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3.
Brasilia; s.n; 16 abr. , 2020. 17 p.
Non-conventional in Portuguese | PIE, LILACS, BRISA, PIE | ID: biblio-1095205

ABSTRACT

Autores descrevem evidências do efeito benéfico da coadministração de hidroxicloroquina com azitromicina no tratamento de COVID-19 e sua potencial eficácia na redução precoce da contagiosidade. Trata-se de uma coorte com 80 pacientes infectados (sintomas moderados), internados e tratados com hidroxicloroquina (200 mg 3x/dia ­ total de 600 mg ­ durante 10 dias) + azitromicina (500 mg no 1º dia, seguido de 250 mg/dia por mais 4 dias). Um total de 80 pacientes recebeu tratamento diariamente durante dez dias. Os três desfechos principais do estudo foram: evolução clínica, contagiosidade (avaliada por PCR e cultura) e tempo de permanência na Unidade de Doenças Infecciosas (UDI). Resultados: Evolução clínica: A maioria (65/80, 81,3%) dos pacientes apresentou resultado favorável e recebeu alta. Apenas 15% necessitaram de oxigenoterapia durante a permanência na UDI. Um paciente de 86 anos morreu e outro de 74 anos se encontrava em terapia intensiva no momento da redação do artigo. Contagiosidade: Observou-se uma queda rápida da carga viral nasofaríngea, com 83% de negativos no 7º dia e 93% no 8º dia. As culturas de vírus das amostras respiratórias dos pacientes foram negativas em 97,5% dos pacientes no 5º dia. Tempo de permanência na UDI: dos 65 pacientes que receberam alta da UDI, o tempo médio de permanência foi de cinco dias.1


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/drug therapy , Communicable Diseases/drug therapy , Coronavirus Infections/drug therapy , Azithromycin/administration & dosage , Azithromycin/therapeutic use , Betacoronavirus/drug effects , Hydroxychloroquine/administration & dosage , Hydroxychloroquine/therapeutic use , Disease Progression , Therapies, Investigational/instrumentation
4.
Brasilia; s.n; 19 abr. , 2020. 39 p.
Non-conventional in Portuguese | PIE, LILACS, BRISA, PIE | ID: biblio-1095204

ABSTRACT

Na comparação 1: hidroxicloroquina (HCQ) versus grupo controle/terapia padrão: quanto a cura clínica, normalização da temperatura corporal e número de dias de tosse, o grupo da HCQ sugere benefício quando comparado ao grupo controle. Em termos de cura virológica e morte/progressão da doença após o início do tratamento com HCQ, não houve diferença significativa em relação ao grupo controle. Ainda nessa mesma comparação entre os grupos, quando realizado tratamento com HCQ, observou-se menos casos com progressão radiológica quando comparado ao grupo controle. Quando se avaliou a segurança, não houve diferença significativa entre os grupos. Na metanálise, foi verificado um benefício no grupo controle/tratamento padrão quanto à progressão radiológica. Na comparação 2: HCQ associado à azitromicina (AZT) ou outras drogas versus controle/terapia padrão: em um dos estudos, 100% dos pacientes estava com cura virológica ao usar HCQ/AZT no dia 6, comparado a 57,1% em monoterapia com HCQ. Em um dos estudos, o teste de PCR positivou novamente em um paciente que ficou negativo para a PCR por tratamento com HCQ + Azitromicina. Em um dos estudos, 11% da população em terapia combinada teve prolongamento significativo do QTc (> 500 ms) e o desenvolvimento de insuficiência renal aguda foi um importante preditor de prolongamento extremo do QTc. Ainda não se pode admitir o benefício da associação do tratamento da HCQ com a AZT, pois são necessários mais estudos clínicos para uma conclusão definitiva sobre essa associação.1


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/drug therapy , Body Temperature/drug effects , Chloroquine/administration & dosage , Chloroquine/therapeutic use , Coronavirus Infections/drug therapy , Azithromycin/administration & dosage , Azithromycin/therapeutic use , Technology Assessment, Biomedical , Disease Progression , Therapies, Investigational/instrumentation , Betacoronavirus/drug effects
5.
Brasilia; s.n; 21 abr. , 2020. 22 p.
Non-conventional in Portuguese | PIE, LILACS, BRISA, PIE | ID: biblio-1095200

