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Results 1 - 18 de 18
Rev. bras. anestesiol ; 70(6): 588-594, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1155777


Abstract Background and objectives: In shoulder arthroscopy, on an outpatient basis, the patient needs a good control of the postoperative pain that can be achieved through regional blocks. Perineural dexamethasone may prolong the effect of these blocks. The aim of this study was to evaluate the effect of perineural dexamethasone on the prolongation of the sensory block in the postoperative period for arthroscopic shoulder surgery in outpatient setting. Methods: After approval by the Research Ethics Committee and informed consent, patients undergoing arthroscopic shoulder surgery under general anesthesia and ultrasound-guided interscalene brachial plexus block were randomized into Group D - blockade performed with 30 mL of 0.5% levobupivacaine with vasoconstrictor and 6 mg (1.5 mL) of dexamethasone and Group C - 30 mL of 0.5% levobupivacaine with vasoconstrictor and 1.5 mL of 0.9% saline. The duration of the sensory block was evaluated in 4 postoperative moments (0, 4, 12 and 24 hours) as well as the need for rescue analgesia, nausea and vomiting incidence, and Visual Analog Pain Scale (VAS). Results: Seventy-four patients were recruited and 71 completed the study (Group C, n = 37; Group D, n = 34). Our findings showed a prolongation of the mean time of the sensitive blockade in Group D (1440 ± 0 min vs. 1267 ± 164 min, p < 0.001). It was observed that Group C had a higher mean pain score according to VAS (2.08 ± 1.72 vs. 0.02 ± 0.17, p < 0.001) and a greater number of patients (68.4% vs. 0%, p < 0.001) required rescue analgesia in the first 24 hours. The incidence of postoperative nausea and vomiting was not statistically significant. Conclusion: Perineural dexamethasone significantly prolonged the sensory blockade promoted by levobupivacaine in interscalene brachial plexus block, reduced pain intensity and rescue analgesia needs in the postoperative period.

Resumo Justificativa e objetivos: Na artroscopia de ombro em regime ambulatorial, o paciente necessita de um bom controle da dor pós-operatória, que pode ser conseguido por meio de bloqueios regionais. A dexametasona perineural pode prolongar o efeito desses bloqueios. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da dexametasona perineural quanto ao prolongamento do bloqueio sensitivo no período pós-operatório para cirurgia artroscópica de ombro em regime ambulatorial. Métodos: Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa e consentimento informado, foram incluídos no estudo pacientes submetidos a cirurgia artroscópica de ombro sob anestesia geral e bloqueio de plexo braquial interescalênico guiado por ultrassonografia. Eles foram randomizados nos Grupo D - bloqueio com 30 mL de levobupivacaína 0,5% com vasoconstritor e 6 mg (1,5 mL) de dexametasona, e Grupo C - bloqueio com 30 mL de levobupivacaína 0,5% com vasoconstritor e 1,5 mL solução salina. A duração do bloqueio sensitivo foi avaliada em quatro momentos pós-operatórios (0, 4, 12 e 24 horas), assim como a necessidade de analgesia de resgate, incidência de náuseas e vômitos e Escala Visual Analógica de Dor (EVA). Resultados: Setenta e quatro pacientes foram randomizados e 71 completaram o estudo (Grupo C, n = 37; Grupo D, n = 34). Observou-se um prolongamento do tempo médio de bloqueio sensitivo no Grupo D (1440 ± 0 min vs. 1267 ± 164 min; p< 0,001). Pacientes do Grupo C apresentaram maior média de escore de dor de acordo com a EVA (2,08 ± 1,72vs. 0,02 ± 0,17; p< 0,001) e um maior número de pacientes solicitou analgesia de resgate nas primeiras 24 horas (68,4%vs.0%; p< 0,001). A incidência de náuseas e vômitos não foi estatisticamente significante. Conclusão: A dexametasona perineural prolongou significativamente o bloqueio sensitivo da levobupivacaína no bloqueio de plexo braquial interescalênico, reduziu a intensidade de dor e a necessidade de analgesia de resgate pelo paciente no período pós-operatório.

Humans , Male , Female , Arthroscopy/methods , Shoulder Joint/surgery , Dexamethasone/administration & dosage , Ultrasonography, Interventional/methods , Brachial Plexus Block/methods , Anti-Inflammatory Agents/administration & dosage , Pain, Postoperative/diagnosis , Pain, Postoperative/drug therapy , Arthroscopy/adverse effects , Time Factors , Vasoconstrictor Agents/administration & dosage , Pain Measurement , Double-Blind Method , Prospective Studies , Analysis of Variance , Postoperative Nausea and Vomiting/epidemiology , Saline Solution/administration & dosage , Levobupivacaine , Analgesia , Anesthetics, Local , Middle Aged
Rev. bras. anestesiol ; 70(1): 28-35, Jan.-Feb. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1137137


Abstract Background and objectives: To evaluate the single-injection and triple-injection techniques in infraclavicular blocks with an ultrasound-guided medial approach in terms of block success and the need for supplementary blocks. Methods: This study comprised 139 patients who were scheduled for elective or emergency upper-limb surgery. Patients who received an infraclavicular blocks with a triple-injection technique were included in Group T (n = 68). Patients who received an infraclavicular blocks with a single-injection technique were included in Group S (n = 71). The number of patients who required supplementary blocks or had complete failure, the recovery time of sensory blocks and early and late complications were noted. Results: The block success rate was 84.5% in Group S, and 94.1% in Group T without any need for supplementary nerve blocks. The blocks were supplemented with distal peripheral nerve blocks in 8 patients in Group S and in 3 patients in Group T. Following supplementation, the block success rate was 95.8% in Group S and 98.5% in Group T. These results were not statistically significant. A septum preventing the proper distribution of local anesthetic was clearly visualized in 4 patients. The discomfort rate during the block was significantly higher in Group T (p < 0.05). Conclusion: In ultrasound-guided medial-approach infraclavicular blocks, single-injection and triple-injection techniques did not differ in terms of block success rates. The need for supplementary blocks was higher in single injections than with triple injections. The presence of a fascial layer could be the reason for improper distribution of local anesthetics around the cords.

