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1.
Rev. bras. anestesiol ; 70(1): 66-68, Jan.-Feb. 2020.
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137129

ABSTRACT

Abstract Introduction and objectives: Ropivacaine is a long-acting local anesthetic that causes prolonged anesthesia and is beneficial for a wide variety of surgeries. Systemic toxicity has been reported after usage of high dose ropivacaine or inadvertent intravascular administration. We report a case of ropivacaine withdrawal, which to our knowledge has not been previously described in the literature. Case report: The patient presented to our department with uncontrolled belt-like upper-abdominal pain, self-rated as a 9/10 on the numeric rating scale. We decided to use continuous epidural analgesia with ropivacaine through a multi-port epidural catheter. Pain was well controlled for one month without significant adverse effects. However, ropivacaine unexpectedly ran out and two hours later the patient developed agitation, generalized tremor, tachycardia, and tachypnea. These symptoms resolved 30 minutes after reinitiating epidural ropivacaine. Discussion: Our hypothesis of ropivacaine withdrawal was related to the timing of symptoms in relation to drug administration over two episodes. The possible mechanism of the observed withdrawal syndrome is upregulation of voltage-gated sodium channels after prolonged inhibition, resulting in increase in sodium influx and genetic variation.


Resumo Justificativa e objetivos: A ropivacaína é um anestésico local de ação prolongada indicado em uma ampla variedade de cirurgias. Toxicidade sistêmica tem sido relatada após o uso de dose alta de ropivacaína ou administração intravascular inadvertida. Relatamos um caso de crise de abstinência de ropivacaína que, até onde sabemos, não foi descrita anteriormente na literatura. Relato do caso: O paciente procurou nosso departamento com dor não controlada abdominal do tipo em cinta, avaliada pelo paciente como sendo 9/10 no escala de avaliação numérica. Decidimos usar analgesia peridural contínua com ropivacaína através de cateter peridural multiperfurado. A dor foi bem controlada por um mês sem efeitos adversos significativos. No entanto, a ropivacaína inesperadamente se esgotou e, duas horas depois, o paciente desenvolveu agitação, tremor generalizado, taquicardia e taquipneia. Esses sintomas regrediram completamente 30 minutos após o reinício da ropivacaína por via peridural. Discussão: Nossa hipótese de abstinência de ropivacaína foi relacionada à cronologia dos sintomas em relação à administração da droga ao longo de dois episódios. O possível mecanismo da síndrome de abstinência observada é a regulação positiva dos canais de sódio dependentes de voltagem após inibição prolongada, resultando em aumento do influxo de sódio e variação genética.


Subject(s)
Humans , Male , Substance Withdrawal Syndrome/etiology , Analgesia, Epidural , Ropivacaine/analogs & derivatives , Anesthetics, Local/adverse effects , Middle Aged
2.
Rev. Col. Bras. Cir ; 46(6): e20192269, 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1057180

ABSTRACT

RESUMO Convencionalmente, a associação de anestésicos locais com vasoconstritores é evitada em extremidades pelo risco de isquemia. Entretanto, estudos recentes sugerem haver segurança no uso de vasoconstritor em extremidades. Procuramos, assim, avaliar a efetividade e segurança do uso de vasoconstritores combinados com anestésicos locais no bloqueio de nervos digitais em comparação ao uso de anestésicos plenos, através de uma revisão sistemática com metanálise de ensaios clínicos randomizados. Pesquisamos, até maio de 2019, nas bases de dados MEDLINE, LILACS, SciELO, ScienceDirect, Scopus, ClinicalTrials.gov e literatura cinzenta, sem restrições de data ou idioma, os descritores: bloqueio digital, vasoconstritor e isquemia. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados nos quais houve a utilização de anestésicos locais associados ou não a vasoconstritores em bloqueios digitais. Nas variáveis primárias foram analisadas a ocorrência de complicações isquêmicas e a duração da anestesia, e nas variáveis secundárias foram observadas necessidade de reaplicação anestésica, de controle de sangramento e latência. Dez estudos foram incluídos nesta revisão. Não foi observada a ocorrência de isquemia, independente do uso ou não de vasoconstritores. O uso de vasoconstritores na concentração de 1:100.000 ou menor esteve associado a maior duração da anestesia (P<0,00001), menor necessidade de reaplicação anestésica (P=0,02), menor necessidade de controle de sangramento (P=0,00006) e menor latência (P<0,00001). Pudemos concluir que uso de vasoconstritores associados a anestésicos locais no bloqueio digital mostrou-se uma técnica segura e efetiva.


ABSTRACT Conventionally, the association of local anesthetics with vasoconstrictors is avoided at extremities due to the risk of ischemia. However, recent studies suggest that there is safety in the use of vasoconstrictors at extremities. Thus, we sought to evaluate the effectiveness and safety of vasoconstrictor use combined with local anesthetics in digital nerve block compared to the use of anesthetics without vasoconstrictors, through a systematic review with meta-analysis of randomized clinical trials. Until May 2019 we searched MEDLINE, LILACS, SciELO, ScienceDirect, Scopus, ClinicalTrials.gov, and gray literature databases, without date or language restrictions. The keywords were the following: digital block, vasoconstrictor, and ischemia. We included randomized clinical trials in which there was the use of local anesthetics with associated or not with vasoconstrictors in digital blocks. In the primary variables, the occurrence of ischemic complications and the duration of anesthesia were analysed; in the secondary variables, the need for anesthetic reapplication, bleeding control, and latency were observed. Ten studies were included in this review. The occurrence of ischemia was not observed, regardless of the use of vasoconstrictors or not. The use of vasoconstrictors at a concentration of 1:100,000 or less was associated with longer anesthesia duration (P<0.00001), lower need for anesthetic reapplication (P=0.02), lower need for bleeding control (P=0.00006), and lower latency (P<0.00001). We could conclude that the use of vasoconstrictors associated with local anesthetics in digital block proved to be a safe and effective technique.


Subject(s)
Humans , Vasoconstrictor Agents/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Nerve Block/methods , Vasoconstrictor Agents/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects , Nerve Block/adverse effects
3.
Int. j. med. surg. sci. (Print) ; 5(3): 112-114, sept. 2018.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1254310

ABSTRACT

Lidocaine is an amide-structured local anesthetic commonly used in practice in anesthesiology. Because of its rapid onset, it is frequently used in topical and infiltration anesthesia, regional blocks, regional intravenous anesthesia (RIVA) and general anesthesia to suppress hemodynamic responses to intubation, as well as some cardiac arrhythmias and epileptic seizures. Here, we present a case with seizures and impaired consciousness following iv lidocaine treatment during sedoanalgesia without a history of epilepsy. A thirty-seven-year-old female patient, who was scheduled for a cervical biopsy operation in the Gynecology and Obstetrics clinic, developed a loss of consciousness due to lidocaine with tonic-clonic epileptic seizures during treatment with sedoanalgesia. The patient was intubated with 2 mg midazolam, 200 mg propofol and 50 mg rocuronium intravenously, while oxygen was provided by mask at 6 liters / min. Anesthesia was maintained with 4 lt / min 50% oxygen and 50% air mixture and 2% sevoflurane. There were signs of respiratory acidosis in the blood gas analysis. She was intubated for half an hour by a mechanical ventilator. The operation was canceled. In blood gas monitoring the values were within normal limits. Sugammadex was applied by the gynecology and obstetrics department. In all cases where local anesthetic is planned, necessary precautions should be taken to cope with rare complications


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Seizures/chemically induced , Anesthesia, Local/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects , Lidocaine/adverse effects
4.
Rev. bras. anestesiol ; 66(6): 622-627, Nov.-Dec. 2016. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-829716

ABSTRACT

Abstract A double blind randomized clinical trial of sufentanil as an adjunct in spinal anesthesia for cesarean section and, thereby, be able to reduce the dose of bupivacaine, a local anesthetic, with the same result of an anesthetic block with higher doses but with fewer perioperative side effects, such as hypotension.


