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1.
Femina ; 49(8): 488-493, 20210831. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1342419

ABSTRACT

Objetivo: Calcular taxa de parto vaginal e cesárea em pacientes com uma cesárea anterior e gestação a termo, bem como fatores associados à recorrência de cesaria- na. Métodos: Estudo caso-controle, por meio de dados de prontuário de gestantes a termo com uma cesárea prévia admitidas para parto na Maternidade Darcy Vargas do município de Joinville (SC), em 2019. Resultados: Foram analisadas 788 pacientes, das quais 331 (42,00%) tiveram parto normal (PN) e 457 (58,00%), cesárea (CS). O grupo PN foi composto por mulheres mais velhas (29; 28) e com mais gestações que o grupo CS, possuindo pelo menos um parto normal prévio (171; 57; p < 0,001). Como fator de risco para recorrência de cesárea, destacou-se a presença de colo desfavorável no momento do parto (47; 356; p < 0,001). Internação por trabalho de parto (284; 92; p < 0,001) e ruptura prematura de membranas (RUPREME) (33; 79; p = 0,030) estão entre os fatores de proteção para ocorrência de uma nova cesariana. Conclusão: A taxa de parto vaginal pós-cesariana (VBAC) foi de 42% e a de parto cesáreo foi de 58%, condi- zente com valores de referência mundiais. O fato de ter um ou mais partos normais anteriores e internar-se em trabalho de parto ou com RUPREME foi fator protetor contra a repetição da cesárea, enquanto o colo desfavorável no momento da inter- nação foi fator de risco. Há grande divergência na literatura, sendo necessários mais estudos para elaborar estratégias que auxiliem profissionais e pacientes a decidirem pela melhor via de parto após cesariana anterior.(AU)


Objective: To calculate the rate of vaginal and cesarean delivery in patients with pre- vious cesarean section and pregnancy to term, as well as factors associated with recur- rent abdominal delivery. Methods: Case-control study, by medical records of pregnant women to term with a previous cesarean section admitted for delivery at Maternity Dar- cy Vargas in the city of Joinville (SC) in 2019. Results: 788 patients, of which 331 (42,00%) had a normal delivery (PN) and 457 (58,00%) cesarean section (CS). The PN group was composed of older women (29;28), and who had more pregnancies than the CS group, having at least 1 previous vaginal birth (171; 57; p < 0,001). As a risk factor for cesarean recurrence, the presence of an unfavorable cervix at the time of delivery was highlighted (47; 356; p < 0,001). Hospitalization for labor (284; 92; p < 0,001) and premature rupture of membranes (33; 79; p = 0,030) are among the protective factors for the occurrence of a new cesarean section. Conclusion: The post-cesarean vaginal birth (VBAC) rate was 42% and the cesarean delivery rate was 58%, consistent with world reference values. The fact of having one or more previous normal bir- ths, hospitalization in labor or with premature rupture of fetal membranes were protective factors against the repetition of cesarean section, while the unfavorable cervix at the time of hospitalization was a risk factor. There is divergence in litera- ture, therefore more studies are needed to develop strategies that help professionals and patients to decide on the best way of delivery after a previous cesarean section.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Cesarean Section/statistics & numerical data , Cesarean Section, Repeat/statistics & numerical data , Natural Childbirth/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Case-Control Studies , Medical Records , Risk Factors , Rates, Ratios and Proportions
2.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(3): 697-727, July-Sept. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1346993

ABSTRACT

Abstract Objectives: this study systematically reviewed the literature in order to better understand the association among COVID-19, pregnancy and neonates. Methods: MEDLINE, EMBASE, Web of Science, BVS and SCOPUS were assessed, considering the terms: (covid 19 OR covid-19 OR novel coronavirus OR 2019 novel coronavirus OR 2019-nCoV OR sarscov 2 OR sars-cov-2 OR sarscov2 OR sars cov-2) AND (pregnancy OR pregnant OR pregnant women OR gestation OR gestational) AND (infant OR fetal OR neonatal). Thirty full-text were included (408 pregnant women, 11 non-pregnant women and 279 neonates). Results: fever (45.83%) and cough (31.61%) were the main symptoms of COVID-19 during the pregnancy. Low levels of lymphocytes (32.10%), elevated levels of C-reactive protein (32.35%); leukocytosis (29.41%); neutrophil (5.88%); and radiographic alterations on chest CT, x-ray or ultrasound (45.84%) were the main laboratorial findings. Cesarean delivery and preterm were registered in 239 and 49 cases, respectively. Ten neonates tested positive for SARS-CoV-2. Conclusion: when COVID-19 pneumonia affects women during pregnancy, the symptoms are similar to those experienced by non-pregnant women. In addition, there is still no plausible evidence suggesting vertical transmission of SARS-CoV-2 virus from mother to child.


