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1.
Brasilia; s.n; 22 abr. , 2020. 24 p.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA, PIE | ID: biblio-1095198

ABSTRACT

O objetivo da revisão sistemática foi investigar a eficácia e a segurança de tratamentos com antivirais para COVID-19, SARS e MERS. Ao todo, 22 estudos foram incluídos: 1 ensaio clínico, 16 séries de casos e 5 relatos de caso. Os antivirais mais utilizados foram lopinavir / ritonavir, oseltamivir, ribavirina e arbidol. Todos os estudos usaram outras terapias, como antibióticos, imunoglobulina, interferon, glicocorticoides, metilprednisolona e medicamentos antiparasitários e antifúngicos, além da terapia antiviral para pacientes com COVID-19. No único ECR incluído, os pacientes que receberam lopinavir / ritonavir tiveram um processo de recuperação semelhante aos pacientes que receberam tratamento padrão. Os desfechos de mortalidade em 28 dias e carga viral de RNA não foram significativamente diferentes entre os dois grupos. Dentre os achados dos demais estudos, vale destacar que estudos de séries e relatos de casos não avaliam a eficácia de medicamentos, e que em geral as amostras foram pequenas. O estudo de Guan, com 1099 pacientes, chegou a conclusão que oseltamivir foi ineficaz na diminuição da taxa de admissão na UTI, na necessidade de ventilação e na taxa de mortalidade entre os pacientes. O estudo de Shang, com 416 pacientes, indicou que medicamentos antivirais não têm efeito na taxa de mortalidade de pacientes com COVID-19. O estudo de Li, com cinco crianças com COVID-19, indicou que os agentes antivirais não alteraram o resultado ou a duração da internação. A revisão cita outros estudos que foram publicados com os pacientes ainda sob tratamento, sem o desfecho final dessas populações. Quanto a busca por ensaios clínicos para SARS e MERS, foram encontrados protocolos, mas nenhum resultado publicado.


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/drug therapy , Ribavirin/therapeutic use , Coronavirus Infections/drug therapy , Disease Progression , Ritonavir/therapeutic use , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Oseltamivir/therapeutic use , Lopinavir/therapeutic use , Betacoronavirus/drug effects , Antifungal Agents/administration & dosage , Antiparasitic Agents/administration & dosage , Technology Assessment, Biomedical , Therapies, Investigational/instrumentation
2.
Arq. bras. cardiol ; 114(1): 90-97, Jan. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1055103

ABSTRACT

Abstract Background: People living with HIV are at increased risk of cardiovascular disease and carotid thickness, due to the inflammation caused by the virus, the antiretroviral therapy, and other risk factors. However, few studies have observed the occurrence of cardiovascular diseases and carotid thickness in HIV-positive population at low cardiovascular risk and with undetectable viral load. Objectives: To evaluate the association between levels of inflammatory markers and carotid thickness in people living with HIV, under antiretroviral therapy and at low cardiovascular risk. Methods: To determine low cardiovascular risk in both groups (HIV infected and non-infected individuals), the Framingham Risk Score was used. Inflammatory markers (IFN-γ, TNF-α, IL-1β, IL-6, sVCAM-1, and sICAM-1) were assessed using flow cytometry. Carotid thickness (mm) was measured using Doppler ultrasound. Level of significance was p < 0.05. Results: In People living with HIV, age and smoking status were associated with carotid thickness alterations. In the non-HIV group, age, higher total cholesterol, and LDL levels were associated with increased carotid thickness. Using the multivariate analysis, a significant association between TNF-α and IL- 1( levels, and a higher chance of atherosclerosis development in HIV group were observed. Conclusions: Both groups have a similar risk for developing cardiovascular disease, therefore our study demonstrates that HIV-positive individuals with undetectable viral load in antiretroviral therapy without protease inhibitors and with low cardiovascular risk do not present differences in carotid thickness in relation to uninfected individuals.


Resumo Fundamento: As pessoas que vivem com HIV têm um risco aumentado de doença cardiovascular e espessamento da carótida, devido à inflamação causada pelo vírus, à terapia antirretroviral e a outros fatores de risco. No entanto, poucos estudos observaram a ocorrência de doenças cardiovasculares e espessamento carotídeo na população soropositiva com baixo risco cardiovascular e carga viral indetectável. Objetivos: Avaliar a associação entre níveis de marcadores inflamatórios e espessura da carótida em pessoas vivendo com HIV, sob terapia antirretroviral e com baixo risco cardiovascular. Métodos: Para determinar o baixo risco cardiovascular em ambos os grupos (indivíduos infectados e não-infectados pelo HIV), foi utilizado o Escore de Risco de Framingham. Os marcadores inflamatórios (IFN-γ, TNF-α, IL-1β, IL-6, sVCAM-1 e sICAM-1) foram avaliados por citometria de fluxo. A espessura da carótida (mm) foi mensurada por meio de ultrassom com Doppler. O nível de significância foi de p < 0,05. Resultados: Em pessoas vivendo com HIV, a idade e o tabagismo foram associados a alterações da espessura da carótida. No grupo não-HIV, idade e níveis mais altos de colesterol total e LDL foram associados ao aumento da espessura da carótida. Utilizando a análise multivariada, observou-se associação significativa entre os níveis de TNF-α e IL-1β e maior chance de desenvolvimento de aterosclerose no grupo com HIV. Conclusão: Ambos os grupos têm risco semelhante de desenvolver doença cardiovascular, portanto, nosso estudo demonstra que indivíduos HIV-positivos com carga viral indetectável em terapia antirretroviral sem inibidores de protease e com baixo risco cardiovascular não apresentam diferenças na espessura da carótida em relação aos indivíduos não-infectados.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Biomarkers/blood , Cardiovascular Diseases/blood , HIV Infections/blood , Carotid Intima-Media Thickness , Inflammation/blood , HIV Infections/complications , HIV Infections/drug therapy , Cross-Sectional Studies , Viral Load , Antiretroviral Therapy, Highly Active , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage
3.
Einstein (Säo Paulo) ; 18: eAO4995, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1090037