ABSTRACT

Três coortes foram avaliadas: pacientes que receberam hidroxicloroquina (HC) (n = 97), pacientes que receberam hidroxicloroquina e azitromicina (HC+AZ) (n = 113) e pacientes não expostos a hidroxicloroquina (sem HC) (n = 158). Nos três grupos, houveram mortes de pacientes: HC ­ 27 mortes (27,8 %), HC+AZ ­ 25 mortes (22,1 %) e sem HC ­ 18 mortes (11,4 %). A análise da associação das terapias (HC+AZ) com o risco de morte geral demonstrou que o grupo HC teria maior risco de morte por qualquer causa quando comparado ao grupo sem HC (p = 0,03). Não houve diferença em mortalidade na comparação do grupo HC+AZ com o grupo sem HC (p = 0,72). O uso de HC com ou sem a AZ não reduziu a mortalidade dos pacientes. Pelo contrário, o uso de apenas HC foi associado a um risco maior de morte quando comparado ao atendimento padrão, ou seja, sem HC. A necessidade da ventilação mecânica nos três grupos também foi estimada, mas não apresentou diferença significativa (p = 0,547).1


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/drug therapy , Chloroquine/administration & dosage , Chloroquine/therapeutic use , Coronavirus Infections/drug therapy , Azithromycin/administration & dosage , Azithromycin/therapeutic use , Betacoronavirus/drug effects , Disease Progression , Therapies, Investigational/instrumentation
8.
J. bras. pneumol ; 46(3): e20180376, 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1090812

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Uma proporção significativa de lactentes desenvolve sibilância recorrente após um evento de bronquiolite aguda (BA). Estudos recentes demonstraram proteção para sibilância recorrente e menor morbidade respiratória em lactentes tratados com azitromicina durante uma crise de sibilância. O objetivo do presente estudo foi testar a hipótese de que a administração de azitromicina durante um evento BA reduz sibilos e reinternações hospitalares subsequentes. Métodos Trata-se de uma análise secundária de um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, incluindo dados não publicados de sibilância e hospitalizações durante os seis meses iniciais após a internação por bronquiolite aguda. O estudo foi realizado em um hospital universitário terciário. Os bebês (<12 meses de idade) hospitalizados com BA foram randomizados para receber azitromicina ou placebo, administrados por via oral, por sete dias. As famílias foram contatadas por telefone aos três e seis meses após o evento agudo inicial, e responderam a um questionário padronizado para identificar sibilos recorrentes e reinternações hospitalares. Resultados Cento e quatro pacientes foram incluídos (grupo Azitromicina, n=50; grupo Placebo, n=54). Considerando o total de pacientes contatados com sucesso três meses após a hospitalização (n=70), a taxa de recorrência de sibilância no grupo da azitromicina foi significativamente menor do que no grupo placebo (RR=0,48; CI=0,24-0.98; p=0,038). Conclusões A azitromicina reduziu significativamente o risco de sibilância subsequente entre zero e três meses após a admissão hospitalar por bronquiolite aguda.


ABSTRACT Objective A significant proportion of the infants developed recurrent wheezing after an acute bronchiolitis (AB) event. Recent studies have demonstrated protection for recurrent wheeze and lower respiratory morbidity in infants treated with azithromycin during an acute respiratory wheezing. The aim of the present study was to test the hypothesis that administration of azithromycin during an AB event reduces subsequent wheezing and hospital re-admissions. Methods This is a secondary analysis of a randomized, double-blinded, placebo-controlled trial, including unpublished data of wheezing and hospitalizations during the initial 6 months following admission for acute viral bronchiolitis. The study was performed in a tertiary University hospital. Infants (<12 months of age) hospitalized with AB were randomized to receive either azithromycin or placebo, administered orally, for 7 days. Families were contacted by telephone at 3 and 6 months after the initial acute event and answered to a standardized questionnaire in order to identify recurrent wheezing and hospital readmissions. Results One hundred and four patients were included (Azithromycin group, n= 50; placebo group, n=54). Considering the total of patients contacted 3 months after hospitalization (n=70), the recurrence rate of wheezing in the azithromycin group was significantly lower than in the placebo group (RR = 0.48; CI = 0.24-0.98; p = 0.038). Conclusion Azithromycin significantly reduces the risk of subsequent wheezing between 0 and 3 months after hospital admission due to acute bronchiolitis irrespective of the presence of respiratory syncytial virus.


