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1.
Psicol. ciênc. prof ; 42: e233736, 2022. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1356598

ABSTRACT

Resumo Este estudo é parte de uma pesquisa mais ampla sobre separação na transição para a parentalidade. Diante do crescente índice de pedidos de separação conjugal por mulheres, objetivamos investigar repercussões da dissolução conjugal para as mulheres, na transição para a parentalidade, em sua perspectiva. Como referencial teórico, utilizamos estudos psicanalíticos, sistêmicos e psicossociais. Realizamos 12 entrevistas com mulheres das camadas médias cariocas, entre 30 e 40 anos de idade, que se separaram há, no mínimo, dois anos, no período de zero a dois anos de idade do primeiro filho. Para a análise dos dados utilizamos o método de análise de conteúdo, na vertente categorial. Emergiram das narrativas três categorias de análise: paternidade após a separação conjugal; adaptação ao novo arranjo familiar; e imaginário social sobre a mãe separada. Os resultados indicaram que as mulheres souberam separar questões relativas à conjugalidade daquelas relativas à parentalidade, contribuindo para boa convivência do casal parental após a separação. Mostraram também que o conservadorismo, os preconceitos e o machismo podem ter prejudicado o período pós-separação das participantes e que possivelmente contribuíram para resistências delas mesmas a estabelecerem novos relacionamentos.(AU)


Abstract This study is part of a broader research on separation in the transition to parenthood. According to the growing rate of requests for marital separation from women, we aim to investigate the repercussions of marital dissolution on women in the transition to parenthood, in their perspective. As a theoretical reference, we used psychoanalytical, systemic, and psychosocial studies. We conducted 12 interviews with women from the middle class of the municipality of Rio de Janeiro, aged between 30 and 40 years, who had separated from their partners at least two years before and during the period their first child was zero to two years old. For data analysis, we used the method of content analysis, in the categorial aspect. Three categories of analysis emerged from the narratives: paternity after marital separation; Adaptation to the new family arrangement; and social imaginary about the separate mother. The results pointed out that women were able to separate issues related to conjugality from those related to parenting, contributing to the good relation of the parental couple after the separation. They also showed that conservatism, prejudice, and sexism may have affected the post-separation period of the participants and may have contributed to their own resistance to establishing new relationships.(AU)


Resumen Este estudio parte de una investigación más amplia sobre la separación en la transición a la paternidad. En vista de la creciente tasa de solicitudes de separación matrimonial femenina, el objetivo de este artículo fue investigar las repercusiones de la disolución matrimonial para las mujeres en la transición a la paternidad, desde su perspectiva. Como referencia teórica, utilizamos estudios psicoanalíticos, sistémicos y psicosociales. Realizamos 12 entrevistas con mujeres de clase media de Río de Janeiro, de entre 30 y 40 años de edad que habían estado separadas durante al menos dos años, en el período de cero a dos años del primer hijo. Para el análisis de datos, utilizamos el método de análisis de contenido, en el aspecto categorial. De las narraciones surgieron tres categorías de análisis: paternidad después de la separación conyugal; adaptación al nuevo arreglo familiar; y el imaginario social sobre la madre separada. Los resultados indicaron que las mujeres lograron separar las cuestiones relacionadas con la conyugalidad de las relacionadas con la paternidad, contribuyendo a la buena convivencia de la pareja parental tras la separación. También mostraron que el conservadurismo, los prejuicios y el sexismo pueden haber afectado el período posterior a la separación de los participantes y haber contribuido a su propia resistencia a nuevas relaciones amorosas.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Divorce , Marriage , Parenting , Paternity , Prejudice , Family , Adaptation to Disasters , Sexism , Androcentrism , Mothers
2.
Psicol. ciênc. prof ; 42: e235483, 2022. graf
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1360642

ABSTRACT

Resumo A presente produção versa sobre as consequências do racismo na saúde mental das mulheres negras integrantes do Movimento de Mulheres Dandara do Sisal (MMNDS), atuante no Território do Sisal, na Bahia. A intersecção de raça e gênero fomentou a organização do movimento, já que o gênero influi no racismo e a cor, no machismo; além do fato de as mulheres negras serem alvos de racismo e sexismo desde o período da escravização. A abordagem metodológica utilizada foi a descritiva-qualitativa, cujos métodos de coleta de dados foram entrevistas semiestruturadas com seis mulheres negras e observação participante de ações e atividades do movimento Dandara do Sisal. As entrevistadas relataram o racismo, a discriminação e o preconceito raciais que sofreram em suas trajetórias em diferentes espaços e instituições sociais: família, escola, universidade/faculdade, mercado de trabalho, dispositivos de saúde pública etc. Ser vítima de tais violências reflete negativamente na identidade negra, autoestima, subjetividade e saúde mental das atrizes sociais. Elas descreveram o sofrimento psíquico da exclusão social e a importância de estarem em movimento como estratégias de fortalecimento mental e enfrentamento ao racismo. Entende-se a Psicologia, enquanto ciência e profissão, como importante na luta antirracista, pois as consequências deletérias do racismo ameaçam a saúde mental e as subjetividades das mulheres e população negras.(AU)