Resumo Objetivos: este estudo revisou sistematicamente a literatura para melhor compreender a associação entre COVID-19, gravidez e neonatos. Métodos: MEDLINE, EMBASE, Web of Science, BVS e SCOPUS foram acessadas, considerando os termos: (covid 19 OR covid-19 OR novel coronavirus OR 2019 novel coronavirus OR 2019-nCoV OR sarscov 2 OR sars-cov-2 OR sarscov2 OR sars cov-2) AND (pregnancy OR pregnant OR pregnant women OR gestation OR gestational) AND (infant OR fetal OR neonatal). Trinta textos completos foram incluídos (408 gestantes, 11 mulheres nãogestantes e 279 recém-nascidos). Resultados: febre (45,83%) e tosse (31,61%) foram os principais sintomas da COVID-19 durante a gestação. Baixos níveis de linfócitos (32,10%), elevados níveis de proteínas Creativa (32,35%); leucocitose (29,41%); neutrófilo (5,88%); e alterações radiográficas sob tomografia computadorizada de tórax, radiografia ou ultrasom (45,84%) foram os principais achados laboratoriais. Parto por cesárea e prematuridade foram registrados em 239 e 49 casos, respectivamente. Dez recém-nascidos testaram positivo para o virus SARS-CoV-2. Conclusão: quando a pneumonia COVID-19 afeta mulheres durante a gravidez, os sintomas são semelhantes aos experimentados por mulheres não grávidas. Além disso, ainda não há evidências plausíveis que sugiram a transmissão vertical do vírus SARS-CoV-2 de mãe para filho.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Infant, Premature , Pregnancy , Risk Factors , COVID-19/diagnosis , COVID-19/epidemiology , Cesarean Section/statistics & numerical data , Risk Index , Parturition , COVID-19 Serological Testing
3.
Femina ; 49(7): 414-420, 20210731. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1290589

ABSTRACT

Objetivo: Comparar a taxa de cesarianas em duas maternidades públicas no estado do Rio de Janeiro, denominadas Maternidades A e B. Métodos: Foram extraídos das Declarações de Nascido Vivo (DNVs) dados sobre partos ocorridos no período de agosto a outubro de 2018, sendo realizada a classificação deles nos grupos de Robson. Foi possível identificar as características da população atendida e os grupos de maior representatividade que contribuíram para a taxa de cesarianas. Resultados: A idade média geral das puérperas em estudo foi de 25,7 anos. Verificou-se que ambas as maternidades apresentam taxas de cesarianas elevadas (a Maternidade A apresentou 46,4% e a Maternidade B, 34,4%), sendo a taxa geral do estudo de 40,1%. Analisando as características da população de ambas as maternidades, a maioria atendida na Maternidade A é representada por nulíparas com feto único e a termo (grupo 2 = 21,1%), e a Maternidade B é representada, em sua maioria, por multíparas, sem cesárea prévia, com feto único e a termo (grupo 3 = 22,9%). O grupo 2 foi o que mais contribuiu para a taxa geral de cesariana em ambas as maternidades, após o grupo de pacientes com pelo menos uma cesárea prévia (grupo 5), sendo 26% na Maternidade A e 33,1% na Maternidade B. Conclusão: Foi possível concluir que ambas as maternidades em estudo apresentaram taxas de cesarianas menores que a nacional, porém muito acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ambas apresentaram valores consideráveis de preenchimento inadequado das DNVs.(AU)


