epidemiológicas previas al ingreso en la UCI y datos evolutivos durante la internación. El período analizado abarca desde el 17 de diciembre de 2016 hasta el 01 de agosto de 2018. Resultados: se incluyeron 48 pacientes en el presente estudio. La mediana de edad fue de 76 años (RIQ 62,75-83,25). El 58,33% eran hombres. El índice de comorbilidad de Charlson tuvo un valor de mediana de 5 (RIQ 3-6). Del total de pacientes reclutados, 33 utilizaron VNI como prevención de fallo de extubación (68,75%), 13 como cambio de interface (27,08%) y solo 2 como fallo instalado (4,16%). La mediana de días de uso de VNI fue 1 (RIQ 0-5) en prevención de fallo, 1 (RIQ 1-2) en cambio de interface y en fallo instalado 13,5 días (RIQ 8,75-18,25). Ocho pacientes fueron reintubados (16,66%). La mortalidad fue del 9,1% en el grupo de prevención de fallo y 7,7% en el grupo de cambio de interface, respectivamente. En cuanto al grupo que la usó a partir del fallo instalado, la tasa de mortalidad fue del 50% (total de dos pacientes). Conclusiones: la VNI como método de discontinuación de la VMI se utiliza principalmente tanto para la prevención de fallo como para cambio de interfaz. El tiempo de uso de VNI posextubación es, en general, limitado. Se necesitan futuros trabajos que identifiquen las horas requeridas de uso de VNI posextubación. (AU)


Introduction: the discontinuation of invasive mechanical ventilation in the intensive care unit is a fundamental and primary objective, both of which aim to avoid the complications associated with it. The use of non-invasive ventilation in this context may follow three specific scenarios: a) as prevention of extubation failure, b) as interface change, c) in overt failure. There is not enough evidence on the time of use of NIV in this subpopulation, the variables used to guide its use, the causes of NIV failure and the associated mortality in these patients. Objectives: to describe the use of NIV after extubation in adult critically ill patients. Further, we aim to describe the time of NIV use, the mortality and reintubation rate of each subgroup. Materials and methods: retrospective cohort study including adult patients admitted to the ICU at Hospital Italiano de San Justo, who received NIV post-extubation. Using the electronic health database, epidemiological variables were recorded prior to admission to the ICU and follow-up data during the hospitalization. The period analyzed was from December 17, 2016 to August 1, 2018. Results: 48 patients were included in the present analysis. Median age was 76 years (RIQ 62.75-83.25) and 58.33% were men. The Charlson comorbidity index had a median value of 5 (RIQ 3-6). Of the total number of patients recruited, 33 used NIV as prevention of extubation failure (68.75%), 13 as interface change (27.08%). ) and only 2 as overt extubation failure (4.16%).The median number of days of NIV use was 1 (RIQ 0-5) in failure prevention and 1 (RIQ 1-2) in the change of interface group. 8 patients were reintubated (16.66%). 9.1% and 7.7% of patients died in the groups that used NIV as prevention of extubation failure and change of interface respectively. Conclusions: NIV is frequently used in adult patients following extubation in our centre. Further studies are warranted to depict the necessary time of use to better allocate resources within the intensive care unit. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Airway Extubation/statistics & numerical data , Noninvasive Ventilation/statistics & numerical data , Patient Discharge , Argentina/epidemiology , Cohort Studies , Mortality , Airway Extubation/instrumentation , Airway Extubation/mortality , Noninvasive Ventilation/instrumentation , Noninvasive Ventilation/mortality , Noninvasive Ventilation/trends , Intensive Care Units/statistics & numerical data , Intubation, Intratracheal/statistics & numerical data
18.
Rev. bras. cir. cardiovasc ; 35(4): 593-596, July-Aug. 2020. tab, graf
Article in English | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1137291