Subject(s)
Humans , Infant , Bronchiolitis/drug therapy , Azithromycin/therapeutic use , Recurrence , Bronchiolitis/diagnosis , Respiratory Sounds , Treatment Outcome , Azithromycin/administration & dosage , Hospitalization
9.
Arq. bras. oftalmol ; 82(1): 25-31, Jan.-Feb. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-973871

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To compare effects of 5% topical povidone iodine with prophylactic topical azithromycin and moxifloxacin on bacterial flora in patients undergoing intravitreal injection. Methods: A total of 132 patients were randomly assigned to receive treatment with azithromycin or moxifloxacin, or no treatment (control group). In total, 528 specimens were obtained at the time of admission, 4 days before intravitreal injection, 4 days after intravitreal injection, and 8 days after intravitreal injection. Samples were immediately sent to the microbiology laboratory for incubation. Results: The microorganism observed most frequently was coagulasenegative Staphylococcus (23.8%). When the results of samples obtained on Day 4 before injection were assessed, growth of coagulase-negative Staphylococcus was significantly lower in the moxifloxacin group, compared with controls (p=0.049). Acinetobacter baumannii continued to grow after administration of azithromycin (p=0.033). When the results of four days after intravitreal injection were evaluated, growth of coagulase-ne gative Staphylococcus was higher in controls, compared with patients who received azithromycin or moxifloxacin (p=0.004). Eradication rate was significantly higher in the moxifloxacin group than in the control group (p=0.001). Samples obtained on Day 8 after intravitreal injection showed similar levels of bacterial growth in all groups (p=0.217). Conclusion: Moxifloxacin was more effective than 5% povidone iodine in controlling the growth of conjunctival bacterial flora. Use of moxifloxacin in combination with 5% povidone iodine resulted in a synergistic effect.


RESUMO Objetivo: Comparar os efeitos de iodopovidona tópico a 5% com azitromicina e moxifloxacina profiláticas sobre a flora bacteriana em pacientes submetidos à injeção intravítrea. Métodos: Um total de 132 pacientes foram aleatoriamente designados para receber tratamento com azitromicina ou moxifloxacina ou nenhum tratamento (grupo controle). No total, 528 amostras foram obtidas no momento na admissão, 4 dias antes da injeção intravítrea, 4 dias após a injeção intravítrea e 8 dias após a injeção intravítrea. As amostras foram imediatamente enviadas para o laboratório de microbiologia para incubação. Resultados: O microorganismo mais frequentemente observado foi o Staphylococcus coagulase-negativo (23,8%). Quando os resultados das amostras obtidas no dia 4 antes da injeção foram avaliados, o crescimento do Staphylococcus coagulase-negativo foi significativamente menor no grupo mo xifloxacina, em comparação com os controles (p=0,049). Acinetobacter baumannii continuou a crescer após a administração de azitromicina (p=0,033). Quando os resultados de 4 dias após a injeção intravítrea foram avaliados, o crescimento do Staphylococcus coagulase-negativo foi maior no controle, em comparação com pacientes que receberam azitromicina ou moxifloxacina (p=0,004). A taxa de erradicação também foi significativamente maior no grupo moxifloxacina do que no grupo controle (p=0,001). As amostras obtidas no dia 8 após injeção intravítrea mostraram níveis semelhantes de crescimento bacteriano em todos os grupos (p=0,217). Conclusão: A moxifloxacina foi mais eficaz do que 5% de iodopovidona no controle do crescimento da flora bacteriana conjuntival. O uso de moxifloxacina em combinação com 5% de iodopovidona resultou em um efeito sinérgico.


Subject(s)
Humans , Povidone-Iodine/administration & dosage , Azithromycin/administration & dosage , Conjunctiva/microbiology , Intravitreal Injections/methods , Moxifloxacin/administration & dosage , Anti-Infective Agents, Local/administration & dosage , Anti-Bacterial Agents/administration & dosage , Time Factors , Acinetobacter/isolation & purification , Acinetobacter/drug effects , Conjunctivitis, Bacterial/microbiology , Conjunctivitis, Bacterial/prevention & control , Endophthalmitis/microbiology , Endophthalmitis/prevention & control , Treatment Outcome , Conjunctiva/drug effects , Escherichia coli/isolation & purification , Escherichia coli/drug effects
10.
Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online) ; 36(4): 511-514, out.-dez. 2018. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-977087

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Apresentar um caso de dermatite perioral granulomatosa (DPG) com acometimento extrafacial e resposta terapêutica satisfatória ao uso de macrolídeo oral por curto período. Descrição do caso: Escolar de nove anos, sexo feminino, com quadro exuberante de DPG com acometimento extrafacial. Durante o período de evolução, submeteu-se a múltiplas terapêuticas ineficazes, apresentando melhora significativa das lesões após o uso de azitromicina por cinco dias. Comentários: A DPG é uma afecção dermatológica inflamatória representada por erupções papuloeritematosas em região perioral, nasal e periorbitária, mais comum em crianças e adolescentes. Raramente estende-se à região genital, ao tronco e às extremidades, caracterizando o comprometimento extrafacial. De etiologia ainda desconhecida, parece apresentar correlação com uso de corticosteroides tópicos e outros agentes.


ABSTRACT Objective: To present a case of granulomatous perioral dermatitis (GPD) with extra-facial involvement and good response to short-term treatment with oral macrolide. Case description: A 9-year-old girl presented with exuberant GPD with extra-facial involvement. During follow-up, she received multiple ineffective therapies, but showed significant improvement of the lesions after the use of azithromycin for five days. Comments: GPD is an inflammatory dermatological condition represented by papulo-erythematous eruptions on perioral, nasal and periorbital regions, more prevalent in children and adolescents. It rarely extends to the genital region, trunk, and extremities, which characterizes its extra-facial manifestation. Its etiology is unknown, but it seems to have a correlation with the use of topical corticosteroids and other agents.


Subject(s)
Humans , Female , Child , Azithromycin/administration & dosage , Anti-Bacterial Agents/administration & dosage , Remission Induction , Administration, Oral , Dermatitis, Perioral/complications , Dermatitis, Perioral/drug therapy , Granuloma/complications , Granuloma/drug therapy
13.
Brasília; CONITEC; 2015.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA | ID: biblio-875112

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: O cenário epidemiológico da coqueluche, no Brasil, desde a década de 1990, apresentou importante redução na incidência dos casos conforme houve ampliação das coberturas vacinais de Tetravalente e DPT. No entanto, a partir de meados de 2011, observou-se um aumento súbito do número de casos da doença no país, cuja incidência quadruplicou em relação ao ano anterior (2010). O nível epidêmico vem se mantendo com incidência de 2,8/ 100.000 habitantes, em 2013. Diante desse cenário, houve a necessidade de revisar as recomendações disponíveis no Guia de Vigilância Epidemiológica (7ª edição/2009), do Ministério da Saúde quanto às definições de caso suspeito, confirmado, situações endêmicas, surtos, tratamento e quimioprofilaxia. Em virtude disso, o Ministério da Saúde recomenda a adoção das novas estratégias para vigilância epidemiológica da coqueluche no país. Neste contexto foi pautada para a apreciação dos membros da CONITEC a ampliação de uso da azitromicina para coqueluche, sendo apresentada uma breve descrição sobre a epidemiologia e fisiopatologia da coqueluche. TRATAMENTO: A doença é tratada com macrolídeos mais eficazes, como a azitromicina e a claritromicina, que possuem eficácia semelhante no tratamento ou quimioprofilaxia, com a vantagem posológica, uma vez que a azitromicina é administrada uma vez ao dia por 5 dias e a claritromicina, administrada de 12 em 12 horas por 7 dias. A proteção da população contra a doença é feita por meio de vacinação de rotina, que apresenta eficácia de 75 a 80% após 3 doses, e tem duração de 5 a 10 anos; nos casos de surtos é feito o bloqueio vacinal seletivo, para crianças de 2 meses a 6 anos completos; isolamento, pelo menos até 5 dias após início do tratamento, e quimioprofilaxia para os comunicantes íntimos. A azitromicina está prevista no SUS nas apresentações suspensão oral 600mg ­ 40 mg/ml e comprimidos de 500mg. Na proposta em questão, pretende-se a inclusão de azitromicina na apresentação comprimidos de 250mg. RECOMENDAÇÃO DA CONITEC: Os membros da CONITEC presentes na 22ª reunião do plenário realizada nos dias 05/02/2014 e 06/02/2014 recomendaram a ampliação de uso da azitromicina 250 mg para tratamento ou quimioprofilaxia da coqueluche. DECISÃO: PORTARIA Nº 9, de 16 de março de 2015 - Torna pública a decisão de incorporar a azitromicina 250 mg para tratamento ou quimioprofilaxia da coqueluche no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.


Subject(s)
Humans , Whooping Cough/drug therapy , Azithromycin/administration & dosage , Chemoprevention/methods , Unified Health System , Brazil , Cost-Benefit Analysis/economics
14.
Rev. Soc. Bras. Med. Trop ; 47(6): 756-762, Nov-Dec/2014. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-732985

ABSTRACT

Introduction Parenteral antimony-based compounds are still the standard of care for cutaneous leishmaniasis (CL) treatment in many countries, despite their high toxicity. Previous studies showed that oral azithromycin could be an option for CL treatment. The aim of this study was to evaluate efficacy and safety of oral azithromycin (AZ) for CL treatment compared with injectable meglumine antimoniate (MA). Methods This was a randomized, open-label, 2-arm, non-inferiority clinical trial. Treatment-naïve patients with localized CL were treated with MA (15mg/kg/day up to 1,215mg) or AZ (500mg/day) during 20 consecutive days. The primary efficacy end point was a CL cure 90 days after treatment completion. The analysis was performed with intention-to-treat (ITT) and per protocol (PP) analyses. After an anticipated interim analysis, the study was interrupted due to the high failure rate in the azithromycin group. Results Twenty-four volunteers were included in each group. The MA group had a higher cure rate than the AZ group with the ITT and PP analyses, which were 54.2% versus 20.8% [relative risk (RR) 1.97; 95% confidence intervals (95%CI) 1.13-3.42] and 72.2% versus 23.8% (RR 3.03; 95%CI 1.34-6.87), respectively. No unexpected adverse events were observed. Conclusions ...


Subject(s)
Adolescent , Adult , Aged , Female , Humans , Male , Middle Aged , Young Adult , Anti-Bacterial Agents/administration & dosage , Antiprotozoal Agents/administration & dosage , Azithromycin/administration & dosage , Early Termination of Clinical Trials , Leishmaniasis, Cutaneous/drug therapy , Meglumine/administration & dosage , Organometallic Compounds/administration & dosage , Administration, Oral , Brazil , Time Factors , Treatment Failure
15.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 24(1,Supl.A): 39-43, jan.-mar.2014.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-761820

ABSTRACT

A condição de imunossupressão de pacientes transplantadoscardíacos possibilita o surgimento de manifestações bucaisimportantes que representam risco para o sucesso dotransplante cardíaco. A avaliação e o acompanhamentoodontológico desses pacientes são fundamentais na prevençãodessas manifestações bucais e infecções sistêmicas. Por meiodo relato dos casos clínicos de três pacientes transplantadoscardíacos, apresentamos e discutimos as condições clínicas eas opções terapêuticas das manifestações bucais mais comunsneste grupo de pacientes...