ABSTRACT

ABSTRACT Objective To describe antiretroviral treatment regimens prescribed and their compliance with the Clinical Protocol and Therapy Guidelines of the Ministry of Health for the management of HIV infection. Methods Observational and descriptive study. Secondary data of the state of Paraná (Brazil) on drugs, treatment regimens, lines of treatment and number of individuals on treatment, from January to June 2018, were accessed at the Antiretroviral Agents Logistic Control System. Combinations of antiretroviral drugs (treatment regimens) were compared according to the current Clinical Protocol and Therapy Guidelines and non-compliances were classified and quantified. Results In Paraná, 35,127 individuals with HIV were treated with 253 different treatment regimens. Of the prescribed regimens, 19.1% were first-line, 27.4% second-line and 48.5% third-line. Among non-compliances, the most prevalent were absence of association of protease inhibitors and ritonavir (42.8%), low efficacy triple therapy (36.9%), double therapy (26.1%), monotherapy (20.3%), and triple therapy of nucleoside analog reverse transcriptase inhibitors (17.1%). Conclusion Most individuals receiving HIV treatment in the state of Paraná are on treatment regimens established in the current Clinical Protocol and Therapy Guidelines, which contributes to successful therapy. However, associations not provided by the current Clinical Protocol and Therapy Guidelines were identified in the initial treatment lines, which could lead to ineffectiveness, virologic failure and viral resistance.


RESUMO Objetivo Descrever esquemas terapêuticos de antirretrovirais prescritos e sua conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, do Ministério da Saúde, para manejo da infecção pelo HIV. Métodos Estudo observacional e descritivo. Os dados do estado do Paraná sobre medicamentos que compõem os esquemas terapêuticos, linhas de tratamento e número de pessoas em uso destes foram acessados no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos Antirretrovirais no período de janeiro a junho de 2018. As combinações de antirretrovirais (esquemas terapêuticos) foram comparadas conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas vigente, e as inconformidades foram categorizadas e quantificadas. Resultados No Paraná, 35.127 pessoas com HIV foram tratadas com 253 esquemas terapêuticos distintos. Dentre os esquemas prescritos, 19,1% eram de primeira linha, 27,4% de segunda linha e 48,5% de terceira linha. Nas inconformidades, predominaram a não associação entre inibidores da protease e ritonavir (42,8%), terapia tripla de baixa eficiência (36,9%), terapia dupla (26,1%), monoterapia (20,3%) e terapia tripla de inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos (17,1%). Conclusão Maior parte das pessoas em tratamento do HIV no Paraná utilizam esquemas terapêuticos previstos no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas vigente, o que contribui para o sucesso terapêutico. Entretanto, associações não previstas foram identificadas nas linhas de tratamento iniciais, podendo ocasionar inefetividade, falha virológica e resistência viral.


Subject(s)
Humans , Clinical Protocols/standards , Guideline Adherence/standards , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Brazil , HIV Infections/drug therapy , Anti-HIV Agents/administration & dosage , Anti-HIV Agents/therapeutic use , Guideline Adherence/statistics & numerical data , Anti-Retroviral Agents/therapeutic use , Drug Therapy, Combination/standards , Drug Therapy, Combination/statistics & numerical data , Medication Adherence/statistics & numerical data
4.
Med. interna (Caracas) ; 35(2): 79-93, 2019. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, LIVECS | ID: biblio-1050494

ABSTRACT

Hay en el mundo, grandes avances en la lucha contra el Virus de Inmunodeficiencia Humana (VIH). En Venezuela el primer paciente con SIDA fue evaluado por el Dr. Manuel Guzmán en el año 1983, estimándose para el año 2016 120.000 personas infectadas Objetivo: describir los indicadores epidemiológicos del VIH en Venezuela desde el año 1983 hasta el año 2016. Metodología: se revisaron documentos del Programa Nacional de VIH/SIDA/ITS del MPPS (PNS), ONUSIDA, OPS, OMS y otros documentos científicos. También los datos epidemiológicos, y el acceso a la carga viral (CV) de VIH, CD4, test de resistencia y tratamiento antirretroviral (TARV). Resultados: Venezuela enfrenta una epidemia con- centrada, con prevalencia mayor de 5% en grupos vulnerables como los HSH y se desconoce la preva- lencia en otros grupos vulnerables. La prevalencia del VIH en los indígenas waraos es de 9.5 %, una de las más altas de América Latina, cuya situación ha sido catalogada como dramática. El número de mujeres infectadas va en ascenso, la mayoría son amas de casa con, instrucción de educación prima- ria y transmisión principalmente sexual. No hay datos de prevalencia de VIH de las embarazadas a nivel nacional y la tasa de transmisión vertical esti- mada para el 2013 fue de 21.8 %. La tasa de mor- talidad general por VIH/SIDA para el año 2015 fue de 8.3 por 100.000 habitantes, un aumento de 94 % con respecto a 1996 (4,14 x 100.000 habitantes). La tasa promedio de mortalidad por VIH/SIDA en niños < de 5 años, es mayor en los menores de un año, con una tasa de 3,46 por 1.000 recién nacidos vivos. El índice de mortalidad en los hombres aumentó 1.8 veces y en la mujer 3.9. El acceso a las pruebas diagnósticas, CV de VIH, lin-focitos CD4 y test de resistencia está seriamente limitado. Para el año 2016, de 120 mil personas con VIH , 59% tenía acceso al TARV y solo 7 % tenían supresión viral. Venezuela es el país de América Latina, que ha experimentado más interrupciones del TARV, agravándose dicha situación durante 2017 y 2018, con un acceso a tratamiento de 16 %en abril de 2018, y desde esa fecha, 58.000 pacien-tes estaban en falta absoluta de TARV. Gracias al Plan Maestro, el acceso a TARV fue reiniciado en febrero del 2019. Conclusión: después de 30 años de la epidemia del VIH en Venezuela, las políticas sanitarias no han sido suficientes para detener el avance de la enfermedad, lo que evidencia el fraca-so del PNS. Es urgente y prioritario, cumplir las recomendaciones del Plan Maestro, así como otras expuestas en el presente documento(AU)


