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1.
Arq. bras. cardiol ; 118(1): 88-94, jan. 2022. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1360110

ABSTRACT

Resumo Fundamento: A fibrilação atrial é um problema de saúde pública associado com um risco cinco vezes maior de acidente vascular cerebral e mortalidade. A análise de custos é importante para a introdução de novas terapias, e deve ser reconsiderada em situações especiais, tais como a pandemia do coronavírus em 2020. Objetivo: Avaliar os custos (em um período de um ano) relacionados à terapia anticoagulante e a qualidade de vida de pacientes com fibrilação atrial tratados em um hospital público universitário. Métodos: Os custos do paciente foram aqueles relacionados à anticoagulação e calculados pela média de custos mensais da varfarina ou de anticoagulantes orais diretos (DOACs). As despesas não médicas, como alimentação e transporte, foram calculadas a partir de dados obtidos de questionários. O questionário brasileiro SF-6D foi usado para medir a qualidade de vida. Valores p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos. Resultados: A população do estudo consistiu em 90 pacientes, 45 em cada braço (varfarina vs. DOACs). Os custos foram 20% mais altos no grupo dos DOACs (US$55 532,62 vs. US$46 385,88), e principalmente relacionados ao preço dos medicamentos (US$23 497,16 vs. US$1903,27). Os custos hospitalares foram mais altos no grupo da varfarina (US$31 088,41 vs $24 604,74), e relacionados às visitas ao ambulatório. Ainda, as despesas não médicas foram duas vezes maiores no grupo varfarina ($13 394,20 vs $7 430,72). A equivalência de preço entre os dois medicamentos seria alcançada por uma redução de 39% no preço dos DOACs. Não foram observadas diferenças quanto à qualidade de vida. Conclusões: Os custos totais foram mais altos no grupo de pacientes tratados com DOACs que no grupo da varfarina. No entanto, uma redução de cerca de 40% no preço dos DOACs tornaria viável a incorporação desses medicamentos no sistema de saúde público brasileiro.


Abstract Background: Atrial fibrillation is a public health problem associated with a fivefold increased risk of stroke or death. Analyzing costs is important when introducing new therapies and must be reconsidered in special situations, such as the novel coronavirus pandemic of 2020. Objective: This study aimed to evaluate the costs related to anticoagulant therapy in a one-year period, and the quality of life of atrial fibrillation patients treated in a public university hospital. Methods: Patient costs were those related to the anticoagulation and calculated by the average monthly costs of warfarin or direct oral anticoagulants (DOACs). Patient non-medical costs (eg., food and transportation) were calculated from data obtained by questionnaires. The Brazilian SF-6D was used to measure the quality of life. P-values < 0.05 were considered statistically significant. Results: The study population consisted of 90 patients, 45 in each arm (warfarin vs direct oral anticoagulants). Costs were 20% higher in the DOAC group ($55,532.62 vs $46,385.88), and mainly related to drug price ($23,497.16 vs $1,903.27). Hospital costs were higher in the warfarin group ($31,088.41 vs $24,604.74) and related to outpatient visits. Additionally, non-medical costs were almost twice higher in the warfarin group ($13,394.20 vs $7,430.72). Equivalence of price between the two drugs could be achieved by a 39% reduction in the price of DOACs. There were no significant group differences regarding quality of life. Conclusions: Total costs were higher in the group of patients taking DOACs than those taking warfarin. However, a nearly 40% reduction in the price of DOACs could make it feasible to incorporate these drugs into the Brazilian public health system.


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/complications , Stroke/prevention & control , Stroke/drug therapy , COVID-19 , Quality of Life , Administration, Oral , Retrospective Studies , SARS-CoV-2 , Anticoagulants
2.
Rev. urug. cardiol ; 36(1): e36105, abr. 2021. ilus, graf
Article in Spanish | LILACS, BNUY, UY-BNMED | ID: biblio-1248118

ABSTRACT

Desde época temprana de la cirugía cardíaca (CC), la fibrilación auricular (FA) ha sido un acompañante frecuente del posoperatorio, y no es esperable su abatimiento en el futuro cercano. La interpretación de su significado clínico se ha modificado en los últimos años, tras conocerse su tendencia recurrente y su asociación con serias complicaciones inmediatas y a largo plazo. Esto deja entrever un nuevo desafío, dejando de ser un problema menor y de consideración puntual en el perioperatorio para constituir un tema de preocupación y seguimiento en el futuro alejado, aún con incertidumbres evolutivas y de manejo. La profilaxis efectiva de esta arritmia, una respuesta lógica al problema, es dificultosa por la multiplicidad de factores de riesgo y lo intrincado de su génesis, todavía no completamente dilucidada, sumadas a la edad creciente de los pacientes intervenidos, la complejidad mayor de los procedimientos, los posibles efectos colaterales de los fármacos empleados y la inexistencia de un algoritmo predictivo confiable que permita racionalizar las medidas preventivas. Además, muchas recomendaciones de las guías de práctica clínica actuales se basan en información obtenida en estudios realizados en la FA primaria, por lo que su adopción en el escenario de la CC ha sido menor a la deseable. Todos estos aspectos son objeto de análisis en esta revisión que finaliza con pautas de manejo práctico de la arritmia en el entorno perioperatorio.


Since an early age of heart surgery, atrial fibrillation has been a frequent companion of the postoperative period, and its decline is not to be expected in the near future. The interpretation of its clinical significance has changed in recent years, after knowing its recurrent trend and its association with serious immediate and long-term complications. This fact unveils a new challenge, as it is no longer a minor problem of consideration restricted to the perioperative period and has become a topic of concern and follow-up in the distant future, still with uncertainties as to its evolution and management. The effective prophylaxis of this arrhythmia, a logical response to the problem, has been difficult by the multiplicity of risk factors and the intricate of its genesis, not yet completely elucidated, added to the increasing age of the patients involved, the greater complexity of the procedures, the possible side effects of the drugs used and the absence of a reliable predictive algorithm that could allow to rationalize preventive measures. In addition, many recommendations from current clinical practice guidelines are based on information obtained from studies in primary atrial fibrillation, so their adoption in the heart surgery scenario has been less than desirable. All these aspects are analyzed in this review, which ends with directives for the practical management of the arrhythmia in the perioperative environment.