Resumo Ensaio clínico randomizado duplamente encoberto sobre o uso do sufentanil como adjuvante em raquianestesia para cesariana e, possibilitando a redução da dose do anestésico local, a bupivacaína, com o mesmo resultado de bloqueio anestésico com doses mais elevadas, mas com menos efeitos colaterais no perioperatório, como hipotensão.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adolescent , Adult , Young Adult , Bupivacaine/administration & dosage , Bupivacaine/adverse effects , Cesarean Section/methods , Sufentanil/administration & dosage , Sufentanil/adverse effects , Anesthetics, Intravenous/administration & dosage , Anesthetics, Intravenous/adverse effects , Anesthesia, Obstetrical/methods , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anesthetics, Local/adverse effects , Postoperative Complications/prevention & control , Double-Blind Method , Hypotension/prevention & control , Intraoperative Complications/prevention & control
5.
Rev. bras. anestesiol ; 66(6): 654-656, Nov.-Dec. 2016. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-829711

ABSTRACT

Abstract Introduction: Facet joint pain is a common source of non-radicular back pain worldwide. Non-surgical interventional modalities remain the mainstay in the treatment of facetogenic back pain and comprise the second most commonly performed interventional pain procedures in the USA. Case: A 36 year-old man with chronic cervical pain secondary to C6-C7 facet arthrosis radiographically, underwent diagnostic local anesthetic bilateral facet joint injection under fluoroscopic guidance. The left side was injected uneventfully; however, 1-2 min following injection of the right side the patient complained of unwellness and became very anxious. He referred paresthesias of the bilateral upper extremities, chest and upper abdomen. Physical examination showed sensory deficits roughly from C5 to T7 without motor deficits; resuscitation measures were not warranted. The deficits were completely resolved by 35-40 min in the recovery area. Discussion: Facet joint injections are a common and safe method of treating back pain secondary to facet arthropathy. Despite excellent safety profiles, rare and sometimes, life-threatening complications can occur. Our case hypothesizes intrathecal injection of local anesthetic during facet joint injection. Few reports have described similar situations. We hypothesize a mechanism of entry through the facet joint, given the proximity of the ligamentum flavum, and the intrathecal space to the anterior aspect of the facet joint. This report reinforces the need for resuscitation and airway management equipment to be readily available where interventional procedures are performed, as well as the need for adequate proficiency in airway management and resuscitation techniques in Pain Medicine training.


Resumo Introdução: A dor nas articulações facetárias é uma fonte mundialmente comum de dores nas costas não radiculares. As modalidades de intervenções não cirúrgicas continuam sendo os pilares no tratamento da dorsalgia facetária e ocupam o segundo lugar entre os procedimentos mais comumente feitos nos EUA para o manejo da dor. Relato de caso: Paciente do sexo masculino, 36 anos, com dor cervical crônica secundária à artrose facetária em C6-C7 (confirmada por radiografia), submetido a exame diagnóstico bilateral das facetas com injeção de anestésico local sob orientação fluoroscópica. O lado esquerdo foi injetado sem intercorrências; porém, um-dois minutos após a injeção do lado direito, o paciente queixou-se de mal-estar e ficou muito ansioso. Mencionou parestesia nos braços, no tórax e no abdome superior. O exame físico revelou déficits sensoriais de, aproximadamente, C5 a T7, sem déficit motor; medidas de reanimação não eram justificáveis. Os déficits foram completamente resolvidos em 35-40 minutos na área de recuperação. Discussão: A aplicação de injeções nas articulações facetárias é um método comum e seguro de tratar a dor nas costas secundária à artropatia facetária. Apesar dos excelentes perfis de segurança, complicações raras e, às vezes, com risco de morte podem ocorrer. Nosso caso relata a injeção intratecal de anestésico local durante injeção nas facetas articulares. Poucos relatos descreveram situações semelhantes. Levantamos a hipótese de um mecanismo de entrada através da faceta articular, por causa da proximidade do ligamento amarelo e do espaço intratecal com o aspecto anterior da faceta articular. Esse relato reforça a necessidade de reanimação e de equipamentos para o manejo das vias aéreas estarem prontamente disponíveis quando procedimentos intervencionistas são feitos, bem como a necessidade de estabelecer o domínio do conhecimento no manejo das vias aéreas e das técnicas de reanimação e treinamento em medicina da dor.


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Spinal Diseases/chemically induced , Bupivacaine/administration & dosage , Bupivacaine/adverse effects , Zygapophyseal Joint , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anesthetics, Local/adverse effects , Injections, Spinal , Bupivacaine/therapeutic use , Back Pain/complications , Back Pain/drug therapy , Medical Errors , Injections, Intra-Articular/adverse effects , Anesthetics, Local/therapeutic use
6.
Rev. bras. anestesiol ; 66(3): 272-275, May.-June 2016. graf
Article in English | LILACS | ID: lil-782875

ABSTRACT

ABSTRACT OBJECTIVE: The local anesthetics may cause neurotoxicity. We aimed to compare the neurotoxic potential of different local anesthetics, local anesthetic induced nerve damage and pathological changes of a peripheral nerve. METHODS: Sixty Wistar rats weighing 200-350 g were studied. Rats were assigned into 3 groups and 26-gauge needle was inserted under magnification into the left sciatic nerve and 0.2 mL of 0.5% bupivacaine, 5% levobupivacaine, and 2% lidocaine were injected intraneurally. An individual who was blind to the specifics of the injection monitored the neurologic function on postoperative 1st day, and daily thereafter. Neurologic examination included assessment for the presence and severity of nociception and grasping reflexes. At the 7th day sciatic nerve specimen was taken for evaluation of histopathologic changes. RESULTS: There was no statistical difference detected among groups regarding grasping reflex and histopathologic evaluation. Two cases in bupivacaine group, 1 case in levobupivacaine group and 2 cases in lidocaine group had slight grasping, while 1 case in lidocaine group had no grasping reflex on the seventh day. Severe axonal degeneration was observed in all groups, respectively in bupivacaine group 4 (20%), levobupivacaine group 3 (15%), and lidocaine group 6 (30%). CONCLUSION: In all groups, histopathological damage frequency and severity were more than the motor deficiency.