Immunodeficiency Virus (HIV). The first patient with AIDS in Venezuela, was evaluated by Dr. Manuel Guzmán in 1983 and in the year 2016 the number of infected people was estimated in 120,000. Objective: to describe the epidemiological indicators of HIV in Venezuela from 1983 to 2016. Methodology, the reviewed documents were: National HIV / AIDS / STI Program of the Ministry of Popular Power for Health (PNS), UNAIDS/ WHO/PAHO Master Plan for fortifying the response to HIV, tuberculosis and malaria in our country from a public health perspective (Master Plan), and other scientific publications. Epidemiological data were reviewed as well as the access to viral load (VL) of HIV, CD4, resistance test, and antiretroviral treatment (ART). Results: Venezuela faces a concentrated epidemic, with a prevalence of more than 5% in vulnerable groups and the prevalence in other groups is unknown. The prevalence of HIV in the Waraos Indigenous people is 9.5%, one of the highest in Latin America, the situation has been named as dramatic. Infected women are on the rise, with the majority being housewives, with elementary schooling and, mainly by sexual transmission. There are no HIV prevalence data of pregnant women nationwide and the estimated vertical transmission rate for 2013 was 21.8%. The overall mortality rate for HIV / AIDS for the year 2015 was 8.3 per 100.000 inhabitants, an increase of 94% compared to 1996 (4.14 x 105). The mortality index in men increased 1.8 times and in women 3.9. The average mortality rate for HIV / AIDS in children under 5 years of age is higher in those under one year of age, with a rate of 3.46 per 1000 live births. In 2014, maternal deaths due to AIDS represented 2.5%, there are no updated data. Access to diagnostic tests, VL, lymphocyte CD4 and resistance test is severely limited. For the year 2016, 120.000 persons were living with HIV in Venezuela, 59% had access to ART, but only 7% had suppression of LV. Venezuela is the country in Latin America, which has experienced more interruptions of ART. Aggravating this situation during 2017 and 2018, with an access to treatment of 16 % in April 2018. Since then, approximately 58,000 patients receive no ART at all. Thanks to the Master Plan access to ART was reinitiated in February 2019. Conclusions: more than 30 years after the HIV epidemic in Venezuela, health policies have been sufficient to stop the progression of the disease, which shows the failure of the National HIV /AIDS / STI Program. It is a priority to comply with the recommendations of the Master Plan, as well as others set out in this document(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Communicable Diseases/physiopathology , Acquired Immunodeficiency Syndrome/epidemiology , HIV , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Anti-Retroviral Agents/therapeutic use , Epidemiology , Health Statistics , Internal Medicine
5.
Mem. Inst. Oswaldo Cruz ; 114: e190350, 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1101270

ABSTRACT

BACKGROUND Iron homeostasis contribute for the human immunodeficiency virus (HIV) pathogenesis. OBJECTIVES We assessed the iron intake pattern in antiretroviral naïve Brazilian men living with HIV correlating with clinical and nutritional parameters. METHODS The iron consumption mean was estimated according to a food frequency questionnaire (FFQ), and a 3-day food record (3dFR) submitted to the patients. HIV viral load, CD4+ T cell counts, serum iron, haematological and anthropometrics parameters were recorded. FINDINGS Fifty-one HIV-infected adult men naïve for antiretroviral therapy (ART) were enrolled. The mean age of participants was 35 (SEM ± 1.28) years old, with mean time of HIV-1 infection of 1.78 (0-16.36, min-max) years. Majority (41.18%) had complete secondary, and 21.57% had tertiary educational level. The income was around 1x (54.90%) to 2x (41.18%) minimum wage. Fifty-four percent showed normal weight, while 40% were overweight. The patients showed normal mean values of haematological parameters, and mean serum iron was 14.40 µM (SEM ± 0.83). The FFQ showed moderate correlation with the 3dFR (ρ = 0.5436, p = 0.0009), and the mean values of iron intake were 10.55(± 0.92) mg/day, recorded by FFQ, and 15.75(± 1.51) mg/day, recorded by 3dFR. The iron intake, recorded by FFQ, negatively correlated with serum iron (ρ = -0.3448, p = 0.0132), and did not have influence in the CD4+ T cell counts [e.B 0.99 (0.97-1.01, 95% confidence interval (CI), p = 0.2]. However, the iron intake showed a positive effect in HIV viral load [e.B 1.12 (1.02-1.25, 95%CI), p < 0.01]. MAIN CONCLUSIONS This study draws attention for the importance of iron intake nutritional counseling in people living with HIV. However, more studies are required to clarify the association between high iron intake and HIV infection and outcome.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , HIV Infections/virology , Iron, Dietary/adverse effects , Viral Load/drug effects , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Socioeconomic Factors , HIV Infections/drug therapy , HIV Infections/blood , Nutritional Status , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , CD4 Lymphocyte Count , Iron, Dietary/analysis , Homeostasis
6.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 52: e20180441, 2019.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1041501

ABSTRACT

Abstract Hepatitis B is a major public health problem worldwide and associated with significant mortality. To prevent or delay the deleterious effects of chronic infection by the hepatitis B virus, patients should be carefully followed, and antiviral therapy indicated according to specific recommendations. Currently, available drugs inhibit viral replication and slow or stop the progression of inflammation and fibrosis of the liver. However, the drugs for oral use in the treatment of hepatitis B, jointly referred to as nucleoside/nucleotide analogs, are indicated for prolonged use and have potential side effects. The reduction in bone mineral density was associated with the use of tenofovir, already evaluated in patients infected with HIV because the drug is also part of the therapeutic arsenal for this viral infection. There are few studies on the effects of tenofovir in patients with mono hepatitis B. Therefore, this literature review proposes to examine how hepatitis B acts in the body and the mechanisms by which antiretroviral drugs (especially tenofovir) can affect bone metabolism.


Subject(s)
Humans , Bone Density/drug effects , Bone Remodeling/drug effects , Hepatitis B, Chronic/drug therapy , Anti-Retroviral Agents/adverse effects , Virus Replication/drug effects , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage
7.
ABCS health sci ; 43(3): 136-140, 20 dez. 2018. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-967911

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Com o propósito de estimular a adesão aos antirretrovirais e minimizar os riscos de resistência a estes medicamentos, o Ministério da Saúde (MS) passou a disponibilizar o medicamento 3 em 1, uma coformulação de tenofovir (300 mg), lamivudina (300 mg) e efavirenz (600 mg), o qual inova com uso de um único comprimido diário. OBJETIVO: Estimar a adesão aos medicamentos antirretrovirais da primeira linha de tratamento contra o HIV. MÉTODOS: Verificação da frequência dos retornos mensais de pacientes a um dispensário dos medicamentos antirretrovirais fornecidos pelo MS. RESULTADOS: Os pacientes em tratamento com o medicamento 3 em 1 foram mais assíduos e retornaram com frequência 65% maior ao dispensário. CONCLUSÃO: Com a introdução do 3 em 1 confirma-se que a simplificação de esquemas terapêuticos é uma medida que facilita a adesão ao tratamento. Isso gera a expectativa de manter por mais tempo os indivíduos em uso da primeira linha de tratamento, retardando a necessidade de recorrer a outras linhas terapêuticas mais onerosas, com maior número de medicamentos e riscos associados.