Abstract This article discusses the consequences of racism on the mental health of black women members of the Dandara of Sisal Black Women Movement (MMNDS), which acts in the territory of Sisal, Bahia. The intersection of race and gender has fostered the movement's creation due to the gender impacting racism and the race affecting the sexism; as well as the fact that black women are victim of racism and sexism since the period of slavery. The methodological approach was qualitative and descriptive, with data collection methods by semi-structured interviews with six black women activists and participant observation of the Dandara of Sisal movement actions and activities. The women reported the racism, racial discrimination and prejudice that they suffered in their lives in different spaces and social institutions: family, school, university, job market, public health mechanisms etc. Being victim of such violence reflects negatively on the black identity, self-esteem, subjectivity, and mental health of these social actresses. They described the psychic suffering of social exclusion and the importance of being in the movement as strategies for mental empowerment and fight against the racism. Psychology is understood, as science and profession, as important in the anti-racist cause, since the deleterious effects of racism threaten the mental health and the subjectivity of black women and people.(AU)


Resumen Este texto se centra en las consecuencias del racismo en la salud mental de las mujeres negras miembros del Movimiento de Mujeres Negras Dandara do Sisal (MMNDS) que actúan en el Territorio do Sisal, en Bahía (Brasil). La intersección entre raza y género ha fomentado la organización del movimiento, ya que el género influye en el racismo, y el color en el machismo, además de que las mujeres negras han sido objeto de racismo y sexismo desde el período de la esclavitud. El enfoque metodológico utilizado fue descriptivo y cualitativo, para la recolección de datos se aplicaron entrevistas semiestructuradas con seis mujeres negras y la observación participante de acciones y actividades del movimiento Dandara do Sisal. Las entrevistadas denunciaron racismo, discriminación y discriminación racial, que sufrieron en sus trayectorias en diferentes espacios e instituciones sociales: familia, escuela, universidad/colegio, mercado laboral, dispositivos de salud pública, etc. Ser víctima de este tipo de violencia refleja negativamente en la identidad negra, la autoestima, la subjetividad y la salud mental de las actrices sociales. Las militantes describieron el sufrimiento psíquico de la exclusión social y la importancia de estar en un colectivo como estrategia para el fortalecimiento mental y la lucha contra el racismo. Se entiende que la Psicología, mientras ciencia y profesión, es importante en la lucha antirracista, ya que las consecuencias nocivas del racismo amenazan la salud mental y las subjetividades de las mujeres negras y la población negra.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Mental Health , Blacks , Racism , Psychology , Socioeconomic Factors , Violence , Women , Family , Color , Feminism , Sexism , Social Discrimination , Enslavement , Androcentrism , Empowerment
3.
RECIIS (Online) ; 14(4): 912-925, out.-dez. 2020.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1145567

ABSTRACT

Posto que há um imbricamento entre os discursos públicos de saúde que classificam patologias e os modos de subjetivação que se materializam em discursos de consumo, o objetivo do presente artigo é mapear discursos sobre masculinidade que se entrecruzam no discurso da saúde pública sobre masculinidade tóxica. A partir dos pressupostos metodológicos da análise crítica do discurso, analisaremos os discursos que apelam para os modos de subjetivação em duas campanhas do SUS sobre masculinidade tóxica para que possamos explorar as formas de convocação do público masculino nelas presentes. É possível observar, em tais campanhas, a contraposição narrativa entre uma masculinidade saudável e outra doente, o deslocamento da responsabilidade pela saúde das instituições sociais para o indivíduo e elementos de legitimação do discurso que reforçam a masculinidade hegemônica nas mesmas peças (no caso, vídeos) que visam questioná-la.


Taking into account the overlap between the public health discourses classifying pathologies and the modes of subjectivation that are materialized in consumption discourses, the purpose of this article is to map discourses on masculinity that are intertwined in the public health discourse on toxic masculinity. Based on the methodological assumptions of the critical discourse analysis, we will analyze discourses that appeal to modes of subjectivation in two campaigns carried out by SUS against toxic masculinity so that we can explore the ways of exhorting male audience used by them. In these campaigns, it is possible to observe a narrative about healthy masculinity in contrast to a sick masculinity, the displacement of the responsibility for health from social institutions to an individual responsability, and elements to legitimate discourse reinforcing the hegemonic masculinity in the same videos that aim to question it.


Dado que existe una superposición entre los discursos de salud pública que clasifican las patologías y los modos de subjetivación que se materializan en los discursos de consumo, el objetivo de este artículo es mapear los discursos sobre la masculinidad que se entrelazan en el discurso de la salud pública sobre la masculinidad tóxica. Con base en los presupuestos metodológicos del análisis crítico del discurso, analizaremos los discursos que apelan a los modos de subjetivación en dos campañas elaboradas por el SUS sobre masculinidad tóxica para que podamos explorar las formas de convocatoria de la audiencia masculina presentes en ellas. Es posible observar, en tales campañas, la contraposición en cada narrativa entre una masculinidad sana y una masculinidad enferma, el desplazamiento de la responsabilidad de la salud de las instituciones sociales para el individuo y los elementos de legitimación del discurso que refuerzan la masculinidad hegemónica en lo mismo video que tiene el objetivo de cuestionar ese tipo de conducta.


