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2.
Arq. bras. oftalmol ; 84(2): 103-106, Mar,-Apr. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153118

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate the relationship between the incidence of complications and functionally monocular patients' emotional reactions during phacoemulsification under topical anesthesia. Methods: We enrolled 22 functionally monocular patients (11 males and 11 females; group 1) and 19 age- and sex-matched controls (6 males and 13 females; group 2) in this prospective, interventional, cross-sectional, case control study. Demographics data, including age, sex, and educational background, were collected. Surgeries were performed by the same surgeon, and during surgery, the patients' vital signs (blood pressure and heart rate) and surgical events (duration, body movements, signs of increased vitreous cavity pressure, difficulty in performing capsulorhexis, and complications) were noted. Pre- and postoperative visual acuity was also analyzed. Results: The mean age of group 1 was 73.05 ± 13.31 years and of group 1 was 69.74 ± 16.81 years. There was no significant between-group difference in systolic and diastolic blood pressures. The average heart rate was similar in both groups, too. During surgery, the surgeon's perception of excessive eye, eyelid, or head movements in both groups was similar, in addition to signs of increased vitreous cavity pressure. Conclusion: It is safe to perform phacoemulsification under topical anesthesia in functionally monocular patients, who apparently behave similarly to binocular patients.(AU)


RESUMO Objetivo: Avaliar a relação entre a incidência de complicações e reações emocionais durante a cirurgia de catarata sob anestesia tópica em pacientes funcionalmente monoculares. Métodos: Estudo prospectivo, transversal, caso-controle de vinte e dois pacientes monoculares e dezenove controles pareados por idade e sexo . Dados demográficos foram analisados: idade, sexo e escolaridade. As cirurgias foram realizadas pelo mesmo cirurgião e durante o procedimento os sinais vitais dos pacientes (como pressão arterial sistêmica e frequência cardíaca) e eventos cirúrgicos (duração da cirurgia, movimentos corporais, sinais de aumento da pressão vítrea, dificuldade de realização da capsulorrexis e complicações) foram coletados. A acuidade visual pré e pós foi analisada. A distribuição normal dos dados foi confirmada com o teste de Shapiro-Wilk. Os dados foram expressos como média ± DP e porcentagem. A comparação dos diferentes testes clínicos entre os grupos foi realizada utilizando Student's t-test e ANOVA com correção de Bonferroni. O qui-quadrado foi usado para comparar dados demográficos. Valor de p<0,05 foi considerado estatisticamente significante. Resultados: Este estudo incluiu vinte e dois olhos de 22 pacientes funcionalmente monoculares (6 homens e 13 mulheres) e dezenove olhos de 19 controles (11 homens e 11 mulheres). A média de idade foi de 73,05 ± 13,31 anos nos indivíduos monoculares e 69,74 ± 16,81 no controle. Considerando-se os sinais vitais não houve diferença significativa entre os grupos (p>0,05). Durante o procedimento, a percepção do cirurgião em relação aos movimentos excessivos de olho, pálpebra ou cabeça em ambos os grupos foi semelhante, assim como sinais de aumento da pressão vítrea (p=0,2 e p=0,1, respectivamente). Conclusão: Este estudo sugere que é seguro realizar a extração de catarata com anestesia tópica em pacientes funcionalmente monoculares. Esses pacientes aparentemente se comportam de maneira semelhante aos pacientes binoculares.(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Visual Acuity , Phacoemulsification/psychology , Capsulorhexis/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Vision, Monocular , Cross-Sectional Studies/instrumentation , Prospective Studies
3.
Rev. bras. anestesiol ; 70(6): 613-619, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1155774

ABSTRACT

Abstract Background and objectives There are no consensus of the ideal technique to provide analgesia in knee ligament reconstructions. The aim of this study was to compare the intensity of postoperative pain in these patients under different modalities of analgesia. Method Randomized and controlled clinical trial of patients undergoing reconstruction of the Anterior Cruciate Ligament (ACL) with flexor tendons between December 2013 and 2014. All patients underwent spinal anesthesia and rescue analgesia with tramadol. The groups C, M, R0,375 and R0,25 was compared with only the previously described technique, subarachnoid morphine (100░µg), or Femoral Nerve Block (BNF) with 25░mL of 0.375% ropivacaine and 0.25%, respectively. Pain intensity at 6, 12 and 24░hours, age, sex, rescue analgesia, adverse reactions and satisfaction were evaluated. Results Among the 83 eligible patients, a predominance of males (85.7%) was observed, between 28 and 31 years. The group C requested more opioid (27.3%) than the other groups, without significance when compared. There were no significant differences in pain intensity at 6, 12 and 24░hours. There was a higher incidence of urinary retention in the M group (23.8%) than in the R0,375 (0%) and prolonged quadriceps motor block in the R0,375 group (30%) than in the M and C groups (0%), with statistical significance (p░<░0.05). Conclusion There was no difference in the intensity of postoperative pain in patients submitted to ACL reconstruction with flexor tendons under the analgesic modalities evaluated, despite the predominance of urinary retention in the M group and motor block in the R0,375 group.


Resumo Justificativa e objetivos Não há consenso sobre qual é a técnica ideal para prover analgesia em reconstruções ligamentares de joelho. Objetivou‐se comparar a intensidade da dor pós‐operatória desses pacientes sob diferentes modalidades de analgesia. Método Ensaio clínico randomizado e controlado de pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões flexores entre dezembro de 2013 e 2014. Todos os pacientes foram submetidos a raquianestesia e analgesia de resgate com tramadol. Compararam‐se os grupos C, M, R0,375 e R0,25; aos quais se ofertou apenas a técnica anteriormente descrita, morfina subaracnóidea (100 µg) ou bloqueio de nervo femoral com 25 mL de ropivacaína 0,375% e 0,25%, respectivamente. Avaliou‐se intensidade da dor em 6, 12 e 24 horas, idade, sexo, analgesia de resgate, reações adversas e satisfação. Resultados Entre os 83 pacientes elegíveis, observou‐se predomínio do sexo masculino (85,7%) entre 28 e 31 anos. O Grupo C solicitou mais opioide (27,3%) do que os demais grupos, sem significância quando comparados. Não houve diferenças significativas na intensidade da dor em 6, 12 e 24 horas. Houve maior incidência de retenção urinária no Grupo M (23,8%) do que no R0,375 (0%) e de bloqueio motor prolongado do quadríceps no Grupo R0,375 (30%) do que nos Grupos M e C (0%), com significância estatística (p< 0,05). Conclusão Não houve diferença na intensidade da dor pós‐operatória nos pacientes submetidos à reconstrução de ligamento cruzado anterior com tendões flexores sob as modalidades analgésicas avaliadas, apesar do predomínio de retenção urinária no Grupo M e bloqueio motor no Grupo R0,375.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Pain, Postoperative/drug therapy , Femoral Nerve , Anterior Cruciate Ligament Reconstruction , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Anesthesia, Spinal/methods , Morphine/administration & dosage , Nerve Block/methods , Time Factors , Tramadol/administration & dosage , Pain Measurement , Urinary Retention/chemically induced , Quadriceps Muscle/drug effects , Acute Pain/drug therapy , Ropivacaine/administration & dosage , Analgesia/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage
4.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 457-463, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1143967

ABSTRACT

Abstract Background: Postoperative Nausea and Vomiting (PONV) risk factors have not been defined for obstetric patients. In this study, our objective was to identify potential risk factors for PONV after cesarean sections performed under spinal anesthesia. Methods: One cohort of patients submitted to cesarean under spinal anesthesia was used to investigate potential risk factors for PONV. The best numerical risk factors were dichotomized using chi-squared method. A conditional independence (incremental association method) casual network was used to select the best predictors for PONV. Results: Two hundred and fifty of 260 patients remained in the study. Odds ratio for PONV of younger maternal age (< 25 years: 2.9 [1.49−5.96]), lower spinal bupivacaine dose (< 13 mg, inf [2.4-inf]), lower spinal morphine dose (< 80 mg, 0.03 [0−0.97]), history of motion sickness (2.5 [1.27−5.25]), significant nausea during the first trimester (0.3 [0.16−0.64]), intraoperative nausea and vomiting (8.2 [3.67−20.47]), and lower gestational age (< 38 weeks, 2.0 [1.01−4.08]) were statistically significant. The causal network selected absence of significant nausea during the first gestational trimester, intraoperative nausea, and gestational age < 38 weeks as the main direct risk factors for PONV. Conclusions: Intraoperative nausea and maternal age < 25 years were the main risk factors for PONV after cesareans under spinal anesthesia. Absence of self-reported nausea during the first trimester was a protective factor for post-cesarean nausea and vomiting.