INTRODUCTION: In order to stimulate adherence to antiretrovirals and minimize the risks of viral mutations and resistance to these drugs, the Ministry of Health (MS) started providing the 3-in-1 drug, a co-formulation of tenofovir (300 mg), lamivudine (300 mg) and efavirenz (600 mg), which innovates by the use of a single daily tablet. OBJECTIVE: Estimating the adherence to antiretroviral drugs in the first line of HIV treatment. METHODS: Verification of the frequency of monthly patient returns to a dispensary of antiretroviral drugs provided by MS. RESULTS: Patients treated with the 3-in-1 medication were more assiduous and returned 65% higher at the dispensary. CONCLUSION: The introduction of 3-in-1 confirms that the simplification of therapeutic schemes is a measure that facilitates adherence to treatment. This generates the expectation of keeping individuals in the first line of treatment longer, delaying the need to resort to other more expensive therapeutic lines, with a higher number of drugs and associated risks.


Subject(s)
Humans , HIV/drug effects , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Anti-Retroviral Agents/pharmacology , Medication Adherence , Medication Adherence/statistics & numerical data , Treatment Adherence and Compliance/statistics & numerical data
8.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 51(2): 203-206, Mar.-Apr. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1041451

ABSTRACT

Abstract INTRODUCTION: Hypoalbuminemia may predict progression of disease and mortality in patients with human immunodeficiency virus (HIV) infection/acquired immune deficiency syndrome (AIDS). This study was conducted to investigate the risk factors associated with hypoalbuminemia in outpatients with HIV/AIDS. METHODS: A cross-sectional study was performed in 196 outpatients with HIV/AIDS. RESULTS: The prevalence of hypoalbuminemia was 11.7%. The only risk factor associated with hypoalbuminemia was current antiretroviral therapy (no exposure: odds ratio=3.46, 95% confidence interval=1.20-10.02). CONCLUSIONS: The monitoring of plasma albumin is key to determine when antiretroviral therapy should be initiated in individuals not exposed to antiretroviral medicines.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Acquired Immunodeficiency Syndrome/complications , Hypoalbuminemia/etiology , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Outpatients , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Predictive Value of Tests , Risk Factors , Acquired Immunodeficiency Syndrome/drug therapy , Acquired Immunodeficiency Syndrome/blood , Disease Progression , Hypoalbuminemia/blood , Hypoalbuminemia/epidemiology , Anti-Retroviral Agents/adverse effects , Middle Aged
9.
Rev. méd. Chile ; 146(3): 290-299, mar. 2018. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-961393

ABSTRACT

Background: The HIV epidemic reached Chile in late 1980s and as an early response, AIDS care centers were organized. Fundación Arriarán (FA) was the first center. Free antiretroviral therapy (ART) was later provided with progressive coverage and complexity over the years. Aim: To quantify evolution of mortality, retention and loss to follow up (LTFU) over 25 years according to different periods of access to ART, from no availability to full coverage with current drugs at FA center. Material and Methods: Retrospective analysis of FA database of 5,080 adults admitted between 1990 and 2014. The sample was distributed in 7 groups: A: no ART (1990-92), B: monotherapy, C: dual therapy, D: dual/triple ART, E: early triple therapy with incomplete coverage, F same as E but with complete coverage and G: contemporary ART (2008-14). Mortality, retention and LTFU were evaluated at 1, 3, 5, 7 and 10 years and at 31/12/2015. Results: Mortality varied from 40% to 2%, and 62% to 7% at 1 and 5 years, for groups A and G respectively; from 71% to 16% at 10 years for groups A and E, respectively. Retention at 5 years were 28%, 23%, 39%, 62%, 75%, 75% and 77% for groups A to G, respectively. LTFU was 10%, 19%, 15%, 17%, 9% 12% and 10% at 5 years for same groups, respectively. At 12/31/2015 22% of patients had died, 11% were LTFU, 60% were retained in care and 6% had been transferred. Conclusions: There is a marked reduction in mortality and increase in retention of HIV patients' concomitant to expanded access to modern therapy, although LTFU remains a problem.


Subject(s)
Humans , Adult , HIV Infections/mortality , HIV Infections/drug therapy , Refusal to Treat/statistics & numerical data , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , National Health Programs , Chile/epidemiology , Retrospective Studies , Follow-Up Studies
10.
Med. interna (Caracas) ; 34(4): 237-244, 2018. tab
Article in Spanish | LILACS, LIVECS | ID: biblio-1006112

ABSTRACT

Objetivo: Caracterizar los pacientes con infección por VIH-SIDA atendidos en la consulta externa y hospitalización de los Servicios de Medicina Interna e Infectología del Hospital Universitario de Caracas. Métodos: Se recolectó información de los pacientes a través de una historia médica dirigida que incluyó información sociodemográfica, médica, de hábitos sexuales y respecto a la infección por VIH, así como conocimiento del paciente sobre su enfermedad. Resultados: la muestra constó de 100 pacientes, con una media de edad de 39 años; el 75% de los pacientes fue de sexo masculino y se observó que la mayoría de ellos tenía una depresión ausente o mínima (64). El grado de adherencia al tratamiento se midió con de la escala CEAT, observándose una media del índice de adhesión total de 73,16. La mayoría se agrupaba en la máxima puntuación para nuestra escala de evaluación de conocimiento de su enfermedad (33%), equivalente a un conocimiento aceptable. Conclusión: La población afectada son en su mayoría hombres en edad productiva. El estado de ánimo de los pacientes es un factor fundamental. El 13% requirió derivación al servicio de psiquiatría. Al correlacionar la adherencia con el grado de depresión, se obtuvo que dicha asociación era estadísticamente significativa con una p = 0,039. El conocimiento de la enfermedad en general fue aceptable, sin embargo independientemente del grado de información general que la población posea acerca de la enfermedad, no se modificaron las conductas de riesgo(AU)