The condition of immunosuppression in heart transplant patientsenables emergence of oral manifestations that represent significantrisk to the success of heart transplantation. The oral and dentalevaluation and the follow up of these patients are critical in preventingthese oral manifestations and systemic infections. Through thereports files of three patients who underwent cardiac transplantation,we present and discuss the clinical and therapeutic options of themost common oral manifestations in this group of patients...


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Periodontal Diseases/complications , Periodontal Diseases/rehabilitation , Gingival Hyperplasia/therapy , Heart Transplantation/adverse effects , Azithromycin/administration & dosage , Gingiva/pathology , Opportunistic Infections/therapy , Dentistry/classification
16.
Indian J Dermatol Venereol Leprol ; 2014 Jan-Feb; 80(1): 41-43
Article in English | IMSEAR | ID: sea-154744

ABSTRACT

Background: Macrolides are prescribed in the treatment of pityriasis rosea despite conflicting results of the limited number of studies evaluating their role in its treatment. Aim: A randomized double-blind placebo-controlled trial was conducted to evaluate the effect of azithromycin on the clinical course of pityriasis rosea. Methods: Seventy patients of pityriasis rosea were given either azithromycin (n = 35) or placebo (n = 35) and were followed-up at 2, 4 and 6 weeks. Pruritus was assessed in both groups using the visual analogue scale (VAS) . Change in the pityriasis rosea severity score (PRSS) and in the VAS were recorded as outcome measures and were compared statistically. Results: The decrease in PRSS from baseline through 2, 4 and 6 weeks within both treatment (P < 0.001) and placebo (P < 0.001) arms was found to be statistically significant; however, this change was not significantly different in the two groups (P = 0.179). Similarly, the decrease in VAS was found to be statistically significant within both groups (P < 0.001); however, the change was comparable between the two groups (P < 0.937). Analysis by Fisher's exact test did not find a significant difference between the two groups for PRSS and VAS. Conclusion: Azithromycin is not effective in pityriasis rosea and the use of macrolides for this disease should not be encouraged in clinical practice.


Subject(s)
Azithromycin/administration & dosage , Callosities/surgery , Humans , Minimally Invasive Surgical Procedures/methods , Pityriasis Rosea , Severity of Illness Index , Visual Analog Scale
17.
Indian J Dermatol Venereol Leprol ; 2014 Jan-Feb; 80(1): 36-40
Article in English | IMSEAR | ID: sea-154742

ABSTRACT

Background: Macrolides are prescribed in the treatment of pityriasis rosea despite conflicting results of the limited number of studies evaluating their role in its treatment. Aim: A randomized double-blind placebo-controlled trial was conducted to evaluate the effect of azithromycin on the clinical course of pityriasis rosea. Methods: Seventy patients of pityriasis rosea were given either azithromycin (n = 35) or placebo (n = 35) and were followed-up at 2, 4 and 6 weeks. Pruritus was assessed in both groups using the visual analogue scale (VAS) . Change in the pityriasis rosea severity score (PRSS) and in the VAS were recorded as outcome measures and were compared statistically. Results: The decrease in PRSS from baseline through 2, 4 and 6 weeks within both treatment (P < 0.001) and placebo (P < 0.001) arms was found to be statistically significant; however, this change was not significantly different in the two groups (P = 0.179). Similarly, the decrease in VAS was found to be statistically significant within both groups (P < 0.001); however, the change was comparable between the two groups (P < 0.937). Analysis by Fisher's exact test did not find a significant difference between the two groups for PRSS and VAS. Conclusion: Azithromycin is not effective in pityriasis rosea and the use of macrolides for this disease should not be encouraged in clinical practice.