Resumo Introdução: Os fatores de risco para náusea e vômitos pós-operatórios (NVPO) ainda não foram definidos para pacientes de obstetrícia. Neste estudo, nosso objetivo foi identificar potenciais fatores de risco para NVPO após parto cesariano realizado sob raquianestesia. Método: Uma coorte de pacientes submetidas a cesariana sob raquianestesia foi usada para investigar potenciais fatores de risco para NVPO. Os melhores fatores de risco numéricos foram dicotomizados por meio do método qui-quadrado. Uma rede casual de independência condicional (método de associação adicional) foi usada para selecionar os melhores preditores de NVPO. Resultados: Das 260 pacientes iniciais, 250 completaram o estudo. A razão de chances para NVPO foi estatisticamente significante para menor idade materna (< 25 anos: 2,9 [1,49−5,96]), dose mais baixa de bupivacaina raquidiana (< 13 mg, inf [2,4-inf]), dose mais baixa de morfina raquidiana (< 80 mg, 0,03 [0−0,97]), histórico de enjoo de movimento (2,5 [1,27−5,25]), náuseas importantes durante o primeiro trimestre (0,3 [0,16−0,64]), náusea e vômitos intraoperatórios (8,2 [3,67−20,47]) e menor idade gestacional (< 38 semanas, 2,0 [1,01−4,08]). A rede causal selecionou ausência de náuseas significativas durante o primeiro trimestre gestacional, náusea intraoperatória e idade gestacional < 38 semanas como os principais fatores de risco diretos para NVPO. Conclusões: Náusea intraoperatória e idade materna < 25 anos foram os principais fatores de risco para NVPO após cesariana sob raquianestesia. A ausência de náusea autorreferida durante o primeiro trimestre foi um fator protetor para náusea e vômitos após cesariana.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Cesarean Section/methods , Postoperative Nausea and Vomiting/epidemiology , Anesthesia, Spinal/methods , Prognosis , Bupivacaine/administration & dosage , Cesarean Section/adverse effects , Prospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Maternal Age , Postoperative Nausea and Vomiting/etiology , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Anesthetics, Local/administration & dosage , Morphine/administration & dosage
5.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 556-560, Sept.-Oct. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1143960

ABSTRACT

Abstract Background: The role of type I thyroplasty (TIP) is well established as the treatment for glottal insufficiency due to vocal fold paralysis, but the ideal anesthetic management for this procedure is still largely debated. We present the case of a novel anesthetic approach for TIP using combined intermediate and superficial Cervical Plexus Block (CPB) and intermittent mild sedation analgesia. Case report: A 51-year-old presenting with left vocal fold paralysis and obstructive sleep apnea was scheduled for TIP. An ultrasound-guided intermediate CPB was performed using the posterior approach, and 15 mL of ropivacaine 0.5% were injected in the posterior cervical space between the sternocleidomastoid muscle and the prevertebral fascia. Then, for the superficial CPB, a total of 10 mL 0.5% ropivacaine was injected subcutaneously, adjacently to the posterior border of the sternocleidomastoid muscle, without penetrating the investing fascia An intermittent sedation analgesia with a target-controlled infusion of remifentanyl (target 0.5 ng.mL-1) was used to facilitate prosthesis insertion and the fiberoptic laryngoscopy. This technique offered a safe anesthetic airway and good operating conditions for the surgeon, as well as feasible voice monitoring and optimal patient comfort. Conclusion: The use of a regional technique is a promising method for the anesthetic management in TIP, especially in patients with compromised airway.


Resumo Introdução: O papel da tireoplastia tipo I (TPI) está bem estabelecido no tratamento de insuficiência glótica após a paralisia das pregas vocais, mas o manejo anestésico ideal para a TPI ainda é controverso. Descrevemos uma nova técnica anestésica para a TPI usando o Bloqueio do Plexo Cervical (BPC) superficial e o BPC intermediário associados, em presença de analgo-sedação leve e intermitente. Relato de caso: Paciente de 51 anos de idade com paralisia da prega vocal esquerda e apneia obstrutiva do sono foi agendada para TPI. BPC intermediário guiado por ultrassom foi realizado usando acesso posterior, e 15 mL de ropivacaína a 0,5% foram injetados no espaço cervical posterior entre o músculo esternocleidomastoideo e a fáscia prevertebral. A seguir, para o BPC superficial, 10 mL de ropivacaína a 0,5% foram injetados na região subcutânea adjacente à borda posterior do músculo esternocleidomastoideo, sem transfixar a fáscia de revestimento. Analgo-sedação intermitente com infusão alvo-controlada de remifentanil (alvo de 0,5 ng.mL-1) foi usada para facilitar a inserção da prótese e a laringoscopia com fibra ótica. A técnica ofereceu via aérea segura durante a anestesia, boa condição para o cirurgião, possibilidade de monitorar a voz, além de ótimo conforto à paciente. Conclusões: O uso de anestesia regional é uma técnica promissora para o cuidado anestésico durante a TPI, especialmente em pacientes com via aérea comprometida.


Subject(s)
Humans , Female , Vocal Cord Paralysis/surgery , Laryngoplasty/methods , Cervical Plexus Block/methods , Ultrasonography, Interventional , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Middle Aged
6.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 561-564, Sept.-Oct. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1143959

ABSTRACT

Abstract Background and objectives The Sphenopalatine Ganglion Block (SGB) is an effective, low-risk treatment option for Postdural Puncture Headache (PDPH) refractory to conservative management. Case report This report presents four complex cases of patients with headache related to low cerebrospinal fluid pressure. Three of them were successfully treated with the application of local anesthetic topical drops through the nasal cavity. Conclusion The novel approach described in this report has minimal risks of discomfort or injury to the nasal mucosa. It is quick to apply and can be administered by the patient himself.