Objective: To characterize the patients with HIV-AIDS infection treated in the ambulatory setting and hospitalization of the Internal Medicine and Infectology wards of the Hospital Universitario de Caracas, Venezuela. Methods: Patient information was collected through a medical history that included sociodemographic and medical information, sexual habits and HIV infection, as well as the patient´s knowledge about their disease. Results: The sample consisted of 100 patients, with a mean age of 39 years; 75% of them were male. Most of the patients had non or minimal depression (64%). The degree of adhesion to the treatment was measured applying the CEAT scale, with a mean index of total adhesion in 73. Most of them people had highest score for our scale to assess disease knowledge (33%), equivalent to an acceptable knowledge. Conclusions: The majority of the population affected was in a productive age. The patients' mood was a fundamental factor and 13% were referred to a psychiatric consultation(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Sexual Behavior , Acquired Immunodeficiency Syndrome/diagnosis , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Social Class , Immune System Diseases
11.
Afr. j. AIDS res. (Online) ; 16(4): 295-303, 2017.
Article in English | AIM | ID: biblio-1256643

ABSTRACT

Swaziland has the highest HIV prevalence in the world. To mitigate the spread and devastation caused by HIV and to improve the wellbeing of people living with HIV, the country has adopted the latest available HIV prevention campaigns, including "Test and Start". Because evidence from randomised controlled trials has demonstrated a significant risk reduction in HIV transmission when HIV-positive people start antiretroviral therapy (ART) early, Swaziland aims to find these people and link them to treatment. This study presents findings regarding the perceptions of this promising HIV-prevention intervention among men aged 17­69 years. A combination of qualitative methods including focus group discussions (12), in-depth interviews (17), informal conversations and participant observation (21) were used to collect data in two peri-urban communities in 2013­2014. Findings illustrate that men still fear taking an HIV test because of a relatively high probability of a positive test which some still interpret as a death sentence. Other potential barriers to the effectiveness of Test and Start programmes include lack of hospitality in hospitals, fear of starting treatment early related to side effects of ART, poverty, and lack of trust in the financial stability of the Swazi government. We argue that several social factors need to be considered for the Test and Start programme to be more effective


Subject(s)
Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Eswatini , HIV Infections/diagnosis , HIV Infections/therapy , HIV Infections/transmission , Men , Perception
12.
Lima; s.n; nov. 2016.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-848249

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente dictamen expone la evaluación de eficacia y seguridad del uso de nab-paclitaxel en combinación con gemcitabina para el tratamiento de adenocarcinoma de páncreas metastásico, sin tratamiento sistémico previo para enfermedad metastásica. Aspectos Generales: El páncreas presenta dos tipos de células principales, las exocrinas y las endocrinas. Dichas células forman distintos tipos de tumor, las cuales a su vez tienen distintos factores de riesgo, causas y síntomas. El cáncer de páncreas más común que se produce en las células exocrinas, es el adenocarcinoma. Así, alrededor del 95% de los canceres de células exocrinas son adenocarcinomas. En pacientes con cáncer de páncreas metastásico se ha estimado una proporción de sobrevida a los cinco años del 2%(4). Asimismo, se ha reportado que en el adenocarcinoma de páncreas metastásico, la mediana de sobrevida es de tres a seis meses. Para estos pacientes, la gemcitabina como monoterapia ha sido considerada el tratamiento estándar de primera línea, la cual se encuentra dentro del petitorio farmacológico de EsSalud. Sin embargo, el cáncer de páncreas metastásico es bastante resistente a la quimioterapia. Más aún, alternativas de tratamiento combinado han probado poco o ningún beneficio en sobrevida global a comparación de gemcitabina sola. Por lo tanto, surge la necesidad de evaluar otras alternativas de tratamiento que prueben un mayor beneficio en relación a gemcitabina sola. el presente dictamen preliminar tiene como objetivo evaluar la eficacia y seguridad del uso de nab-paclitaxel en combinación con gemcitabina para el tratamiento de adenocarcinoma de páncreas metastásico, en pacientes sin tratamiento sistémico previo y así poder valorar si la adición de nab-paclitaxel a gemcitabina supone un beneficio adicional al ya obtenido con gemcitabina sola. Tecnologia Sanitaria de Interés: Paclitaxel pertenece a los medicamentos antineoplásicos conocidos como taxanos. Los taxanos son medicamentos que detienen la división celular interfiriendo con los microtúbulos y evitando así el crecimiento celular. METODOLOGIA: Estrategia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda de la literatura con respecto a la eficacia y seguridad de nab-paclitaxel en combinación con gemcitabina para el tratamiento de adenocarcinoma de páncreas metastásico, en pacientes sin tratamiento sistémico previo. Esta búsqueda \r\nse realizó utilizando los meta-buscadores: Translating Research into Practice (TRIPDATABASE) y National Library of Medicine (Pubmed-Medline). Adicionalmente, se amplió la búsqueda revisando la evidencia generada por grupos internacionales que realizan revisiones sistemáticas (RS), evaluación de tecnologías sanitarias (ETS) y guías de práctica clínica (GPC), tales como The National Institute for Health and \r\nCare Excellence (NICE), The Agency for Health care Research and Quality (AHRQ), y The Scottish Medicines Consortium (SMC). RESULTADOS: Sinopsis de la Evidencia: Se realizó la búsqueda bibliográfica y de evidencia científica hasta octubre 2016 para el sustento del uso de nab-paclitaxel en combinación con gemcitabina para el tratamiento de adenocarcinoma de páncreas metastásico, en pacientes que no han \r\nrecibido tratamiento sistémico previo. Se presenta la evidencia disponible según el tipo de publicación priorizada en los criterios de inclusión (i.e., GP, ETS, RS y ECA fase III). CONCLUSIONES: En el presente documento se evaluó la evidencia científica publicada hasta octubre 2016 en relación al uso de nab-paclitaxel en combinación con gemcitabina para el tratamiento de adenocarcinoma de páncreas metastásico en \r\npacientes sin tratamiento sistémico previo. El uso de gemcitabina como terapia de primera línea es considerado el tratamiento estándar para adenocarcinoma de páncreas metastásico, el cual se encuentra en la actualidad dentro del petitorio farmacológico de EsSalud. Sin embargo, este tipo de cáncer es muy agresivo con corta sobrevida y una elevada resistencia a los medicamentos. Por lo tanto, surge la necesidad de evaluar otras alternativas terapéuticas que prueben un mayor beneficio en relación a gemcitabina sola. Nab-paclitaxel es una formulación alternativa a la de paclitaxel convencional, la cual se caracteriza por que el paclitaxel se encuentra en forma de nano partículas unido a la albúmina. Esta unión permite que las partículas de paclitaxel ingresen dentro de las células tumorales sin necesidad de un solvente sintético, pudiendo mejorar así su eficiencia y seguridad. En la actualidad el ensayo de fase III MPACT, en el cual se evaluó la eficacia y seguridad de nab-paclitaxel más gemcitabina, encontró que esta combinación tuvo un incremento modesto de la sobrevida global (menor a 3 meses) con respecto a la gemcitabina sola, pero acompañado de un incremento en la proporción de eventos adversos y discontinuación del tratamiento por toxicidad inaceptable. Debido a la baja ganancia en la sobrevida global, el incremento de los eventos adversos y a que no se reporta desenlaces en la calidad de vida, no se tiene claridad en la relación riesgo/beneficio del uso de nab-paclitaxel más gemcitabina. Adicionalmente, en el Petitorio Farmacológico de EsSalud existen otras alternativas de tratamiento como gemcitabina sola, FOLFIRINOX y capecitabina que también resultan ser opciones de tratamiento consideradas en las GPC internacionales, con igual o mayor nivel y fuerza de recomendación. El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación (IETSI) no aprueba el uso de nab-paclitaxel en combinación con gemcitabina para el tratamiento de adenocarcinoma de páncreas metastásico, en pacientes que no han recibido tratamiento sistémico previo.


Subject(s)
Humans , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Carcinoma, Pancreatic Ductal/drug therapy , Neoplasm Metastasis/drug therapy , Paclitaxel/administration & dosage , Paclitaxel/analogs & derivatives , Cost-Benefit Analysis , Drug Combinations , Treatment Outcome
13.
Lima; s.n; jul. 2016. tab.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-848209

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente dictamen presenta la evaluación de tecnología de la eficacia y seguridad de maraviroc para el tratamiento de pacientes infectados con VIH01 con tropismo CCR5 positivo, multidrogorresistentes, en estadio SIDA. Aspectos Generales: Hacia el final de 2014, alrededor de 36.9 millones de personas en el mundo vivian con VIH. De estas, aproximadamente 1.2 millones murieron por causas relacionadas al VIH ese mismo año. Las terapias antirretrovirales han permitido reducir el número de muertes en un 42% desde el 2004. Tecnología Sanitaria de Interés: Maraviroc es un antagonista del receptor de quimoquina C-Ctipo 5 (CCR5 por sus siglas en inglés) en las membranas de los linfocitos CD4. El receptor CCR5, junto con el receptor de quimioterapina C-X-C tipo 4 (CXCR4 por sus siglas en inglés), son los co´receptores más relevantes en la infección con VIH-1, ya que permiten la fusión de las membranas celular y viral, y la consecuente entrada del ARN viral al citoplasma. METODOLOGIA: Se llevó a cabo una búsqueda de la literatura con respecto a la eficacia y seguridad de maraviroc para el tratamiento de VIH-1 con tropismo CCR5 positivo, en pacientes multidrogorresistentes en las bases de datos de PubMed, TRIPDATABASE y www.clinicaltrials.gov. Adicionalmente, se realizó una búsqueda de evaluaciones de tecnologías y guías de práctica clínica en las páginas web de gruposdedicados a la investigación y educación en salud en general como The National Institute for Health and Care Excellence (NICE) y The USA Department of human and health services (DHHS); y especializados en VIH como The British HIV Association (BHIVA), The International \r\nAntiviral Society (IAS), The British Columbia Centre for Excellence in HIV/AIDS (BC-CfE) y The European AIDS Clinical Society. RESULTADOS: Sinopsis de la Evidencia: se llevó a cabo una búsqueda de evidencia científica relacionada al uso de maraviroc como tratamiento de pacientes infectados con VIH-1 con tropismo CCR5, multidrogorresistentes y en estadio SIDA. En la presente sinopsis se describe la evidencia disponible según el tipo de publicación, siguiendo lo indicado en los criterios de elegibilidad (GPC, ETS, RS, MA y ECA fase III). CONCLUSIONES: A la fecha (Mayo 2016) no existe evidencia de ensayos clínicos en fase III que \r\ncomparen directamente la eficacia y seguridad de maraviroc vs enfuvirtide en la población de pacientes con SIDA, multidrogorresistentes e infectados con VIH-1 con tropismo CCR5 positivo. Sin embargo, se toma como evidencia indirecta dos ensayos clínicos multicéntricos de fase III que evaluaron la eficacia y seguridad de maraviroc en comparación con placebo, y un posterior análisis de sub-grupo de los mismos, así como estudios sobre los eventos adversos relacionados al uso de enfuvirtide. El Instituto de Evaluación de Tecnologías Sanitarias-IETSI, aprueba por el periodo de 2 años a partir de la fecha de publicación del presente \r\nFiesT Es. dictamen preliminar, el uso de maraviroc para el tratamiento de pacientes infectados con VIH-1 con tropismo CCR5 positivo, multidrogorresistentes y en estadio SIDA, ya que se ha demostrado su eficacia en dicha sub-población de pacientes con VIH-1, y representa un beneficio para la calidad de vida de estos pacientes y un menor costo para la institución.