RESUMO OBJETIVO: Os anestésicos locais podem causar neurotoxicidade. Nosso objetivo foi comparar o potencial neurotóxico de diferentes anestésicos locais, os danos induzidos aos nervos e as alterações patológicas de um nervo periférico. MÉTODOS: Foram estudados 60 ratos Whistler com 200-350 g. Os ratos foram divididos em três grupos, uma agulha de calibre 26 foi inserida no nervo ciático esquerdo, com o uso de ampliação, e 0,2 mL de bupivacaína a 0,5%, levobupivacaína a 5% e lidocaína a 2% foram injetados por via intraneural. Um colaborador, cego para os conteúdos das injeções, monitorou a função neurológica no primeiro dia de pós-operatório e depois diariamente. O exame neurológico incluiu a avaliação da presença e da gravidade da nocicepção e dos reflexos de agarrar. No sétimo dia, uma amostra do nervo ciático foi colhida para avaliar as alterações histopatológicas. RESULTADOS: Não houve diferença estatística entre os grupos em relação ao reflexo de agarrar e à avaliação histopatológica. Dois casos no grupo bupivacaína, um no grupo levobupivacaína e dois no grupo lidocaína apresentaram um leve reflexo de agarrar; também no grupo lidocaína, um caso não apresentou reflexo de agarrar no sétimo dia. Degeneração axonal grave foi observada em todos os grupos: quatro casos no grupo bupivacaína (20%), três no grupo levobupivacaína 3 (15%) e seis no grupo lidocaína (30%). CONCLUSÃO: Em todos os grupos, a frequência de dano histopatológico e de gravidade foi maior do que a deficiência motora.


Subject(s)
Animals , Rats , Sciatic Nerve/drug effects , Bupivacaine/analogs & derivatives , Bupivacaine/adverse effects , Peripheral Nerve Injuries/chemically induced , Anesthetics, Local/adverse effects , Lidocaine/adverse effects , Sciatic Nerve/physiopathology , Rats, Wistar , Disease Models, Animal , Peripheral Nerve Injuries/physiopathology , Levobupivacaine
7.
Rev. bras. anestesiol ; 66(1): 63-71, Jan.-Feb. 2016. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-773483

ABSTRACT

BACKGROUND AND OBJECTIVES: Review of various techniques for digital blocks with local anesthetic, with or without epinephrine. CONTENTS: Description of various procedures and comparison of results reported in the literature, mainly on latency and quality of anesthesia, details on vasoconstrictor effect of epinephrine, intraoperative bleeding, necessity of tourniquet use, duration of anesthesia and postoperative analgesia, blood flow and digital SpO2 behavior, local and systemic complications, and also approaches and drugs to be used in certain situations of ischemia. CONCLUSIONS: The advantages of adding epinephrine to the anesthetic solution are minor when compared to the risks of the procedure, and it seems dangerous to use a vasoconstrictor in the fingers, unless the safety of the technique and the possibility of discarding the tourniquet are definitely proven.


JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Revisão das diversas técnicas para bloqueios em dedos de mãos, com anestésico local associado ou não à epinefrina. CONTEÚDO: São descritos os procedimentos usados e comparados os resultados obtidos na literatura, principalmente em relação a: latência e qualidade da anestesia, detalhes sobre o efeito vasoconstritor da epinefrina, sangramento intraoperatório, necessidade ou não do uso de torniquete, duração da anestesia e da analgesia pós-operatórias, comportamento do fluxo arterial e da SpO2 digitais, complicações locais e sistêmicas e, ainda, condutas e medicamentos a serem usados em determinadas situações de isquemia. CONCLUSÕES: As vantagens da inclusão de epinefrina na solução anestésica são de pouca importância quando comparadas aos riscos do procedimento e parece perigoso usar o vasoconstritor em dedos de mão, a não ser que fiquem definitivamente comprovadas a inocuidade da técnica e a possibilidade do descarte do torniquete.


Subject(s)
Humans , Epinephrine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Nerve Block/methods , Tourniquets/statistics & numerical data , Vasoconstrictor Agents/administration & dosage , Vasoconstrictor Agents/adverse effects , Epinephrine/adverse effects , Blood Loss, Surgical , Fingers , Anesthetics, Local/adverse effects , Nerve Block/adverse effects
9.
Rev. chil. obstet. ginecol ; 80(2): 126-135, abr. 2015. ilus, tab
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-747533

ABSTRACT

OBJETIVO: Comparar la efectividad analgésica de la infiltración con Bupivacaína de la incisión de Pfannens-tiel respecto a un placebo para la analgesia posoperatoria de gestantes llevadas a cesárea segmentaria en el Hospital "Dr. Adolfo Pons" de Maracaibo, estado Zulia, Venezuela. MÉTODOS: Investigación comparativa y aplicada, con diseño cuasi-experimental, de casos y controles, contemporáneo y de campo, donde se incluyeron 60 gestantes planificadas para cesárea segmentaria electiva, divididas aleatoriamente en dos grupos pareados para infiltrarles la incisión de Pfannenstiel con 30 mL de Bupivacaína al 0,25% (75 mg) o solución salina. La intensidad del dolor se evaluó mediante la escala visual análoga (EVA). RESULTADOS: En cuanto a la intensidad del dolor, tanto en reposo como en movimiento, se encontraron diferencias altamente significativas a favor del grupo que recibió la infiltración incisional con Bupivacaína durante las primeras seis horas del postoperatorio (p<0,001); posterior a las 8 horas del posoperatorio no hubo diferencias significativas entre los dos grupos evaluados. De igual manera, estas pacientes presentaron un mayor tiempo libre de dolor, que sobrepasaba las 4 horas (251 ± 14 minutos vs. 220 ± 11 minutos; p<0,001), menores requerimientos analgésicos (199,37 ± 0,15 mg vs. 298,04 ± 1,96 mg; p<0,001) y con menos efectos adversos (p<0,05). CONCLUSIÓN: La infiltración de la incisión de Pfannenstiel es efectiva para la analgesia postoperatoria de la cesárea segmentaria, prolongado el tiempo libre de dolor y disminuyendo los requerimientos de analgésicos.


AIM: To compare the analgesic effectiveness of Pfannenstiel incision infiltration with bupivacaine over a placebo for post-operative analgesia in cesarean section in pregnants attending at the Hospital "Dr. Adolfo Pons" in Maracaibo, Zulia state, Venezuela. METHODS: A comparative and applied research, with quasi-experimental, case-control, contemporary and field design, which included 60 pregnant women scheduled for elective cesarean section, divided randomly into two groups matched for Pfannestiel incision infiltration with 30 mL Bupivacaine 0.25% (75 mg) or saline solution. Pain intensity was assessed by visual analog scale (VAS). RESULTS: In terms of pain intensity at rest and in motion, were found highly significant differences in favor of the group receiving the incisional infiltration with bupivacaine during the first six hours after surgery (p<0.001); not later than 8 hours after surgery where in all measurements, were found no significant differences between the two tested groups. Similarly, these patients had higher pain free time, surpassing the 4 hours (251 ± 14 minutes vs. 220 ± 11 minutes; p<0.001), lower analgesic requirements (199.37 ± 0.15 mg vs. 298.04 ± 1.96 mg; p<0.001) and fewer adverse effects (p<0.05). CONCLUSION: The infiltration of the Pfannenstiel incision is effective for postoperative analgesia in cesarean section, prolonged pain-free time and decreasing analgesic requirements.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Bupivacaine/administration & dosage , Cesarean Section/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Pain/prevention & control , Postoperative Complications/etiology , Postoperative Complications/prevention & control , Bupivacaine/adverse effects , Comparative Study , Case-Control Studies , Infiltration-Percolation , Cesarean Section/adverse effects , Visual Analog Scale , Abdomen/surgery , Analgesia , Anesthetics, Local/adverse effects
11.
Acta cir. bras ; 29(11): 752-758, 11/2014. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-728642