Resumo Justificativa e objetivos: O Bloqueio do Gânglio Esfenopalatino (BGEP) é opção de tratamento efetivo associado a baixo risco para Cefaleia Pós-Punção Dural (CPPD) refratária às medidas conservadoras. Relato de caso: Este relato apresenta quatro pacientes com alta complexidade que apresentaram cefaleia relacionada à baixa pressão do líquido cefaloraquidiano. Três pacientes foram tratados com sucesso pela instilação de gotas de anestésico local tópico na cavidade nasal. Conclusões: A nova abordagem descrita neste relato apresenta riscos mínimos de desconforto ou lesão à mucosa nasal. A aplicação é rápida e pode ser administrada pelo próprio paciente.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Post-Dural Puncture Headache/therapy , Sphenopalatine Ganglion Block/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Administration, Intranasal , Self Administration , Treatment Outcome , Middle Aged , Nasal Mucosa/metabolism
7.
Rev. bras. anestesiol ; 70(4): 333-342, July-Aug. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137205

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: PECS I block was first described for surgery involving the pectoralis muscles. No randomized clinical trial has been conducted on surgeries that directly involve these muscles, such as subpectoral breast augmentation. We hypothesized that PECS I block would decrease pain in the postoperative period in this population. Methods: This was a randomized, double-blind, placebo-controlled trial in women undergoing subpectoral breast augmentation surgery. PECS I block was performed using 0.4 mL.kg-1 of 0.9% saline on one side and bupivacaine (0.25%) on the other side, each patient being her own control. Numeric Rating Scale (NRS) pain scores (0 - 10) were measured at rest and during movement. The primary outcome was pain score at rest 30 minutes after arrival in the PACU. To detect a clinically significant difference of 50% in pain reduction, 14 volunteers were enrolled (power of 90% and alpha < 0.05). Results: In the PACU, three patients had no difference in pain between sides, five had reduced pain on the placebo side, and six had reduced pain on the bupivacaine side. In the bupivacaine group, pain scores at rest at 5, 30 and 60 minutes and 24 hours were 4.89 (4.23 - 5.56; mean 95% CI), 3.75 (3.13 - 4.37), 3.79 (2.93 - 4.64), and 2.29 (1.56 - 3.01), respectively, whereas in the placebo group, they were 4.96 (4.32 - 5.60), 4.00 (3.50 - 4.49), 3.93 (3.12 - 4.73), and 2.29 (1.56 - 3.01), respectively. Conclusions: PECS I block in patients undergoing breast augmentation surgery does not provide better pain relief than placebo. Therefore, the indications for PECS I block in breast augmentation surgery should be reconsidered.


Resumo Justificativa e objetivos: O bloqueio PECS I foi descrito pela primeira vez para cirurgia envolvendo os músculos peitorais. Nenhum estudo clínico randomizado foi realizado em procedimentos envolvendo diretamente os músculos peitorais, como a mamoplastia de aumento submuscular. Nossa hipótese foi de que o bloqueio PECS I diminuiria a dor pós-operatória nessa população. Método: Realizamos estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo em mulheres submetidas à mamoplastia de aumento submuscular. Realizamos o bloqueio PECS I com 0,4 mL.kg-1 de solução salina a 0,9% de um lado e bupivacaína (0,25%) do outro lado, sendo cada paciente seu próprio controle. Os escores da Escala de Avaliação Numérica (EAN) de dor (0 - 10) foram obtidos em repouso e durante movimento. O desfecho primário foi o escore de dor em repouso 30 minutos após a chegada à SRPA. Para detectar uma diferença clinicamente significante de 50% na redução da dor, 14 voluntárias foram incluídas (poder de 90% e alfa < 0,05). Resultados: Na SRPA, três pacientes não apresentaram diferença na dor entre os lados, cinco relataram menos dor no lado do placebo e seis, menos dor no lado da bupivacaína. No grupo bupivacaína, os escores de dor em repouso aos 5, 30 e 60 minutos e 24 horas foram 4,89 (4,23 - 5,56; IC médio 95%), 3,75 (3,13 - 4,37), 3,79 (2,93 - 4,64) e 2,29 (1,56 - 3,01), respectivamente, enquanto no grupo placebo foram 4,96 (4,32 - 5,60), 4,00 (3,50 - 4,49), 3,93 (3,12 - 4,73) e 2,29 (1,56 - 3,01), respectivamente. Conclusões: O bloqueio PECS I em pacientes submetidas a mamoplastia de aumento não oferece melhor alívio da dor do que o placebo. Portanto, as indicações para bloqueio de PECS I na cirurgia de aumento de mama devem ser reconsideradas.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Pain, Postoperative/prevention & control , Bupivacaine/administration & dosage , Breast Implantation/methods , Nerve Block/methods , Pain Measurement , Double-Blind Method , Anesthetics, Local/administration & dosage
8.
Rev. bras. anestesiol ; 70(4): 357-363, July-Aug. 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137204

ABSTRACT

Abstract Study objective: In this study, we aimed to compare the antimicrobial effects of bupivacaine and fentanyl citrate and to reveal the impact on antimicrobial effect potential in the case of combined use. Design: In vitro prospective study. Setting: University Clinical Microbiology Laboratory. Measurements: In our study, in vitro antimicrobial effect of 0.05 mg.mL-1 fentanyl citrate, 5 mg.mL-1 bupivacaine were tested against Staphylococcus aureus American Type Culture Collection (ATCC) 29213, Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Escherichia coli ATCC 25922 and Candida albicans ATCC 10231 as Group F (Fentanyl Citrate) and Group B (Bupivacaine), respectively. S. aureus ATCC 29213, P. aeruginosa ATCC 27853, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883 and Escherichia coli ATCC 25922 were cultured onto Mueller Hinton agar (Oxoid, UK) plates and Candida albicans ATCC 10231 were cultured onto Sabouraud dextrose agar (Oxoid, UK) plates for 18-24 hours at 37 °C. Main results: In terms of inhibition zone diameters, S. Aureus ATCC 29213, P. aeruginosa ATCC 27853, and C. albicans ATCC10231 values obtained after 12 and 24 hours of incubation ​​were significantly higher in Group F than Group B (p < 0.001). In terms of inhibition zone diameters, E. coli ATCC 25922, and K. pneumomiae ATCC 13883 values obtained after 12 and 24 hours of incubation ​​were significantly higher in Group B than Group F (p < 0.001, E. coli 12ª hour p = 0.005). Conclusions: Addition of fentanyl to Local Anesthetics (LAs) is often preferred in regional anesthesia applications in today's practice owing especially to its effect on decreasing the local anesthetic dose and increasing analgesia quality and patient satisfaction. However, when the fact that fentanyl antagonized the antimicrobial effects of LAs in the studies is taken into account, it might be though that it contributes to an increase in infection complications. When the fact that fentanyl citrate which was used in our study and included hydrochloric acid and sodium hydroxide as protective agents, broadened the antimicrobial effect spectrum of LAs, had no antagonistic effect and showed a synergistic antimicrobial effect against E. Coli is considered, we are of the opinion that the addition of fentanyl to LAs would contribute significantly in preventing the increasing regional anesthesia infection complications.


Resumo Objetivo: O objetivo do presente estudo foi comparar os efeitos antimicrobianos da bupivacaína e citrato de fentanil e revelar o impacto no potencial do efeito antimicrobiano no caso de uso combinado. Desenho: Estudo prospectivo in vitro. Local: Laboratório de Microbiologia Clínica da Universidade. Medidas: Em nosso estudo, os efeitos antimicrobianos in vitro do citrato de fentanil na concentração de 0,05 mg.mL-1 - Grupo F e da bupivacaína na concentração de 5 mg.mL-1 - Grupo B foram testados em culturas de Staphylococcus aureus ATCC 29213 (do inglês American Type Culture Collection 29213), Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Escherichia coli ATCC 25922 e Candida albicans ATCC 10231. As culturas de S. aureus ATCC 29213, P. aeruginosa ATCC 27853, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883 e Escherichia coli ATCC 25922 foram semeadas em placas de ágar Mueller Hinton (Oxoid, Reino Unido), e a cultura de Candida albicans ATCC 10231 foi realizada em placa de ágar Sabouraud dextrose (Oxoid, Reino Unido) durante 18-24 horas a 37 °C. Principais resultados: Com relação ao diâmetro da zona de inibição, os valores de S. aureus ATCC 29213, P. aeruginosa ATCC 27853 e C. albicans ATCC10231 obtidos após 12 e 24 horas de incubação foram significantemente maiores no Grupo F do que no Grupo B (p < 0,001). Os valores do diâmetro da zona de inibição das culturas de E. coli ATCC 25922 e K. pneumomiae ATCC 13883 obtidos após 12 e 24 horas de incubação foram significantemente maiores no Grupo B do que no Grupo F (p < 0,001, E. coli na 12ª hora p = 0,005) Conclusões: A preferência atual e frequente pela adição de fentanil aos Anestésicos Locais (AL) para a realização de anestesia regional se deve sobretudo à possibilidade de redução da dose do anestésico local, a melhora na qualidade da analgesia e a satisfação do paciente. No entanto, ao considerar estudos em que o fentanil antagonizou o efeito antimicrobiano dos AL, pode-se pensar que esse fato contribua para aumento de complicação infecciosa. O citrato de fentanil usado em nosso estudo, contendo ácido clorídrico e hidróxido de sódio como agentes conservantes, ampliou o espectro de efeitos antimicrobianos dos AL, não teve efeito antagônico e demonstrou efeito antimicrobiano sinérgico contra a E. coli. Acreditamos que a adição de fentanil aos anestésicos locais traria importante contribuição na prevenção das crescentes complicações por infecção da anestesia regional.