Objective: To compare the cesarean section rate in two public maternity hospitals in the state of Rio de Janeiro, called maternity hospitals A and B. Methods: Data from Certificates of Live Births (DNVs) occurred during the period from August to October 2018 were extracted and their classification was performed in Robson's groups. Through this classification it was possible to identify the characteristics of the population served and the most representative groups that contributed to the cesarean section rate. Results: The overall average age of the puerperal women under study was 25.7 years. Both maternities showed higher caesarean section rates (Maternity A had a rate of 46.4% and Maternity B 34.4%), with the overall study rate of 40.1%. Analyzing the characteristics of the population of both maternities, the majority attended at Maternity A is represented by nulliparous women with single and full-term fetuses (group 2 = 21.1%), and Maternity B is mostly represented by multiparous women, without previous cesarean section, with single and full-term fetus (group 3 = 22.9%). It was group 2 that most contributed to the overall cesarean section rate after the group of patients with at least one previous cesarean section (group 5), being 26% in Maternity A and 33.1% in Maternity B. Conclusion: It was concluded that both maternity hospitals under study had caesarean section rates lower than the national rate, but much higher than recommended by World Health Organization (WHO). In addition, both presented considerable values of inadequate filling of DNVs.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Cesarean Section/statistics & numerical data , Hospitals, Maternity/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Comparative Study , Cross-Sectional Studies , Live Birth/epidemiology
4.
An. Facultad Med. (Univ. Repúb. Urug., En línea) ; 8(1): e202, jun. 2021. tab, graf
Article in Spanish | LILACS, BNUY, UY-BNMED | ID: biblio-1248716

ABSTRACT

Se realizó un analisis de la tasa de cesáreas en dos maternidades públicas de referencia de Uruguay (Hospital de Clínicas y Centro Hospitalario Pereira Rossell) utilizando la clasificación de Robson para compararlas entre sí, mediante un estudio observacional, descriptivo, retrospectivo y transversal en un periodo de 10 años y 10 meses (2009-2019). Se analizaron 85.526 nacimientos (7.685 (8,9%) en el Clínicas vs 77.841 (91.1%) Pereira Rossell). El porcentaje de cesáreas por año en el Clínicas fue 49,2% ± 5 vs 29,3% ± 3 en Pereira Rossell. Los grupos de Robson más prevalentes fueron 1, 5A y 10 en el Clínicas vs 3, 1 y 5A en Pereira Rossell. En ambos centros los grupos con mayor contribución relativa a la tasa global de cesáreas fueron: 5A, 10 y 1. Ambos centros presentan un aumento en la tasa de cesárea en la última década, pese a que se asisten poblaciones dispares entre cada uno de ellos. Se debe seguir buscando estrategias que ayuden a reducir la tasa de cesáreas principalmente en pacientes sin cesáreas anteriores o con una única cesárea previa, en caso de no presentan contraindicaciones para el parto vaginal.


An analysis of the caesarean section rate was carried out in two reference public maternity wards in Uruguay (Hospital de Clínicas and Centro Hospitalario Pereira Rossell) using Robson's classification to compare them with each other, through an observational, descriptive, retrospective and cross-sectional study in a period 10 years and 10 months (2009-2019). 85,526 births were analyzed (7,685 (8.9%) in the Clinics vs 77,841 (91.1%) Pereira Rossell). The percentage of caesarean sections per year in the Clinics was 49.2% ± 5 vs 29.3% ± 3 in Pereira Rossell. The most prevalent Robson groups were 1, 5A and 10 in the Clinicas vs 3, 1 and 5A in Pereira Rossell. In both centers, the groups with the highest relative contribution to the overall rate of cesarean sections were: 5A, 10 and 1. Both centers show an increase in the rate of cesarean section in the last decade, despite the fact that different populations are attended between each of them. Strategies should continue to be sought to help reduce the rate of cesarean sections, mainly in patients without previous cesarean sections or with a single previous cesarean section, if they do not present contraindications for vaginal delivery.