Resumo Justificativa e objetivos: Avaliar as técnicas de injeção única e tripla no bloqueio infraclavicular, empregando-se acesso medial guiado por ultrassonografia, comparando-se o sucesso do bloqueio e a necessidade de bloqueios complementares. Método: O estudo incluiu 139 pacientes com indicação de cirurgia de membro superior eletiva ou de emergência. O Grupo T (n = 68 pacientes) recebeu bloqueio infraclavicular com técnica de injeção tripla e o Grupo S (n = 71), bloqueio infraclavicular com injeção única. Registrou-se o número de pacientes que necessitaram bloqueio complementar de nervo ou que apresentaram falha completa do bloqueio, o tempo de recuperação do bloqueio sensorial e as complicações precoces e tardias. Resultados: A taxa de sucesso do bloqueio infraclavicular, sem necessidade de bloqueio complementar de nervo, foi 84,5% e 94,1% para os Grupos S e T, respectivamente. No bloqueio infraclavicular foi necessário bloqueio de nervos periféricos distais em 8 e 3 pacientes dos Grupos S e T, respectivamente. Após a complementação, a taxa de sucesso do bloqueio foi 95,8% e 98,5% para os Grupos S e T, respectivamente. Os resultados não foram estatisticamente significantes. Imagem de septo impedindo a distribuição adequada do anestésico local foi claramente visualizada em quatro pacientes. A taxa de desconforto durante a realização do bloqueio foi estatatisticamente mais alta no Grupo T (p< 0,05). Conclusões: As técnicas de injeção única e tripla em bloqueio infraclavicular guiado por ultrasonografia com acesso medial não diferiram quanto à taxa de sucesso. A necessidade de bloqueio complementar foi maior com a técnica de injeção simples. A ocorrência de invólucro de fascia poderia justificar a distribuição inadequada do anestésico local ao redor dos fascículos do plexo.

Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Brachial Plexus Block/methods , Peripheral Nerves/anatomy & histology , Brachial Plexus/anatomy & histology , Clavicle , Ultrasonography, Interventional , Injections/methods , Middle Aged
Rev. bras. anestesiol ; 69(6): 580-586, nov.-Dec. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057470


Abstract Background and objectives: The frequent onset of hemidiaphragmatic paralysis during interscalene block restricts its use in patients with respiratory insufficiency. Supraclavicular block could be a safe and effective alternative. Our primary objective was to assess the incidence of hemidiaphragmatic paralysis following ultrasound-guided supraclavicular block and compare it to that of interscalene block. Methods: Adults warranting elective shoulder surgery under regional anesthesia (Toulouse University Hospital) were prospectively enrolled from May 2016 to May 2017 in this observational study. Twenty millilitres of 0.375% Ropivacaine were injected preferentially targeted to the "corner pocket". Diaphragmatic excursion was measured by ultrasonography before and 30 minutes after regional anesthesia. A reduction ≥25% in diaphragmatic excursion during a sniff test defined the hemidiaphragmatic paralysis. Dyspnoea and hypoxaemia were recorded in the recovery room. Predictive factors of hemidiaphragmatic paralysis (gender, age, weight, smoking, functional capacity) were explored. Postoperative pain was also analysed. Results: Forty-two and 43 patients from respectively the supraclavicular block and interscalene block groups were analysed. The incidence of hemidiaphragmatic paralysis was 59.5% in the supraclavicular block group compared to 95.3% in the interscalene block group (p < 0.0001). Paradoxical movement of the diaphragm was more common in the interscalene block group (RR = 2, 95% CI 1.4-3; p = 0.0001). A similar variation in oxygen saturation was recorded between patients with and without hemidiaphragmatic paralysis (p = 0.08). No predictive factor of hemidiaphragmatic paralysis could be identified. Morphine consumption and the highest numerical rating scale numerical rating scale (NRS) at 24 hours did not differ between groups. Conclusions: Given the frequent incidence of hemidiaphragmatic paralysis following supraclavicular block, this technique cannot be recommended for patients with an altered respiratory function.

Resumo Justificativa e objetivos: O aparecimento frequente de paralisia hemidiafragmática durante o bloqueio interescalênico restringe seu uso em pacientes com insuficiência respiratória. O bloqueio supraclavicular pode ser uma opção segura e eficaz. Nosso objetivo primário foi avaliar a incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom e compará-lo com o bloqueio interescalênico. Métodos: Os adultos agendados para cirurgia eletiva do ombro sob anestesia regional (Hospital Universitário de Toulouse) foram prospectivamente incluídos neste estudo observacional, de maio de 2016 a maio de 2017. Vinte mililitros de ropivacaína a 0,375% foram injetados, preferencialmente objetivando a interseção da primeira costela e da artéria subclávia. A excursão diafragmática foi medida por ultrassonografia antes e 30 minutos após a anestesia regional. Uma redução ≥ 25% na excursão diafragmática durante um sniff test definiu a paralisia hemidiafragmática. Dispneia e hipoxemia foram registradas na sala de recuperação. Fatores preditivos de paralisia hemidiafragmática (sexo, idade, peso, tabagismo, capacidade funcional) foram explorados. A dor pós-operatória também foi avaliada. Resultados: Quarenta e dois e 43 pacientes dos grupos bloqueio supraclavicular e bloqueio interescalênico, respectivamente, foram avaliados. A incidência de paralisia hemidiafragmática foi de 59,5% no grupo bloqueio supraclavicular em comparação com 95,3% no grupo bloqueio interescalênico (p < 0,0001). O movimento paradoxal do diafragma foi mais comum no grupo bloqueio interescalênico (RR = 2, 95% IC 1,4-3; p = 0,0001). Uma variação semelhante na saturação de oxigênio foi registrada entre os pacientes com e sem paralisia hemidiafragmática (p = 0,08). Nenhum fator preditivo de paralisia hemidiafragmática pôde ser identificado. O consumo de morfina e o maior escore na escala numérica (NRS) em 24 horas não diferiram entre os grupos. Conclusão: Devido à frequente incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular, essa técnica não pode ser recomendada para pacientes com função respiratória alterada.

Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Respiratory Paralysis/etiology , Brachial Plexus Block/methods , Ropivacaine/administration & dosage , Anesthetics, Local/administration & dosage , Pain, Postoperative/prevention & control , Pain, Postoperative/epidemiology , Respiratory Paralysis/epidemiology , Incidence , Prospective Studies , Cohort Studies , Ultrasonography, Interventional , Brachial Plexus Block/adverse effects , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Middle Aged , Morphine/administration & dosage
Rev. bras. anestesiol ; 69(5): 510-513, Sept.-Oct. 2019. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057461


Abstract Background and objectives: Costoclavicular brachial plexus block is an anesthesia performed through the infraclavicular route described in the literature as a safe and effective route for upper limb anesthesia distal to the elbow. The following report describes the case of a patient whose traditional plexus blocking techniques presented ultrasound visualization difficulty, but the costoclavicular approach was easy to visualize for anesthetic blockade. Case report: A grade 3 obese patient scheduled for repair of left elbow fracture and dislocation. Ultrasound examination revealed a distorted anatomy of the supraclavicular region and the axillary region with skin lesions, which made it impossible to perform the blockade in these regions. It was decided to perform an infraclavicular plexus block at the costoclavicular space, where the brachial plexus structures are more superficial and closer together, supported by a muscular structure, lateral to all adjacent vascular structures and with full view of the pleura. The anesthetic block was effective to perform the procedure with a single injection and uneventfully. Conclusion: Costoclavicular brachial plexus block is a good alternative for upper limb anesthesia distal to the elbow, being a safe and effective option for patients who are obese or have other limitations to the use of other upper limb blocking techniques.

Resumo Justificativa e objetivos: O bloqueio de plexo braquial via costoclavicular é uma anestesia feita por via infraclavicular, já descrita na literatura como uma via segura e efetiva para anestesia de membro superior distal ao cotovelo. O relato a seguir trata de um paciente em que as técnicas tradicionais para bloqueio de plexo apresentavam dificuldade de visibilização à ultrassonografia, já a via costoclavicular foi de fácil visibilização para execução do bloqueio anestésico. Relato de caso: Paciente com obesidade grau 3 a ser submetido a correção de fratura e luxação de cotovelo esquerdo apresentava anatomia da região supraclavicular distorcida à avaliação ultrassonográfica e região axilar com lesões de pele, que impossibilitavam o bloqueio nessas regiões. Optou-se por fazer o bloqueio de plexo via infraclavicular no espaço costoclavicular, região onde as estruturas do plexo braquial estão mais superficiais e unidas, amparadas por uma estrutura muscular, laterais a todas as estruturas vasculares adjacentes e com a visibilização plena da pleura. O bloqueio anestésico foi efetivo para a realização do procedimento sob punção única em pele e sem intercorrências. Conclusão: O bloqueio de plexo braquial via costoclavicular é uma boa opção para anestesia de membro superior distal ao cotovelo, é uma opção segura e efetiva para pacientes obesos ou que tenham outras limitações à aplicação de outras técnicas de bloqueio de membro superior.

Humans , Male , Adult , Arm , Ultrasonography, Interventional , Joint Dislocations/surgery , Joint Dislocations/complications , Elbow Joint/injuries , Fractures, Bone/surgery , Fractures, Bone/complications , Brachial Plexus Block/methods , Obesity/complications , Elbow Joint/surgery
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 71(4): 1193-1197, jul.-ago. 2019. ilus
Article in Portuguese | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1038637


A anestesia locorregional reduz o requerimento de agentes inalatórios e diminui as respostas autonômicas a estímulos cirúrgicos nocivos. Objetiva-se descrever um bloqueio anestésico do plexo braquial guiado por neuroestimulador em jumento, submetido à amputação do membro anterior direito. Foi realizada medicação pré-anestésica com detomidina 0,, indução com diazepam 0, e cetamina, todos pela via intravenosa (IV), e a manutenção da anestesia com isoflurano. O plexo braquial foi bloqueado por acesso subescapular, sendo usado neuroestimulador. Utilizou-se de bupivacaína 0,5% sem vasoconstritor, associada a de lidocaína 2% sem vasoconstrictor. Os valores de FC e ƒ durante o procedimento cirúrgico variaram de 62 a 78bpm e de 24 a 32rpm, respectivamente. Foram coletadas quatro amostras de sangue para dosagem de cortisol. Este, antes da aplicação da medicação pré-anestésica, foi de 6,4µg/dL e, 30 minutos após a MPA, foi de 2,8µg/dL. A recuperação anestésica foi rápida e sem complicações. O bloqueio do plexo braquial guiado por neuroestimulador mostrou-se eficaz em jumentos, fornecendo analgesia e anestesia satisfatória.(AU)

Locoregional anesthesia reduces the requirement for inhaled agents and reduces the autonomic responses to noxious surgical stimuli. The aim of this study was to describe an anesthetic block of the brachial plexus guided by a neurostimulator in a donkey submitted to right limb amputation. Preanesthetic medication was performed with detomidine induction with diazepam and ketamine all intravenously, and maintenance of anesthesia with isoflurane. The brachial plexus was blocked by subscapular access, using a neurostimulator. For this purpose, -1 of bupivacaine 0.5%, without vasoconstrictor, and 1 of lidocaine 2%, without vasoconstrictor were used. The values of HR and ƒ during the surgical procedure ranged from 62 to 78bpm, and 24 to 32bpm, respectively. Four blood samples were collected for cortisol dosing. This, prior to the application of the pre-anesthetic medication was 6.4µg/dL and 30 minutes was 2.8µg/dL. Anesthesia recovery was rapid and uncomplicated. Neurostimulator-guided brachial plexus blockade proved to be effective in donkeys, providing satisfactory analgesia and anesthesia.(AU)

Animals , Equidae/surgery , Implantable Neurostimulators/veterinary , Brachial Plexus Block/methods , Brachial Plexus Block/veterinary , Analgesia/veterinary , Anesthesia/veterinary
Rev. bras. anestesiol ; 69(3): 253-258, May-June 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1013415


Abstract Background and objectives: The current study aimed to determine the minimum effective volume (MEV) of bupivacaine 0.5% in 50% of patients for an ultrasound-guided retroclavicular approach to infraclavicular brachial plexus block. Methods: A total of 25 adult patients who were scheduled for upper limb surgery received an ultrasound-guided retroclavicular approach to infraclavicular brachial plexus block with bupivacaine 0.5%. The needle insertion point was posterior to the clavicle and the needle was advanced from cephalad to caudal. Block success was defined as a composite score of 14 at 30 min after local anesthetic (LA) injection. The minimum effective volume in 50% of patients was determined using the Dixon-Massey up-and-down staircase method. Minimum effective volume for a successful block in 95% of the patients was also calculated using logistic regression and probit transformation. Results: The minimum effective volume of bupivacaine 0.5% resulting in successful block in 50% of patients (MEV50) according to the up-and-down staircase method was found to be 9.6 mL (95% confidence interval (CI), 5.7-13.4). The calculated minimum effective volume required for a successful block in 95% of patients (MEV95) using the probit transformation and logistic regression analysis was 23.2 mL (95% CI, 18.8-36.7). Conclusions: The MEV50 of bupivacaine 0.5% for US-guided retroclavicular approach to infraclavicular brachial plexus block was 9.6 mL and the calculated MEV95 was 23.2 mL. Future studies are required for infraclavicular brachial plexus block with different approaches, other LA agents and different concentrations of bupivacaine.