Subject(s)
Bupivacaine/pharmacology , Fentanyl/pharmacology , Anesthetics, Local/pharmacology , Anti-Infective Agents/pharmacology , Sodium Hydroxide/pharmacology , Bupivacaine/administration & dosage , Microbial Sensitivity Tests , Fentanyl/administration & dosage , Prospective Studies , Drug Synergism , Hydrochloric Acid/pharmacology , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anti-Infective Agents/administration & dosage
9.
Rev. bras. anestesiol ; 70(4): 443-447, July-Aug. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137201

ABSTRACT

Abstract Background: There are various approaches to perform an ultrasound guided Quadratus Lumborum Block (QLB). The lateral, posterior, anterior or trans muscular and subcostal paramedian are the various approaches described for performing a QLB. Each of these blocks are aimed to achieve a maximum spread with high volume and low concentration of local anesthetics. Case report: In this novel approach a curvilinear ultrasound probe was used with the patient lying in supine position. The probe was placed longitudinally in the mid axillary line to visualize Quadratus Lumborum Muscle (QLM) in the coronal plane. The needle was then introduced from cranial to caudal direction and catheters were inserted in the Anterior Thoracolumbar Fascia (ATLF) up to a distance of 4-5 cm in 24 patients for an anterior approach to acetabulum fractures. The needle tip and the Local Anesthetic (LA) spread was visible in all patients. All patients except 4 had excellent perioperative pain relief considering stable hemodynamics and VAS 2-3/10 for the first 48 hours. All patients received 1 g intravenous paracetamol each 8 hours. VAS in postoperative period was 2-3/10, in 20/24 patients. In the postoperative period, 4 patients complained of persistent pain, requiring intravenous fentanyl boluses and multimodal analgesia. Mean VAS score was 2.87 from 0-12 hours, 3.14 from 12-24 hours and 3.35 from 24-48 hours. There were no block-related complications in any patient. Conclusion: The supine midaxillary coronal approach to anterior QLB is an effective and feasible approach to QLB which can be performed in supine position.


Resumo Justificativa: Existem várias abordagens para a realização do Bloqueio do Quadrado Lombar (BQL) guiado por ultrassom. Diversas abordagens são descritas para a realização do BQL: paramediana lateral, posterior, anterior ou transmuscular e subcostal, todas com o objetivo de obter a máxima dispersão da solução injetada, usando-se alto volume e baixa concentração de anestésico local. Relato de caso: Nesta nova abordagem, a sonda de ultrassom curvilínea foi usada com o paciente em decúbito dorsal. A sonda foi posicionada longitudinalmente na linha axilar média para visualizar o Músculo Quadrado Lombar (MQL) no plano coronal. A agulha foi introduzida na direção cranial-caudal, e foram inseridos cateteres na Fáscia Toracolombar Anterior (FTLA) até uma distância de 4-5 cm, em 24 pacientes a serem submetidos à correção de fratura do acetábulo pela via anterior. O bisel da agulha e a dispersão do Anestésico Local (AL) eram visíveis em todos os pacientes. Os 24 pacientes, com exceção de quatro, apresentaram excelente analgesia perioperatória, baseando-se na estabilidade hemodinâmica e nos escores EVA de 2-3/10 nas primeiras 48 horas. Todos os pacientes receberam 1 g de paracetamol intravenoso a cada 8 horas. O escore EVA no período pós-operatório foi de 2-3/10, em 20 dos 24 pacientes. No período pós-operatório, quatro pacientes apresentaram queixa de dor persistente, necessitando de bolus de fentanil por via intravenosa e analgesia multimodal. O escore médio da EVA no pós-operatório foi 2,87 entre 0-12 horas; 3,14 entre 12-24 horas e 3,35 entre 24-48 horas pós-operatórias. Não houve complicações relacionadas ao bloqueio em nenhum paciente. Conclusão: A abordagem supina axilar média coronal para BQL anterior é eficaz e viável para BQL, e pode ser realizada com os pacientes em decúbito dorsal.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pain, Postoperative/prevention & control , Anesthetics, Local/administration & dosage , Nerve Block/methods , Time Factors , Supine Position , Abdominal Muscles , Ultrasonography, Interventional , Acetabulum/surgery , Acetabulum/injuries , Acetaminophen/administration & dosage , Middle Aged , Nerve Block/adverse effects
10.
Rev. bras. anestesiol ; 70(4): 434-439, July-Aug. 2020. graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137195

ABSTRACT

Abstract Background and objectives When planning the management of a predicted difficult airway, it is important to determine which strategy will be followed. Video laryngoscopy is a major option in scenarios with factors suggesting difficult airway access. It is also indicated in rescue situations, when there is tracheal intubation failure with direct laryngoscopy. The objective of the present report was to show the efficacy of using the video laryngoscope as the first device for a patient with a large tumor that occupied almost the entire anterior portion of the oral cavity. Case report An 85 year-old male patient, 162 cm, 70 kg, ASA Physical Status II, Mallampati IV classification, was scheduled for resection of an angiosarcoma located in the right maxillary sinus that invaded much of the hard palate and the upper portion of the oropharynx. He was conscious and oriented, with normal blood pressure, heart and respiratory rates and, despite the large tumor in the oral cavity, he showed no signs of respiratory failure or airway obstruction. After intravenous cannulation and monitoring, sedation was performed with 1 mg of intravenous midazolam, and a nasal cannula was placed to provide oxygen, with a flow of 2 L min−1. Then, the target-controlled infusion of remifentanil with an effect site concentration of 2 ng mL−1 was initiated, according to Minto's pharmacokinetic model. Ventilation was maintained spontaneously during airway handling. A trans-cricothyroid block was performed, with 8 mL of 1% lidocaine solution injected into the tracheal lumen. Slight bleeding did not prevent the use of an optical method for performing tracheal intubation. The entire oral cavity was sprayed with 1% lidocaine. The McGraph video laryngoscope with the difficult intubation blade was used, and an armored tube with a guide wire inside was used for tracheal intubation, performed on the first attempt with appropriate glottis visualization. Conclusion The video laryngoscope occupies a prominent position in cases in which access to the airway is difficult. In the present case it was useful. It can be used as first choice or as a rescue technique. The video laryngoscope is an appropriate alternative and should be available for facing the ever-challenging difficult airway patient.