ABSTRACT

PURPOSE: To evaluate the efficacy and side-effects of fentanyl and sufentanil combined with hyperbaric spinal bupivacaine in elective cesarean section. METHODS: A prospective, randomized, double-blind study with 64 term parturients, distributed into 2 groups according to the opioid combined with hyperbaric bupivacaine 0.5% (10mg): GF - fentanyl (25µg) and GS - sufentanil (5.0µg). The latency and maximum sensory block level; degree and duration of motor block; duration and quality of analgesia; maternal-fetal repercussions were evaluated. This was an intention-to-treat analysis with a 5% significance level. RESULTS: The latency period, maximum sensory block level, motor block degree and perioperative analgesia were similar in both groups. Motor block and analgesia had a longer duration in the sufentanil group. Maternal adverse effects and neonatal repercussions were similar. The incidence of hypotension was higher in the fentanyl group. In both groups, there was a predominance of patients who were awake and either calm or sleepy. CONCLUSIONS: The addition of fentanyl and sufentanil to hyperbaric subarachnoid bupivacaine was shown to be effective for the performance of cesarean section, and safe for the mother and fetus. Analgesia was more prolonged with sufentanil. .


Subject(s)
Adult , Female , Humans , Pregnancy , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Anesthesia, Obstetrical/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Bupivacaine/administration & dosage , Cesarean Section/methods , Fentanyl/administration & dosage , Sufentanil/administration & dosage , Analysis of Variance , Analgesics, Opioid/adverse effects , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Local/adverse effects , Bupivacaine/adverse effects , Double-Blind Method , Drug Combinations , Fentanyl/adverse effects , Operative Time , Prospective Studies , Reproducibility of Results , Sufentanil/adverse effects , Time Factors , Treatment Outcome
12.
Rev. bras. anestesiol ; 64(4): 221-226, Jul-Aug/2014. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-720468

ABSTRACT

BACKGROUND AND OBJECTIVES: A review of all the adjuncts for intravenous regional anaesthesia concluded that there is good evidence to recommend NonSteroidal Anti-Inflammatory agents and pethidine in the dose of 30 mg dose as adjuncts to intravenous regional anaesthesia. But there are no studies to compare pethidine of 30 mg dose to any of the NonSteroidal Anti-Inflammatory agents. METHODS: In a prospective, randomized, double blind study, 45 patients were given intravenous regional anaesthesia with either lignocaine alone or lignocaine with pethidine 30 mg or lignocaine with ketprofen 100 mg. Fentanyl was used as rescue analgesic during surgery. For the first 6 h of postoperative period analgesia was provided by fentanyl injection and between 6 and 24 h analgesia was provided by diclofenac tablets. Visual analogue scores for pain and consumption of fentanyl and diclofenac were compared. RESULTS: The block was inadequate for one case each in lignocaine group and pethidine group, so general anaesthesia was provided. Time for the first dose of fentanyl required for postoperative analgesia was significantly more in pethidine and ketoprofen groups compared to lignocaine group (156.7 ± 148.8 and 153.0 ± 106.0 vs. 52.1 ± 52.4 min respectively). Total fentanyl consumption in first 6 h of postoperative period was less in pethidine and ketoprofen groups compared to lignocaine group (37.5 ± 29.0 mcg, 38.3 ± 20.8 mcg vs. 64.2 ± 27.2 mcg respectively). Consumption of diclofenac tablets was 2.4 ± 0.7, 2.5 ± 0.5 and 2.0 ± 0.7 in the control, pethidine and ketoprofen group respectively, which was statistically not significant. Side effects were not significantly different between the groups. CONCLUSION: Both pethidine and ketoprofen are equally effective in providing postoperative analgesia up to 6 h, without significant difference in the side effects and none of the adjuncts provide significant ...


JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: uma revisão de todos os adjuvantes para anestesia regional intravenosa concluiu que há boas evidências para recomendar os agentes anti-inflamatórios não esteroides e petidina em dose de 30 mg como adjuvantes para anestesia regional intravenosa. Porém, não há estudos que comparem petidina (30 mg) com quaisquer dos agentes anti-inflamatórios não esteroides. MÉTODOS: em um estudo prospectivo, randômico e duplo-cego, 45 pacientes receberam anestesia regional intravenosa com apenas lidocaína ou lidocaína com petidina (30 mg) ou lidocaína com cetoprofeno (100 mg). Fentanil foi usado como analgésico de resgate durante a cirurgia. Durante as seis primeiras horas de pós-operatório, analgesia foi fornecida via injeção de fentanil e, entre seis e 24 horas, analgesia foi fornecida via comprimidos de diclofenaco. Os escores visuais analógicos para dor e do consumo de fentanil e diclofenaco foram comparados. RESULTADOS: o bloqueio foi inadequado para um caso tanto do grupo lidocaína quanto do grupo petidina; portanto, anestesia geral foi administrada. O tempo para a primeira dose necessária de fentanil para analgesia pós-operatória foi significativamente maior nos grupos petidina e cetoprofeno em comparação com o grupo lidocaína (156,7 ± 148,8 e 153,0 ± 106,0 vs. 52,1 ± 52,4 minutos, respectivamente). O consumo total de fentanil nas primeiras seis horas de pós-operatório foi menor nos grupos petidina e cetoprofeno em comparação com o grupo lidocaína (37,5 ± 29,0 mcg, 38,3 ± 20,8 mcg vs. 64,2 ± 27,2 mcg, respectivamente). O consumo de comprimidos de diclofenaco foi de 2,4 ± 0,7, 2,5 ± 0,5 e 2,0 ± 0,7 no grupo controle, petidina e cetoprofeno, respectivamente, o que não foi estatisticamente significante. ...


JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: una revisión sobre todos los adyuvantes para la anestesia regional intravenosa concluyó que hay buenas evidencias para recomendar los agentes antiinflamatorios no esteroideos y la petidina en dosis de 30 mg como adyuvantes para la anestesia regional intravenosa. Sin embargo, no hay estudios comparando la petidina (30 mg) con cualesquiera de los agentes antiinflamatorios no-esteroideos. MÉTODOS: en un estudio prospectivo, aleatorizado y doble ciego, 45 pacientes recibieron anestesia regional intravenosa con solamente lidocaína o lidocaína con petidina (30 mg) o lidocaína con ketoprofeno (100 mg). El fentanilo fue usado como analgésico de rescate durante la cirugía. Durante las 6 primeras horas del postoperatorio, la analgesia fue suministrada vía inyección de fentanilo y entre 6 y 24 h, la analgesia fue suministrada vía comprimidos de diclofenaco. Se compararon las puntuaciones visuales analógicas para el dolor y el consumo de fentanilo y diclofenaco. RESULTADOS: el bloqueo fue inadecuado para un caso tanto del grupo lidocaína como del grupo petidina; por tanto, se administró anestesia general. El tiempo para la primera dosis necesaria de fentanilo para analgesia postoperatoria fue significativamente mayor en los grupos petidina y ketoprofeno en comparación con el grupo lidocaína (156,7 ± 148,8 y 153,0 ± 106,0 vs. 52,1 ± 52,4 min, respectivamente). El consumo total de fentanilo en las primeras 6 h del postoperatorio fue menor en los grupos petidina y ketoprofeno en comparación con el grupo lidocaína (37,5 ± 29,0 mcg; 38,3 ± 20,8 mcg vs. 64,2 ± 27,2 mcg, respectivamente). El consumo de comprimidos de diclofenaco fue de 2,4 ± 0,7; 2,5 ± 0,5; y 2 ± 0,7 en el grupo control, petidina y ketoprofeno, respectivamente, lo que no fue estadísticamente significativo. Los ...