Subject(s)
Humans , Male , Unified Health System , Communication , Masculinity , Androcentrism , Social Behavior , Violence , Public Health , Dangerous Behavior , Men's Health , Health Policy , Health Promotion
4.
Estud. pesqui. psicol. (Impr.) ; 19(4): 947-963, mar. 2020.
Article in Portuguese | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1096976

ABSTRACT

Este artigo tem por objetivo compartilhar possíveis reverberações da relação terapêutica, dentro da abordagem gestáltica, no processo de empoderamento feminino em psicoterapia. Partindo da ênfase relacional dada pela proposta teórica da Gestalt-terapia, este texto surge das vivências das autoras em seus consultórios de psicologia, refletindo sobre os desdobramentos dos encontros. Neste contexto, uma escuta atenta revela que os reflexos da cultura patriarcal são notórios nas demandas trazidas pelas mulheres que chegam ao setting terapêutico. Desde as insatisfações com o próprio corpo às dúvidas sobre escolha profissional; das relações conjugais às experiências (ou não) de maternidade, entre outras questões, observamos as exigências de uma sociedade machista ecoando sobre corpos femininos que, muitas vezes, incapazes de dar conta do "você deveria/não deveria", adoecem. Na contramão dos "deverias", a Gestalt-terapia nos instrumentaliza, através da relação terapêutica, a buscar, com cada mulher, seu modo próprio de existir-no-mundo, reconhecendo suas necessidades e construindo formas de atendê-las. Com isso, testemunhamos movimentos singulares de empoderamento feminino, os quais podem reverberar coletivamente nos contextos em que essas mulheres se posicionam e tecem novos encontros. (AU)


This article aims to share possible reflections about the therapeutic relationship, within the gestalt approach, in the process of female empowerment in psychotherapy. Considering the relational emphasis given by the theoretical proposal of Gestalt-therapy, this text emerges from the authors' experiences in their psychology offices, reflecting about the impact of the encounters. In this context, a careful listening reveals that the reflexes of patriarchal culture are notorious in the demands brought by women who reach the therapeutic setting. From dissatisfaction with one's body to doubts about professional choice; from marital relationships to (or not) experiences of motherhood, among other issues, we observe the demands of a chauvinistic society echoing over female bodies that, frequently, are unable to cope with the "you should / shouldn't" and get sick. Contrary to the "shoulds", Gestalt-therapy instructs us, through the therapeutic relationship, to seek with each woman their own way of existing, recognizing their needs and constructing ways to take care of them. Thus, we witness unique movements of female empowerment that can collectively reverberate in the contexts in which these women stand for themselves and meet other people. (AU)


Este artículo tiene como objetivo compartir las posibles reverberaciones de la relación terapéutica, dentro del enfoque gestáltico, en el proceso de empoderamiento femenino en psicoterapia. Partiendo del énfasis relacional dado por la propuesta teórica de la terapia Gestalt, este trabajo emerge de las experiencias de las autoras en sus consultorios de psicología, reflexionando sobre el desarrollo de los atendimientos. En este contexto, una escucha cuidadosa revela que los reflejos de la cultura patriarcal son notorios en las demandas presentadas por las mujeres que llegan al entorno terapéutico. Desde la insatisfacción con el cuerpo hasta las dudas sobre la elección profesional; desde relaciones matrimoniales hasta (o no) experiencias de maternidad, entre otros problemas, observamos las demandas de una sociedad chovinista que resuena sobre los cuerpos femeninos que, a menudo incapaces de hacer frente al "deberías / no deberías" se enferman. Contrariamente a los "deberes", la terapia Gestalt nos instruye, através de la relación terapéutica, para buscar, con cada mujer, su propia manera de existir en el mundo, reconociendo sus necesidades y construyendo formas de satisfacerlas. Por lo tanto, fuimos testigos de movimientos singulares de empoderamiento femenino, que pueden reverberar colectivamente en los contextos en los que estas mujeres se posicionan y tejen nuevos encuentros. (AU)


Subject(s)
Psychotherapy , Gestalt Therapy , Therapeutics , Women , Androcentrism , Empowerment
5.
Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003) ; 72(spe): 156-169, 2020.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1149130

ABSTRACT

Este artigo examina a violência obstétrica contra mulheres negras no Sistema Único de Saúde (SUS), partindo de experiências de estágio e extensão universitária em Psicologia, em maternidades públicas, de distintos níveis de complexidade, coadunadas a pesquisas de Iniciação Científica Pibic/CNPq. Em nossa cultura, as mulheres sempre foram corpos para reprodução e, há poucos séculos, passaram a ser subjugadas ao saber médico - sobretudo, da obstetrícia e ginecologia. A expropriação das mulheres, de seus corpos, de seus protagonismos reprodutivos, ratificada pelos homens da elite branca - cientistas - impactaram na assistência a elas prestada. O SUS, marcado por princípios como universalidade, equidade e integralidade, reproduz opressões, discriminações, violências e violações sobre os corpos femininos, especialmente sobre aqueles cujos tons se distanciam do modelo dominante. Para evidenciar a reprodução de racismo e machismos estruturais no SUS, tomamos a violência obstétrica como analisador.