Resumo Justificativa e objetivos No planejamento da abordagem a uma via aérea difícil prevista, é importante determinar qual será a estratégia a ser seguida. A videolaringoscopia é uma ótima opção em situações em que existam fatores indicadores de dificuldade de acesso à via aérea. Também é indicada em situações de resgate, quando houve insucesso na tentativa de intubação com a laringoscopia direta. O objetivo deste relato é mostrar a eficácia da utilização do videolaringoscópio como primeiro dispositivo diante de paciente com grande tumor que ocupava quase a totalidade da porção anterior da cavidade oral. Relato do caso Paciente com 85 anos, sexo masculino, 162 cm, 70 kg, estado físico ASA II, classificação de Mallampati IV, foi escalado para a ressecção de um angiossarcoma localizado no seio maxilar direito que invadia grande parte do palato duro e da porção superior da orofaringe. Apresentava-se lúcido, consciente e orientado, com valores de pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória normais e, apesar do grande tumor na cavidade oral, não apresentava qualquer sinal de insuficiência respiratória ou de obstrução das vias aéreas. Após venóclise, foi feita monitorização e sedação com 1 mg de midazolam, por via venosa, e colocado cateter nasal para administração de oxigênio, com fluxo de 2 L.min-1. Em seguida, foi iniciada a infusão alvo-controlada de remifentanil com concentração efeito de 2 ng.mL-1 segundo o modelo farmacocinético de Minto. A ventilação foi mantida em espontânea durante a manipulação da via aérea. Foi realizado bloqueio transcricotireóideo, sendo injetados 8 mL de solução de lidocaína a 1% na luz traqueal. Um pequeno sangramento não impediu que um método óptico fosse utilizado para realizar a intubação traqueal. Toda a cavidade oral recebeu o spray de lidocaína tópica a 1%. Foi utilizado o videolaringoscópio McGraph com a lâmina de intubação difícil, e um tubo aramado com fio guia no seu interior, foi utilizado para a intubação traqueal, que foi realizada na primeira tentativa, com boa visualização da glote. Conclusão O videolaringoscópio ocupa uma posição de destaque nos casos em que o acesso à via aérea é difícil. No presente caso, a sua utilização foi útil. Ele pode ser utilizado como primeira opção ou como técnica de resgate. Nas condições sempre preocupantes diante de um paciente com via aérea difícil, o videolaringoscópio deve estar disponível, constituindo-se uma boa opção.


Subject(s)
Humans , Male , Aged, 80 and over , Mouth Neoplasms/surgery , Intubation, Intratracheal/methods , Laryngoscopy/methods , Hemangiosarcoma/surgery , Video Recording , Laryngoscopes , Remifentanil/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Laryngoscopy/instrumentation , Lidocaine/administration & dosage
11.
Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 86(3): 376-382, May-June 2020. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1132586

ABSTRACT

Abstract Introduction: Packing of the nasal cavity has traditionally been used for postoperative bleeding control and decreasing synechia formation in patients undergoing nasal surgeries. Although absorbable nasal packing has been gaining popularity in the recent years, nonabsorbable nasal packing is still often used in nasal surgeries in various parts of the world. It is known to be associated with pain and discomfort especially upon and during removal, and previous reviews have only evaluated the effects of local anesthetic infiltration of nasal packing in septal surgeries. Objective: To evaluate the effect of infiltrating nasal packing with local anesthetics in postoperative pain and anxiety following sinonasal surgeries Materials and methods: We searched the PubMed and Embase databases from their earliest record to April 27, 2019, randomized controlled trials and prospective controlled trials for review, and included only randomized controlled trials for data analysis. We included studies using topical anesthetics-infiltrated nasal packing following sinonasal surgeries and evaluated the effectiveness compared to placebo packing in pain reduction during postoperative follow up, as well as the effectiveness in anxiety reduction. Results: Among 15 studies included for review, 9 studies involving 765 participants contributed to the meta-analysis. In terms of pain reduction, our analysis showed significant standard mean differences regarding effectiveness at postoperative 1, 12, 24 h interval for all surgical groups combined, in the sinus surgery group, as well as during nasal packing removal. There was no consistent evidence to support the effectiveness in anxiety reduction. Conclusions: Our study supports anesthetics infiltration of nasal packing as an effective method in managing pain in patients with nasal packing after sinonasal surgeries. However, the level of evidence is low. More high-quality randomized controlled trials are needed to establish its effectiveness in reducing anxiety. We believe this review is of great clinical significance due to the vast patient population undergoing sinonasal surgeries. Postoperative local hemorrhage remains the greatest concern for ear nose and throat surgeons due to the rich vasculature of the nose and sinuses. Sinonasal packing provides structural support and serves as an important measure for hemostasis and synechia formation. Although absorbable packing has been gaining popularity in the recent years, nonabsorable packing materials are still used in many countries due to lower cost. Infiltration of nasal packing with local anesthetic provides a solution to the discomfort, nasal pressure and nasal pain experienced commonly by the patients as evidenced by our analysis.


Resumo Introdução: O tamponamento da cavidade nasal tem sido usado tradicionalmente para controle do sangramento pós-operatório e diminuição da formação de sinéquia em pacientes submetidos a cirurgias nasais. Embora o tamponamento nasal absorvível tenha ganhado popularidade nos últimos anos, o tampão nasal não absorvível ainda é frequentemente usado em várias partes do mundo. Sabe-se que o tamponamento está associado a dor e desconforto, especialmente na sua remoção, e revisões anteriores avaliaram apenas os efeitos do tampão com anestésico local em cirurgias do septo nasal. Objetivo: Avaliar o efeito do tamponamento nasal infiltrado com anestésicos locais na dor e ansiedade pós-operatórias após cirurgias nasosinusais. Material e métodos: Para a revisão, pesquisamos nos bancos de dados PubMed e Embase desde o registro mais antigo até 27 de abril de 2019, incluímos ensaios clínicos controlados e randomizados, a ensaios clínicos prospectivos controlados e apenas ensaios clínicos controlados e randomizados para análise de dados. Incluímos estudos que usaram tamponamento nasal infiltrado com anestésicos tópicos após cirurgias nasosinusais e avaliamos a eficácia em comparação com o tamponamento com placebo na redução da dor durante o acompanhamento pós-operatório, bem como os efeitos na redução da ansiedade. Resultados: Entre os 15 estudos incluídos, 9, que envolveram 765 participantes, contribuíram para a metanálise. Em termos de redução da dor, nossa análise mostrou diferenças médias padrão significantes em relação à eficácia no pós-operatório nos intervalos de 1, 12, 24 horas para todos os grupos cirúrgicos combinados, no grupo da cirurgia sinusal e durante a remoção do tamponamento nasal. Não houve evidências consistentes para apoiar a eficácia na redução da ansiedade. Conclusões: Nosso estudo apoia o uso de tamponamentos nasais infiltrados com anestésicos locais como um método eficaz no tratamento da dor em pacientes após cirurgias nasosinusais. No entanto, o nível de evidência é baixo. São necessários mais ensaios clínicos randomizados de alta qualidade para estabelecer sua eficácia na redução da ansiedade. Acreditamos que esta revisão seja de grande significado clínico devido à vasta população submetida a cirurgias nasosinusais. A hemorragia local pós-operatória continua a ser a maior preocupação para os cirurgiões otorrinolaringológicos devido à rica vasculatura do nariz e seios nasais. O tamponamento nasosinusal fornece suporte estrutural e serve como uma medida importante para a hemostasia e formação de sinéquias. Embora o tamponamento absorvível tenha ganhado popularidade nos últimos anos, os materiais de tamponamento não absorvíveis ainda são usados em muitos países devido ao menor custo. A infiltração do tamponamento nasal com anestésicos locais fornece uma solução para desconforto, pressão e dor nasal comumente referida pelos pacientes, como evidenciado por nossa análise.


