Your browser doesn't support javascript.
loading
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 11 de 11
Filter
Add filters








Year range
1.
Pesqui. vet. bras ; 38(1): 29-36, Jan. 2018. tab, ilus
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-895543

ABSTRACT

Com o objetivo de testar diferentes formas de controle de Senecio madagascariensis foram realizados três experimentos. No primeiro, 40 ovinos foram colocados em uma área de quatro hectares por 90 dias, com infestação média e alta por S. madagascariensis. A área após este período foi dessecada com glifosato (Roundup®) e semeada com Lotus corniculatus L. (cornichão), Trifolium repens (trevo branco), Medicago sativa (alfafa) e Festuca arundinacea Schreb. (festuca) por plantio direto. Os ovinos, após oito meses, retornaram a área por mais 90 dias. O segundo experimento foi realizado com 10 ovinos em pastejo por 30 dias com 60 dias de descanso em três áreas de 0,5 hectares cada uma, com infestação baixa, média e alta por S. madagascariensis. O terceiro experimento foi realizado utilizando-se dessecação, aração e plantio de pastagens (leguminosas e gramíneas) por três vezes consecutivas, sem utilização de ovinos em uma área invadida pela planta. Para o controle de S. brasiliensis e outras espécies do gênero, um quarto experimento foi realizado em uma propriedade rural com histórico de intoxicação por Senecio spp. em bovinos. Foram utilizados 86 ovinos, que permaneceram em uma área de 90 hectares durante um ano. Os resultados destes experimentos demonstraram que os ovinos consomem S. madagascariensis e diminuem a quantidade de planta em áreas infestadas. Por outro lado, evidenciou-se também que S. madagascariensis para ser controlado de forma eficiente necessita de pastejo contínuo com pelo menos quatro ovinos por ha. As práticas como dessecação com herbicidas, aração e plantio de pastagem podem auxiliar na eliminação da planta a longo prazo. Em áreas de infestação por S. brasiliensis a roçagem pode ser uma prática eficiente, principalmente pelo porte alto da planta, pois facilita o consumo pelos ovinos.(AU)


In order to test different technics to control Senecio madagascariensis, three experiments were carried out. In the first, 40 sheep were placed in an area of four hectares for 90 days, with medium/high levels of infestation by the plant. The area after this period was desiccated with glyphosate (Roundup®) and seeded with Lotus corniculatus L., Trifolium repens, Medicago sativa and Festuca arundinacea Schreb. by direct seeding. After eight months, sheep returned to the area for another 90 days. The second experiment was conducted with 10 sheep grazing for 30 days and 60 days' rest, in three areas of 0.5 hectares each, with low, medium and high levels of S. madagascariensis infestation. The third experiment was carried out using drying, plowing and cultivated pasture (legumes and grasses) for three consecutive times without the use of sheep in an area infested by the plant. For the control of S. brasiliensis and other species of the genus, a fourth experiment was performed on a farm with history of intoxication by Senecio spp. in cattle. Eighty-six sheep were used in an area of 90 hectares for a year. The results of these experiments demonstrated that sheep consume and decrease the amount of S. madagascariensis in infested areas. Furthermore, it also indicated that S. madagascariensis to be efficiently controlled requires continuous grazing with at least four sheep per hectare. Practices as drying the pastures with herbicides, tillage and pasture planting can help eliminate the plant in long-term plan. In areas with S. brasiliensis infestation mowing can be an effective practice, mainly due to the high size of the plant, since it facilitates consumption by sheep.(AU)


Subject(s)
Animals , Plant Poisoning/veterinary , Plants, Toxic/poisoning , Senecio/toxicity , Sheep , Pasture , Asteraceae/toxicity
2.
Pesqui. vet. bras ; 37(4): 313-318, Apr. 2017. ilus
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-895414