Resumo Justificativa e objetivos: Determinar o volume mínimo efetivo (VE) de bupivacaína a 0,5% em 50% dos pacientes para uma abordagem retroclavicular guiada por ultrassom no bloqueio do plexo braquial por via infraclavicular. Métodos: Um total de 25 pacientes adultos agendados para cirurgia do membro superior receberam abordagem retroclavicular guiada por ultrassom para o bloqueio do plexo braquial por via infraclavicular com bupivacaína a 0,5%. O ponto de inserção da agulha foi posterior à clavícula e a agulha foi avançada de cefálica para caudal. O sucesso do bloqueio foi definido como um escore composto de 14 aos 30 min após a injeção do anestésico local. O VE em 50% dos pacientes foi determinado com o método de escalonamento progressivo-regressivo de Dixon-Massey. O VE para um bloqueio bem-sucedido em 95% dos pacientes também foi calculado com regressão logística e transformação probit. Resultados: O volume mínimo efetivo (VE50) de bupivacaína a 0,5% que resultou em bloqueio bem-sucedido em 50% dos pacientes, de acordo com o método de escalonamento progressivo-regressivo, foi de 9,6 ml (intervalo de confiança de 95%, IC 5,7-13,4). O cálculo do volume mínimo efetivo necessário para um bloqueio bem-sucedido em 95% dos pacientes (VE95) com a análise de transformação probit e regressão logística foi de 23,2 ml (IC 95%, 18,8-36,7). Conclusões: O VE50 de bupivacaína a 0,5% para abordagem retroclavicular guiada por US para o bloqueio do plexo braquial por via infraclavicular foi de 9,6 ml e o VE95 calculado foi de 23,2 ml. Estudos futuros são necessários para o bloqueio do plexo braquial por via infraclavicular com diferentes abordagens, outros anestésicos locais e diferentes concentrações de bupivacaína.

Humans , Male , Female , Adult , Bupivacaine/administration & dosage , Ultrasonography, Interventional/methods , Brachial Plexus Block/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Upper Extremity/surgery , Dose-Response Relationship, Drug , Middle Aged
Rev. bras. anestesiol ; 68(1): 62-68, Jan.-Feb. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-897805


Abstract Introduction Randomized prospective study comparing two perivascular techniques with the perineural technique for ultrasound-guided axillary brachial plexus block (US-ABPB). The primary objective was to verify if these perivascular techniques are noninferior to the perineural technique. Method 240 patients were randomized to receive the techniques: below the artery (BA), around the artery (AA) or perineural (PN). The anesthetic volume used was 40 mL of 0.375% bupivacaine. All patients received a musculocutaneous nerve blockade with 10 mL. In BA technique, 30 mL were injected below the axillary artery. In AA technique, 7.5 mL were injected at 4 points around the artery. In PN technique, the median, ulnar, and radial nerves were anesthetized with 10 mL per nerve. Results Confidence interval analysis showed that the perivascular techniques studied were not inferior to the perineural technique. The time to perform the blockade was shorter for the BA technique (300.4 ± 78.4 s, 396.5 ± 117.1 s, 487.6 ± 172.6 s, respectively). The PN technique showed a lower latency time (PN - 655.3 ± 348.9 s; BA - 1044 ± 389.5 s; AA - 932.9 ± 314.5 s), and less total time for the procedure (PN - 1132 ± 395.8 s; BA - 1346.2 ± 413.4 s; AA - 1329.5 ± 344.4 s). BA technique had a higher incidence of vascular puncture (BA - 22.5%; AA - 16.3%; PN - 5%). Conclusion The perivascular techniques are viable alternatives to perineural technique for US-ABPB. There is a higher incidence of vascular puncture associated with the BA technique.

Resumo Introdução Estudo prospectivo randomizado, compara duas técnicas perivasculares com a técnica perineural para o bloqueio do plexo braquial via axilar guiado por ultrassom (BPVA-USG). Objetivo primário foi verificar se essas técnicas perivasculares são não inferiores à técnica perineural. Método Foram randomizados 240 pacientes para receber as técnicas: abaixo da artéria (TA), ao redor da artéria (TR) ou perineural (PN). O volume de anestésico usado foi 40 ml de bupivacaína 0,375%. Em todos os pacientes, fez-se o bloqueio do nervo musculocutâneo com 10 ml. Na técnica TA, injetaram-se 30 ml abaixo da artéria axilar. Na técnica TR, injetaram-se 7,5 ml em quatro pontos ao redor da artéria. Na técnica PN, os nervos mediano, ulnar e radial foram anestesiados com 10 ml por nervo. Resultados Análise dos intervalos de confiança mostrou que as técnicas perivasculares estudadas não são inferiores à técnica perineural. A técnica TA apresentou menor tempo para o bloqueio (300,4 ± 78,4 seg; 396,5 ± 117,1 seg; 487,6 ± 172,6 seg; respectivamente). A técnica PN apresentou menor tempo de latência (PN - 655,3 ± 348,9 seg; TA - 1044 ± 389,5 seg; TR - 932,9 ± 314,5 seg) e menor tempo total de procedimento (PN - 1132 ± 395,8 seg; TA -1346,2 ± 413,4 seg; TR 1329,5 ± 344,4 seg). A técnica TA apresentou maior incidência de punção vascular (TA - 22,5%, TR - 16,3%; PN - 5%). Conclusão As técnicas perivasculares são opções viáveis à técnica perineural para o BPVA-USG. Ressalta-se maior incidência de punção vascular associada à técnica TA.