Subject(s)
Humans , Anxiety/psychology , Pain, Postoperative/prevention & control , Paranasal Sinuses/surgery , Postoperative Hemorrhage/prevention & control , Nasal Surgical Procedures/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Pain, Postoperative/psychology , Bandages , Clinical Trials as Topic , Postoperative Hemorrhage/psychology
12.
J. appl. oral sci ; 28: e20190025, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1056588

ABSTRACT

Abstract Periodontal therapy usually requires local anesthesia. If effective, a non-invasive, liposomal anesthetic gel could increase the levels of acceptance of patients in relation to periodontal therapy. Objective: This study investigated the efficacy of liposomal anesthetic gel for pain control during periodontal therapy. Methodology: Forty volunteers with moderate to severe chronic periodontitis were recruited, of which at least three sextants required periodontal therapy. At least one of the selected teeth had one site with a probing depth of ≥4 mm. The volunteers received the following three gels: a placebo, lidocaine/prilocaine (Oraqix®), or a liposomal lidocaine/prilocaine, which were applied to different sextants. Pain frequency was registered during treatment and the volunteers received a digital counter to register any painful or uncomfortable experiences. At the end of each session, the volunteers indicated their pain intensity using rating scales (NRS-101 and VRS-4). The volunteers had their hemodynamic parameters measured by a non-invasive digital monitor. Results: Pain frequency/intensity did not show statistical difference between intervention groups. The tested gels did not interfere with the hemodynamic indices. Dental anxiety, suppuration and probing depth could influence pain during periodontal therapy. Conclusion: Our results suggest limited indications for the use of non-invasive anesthesia when used for scaling and root planing. Intra-pocket anesthetic gel could be a good option for anxious patients, or those who have a fear of needles.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Pain/prevention & control , Dental Scaling/adverse effects , Root Planing/adverse effects , Gels/administration & dosage , Anesthesia, Dental/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Periodontal Pocket , Placebos , Prilocaine/administration & dosage , Pain Measurement/methods , Double-Blind Method , Chronic Periodontitis/complications , Chronic Periodontitis/therapy , Lidocaine, Prilocaine Drug Combination , Lidocaine/administration & dosage
14.
Rev. bras. anestesiol ; 69(6): 561-568, nov.-Dec. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057475

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: The primary aim of this study is to assess the effect of ultrasoung-guided erector spinae block on postoperative opioid consumption after laparoscopic cholecystectomy. The secondary aims are to assess the effects of erector spinae plane block on intraoperative fentanyl need and postoperative pain scores. Methods: Patients between 18-70 years old, ASA I-II were included in the study and randomly allocated into two groups. In Group ESP, patients received bilateral US-ESP with 40 ml of 0.25% bupivacaine at the level of T7, while in Group Control, they received bilateral US-ESP with 40 ml of saline before the induction of anesthesia. Then a standard general anesthesia procedure was conducted in both groups. NRS scores at the postoperative 15th, 30th, 60th minutes, 12th and 24th hours, intraoperative fentanyl need and total postoperative tramadol consumption were recorded. Results: There were 21 patients in Group ESP and 20 patients in Group Control. Mean postoperative tramadol consumption was 100 ± 19.2 mg in Group ESP, while it was 143 ± 18.6 mg in Group Control (p < 0.001). The mean intraoperative fentanyl need was significantly lower in Group ESP (p = 0.022). NRS scores at the postoperative 15th, 30th min, 12th hour and 24th hour were significantly lower in ESP group (p < 0.05). According to repeated measures analysis, NRS score variation over time was significantly varied between two groups (F[1, 39] = 24.061, p < 0.0005). Conclusions: Bilateral US-ESP block provided significant reduction in postoperative opioid consumption, intraoperative fentanyl need and postoperative pain scores of patients undergoing laparoscopic cholecystectomy.


Resumo Justificativa e objetivos: O objetivo primário deste estudo foi avaliar o efeito do bloqueio do plano do músculo eretor da espinha guiado por ultrassom (US-ESP) sobre o consumo de opioides no pós-operatório após colecistectomia laparoscópica. Os objetivos secundários foram avaliar os efeitos do bloqueio do plano eretor da espinha sobre a necessidade de fentanil no intraoperatório e nos escores de dor pós-operatória. Métodos: Pacientes entre 18 e 70 anos, ASA I-II, foram incluídos no estudo e alocados randomicamente em dois grupos. No Grupo ESP, os pacientes receberam o bloqueio bilateral US-ESP com 40 mL de bupivacaína a 0,25% no nível de T7, enquanto no Grupo Controle os pacientes receberam o bloqueio bilateral US-ESP com 40 mL de solução salina antes da indução da anestesia. Em seguida, um procedimento-padrão de anestesia geral foi feito em ambos os grupos. Os escores da NRS aos 15, 30 e 60 minutos e em 12 e 24 horas de pós-operatório, a necessidade de fentanil no intraoperatório e o consumo total de tramadol no pós-operatório foram registrados. Resultados: O grupo ESP foi constituído por 21 pacientes e o Grupo Controle por 20. O consumo médio de tramadol no pós-operatório foi de 100 ± 19,2 mg no Grupo ESP e de 143 ± 18,6 mg no grupo controle (p < 0,001). A necessidade média de fentanil no intraoperatório foi significativamente menor no grupo ESP (p = 0,022). Os escores da NRS aos 15, 30 e 60 minutos e em 12 e 24 horas de pós-operatório foram significativamente menores no grupo ESP (p < 0,05). De acordo com a análise de medidas repetidas, a variação do escore NRS ao longo do tempo foi estatisticamente significativa entre dois grupos (F [1,39] = 24,061, p < 0,0005). Conclusões: O bloqueio bilateral US-ESP reduziu de forma significativa o consumo de opioides no pós-operatório, a necessidade de fentanil no intraoperatório e os escores de dor no pós-operatório dos pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Pain, Postoperative/prevention & control , Cholecystectomy, Laparoscopic/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Nerve Block/methods , Time Factors , Tramadol/administration & dosage , Bupivacaine/administration & dosage , Fentanyl/administration & dosage , Double-Blind Method , Ultrasonography, Interventional , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Middle Aged
15.
Rev. bras. anestesiol ; 69(6): 580-586, nov.-Dec. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057470

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: The frequent onset of hemidiaphragmatic paralysis during interscalene block restricts its use in patients with respiratory insufficiency. Supraclavicular block could be a safe and effective alternative. Our primary objective was to assess the incidence of hemidiaphragmatic paralysis following ultrasound-guided supraclavicular block and compare it to that of interscalene block. Methods: Adults warranting elective shoulder surgery under regional anesthesia (Toulouse University Hospital) were prospectively enrolled from May 2016 to May 2017 in this observational study. Twenty millilitres of 0.375% Ropivacaine were injected preferentially targeted to the "corner pocket". Diaphragmatic excursion was measured by ultrasonography before and 30 minutes after regional anesthesia. A reduction ≥25% in diaphragmatic excursion during a sniff test defined the hemidiaphragmatic paralysis. Dyspnoea and hypoxaemia were recorded in the recovery room. Predictive factors of hemidiaphragmatic paralysis (gender, age, weight, smoking, functional capacity) were explored. Postoperative pain was also analysed. Results: Forty-two and 43 patients from respectively the supraclavicular block and interscalene block groups were analysed. The incidence of hemidiaphragmatic paralysis was 59.5% in the supraclavicular block group compared to 95.3% in the interscalene block group (p < 0.0001). Paradoxical movement of the diaphragm was more common in the interscalene block group (RR = 2, 95% CI 1.4-3; p = 0.0001). A similar variation in oxygen saturation was recorded between patients with and without hemidiaphragmatic paralysis (p = 0.08). No predictive factor of hemidiaphragmatic paralysis could be identified. Morphine consumption and the highest numerical rating scale numerical rating scale (NRS) at 24 hours did not differ between groups. Conclusions: Given the frequent incidence of hemidiaphragmatic paralysis following supraclavicular block, this technique cannot be recommended for patients with an altered respiratory function.