ABSTRACT

Intoxicações por plantas do gênero Senecio representam uma importante causa de morte em animais de produção, sendo Senecio brasiliensis a espécie mais envolvida nos casos de intoxicação espontânea. Nesse trabalho, são descritos os aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos de um surto de intoxicação natural por Senecio brasiliensis em equinos. Dois equinos, de um total de dezoito, foram afetados. Os casos ocorreram em uma propriedade rural no município de São Martinho da Serra, Rio Grande do Sul, Brasil. Grande quantidade de exemplares de Senecio brasiliensis em estágio de brotação foi encontrada na área onde os equinos estavam. Os animais eram da raça Crioula, sendo uma égua com quatro anos e um potro com cinco meses. A égua apresentou evolução aguda da doença com duração de três dias e o potro evolução crônica de dois meses. As principais manifestações clínicas observadas em ambos os equinos incluíam apatia, anorexia, emagrecimento, desidratação e sinais neurológicos. Além disso, havia moderado edema subcutâneo na região ventral do abdômen e marcada icterícia nas mucosas ocular, oral e vulvar da égua e palidez das mucosas no potro. Na avaliação bioquímica do potro, havia acentuado aumento da atividade sérica da gamaglutamil transferase (119 U/L), aumento da fosfatase alcalina (434 U/L) e hipoalbuminemia (2,1g/dL). No hemograma do mesmo, observou-se leve anemia normocítica e normocrômica (30% de hematócrito; VCM: 39,5 fL; HCM: 15,3pg). As alterações presentes em ambas as necropsias foram observadas principalmente no fígado, que estava difusamente aumentado de tamanho, escuro e firme. Na superfície de corte, observaram-se acentuação do padrão lobular e hemorragia. Histologicamente, no fígado dos equinos, havia graus variados de necrose coagulativa, hemorragia, fibrose, proliferação de ductos biliares, hepatomegalocitose e bilestase. Nas diferentes seções analisadas do encéfalo, havia alterações astrocitárias restritas à substância cinzenta, predominantemente, no córtex telencefálico. Os astrócitos degenerados eram similares aos astrócitos de Alzheimer tipo II. O diagnóstico da intoxicação nesses casos foi baseado na epidemiologia, no quadro clínico, nas lesões de necropsia e nos achados histopatológicos. Cabe ressaltar que a necrose de coagulação e a discreta fibrose e proliferação de ductos biliares observados na égua, constituiu uma apresentação subaguda da intoxicação, enquanto que a fibrose, mais predominante no potro, caracterizou uma hepatopatia crônica.(AU)


Poisoning due to plants of the genus Senecio is considered an important cause of death in livestock. Senecio brasiliensis is the most common species involved in spontaneous cases. This paper describes the epidemiological, clinical and pathological aspects of a natural outbreak of intoxication with Senecio brasiliensis affecting two out of eighteen horses in a farm. The cases occurred in the municipality of Sao Martinho da Serra, Rio Grande do Sul State, Southern Brazil. A large amount of Senecio brasiliensis in its sprouting stage was found in the fields where the horses used to be kept. A four-year-old, Crioulo mare and a five-month-old, male, Crioulo foal were affected. The clinical course was acute in the mare, comprising three days and chronic in the foal, lasting for two months. The main clinical signs in both animals included apathy, anorexia, weight loss, dehydration and neurological signs. Moreover, subcutaneous edema was noted in the ventral abdomen and the mucous membranes were icteric in the mare and pale in the foal. The serum biochemistry in the foal showed hypoalbuminemia (2.1g/dL), increased activity of the serum alkaline phosphatase (434 U/L) and gamma glutamyl transferase (119 U/L). In the hemogram, a mild normocytic normochromic anemia was noted in the foal (Hct: 30%; MCV: 39.5 fL; MCH: 15.3pg). Necropsy findings observed in both horses included an enlarged, dark red and firm liver with extensive areas of hemorrhage and enhanced lobular pattern on cut surface. Histologically, the liver showed variable degrees of fibrosis, coagulative necrosis, biliary ducts hyperplasia, megalocytosis and cholestasis. In the brain, the astrocytes in the cerebrum were degenerated and similar to Alzheimer type II astrocytes. The diagnosis in this outbreak was established based on the epidemiology, clinical picture, gross and histologic findings. It is noteworthy that the coagulative necrosis, minimal fibrosis, and biliary duct hyperplasia observed in the mare are characteristic of a subacute presentation. On the other hand, the fibrosis that was more prominent in the foal characterizes a chronic hepatopathy.(AU)


Subject(s)
Animals , Pyrrolizidine Alkaloids/toxicity , Asteraceae/toxicity , Horses , Plant Poisoning/veterinary , Plants, Toxic/toxicity
3.
Rev. biol. trop ; 64(3): 1171-1184, jul.-sep. 2016. tab, ilus
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-958204