Foi realizada análise da taxa de cesárea em duas maternidades públicas de referência do Uruguai (Hospital de Clínicas e Centro Hospitalario Pereira Rossell), utilizando a classificação de Robson para compará-las, por meio de estudo observacional, descritivo, retrospectivo e transversal. em um período de 10 anos e 10 meses (2009-2019). Foram analisados 85.526 partos (7.685 (8,9%) nas Clínicas vs 77.841 (91,1%) Pereira Rossell). A porcentagem de cesarianas por ano nas Clínicas foi de 49,2% ± 5 vs 29,3% ± 3 em Pereira Rossell. Os grupos de Robson mais prevalentes foram 1, 5A e 10 nas Clínicas vs 3, 1 e 5A em Pereira Rossell. Em ambos os centros, os grupos com maior contribuição relativa para a taxa global de cesárea foram: 5A, 10 e 1. Ambos os centros apresentam aumento da taxa de cesárea na última década, apesar de diferentes populações serem atendidas entre cada um deles. Estratégias devem continuar a ser buscadas para ajudar a reduzir a taxa de cesárea, principalmente em pacientes sem cesárea anterior ou com cesárea única, se não apresentarem contra-indicações para parto normal.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Cesarean Section/statistics & numerical data , Hospitals, Maternity/statistics & numerical data , Hospitals, University/statistics & numerical data , Uruguay/epidemiology , Cesarean Section/trends , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Hospitals, Public/statistics & numerical data
5.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(2): 399-408, Apr.-June 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1340648

ABSTRACT

Abstract Objectives: describe mothers, pregnancies and newborns' characteristics according to the type of childbirth history and to analyze repeated cesarean section (RCS) and vaginal delivery after cesarean section (VBACS), in São Paulo State in 2012. Methods: data are from the Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Live Birth Information Systems). To find the RCS's group, the current type of childbirth equal to cesarean section was selected and from these all the previous cesareans. To identify the VBACS's group all live birth with current vaginal delivery were selected and from these all previous cesareans. Mothers with a history of RCS and VBACS were analyzed according to the characteristics of the pregnancy, newborn and the childbirth hospital. Results: 273,329 mothers of live birth with at least one previous child were studied. 43% of these were born of RCS and 7.4% of VBACS. Mothers who underwent RCS are older and higher educated and their newborns presented a lower incidence of low birth weight. Early term was the most frequent rating for gestational age born of RCS. Live births were of VBACS and had greater proportions of late term. The RCS was more common in hospitals not affiliated with the Sistema Único de Saúde (SUS) (Public Health System) (44.1%). Conclusion: the high RCS's rates, especially in the private sector, highlight the necessity of improvements in childbirth care model in São Paulo.


Resumo Objetivos: descrever características das mães, da gestação e do recém-nascido, segundo histórico de tipo de parto, analisando repetição de cesárea (RC) e parto vaginal após cesárea (PVAC), no Estado de São Paulo, em 2012. Métodos: os dados são provenientes do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Para encontrar o conjunto RC, selecionou-se o tipo de parto atual igual a cesárea e destes buscou-se todos com cesárea anterior. Para identificar o grupo PVAC, selecionou-se os recém-nascido com parto atual vaginal e destes buscou-se todos com cesárea anterior. Foram analisadas mães com história de RC e PVAC, segundo características da gestação, do recémnascido e hospital do parto. Resultados: estudou-se 273.329 nascidos vivos de mães com pelo menos um filho anterior. Destes, 43% nasceram por RC e 7,4% por PVAC. As mães que realizaram RC são mais velhas e mais escolarizadas, seus recém-nascidos apresentaram menor proporção de baixo peso ao nascer. Termo precoce foi a mais frequente idade gestacional dos que nasceram por RC. Os recém-nascidos por PVAC apresentaram maiores proporções de termo tardio. RC foi mais frequente nos hospitais sem vínculo com o Sistema Único de Saúde (44,1%). Conclusão: as altas taxas de RC, principalmente no setor privado, evidenciam necessidade de melhoras no modelo de atenção ao parto em São Paulo.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Unified Health System , Cesarean Section/statistics & numerical data , Vaginal Birth after Cesarean/statistics & numerical data , Cesarean Section, Repeat/statistics & numerical data , Midwifery , Brazil/epidemiology , Infant, Low Birth Weight , Pregnant Women , Live Birth/epidemiology
6.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(2): 84-90, Feb. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1156087