Subject(s)
Adolescent , Adult , Female , Humans , Male , Middle Aged , Young Adult , Anesthesia, Conduction/methods , Ketoprofen/administration & dosage , Lidocaine/administration & dosage , Meperidine/administration & dosage , Adjuvants, Anesthesia/administration & dosage , Adjuvants, Anesthesia/adverse effects , Anesthesia, Conduction/adverse effects , Anesthesia, Intravenous/adverse effects , Anesthesia, Intravenous/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anesthetics, Local/adverse effects , Anti-Inflammatory Agents, Non-Steroidal/administration & dosage , Anti-Inflammatory Agents, Non-Steroidal/adverse effects , Double-Blind Method , Diclofenac/administration & dosage , Fentanyl/administration & dosage , Ketoprofen/adverse effects , Lidocaine/adverse effects , Meperidine/adverse effects , Pain Measurement , Prospective Studies , Pain, Postoperative/prevention & control , Time Factors
13.
Rev. bras. anestesiol ; 64(3): 159-163, May-Jun/2014. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-715655

ABSTRACT

Background: The duration of the spinal block is a concern for anesthetists. Low dose intrathecal lidocaine has vasodilatory effects and increases the local anesthetic clearance from the intrathecal space. The aim was to investigate whether this effect of lidocaine can be used to increase the resolution of levobupivacaine spinal anesthesia. Method: After obtaining ethical approval and informed patient consent, 40 patients underwent transurethral prostate resection were studied. Patients were randomized into two groups and patients received either levobupivacaine 6.75 mg + 0.3 mL 2% lidocaine (Group L) or levobupivacaine 6.75 mg + saline (Group C). The main outcome measures were the difference between groups regarding the duration of the spinal block and PACU stay. Secondary outcome measures were the difference between groups in onset and resolution of the spinal block, adverse events and treatments were also investigated. Results: Spinal block resolved faster in Group L than Group C; 162.43 ± 39.4 min vs 219.73 ± 37.3 min (p = 0.000). PACU time was shorter in Group L (109 ± 49.9 min in Group L vs 148 ± 56.8 min in Group C) (p = 0.036). There was no difference between groups with respect to the incidence of adverse events and treatments. Groups were also similar regarding complications. PDPH and TNS were not observed in any group. Conclusion: Addition of low dose lidocaine to hyperbaric levobupivacaine reduces the duration of the intrathecal block provided by hyperbaric levobupivacaine. This technique can be used to reduce the spinal block duration for relatively short procedures like TUR-P. .


Justificativa e objetivo: a duração do bloqueio espinhal é uma preocupação para os anestesistas. Lidocaína intratecal em dose baixa tem efeito vasodilatador e aumenta a eliminação do anestésico local do espaço intratecal. O objetivo deste estudo foi analisar se esse efeito da lidocaína pode ser usado para aumentar a resolução da anestesia espinhal com levobupivacaína. Método: após obter aprovação do Comitê de Ética e consentimento informado, 40 pacientes submetidos à ressecção transuretral da próstata foram incluídos no estudo. Os pacientes foram randomizados em dois grupos e receberam6mgde levobupivacaína + 0,3 mL de lidocaína a 2% (Grupo L) ou6,75mgde levobupivacaína + solução salina (Grupo C). O desfecho primário foi a diferença entre os grupos em relação à duração do bloqueio espinhal e a permanência na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA). Os desfechos secundários foram a diferença entre os grupos em relação ao início e à resolução do bloqueio espinhal; eventos adversos e tratamentos também foram investigados. Resultados: a resolução do bloqueio espinhal foi mais rápida no Grupo L do que no Grupo C: 162,43 ± 39,4 min vs. 219 ± 37,3 min (p = 0,000). O tempo na SRPA foi menor no Grupo L do que no Grupo C: 109 ± 49,9 min vs. 148 ± 56,8 min (p = 0,036). Não houve diferença entre os grupos em relação à incidência de eventos adversos e tratamentos. Os grupos também foram semelhantes no que diz respeito a complicações. Cefaleia pós-punção dural (CPPD) e sintomas neurológicos transitórios (SNT) não foram observados em nenhum grupo. Conclusão: a adição ...


Justificación y objetivo: la duración del bloqueo raquídeo es una preocupación para los anestesistas. La lidocaína intratecal en dosis baja tiene un efecto vasodilatador y aumenta la eliminación del anestésico local del espacio intratecal. El objetivo de este estudio fue analizar si ese efecto de la lidocaína puede ser usado para aumentar la resolución de la anestesia raquídea con levobupivacaína. Método: después de obtener la aprobación del Comité de Ética y el consentimiento informado del paciente, fueron incluidos en el estudio 40 pacientes sometidos a resección transuretral de próstata. Los pacientes fueron aleatorizados en 2 grupos y recibieron 6 mg de levobupivacaína + 0,3 mL de lidocaína al 2% (grupo L) o 6,75 mg de levobupivacaína + solución salina (grupo C). El objetivo primario fue analizar la diferencia entre los grupos con relación a la duración del bloqueo raquídeo y la permanencia en la sala de reanimación postanestesia. El secundario fue la diferencia entre los grupos con relación al inicio y al término del bloqueo raquídeo. También se investigaron los eventos adversos y los tratamientos. Resultados: la resolución del bloqueo raquídeo fue más rápida en el grupo L que en el grupo C (162,43 ± 39,4 min vs. 219,73 ± 37,3 min [p = 0,000]). El tiempo en la sala de reanimación postanestesia fue menor en el grupo L que en el grupo C (109 ± 49,9 min vs. 148 ± 56,8 min [p = 0,036]). No hubo diferencia entre los grupos con relación a la incidencia de eventos adversos y tratamientos. Los grupos también fueron similares en lo que respecta a las complicaciones. No se observó en ningún grupo ni cefalea pospunción dural ni síntomas neurológicos transitorios. Conclusión: la adición de una ...