ABSTRACT

ResumenEntre los principales compuestos químicos sintetizados por las plantas, pero considerados no esenciales para su metabolismo básico, están los alcaloides, los polifenoles, los glucósidos cianogénicos y las saponinas que tienen diversas funciones en las plantas y reconocidas propiedades medicinales y farmacológicas. En esta investigación se determinaron las concentraciones de los mencionados metabolitos secundarios en los extractos de las hojas de las plantas medicinales Taraxacum officinale, Parthenium hysterophorus, Artemisia absinthium, Cnidoscolus aconitifolius y Piper carpunya y se relacionaron con la toxicidad aguda contra Artemia salina. En cada bioensayo con A. salina se usaron los extractos alcohólicos de las hojas de las plantas seleccionadas a diferentes concentraciones, calculándose la proporción de organismos muertos y los CL50. Las concentraciones de alcaloides, fenoles totales, taninos, glucósidos cianogénicos y saponinas fueron determinadas mediante métodos espectrofotométricos. Este es el primer reporte de cuantificación de metabolitos secundarios en las plantas analizadas provenientes de Ecuador. T. officinale presentó las mayores concentraciones de fenoles (22.30 ± 0.23 mg/g) y taninos (11.70 ± 0.10 mg/g), C aconitifolius de glucósidos cianogénicos (5.02 ± 0.37 µg/g) y P. hysterophorus de saponinas (6.12 ± 0.02 mg/g). Las plantas evaluadas presentaron actividades hemolíticas dependiendo de las concentraciones de saponinas. Los valores de taninos determinados estuvieron entre 0.20 ± 0.01 y 11.70 ± 0.10 mg/g, por lo que no son adversos para su consumo. Aunque los valores de glucósidos cianogénicos son permisibles, es necesario monitorear la presencia de estos compuestos químicos en las plantas para minimizar problemas de salud. Los CL50 obtenidos oscilaron entre los valores 3.37 µg/mL, extremadamente letal o tóxica, para P. carpunya y 274.34 µg/mL, altamente tóxica, para T. officinale. De los análisis de correlaciones realizados a los resultados, se observó que los alcaloides favorecen de manera significativa (p<0.001) a la toxicidad aguda contra A. salina, mientras que a mayor contenido de polifenoles dicha toxicidad disminuye significativamente (p<0.001) el nivel de toxicidad de las plantas. Del análisis de componentes principales, se demuestra que las saponinas están en sinergia con los polifenoles para disminuir la toxicidad, pero tienen un efecto antagónico con los alcaloides y los glucósidos cianogénicos, lo cual evidencia que estos metabolitos secundarios presentan variabilidades en los mecanismos de acción contra A. salina, como compuestos citotóxicos. Estos resultados demuestran que las saponinas y los polifenoles pueden ser letales para A. salina a bajas concentraciones, evidenciando que este bioensayo permite evaluar extractos vegetales que contengan bajas concentraciones de compuestos con altas polaridades. La correspondencia significativamente positiva entre citoxicidad y concentración de los alcaloides, confirmada con el bioensayo de Artemia salina, puede ser útil para hallar fuentes promisorias de compuestos antitumorales y para evaluar los límites tolerables que no afecten otras células benignas. El contenido de metabolitos secundarios hallados en las plantas analizadas les atribuye un gran valor farmacológico.