Subject(s)
Humans , Acquired Immunodeficiency Syndrome/drug therapy , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Cytokines/administration & dosage , Cytokines/antagonists & inhibitors , Drug Resistance, Multiple, Viral , HIV-1 , Viral Tropism , Peru , Technology Assessment, Biomedical , Treatment Outcome
15.
Rev. cuba. oftalmol ; 28(4): 0-0, oct.-dic. 2015. ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-769467

ABSTRACT

La sífilis es una infección crónica y multisistémica, producida por la espiroqueta Treponema pallidum. Las manifestaciones oculares de la sífilis son varias y pueden afectar todas las estructuras oculares. La uveítis es el tipo de afectación ocular más frecuente. Puede presentarse en la fase secundaria, latente o terciaria y cursa de forma bilateral en el 50 por ciento de los casos. También puede verse asociada al virus de inmunodeficiencia humana. Desde la introducción de la terapia antirretroviral de gran actividad, la mortalidad asociada al SIDA disminuyó y la incidencia de sífilis y otras enfermedades de trasmisión sexual aumentó como consecuencia de la expansión de la población homosexual. Teniendo en cuenta la gran variedad de formas de presentación, se le conoce como la gran simuladora y forma parte del diagnóstico diferencial de cualquier uveítis. Presentamos el caso de un paciente masculino de 64 años de edad que acude al Cuerpo de Guardia, donde refiere visión borrosa del ojo derecho de aproximadamente 45 días de evolución, asociado a enrojecimiento ocular, dolor y molestias a la luz, a quien posteriormente se le diagnóstico una uveítis sifilítica asociada al virus de inmunodeficincia humana(AU)


Syphilis is a chronic and multisystemic infection, caused by Treponema Pallidum spirochetes. The ocular manifestations of syphilis are varied and may affect all the ocular structures, being uveítis the most common type of ocular effect. It can appear in the secondary, latent or tertiary phase and in a bilateral form in 50 percent of the cases, it may be associated with the human immunodeficiency virus. Since the introduction of the highly active antiretroviral therapy, AIDS-associated mortality lowered whereas the incidence of syphilis and other sexually transmitted diseases increased as a result of the rise of homosexual population. Due to their great variety in the ways of presentation, syphilis is known as the great simulator and is part of the differential diagnosis of any kind of uveitis. Here is the case of a 64 year-old male patient who went to the Emergency Service, because he felt blurred vision in his right eye for 45 days approximately. Additionally, he presented with eye reddening, pain and discomfort when looking into the light; finally he was diagnosed as human immunodeficiency virus -associated syphilitic uveitis case(AU)


Subject(s)
Humans , Middle Aged , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , HIV , Syphilis/epidemiology , Uveitis/diagnosis
16.
Ciênc. saúde coletiva ; 20(9): 2625-2630, Set. 2015.
Article in English | LILACS | ID: lil-757535

ABSTRACT

AbstractA sound knowledge of the nature of qualitative research, along with an appreciation of some special ethical considerations, is needed for rigorous reviews to be conducted. The overall character of qualitative research is described with an emphasis on the tendency of qualitative researchers to explore sensitive topics using theoretically informed methods. A number of specific features of qualitative that require additional ethical attention and awareness are also examined including the following: 1) participants are frequently quite vulnerable and require protection because the data collection methods, such as in-depth interviews, can delve into personally and politically charged matters; 2) naturalistic observation can raise concerns regarding privacy and consent; 3) the potential for the identifiability of the results of this research may require extra efforts to maintain confidentiality. Ultimately, Reseach Ethics Committee members must be knowledgeable about qualitative approaches to be able to assess the potential harms and benefits in a protocol carefully. Without this knowledge gaining ethics approval can be overly difficult for researchers and the best practices for protecting human participants can be overlooked.


ResumoO caráter geral da pesquisa qualitativa é descrito com ênfase na tendência de pesquisadores qualitativos para explorar temas sensíveis, utilizando métodos teoricamente informados. Algumas características específicas de pesquisa qualitativa que requerem consciência e atenção ética adicional também são examinadas, incluindo as seguintes: 1) frequentemente os participantes são bastante vulneráveis e necessitam de proteção porque os métodos de coleta de dados, tais como entrevistas em profundidade, podem levar a uma profunda análise de questões repletas de aspectos pessoais e políticos; 2) a observação naturalística pode levantar questões específicas em matéria de privacidade e consentimento; 3) o potencial de que os resultados da pesquisa possibilitem a identificação dos participantes exige esforços adicionais para proteger a privacidade deles. Em última análise, os membros dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEP) devem conhecer as abordagens qualitativas para avaliar cuidadosamente os potenciais danos e benefícios em um protocolo. Sem esse conhecimento, a aprovação ética pode ser excessivamente difícil para os pesquisadores e as melhores práticas para proteger os participantes podem ser negligenciadas.


Subject(s)
Adolescent , Adult , Humans , Male , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , HIV Infections/prevention & control , Administration, Rectal , Anti-Infective Agents/administration & dosage , Follow-Up Studies , HIV Infections/epidemiology , Longitudinal Studies , Los Angeles/epidemiology , Lubricants/administration & dosage , Poverty , Risk Factors , Surveys and Questionnaires
18.
Article in English | IMSEAR | ID: sea-159965

ABSTRACT

Summary: Opportunistic infections are common complications of advanced immuno-deficiency in individuals with Human Immunodeficiency Virus (HIV) infection. Following involvement of the lung, the central nervous system (CNS) is the second most commonly affected organ. We report two cases of concurrent cryptococcal meningitis and tuberculosis (TB) in HIV infected persons. A high suspicion of multiple opportunistic infections should be kept in mind in HIV seropositive individuals.


Subject(s)
AIDS-Related Opportunistic Infections/drug therapy , AIDS-Related Opportunistic Infections/microbiology , AIDS-Related Opportunistic Infections/physiopathology , Adult , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Antifungal Agents/administration & dosage , Antitubercular Agents/administration & dosage , Coinfection , Cryptococcus neoformans/isolation & purification , HIV Infections/complications , HIV Infections/drug therapy , Humans , Male , Meningitis, Cryptococcal/complications , Meningitis, Cryptococcal/drug therapy , Meningitis, Cryptococcal/physiopathology , Treatment Outcome , Tuberculosis, Pulmonary/drug therapy , Tuberculosis, Pulmonary/diagnostic imaging
19.
Bol. venez. infectol ; 24(1): 18-24, ene.-jun. 2013. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: lil-721093