Subject(s)
Aged , Humans , Male , Middle Aged , Bupivacaine/analogs & derivatives , Lidocaine/administration & dosage , Nerve Block/methods , Transurethral Resection of Prostate/methods , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anesthetics, Local/adverse effects , Bupivacaine/administration & dosage , Bupivacaine/adverse effects , Drug Therapy, Combination , Injections, Spinal , Lidocaine/adverse effects , Nerve Block/adverse effects , Pilot Projects , Prospective Studies , Time Factors
14.
Rev. bras. anestesiol ; 64(3): 177-182, May-Jun/2014. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-715657

ABSTRACT

Background and objectives: Success rate of catheter applications is low in supraclavicular block. Thus, bupivacaine and levobupivacaine become important with their long effect time in single injection practices. In this study, we aimed to compare the effectiveness, side effects and complications of bupivacaine and levobupivacaine in supraclavicular block. Methods: Sixty patients aged between 20 and 65, with body weight between 50 and 100 kg, in the ASA I-II-III group who were scheduled for hand, forearm and arm surgery using supraclavicular block were randomized into two groups of 30. The patients received 30 ml 0.5% bupivacaine (Group B) or 30 ml 0.5% levobupivacaine (Group L). Motor and sensory blocks were evaluated. Motor and sensory block onset times, total block durations, postoperative pain, amount of postoperative analgesic used and patient satisfaction were recorded. Results: Demographic data, distribution of surgical area and hemodynamic data were similar between the two groups. Surgery, motor and sensory block durations of Group B and L patients did not vary statistically significantly. However, motor and sensory block onset times in Group B were significantly shorter than Group L (p < 0.05). The mean time for first postoperative analgesic demand were 16.6 ± 8.0 h in Group B and 14.4 ± 7.3 h in Group L (p > 0.05). Conclusion: 30 ml 0.5% bupivacaine and levobupivacaine provide similar block characteristics for supraclavicular block. Bupivacaine leads to faster motor and sensory block onset compared to levobupivacaine however similar duration of postoperative analgesia. .


Justificativa e objetivos: a taxa de sucesso de aplicações de cateter é baixa em bloqueio supraclavicular. Assim, bupivacaína e levobupivacaína tornaram-se importantes por causa do efeito de longa duração em práticas de injeção única. Neste estudo, o objetivo foi comparar a eficácia, os efeitos colaterais e as complicações de bupivacaína e levobupivacaína em bloqueio supraclavicular. Métodos: foram randomizados em grupos de 30 cada 60 pacientes, entre 20-65 anos, 50-100 kg, estado físico ASA I-II-III, programados para cirurgia de mão, antebraço e braço com bloqueio supraclavicular. Receberam 30 mL de bupivacaína a 0,5% (Grupo B) ou 30 mL de levobupivacaína a 0,5% (Grupo L). Os bloqueios sensorial e motor foram avaliados e o tempo de início dos bloqueios, a duração dos bloqueios, a dor pós-operatória, a quantidade de analgesia pós-operatória e a satisfação dos pacientes foram registrados. Resultados: os dados demográficos, a distribuição da área cirúrgica e os dados hemodinâmicos foram semelhantes entre os dois grupos. A duração da cirurgia e dos bloqueios sensorial e motor não foi estatisticamente diferente entre os grupos B e L. Contudo, os tempos de início dos bloqueios sensorial e motor do Grupo B foram significativamente menores do que os do Grupo L (p < 0,05). O tempo médio para a primeira solicitação de analgésico no pós-operatório foi de 16,6 ± 8 horas no grupo B e 14,4 ± 7,3 horas no Grupo L (p > 0,05). Conclusão: características semelhantes para o bloqueio supraclavicular são fornecidas por 30 mL de bupivacaína a 0,5% e levobupivacaína. Bupivacaína proporciona início mais rápido de bloqueio sensorial e motor em comparação ...


Justificación y objetivos: la tasa de éxito de las aplicaciones de catéter es baja en el bloqueo supraclavicular. Así, la bupivacaína y la levobupivacaína son importantes debido al efecto a largo plazo en las prácticas de inyección única. En este estudio, el objetivo fue comparar la eficacia, los efectos colaterales y las complicaciones de la bupivacaína y la levobupivacaína en el bloqueo supraclavicular. Métodos: sesenta pacientes, con edades entre 20-65 años, 50-100 kg, estado físico ASA I-II-III, programados para cirugía de mano, antebrazo y brazo con bloqueo supraclavicular, fueron aleatorizados en grupos de 30 pacientes cada uno. Los pacientes recibieron 30 mL de bupivacaína al 0,5% (grupo B) o 30 mL de levobupivacaína al 0,5% (grupo L). Se evaluaron los bloqueos sensorial y motor y se registraron los tiempos de inicio de los bloqueos, duración de los bloqueos, dolor postoperatorio, cantidad de analgesia postoperatoria y satisfacción de los pacientes. Resultados: los datos demográficos, la distribución del área quirúrgica y los datos hemodinámicos fueron similares en los 2 grupos. La duración de la cirugía y de los bloqueos sensorial y motor no fue estadísticamente diferente entre los grupos B y L. Sin embargo, los tiempos de inicio de los bloqueos sensorial y motor del grupo B fueron significativamente menores que los del grupo L (p < 0,05). El tiempo promedio para la primera solicitación de analgésico en el postoperatorio fue de 16,6 ± 8,0 h en el grupo B y 14,4 ± 7,3 h en el grupo L (p > 0,05). Conclusión: los 30 mL de bupivacaína al 0,5% y levobupivacaína suministran características de bloqueo similares para el bloqueo supraclavicular. La bupivacaína proporciona un inicio más rápido de bloqueo sensorial y motor en comparación ...


Subject(s)
Adult , Aged , Female , Humans , Male , Middle Aged , Young Adult , Anesthetics, Local/administration & dosage , Bupivacaine/analogs & derivatives , Nerve Block/methods , Pain, Postoperative/prevention & control , Analgesics/administration & dosage , Anesthetics, Local/adverse effects , Bupivacaine/administration & dosage , Bupivacaine/adverse effects , Double-Blind Method , Nerve Block/adverse effects , Patient Satisfaction , Pain, Postoperative/epidemiology , Time Factors
15.
Rev. bras. anestesiol ; 64(3): 173-176, May-Jun/2014. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-715658

ABSTRACT

Introduction: A restricted sympathetic block during spinal anesthesia may minimize hemodynamic changes. This prospective randomized study compared unilateral and bilateral spinal anesthesia with respect to the intra- and postoperative advantages and complications of each technique. Material and methods: Spinal anesthesia was induced with 0.5% hyperbaric bupivacaine and a 25-G Quincke needle (Dr. J) in two groups of patients with physical status ASA I-II who had been admitted for orthopedic surgeries. In group A, dural puncture was performed with the patient in a seated position using 2.5 cm3 of hyperbaric bupivacaine. Each patient was then placed in the supine position. In group B, dural puncture was performed with the patient in the lateral decubitus position with 1.5 cm3 of hyperbaric bupivacaine. The lower limb was the target limb. The speed of injection was 1 mL/30 s, and the duration of time spent in the lateral decubitus position was 20 min. Results: The demographic data were similar in both groups. The time to the onset of the sensory and motor block was significantly shorter in group A (p = 0.00). The duration of motor and sensory block was shorter in group B (p < 0.05). The success rate for unilateral spinal anesthesia in group B was 94.45%. In two patients, the spinal block spread to the non-dependent side. The incidence of complications (nausea, headache, and hypotension) was lower in group B (p = 0.02). Conclusion: When unilateral spinal anesthesia was performed using a low-dose, low-volume and low-flow injection technique, it provides adequate sensory-motor block and helps to achieve stable hemodynamic parameters during orthopedic surgery on a lower limb. Patients were more satisfied with this technique as opposed to the conventional approach. Furthermore, this technique avoids unnecessary paralysis on the non-operated side. .