Abstract:Alkaloids, polyphenols, cyanogenic glycosides and saponins are among the main chemical compounds synthesized by plants but not considered essential for their basic metabolism. These compounds have different functions in plants, and have been recognized with medicinal and pharmacological properties. In this research, concentrations of the mentioned secondary metabolites were determined in the medicinal plants Artemisia absinthium, Cnidoscolus aconitifolius, Parthenium hysterophorus, Piper carpunya and Taraxacum officinale, from Ecuador, and related with cytotoxic effects against Artemia salina. Alcoholic and aqueous extracts from leaves of these selected plants were prepared at different concentrations. To assess cytotoxicity of these extracts, different bioassays with A. salina were undertaken, and the mortality rates and LC50 were obtained. Besides, concentrations of alkaloids, cyanogenic glycosides, phenols, tannins and saponins were determined by spectrophotometric methods; this constituted the first report of quantification of secondary metabolites in the selected plants from Ecuador. T. officinale had the highest concentration of total phenols (22.30 ± 0.23 mg/g) and tannins (11.70 ± 0.10 mg/g), C. aconitifolius of cyanogenic glycosides (5.02 ± 0.37 µg/g) and P. hysterophorus of saponins (6.12 ± 0.02 mg/g). Tannins values obtained were not adverse to their consumption. Alcoholic and aqueous extracts of selected plants had hemolytic activity depending on the concentration of saponins. Although the values of cyanogenic glycosides were permissible, it was necessary to monitor the presence of this metabolite in plants to minimize health problems. LC50 values ranged from extremely toxic (3.37 µg/mL) to highly toxic (274.34 μg/mL), in P. carpunya and T. officinale, respectively. From correlation analysis, it was observed that increase values of alkaloids concentrations had highly significant (p<0.001) acute toxicity against A. salina, while at a higher polyphenol concentration the level of plants cytotoxicity decreased significantly (p<0.001). The results of principal component analysis showed that saponins apparently were in synergy with polyphenols to decrease cytotoxicity, but antagonize with alkaloids and cyanogenic glycosides, indicating that these secondary metabolites present variability in the mechanisms of action against A. salina, as cytotoxic compounds. These results also demonstrate that polyphenols and saponins can be lethal at low concentrations, demonstrating the potential of brine shrimp bioassay as a model to evaluate plant extracts containing low concentrations of chemical compounds with high polarities. The significant positive correlation between cytotoxicity and concentration of alkaloids confirmed by the bioassay of brine shrimp can be useful to identify promising sources of antitumor compounds, and to evaluate tolerable limits not affecting other benign cells. Contents of secondary metabolites found in the selected plants confer them great pharmacologic values. Rev. Biol. Trop. 64 (3): 1171-1184. Epub 2016 September 01.


Subject(s)
Animals , Plants, Medicinal/chemistry , Artemia/drug effects , Saponins/analysis , Alkaloids/analysis , Polyphenols/analysis , Glycosides/analysis , Time Factors , Biological Assay , Plant Extracts/chemistry , Asteraceae/toxicity , Asteraceae/chemistry , Euphorbiaceae/chemistry , Artemisia absinthium/chemistry , Taraxacum/chemistry , Piper/chemistry , Ecuador , Secondary Metabolism
4.
Cusco; s.n; 2011. 107 p. tab, graf, ilus.
Thesis in Spanish | LILACS, MTYCI | ID: biblio-880309

ABSTRACT

La especie vegetal Acmella oleracea (L.) R.K. Jansen (Botoncillo) es utilizada en la medicina popular por sus propiedades antiinflamatorias, anestésica dental, antiespasmódicas, también empleada para tratar diabetes y afecciones hepáticas. Los objetivos de la investigación fueron evaluar el efecto antiinflamatorio vía oral y vía tópica además de la toxicidad aguda vía oral del extracto etanólico de Acmella oleracea (L.) R.K. Jansen (Botoncillo) en ratones albinos. Las partes aéreas de Acmella oleracea (L.) R.K. Jansen (Botoncillo), fueron extraídos por maceración en etanol al 70%. EI efecto antiinflamatorio del extracto etanólico se evalúo utilizando el modelo de edema auricular inducido por TPA (13-acetato de 12-tetradecanoilforboi). La determinación de la toxicidad aguda se realizó por vía oral, bajo el método de Lorke. Para la determinación del efecto antiinflamatorio vía oral, se evaluaron dosis crecientes del extracto etanólico 300mg/Kg, 600mg/Kg, 900mg/Kg, 1200mg/Kg y para la vía tópica 0.5mg/oreja, 2.5 mg/oreja y 5 mg/oreja; las cuales fueron evaluados en el modelo inflamatorio. Los resultados mostraron que las dosis de extracto administrado por vía oral y tópica redujeron la inflamación de las orejas tratadas de los ratones albinos, con un porcentaje de inhibición de 35.21%, 48.09% para las dosis de 900 mg/Kg y 1200 mg/Kg respectivamente, administrados vía oral y para la vía tópica se tuvieron porcentajes de inhibición del 38.28% y 70.71% para las dosis de 2.5mg/Oreja y 5mg/Oreja respectivamente; comparando con el fármaco patrón lndometacina solo la dosis de 5mg/Oreja de extracto aplicado vía tópica superó el porcentaje de inhibición de inflamación. El extracto tuvo una respuesta dosis dependiente frente a la inflamación inducida por TPA. La determinación de la toxicidad aguda se realizó en dos fases por vía oral en ratones albinos de acuerdo al método de Lorke, obteniéndose una DL50 de 3800 mg/Kg de peso. En conclusión este estudio confirma el efecto antiinflamatorio atribuido a la planta Acmella oleracea (L.) R.K. Jansen (Botoncillo) y también valida su uso en la medicina popular y respecto a la toxicidad aguda la especie vegetal es ligeramente tóxica.