This article examines obstetric violence against black women in SUS, starting from internship and university extension experiences in Psychology, in public maternity hospitals of different levels of complexity, coadunted to PIBIC/CNPq Scientific Initiation research. In our culture, women have always been bodies for reproduction and for centuries they have been subjugated to medical knowledge - especially obstetrics and gynecology. The expropriation of women from their bodies, their reproductive protagonisms, ratified by the men of the white elite - scientists - has impacted the assistance provided to them. The Unified Health System, marked by principles such as universality, equity and integrality, reproduces oppressions, discrimination, violence and violations over women's bodies, especially over those whose shades are far from the dominant model. In order to evidence the reproduction of racism and structural machisms in SUS, we take obstetric violence as an analyzer.


Este artículo examina la violencia obstétrica contra las mujeres negras en el SUS, a partir de experiencias de pasantía y extensión universitaria en Psicología, en maternidades públicas de diferentes niveles de complejidad, coadyuvadas a la investigación de la Iniciación Científica del PIBIC/CNPq. En nuestra cultura, las mujeres siempre han sido cuerpos para la reproducción y durante siglos han estado sometidas a los conocimientos médicos - especialmente de obstetricia y ginecología. La expropiación de las mujeres de sus cuerpos, de sus protagonismos reproductivos, ratificada por los hombres de la élite blanca - científicos - repercutió en la asistencia que se les prestó. El Sistema Único de Salud, marcado por principios como la universalidad, la equidad y la integralidad, reproduce la opresión, la discriminación, la violencia y las violaciones sobre el cuerpo de las mujeres, especialmente sobre aquellas cuyos matices están lejos del modelo dominante. Para resaltar la reproducción del racismo y el machismo estructural en el SUS, tomamos la violencia obstétrica como un analizador.


Subject(s)
Violence , Women , Unified Health System , Whites , Racism , Androcentrism , Obstetrics
6.
Aval. psicol ; 19(4): 420-429, out.-dez. 2020. ilus, graf, tab
Article in Portuguese | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1153199

ABSTRACT

O presente artigo objetivou adaptar a Escala de Machismo Sexual para o contexto brasileiro, reunindo evidências de seus parâmetros psicométricos. Contou-se com uma amostra não probabilística de 219 universitários (Estudo 1) e 200 indivíduos (Estudo 2), com médias de idade semelhantes (M = 21,6; DP = 4,06; M = 19,0, DP = 5,20; respectivamente), sendo distribuídos igualmente em relação ao sexo no Estudo 1 e a maioria do sexo feminino no Estudo 2 (68,0%). Estes responderam a Escala de Machismo Sexual, a Escala de Sexismo Ambivalente e perguntas demográficas. Os estudos revelaram uma solução unifatorial, com indicadores de consistência interna satisfatórios (α = 0,81 e α = 0,76) e validade convergente confirmada por meio da correlação com o fator Sexismo Hostil e Sexismo Benévolo. Ademais, uma análise fatorial confirmatória corroborou tal dimensão preconizada. Conclui-se que essa medida se mostrou psicometricamente adequada para utilização no referido contexto. (AU)


The current paper sought to adapt the Sexual Machismo Scale to the Brazilian context, gathering evidence of its psychometric parameters. Non-probabilistic samples of 235 undergraduate students (Study 1) and 200 individuals (Study 2), with similar mean ages (M=21.6; SD=4.06; M=19.0, SD=5.20; respectively), equally distributed by the sex in Study 1 and mostly female in Study 2 (68.0%) were used. Participants completed the Sexual Machismo Scale, the Ambivalent Sexism Scale and demographic questions. The studies showed a single-factor solution, presenting suitable indices of internal consistency (α=0.81 and α=0.76) and confirming the convergent validity through correlations with the hostile and benevolent sexism factors of the Ambivalent Sexism Scale. Additionally, a confirmatory factor analysis corroborated the previous solution. It was concluded that this measure seems to be psychometrically suitable for use in the context mentioned. (AU)