ABSTRACT

Abstract Objective To analyze and compare the frequency of cesarean sections and vaginal deliveries through the Robson Classification in pregnant women attended at a tertiary hospital in two different periods. Methods Cross-sectional, retrospective study of birth records, comprising 4,010 women, conducted from January 2014 to December 2015 in the only public regional referral hospital for the care of high- risk pregnancies, located in Southern Brazil. Results The overall cesarean section rate reached 57.5% and the main indication was the existence of a previous uterine cesarean scar. Based on the Robson Classification, groups 5 (26.3%) and 10 (17.4%) were the most frequent ones. In 2015, there was a significant increase in the frequency of groups 1 and 3 (p < 0.001), when compared with the previous year, resulting in an increase in the number of vaginal deliveries (p < 0.0001) and a reduction in cesarean section rates. Conclusion The Robson Classification proved to be a useful tool to identify the profile of parturients and the groups with the highest risk of cesarean sections in different periods in the same service. Thus, it allowsmonitoring in a dynamic way the indications and delivery routes and developing actions to reduce cesarean rates according to the characteristics of the pregnant women attended.


Resumo Objetivo Analisar e comparar a frequência de partos cesáreos e vaginais através da classificação de Robson em gestantes atendidas em um hospital terciário em dois períodos distintos. Métodos Estudo transversal retrospectivo de registros de nascimento, compreendendo 4.010 mulheres, realizado de janeiro de 2014 a dezembro de 2015 no único hospital público de referência regional para atendimento de gestações de alto risco, localizado no sul do Brasil. A via de parto foi avaliada e as mulheres foram classificadas de acordo com a Classificação de Robson. Resultados A taxa geral de cesariana foi de 57,5% e a principal indicação foi a existência de cicatriz uterina por cesariana prévia. Quando aplicada a Classificação de Robson, os grupos mais frequentes foram o 5 (26,3%) e o 10 (17,4%). No ano de 2015, ocorreu um aumento significativo da frequência dos grupos 1 e 3 (p < 0,001), quando comparado ao ano anterior, resultando em aumento do número de partos vaginais (p < 0,0001) e redução das taxas de cesariana. Conclusão A Classificação de Robson mostra ser uma ferramenta útil para identificar o perfil das parturientes e os grupos com maior risco de cesariana em diferentes períodos em um mesmo serviço. Desta forma, permitemonitorar de forma dinâmica as indicações e vias de parto e desenvolver ações para redução das taxas de cesariana conforme as características das gestantes atendidas.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Young Adult , Prenatal Care , Cesarean Section/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Pregnancy Outcome , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Risk Factors , Vaginal Birth after Cesarean/statistics & numerical data , Risk Assessment , Tertiary Care Centers
7.
Esc. Anna Nery Rev. Enferm ; 25(1): e20200102, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1124794

ABSTRACT

RESUMO Objetivo identificar os fatores associados às práticas assistenciais ao recém-nascido adotadas na sala de parto de uma maternidade na baixada litorânea do Rio de Janeiro. Método estudo transversal, realizado em instituição pública no estado Rio de Janeiro, mediante coleta de dados em prontuários de nascimentos entre 2015 e 2017. Na associação entre variáveis, adotou-se o Teste Qui-Quadrado e a regressão logística. Resultados entre 351 (100,0%) prontuários, constituíram-se como práticas realizadas na sala de parto: contato pele a pele e aleitamento materno precoce (28,0%); secagem (92,3%); aspiração oronasofaríngea (82,1%); aspiração gástrica (52,7%); aspiração traqueal (12,2%); oxigênio inalatório (7,7%); e encaminhamento ao Alojamento Conjunto (91,1%). O contato precoce com o seio materno esteve associado ao tipo de parto (p=0,043) e às alterações no exame físico (p=0,001). Possuir alterações no exame físico ao nascimento diminuiu significativamente as chances de o bebê ser colocado nessa posição ainda na sala de parto (p=0,001) assim como os recém-nascidos de parto cesáreo (p=0,045). Nascer de cesárea aumentou duas vezes as chances de o recém-nascido ser submetido à aspiração gástrica (p=0,002). Conclusão e implicações para a prática é premente organizar as rotinas dos serviços, de modo a evitar intervenções desnecessárias visando uma atenção obstétrica e neonatal humanizada e de qualidade.


ABSTRACT Objective to identify the factors associated with newborn care practices adopted in the delivery room of a maternity hospital in the coastal lowlands of Rio de Janeiro. Method a cross-sectional was study carried out in a public institution in the state of Rio de Janeiro using data collected from birth records between 2015 and 2017. The chi-square test and logistic regression were adopted to associate the variables. Results among 351 (100.0%) medical records, the following constituted practices performed in the delivery room: skin-to-skin contact and early breastfeeding (28.0%); drying (92.3%); oronasopharyngeal aspiration (82.1%); gastric aspiration (52.7%); tracheal aspiration (12.2%); inhaled oxygen (7.7%); and rooming-in referral (91.1%). Early breastfeeding was associated with the type of delivery (p=0.043) and changes in physical examination (p=0.001). Changes in the physical examination at birth significantly decreased the chances of babies being placed in this position while still in the delivery room (p=0.001), as well as newborns delivered by cesarean section (p=0.045). Being born by cesarean section increased the chances of newborns being submitted to gastric aspiration twice (p=0.002). Conclusion and implications for practice it is urgent to organize the routines of services in order to avoid unnecessary interventions aiming at humanized and quality obstetric and neonatal care.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Young Adult , Perinatal Care/statistics & numerical data , Delivery Rooms/standards , Evidence-Based Practice , Apgar Score , Prenatal Care/statistics & numerical data , Rooming-in Care , Breast Feeding , Cesarean Section/statistics & numerical data , Cross-Sectional Studies , Humanization of Assistance , Natural Childbirth/statistics & numerical data
8.
Esc. Anna Nery Rev. Enferm ; 25(2): e20200116, 2021. tab
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1142950

ABSTRACT

RESUMO Objetivo Estimar a ocorrência do contato pele a pele imediato e sua associação aos fatores sociodemográficos, obstétricos, assistenciais e de nascimento em uma maternidade da Zona da Mata Mineira. Método Estudo transversal realizado com 222 primíparas por meio de entrevista e dados do prontuário. Os dados foram codificados, categorizados, digitados e analisados pelo programa Epi info 7.0. Utilizou-se a regressão logística múltipla. Resultados A ocorrência do contato pele a pele imediato foi de 30% e foi associado ao: profissional do parto não ser o mesmo do pré-natal (OR 3,17; IC 95% 1,52 -6,62), presença de acompanhante (OR 3,35; IC 95% 1,67-6,73) e realização de parto normal (OR 15,59; IC 95% 7,50-32,41). Conclusão e implicações para a prática É primordial incentivar o parto normal, sensibilizar profissionais e empoderar as mulheres sobre o direito do acompanhante e contato pele a pele, pois este minimiza as intervenções na primeira hora, estimula o vínculo e promove a amamentação.


RESUMEN Objetivo Estimar la prevalencia del contacto inmediato piel a piel y su asociación con factores sociodemográficos, obstétricos, asistenciales y de nacimiento en una sala de maternidad en la Zona de la Mata Minera (Brasil). Método Estudio transversal realizado con 222 mujeres primíparas, a través de entrevistas y datos de registros médicos. Los datos fueron codificados, categorizados, tipificados y analizados por el programa Epi info 7.0. Se utilizó la regresión logística múltiple. Resultados La incidencia del contacto inmediato piel a piel fue del 30% y se asoció con: profesional del parto que no es lo mismo que de la asistencia prenatal (OR 3.17; IC del 95% 1.52 -6.62), presencia de acompañante (OR 3.35; IC 95% 1.67-6.73) y parto normal (OR 15.59; IC 95% 7.50-32.41). Conclusión e implicaciones para la práctica Es esencial fomentar el parto normal, sensibilizar a los profesionales y empoderar a las mujeres sobre el derecho del acompañante y el contacto piel a piel, ya que esto minimiza las intervenciones en la primera hora, estimula el vínculo y promueve la lactancia materna.


ABSTRACT Objective To estimate the prevalence of early skin-to-skin contact and its association with sociodemographic, obstetric, assistance and birth factors in a maternity located in the Forest Zone of Minas Gerais (southeast Brazil). Method A cross-sectional study was carried out with 222 primiparous women, by means of interview and data from the medical records. The data were coded, categorized, typed and analyzed using the Epi info 7.0 software. Multiple logistic regression was used. Results The occurrence of skin-to-skin contact was 30% and was associated with: professional delivery not being the same as prenatal care (OR 3.17; 95% CI 1.52 -6.62), presence of companion (OR 3.35; 95% CI 1.67-6.73) and normal delivery (OR 15.59; 95% CI 7.50-32.41). Conclusion and implications for practice It is essential to encourage normal childbirth, sensitize professionals and empower women about the right of the companion and skin-to-skin contact, as this minimizes interventions in the first hour, stimulates mother-baby bond and promotes breastfeeding.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Postpartum Period , Mother-Child Relations , Socioeconomic Factors , Cesarean Section/statistics & numerical data , Cross-Sectional Studies , Perinatal Care , Natural Childbirth/statistics & numerical data , Object Attachment
9.
Rev. panam. salud pública ; 45: e16, 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1252024

ABSTRACT

ABSTRACT Objective. To determine the distribution of cesarean sections performed in teaching hospitals participating in the Project for Improvement and Innovation in the Care and Teaching of Obstetrics and Neonatology (Apice ON) using the Robson Classification. Methods. Cross-sectional descriptive study on cesarean sections performed at Apice ON hospitals according to the Robson Classification, using secondary data from the 2017 Live Births Information System on the year prior to project implementation, hence a baseline study. Hospitals are described according to their geographic distribution and cesarean section rates, using absolute and relative frequencies. Results. The proportions of newborns by Robson groups were similar to those proposed by the World Health Organization, except for Group 5 (with previous cesarean section) and Group 10 (preterm), with regional differences. The teaching hospitals' average cesarean section rates ranged from 24.8% to 75.1%, exceeding by far the recommended values, even in Robson groups considered low risk for cesarean section (Groups 1 to 4). Conclusions. Brazilian teaching hospitals displayed cesarean section rates higher than those recommended by the World Health Organization for all groups; a worrisome fact, as by teaching they induce attitudes in future professional practices. These results highlight the importance of a reliable information system. Monitoring and evaluation of cesarean sections using the Robson Classification can be an important tool to guide management and propose actions to reduce rates. Countries with high cesarean section rates might explore this hypothesis in their teaching hospitals in order to define policies for the reduction of their rates.


RESUMEN Objetivo. Utilizar la clasificación de Robson para determinar la distribución de las cesáreas realizadas en los hospitales universitarios que participan en el proyecto para la mejora y la innovación en la atención y la enseñanza de la obstetricia y la neonatología (Apice ON). Métodos. Se empleó la clasificación de Robson para realizar un estudio descriptivo transversal sobre las cesáreas realizadas en los hospitales del proyecto Apice ON. Se utilizaron datos secundarios procedentes del Sistema de Información de Nacidos Vivos del 2017 correspondientes al año anterior a la ejecución del proyecto, a modo de estudio de referencia. Los hospitales se clasifican según su distribución geográfica y sus tasas de realización de cesáreas, usando frecuencias absolutas y relativas. Resultados. Las proporciones de recién nacidos por grupos de Robson fueron similares a las propuestas por la Organización Mundial de la Salud, a excepción de los grupos 5 (con cesárea anterior) y 10 (prematuro), con diferencias regionales. Las tasas de cesárea promedio de los hospitales universitarios variaron entre el 24,8% y el 75,1%. Estos valores superan con creces los valores recomendados, incluso para grupos de Robson considerados de bajo riesgo de cesárea (grupos 1 a 4). Conclusiones. Los hospitales universitarios de Brasil mostraron tasas de realización de cesáreas superiores a lo recomendado por la Organización Mundial de la Salud para todos los grupos. Este hecho es preocupante, ya que estos centros pueden incentivar ciertas actitudes en la práctica de los profesionales que forman. Estos resultados ponen de relieve la importancia de un sistema de información fiable. El seguimiento y la evaluación de la realización de cesáreas mediante la clasificación de Robson puede ser una herramienta útil para guiar la gestión y proponer medidas dirigidas a reducir las tasas. Esta hipótesis puede ser de interés para aquellos países con tasas elevadas de cesárea, cuyos hospitales universitarios podrían emplear este enfoque para definir políticas de reducción de sus tasas.