Subject(s)
Animals , Mice , Anti-Inflammatory Agents , Asteraceae/toxicity , Plant Extracts , Plants, Medicinal , Models, Animal
5.
Cusco; s.n; 2011. 105 p. tab, graf, ilus.
Thesis in Spanish | LILACS, MTYCI | ID: biblio-880347

ABSTRACT

El presente trabajo abordó la evaluación del efecto inhibitorio sobre la respuesta alérgica del extracto metanótico de Cosmos peucedanifofius (panti) y la determinación de la toxicidad aguda de esta especie. Objetivo: Evaluar el efecto inhibitorio sobre la respuesta alérgica del extracto metanólico de Cosmos peucedanifolius (panti) y determinar la toxicidad aguda. Metodología: Para evaluar el efecto sobre la respuesta alérgica se realizó un estudio cuasi experimental de series cronologías con repetición del estímulo y diseño con un grupo control, realizando las siguientes pruebas: Edema plantar inducido por OVA (ovoalbúmina), Reacción cutánea inducida por Histamina en ratas albinas y Prueba de Anafilaxia Pasiva Cutánea para determinar lgE específica. Y con el objetivo de demostrar la probable toxicidad aguda se usó, un estudio cuasi experimental con pre prueba y post prueba teniendo en cuenta el Método de Lorke. Resultados: Se observó que a dosis de 800mg/Kg existió una inhibición muy buena sobre la inflamación alérgica inducida por Ovoalbúmina de 52 % similar al del fármaco patrón lndometacina. En el ensayo de la evaluación de la reacción cutánea inducida por histamina en ratas albinas se obtuvo buenos resultados a dosis de 400 y 800 mg/kg obteniéndose un buen porcentaje de Inhibición. Finalmente a dosis de 400 mg/Kg se observó una inhibición en la producción de lgE especifica mostrándose de mejor manera a una dilución de e 1/256. En cuanto a la determinación de la toxicidad aguda mediante la prueba de Lorke se determinó que el extracto metanólico de Cosmos peucedanifolius (panti), es poco toxica. Conclusiones: Los resultados de esta investigación constituyen parte de la base experimental pre clínica necesaria para la realización de ensayos clínicos controlados en inmunopatologías como la artritis reumatoide o el asma bronquial entre otras enfermedades relacionadas a la respuesta alérgica.


Subject(s)
Animals , Rats , Asteraceae/toxicity , Hypersensitivity/therapy , Plant Extracts , Phytochemicals
6.
Horiz. méd. (Impresa) ; 9(1): 40-44, ene.-jun. 2009. tab
Article in Spanish | LILACS, LIPECS | ID: lil-676653

ABSTRACT

El Smallanthus sonchifolius, oriundo de los Andes y llamado vulgarmente yacón, es conocido por su uso como normoglicemiante e hipolipemiante así como por su utilidad como antioxidante. En la presente investigación evaluamos la toxicidad subcrónica del extracto acuoso de sus hojas, luego de su administración oral en ratas albinas Holtzman. Objetivo: Evaluar la toxicidad del extracto acuoso de las hojas de yacón en ratas albinas sanas. Material y método: Se realizó un estudio experimental en 40 ratas Holtzman, distribuidas en dos grupos (hembras y machos), a las cuales se administró, por vía oral, durante 90 días, dosis de 100, 200 y 500 mg/Kg/día, del extracto acuoso de hojas de yacón. Se tomaron muestras de sangre del plexo orbital del ojo a los 0, 45 y 90 días para llevar a cabo análisis bioquímicos y hermatológicos. Se realizaron, además exámenes histopatológicos de cerebro, hígado y riñones. Resultados: No se encontraron variaciones significativas en ninguno de los exámenes en comparación con las ratas controles (p ø 0.05). Conclusión: El consumo del extracto de hojas de yacón, durante 90 días, no produjo signos de toxicidad en los órganos estudiados.