Humans , Adolescent , Adult , Aged , Young Adult , Middle Aged , Prospective Studies , Ultrasonography, Interventional , Young Adult , Brachial Plexus Block/methods
Rev. bras. anestesiol ; 67(1): 100-106, Jan.-Feb. 2017. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-843347


Abstract Background and objectives: The advent of ultrasound has brought many benefits to peripheral nerve blocks. It includes both safety and effectiveness, given the possibility of visualizing the neurovascular structures and the needle during the procedure. Despite these benefits, there is no consensus in the literature on the use of this technique in anticoagulated patients or with other coagulation disorders. Moreover, peripheral blocks vary in depth, spreadability, and possibility of local compression. However, few societies take it into account when drawing up its recommendations, establishing a single recommendation for performing peripheral blocks, regardless of the route used. The objective of this series is to expand the discussion on peripheral nerve block in anticoagulated patients. Case reports: This series reports 9 cases of superficial peripheral nerve blocks guided by ultrasound in patients with primary or secondary dyscrasias. All blocks were performed by experienced anesthesiologists in the management of ultrasound, and there was no bruising or neurological injuries in the cases. Conclusions: This case series support the discussion on conducting surface peripheral nerve blocks and easy local knowledge as the axillary, interscalene, femoral, saphenous or popliteal in anticoagulated patients, on dual antiaggregation therapy and/or with other coagulation disorders, provided that guided by ultrasound and performed by an anesthesiologist with extensive experience in guided nerve blocks. However, larger series should be performed to prove the safety of the technique for these patients.

Resumo Justificativa e objetivos: O advento da ultrassonografia trouxe inúmeros benefícios para os bloqueios de nervos periféricos. Agregou tanto segurança quanto eficácia, dada a possibilidade de visualização de estruturas neurovasculares e da agulha durante o procedimento. Apesar desses benefícios, não há consenso na literatura sobre o uso da técnica em pacientes anticoagulados ou com outros distúrbios da coagulação. Além disso, os bloqueios periféricos variam com relação à profundidade, expansibilidade e possibilidade de compressão local. Porém, poucas sociedades levam isso em consideração para elaborar suas recomendações, estabelecem um recomendação única para bloqueios periféricos, independentemente da via usada. O objetivo desta série é ampliar a discussão sobre bloqueio de nervos periféricos em pacientes anticoagulados. Relato de casos: Esta série relata 9 casos de bloqueios de nervos periféricos superficiais guiados por ultrassonografia em pacientes com discrasias primárias ou secundárias. Todos os bloqueios foram feitos por anestesiologistas experientes no manejo do ultrassom, que não foram observados hematomas ou lesões neurológicas nos casos. Conclusões: A série de casos em questão ajuda a discussão sobre bloqueios periféricos superficiais e de fácil compressão local, como o axilar, interescalênico, femoral, safeno ou poplíteo, em pacientes anticoagulados, duplamente antiagregados e/ou com outros distúrbios da coagulação desde que guiados por ultrassom e feitos por anestesiologista com vasta experiência em bloqueios guiados. Entretanto, maiores séries devem ser feitas para comprovar a segurança da técnica para esses pacientes.

Humans , Male , Female , Adult , Aged , Surgical Procedures, Operative/methods , Anticoagulants/therapeutic use , Nerve Block/methods , Sciatic Nerve , Ultrasonography, Interventional , Femoral Nerve , Brachial Plexus Block/methods , Middle Aged
Rev. bras. anestesiol ; 66(4): 341-345, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787625


Abstract Background and objectives: A high sodium concentration is known to antagonize local anesthetics when infiltrated around neural tissue. Thus, we hypothesized that the onset time for sensory and motor blockade, in supraclavicular brachial plexus block using ropivacaine diluted with dextrose would be shorter than with saline. Methods: Patients scheduled for upper limb surgery were randomized to receive ultrasound guided supraclavicular brachial plexus block with 0.5% ropivacaine. Evaluation of sensory and motor blockade was performed every 5 min for 60 min. Patients were followed-up on postoperative day 1, and between days 7 and 10 for the presence of any complications. Twenty-five patients in each group were analyzed. Results: Mean time for onset of analgesia for the dextrose group was 37.6 ± 12.9 min while the mean time for the saline group was 45.2 ± 13.9 min with a p-value of 0.05. The effect size was 0.567, which was moderate to large. No major complications were observed. Conclusion: We conclude that there was a decrease in onset time of analgesia when dextrose was used as a diluent instead of saline for ultrasound guided supraclavicular block.

Resumo Justificativa e objetivos: A alta concentração de sódio é conhecida por antagonizar anestésicos locais quando infiltrado em torno de tecido neural. Portanto, a nossa hipótese foi a de que o tempo de início para os bloqueios sensorial e motor, em bloqueio do plexo braquial supraclavicular com ropivacaína diluída com dextrose, seria menor do que com solução salina. Métodos: Os pacientes agendados para cirurgia em membro superior foram randomizados para receber bloqueio do plexo braquial supraclavicular com ropivacaína a 0,5%g guiado por ultrassom. A avaliação dos bloqueios sensorial e motor foi feita a cada cinco minutos durante 60 minutos. Os pacientes foram acompanhados no pós-operatório no primeiro dia e entre os dias 7-10 para presença de qualquer complicação. Foram analisados 25 pacientes em cada grupo. Resultados: A média do tempo para o início da analgesia no grupo dextrose foi de 37,6 ± 12,9 minutos, enquanto que no grupo solução salina foi de 45,2 ± 13,9 minutos, com um valor-p de 0,05. O tamanho do efeito foi 0,567, o que foi de moderado a grande. Complicações maiores não foram observadas. Conclusão: Concluímos que houve uma redução do tempo de início da analgesia quando dextrose em vez de solução salina foi usada como diluente para bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom.

Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Brachial Plexus Block/methods , Amides/therapeutic use , Glucose/administration & dosage , Anesthetics, Local/therapeutic use , Time Factors , Sodium Chloride/administration & dosage , Single-Blind Method , Follow-Up Studies , Ropivacaine , Middle Aged
Rev. bras. anestesiol ; 66(4): 335-340, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787614


Abstract Background and objectives: Arthroscopy for shoulder disorders is associated with severe and difficult to control pain, postoperatively. The addition of clonidine to local anesthetics for peripheral nerve block has become increasingly common, thanks to the potential ability of this drug to reduce the mass of local anesthetic required and to prolonging analgesia postoperatively. The present study aimed to evaluate the success of brachial plexus block for arthroscopic rotator cuff surgery using local anesthetic with or without clonidine. Method: 53 patients of both genders, between 18 and 70 years old, American Society of Anesthesiologists I or II, who were scheduled to undergo arthroscopic shoulder surgery were selected. Patients were then randomized into two groups. The verbal numerical pain scale and the presence of motor block were obtained in the post-anesthetic recovery room and 6, 12, 18 and 24 h postoperatively. Results: The association of clonidine (0.15 mg) to a solution of 0.33% ropivacaine (30 mL) in brachial plexus block for shoulder arthroscopy has not diminished the visual numeric pain scale values, nor the need for opioid rescue postoperatively. There was a lower incidence of nausea/vomiting postoperatively and a significant motor block time prolongation in the group of patients who received clonidine as adjuvant. Conclusions: The use of brachial plexus block with local anesthetic for analgesic postoperative control is well established in the literature. The addition of clonidine in the dose proposed for prolongation of the analgesic effect and reduction of opioid rescue proved unhelpful.

Resumo Justificativa e objetivos: A artroscopia para afecções do ombro associa-se a dor de forte intensidade no pós-operatório, de difícil manejo. A adição de clonidina ao anestésico local em bloqueios periféricos tornou-se progressivamente maior graças à potencial habilidade dessa droga em reduzir a massa de anestésicos locais necessários e prolongar a analgesia no pós-operatório. O presente estudo teve como objetivo avaliar o sucesso do bloqueio de plexo braquial para a cirurgia artroscópica de manguito rotador com o uso de anestésico local associado ou não à clonidina. Método: Foram selecionados 53 pacientes de ambos os sexos, entre 18 e 70 anos, ASA I ou II, que seriam submetidos à cirurgia de ombro por artroscopia. Os pacientes foram então randomizados em dois grupos. A escala numérica verbal de dor e a presença de bloqueio motor eram obtidas na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) e com seis, 12, 18 e 24 horas de pós-operatório. Resultados: A associação de clonidina (0,15 mg) à solução de ropivacaína 0,33% (30 mL) no bloqueio de plexo braquial para artroscopia de ombro não diminuiu os valores da escala visual numérica de dor, nem a necessidade de resgate com opioides no pós-operatório. Houve uma menor incidência de náuseas e vômitos no pós-operatório (NVPO) e aumento considerável do tempo de bloqueio motor no grupo de pacientes que recebeu clonidina como adjuvante. Conclusões: O uso do bloqueio de plexo braquial com anestésico local para controle analgésico pós-operatório está consolidado na literatura. A adição de clonidina na dose proposta para prolongamento do efeito analgésico e redução de resgate com opioides mostrou-se pouco útil.

Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Young Adult , Pain, Postoperative/drug therapy , Arthroscopy/methods , Shoulder Joint/surgery , Clonidine/therapeutic use , Brachial Plexus Block/methods , Amides/therapeutic use , Rotator Cuff/surgery , Drug Therapy, Combination/methods , Ropivacaine , Analgesics/therapeutic use , Anesthetics, Local/therapeutic use , Length of Stay/statistics & numerical data , Middle Aged
Rev. bras. anestesiol ; 66(2): 115-119, Mar.-Apr. 2016. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-777408


ABSTRACT OBJECTIVE: To evaluate the value of real-time ultrasound (US) guidance for axillary brachial plexus block (AXB) through the success rate and the onset time. METHODS: The meta-analysis was carried out in the Anesthesiology Department of the Second Affiliated Hospital of Soochow University, Suzhou, Jiangsu Province, China. A literature search of Medline, EMBASE, Cochrane database from the years 2004 to 2014 was performed. The literature searches were carried out using medical subject headings and free-text word: "axilla", "axillary", "brachial plexus", "ultrasonography", "ultrasound", "ultrasonics". Two different reviewers carried out the search and evaluated studies independently. RESULTS: Seven randomized controlled trials, one cohort study and three retrospective studies were included. A total of 2042 patients were identified. 1157 patients underwent AXB using US guidance (US group) and the controlled group included 885 patients (246 patients using traditional approach (TRAD) and 639 patients using nerve stimulation (NS)). Our analysis showed that the success rate was higher in the US group compared to the controlled group (90.64% vs. 82.21%, p < 0.00001). The average time to perform the block and the onset of sensory time were shorter in the US group than the controlled group. CONCLUSION: The present study demonstrated that the real-time ultrasound guidance for axillary brachial plexus block improves the success rate and reduce the mean time to onset of anesthesia and the time of block performance.

RESUMO OBJETIVO: Avaliar o valor da orientação por ultrassonografia (US) em tempo real para bloqueio do plexo braquial por via axilar (BPBA) pela taxa de sucesso e tempo de latência. MÉTODOS: Uma metanálise foi feita no Departamento de Anestesiologia do Segundo Hospital Afiliado da Universidade de Soochow, Suzhou, província de Jiangsu, China. Fizemos uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados Medline, Embasa e Cochrane de 2004 a 2014. A pesquisa foi feita com títulos de assuntos médicos e palavras de texto livre: axilla, axillary, brachial plexus, ultrasonography, ultrasound, ultrasonics. Dois revisores fizeram a pesquisa e avaliaram os estudos de forma independente. RESULTADOS: Sete estudos clínicos randômicos, um estudo de coorte e três estudos retrospectivos foram incluídos. Foram identificados 2.042 pacientes, dos quais 1.157 foram submetidos ao BPBA guiado por ultrassom (grupo US); o grupo controle incluiu 885 pacientes, dos quais 246 foram submetidos à abordagem tradicional (TRAD) e 639 à estimulação do nervo (EN). Nossa análise mostrou que a taxa de sucesso foi maior no grupo US em comparação com o grupo controle (90,64% vs. 82,21%, p< 0,00001). As médias do tempo necessário para fazer o bloqueio e do tempo de latência foram mais curtas no grupo US do que no grupo controle. CONCLUSÃO: O presente estudo demonstrou que a orientação por ultrassom em tempo real para o bloqueio do plexo braquial por via axilar melhora a taxa de sucesso e reduz a média do tempo de início da anestesia e do tempo de execução do bloqueio.

Humans , Ultrasonography, Interventional/methods , Brachial Plexus Block/methods , Time Factors , Randomized Controlled Trials as Topic , Treatment Outcome
Acta cir. bras ; 31(4): 218-226, Apr. 2016. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-781330


PURPOSE: To update the gross and sonographic anatomy and propose landmarks to perform ultrasound-guided (US-guided) axillary brachial plexus block (BPB) in rabbits. METHODS: Forty New Zeeland's rabbit (NZR) cadavers were dissected and the nerves were trimmed, identified, measured, and photographed. Additionally, in twenty NZRs, sonographic images of brachial plexus (BP) were performed through a simple-resolution ultrasound device. The US-guided block was achieved through a minimum volume of lidocaine necessary to surround the BP roots. The effectiveness of the brachial plexus block was assessed on sensitivity and motor functions. RESULTS: The BP resulted from connections between the ventral branches of the last four cervical spinal nerves and the first thoracic spinal nerve. In the axillary sonoanatomy, the BP appeared as an agglomerate of small, round hypoechoic structures surrounded by a thin hyperechoic ring. The amount of time and the minimum volume required to perform was 4.3 ± 2.3 min and 0.8 ± 0.3ml, respectively. CONCLUSIONS: The gross and sonographic anatomy of the BP showed uncommon morphological variations. Moreover, from sonographic landmarks, we showed complete reproducibility of the axillary US-guided brachial plexus block with simple resolution equipment and small volume of anesthetics required.

Animals , Male , Female , Rabbits , Brachial Plexus/anatomy & histology , Brachial Plexus/diagnostic imaging , Models, Animal , Brachial Plexus Block/methods , Axilla/innervation , Axilla/blood supply , Axillary Artery/anatomy & histology , Reproducibility of Results , Ultrasonography/methods , Anatomic Landmarks , Brachial Plexus Block/veterinary , Forelimb/innervation , Anesthetics, Local/administration & dosage
Rev. bras. anestesiol ; 65(3): 163-169, May-Jun/2015. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-748920


INTRODUCTION: The use of ultrasound in regional anesthesia allows reducing the dose of local anesthetic used for peripheral nerve block. The present study was performed to determine the minimum effective concentration (MEC90) of bupivacaine for axillary brachial plexus block. METHODS: Patients undergoing hand surgery were recruited. To estimate the MEC90, a sequential up-down biased coin method of allocation was used. The bupivacaine dose was 5 mL for each nerve (radial, ulnar, median, and musculocutaneous). The initial concentration was 0.35%. This concentration was changed by 0.05% depending on the previous block; a blockade failure resulted in increased concentration for the next patient; in case of success, the next patient could receive or reduction (0.1 probability) or the same concentration (0.9 probability). Surgical anesthesia was defined as driving force ≤2 according to the modified Bromage scale, lack of thermal sensitivity and response to pinprick. Postoperative analgesia was assessed in the recovery room with numeric pain scale and the amount of drugs used within 4 h after the blockade. RESULTS: MEC90 was 0.241% [R 2: 0.978, confidence interval: 0.20-0.34%]. No patient, with successful block, reported pain after 4 h. CONCLUSION: This study demonstrated that ultrasound guided axillary brachial plexus block can be performed with the use of low concentration of local anesthetics, increasing the safety of the procedure. Further studies should be conducted to assess blockade duration at low concentrations. .

INTRODUÇÃO: O uso do ultrassom na anestesia regional permite a redução da dose de anestésico local utilizada para o bloqueio de nervos periféricos. O presente estudo foi conduzido com o objetivo de determinar a concentração mínima efetiva (CME90) de bupivacaína para o bloqueio do plexo braquial via axilar (BPVA). MÉTODOS: Pacientes submetidos a cirurgias da mão foram recrutados. Foi usado um método de alocação "biased coin" seqüencial "up-down" para estimar a CME90. A dose de bupivacaína foi de 5 mL para cada nervo (radial, ulnar, mediano e musculocutâneo). A concentração inicial de era 0,35%. Essa concentração era alterada em 0,05% dependendo do bloqueio anterior: a falha do bloqueio resultava em aumento da concentração para o próximo paciente; no caso de sucesso, o próximo paciente poderia receber ou redução (probabilidade de 0,1) ou mesma concentração (probabilidade 0,9). A anestesia cirúrgica foi definida como força motora ≤ 2 segundo a escala de Bromage modificada, ausência de sensibilidade térmica e de resposta ao pinprick. A analgesia pós-operatória foi verificada na sala de recuperação anestésica com escala numérica de dor e a quantidade de analgésicos utilizados até 4 horas após o bloqueio. RESULTADOS: A CME90 foi de 0,241% [R2: 0,978, Intervalo de Confiança: 0,20%-0,34%]. Além disso, nenhum paciente com sucesso do bloqueio apresentou dor após 4 horas. CONCLUSÃO: Este estudo demonstrou que pode-se realizar o BPVA guiado por ultrassom utilizando-se baixas concentrações de anestésico local, aumentando a segurança do procedimento. Novos estudos devem ser realizados para avaliar a duração de bloqueios com baixas concentrações. .