ABSTRACT

Abstract The standard treatment of transposition of the great arteries is the arterial switch operation (ASO). Despite successful surgical correction, patients cannot tolerate extubation after the operation. Major aortopulmonary collaterals (MAPCAs) are one of the rare causes of prolonged mechanical ventilation due to significant hemodynamic effects. We report a 28-day-old newborn with transposition of the great arteries and a ventricular septal defect (VSD) who underwent ASO and VSD closure. After postoperative extubation failed twice, four large MAPCAs were revealed during heart catheterization. After transcatheter closure of these four MAPCAs, the patient was extubated and discharged 27 days after the procedure.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Transposition of Great Vessels/surgery , Arterial Switch Operation/adverse effects , Heart Septal Defects, Ventricular/surgery , Retrospective Studies , Treatment Outcome , Airway Extubation
19.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 10(3): 442-450, ago.2020. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1223931

ABSTRACT

Intubação endotraqueal é procedimento comum nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatais e tem como evento adverso a extubação não planejada, um incidente grave, associado a morbidade neonatal. OBJETIVO: Verificar a prevalência de extubação não planejada e fatores associados em recém-nascidos submetidos à ventilação mecânica na unidade de terapia intensiva neonatal por condições respiratórias, cardíacas ou por pós-operatório. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo transversal, retrospectivo realizado entre março a dezembro de 2017. Os dados foram coletados da ficha de notificação do serviço e incluíram: sexo, peso no momento do evento, comorbidades do paciente, data e hora de ocorrência, condições associadas e conduta pós-extubação. RESULTADOS: Em 38 recém-nascidos em ventilação mecânica foram registrados 72 eventos, a prevalência da extubação não planejada de 4,6%. Entre os fatores identificados, peso inferior a 1.500g foi observado em 20 recém-nascidos (52,6%) e prematuridade em 25 (65,8%). Em 15 recém-nascidos (39,5%) houve mais de um evento/paciente. Peso inferior a 2.500g esteve associado a um risco 6 vezes maior de recorrência do incidente. As condições associadas aos eventos foram agitação motora do recém-nascido (50%), manuseio da cânula endotraqueal (28,3%) e durante procedimentos de rotina do recém-nascido (21,7%). Reintubação foi necessária em 58 casos (80,5%), sendo imediata em 20 (34,5%). CONCLUSÃO: A agitação motora e o manuseio da cânula endotraqueal, portanto, foram os fatores mais associados aos eventos, a recorrência foi mais frequente em recém-nascido com peso inferior a 2.500g. Medidas de prevenção devem incluir o manejo adequado da agitação motora do recém-nascido e implementação de protocolos de manuseio da cânula endotraqueal.


Endotracheal intubation is a common procedure in Neonatal Intensive Care Unit (NICU) and Unplanned Extubation (UE) is a severe related event, which increases neonatal morbidity. OBJECTIVE: To verify the prevalence of UE and associated factors in newborns submitted to mechanical ventilation (MV). MATERIALS AND METHODS: This is a cross-sectional retrospective study, including 38 newborns and 72 UE. The collected parameters were: gender, weight at the time of extubation, diagnosis, time of UE, associated conditions and conduct. The statistical analysis included the Fisher's exact test and odds ratio (Statistica®). RESULTS: A total of 72 UE were recorded in 38 newborns, with a rate of 1.561 intubated patients/day and UE prevalence of 4.6%. Weight less than 1,500g was observed in 20 newborns (52.6%) and prematurity in 25 (65.8%) and when it was less than 2500g it was associated with a 6-fold increased risk of recurrent UE. In 15 newborns (39.5%) there was more than one event per patient. The conditions associated with increased UE risk were motor agitation of the newborn (50%), endotracheal tube (ETT) manipulation (28.3%) and routine procedures (21.7%). Reintubation was necessary in 58 cases (80.5%), being immediate in 20 (34.5%). CONCLUSION: The prevalence of UE was high and strongly associated with motor agitation and manipulation of ETT. Its recurrence was more frequent in newborns weighing less than 2,500 g. Therefore, prevention measures should include adequate management of the motor agitation in newborns and implementation of protocols for handling the ETT.