El presente artículo objetivó adaptar la Escala de Machismo Sexual para el contexto brasileño, reuniendo evidencias de sus parámetros psicométricos. La muestra no probabilística estuvo compuesta por 219 universitarios (Estudio 1) y 200 individuos (Estudio 2) de la población general, con promedios de edad similares (X = 21,6; DS = 4,06; X = 19,0; DS = 5,20, respectivamente), siendo distribuidos igualmente en relación con el sexo en el Estudio 1, por otro lado, el Estudio 2 contó con mayoría del sexo femenino (69,9%). Los participantes respondieron a la Escala de Machismo Sexual, la Escala de Sexismo Ambivalente y preguntas demográficas. Los estudios revelaron una solución unifactorial, con indicadores de consistencia interna satisfactorios (α = 0,81 y α = 0,76) y validez convergente confirmada por medio de la correlación con el factor Sexismo Hostil y Sexismo Benévolo de la Escala de Sexismo Ambivalente. Además, un análisis factorial confirmatorio corroboró con los resultados preconizados. Se concluye que esta medida se mostró psicológicamente adecuada para su uso en dicho contexto. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Students/psychology , Universities , Sexism/psychology , Behavior Rating Scale , Androcentrism , Psychometrics , Reproducibility of Results , Factor Analysis, Statistical
7.
Rev. colomb. psiquiatr ; 48(4): 215-221, oct.-dic. 2019. tab
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1098946

ABSTRACT

RESUMEN Introducción: El machismo está arraigado en ciertas poblaciones, pero no se ha medido esto entre los que se encargarán de la atención de la salud. Objetivo: Determinar los factores asociados con el machismo entre los estudiantes de Medicina de 12 universidades peruanas. Métodos: Estudio transversal analítico de tipo multicéntrico, con datos recogidos previamente, en el que se usaron tests validados para la medición del machismo y la religiosidad; además, se indagaron otras características sociales y educativas y se cruzaron los datos. Se obtuvieron estadísticos descriptivos y analíticos. Resultados: En el análisis multivariable, se encontró asociación entre ser machista y no creyente (RP = 1,88; IC95%, 1,47-2,40), así como ser mujer (RP = 0,35; IC95%, 0,27-0,46). De las 12 universidades evaluadas, la universidad menos machista fue una particular en Lima. Utilizando esta universidad como categoría de comparación, las universidades estadísticamente más machistas fueron una privada de Chiclayo (a=3,63; p < 0,001), seguida de una particular en Huancayo (a=3,20; p = 0,001), la nacional de Huancayo (a = 2,79; p < 0,001) y la pública de Ica (a = 2,32; p = 0,006); los cruces se ajustaron por la edad. Conclusiones: Se encontró que el machismo es mayor entre los no creyentes, los varones y en algunas universidades, con predominio de universidades de la sierra central del Perú o con migrantes de la serranía. Esto es importante, ya que brinda un panorama acerca de este rasgo de los que serán los futuros encargados de velar por la salud de los peruanos.


ABSTRACT Introduction: Male chauvinism is rooted in certain populations, but it has not been measured among those who will be responsible for healthcare. Objective: To determine the factors associated with male chauvinism among the medical students of 12 Peruvian universities. Methods: Cross-sectional multicentre analytical study, with previously collected data, which used validated tests to measure male chauvinism and strong religious beliefs. In addition, other social and educational factors were analysed and the data was crossed. Descriptive and analytical statistics were obtained. Results: In the multivariate analysis, we found an association between male chauvinism and religious non-believers (RP=1.88; 95% CI, 1.47-2.40), as well as being female (RP=0.35; 95% CI, 0.27-0.46). Of the 12 universities evaluated, the least chauvinistic university was in Lima. Using this university as a comparison category, the statistically more chauvinistic universities were a private university in Chiclayo (a=3.63; p<0.001), followed by a university in Huancayo (a=3.20; p=0.001), Huancayo national university (a=2.79; p<0.001) and the public university of Ica (a=2.32; p=0.006); the crossed data were adjusted for age. Conclusions: It was found that male chauvinism is greater among non-religious believers, men and in some universities, with a predominance of universities in the central highlands of Peru or that had migrants from the mountains. This is important, since it gives us an overview about this trait in those who will be responsible for the future healthcare of Peruvians.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Students, Medical , Androcentrism , Peru , Religion , Universities , Sexism
8.
Sex., salud soc. (Rio J.) ; (32): 40-64, maio-ago. 2019. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1020950

ABSTRACT

Resumen En este artículo se presenta un análisis de los relatos de mujeres mayas contemporáneas, que narran sus experiencias cotidianas acerca de su sexualidad y vida afectiva. A partir de las entrevistas a profundidad aplicadas en el municipio de Tahdziú en Yucatán, México, realizamos una lectura feminista decolonial, tejiendo las categorías de género, clase social y etnia, en un contexto histórico y social específico. Observamos cómo se materializa la cultura patriarcal y se configuran subjetividades, roles e identidades en las formas de habitar el cuerpo femenino. Nos interesa dar voz a las mujeres mayas, que han vivido sus experiencias como cuerpo negado y silenciado, e intentar comprenderlas en su contexto, partiendo de la comprensión del cuerpo como resultado de un constructo histórico social.


Abstract This article presents an analysis of the stories of contemporary Mayan women, who narrate their daily experiences about sexuality and affective life. From the in-depth interviews applied in the municipality of Tahdziú in Yucatán, Mexico, we conducted a decolonial feminist reading, weaving the categories of gender, social class and ethnicity, in a specific historical and social context. We observe how the patriarchal culture materializes and how subjectivities, roles and identities are configured in the ways of inhabiting the female body. We are interested in giving voice to the Mayan women, who have lived their experiences as a denied and silenced body, and try to understand them in context, based on the understanding of their body as a result of a social historical construct.