INTRODUCCIÓN: El uso de la ecografía en la anestesia regional permite la reducción de la dosis de anestésico local utilizada para el bloqueo de nervios periféricos. El presente estudio fue llevado a cabo con el objetivo de determinar la concentración mínima efectiva (CME90) de bupivacaína para el bloqueo del plexo braquial vía axilar. MÉTODOS: Fueron reclutados pacientes sometidos a cirugías de la mano. Se usó un método de ubicación "biased coin" secuencial "up-down" para estimar la CME90. La dosis de bupivacaína fue de 5 mL para cada nervio (radial, cubital, mediano y musculocutáneo). La concentración inicial era de un 0,35%. Esa concentración era alterada en un 0,05% dependiendo del bloqueo anterior: El fallo del bloqueo revertía en un aumento de la concentración al próximo paciente; en caso de éxito, el próximo paciente podría recibir o una reducción (probabilidad de 0,1) o la misma concentración (probabilidad 0,9). La anestesia quirúrgica fue definida como fuerza motora ≤ 2 según la escala de Bromage modificada, ausencia de sensibilidad térmica y de respuesta al pinprick (test del pinchazo de la aguja). La analgesia postoperatoria fue verificada en la sala de recuperación anestésica con la escala numérica de dolor y la cantidad de analgésicos utilizados hasta 4 h después del bloqueo. RESULTADOS: La CME90 fue del 0,241% [R2: 0,978, intervalo de confianza: 0,20-0,34%]. Además, ningún paciente con éxito en el bloqueo tuvo dolor después de 4 h. CONCLUSIÓN: Este estudio demostró que se puede realizar el bloqueo del plexo braquial vía axilar guiado por ecografía utilizando bajas concentraciones de anestésico local, aumentando la seguridad del procedimiento. Nuevos estudios deben ser realizados para calcular la duración de bloqueos con bajas concentraciones. .

Humans , Male , Female , Adult , Bupivacaine/administration & dosage , Ultrasonography, Interventional/methods , Brachial Plexus Block/methods , Anesthetics, Local/administration & dosage , Pain, Postoperative/prevention & control , Pain Measurement , Dose-Response Relationship, Drug , Hand/surgery
Rev. bras. anestesiol ; 64(1): 49-53, Jan-Feb/2014. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-704240


Justificativa e objetivo: o uso do ultrassom para acompanhar o correto posicionamento da agulha e a dispersão do anestésico local permitiu a redução do volume de anestésico local necessário para o bloqueio de nervos periféricos. Existem poucos trabalhos sobre o volume mínimo efetivo de anestésico local para o bloqueio do plexo braquial via axilar (BPVA). Este estudo foi conduzido com o objetivo de determinar o volume mínimo efetivo (VE90) de bupivacaína 0,5% comadrenalina (1:200.000) para o BPVA guiado por ultrassom. Método: o método up-and-down proposto por Massey e Dixon foi usado para o cálculo do volume mínimo efetivo. A dose inicial foi de 5 ml por nervo (radial, mediano, ulnar e musculocutâneo). No caso de falha do bloqueio, o volume era aumentado em 0,5 mL por nervo. O sucesso do bloqueio resultava na diminuição do volume em 0,5 mL por nervo para o paciente subsequente. O sucesso do bloqueio foi definido como bloqueio da função motora ≤ 2 segundo a escala de Bromage modificada, ausência de sensibilidade térmica e de resposta ao pinprick. Foi definido como critério para término do estudo a obtenção de cinco casos de falha seguidos de casos de sucesso. Resultados: foram incluídos 19 pacientes no estudo. O volume mínimo efetivo (VE90) de bupi-vacaína 0,5% com 1:200.000 de adrenalina foi de 1,56 ml (IC 95% 0,99-3,5) por nervo. Conclusão: este trabalho corrobora alguns estudos que mostram que é possível obter anestesia cirúrgica com baixos volumes de anestésico local para bloqueios de nervo periférico guiados por ultrassom. .

Background and objective: The use of ultrasound for needle correct placement and local anesthetic spread monitoring helped to reduce the volume of local anesthetic required for peripheral nerve blocks. There are few studies of the minimum effective volume of local anesthetic for axillary brachial plexus block. The aim of this study was to determine the minimum effective volume (VE90) of 0.5% bupivacaine with epinephrine (1:200,000) for ultrasound guided ABPB. Method: Massey and Dixon's up-and-down method was used to calculate the minimum effective volume. The initial dose was 5 mL per nerve (radial, median, ulnar, and musculocutaneous). In case of blockade failure, the volume was increased to 0.5 mL per nerve. A successful blockade resulted in decreased volume of 0.5 mL per nerve to the next patient. Successful blockade was defined as a motor block ≤2, according to the modified Bromage scale; lack of thermal sensitivity; and response to pinprick. The achievement of five cases of failure followed by success cases was defined as criterion to complete the study. Results: 19 patients were included in the study. The minimum effective volume (VE90) of 0.5% bupivacaine with 1:200,000 epinephrine was 1.56 mL (95% CI, 0.99-3.5) per nerve. Conclusion: This study is in agreement with some other studies, which show that it is possible to achieve surgical anesthesia with low volumes of local anesthetic for ultrasound-guided peripheral nerve blocks. .

Justificación y objetivo: el uso del ultrasonido para acompanar el correcto posicionamiento de la aguja y la dispersión del anestésico local ha permitido la reducción del volumen de anestésico local necesario para el bloqueo de los nervios periféricos. Existen pocos trabajos sobre el volumen mínimo efectivo de anestésico local para el bloqueo del plexo braquial vía axilar. Este estudio fue llevado a cabo con el objetivo de determinar el volumen mínimo efectivo (VE90) de bupivacaína al 0,5% con adrenalina (1:200.000) para el bloqueo del plexo braquial vía axilar guiado por ultrasonido. Método: el método up-and-down propuesto por Massey y Dixon fue usado para el cálculo del volumen mínimo efectivo. La dosis inicial fue de 5mL por nervio (radial, mediano, cubital y musculocutáneo). En el caso de fallo en el bloqueo, el volumen se aumentaba a 0,5 mL por nervio. El éxito del bloqueo traía la disminución del volumen en 0,5 mL por nervio para el paciente posterior. El éxito del bloqueo se definió como bloqueo de la función motora < 2 según la escala de Bromage modificada, ausencia de sensibilidad térmica y de respuesta al pinprick. Quedó definido como criterio para el término del estudio la obtención de 5 casos de fallo seguidos de casos de éxito. Resultado: se incluyeron 19 pacientes en el estudio. El volumen mínimo efectivo (VE90) de bupivacaína al 0,5% con 1:200.000 de adrenalina fue de 1,56 mL (IC 95%: 0,99-3,5) por nervio. Conclusiones: este trabajo corrobora algunos estudios que muestran que se puede obtener la anestesia quirúrgica con bajos volúmenes de anestésico local para bloqueos de nervio periférico guiados por ultrasonido. .

Adult , Female , Humans , Male , Middle Aged , Anesthetics, Local/administration & dosage , Brachial Plexus Block/methods , Bupivacaine/administration & dosage , Ultrasonography, Interventional