Introdução: um bloqueio simpático restrito durante a raquianestesia pode minimizar as alterações hemodinâmicas. Este estudo prospectivo e randômico comparou a raquianestesia unilateral e bilateral em relação às vantagens intra- e pós-operatórias e as complicações de cada técnica. Material e métodos: raquianestesia foi induzida com bupivacaína hiperbárica a 0,5% e agulha Quincke de calibre 25 (Dr. J) em dois grupos de pacientes com estado físico ASA I-II, admitidos para cirurgias ortopédicas. No grupo A, a punção dural foi feita com o paciente em posição sentada, com 2,5 cm3 de bupivacaína hiperbárica. Cada paciente foi então posicionado em decúbito dorsal. No grupo B, a punção foi feita com o paciente em decúbito lateral, com 1,5 cm3 de bupivacaína hiperbárica. O membro inferior foi o alvo. A velocidade da injeção foi de 1 mL/30 segundos e o tempo de permanência em decúbito lateral foi de 20 minutos. Resultados: os dados demográficos foram semelhantes em ambos os grupos. O tempo para o início do bloqueio sensitivo e motor foi significativamente menor no grupo A (p = 0,00). A duração do bloqueio motor e sensorial foi menor no grupo B (p < 0,05). A taxa de sucesso para raquianestesia unilateral no grupo B foi de 94,45%. Em dois pacientes, o bloqueio espinhal difundiu-se para o lado não dependente. A incidência de complicações (náuseas, cefaleia e hipotensão) foi menor no grupo B (p = 0,02). Conclusão: a administração de raquianestesia unilateral com a técnica de dose, volume e fluxo de injeção baixos fornece bloqueio sensoriomotor adequado e ajuda a obter parâmetros hemodinâmicos estáveis durante a cirurgia ortopédica de membros inferiores. ...


Introducción: un bloqueo simpático restringido durante la raquianestesia puede minimizar las alteraciones hemodinámicas. Este estudio prospectivo y aleatorizado comparó la raquianestesia unilateral y la bilateral con relación a las ventajas intra- y postoperatorias y las complicaciones de cada técnica. Material y métodos: la raquianestesia fue inducida con bupivacaína hiperbárica al 0,5% y una aguja Quincke de calibre 25 (Dr. J) en dos2 grupos de pacientes con estado físico ASA I-II, admitidos para cirugías ortopédicas. En el grupo A, la punción dural fue realizada con el paciente en posición sedente, usando 2,5 cm3 de bupivacaína hiperbárica. Cada paciente se colocó en decúbito dorsal. En el grupo B, la punción fue realizada con el paciente en decúbito lateral con 1,5 cm3 de bupivacaína hiperbárica. El miembro inferior fue el miembro objeto. La velocidad de la inyección fue de 1 mL/30 s y el tiempo de permanencia en decúbito lateral fue de 20 min. Resultados: los datos demográficos fueron similares en ambos grupos. El tiempo para el inicio del bloqueo sensitivo y motor fue significativamente menor en el grupo A (p = 0,00). La duración del bloqueo sensorial y motor fue menor en el grupo B (p < 0,05). La tasa de éxito para raquianestesia unilateral en el grupo B fue de un 94,45%. En 2 pacientes, el bloqueo espinal se difundió hacia el lado no dependiente. La incidencia de complicaciones (náuseas, cefalea e hipotensión) fue menor en el grupo B (p = 0,02). Conclusión: la administración de raquianestesia unilateral con la técnica de dosis, volumen y flujo de inyección bajos, suministra un bloqueo sensorial y motor adecuado y ayuda a obtener parámetros hemodinámicos estables durante la cirugía ortopédica de los miembros inferiores. La ...


Subject(s)
Adolescent , Adult , Female , Humans , Male , Middle Aged , Young Adult , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Bupivacaine/administration & dosage , Orthopedic Procedures/methods , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects , Autonomic Nerve Block/methods , Bupivacaine/adverse effects , Hemodynamics/drug effects , Lower Extremity/surgery , Needles , Patient Positioning , Patient Satisfaction , Prospective Studies , Time Factors
17.
SJA-Saudi Journal of Anaesthesia. 2014; 8 (1): 121-123
in English | IMEMR | ID: emr-138070

ABSTRACT

We describe a case of Horner's syndrome that occurred shortly after post-operative bolus administration of interscalene brachial plexus analgesia


Subject(s)
Humans , Male , Horner Syndrome/diagnosis , Brachial Plexus , Bupivacaine/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects , Ultrasonography, Interventional
18.
Rev. bras. anestesiol ; 63(4): 322-326, jul.-ago. 2013. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-680141

ABSTRACT

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Bupivacaína é o fármaco de escolha para anestesia regional por causa da eficácia, longa duração e do bloqueio motor menos intenso. Bupivacaína (S75-R25) é uma mistura de isômeros ópticos que contém 75% de levobupivacaína (S-) e 25% de dextrobupivacaína (R+) e foi criada por uma companhia farmacêutica brasileira. Este estudo comparou a eficácia e segurança de bupivacaína S75-R25 com vasoconstritor e ropivacaína para o sistema cardiovascular em bloqueio do plexo braquial. MÉTODOS: Pacientes foram randomizados para receber bloqueio do plexo braquial com bupivacaína S75-R25 (Grupo B) com epinefrina 1:200.000 ou ropivacaína (Grupo R), ambos os fármacos a 0,50%, em 30 mL ECG contínuo (Holter) foi registrado durante todo o procedimento, bem como a escala de força de Lovett, além de monitoramento (frequência cardíaca, oximetria de pulso e pressão arterial não invasiva). A incidência de eventos adversos foi comparada com os testes do qui-quadrado ou exato de Fisher. RESULTADOS: Quarenta e quatro pacientes foram estudados. Não houve diferença significativa em relação à idade, peso, altura, gênero e tempo cirúrgico. Não houve diferença entre arritmias supraventriculares antes ou depois do bloqueio do plexo braquial, independentemente do anestésico local escolhido. A perda de sensibilidade foi mais rápida no Grupo B (23,1 ± 11,7 min) em comparação com o Grupo R (26,8 ± 11,5 min), embora não significativa (p = 0,205, teste t de Student). Houve uma redução da frequência cardíaca, observada durante a monitoração contínua de 24 horas (Holter). CONCLUSÃO: Este estudo demonstrou eficácia semelhante entre bupivacaína S75-R25 e ropivacaína para bloqueio do plexo braquial, com incidências semelhantes de arritmias supraventriculares.


BACKGROUND AND OBJECTIVES: Bupivacaine is a first choice for regional anesthesia considering its effectiveness, long duration and less motor blockade. Bupivacaine (S75-R25) is a mixture of optical isomers containing 75% levobupivacaine (S-) and 25% dextrobupivacaine (R+) created by a Brazilian pharmaceutical company. This investigation compared cardiac safety and efficacy of bupivacaine S75-R25 with vasoconstrictor and ropivacaine for brachial plexus blockade. METHODS: Patients were randomized to receive brachial plexus anesthesia with either bupivacaine S75-R25 with epinephrine 1:200,000 (bupi) or ropivacaine (ropi), both at 0.50%, in 30 mL solution. We registered a continuous Holter ECG throughout the procedure, as well as the Lovett scale of force in addition to monitoring (heart rate, pulse oximetry and non-invasive blood pressure). The incidence of adverse events was compared with the chi-square or Fisher test. RESULTS: We allocated forty-four patients into two groups. They did not show any difference related to age, weight or height, gender, as well as for surgical duration. Supraventricular arrhythmias were not different before or after the plexus blockade, independent of the local anesthetic chosen. Loss of sensitivity was faster for the bupivacaine group (23.1 ± 11.7 min) compared to the ropivacaine one (26.8 ± 11.5 min), though not significant (p = 0.205, Student t). There was a reduction in the cardiac rate, observed during the twenty-four-hour Holter monitoring. CONCLUSIONS: This study showed similar efficacy between bupivacaine S75-R25 for brachial plexus blockade and ropivacaine, with similar incidences of supraventricular arrhythmias.


JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La Bupivacaína es el fármaco por elección para la anestesia regional por poseer una eficacia, una larga duración y un bloqueo motor menos intenso. La Bupivacaína (S75-R25) consiste en una mezcla de isómeros ópticos que contienen un 75% de levobupivacaína (S-) y un 25% de dextrobupivacaína (R+), y fue creada por una compañía farmacéutica brasileña. Este estudio comparó la eficacia y la seguridad de la bupivacaína S75-R25 con el vasoconstrictor y la ropivacaína para el sistema cardiovascular en el bloqueo del plexo braquial. MÉTODOS: El equipo de investigación colocó de forma aleatoria a los pacientes que recibirían el bloqueo del plexo braquial con la bupivacaína S75-R25 (Grupo B) o la ropivacaína (Grupo R), ambos fármacos al 0,50%, y 30 mL de epinefrina 1:200.000. El ECG continuo (Holter) se registró durante todo el procedimiento, como también la escala de fuerza de Lovett, además de la monitorización (frecuencia cardíaca, oximetría de pulso y presión arterial no invasiva). La incidencia de eventos adversos fue comparada con los test del Xi-Cuadrado (Xi²) o exacto de Fisher. RESULTADOS: Fueron divididos en dos grupos 44 pacientes. No hubo diferencia significativa con relación a la edad, peso, altura, sexo y tiempo de operación. No hubo diferencia entre las arritmias supraventriculares antes o después del bloqueo del plexo braquial, independientemente del anestésico local elegido. La pérdida de sensibilidad fue más rápida en el Grupo B (23,1 ± 11,7 min) en comparación con el Grupo R (26,8 ± 11,5 min), aunque no fuere significativa (p = 0,205, test t de Student). Hubo una reducción de la frecuencia cardíaca, observada durante la monitorización continua de 24 horas (Holter). CONCLUSIONES: Este estudio demostró una eficacia parecida entre la bupivacaína S75-R25 y la ropivacaína para el bloqueo del plexo braquial, con incidencias parecidas de arritmias supraventriculares.


Subject(s)
Adult , Female , Humans , Male , Amides/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects , Brachial Plexus , Bupivacaine/adverse effects , Cardiovascular Diseases/chemically induced , Nerve Block
19.
Acta cir. bras ; 28(1): 26-32, jan. 2013. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-662344

ABSTRACT

PURPOSE: To comparatively study the efficacy and maternal and fetal side-effects of two doses of bupivacaine associated with morphine and clonidine, administered by the subarachnoid route for cesarean section. METHODS: The study included 66 pregnant women at term, distributed into two groups. GI: bupivacaine 8.0 mg (1.6mL) + clonidine 75µg (0.5mL) + morphine 100µg (1.0mL) and GII: bupivacaine 10mg (2.0mL) + clonidine 75µg (0.5mL) + morphine 100µg (1.0mL). The following parameters were assessed: onset and maximum level of sensory block; quality of intraoperative and postoperative analgesia; degree and duration of motor block; maternal repercussions and Apgar score. RESULTS: The onset of sensory block, quality of intraoperative analgesia and total duration of analgesia were similar in both groups; maximum extent of sensory block predominated in T4; maximum degree of motor block (Bromage 3); time motor block regression was significantly longer in GII; Hemodynamic, respiratory repercussions, adverse maternal effects and Apgar scores were similar between groups. In both groups, there was a predominance of drowsy or sleeping patients. CONCLUSION: The addition of morphine and clonidine to low doses of hyperbaric bupivacaine produced adequate anesthesia for cesarean section and good postoperative analgesia, without any maternal and fetal repercussions.


Subject(s)
Adult , Female , Humans , Pregnancy , Young Adult , Anesthesia, Spinal/methods , Anesthetics, Combined/administration & dosage , Bupivacaine/administration & dosage , Cesarean Section/methods , Clonidine/administration & dosage , Morphine/administration & dosage , Anthropometry , Adjuvants, Anesthesia/administration & dosage , Adjuvants, Anesthesia/adverse effects , /administration & dosage , /adverse effects , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Analgesics, Opioid/adverse effects , Anesthetics, Combined/adverse effects , Anesthetics, Local/administration & dosage , Anesthetics, Local/adverse effects , Bupivacaine/adverse effects , Clonidine/adverse effects , Epidemiologic Methods , Morphine/adverse effects , Pain, Postoperative , Elective Surgical Procedures/methods , Time Factors
20.
Yonsei Medical Journal ; : 1524-1532, 2013.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-100943

ABSTRACT

PURPOSE: Intravenous lipid emulsions have been used to treat the systemic toxicity of local anesthetics. The goal of this in vitro study was to examine the effects of lipid emulsions on the norepinephrine-mediated reversal of vasodilation induced by high doses of levobupivacaine, ropivacaine, and mepivacaine in isolated endothelium-denuded rat aorta, and to determine whether such effects are associated with the lipid solubility of local anesthetics. MATERIALS AND METHODS: The effects of lipid emulsions (0.30, 0.49, 1.40, and 2.61%) on norepinephrine concentration-responses in high-dose local anesthetic (6x10-4 M levobupivacaine, 2x10-3 M ropivacaine, and 7x10-3 M mepivacaine)-induced vasodilation of isolated aorta precontracted with 60 mM KCl were assessed. The effects of lipid emulsions on local anesthetic- and diltiazem-induced vasodilation in isolated aorta precontracted with phenylephrine were also assessed. RESULTS: Lipid emulsions (0.30%) enhanced norepinephrine-induced contraction in levobupivacaine-induced vasodilation, whereas 1.40 and 2.61% lipid emulsions enhanced norepinephrine-induced contraction in both ropivacaine- and mepivacaine-induced vasodilation, respectively. Lipid emulsions (0.20, 0.49 and 1.40%) inhibited vasodilation induced by levobupivacaine and ropivacaine, whereas 1.40 and 2.61% lipid emulsions slightly attenuated mepivacaine (3x10-3 M)-induced vasodilation. In addition, lipid emulsions attenuated diltiazem-induced vasodilation. Lipid emulsions enhanced norepinephrine-induced contraction in endothelium-denuded aorta without pretreatment with local anesthetics. CONCLUSION: Taken together, these results suggest that lipid emulsions enhance the norepinephrine-mediated reversal of local anesthetic-induced vasodilation at toxic anesthetic doses and inhibit local anesthetic-induced vasodilation in a manner correlated with the lipid solubility of a particular local anesthetic.


Subject(s)
Amides/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects , Animals , Bupivacaine/adverse effects , Emulsions/chemistry , Lipids/chemistry , Male , Mepivacaine/adverse effects , Norepinephrine/therapeutic use , Rats , Rats, Sprague-Dawley , Vasodilation/drug effects
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