Resumo Este artigo apresenta uma análise das histórias de mulheres maias contemporâneas, que narram suas experiências cotidianas sobre sexualidade e vida afetiva. A partir de entrevistas em profundidade realizadas no município de Tahdziú, em Yucatán, México, realizamos uma leitura feminista decolonial, tecendo as categorias de gênero, classe social e etnia, em um contexto histórico e social específico. Observamos como a cultura patriarcal se materializa e as subjetividades, papéis e identidades se configuram nos modos de habitar o corpo feminino. Interessa-nos dar voz às mulheres Maias, que viveram suas experiências como um corpo negado e silenciado, e tentar entendê-las em contexto, com base na compreensão do corpo, como resultado de um construto histórico social.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Sexuality , Feminism , Culture , Socioeconomic Factors , Gender Identity , Mexico , Women , Domestic Violence , Affect , Qualitative Research , Androcentrism
9.
Sex., salud soc. (Rio J.) ; (30): 242-261, set.-dez. 2018.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-986120

ABSTRACT

Resumo O artigo apresenta a cartografia de uma jovem mulher vivendo com HIV/aids em suas três gestações. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de orientação cartográfica que utilizou a técnica da usuária guia para acompanhar os processos de produção do cuidado no entrelaçamento das redes formais de atenção à saúde e as redes informais. A atualidade da epidemia de HIV/aids se concentra em práticas biomédicas, ilustradas na palavra de ordem "testar e tratar"; em contrapartida, ferramentas inspiradas nos direitos humanos estão perdendo força. O desejo de praticar o cuidado e a observância estrita ao protocolo presente nas redes formais de cuidado não protegem as usuárias do SUS de possíveis investidas de regulação dos corpos (medicalização) e, no limite, da violência. A produção do cuidado das gestantes vivendo com HIV/aids no seio da contemporânea epidemia de HIV/aids está articulada à compreensão do fenômeno do machismo, do estigma, do preconceito, da discriminação e de questões socioeconômicas.


Abstract The article presents the cartography of a young woman living with HIV/AIDS during her three pregnancies. It is a cartographic qualitative research applying the user guide technique to analyze care production processes in the interweaving of formal and informal health care networks. The current HIV/aids epidemic focuses on biomedical practices, illustrated by the slogan "test and treat," while practices based on human rights lose strength. The desire to practice care and the strict adherence to formal care networks protocol do not protect public healthcare users from possible cases of bodily regulation (medicalization) and, in the end, from violence. The production of care for pregnant women living with HIV/aids in the contemporary HIV/AIDS epidemic is articulated with the understanding of the phenomenon of machismo, stigma, prejudice, discrimination and socioeconomic issues.


Resumen Este artículo presenta la cartografía de una joven mujer viviendo con VIH/SIDA en sus tres embarazos. Es una investigación cualitativa de orientación cartográfica que utilizó la técnica de usuaria guía para acompañar los procesos de producción del cuidado en el cruzamiento entre las redes formales de atención en salud y las redes informales. La actualidad de la epidemia de VIH/SIDA concentrase en prácticas biomédicas, ilustradas en la palabra de orden "testar y tratar", en contrapunto, prácticas inspiradas en los derechos humanos están perdiendo fuerzas. El deseo de practicar el cuidado y la observancia estricta al protocolo presente en las redes formales de cuidado no protegen a las usuarias del Sistema Único de Salud (SUS) de posibles acciones de regulación de los cuerpos (medicalización) y, en última instancia, de violencias. La producción del cuidado para embarazadas que viven con VIH/SIDA en el seno de la epidemia contemporánea de VIH/SIDA se articula a la comprensión del fenómeno del machismo, del estigma, del prejuicio, de la discriminación y a cuestiones socioeconómicas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Self Care , Unified Health System , Acquired Immunodeficiency Syndrome , HIV , Pregnant Women , Brazil , Health Education , Letter , Qualitative Research , Sexism , Social Discrimination , Androcentrism
10.
Sex., salud soc. (Rio J.) ; (29): 172-194, mayo-ago. 2018.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-979357

ABSTRACT

Resumen: Esta investigación buscó describir e interpretar las vivencias de las personas que se auto reconocen como LGBT en la ciudad de Tunja (departamento de Boyacá, Colombia), frente a la garantía, el acceso y el ejercicio de sus derechos sexuales y reproductivos. La metodología fue de carácter cualitativo y como método de análisis e interpretación se utilizó la teoría fundamentada. Los datos fueron obtenidos por entrevistas semiestructuradas, que se analizaron a través de la codificación abierta y axial; se realizó comparación constante para la emergencia de cinco categorías conceptuales que describen por medio de tres momentos que organizan los datos obtenidos e identificados en el proceso de reconocimiento de los/las participantes como sujetos de derechos. Los tres momentos son denominados: 1) definición de si, 2) reconocimiento social y 3) reconocimiento Estatal. El reconocimiento del "Otr@" a partir de la diversidad es una necesidad imperante para la atención por parte del personal de enfermería, dado que permite cuidados desde las vivencias y experiencias de los sujetos cuidados y cuidadores. Este proceso también ayuda a tomar posiciones no discriminatorias que construyen relaciones de cuidado más comprometidas con los procesos salud-enfermedad desde enfoques diversos, comprensivos y pertinentes a las comunidades en general y al colectivo LGBT en particular.