The Smallanthus sonchifolius, vulgarly known as yacon, an Ades's species is well known for its use as by it's normoglycemic, hipolipemic and antioxidant effects. There are only few studies on this plant. At present we have investigations about it's chemical composition, harverts process, and medical use. In this paper we evaluated the toxicity of the aqueous extract of the organic leaves of Smallanthus sonchifolius on Holtzman albin rats subcronic oral administration of the extract during 90 days. Objective: To evaluate the subchronic toxicity of aqueous extract of the yacon leaves on healthy albina rats. Material and method: An experimental study has been performed on 40 Holtzman rats. Male a female rats were grouped separately. They received oral daily doses of 100, 200 y 500 mg/Kg/ yaconÆs leaves aqueous extract. Blood samples were taken from the rat orbital plexus of the rats at 0,45 and 90 days of treatment for biochemical and haematologic analysis. Histological examination of brain, liver and kigneys was also done. Results: Non significant differences were found in the examinations of the three groups in comparison with control (p ø 0.05). Conclusion: The Smallanthus sonchifolius aqueous extract consumption during 90 days did not produce toxicity signs in the organs studied.


Subject(s)
Male , Animals , Female , Aster Plant/toxicity , Asteraceae/toxicity , Rats
7.
Pesqui. vet. bras ; 27(7): 287-296, jul. 2007. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-461219

ABSTRACT

As partes aéreas dessecadas de Senecio brasiliensis (Spreng.) colhidas em estágio de brotação foram administradas a 14 eqüinos de raça mista, com idades de 4-22 anos e pesos de 230-475 kg. Um eqüino de 15 anos, que não recebeu a planta, serviu de controle. Pequenas quantidades da planta eram misturadas à ração oferecida aos eqüinos; quantidades maiores eram moídas, misturadas em água e administradas por sonda nasogástrica. Biópsias hepáticas foram periodicamente realizadas em 11 eqüinos. Nove eqüinos morreram com sinais ou lesões da intoxicação após receberem quantidades da planta correspondente a 0,87 por cento, 1,5 por cento (administrações únicas), 1,74 por cento (duas administrações semanais), 3.0 por cento (três administrações diárias), 7.42 por cento (17 administrações semanais), 8.9 por cento (284 administrações diárias), 9.66 por cento (82 administrações diárias) e 9,30 por cento (43 administrações semanais) de seus pesos corporais. Dois eqüinos que receberam quantidades da planta correspondentes a 15,0 por cento (30 e 60 administrações diárias) de seus pesos corporais morreram durante o experimento por causas não relacionadas à intoxicação. Três eqüinos que receberam quantidades da planta correspondentes a 0,5 por cento e 1.0 por cento (administrações únicas), 15.0 por cento (240 administrações diárias) de seus pesos corporais e o eqüino controle sobreviveram sem apresentar sinais clínicos. A doença clínica induzida pela planta teve uma evolução de 1-30 dias e foi caracterizada por anorexia, icterícia, e sinais neurológicos de encefalopatia hepática. Perda de peso foi observada nos casos de evolução clínica mais longa. Os achados de necropsia incluíam acentuação do padrão lobular na superfície natural e de corte dos fígados ou eram firmes e vermelho-escuros. Hemorragias disseminadas eram freqüentes, mas mais conspícuas no tecido subcutâneo, superfícies serosa e mucosa do trato gastrintestinal. Edema era observado na submucosa...