Desde os primeiros días da cirurgia cardíaca, a fibrilação atrial (FA) tem sido uma companheira frequente para o pós-operatório, e sua reduçao não é esperada em um futuro próximo. A interpretação de sua significância clínica mudou nos últimos anos, tendo conhecido sua tendência recorrente e sua associação com sérias complicações imediatas e de longo prazo. Este fato mostra um novo desafio, pois deixou de ser um pequeno problema e uma consideração oportuna no perioperatório para constituir um tema de preocupação e acompanhamento em um futuro distante, mesmo com incertezas quanto à sua evolução e gestão. A profilaxia efetiva dessa arritmia, uma resposta lógica ao problema, tem sido cercada pela multiplicidade de fatores de risco e pela intrincação de sua gênese ainda não completamente elucidada, juntamente com a idade crescente dos pacientes envolvidos, a maior complexidade dos procedimentos, os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos utilizados e a ausência de um algoritmo preditivo confiável para racionalizar as medidas preventivas. Além disso, muitas recomendações das guias atuais de prática clínica são baseadas em informações obtidas em estudos conduzidos em FA primária, de modo que sua adoção no cenário da cirurgia cardíaca tem sido menos do que desejável. Todos esses aspectos são analisados nesta revisão, que termina com diretrizes práticas de gestão para arritmia no ambiente perioperatório.


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/etiology , Atrial Fibrillation/therapy , Atrial Fibrillation/epidemiology , Cardiac Surgical Procedures/adverse effects , Postoperative Period , Atrial Fibrillation/complications , Incidence , Risk Factors , Case Management , Stroke/etiology
3.
Arq. bras. cardiol ; 116(2): 325-331, fev. 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1153019

ABSTRACT

Resumo Fundamentos A fibrilação atrial é a arritmia persistente mais comum e é o principal fator que leva ao tromboembolismo. Objetivo Investigar o valor do diâmetro do átrio esquerdo combinado com o escore CHA2DS2-VASc na predição da trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo na fibrilação atrial não valvar. Métodos Trata-se de estudo retrospectivo. 238 pacientes com fibrilação atrial não valvar foram selecionados e divididos em dois grupos: trombose e não trombose. Determinou-se o escore CHA2DS2-VASc. Valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos. Resultados A análise de regressão logística multivariada revelou que histórico de acidente vascular cerebral/ataque isquêmico transitório, doença vascular, escore CHA2DS2-VASc, DAE, DDFVE e FEVE foram fatores de risco independentes para trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo (p<0,05). A análise da curva ROC ( Receiver Operating Characteristic ) revelou que a área sob a curva para o escore CHA2DS2-VASc na predição de trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo foi de 0,593 quando o escore CHA2DS2-VASc foi ≥3 pontos, e a sensibilidade e especificidade foram 86,5% e 32,6%, respectivamente, enquanto a área sob a curva para o DAE na predição de trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo foi 0,786 quando o DAE foi ≥44,17 mm, e a sensibilidade e especificidade foram 89,6% e 60,9%, respectivamente. Entre os diferentes grupos CHA2DS2-VASc, a taxa de incidência de trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo em pacientes com DAE ≥44,17 mm foi maior do que em pacientes com DAE <44,17 mm (p <0,05). Conclusão O escore CHA2DS2-VASc e o DAE estão correlacionados com a trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo na fibrilação atrial não valvar. Para pacientes com escore CHA2DS2-VASc de 0 ou 1, quando o DAE é ≥44,17 mm, o risco de trombose atrial esquerda/trombose de apêndice atrial esquerdo permaneceu alto. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)


Abstract Background Atrial fibrillation is the most common persistent arrhythmia, and is the main factor that leads to thromboembolism. Objective To investigate the value of left atrial diameter combined with CHA2DS2-VASc score in predicting left atrial/left atrial appendage thrombosis in non-valvular atrial fibrillation. Methods This is a retrospective study. 238 patients with non-valvular atrial fibrillation were selected and divided into two groups: thrombosis and non-thrombosis. CHA2DS2-VASc score was determined. P<0.05 was considered statistically significant. Results Multivariate logistic regression analysis revealed that the history of stroke/transient ischemic attack, vascular disease, CHA2DS2-VASc score, left atrial diameter (LAD), left ventricular end-diastolic dimension (LVEDD) and left ventricular ejection fraction (LVEF) were independent risk factors for left atrial/left atrial appendage thrombosis (p<0.05). Receiver operating characteristic curve analysis revealed that the area under the curve for the CHA2DS2-VASc score in predicting left atrial/left atrial appendage thrombosis was 0.593 when the CHA2DS2-VASc score was ≥3 points, and sensitivity and specificity were 86.5% and 32.6%, respectively, while the area under the curve for LAD in predicting left atrial/left atrial appendage thrombosis was 0.786 when LAD was ≥44.17 mm, and sensitivity and specificity were 89.6% and 60.9%, respectively. Among the different CHA2DS2-VASc groups, the incidence rate of left atrial/left atrial appendage thrombosis in patients with LAD ≥44.17 mm was higher than patients with LAD <44.17 mm (p<0.05). Conclusion CHA2DS2-VASc score and LAD are correlated with left atrial/left atrial appendage thrombosis in non-valvular atrial fibrillation. For patients with a CHA2DS2-VASc score of 0 or 1, when LAD is ≥44.17 mm, the risk for left atrial/left atrial appendage thrombosis remained high. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Fibrillation/diagnostic imaging , Thrombosis/etiology , Thrombosis/diagnostic imaging , Atrial Appendage/diagnostic imaging , Stroke/etiology , Stroke Volume , Retrospective Studies , Risk Factors , Ventricular Function, Left , Risk Assessment
4.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 67(1): 101-106, Jan. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1287786

ABSTRACT

SUMMARY OBJECTIVE: We aimed to demonstrate the clinical utility of CHA2DS2-VASc and anticoagulation and risk factors in atrial fibrillation risk scores in the assessment of one year mortality in patients with abdominal aortic aneurysm. METHODS: We designed a retrospective cohort study using data from Suleyman Demirel University Hospital for the diagnosis of abdominal aortic aneurysm. The study included 120 patients with abdominal aortic aneurysm who underwent aortic computed tomography. Patients were divided into two groups according to presence of abdominal aortic aneurysm and the development of mortality. Predictors of mortality were determined by multiple logistic regression analysis. RESULTS: Multivariate regression analysis showed that CHA2DS2-VASc score, advanced age, female gender and elevated white blood cell counts were independent predictors of abdominal aortic aneurysm development while CHA2DS2-VASc score and elevated glucose levels were independent predictors of one year mortality in patients with abdominal aortic aneurysm. The concordance statistics for anticoagulation and risk factors in atrial fibrillation risk Score and CHA2DS2-VASc risk score respectively were 0.96 and 0.97 and could significantly predict one year mortality in patients with abdominal aortic aneurysm (p<0.001, and p<0.001, respectively). CONCLUSIONS: CHA2DS2-VASc and anticoagulation and risk factors in atrial fibrillation risk scores are easily obtained in an emergency setting and can accurately predict one year mortality as a noninvasive follow-up in patients with abdominal aortic aneurysm. These simple scores could be used as a point of care decision aid to help the clinician in counseling patients presenting with abdominal aortic aneurysm and their families on treatment protocols.


Subject(s)
Humans , Female , Atrial Fibrillation/complications , Aortic Aneurysm, Abdominal/complications , Aortic Aneurysm, Abdominal/diagnostic imaging , Stroke , Predictive Value of Tests , Retrospective Studies , Risk Factors , Risk Assessment
7.
ABC., imagem cardiovasc ; 34(3)2021. ilus, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1292127

ABSTRACT

Resumo Historicamente, o papel do ecocardiograma de estresse físico no manejo da cardiomiopatia hipertrófica tem sido negligenciado na prática clínica, de acordo com a análise das diretrizes do American College of Cardiology/ American Heart Association de 2002, que recomendavam cautela no uso dessa metodologia, em portadores de cardiomiopatia hipertrófica, devido ao risco de possível ocorrência tanto de arritmia cardíaca, como de colapso hemodinâmico no esforço. Atualmente, o estresse físico na cardiomiopatia hipertrófica integra a avaliação rotineira de pacientes sintomáticos com ou sem gradiente da via de saída do ventrículo esquerdo < 50 mmHg, em repouso. Para este grupo, é um método seguro e confiável para medir o gradiente da via de saída do ventrículo esquerdo durante o esforço e sólido diferenciador de pacientes com cardiomiopatia hipertrófica não obstrutivos (gradiente ausente, tanto em repouso quanto no esforço) daqueles com gradientes lábeis (gradiente ausente no repouso e presente no esforço). Portanto, na avaliação da cardiomiopatia hipertrófica, o estresse físico é igualmente útil na quantificação do grau de regurgitação mitral, nas alterações da contratilidade segmentar do ventrículo esquerdo e na avaliação da função diastólica do ventrículo esquerdo, diante do esforço, sendo capaz de predizer o futuro desenvolvimento de sintomas de insuficiência cardíaca. O método é também importante na determinação das diferentes estratégias de tratamento para cada paciente, desde a miomectomia cirúrgica ou a ablação septal alcoólica, para aqueles com gradiente lábil, com sintomas limitantes e refratários ao tratamento medicamentoso versus transplante cardíaco para aqueles sem gradiente.(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Adult , Middle Aged , Atrial Fibrillation/complications , Hypertrophy, Left Ventricular/congenital , Cardiomyopathy, Hypertrophic, Familial , Heart Failure/complications , Mitral Valve , Stress, Physiological , Vibration/adverse effects , Magnetic Resonance Spectroscopy/methods , Ergometry/methods , Death, Sudden, Cardiac/etiology , Echocardiography, Stress/methods , Electrocardiography/methods , Ablation Techniques
8.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 66(10): 1437-1443, Oct. 2020. tab, graf
Article in English | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136138

ABSTRACT

SUMMARY INTRODUCTION: The present study aimed to determine independent predictors of left atrial thrombus (LAT) in acute ischemic stroke (AIS) patients without atrial fibrillation (AF) using transesophageal echocardiography (TEE). METHODS: In this single-center, retrospective study, we enrolled 149 consecutive AIS patients. All of the patients underwent a TEE examination to detect LAT within 10 days following admission. Multivariate logistic regression analysis was performed to assess independent predictors of LAT. RESULTS: Among all cases, 14 patients (9.3%) had a diagnosis of LAT based on the TEE examination. In a multivariate analysis, elevated mean platelet volume (MPV), low left-ventricle ejection fraction (EF), creatinine, and reduced left-atrium appendix (LAA) peak emptying velocity were independent predictors of LAT. The area under the receiver operating characteristic curve analysis for MPV was 0.70 (95%CI: 0.57-0.83; p = 0.011). With the optimal cut-off value of 9.45, MPV had a sensitivity of 71.4% and a specificity of 63% to predict LAT. CONCLUSION: AIS patients with low ventricle EF and elevated MPV should undergo further TEE examination to verify the possibility of a cardio-embolic source. In addition, this research may provide novel information with respect to the applicability of MPV to predict LAT in such patients without AF.


RESUMO INTRODUÇÃO: O presente estudo teve como objetivo determinar indicadores independentes do trombo auricular esquerdo (LAT) em doentes com acidente vascular cerebral isquêmico agudo (AIS) sem fibrilação auricular (AF) utilizando ecocardiografia transesofágica (TEE). MÉTODOS: Neste único centro, estudo retrospectivo, inscrevemos 149 pacientes consecutivos com AIS. Todos os pacientes foram submetidos a exame de TEE para detectar LAT no prazo de dez dias após a admissão. A análise de regressão logística multivariada foi realizada para avaliar preditores independentes do final. RESULTADO: Entre todos os casos, 14 pacientes (9,3%) tiveram um diagnóstico de exame tardio no TEE. Numa análise multivariada, volume médio de plaquetas (VMP) elevado, fração de ejeção do ventrículo esquerdo baixo (EF), creatinina e uma velocidade de pico de esvaziamento do átrio esquerdo reduzida (LAA) foram indicadores independentes da LAT. A área sob a análise da curva característica de operação do receptor para VMP foi de 0,70 (95% IC: 0, 57-0, 83; p=0,011). Com o valor-limite ideal de 9,45, o VMP teve uma sensibilidade de 71,4% e uma especificidade de 63% para prever mais tarde. CONCLUSÃO: Os doentes AIS com EF ventricular baixa e VMP elevado devem ser submetidos a um exame de TEE adicional para determinar a possibilidade de origem cardioembólica. Além disso, esta investigação pode fornecer novas informações sobre a aplicabilidade do VMP para prever tardiamente os doentes sem AF.


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Fibrillation/diagnostic imaging , Thrombosis/etiology , Thrombosis/diagnostic imaging , Brain Ischemia/complications , Brain Ischemia/diagnostic imaging , Atrial Appendage , Stroke/diagnostic imaging , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Risk Factors
9.
Arq. bras. cardiol ; 115(4): 717-718, out. 2020.
Article in Portuguese | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1131352

ABSTRACT

Resumo Baixas doses de edoxabana e enoxaparina sódica foram objeto de uma comparação retrospectiva implementada com a técnica do escore de propensão a fim de mitigar os efeitos das diferenças nas características clínicas basais de duas coortes e minimizar o risco de viés. Posteriormente, usando um modelo de riscos proporcionais de Cox, avaliou-se a associação de cada tipo de terapia com o risco do composto de morte por todas as causas, acidente vascular cerebral/ataque isquêmico transitório, hospitalizações e ocorrência de sangramentos maiores. Para essa análise, um valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significante. A terapia com enoxaparina e cirrose hepática como causadora de trombocitopenia estiveram associadas ao aumento do risco do endpoint composto (enoxaparina: hazard ratio (HR): 3,31; IC 95%: 1,54 a 7,13; p = 0,0023; cirrose hepática, HR: 1,04; 95% CI: 1,002 a 1,089; p = 0,0410). Por outro lado, a terapia com edoxabana mostrou-se significativamente associada à diminuição do risco do endpoint composto (HR: 0,071; 95% CI: 0,013 a 0,373; p = 0,0019). Com base nessa análise retrospectiva, o edoxaban em doses baixas seria uma ferramenta farmacológica segura e eficaz para a profilaxia de eventos cardioembólicos em pacientes com FA e trombocitopenia.


Abstract Low-dose edoxaban and enoxaparin sodium have been the subject of a retrospective comparison implemented with the propensity score technique in order to mitigate the effects of the differences in the basal clinical features of two cohorts and minimize the risk of bias. Subsequently, using a Cox proportional-hazards model, the association of each type of therapy with the risk of the composite of all-cause death, stroke/transient ischemic attack, hospitalizations and major bleeding events was assessed. For this analysis, a p-value < 0.05 was considered statistically significant. Therapy with enoxaparin and liver cirrhosis as causing thrombocytopenia were associated with increased risk of the composite endpoint (enoxaparin: hazard ratio (HR): 3.31; 95% CI: 1.54 to 7.13; p = 0.0023; liver cirrhosis, HR: 1.04; 95% CI: 1.002 to 1.089; p = 0.0410). Conversely, edoxaban therapy was significantly associated with decreased risk of the composite endpoint (HR: 0.071; 95% CI: 0.013 to 0.373; p = 0.0019). Based on this retrospective analysis, edoxaban at low doses would appear as an effective and safe pharmacological tool for the prophylaxis of cardioembolic events in patients with AF and thrombocytopenia.


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Fibrillation/drug therapy , Thrombocytopenia/chemically induced , Stroke/etiology , Stroke/prevention & control , Patients , Retrospective Studies , Treatment Outcome , Fibrinolytic Agents/adverse effects , Anticoagulants/adverse effects
10.
Rev. bras. cir. cardiovasc ; 35(5): 841-843, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in English | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1137322

ABSTRACT

Abstract Cardiac rhythm disorders are common in many patients with cancer. The management of synchronous long-standing persistent atrial fibrillation and pulmonary lesions remains a serious surgical dilemma due to the lack of clinical data and surgical guidelines. To the best of our knowledge, this is the first described case of simultaneous thoracoscopic pulmonary segmentectomy and left atrial posterior wall and pulmonary vein isolation combined with left atrial appendage resection in a patient with early-stage primary lung cancer and long-standing persistent atrial fibrillation.


Subject(s)
Humans , Female , Aged , Atrial Fibrillation/surgery , Atrial Fibrillation/complications , Catheter Ablation/methods , Adenocarcinoma, Mucinous/surgery , Adenocarcinoma, Mucinous/complications , Adenocarcinoma, Mucinous/diagnostic imaging , Pneumonectomy/methods , Pulmonary Veins/surgery , Thoracoscopy , Tomography, X-Ray Computed , Treatment Outcome , Atrial Appendage/surgery , Heart Atria/surgery , Lung Neoplasms/surgery , Lung Neoplasms/complications , Lung Neoplasms/diagnostic imaging
11.
Arch. cardiol. Méx ; 90(1): 69-76, Jan.-Mar. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1131008

ABSTRACT

Abstract Atrial fibrillation (AF) is a frequent arrhythmia; its prevalence is near 2% in the general population; in Mexico, more than one-half million people are affected. AF needs to be considered as a public health problem. Because AF is an independent risk factor associated with mortality, due to embolic events, heart failure, or sudden death; early diagnosis is of utmost importance. In unstable patients with a recent onset of AF, electrical cardioversion should be practiced. In stable patients, once thromboembolic measures have been taken, it is necessary to assess whether it is reasonable to administer an antiarrhythmic drug to restore sinus rhythm or performed electrical cardioversion. For recidivating cases of paroxysmal and persistent presentation, the most effective strategy is performed pulmonary vein isolation with either radiofrequency or cryoballoon energy. Permanent AF is that in which recovery of sinus rhythm is not possible, the distinguishing feature of this phase is the uncontrollable variability of the ventricular frequency and could be treated pharmacologically with atrioventricular (AV) nodal blockers or with a VVIR pacemaker plus AV nodal ablation. The presence of AF has long been associated with the development of cerebral and systemic (pulmonary, limb, coronary, renal, and visceral) embolism. The prevention of embolisms in “valvular” AF should perform with Vitamin K antagonists (VKA). For patients with AF not associated with mitral stenosis or a mechanical valve prosthesis, a choice can be made between anticoagulant drugs, VKA, or direct oral anticoagulants. Antiplatelet agents have the weakest effect in preventing embolism.


Resumen La fibrilación auricular (FA) es una arritmia frecuente; su prevalencia es cercana al 2% en la población general, en México se ven afectados más de medio millón de personas por eso debe considerarse como un problema de salud pública. Debido a que la FA es un factor de riesgo independiente asociado a mortalidad, por eventos embólicos, insuficiencia cardíaca o muerte súbita, la identificación y diagnóstico temprano es de suma importancia. En el inicio reciente de FA en pacientes inestables, se debe practicar la cardioversión eléctrica. En pacientes estables, una vez que se han tomado medidas tromboembólicas, es necesario evaluar si es razonable administrar un medicamento antiarrítmico para restaurar el ritmo sinusal o realizar una cardioversión eléctrica. Para los casos que recidivan, ya sea paroxística o persistente, la estrategia más efectiva es realizar el aislamiento de la venas pulmonares con radiofrecuencia o crioablación con balón. La FA permanente es aquella en la que no es posible la recuperación del ritmo sinusal, la característica distintiva de esta fase de la FA es la variabilidad incontrolable de la frecuencia ventricular. Puede tratarse farmacológicamente con bloqueadores nodales AV o con un marcapasos VVIR mas ablación del nodo AV. La presencia de FA se ha asociado durante mucho tiempo con el desarrollo de embolia cerebral y sistémica (pulmonar, de extremidades, coronaria, renal y visceral). La prevención de embolias en la FA “valvular” debe realizarse con antagonistas de la vitamina K (AVK). Para los pacientes con FA no asociados con estenosis mitral o una prótesis valvular mecánica, se puede elegir entre medicamentos anticoagulantes, AVK o anticoagulantes orales directos (DOAC). Los agentes antiplaquetarios tienen el efecto más débil para prevenir la embolia.


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/therapy , Thromboembolism/prevention & control , Anticoagulants/administration & dosage , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Fibrillation/epidemiology , Thromboembolism/etiology , Electric Countershock/methods , Risk Factors , Cryosurgery/methods , Fibrinolytic Agents/administration & dosage , Radiofrequency Ablation/methods , Mexico/epidemiology , Anti-Arrhythmia Agents/administration & dosage
13.
Arch. cardiol. Méx ; 89(4): 382-392, Oct.-Dec. 2019. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1149097

ABSTRACT

Resumen Introducción: La llegada de los anticoagulantes directos (ACD) ha supuesto un cambio en el tratamiento de la fibrilación auricular no valvular (FANV) en los últimos años. Los objetivos de este estudio son determinar el grado de control de la anticoagulación con antivitamina K (AVK) y su posible implicación en efectos cardiovasculares adversos mayores (ECAM) y evaluar las diferencias entre el grupo en tratamiento con AVK respecto del grupo con ACD. Pacientes y métodos: Estudio de cohorte prospectivo que incluyó a pacientes consecutivos diagnosticados con FANV valorados en el Servicio de Cardiología con un seguimiento de 18 meses. Se analizaron diferencias demográficas, clínicas y analíticas entre grupos, incluido el grado de control de la anticoagulación del grupo AVK y su posible relación con ECAM. Resultados: Se incluyó a 273 pacientes: 46.5% tratados con AVK, 42.5% con ACD y 11% sin tratamiento anticoagulante. El control de la anticoagulación con AVK fue del 62.1%, sin diferencias en ECAM en función de control. El grupo ACD presentó menos ECAM que el grupo de AVK (13.4 vs. 4.3%; HR, 0.90; 0.83-0.98; p = 0.01), con una menor mortalidad cardiovascular (0.0 vs. 5.5%; HR, 0.94; 0.90-0.98; p = 0.01) y total (0.9 vs. 12.6%; HR, 0.88; 0.82-0.94; p menor que 0,01), aunque sin diferencias significativas en eventos hemorrágicos (0.9 vs. 4.7%; p = 0.07) ni isquémicos (2.6 vs. 0.8%; p = 0.27). Discusión: Los pacientes con AVK poseen un perfil clínico diferente en comparación con los que reciben ACD. El control de anticoagulación del grupo de AVK fue inadecuado en casi la mitad de los casos. El grupo de AVK presentó más ECAM que el grupo de ACD.


Abstract Introduction: The arrival of direct-acting oral anticoagulants (DOACs) has led to a change in the management of non-valvular atrial fibrillation (NVAF) in recent years. The objectives of this study are to determine the level of therapeutic control of anticoagulation with vitamin K antagonists (VKA) and its possible involvement in major adverse cardiovascular events (MACE) and to evaluate differences between the group on VKA with respect to the group on DOACs. Patients and methods: Prospective cohort study that included consecutive patients diagnosed with NVAF in Cardiology Consultations with a clinical follow-up of 18 months. Demographic, clinical and analytical differences between groups were analyzed, including the level of therapeutic control of anticoagulation on the VKA group and its association with MACE. Results: Overall, 273 patients were included: 46.5% on VKA, 42.5% on DOACs, 11% without antithrombotic treatment. Patients on VKA spent 62.1% of their time within therapeutic range (TTR by the Rosendaal formule). There were no differences in MACE depending on anticoagulation control. The DOACs group presented lesser MACE rate than the VKA group (13.4 vs. 4.3%; 0.90; HR 0.90; 0.83-0.98 p = 0.01) with lower cardiovascular mortality (0.0 vs. 5.5%; HR, 0.94; 0.90-0.98; p = 0.01) and total mortality (0.9 vs. 12.6%; HR, 0.88; 0.82-0.94; p less 0.01) although without significant differences in hemorrhagic (0.9 vs. 4.7 %; p = 0.07), or ischemic events (2.6 vs. 0.8%, p = 0.27). Conclusions: Patients on VKA have a different clinical profile than those who receive DOACs. Patients on VKA have an inadequate control of the anticoagulation in quite the half of the cases. The VKA group presented more MACE than the DOACs group.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Atrial Fibrillation/drug therapy , Vitamin K/antagonists & inhibitors , Factor Xa Inhibitors/administration & dosage , Anticoagulants/administration & dosage , Atrial Fibrillation/complications , Cardiovascular Diseases/epidemiology , Administration, Oral , Prospective Studies , Cohort Studies , Follow-Up Studies , Factor Xa Inhibitors/adverse effects , Hemorrhage/chemically induced , Hemorrhage/epidemiology , Anticoagulants/adverse effects
14.
Arq. bras. cardiol ; 113(5): 948-957, Nov. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1055042

ABSTRACT

Abstract Backgrund: New-onset atrial fibrillation complicating acute myocardial infarction represents an important challenge, with prognostic significance. Objective: To study the incidence, impact on therapy and mortality, and to identify predictors of development of new-onset atrial fibrillation during hospital stay for ST-segment elevation myocardial infarction. Methods: We studied all patients with ST-elevation myocardial infarction included consecutively, between 2010 and 2017, in a Portuguese national registry and compared two groups: 1 - no atrial fibrillation and 2 - new-onset atrial fibrillation. We adjusted a logistic regression model data analysis to assess the impact of new-onset atrial fibrillation on in-hospital mortality and to identify independent predictors of its development. A p value < 0.05 was considered significant. Results: We studied 6325 patients, and new-onset atrial fibrillation was found in 365 (5.8%). Reperfusion was successfully accomplished in both groups with no difference regarding type of reperfusion. In group 2, therapy with beta-blockers and angiotensin-conversion enzyme (ACE) inhibitors/angiotensin receptor blockers (ARBs) was less frequent, 20.6% received anticoagulation at discharge and 16.1% were on triple therapy. New-onset atrial fibrillation was associated with more in-hospital complications and mortality. However, it was not found as an independent predictor of in-hospital mortality. We identified age, prior stroke, inferior myocardial infarction and complete atrioventricular block as independent predictors of new-onset atrial fibrillation. Conclusion: New-onset atrial fibrillation remains a frequent complication of myocardial infarction and is associated with higher rate of complications and in-hospital mortality. Age, prior stroke, inferior myocardial infarction and complete atrioventricular block were independent predictors of new onset atrial fibrillation. Only 36.7% of the patients received anticoagulation at discharge.


Resumo Fundamento: A fibrilação auricular de novo no contexto de infarto agudo do miocárdio representa um importante desafio com potencial impacto prognóstico. Objetivo: Determinar a incidência, impacto na terapêutica e mortalidade, e identificar possíveis preditores do aparecimento de fibrilação auricular de novo durante o internamento por infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST. Métodos: Estudamos todos os pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST inseridos consecutivamente de 2010 a 2017 num registro nacional português e comparamos dois grupos: 1 - sem fibrilação auricular; 2- com fibrilação auricular de novo. Efetuamos análise com modelo de regressão logística para avaliar o impacto de fibrilação auricular de novo na mortalidade intra-hospitalar e identificar preditores independentes para o seu aparecimento. Para teste de hipóteses, considerou-se significativo p < 0,05. Resultados: Estudamos 6325 pacientes, dos quais 365 (5.8%) apresentaram fibrilação auricular de novo. Não houve diferença no número de pacientes reperfundidos nem na estratégia de reperfusão. No grupo 2, terapêutica com betabloqueadores e IECA/ARA foi menos frequente, 20.6% tiveram alta sob anticoagulação oral e 16.1% sob terapêutica tripla. A fibrilação auricular de novo associou-se a maior incidência de complicações e mortalidade intra-hospitalar, mas não foi preditor independente de mortalidade intra-hospitalar. Identificamos idade, acidente vascular cerebral prévio, infarto inferior e bloqueio auriculoventricular completo como preditores independentes de fibrilação auricular de novo. Conclusões: A fibrilação auricular de novo continua sendo uma complicação frequente do infarto agudo do miocárdio, estando associada a aumento das complicações e mortalidade intra-hospitalar. Apenas 36.7% desses pacientes teve alta sob anticoagulação.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Atrial Fibrillation/complications , Stents/statistics & numerical data , ST Elevation Myocardial Infarction/complications , Portugal/epidemiology , Recurrence , Atrial Fibrillation/mortality , Atrial Fibrillation/therapy , Cardiovascular Agents/therapeutic use , Myocardial Reperfusion/mortality , Incidence , Predictive Value of Tests , Retrospective Studies , Age Factors , Hospital Mortality , Coronary Angiography , Thrombectomy/mortality , Stroke/complications , ST Elevation Myocardial Infarction/mortality , ST Elevation Myocardial Infarction/therapy , Heart Failure/complications , Hospitalization/statistics & numerical data , Length of Stay
15.
Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004) ; 39(3): 94-97, sept. 2019. ilus.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1048277

ABSTRACT

Las fístulas arteriovenosas durales medulares son malformaciones vasculares adquiridas que constituyen una causa muy infrecuente de mielopatía progresiva (5-10 casos por millón de habitantes por año). La resonancia magnética es el estudio por imágenes de elección para su diagnóstico. A continuación presentamos el caso de una paciente femenina de 89 años, que consultó a la guardia de nuestra institución por un cuadro de paraparesia moderada asociada a parestesias e incontinencia urinaria posterior a esfuerzo físico. Se le diagnosticó una fístula arteriovenosa dural medular como causante de su cuadro. (AU)


Spinal dural arteriovenous fistulas (SDAVF) are acquired spinal vascular malformations and a rare cause of progressive myelopathy (5-10 new cases per year and per 1 million inhabitants). Magnetic resonance imaging is the diagnosis modality of choice. We present a case of a 89-year-old female patient who consulted the emergency department of our institution because of paraparesis and lower extremities paresthesias associated with urinary incontinence post physical effort. With the final diagnosis of spinal dural arteriovenous fistula, as a cause of the clinical symptoms. (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged, 80 and over , Arteriovenous Fistula/diagnostic imaging , Dura Mater/abnormalities , Paresthesia , Atrial Fibrillation/complications , Spinal Cord Diseases/diagnostic imaging , Tobacco Use Disorder/complications , Urinary Incontinence , Arteriovenous Fistula/etiology , Arteriovenous Fistula/epidemiology , Low Back Pain/complications , Aortic Aneurysm, Abdominal/complications , Paraparesis , Fecal Incontinence , Hypertension/complications , Hypesthesia , Erectile Dysfunction , Anticoagulants/therapeutic use
16.
Rev. cuba. med. mil ; 48(3): e244, jul.-set. 2019.
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1126639

ABSTRACT

Las arritmias cardiacas son complicaciones frecuentes en el embarazo, son más frecuentes las supraventriculares, con gran importancia la fibrilación auricular con compromiso hemodinámico, que pone en peligro al binomio madre hijo, asociado al efecto dañino de los medicamentos antiarrítmicos. El autor se propone analizar los elementos del consenso científico al tratar la fibrilación auricular de forma más adecuada para el binomio madre hijo, así como la protocolización del tratamiento. A partir de la experiencia del tratamiento de dos embarazadas con fibrilación auricular, con formas y desenlaces totalmente diferentes, en discusión del colectivo multidisciplinario, se busca y analiza una protocolización actualizada, en la conducta a seguir con madre hijo, en caso de arritmia. Las arritmias en la embarazada representan un riesgo para eventos fetales adversos, además de los riesgos potenciales de los medicamentos usados para el tratamiento. La cardioversión eléctrica, sincronizada, parece ser claramente idónea en el tratamiento(AU)


Cardiac arrhythmias are frequent complications in pregnancy, supra ventricular diseases are more frequent, with great importance atrial fibrillation with hemodynamic disorders, which puts the child mother binomial in danger, associated with the harmful effect of antiarrhythmic drugs. The author proposes to analyze the elements of the scientific consensus when treating atrial fibrillation in a more adequate way for the child mother binomial, as well as the protocolization of the treatment. From the experience of the treatment of two pregnant women with atrial fibrillation, with completely different forms and outcomes, in discussion of the multidisciplinary group, an updated protocol is searched and analyzed, in the behavior to be followed with the mother, in case of arrhythmia. Arrhythmias in the pregnant woman represent a risk for adverse fetal events, in addition to the potential risks of the medications used for the treatment. The synchronized electrical cardioversion seems to be clearly suitable in the treatment(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Arrhythmias, Cardiac/drug therapy , Pregnant Women , Stillbirth , Anti-Arrhythmia Agents/adverse effects , Atrial Fibrillation/complications
18.
Arq. neuropsiquiatr ; 77(2): 80-83, Feb. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-983886

ABSTRACT

ABSTRACT Objectives: To compare warfarin and dabigatran for thromboembolic event prevention in patients with nonvalvular atrial fibrillation or atrial flutter. Methods: This was a retrospective cohort of participants with nonvalvular atrial fibrillation or atrial flutter using either warfarin or dabigatran in a reference center in Brazil. Results: There were 112 patients (mean age 65.5 years), with 55.3% using warfarin. The median duration of follow-up was 1.9 years for warfarin and 1.6 years for dabigatran (p = 0.167). Warfarin patients had a higher median of medical appointments per year (8.3 [6.8-10.4] vs 3.1 [2.3-4.2], p < 0.001) and the frequency of minor bleeding was more than four times higher (17.7% vs 4.0%, p = 0.035). Among patients with prior stroke, those using warfarin had 2.6 times more medical appointments for person-years of follow-up (8.5 vs 3.3). There was no major bleeding or embolic event during follow-up period. Conclusion: The dabigatran group had a lower frequency of minor bleeding and number of medical appointments than the warfarin group, without more embolic events or major bleeding.


RESUMO Objetivos: Comparar varfarina e dabigatrana para prevenção de eventos tromboembólicos em pacientes com fibrilação atrial não valvar ou flutter (FA). Métodos: Coorte retrospectiva de pacientes com FA em uso de varfarina ou dabigatrana em serviço especializado no Brasil. Resultados: Foram avaliados 112 pacientes (média idade 65,5), com 55,3% no grupo varfarina. A mediana do tempo de seguimento foi de 1,9 anos para o grupo varfarina e 1,6 para dabigatrana (p = 0,167). No grupo varfarina houve maior mediana de consultas médicas (CM) por ano (8,3[6,8-10,4] vs. 3,1[2,3-4,2], p < 0,001), com frequência de sangramento menor quatro vezes maior (17,7% vs. 4,0%, p = 0,035). Nos pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico prévio, o grupo varfarina teve 2,6 vezes mais CM por pessoas-ano de seguimento (8,5 vs. 3,3). Não houve sangramento maior ou eventos embólicos no período de seguimento. Conclusão: Pacientes em uso de dabigatrana tiveram menor número de sangramento menor e CM que aqueles em uso de varfarina, sem aumentar eventos embólicos ou sangramentos maiores.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Atrial Fibrillation/prevention & control , Atrial Flutter/prevention & control , Thromboembolism/prevention & control , Warfarin/therapeutic use , Dabigatran/therapeutic use , Anticoagulants/therapeutic use , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Flutter/complications , Thromboembolism/etiology , Brazil , Retrospective Studies , Risk Factors , Follow-Up Studies , Treatment Outcome , Statistics, Nonparametric , Stroke/etiology , Stroke/prevention & control , Ambulatory Care Facilities , Hemorrhage/prevention & control , Anti-Arrhythmia Agents/therapeutic use
19.
Rev. bras. anestesiol ; 69(1): 82-86, Jan.-Feb. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-977417

ABSTRACT

Abstract Background and objective: Atrial fibrillation is the most common cardiac arrhythmia, which may occur during the perioperative period and lead to hemodynamic instability due to loss of atrial systolic function. During atrial fibrillation management, electrical cardioversion is one of the therapeutic options in the presence of hemodynamic instability; however, it exposes the patient to thromboembolic event risks. Transesophageal echocardiography is a diagnostic tool for thrombi in the left atrium and left atrial appendage with high sensitivity and specificity, allowing early and safe cardioversion. The present case describes the use of transesophageal echocardiography to exclude the presence of thrombi in the left atrium and left atrial appendage in a patient undergoing non-cardiac surgery with atrial fibrillation of unknown duration and hemodynamic instability. Case report: Male patient, 74 years old, hypertensive, with scheduled abdominal surgery, who upon cardiac monitoring in the operating room showed atrial fibrillation undiagnosed in preoperative electrocardiogram, but hemodynamic stable. During surgery, the patient showed hemodynamic instability requiring norepinephrine at increasing doses, with no response to heart rate control. After the end of the surgery, transesophageal echocardiography was performed with a thorough evaluation of the left atrium and left atrial appendage and pulsed Doppler analysis of the left atrial appendage with mean velocity of 45 cm.s-1. Thrombus in the left atrium and left atrial appendage and other cardiac causes for hemodynamic instability were excluded. Therefore, electrical cardioversion was performed safely. After returning to sinus rhythm, the patient showed improvement in blood pressure levels, with noradrenaline discontinuation, extubation in the operating room, and admission to the intensive care unit. Conclusion: In addition to a tool for non-invasive hemodynamic monitoring, perioperative transesophageal echocardiography may be valuable in clinical decision making. In this report, transesophageal echocardiography allowed the performance of early and safely cardioversion, with reversal of hemodynamic instability, and without thromboembolic sequelae.


Resumo Justificativa e objetivos: A fibrilação atrial é a arritmia cardíaca mais comum, pode ocorrer durante todo período perioperatório e gerar instabilidade hemodinâmica devido à perda da função sistólica atrial. No manejo da fibrilação atrial, a cardioversão elétrica é uma das opções terapêuticas quando há instabilidade hemodinâmica, entretanto expõe o paciente a risco de eventos tromboembólicos. A ecocardiografia transesofágica é uma ferramenta que diagnostica trombos no átrio esquerdo e apêndice atrial esquerdo com alta sensibilidade e especificidade e permite a cardioversão precoce e segura. O presente caso descreve o uso da ecocardiografia transesofágica para excluir a presença de trombos no átrio esquerdo e apêndice atrial esquerdo em um paciente submetido à cirurgia não cardíaca com fibrilação atrial de duração desconhecida e instabilidade hemodinâmica. Relato de caso: Paciente, masculino, 74 anos, hipertenso, com cirurgia abdominal programada, que à monitoração cardíaca em sala operatória apresentava ritmo de fibrilação atrial não documentada em eletrocardiograma pré-operatório, porém estável hemodinamicamente. Durante a cirurgia, apresentou instabilidade hemodinâmica com necessidade de noradrenalina em doses crescentes, sem resposta ao controle de frequência cardíaca. Após o término da cirurgia, a ecocardiografia transesofágica foi feita com uma avaliação minuciosa do átrio esquerdo e apêndice atrial esquerdo e análise Doppler pulsado do apêndice atrial esquerdo com velocidade média de 45 cm.s-1. Foram excluídos trombo em átrio esquerdo e apêndice atrial esquerdo e outras causas cardíacas para instabilidade hemodinâmica. Dessa forma, foi feita cardioversão elétrica com segurança. Após retorno ao ritmo sinusal, o paciente apresentou melhoria dos níveis pressóricos com retirada da noradrenalina, extubação em sala operatória e transferência para unidade de terapia intensiva. Conclusão: Além de ferramenta para monitoração hemodinâmica pouco invasiva, a ecocardiografia transesofágica no perioperatório pode ser valiosa na tomada de decisões clínicas. Nesse relato, a ecocardiografia transesofágica permitiu que a cardioversão fosse feita precocemente e com segurança, revertendo o quadro de instabilidade hemodinâmica sem sequelas tromboembólicas.


Subject(s)
Humans , Male , Aged , Atrial Fibrillation/physiopathology , Surgical Procedures, Operative , Thrombosis/diagnostic imaging , Echocardiography, Transesophageal , Clinical Decision-Making , Heart Diseases/diagnostic imaging , Hemodynamics , Intraoperative Complications/physiopathology , Atrial Fibrillation/complications , Atrial Fibrillation/therapy , Thrombosis/etiology , Electric Countershock , Intraoperative Care/methods , Intraoperative Complications/therapy
20.
Rev. inf. cient ; 98(1): 77-87, 2019. tab
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1016500

ABSTRACT

Introducción: la fibrilación auricular es la arritmia cardiaca más frecuente que se trata en la práctica clínica y produce un 33 por ciento de las hospitalizaciones asociadas a arritmias. Objetivo: identificar factores de riesgo de complicaciones tromboembólicas cerebrales en pacientes con fibrilación auricular permanente no valvular y tratamiento anticoagulante oral entre los años 2015 y 2018. Método: se realizó un estudio de casos y controles en el Hospital General Docente "Dr. Agostinho Neto" en el periodo octubre entre 2015 y abril del 2018. El universo estuvo conformado 213 pacientes, 71 casos con fibrilación auricular permanente que sufrieron complicaciones tromboembólicas cerebrales bajo tratamiento con warfarina y 142 controles con fibrilación auricular permanente, con igual, pero sin las complicaciones antes mencionadas. Se seleccionaron dos controles por cada caso (2:1) para incrementar el poder estadístico del estudio. Se analizaron variables sociodemográficas, clínicas, ecocardiográficas, labilidad del INR (índice internacional normalizado) y adherencias terapéuticas. El análisis de los datos se presentó en tablas de datos de doble entrada. Se estimaron Chi cuadrado, intervalos de confianza y Odds ratio. Resultados: resultaron significativas el grupo de edad de 75 o más años, el sexo masculino, la hipertensión arterial, la presencia de placas de ateromas en aorta y carótidas, la diabetes mellitus, el INR subóptimo, la mala adherencia terapéutica. Conclusiones: el grupo etario de 75 o más años, sexo masculino, fumar, hipertensión arterial, diabetes mellitus, placas de ateroma en aorta y carótidas, INR subóptimo y mala adherencia terapéutica constituyen factores de riesgo significativos para la aparición de complicaciones tromboembólicas cerebrales(AU)


Introduction: atrial fibrillation is the most frequent cardiac arrhythmia that is treated in clinical practice and produces 33 percent of hospitalizations associated with arrhythmias. Objective: to identify risk factors for cerebral thromboembolic complications in patients with permanent nonvalvular atrial fibrillation and oral anticoagulant treatment between 2015 and 2018. Method: a case-control study was conducted in the General Teaching Hospital "Dr. Agostinho Neto" in the period October between 2015 and April 2018. The universe consisted of 213 patients, 71 cases with permanent atrial fibrillation who suffered cerebral thromboembolic complications under treatment with warfarin and 142 controls with permanent atrial fibrillation, with the same, but without the aforementioned complications. Two controls were selected for each case (2:1) to increase the statistical power of the study. We analyzed sociodemographic, clinical, echocardiographic variables, lability of the INR (international normalized index) and therapeutic adhesions. The analysis of the data was presented in double entry data tables. Chi square, confidence intervals and Odds ratio were estimated. Results: the age group of 75 or more years, the male sex, arterial hypertension, the presence of plaques of atheroma in the aorta and carotids, diabetes mellitus, suboptimal INR, poor therapeutic adherence were significant. Conclusions: the age group of 75 years or older, male sex, smoking, high blood pressure, diabetes mellitus, atheromatous plaques in the aorta and carotids, suboptimal INR and poor therapeutic adherence constitute significant risk factors for the appearance of cerebral thromboembolic complications(AU)


Introdução: a fibrilação atrial é a arritmia cardíaca mais frequente que é tratada na prática clínica e produz 33 por cento das internações associadas a arritmias. Objectivo: Para identificar os fatores de risco para as complicações tromboembólicas cerebrais em pacientes com não-valvular fibrilação atrial permanente e terapia anticoagulante oral, entre 2015 e 2018. Método: Um estudo de casos e controlos foi realizada no Hospital Universitario Dr. Agostinho Neto no período de outubro 2015 a abril de 2018. o grupo de estudo consistiu de 213 pacientes, 71 casos com fibrilação atrial permanente que sofreram sob cerebral complicações varfarina tromboembólica e 142 controles de fibrilação atrial permanente com igual, mas sem as complicações acima. Dois controles foram selecionados para cada caso (2:1) para aumentar o poder estatístico do estudo. Foram analisadas variáveis sociodemográficas, clínicas, ecocardiográficas, labilidade do INR (índice internacional normalizado) e adesões terapêuticas. A análise dos dados foi apresentada em tabelas de dados de dupla entrada. Qui-quadrado, intervalos de confiança e Odds ratio foram estimados. Resultados: foram grupo significativo idade de 75 anos, sexo masculino, a hipertensão, a presença de placas ateromatosas nas artérias aorta e carótida, diabetes mellitus, INR sub-óptima, a baixa adesão. Conclusões: o grupo de idade de 75 anos, sexo masculino, fumar, hipertensão, diabetes mellitus, placas aterosclericas na aorta e carótida, INR sub-tima e a fraca adesão constituem factores de risco importantes para a ocorrência de complicações tromboembólicas cerebrais(AU)


Subject(s)
Humans , Atrial Fibrillation/complications , Risk Factors , Intracranial Thrombosis/etiology , Warfarin , Case-Control Studies
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