Resumo: Este estudo teve como objetivo descrever e interpretar as experiências de pessoas que se reconhecem como LGBT na cidade de Tunja (departamento Boyacá, Colômbia), diante à garantia, acesso e exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos. A metodologia foi de natureza qualitativa e, como método de análise e interpretação, utilizou-se a teoria fundamentada. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas semiestruturadas, as quais foram analisadas por meio de codificação aberta e axial; uma comparação constante revelou cinco categorias conceptuais que descrevem três momentos, que permitem organizar os dados obtidos e identificados no processo de reconhecimento dos/das participantes como sujeitos de direitos. Os três momentos são denominados: 1) definição de si, 2) reconhecimento social, e 3) reconhecimento pelo Estado. O reconhecimento do "Otr @" a partir da diversidade é uma necessidade preponderante para a atenção das equipes de enfermagem, uma vez que permite o cuidado a partir das experiências e vivências dos sujeitos que dão e recebem o cuidado. Este processo também ajuda na tomada de posições não discriminatórias que constroem relações de cuidado mais comprometidas com os processos de saúde-doença a partir de abordagens diversas, abrangentes e relevantes para as comunidades em geral e a comunidade LGBT em particular.


Abstract: This study describes and interprets the experiences of people who self-identify as LGBT in the city of Tunja (Boyacá Department, Colombia), in terms of their guarantee, access and exercise of sexual and reproductive rights. The methodology was qualitative in nature and, as a method of analysis and interpretation, the grounded theory was used. The data were obtained through semi-structured interviews, which were analyzed by means of open and axial coding; a constant comparison revealed five conceptual categories describing three moments, which organize the obtained information identified in the process of recognition of the participants as subjects of rights. The three moments are called: 1) self-definition, 2) social recognition, and 3) recognition by the State. The recognition of the "Other" from a diversity point-of-view is a preponderant stage in the care provided by nursing teams, based the subjects lived experiences both giving and receiving care. This process also helps non-discriminatory positions to build care relations committed to a health-disease processes from a approach diverse, comprehensive and relevant to communities in general and the LGBT community in particular.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Social Desirability , Qualitative Research , Sexual and Gender Minorities , Gender Diversity , Human Rights , Religion , Colombia , Sexual Health , Homophobia , Androcentrism
11.
Sex., salud soc. (Rio J.) ; (29): 123-146, mayo-ago. 2018.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-979355

ABSTRACT

Resumen: Este artículo de resultados emerge como parte del análisis de algunos aspectos del trabajo de campo que se generó en el año 2015, en el marco de la investigación "Procesos de construcción social de la niñez en contextos de conflicto armado en el Eje Cafetero, Antioquia y Área Metropolitana de Bogotá: la paz, la reconciliación y la democracia desde la perspectiva de narrativas generativas de niños y niñas". El artículo evidencia, a partir del análisis de las narrativas de niños, niñas y mujeres -participantes de la investigación en una de las instituciones educativas que hicieron parte del proceso investigativo-, las vulneraciones a las que se ven expuestas las niñas y mujeres desde los estereotipos de género y las violencias cotidianas. Como hallazgo central se encontró que, aunque el conflicto armado colombiano generó violencias contra las mujeres y las niñas, ellas han vivido y siguen viviendo cotidianamente violencias, que afectan de múltiples maneras sus vidas y sus cuerpos, las cuales se encuentran fuertemente naturalizadas y coexisten con la violencia armada o la justifican.


Resumo: Os resultados deste artigo emergem como parte da análise de alguns aspectos do trabalho de campo realizado em 2015, no contexto da pesquisa "Procesos de construcción social de la niñez en contextos de conflicto armado en el Eje Cafetero, Antioquia y Área Metropolitana de Bogotá: la paz, la reconciliación y la democracia desde la perspectiva de narrativas generativas de niños y niñas". O artigo evidencia, a partir da análise das narrativas de crianças e mulheres que participam da pesquisa em uma das instituições de ensino que fizeram parte do processo de investigação, as violações a que estão expostas por causa de estereótipos de gênero e violência cotidiana. Verificou-se que, embora o conflito armado colombiano levou à violência contra mulheres e meninas, elas viveram e ainda vivem a violência diária que afetam de várias maneiras suas vidas e seus corpos, que são fortemente naturalizadas e coexistem com a violência armada ou a justifica.


Abstract: This article's results emerge as part of the analysis of some aspects of a 2015 field work within the framework of the research "Procesos de construcción social de la niñez en contextos de conflicto armado en el Eje Cafetero, Antioquia y Área Metropolitana de Bogotá: la paz, la reconciliación y la democracia desde la perspectiva de narrativas generativas de niños y niñas". The article evidences, from the analysis of the narratives of children and women -participants of the research in one of the educational institutions that were part of the investigative process-, the violations to which girls and women are exposed because of gender stereotypes and everyday violence. Although the Colombian armed conflict generated violence against women and girls, they have lived and continue to experience daily violence, which affects their lives and bodies in many ways, which are strongly naturalized and coexist with armed violence or justify it.


Subject(s)
Humans , Female , Child , Adult , Sex Offenses , Warfare , Colombia , Violence Against Women , Androcentrism , Qualitative Research , Socioeconomic Factors , Sexism
12.
Sex., salud soc. (Rio J.) ; (29): 75-98, mayo-ago. 2018. graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-979347

ABSTRACT

Resumen: El objetivo del presente artículo es preguntarnos sobre las representaciones masculinas presentes en los discursos que versan sobre varones con discapacidad física. Desde una metodología que abreva teóricamente en los estudios sobre discapacidad y de genero, se intenta abordar las representaciones como estrategias discursivas, con tres fines evidentes: instaurar una norma de masculinidad hegemónica, asociada a la normalidad funcional compulsiva vehiculizada mediante una retórica visual maravillosa; la adaptación de esa masculinidad con fines comerciales mediante una retórica realista; y el desafío a las normas antes citadas mediante la teoría queer.


Resumo: O presente artigo explora as representações masculinas presentes nos discursos que tratam de homens com deficiência física. A partir de uma metodologia que se baseia teoricamente nos estudos sobre deficiência e gênero, aborda representações como estratégias discursivas, com três objetivos: estabelecer uma norma de masculinidade hegemônica, associada à normalidade funcional compulsória transmitida por uma retórica visual maravilhosa; a adaptação dessa masculinidade para fins comerciais através de uma retórica realista; e o desafio às normas acima mencionadas apresentado pela teoria queer.


Abstract: The present work analyzes male representation in the discourse of men with physical disability. Using a methodology that draws theoretically on disability and gender studies, representations were approached as discursive strategies with three evident purposes: to establish a norm of hegemonic masculinity, associated with compulsory functional normality conveyed by a rhetoric of visual wonderfulness, the adaptation of that masculinity for commercial purposes through a realistic rhetoric; and the challenge to these processes presented by queer theory.


Subject(s)
Humans , Male , Disabled Persons , Sexuality , Masculinity , Gender Performativity , Reproductive Rights , Gender Norms , Androcentrism
13.
Sex., salud soc. (Rio J.) ; (27): 149-171, set.-dez. 2017.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-904040

ABSTRACT

Resumen Este artículo explora tres interpretaciones del debate sobre ideología de género en Colombia a fines de 2016: como estrategia política, como recurso retórico y expresivo, y como resistencia al cambio en las relaciones de género y sexualidad en la sociedad colombiana. Si bien las tres interpretaciones explican, cada una a su manera, lo sucedido, no obstante, son insuficientes. Se argumenta, entonces, que el uso de la noción "ideología de género" no solo facilitó la emergencia de nuevos sujetos políticos, sino también la revitalización de sectores ya consolidados políticamente. En este sentido, la ideología de género posibilitó la articulación de sectores sociales disímiles mediante la estructuración de un sentido colectivo en un momento coyuntural del país, en el cual se negociaba un nuevo pacto social.


Resumo Este artigo explora três interpretações do debate sobre ideologia de gênero na Colômbia em fins de 2016: como estratégia política, como recurso retórico e expressivo, e como resistência à mudança nas relações de gênero e sexualidade na sociedade colombiana. Embora as três interpretações expliquem, cada uma à sua maneira, o acontecido, não obstante, são insuficientes. Argumenta-se, então, que o uso da noção "ideologia de gênero" não só facilitou a emergência de novos sujeitos políticos, mas também a revitalização de setores já consolidados politicamente. Neste sentido, a ideologia de gênero possibilitou a articulação de setores sociais dissímeis mediante a estruturação de um sentido coletivo em um momento conjuntural do país, no qual se negociava um novo pacto social.


Abstract This article discusses three possible explanations of the irruption of gender ideology in public debates in Colombia in 2016, using existing literature. First, as a political strategy; second, as rhetoric and expression; third, as reaction against and resistance to change in gender and sexual orders. These interpretations are relevant but insufficient. It is argued that gender ideology not only contributed to public presence and revitalisation of already existing political actors. It also instructed a broader public, creating consensus around issues under discussion in Colombia at that time. Even more, gender ideology articulated disparate social sectors under a common sense when Colombia was negotiating a new social pact. Gender ideology has a formative dimension.


Subject(s)
Humans , Conflict, Psychological , Gender Expression , Gender Diversity , Religion , Sex Education , Colombia , Address , Androcentrism , Public Nondiscrimination Policies
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