Subject(s)
Airway Extubation , Infant, Premature , Patient Safety
20.
Rev. bras. ter. intensiva ; 32(2): 235-243, Apr.-June 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1138497

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Identificar as unidades de terapia intensiva neonatais, pediátricas e mistas (neonatais e pediátricas) no Brasil que utilizam cânulas traqueais com balonete na prática clínica, e descrever as características relacionadas à utilização de protocolos e monitoração. Métodos: Para identificação das unidades de terapia intensiva no Brasil, foi acessado o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde, e foram obtidas informações de 693 unidades de terapia intensiva cadastradas. Trata-se de estudo transversal analítico do tipo survey realizado por questionário eletrônico enviado para 298 unidades de terapia intensiva neonatais, pediátricas e mistas do Brasil. Resultados: Este estudo analisou 146 questionários (49,3% de unidades de terapia intensiva neonatais, 35,6% de unidades de terapia intensiva pediátricas e 15,1% de unidades de terapia intensiva pediátricas mistas). A maioria das unidades participantes (78/146) utilizou cânulas traqueais com balonete, com predomínio de uso nas unidades de terapia intensiva pediátricas (52/78). A maioria das unidades que utilizou cânulas traqueais com balonete aplicou protocolo de monitoração da pressão do balonete (45/78). O uso de protocolos de monitoração do balonete foi observado nas unidades de terapia intensiva com Serviço de Fisioterapia exclusivo da unidade (38/61) e naquelas com tempo de atuação do fisioterapeuta 24 horas/dia (25/45). A causa de falha de extubação mais frequentemente relacionada ao uso de cânulas traqueais com balonete em unidades de terapia intensiva pediátricas foi a obstrução de vias aéreas superiores. Conclusão: Nesta enquete, houve predomínio do uso de cânulas traqueais com balonete e da aplicação de protocolo de monitoração da pressão do balonete em unidades de terapia intensiva pediátricas. A utilização de protocolo de monitoração foi mais frequente em unidades de terapia intensiva com fisioterapeuta exclusivo e com tempo de atuação 24 horas/dia.


ABSTRACT Objective: To identify the neonatal, pediatric and mixed (neonatal and pediatric) intensive care units in Brazil that use cuffed tracheal tubes in clinical practice and to describe the characteristics related to the use of protocols and monitoring. Methods: To identify the intensive care units in Brazil, the Ministry of Health's National Registry of Health Facilities was accessed, and information was collected on 693 registered intensive care units. This was an analytical cross-sectional survey conducted through electronic questionnaires sent to 298 neonatal, pediatric and mixed intensive care units in Brazil. Results: This study analyzed 146 questionnaires (49.3% from neonatal intensive care units, 35.6% from pediatric intensive care units and 15.1% from mixed pediatric intensive care units). Most of the participating units (78/146) used cuffed tracheal tubes, with a predominance of use in pediatric intensive care units (52/78). Most of the units that used cuffed tracheal tubes applied a cuff pressure monitoring protocol (45/78). The use of cuff monitoring protocols was observed in intensive care units with a physical therapy service exclusive to the unit (38/61) and in those with a physical therapist present 24 hours/day (25/45). The most frequent cause of extubation failure related to the use of cuffed tracheal tubes in pediatric intensive care units was upper airway obstruction. Conclusion: In this survey, the use of cuffed tracheal tubes and the application of a cuff pressure monitoring protocol was predominant in pediatric intensive care units. The use of a monitoring protocol was more common in intensive care units that had a physical therapist who was exclusive to the unit and was present 24 hours/day.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Young Adult , Intensive Care Units, Pediatric , Intensive Care Units, Neonatal , Airway Extubation/statistics & numerical data , Intubation, Intratracheal/instrumentation , Brazil , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Equipment Design , Physical Therapists/statistics & numerical data
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