ABSTRACT

Es conocida la importancia de la adherencia antirretroviral. En la región, no hay datos disponibles de las características y adherencia de los pacientes con infección por el VIH con o sin tratamiento antirretroviral. Caracterizar el perfil, adherencia y razones de poco cumplimiento al tratamiento antirretroviral de los pacientes de la consulta del Hospital Dr. Felipe Guevara Rojas, El Tigre, Anzoategui. Cuestionado validado por PNSIDA/ITS del MPPS en el estudio nacional de adherencia antirretroviral (2008). Se entrevistraron pacientes voluntarios, forma anónima, en tratamiento antirretroviral que acudieron a la consulta entre octubre/noviembre 2011. Se realizaron tablas y gráficos. 45/244 (18,4%) del total de pacientes controlados. 51,11% mujeres, mayoría entre 26-35 años (48,89%). 20% aceptó consumir alcohol, menos del 50% en primaria. En el 88,89% la familia conocia diagnóstico. 66,67% cumplía esuemas menores de 2 años, 75,56% un primer esquema. Solo 5% multitratados. Un 28,89% aseguró no tomarse alguna pastilla en última semana (61,54% de 1-2 pastillas). Razones principales: estar ocupado (46,15%) y olvido (38,46%). La adeherencia aproximadas es 71,11%. Debe ser tomado como diagnóstico situacional, con definición de posibles estrategias de intervención. En la región, es el primer estudio en el tema. La medición de la adeherencia es dificil y mantenerla elevada genera el trabajo conjunto de todo el personal de salud involucrado en la atención del paciente.


We know the importance of adherence antiretroviral. In the region, there is no data available on the characteristics and adherence of patients with HIV infection with or without antiretroviral therapy. To characterize the profile, adherence and no treatment compliance reasons to antiretroviral therapy of patients visiting the Hospital Dr. Felipe Guevara Rojas El Tigre, Anzoategui Questionnaire validated by PNSIDA / STI of MPPS in adherence antiretroviral adeherence nationatl study (2008). Volunteer patients were interviewed, anonymously, on antiretroviral therapy who attended the consultation beteen octobrer/november 2011. There were tables and graphs. Sample: 45/244 (18.4%) of all patients monitored. 51.11% females, mostly between 26-35 years (48.89%). 20% admited using alchol, less than 50 % in primary. In 88.89 % family known diagnosis. 66.67% met under 2 schemes, the first scheme 75.56 %. Only 5 % multitreated 28.89 % said not taking a pill in last week (61.54 % of 1-2 tablets. Main reasons: being busy (46.15%) and forgetfulness (38.46%). Adherence is approximately 71.11%. It should be taken as situational analysis, defining possible intervention strategies. In the region, is the first study on the subject. Measuring adherence is difficult and keep it elevated generates all work together health staff involved in patient care.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Young Adult , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Anti-Retroviral Agents/pharmacology , HIV , Medication Adherence , Suppression
20.
Brasília; CONITEC; 2012. graf, tab.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA | ID: biblio-875053

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: A política de acesso universal ao tratamento foi estabelecida em 1996, com a publicação da Lei Federal 9.313 que define como responsabilidade da União o acesso ao tratamento antirretroviral a pessoas que vivem com HIV/Aids (PVHA) no Brasil. Desde então, esta política vem determinando aumento da sobrevida e da qualidade de vida das PVHA no país. Atualmente, cerca de 217 mil pessoas estão submetidas ao tratamento antirretroviral (TARV) no País e cerca de 30 mil iniciam tratamento anualmente. Estudo realizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDSTAIDSHV) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) demonstrou maior tempo de sobrevida entre PVHA cujo diagnóstico é estabelecido em períodos mais recentes. Aqueles com diagnóstico entre 1998 e 1999, apresentam média de sobrevida de 107 meses, bastante superior aos 58 meses daqueles com diagnóstico em 1996. Entre os determinantes de aumento da sobrevida inclui-se a introdução de antirretrovirais de terceira linha, especialmente novas classes de antirretrovirais. As recomendações de tratamento da multirresistência permitem obter supressão viral duradoura (carga viral indetectável), que está associada ao impacto favorável na mortalidade ao longo do tempo. O convívio com a replicação, resistência viral e falha terapêutica apresenta risco relativo de morte de 1,21 para cada 3 meses de atraso em realizar a mudança do tratamento , além de ocasionar desenvolvimento de multirresistência. MARAVIROQUE: DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA: Tropismo viral é a capacidade do vírus de penetrar e infectar células específicas do hospedeiro por meio de ligação a receptores. Essa habilidade de ligação à célula CD4 pode ocorrer pelo co-receptor CCR5 (vírus R5), co-receptor CXCR4 (vírus X4) ou por ambos os co-receptores (tropismo duplo). Antagonistas do co-receptor de quimiocina C-C tipo 5 (CCR5) inibem especificamente a entrada na célula CD4 e, portanto, bloqueiam a replicação da variante R5 do HIV após ligação ao co-receptor transmembrana CCR5. O inibidor do CCR5 disponível comercialmente é o maraviroque. OBJETIVOS DA INCORPORAÇÃO DO MARAVIROQUE: A introdução de novos ARV no país deve sempre buscar a redução da necessidade de indicação de enfuvirtida - devido a razões relacionadas a seu elevado custo, toxicidade e dificuldade de administração, que acarreta baixa adesão ao tratamento. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, com subsídio da Comissão Técnica Assessora para Terapia Antirretroviral em Adultos Infectados pelo HIV, reunida no ano de 2012 propõe a incorporação do maraviroque para pacientes multiexperimentados em terapia antirretroviral com os seguintes objetivos: -Oferecer nova classe de ARV para pacientes em uso de esquemas de terceira linha que apresentam falha virológica; -Reduzir a necessidade de novas indicações de enfuvirtida. DELIBERAÇÃO FINAL: Após discussão sobre as contribuições da consulta pública e não tendo sido apresentadas mais informações sobre o uso do medicamento, os membros da CONITEC deliberaram, por unanimidade, por recomendar a incorporação do medicamento maraviroque ao arsenal terapêutico nacional como uma opção adicional de resgate para pacientes com AIDS multiexperimentados que necessitam de terceira linha de tratamento, com a condição de que o custo diário desse medicamento não seja superior. DECISÃO: PORTARIA SCTIE-MS N.º 44, de 23 de outubro de 2012 - Torna pública a decisão de incorporar o medicamento maraviroque para pacientes em terapia antirretroviral no Sistema Único de Saúde (SUS).


Subject(s)
Humans , Acquired Immunodeficiency Syndrome/drug therapy , Antiretroviral Therapy, Highly Active , Anti-Retroviral Agents/administration & dosage , Hepatitis, Viral, Human/drug therapy , Unified Health System , Brazil , Cost-Benefit Analysis/economics
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