Resumo Justificativa e objetivos: O aparecimento frequente de paralisia hemidiafragmática durante o bloqueio interescalênico restringe seu uso em pacientes com insuficiência respiratória. O bloqueio supraclavicular pode ser uma opção segura e eficaz. Nosso objetivo primário foi avaliar a incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom e compará-lo com o bloqueio interescalênico. Métodos: Os adultos agendados para cirurgia eletiva do ombro sob anestesia regional (Hospital Universitário de Toulouse) foram prospectivamente incluídos neste estudo observacional, de maio de 2016 a maio de 2017. Vinte mililitros de ropivacaína a 0,375% foram injetados, preferencialmente objetivando a interseção da primeira costela e da artéria subclávia. A excursão diafragmática foi medida por ultrassonografia antes e 30 minutos após a anestesia regional. Uma redução ≥ 25% na excursão diafragmática durante um sniff test definiu a paralisia hemidiafragmática. Dispneia e hipoxemia foram registradas na sala de recuperação. Fatores preditivos de paralisia hemidiafragmática (sexo, idade, peso, tabagismo, capacidade funcional) foram explorados. A dor pós-operatória também foi avaliada. Resultados: Quarenta e dois e 43 pacientes dos grupos bloqueio supraclavicular e bloqueio interescalênico, respectivamente, foram avaliados. A incidência de paralisia hemidiafragmática foi de 59,5% no grupo bloqueio supraclavicular em comparação com 95,3% no grupo bloqueio interescalênico (p < 0,0001). O movimento paradoxal do diafragma foi mais comum no grupo bloqueio interescalênico (RR = 2, 95% IC 1,4-3; p = 0,0001). Uma variação semelhante na saturação de oxigênio foi registrada entre os pacientes com e sem paralisia hemidiafragmática (p = 0,08). Nenhum fator preditivo de paralisia hemidiafragmática pôde ser identificado. O consumo de morfina e o maior escore na escala numérica (NRS) em 24 horas não diferiram entre os grupos. Conclusão: Devido à frequente incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular, essa técnica não pode ser recomendada para pacientes com função respiratória alterada.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Respiratory Paralysis/etiology , Brachial Plexus Block/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Pain, Postoperative/prevention & control , Pain, Postoperative/epidemiology , Respiratory Paralysis/epidemiology , Incidence , Prospective Studies , Cohort Studies , Ultrasonography, Interventional , Brachial Plexus Block/adverse effects , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Middle Aged , Morphine/administration & dosage
17.
Rev. bras. oftalmol ; 78(4): 264-267, July-Aug. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013683

ABSTRACT

ABSTRACT We here in report the case of a patient subjected to cataract surgery through phacoemulsification under local anesthetic block, without intra-operative complications. The patient presented important visual impairment in the first post-operative day. Fundoscopy showed pallor resembling cherry-red spots at the macula. Fluorescein angiography did not depict signs of vascular occlusion and the spectral-domain optical coherence tomography showed increased reflectivity in the inner layers of the retina, thus suggesting local thickening and edema. The current case led to the diagnostic hypothesis of transient retinal arterial occlusion.


RESUMO Relatamos um caso de um paciente submetido a facectomia por facoemulsificação sob bloqueio anestésico peribulbar, sem intercorrências per-operatória, que apresentou no primeiro dia de pós-operatório baixa visual significativa. À fundoscopia observou-se palidez em aspecto de mácula em cereja. A angiofluoresceinografia não demonstrou sinais de oclusão vascular e a tomografia de coerência óptica mostrou aumento da refletividade das camadas internas da retina, sugerindo espessamento e edema local. No caso descrito foi aventada hipótese diagnóstica de oclusão arterial retiniana transitória.


Subject(s)
Humans , Male , Aged , Retinal Artery Occlusion/etiology , Phacoemulsification/adverse effects , Anesthesia, Local/adverse effects , Bupivacaine/administration & dosage , Retinal Artery Occlusion/diagnosis , Cataract Extraction/methods , Visual Acuity , Phacoemulsification/methods , Lens Implantation, Intraocular , Tomography, Optical Coherence , Hyaluronoglucosaminidase/administration & dosage , Intraocular Pressure/drug effects , Anesthetics, Local/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage
18.
Rev. bras. anestesiol ; 69(4): 369-376, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1042003

ABSTRACT

Abstract Background and objectives One of the disadvantages of unilateral spinal anesthesia is the short duration of post-operative analgesia, which can be addressed by adding adjuvants to local anesthetics. The aim of current study was to compare the effects of adding dexmedetomidine, fentanyl, or saline to bupivacaine on the properties of unilateral spinal anesthesia in patients undergoing calf surgery. Methods In this double-blind clinical trial, 90 patients who underwent elective calf surgery were randomly divided into three groups. The spinal anesthetic rate in each of the three groups was 1 mL bupivacaine 0.5% (5 mg). In groups BD, BF and BS, 5 µg of dexmedetomidine, 25 µg of fentanyl and 0.5 mL saline were added, respectively. The duration of the motor and sensory blocks in both limbs and the rate of pain during 24 h after surgery were calculated. Hemodynamic changes were also measured during anesthesia for up to 90 min. Results The duration of both of motor and sensory block was significantly longer in dependent limb in the BF (96 and 169 min) and BD (92 and 166 min) groups than the BS (84 and 157 min) group. Visual Analog Scale was significantly lower in the two groups of BF (1.4) and BD (1.3), within 24 h after surgery, than the BS (1.6) group. Conclusions The addition of fentanyl and dexmedetomidine to bupivacaine in unilateral spinal anesthesia can increase the duration of the motor and sensory block in dependent limb and prolong the duration of postoperative pain. However, fentanyl is more effective than dexmedetomidine.


Resumo Justificativa e objetivos Uma das desvantagens da raquianestesia unilateral é a curta duração da analgesia pós-operatória, que pode ser abordada pela adição de adjuvantes aos anestésicos locais. O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos da adição de dexmedetomidina, fentanil ou solução salina à bupivacaína sobre as propriedades da raquianestesia unilateral em pacientes submetidos à cirurgia de panturrilha. Métodos Neste ensaio clínico duplo-cego, 90 pacientes submetidos à cirurgia eletiva de panturrilha foram randomicamente divididos em três grupos. A quantidade de anestésico para a raquianestesia nos três grupos foi de 1 mL de bupivacaína a 0,5% (5 mg). Nos grupos BD, BF e BS, 5 µg de dexmedetomidina, 25 µg de fentanil e 0,5 mL de solução salina foram adicionados, respectivamente. Foram calculados a duração dos bloqueios motor e sensorial em ambos os membros e o escore de dor durante 24 horas após a cirurgia. As alterações hemodinâmicas também foram medidas durante a anestesia por até 90 minutos. Resultados A duração de ambos os bloqueios, motor e sensorial, foi significativamente maior no membro dependente nos grupos BF (96 e 169 min) e BD (92 e 166 min) do que no grupo BS (84 e 157 min). Os escores da escala visual analógica foram significativamente menores nos grupos BF (1,4) e BD (1,3) do que no grupo BS (1,6) nas 24 horas após a cirurgia. Conclusões A adição de fentanil e dexmedetomidina à bupivacaína em raquianestesia unilateral pode aumentar a duração dos bloqueios sensorial e motor no membro dependente e prolongar a duração da dor pós-operatória. Contudo, fentanil é mais eficaz do que dexmedetomidina.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Bupivacaine/administration & dosage , Fentanyl/administration & dosage , Dexmedetomidine/administration & dosage , Anesthesia, Spinal/methods , Pain, Postoperative/prevention & control , Double-Blind Method , Lower Extremity/surgery , Adjuvants, Anesthesia/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Middle Aged
19.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(7): 982-987, July 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013009