Subject(s)
Azithromycin/administration & dosage , Azithromycin/therapeutic use , Double-Blind Method , Female , Humans , Male , Pityriasis Rosea/drug therapy , Placebos , Severity of Illness Index , Visual Analog Scale
18.
Article in English | IMSEAR | ID: sea-158680

ABSTRACT

Macrolide antibiotics are well established class of antimicrobial agents. Azithromycin due to better tolerance and once a daily dose is commonly prescribed by clinician today. The aim of our study was to analyze the resistance to erythromycin in all gram positive bacteria isolated in department of microbiology Dr. RPGMC Tanda. A result of antibiotic susceptibility testing done by Kir By bauer disc diffusion method were analysed, Of the totral gram positive isolates 54 % were resistant to Azithromycin with maximum resistance seen with Enterococcus species (75 %) . It is recommended that an antibiotic policy should be made and microbiological surveillance cotinued so as to decrease the selective pressure on microorganisms.


Subject(s)
Azithromycin/administration & dosage , Coagulase/analysis , Drug Resistance, Microbial , Staphylococcal Infections/drug therapy , Staphylococcal Infections/pathology
19.
J. bras. pneumol ; 40(1): 82-85, jan-feb/2014. graf
Article in English | LILACS | ID: lil-703608

ABSTRACT

Plastic bronchitis (PB), although a rare cause of airway obstruction, has mortality rates up to 50% in children after Fontan-type cardiac surgery. We present the case of an 18-month-old female patient with PB following pneumonia. At 6 months of age, the patient underwent the Glenn procedure due to functionally univentricular heart. Fiberoptic bronchoscopy revealed complete blockage of the left bronchus by mucoid casts. Pharmacotherapy consisted of glucocorticosteroids, azithromycin, and enalapril maleate. The child also received nebulized 3% NaCl solution, which proved to be beneficial. In children submitted to Fontan-type procedures, physicians must be alert for PB, which can be triggered by respiratory tract infection.


A bronquite plástica (BP), embora uma causa rara de obstrução de vias aéreas, apresenta taxas de mortalidade de até 50% em crianças submetidas a cirurgia cardíaca do tipo Fontan. Apresentamos o caso de uma menina de 18 meses de idade com BP secundária a pneumonia. Aos 6 meses de idade, a paciente havia sido submetida à operação de Glenn devido a coração funcionalmente univentricular. A fibrobroncoscopia revelou obstrução completa do bronco esquerdo por moldes mucoides. A farmacoterapia consistiu em glicocorticosteroides, azitromicina e maleate de enalapril. Adicionalmente, a criança recebeu nebulização de solução de NaCl a 3%, que provou ser benéfica. Em crianças submetidas a operações do tipo Fontan, devemos nos manter alerta quanto à BP, que pode ser desencadeada por infecção do trato respiratório.


Subject(s)
Female , Humans , Infant , Bronchitis/drug therapy , Bronchitis/etiology , Fontan Procedure/adverse effects , Saline Solution, Hypertonic/administration & dosage , Azithromycin/administration & dosage , Drug Therapy, Combination , Enalapril/administration & dosage , Glucocorticoids/administration & dosage , Heart Defects, Congenital/surgery , Nebulizers and Vaporizers
20.
West Indian med. j ; 62(9): 864-865, Dec. 2013. ilus
Article in English | LILACS | ID: biblio-1045773

ABSTRACT

This report documents the occurrence of QT prolongation in a 57-year old man, on methadone replacement therapy, treated with azithromycin for community acquired pneumonia. This case highlights a hitherto unknown drug interaction. In light of ever-increasing use of azithromycin, it is imperative that azithromycin be used with caution in patients who are already on drugs that are known to cause QT prolongation or that cause torsades de pointes.


Este reporte documenta la ocurrencia de la prolongación del intervalo QT en un hombre de 57 años, en la terapia de reemplazo con metadona, tratado con azitromicina por pulmonía adquirida en la comunidad. Este caso destaca una interacción de medicamentos desconocida hasta ahora. En vista del uso cada vez mayor de la azitromicina, resulta absolutamente necesario usarla con precaución en pacientes que ya están bajo tratamiento con medicamentos de los cuales se sabe que causan prolongación del intervalo QT o que causan torsades de pointes.


Subject(s)
Humans , Male , Middle Aged , Long QT Syndrome/chemically induced , Azithromycin/adverse effects , Methadone/adverse effects , Pneumonia/drug therapy , Azithromycin/administration & dosage , Methadone/administration & dosage
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