Fourteen 4 to 22-year-old mixed breed horses weighing 230-475 kg were experimentally fed the dried aerial parts of Senecio brasiliensis (Spreng.) collected in its sprouting stage. A 15-year-old horse served as non-plant-fed control. Small amounts of the dried plant material were admixed in the ration given to the horses; larger amounts were grounded, admixed with water and force fed through nasogastric intubation. Liver biopsies were periodically performed in 11 horses. Nine horses died with signs or lesions of the poisoning after having received amounts of the plant corresponding to 0.87 percent, 1.5 percent (single administrations), 1.74 percent (two weekly administrations), 3.0 percent (three daily administrations), 7.42 percent (17 weekly administrations), 8.9 percent (284 daily administrations), 9.66 percent (82 daily administrations) and 9.30 percent (43 weekly administrations) of their body weight. Two horses which received amounts of the plant corresponding to 15.0 percent (30 and 60 daily administrations) of their body weight died during the experiments due to unrelated causes. Three horses which received amounts of the plant corresponding to 0.5 percent and 1.0 percent (single administrations), and 15.0 percent (240 daily administrations) of their body weight, and the control horse survived without any clinical signs. The disease induced by the plant had a clinical course of 1-30 days and was characterized by anorexia, jaundice and neurological signs of hepatic encephalopathy. Weight loss was observed in the more protracted cases. Necropsy findings included marked enhancement of the lobular pattern of the livers or those were firm and dark-red. Hemorrhages were frequent and more conspicuous on the subcutis, serosal surfaces and in the gastrointestinal mucosa. Edema occurred in the submucosa of the gastrointestinal tract and in body cavities. Histologically, the livers of horses that ingested relatively larger amounts of the...


Subject(s)
Asteraceae/toxicity , Horses/anatomy & histology , Senecio/toxicity
8.
Article in English | AIM | ID: biblio-1256126

ABSTRACT

This study was designed to evaluate the toxicity of the aqueous extract of Aspilia africana leaves. Oral doses of 500 mg/kg and 1000 mg/kg were administered for 28 days to rats after every 2 days for sub-acute toxicity. For acute toxicity; 5 doses of 2; 4; 8; 12 and 16g/Kg body weight were investigated in mice. The control groups consisted of mice or rats administered with distilled water. The signs of toxicity fluctuated lightly from one mammal to another throughout the experiment. The liver; kidneys and heart weight of rats revealed no significant differences between the test groups and the control. The results indicated that the medium lethal dose (LD50) was found to be greater in females than males with an average of 6.6g/Kg body weight for both sexes. Regardless of the significant differences observed at certain points in some biochemical parameters (ALT; AST; ALP; Creatinine and Glutathione); none showed any linear dose responsiveness. On the other hand; most of the parameters investigated were found to be gender dependent. These results suggested that A Africana can be classified among substances with low toxicity


Subject(s)
Asteraceae/toxicity , Pharmaceutical Preparations , Plant Leaves
9.
Pesqui. vet. bras ; 25(4): 235-238, out.-dez. 2005. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-423347

ABSTRACT

É descrito um surto de intoxicação por Baccharidastrum triplinervium em bovinos do Paraná, Brasil. A doença ocorreu no início do verão, durante um período de forte estiagem. Os sinais clínicos iniciaram dois dias após a introdução de 50 vacas e 8 novilhas em uma pastagem com alta densidade de B. triplinervium, que apresentava sinais de ter sido consumido pelos animais. Adoeceram 15 bovinos (9 vacas e 6 novilhas). Desses, morreram duas vacas e quatro novilhas após um curso clínico de 12 a 60 horas. O quadro clínico incluía prostração, atonia ruminal, timpanismo moderado, desidratação acentuada, diarréia e anorexia. Os animais ficavam inquietos, se deitavam e se levantavam constantemente, permanecendo cada vez mais tempo deitados em decúbito esternal. Uma vez nessa posição, manifestavam gemidos e mantinham a cabeça estendida ou voltada para o flanco. Adicionalmente, observou-se nas vacas queda abrupta da produção de leite. Os demais bovinos afetados apresentaram sinais clínicos mais leves, voltando a ingerir um pouco de alimento já no dia seguinte ao aparecimento dos sinais clínicos; a produção de leite voltou aos níveis normais uma semana após. As principais lesões macroscópicas, em dois animais necropsiados, foram observadas principalmente nos compartimentos gástricos. Consistiam de edema da parede do rúmen, e de avermelhamento difuso da mucosa do rúmen, do retículo, do abomaso e de algumas folhas do omaso. Histologicamente, as lesões mais importantes incluíam degeneração balonosa e necrose multifocal com infiltrado neutrofílico discreto no epitélio de revestimento do rúmen. O diagnóstico foi baseado em dados epidemiológicos e na reprodução experimental com as partes aéreas superiores (20 e 30g/kg) de B. triplinervium em três bovinos. A análise química de material seco de B. triplinervium, colhido no local do surto, foi negativa para tricotecenos macrocíclicos.


Subject(s)
Animals , Cattle , Asteraceae/toxicity , Cattle Diseases , Plant Poisoning/veterinary , Plants, Toxic
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL