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1.
Arq. bras. oftalmol ; 83(4): 289-293, July-Aug. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1131608

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: Pharmacological pupillary dilation is performed in comprehensive ophthalmological examinations and before biometric measurements. So far, there is no consensus regarding its impact on biometric measurements. This study's aim was to investigate the effects of pharmacological pupillary dilation on ocular biometric measurements in healthy children. Methods: This was a prospective, observational, non-randomized study of children (4-18 years of age) who were admitted for routine ophthalmological examination. Biometric measurements were performed, using a non-contact optical biometry device, both before and after pharmacological pupillary dilation with cyclopentolate hydrochloride. Intraocular lens power calculations were performed using Hill-RBF, Barrett, Olsen, Sanders-Retzlaff-Kraff/Theoretical, Holladay, and Hoffer Q formulas. Descriptive statistical analyses were also performed. The Wilcoxon signed-rank test was used to compare measurements before and after pharmacological pupillary dilation. Relationships between variables were analyzed using the Spearman-Brown rank correlation coefficient. Results: The study included 116 eyes of 58 children (mean age, 8.4 ± 0.32 years; 34 girls). Significant changes were observed after pupillary dilation, compared with before pupillary dilation, in terms of anterior chamber depth, aqueous depth, and central corneal and lens thicknesses. No significant change was observed in axial length. Intraocular lens power calculations revealed no significant changes after pupillary dilation in most formulas except for the Olsen formula. The intraocular lens power was significantly inversely correlated with axial length and anterior chamber depth. Conclusions: Pharmacological pupillary dilation in children appeared to have no impact on axial length and intraocular lens power, but caused a significant increase in anterior chamber depth. The difference in anterior chamber depth measurements before and after pupillary dilation could be related to the optical biometry device model used. These outcomes should be considered in intraocular lens power calculations performed using anterior chamber depth parameters.


RESUMO Objetivo: A dilatação pupilar farmacológica é realizada em exames oftalmológicos abrangentes e antes das medições biométricas. Até o momento, não há consenso sobre seu impacto nas medições biométricas. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da dilatação pupilar nas medidas biométricas oculares em crianças saudáveis. Métodos: Estudo prospectivo, observacional e não randomizado de crianças (4-18 anos) que foram admitidas para exame oftalmológico de rotina. As medidas biométricas foram realizadas usando um dispositivo de biometria óptica sem contato, antes e após a dilatação pupilar farmacológica com cloridrato de ciclopentolato. Os cálculos de potência das lentes intraoculares foram realizados utilizando as fórmulas de Hill-RBF, Barrett, Olsen, Sanders-Retzlaff-Kraff/ Teórica, Holladay e Hoffer Q. Análises estatísticas descritivas também foram realizadas. O teste dos postos sinalizados de Wilcoxon foi usado para comparar as medidas antes e após a dilatação pupilar farmacológica. As relações entre as variáveis foram analisadas pelo coeficiente de correlação de Spearman-Brown. Resultados: O estudo incluiu 116 olhos de 58 crianças (idade média de 8,4 ± 0,32 anos; 34 meninas). Alterações significativas foram observadas após a dilatação pupilar, em termos de profundidade da câmara anterior, profundidade do humor aquoso e espessura central da córnea e do cristalino. Nenhuma mudança significativa ocorreu no comprimento axial. Os cálculos de potência da lente intraocular não revelaram alterações significativas após a dilatação pupilar na maioria das fórmulas, com exceção da fórmula Olsen. O poder da lente intraocular foi significativamente inversa correlacionada com o comprimento axial e a profundidade da câmara anterior. Conclusões: A dilatação pupilar farmacológica em crianças parece não ter impacto no comprimento axial e no poder da lente intraocular, mas causou um aumento significativo na profundidade da câmara anterior. A diferença nas medidas da profundidade da câmara anterior antes e após a dilatação pupilar pode estar relacionada ao modelo do dispositivo de biometria óptica utilizado. Tais resultados devem ser considerados nos cálculos de potência da lente intraocular realizados usando parâmetros de profundidade da câmara anterior.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Adolescent , Biometry , Dilatation , Axial Length, Eye/diagnostic imaging , Anterior Chamber/anatomy & histology , Anterior Chamber/diagnostic imaging , Refraction, Ocular , Prospective Studies , Optics and Photonics , Lenses, Intraocular
2.
Arq. bras. oftalmol ; 82(2): 129-135, Mar.-Apr. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-989398

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To determine the reliability of swept- source optical coherence tomography in cases in which soft contact lenses cannot be removed when acquiring biometric measurements. Methods: Eight subjects were included and only one eye per participant was analyzed. Each eye was measured six times by swept-source optical coherence tomography with the IOLMaster 700 instrument (Carl Zeiss Meditec, Jena, Germany). Axial length, central corneal thickness, anterior chamber depth, lens thickness, and keratometric measurements were evaluated for the naked eye and while wearing soft contact lenses of three different powers (-1.5, -3.0, and +2.0 D). Results: There were statistically significant changes in axial length, central corneal thickness, anterior chamber depth, and keratometric measurements with soft contact lenses as compared to the naked eye (p<0.001). However, there were no significant differences in lens thickness outcomes between the naked eye and while wearing the three soft contact lenses (p>0.5). The changes in axial length, central corneal thickness, and anterior chamber depth were lens-specific and dependent on the thickness of the lens used. Conclusions: Sept-source optical coherence tomography based lens thickness measurements while wearing soft contact lenses are comparable to those of the naked eye. However, the thickness and the optical design of the soft contact lens may lead to significant differences in the axial lengh, central corneal thickness, anterior chamber deph, and keratometric measurements.


RESUMO Objetivo: Determinar a confiabilidade da tomografia de coerência óptica de varredura em casos especiais em que lentes de contato gelatinosas não podem ser removidas ao realizar medições biométricas. Métodos: Oito indivíduos foram incluídos e apenas um olho por participante foi analisado. Cada olho foi medido seis vezes por tomografia de coerência óptica de varredura com o instrumento IOLMaster 700 (Carl Zeiss Meditec, Jena, Alemanha). O comprimento axial, a espessura central da córnea, a profundidade da câmara anterior, a espessura da lente e as medidas ceratométricas foram avaliados a olho nu e enquanto usavam lentes de contato gelatinosas de três diferentes potências (-1,5, -3,0 e +2,0 D). Resultados: Houve alterações significativas no comprimento axial, espessura central da córnea, profundidade da câmara anterior e medidas ceratométricas com as lentes de contato gelatinosas em comparação com as a olho nu (p<0,001). No entanto, não houve diferenças significativas nos resultados de espessura do cristalino entre o olho nu e enquanto usava as três lentes de contato gelatinosas (p>0,5). As alterações de comprimento axial, espessura central da córnea e profundidade da câmara anterior foram específicas da lente e dependentes da espessura da lente usada. Conclusões: As medições da espessura da lente baseadas na tomografia de coerência óptica da Sept-source, enquanto usam lentes de lentes de contato gelatinosas, são comparáveis às do olho nu. Entretanto, a es pessura e o desenho óptico da lente de contato gelatinosa podem levar a diferenças significativas no comprimento axial, na espessura central da córnea, na profundidade da câmara anterior e nas medidas ceratométricas.


Subject(s)
Humans , Adult , Biometry/methods , Contact Lenses , Tomography, Optical Coherence/methods , Axial Length, Eye/anatomy & histology , Axial Length, Eye/diagnostic imaging , Anterior Eye Segment/anatomy & histology , Anterior Eye Segment/diagnostic imaging , Reference Values , Reproducibility of Results , Analysis of Variance , Statistics, Nonparametric , Cross-Over Studies
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