ABSTRACT

SUMMARY A clinical, placebo-controlled, randomized, double-blind trial with two parallel groups. OBJECTIVE to evaluate the efficacy of ropivacaine injection in each belly of the anterior and middle scalene muscles, guided by ultrasonography, in the treatment of Nonspecific Thoracic Outlet Syndrome (TOS) compared to cutaneous pressure. METHODS 38 patients, 19 in the control group (skin pressure in each belly of the anterior and middle scalene muscles) and 19 in the intervention group (ropivacaine). Subjects with a diagnosis of Nonspecific Thoracic Outlet Syndrome, pain in upper limbs and/or neck, with no radiculopathy or neurological involvement of the limb affected due to compressive or encephalic root causes were included. The primary endpoint was functionality, evaluated by the Disabilities of the Arm, Shoulder, and Hand - DASH scale validated for use in Brasil. The time of the evaluations were T0 = before the intervention; T1 = immediately after; T2 = 1 week; T3 = 4 weeks; T4 = 12 weeks; for T1, the DASH scale was not applied. RESULTS Concerning the DASH scale, it is possible to affirm with statistical significance (p> 0.05) that the intervention group presented an improvement of functionality at four weeks, which was maintained by the 12th week. CONCLUSION In practical terms, we concluded that a 0.375% injection of ropivacaine at doses of 2.5 ml in each belly of the anterior and middle scalene muscles, guided by ultrasonography, in the treatment of Nonspecific Thoracic Outlet Syndrome helps to improve function.


RESUMO Ensaio clínico, controlado por placebo, aleatorizado, duplo-cego, com dois braços paralelos. OBJETIVO Avaliar a eficácia da injeção de ropivacaína em cada ventre dos músculos escalenos anterior e médio, guiada por ultrassonografia, no tratamento da Síndrome do Desfiladeiro Torácico Neurogênico inespecífico comparado com o toque cutâneo. MÉTODOS Trinta e oito pacientes, sendo 19 no grupo controle (toque cutâneo em cada ventre dos músculos escalenos anterior e médio) e 19 no grupo intervenção (ropivacaína). Foram incluídos sujeitos com diagnóstico de Síndrome do Desfiladeiro Torácico Neurogênico inespecífico com dor em membros superiores e/ou cervicalgia sem radiculopatia ou comprometimento neurológico do membro em questão por causas radiculares compressivas ou encefálicas. O desfecho primário foi a funcionalidade avaliada pela escala Disabilitie of the Arm, Shoulder and Hand - Dash, validada no Brasil. O tempo das avaliações foram T0 = antes da intervenção; T1 = imediatamente após, T2 = 1 semana, T3 = 4 semanas e T4 = 12 semanas, sendo que para o T1 não foi aplicado o Dash. RESULTADOS Com relação ao Dash, de forma estatisticamente significante (p>0,05), é possível afirmar que o grupo intervenção apresentou melhora da funcionalidade a partir de quatro semanas, e essa melhora se manteve até a 12a semana. CONCLUSÃO Em termos práticos, conclui-se que a injeção de ropivacaína 0,375% nas doses de 2,5 ml em cada ventre dos músculos escalenos anterior e médio, guiada por ultrassonografia, no tratamento da Síndrome do Desfiladeiro Torácico Neurogênico inespecífico auxilia na melhora da função.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Thoracic Outlet Syndrome/drug therapy , Ultrasonography, Interventional/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Injections, Intramuscular/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Neck Muscles/drug effects , Time Factors , Double-Blind Method , Treatment Outcome
20.
Rev. bras. anestesiol ; 69(3): 272-278, May-June 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013422

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: Inadequate pain relief after anterior cruciate ligament reconstruction affects mobility leading to development of adhesions, weakened ligament insertion and muscle atrophy. Adductor canal block for postoperative analgesia preserves quadriceps strength. The present study was conducted to compare pain free period in patients undergoing arthroscopic anterior cruciate ligament reconstruction, receiving ultrasound-guided adductor canal block with ropivacaine alone and ropivacaine with clonidine. Methods: A prospective randomized double blinded study was conducted including sixty-three adult, ASA class I, II patients undergoing anterior cruciate ligament reconstruction. They were randomized into three groups: Group S - control group received adductor canal block with 30 mL saline, Group R - ropivacaine group received adductor canal block with 30 mL of 0.375% ropivacaine and Group RC - clonidine group received adductor canal block with 30 mL of 0.375% ropivacaine with clonidine 1 µg.kg-1. The primary aim was to compare the pain free period in patients receiving adductor canal block with ropivacaine alone or ropivacine with clonidine. The secondary outcomes were pain score at rest and movement, total analgesic requirement, sedation score and postoperative nausea and vomiting. Results: The mean pain free periods were 20 min, 384.76 min and 558.09 min for Group S, Group R and Group RC, respectively and this difference was statistically significant (p < 0.001). There was no significant difference between Group R and Group RC in terms of pain scores at rest and movement and total analgesic requirement. Conclusion: Addition of clonidine to ropivacaine in USG guided adductor canal block led to significant prolongation of pain free period though pain score at rest and movement, and rescue analgesic requirement, did not differ.


Resumo Justificativa e objetivos: O alívio inadequado da dor após a reconstrução do ligamento cruzado anterior afeta a mobilidade, leva ao desenvolvimento de aderências, inserção do ligamento enfraquecido e atrofia muscular. O bloqueio do canal adutor para analgesia pós-operatória preserva a força do quadríceps. O presente estudo foi feito para comparar o período sem dor em pacientes de reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior, submetidos ao bloqueio do canal adutor guiado por ultrassom com ropivacaína isolada e ropivacaína + clonidina. Métodos: Um estudo prospectivo, randômico e duplo-cego foi conduzido com 63 pacientes adultos, estado físico ASA I-II, submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior. Os pacientes foram randomizados em três grupos: Grupo S, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de solução salina para controle; Grupo R, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de ropivacaína a 0,375%; Grupo RC, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de ropivacaína a 0,375% e 1 µg.kg-1 de clonidina. O desfecho primário do estudo foi comparar o período sem dor nos pacientes que receberam bloqueio do canal adutor com ropivacaína isolada ou ropivacina + clonidina. Os desfechos secundários foram escores de dor em repouso e movimento, necessidade total de analgésicos, escore de sedação, além de náusea e vômito no pós-operatório. Resultados: Os períodos médios sem dor foram 20 min, 384,76 min e 558,09 min para os grupos S, R e RC, respectivamente, e essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,001). Não houve diferença significativa entre os grupos R e RC em termos de escores de dor em repouso e movimento e a necessidade total de analgésicos. Conclusão: A adição de clonidina à ropivacaína em bloqueio do canal adutor guiado por ultrassom levou a um prolongamento significativo do período sem dor, embora os escores de dor em repouso e movimento, e a necessidade de analgésico de resgate, não tenham diferido.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Arthroscopy/methods , Clonidine/administration & dosage , Anterior Cruciate Ligament Reconstruction/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Nerve Block/methods , Pain, Postoperative/prevention & control , Double-Blind Method , Prospective Studies , Ultrasonography, Interventional/methods , Drug Therapy, Combination , Analgesics/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage
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