RESUMO Objetivo. Determinar a distribuição dos partos cesárea realizados em hospitais de ensino integrantes do Projeto de Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatologia (Apice ON) de acordo com a Classificação de Robson. Métodos. Estudo descritivo transversal de partos cesárea realizados em hospitais integrantes do Projeto Apice ON de acordo com a Classificação de Robson com base em dados secundários do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) de 2017 no ano anterior à implantação do projeto. Trata-se, portanto, de um estudo da linha de base. A análise foi realizada segundo a distribuição geográfica e as taxas de partos cesáreas dos hospitais, com o uso de frequências absolutas e relativas. Resultados. Os percentuais de recém-nascidos pelos grupos da Classificação de Robson foram similares aos propostos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), exceto para os grupos 5 (parto cesárea anterior) e 10 (parto prematuro), com variação regional. A taxa média de partos cesárea nos hospitais de ensino oscilou entre 24,8% e 75,1%, um patamar que está bem acima dos níveis recomendados, inclusive nos grupos de baixo risco para cesárea (grupos 1 a 4). Conclusões. Os hospitais de ensino no Brasil têm taxas de partos cesárea maiores que as recomendadas pela OMS para todos os grupos. É um fato preocupante porque o aprendizado é um indutor das práticas profissionais futuras. Os resultados deste estudo apontam para a importância de sistemas de informação confiáveis. O monitoramento e avaliação das cesáreas de acordo com a Classificação de Robson constituem um instrumento útil para orientar a conduta e propor ações para reduzir das taxas. Os países com altos índices de cesáreas deveriam considerar este modelo nos seus hospitais de ensino visando definir políticas para a redução das taxas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Cesarean Section/classification , Cesarean Section/statistics & numerical data , Hospitals, Maternity/statistics & numerical data , Hospitals, University/statistics & numerical data , Brazil , Cross-Sectional Studies , Health Information Systems
10.
Rev. Pesqui. (Univ. Fed. Estado Rio J., Online) ; 13: 1618-1625, jan.-dez. 2021. tab
Article in English, Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1337717

ABSTRACT

Objetivo: analisar a incidência de cesáreas e as condições clínicas de recém-nascidos de mães brasileiras e estrangeiras conforme a classificação de Robson. Método: estudo de corte transversal, retrospectivo e quantitativo, realizado em 2017 e 2018 em Foz do Iguaçu-PR. Foram incluídas mulheres que tiveram parto entre 2012 a 2016 (n=21.129). Para análise realizou o teste de associação Qui-Quadrado ou o teste G com o nível de significância de 5%. Resultados: a incidência de cesáreas foi de 46%. O grupo de Robson que mais contribuiu foi o 5 e grupos que se mostraram expressivos em relação a escores de Apgar inferior a 7 foram 5, 8, 9 e 10. Para estas mulheres, a necessidade de encaminhamento para cuidados intensivos foi mais expressiva para recém-nascidos do grupo 10. Conclusão: a classificação de Robson é importante para gestão clínica, sendo que o grupo 5 apresenta fatores que reduzem a chance de parto vaginal


Objective: to analyze the incidence of cesarean sections and the clinical conditions of newborns of Brazilian and foreign mothers according to Robson's classification. Method: cross-sectional, retrospective and quantitative study, carried out in 2017 and 2018 in Foz do Iguaçu- PR. Women who delivered between 2012 and 2016) n=21, 129) were included. For analysis, the Chi-Square association test the G test was performed with a significance level of 5%. Results: the incidence of cesarean sections was 46%. The Robson group that contributed most was 5 and groups that were exoressive in relation to Apgar scores below 7 were 5, 8, 9 and 10. For these women, the need for referral to intensive care was more expressive for newborns births in group 10. Conclusion: Robson-s classification is importante for clinical management, with group 5 presenting factors that reduce the chance of vaginal delivery


Objetivo: analizar la incidencia de cesáreas y las condiciones clínicas de los recién nacidos de madres brasileñas y extranjeras según la clasificación de Robson. Método: estudio transversal, retrospectivo y cuantitativo, realizado en 2017 y 2018 en Foz do Iguaçu-PR. Se incluyeron mujeres que dieron a luz entre 2012 y 2016 (n = 21,129). Se realizó la prueba de asociación Chi-Cuadrado o la prueba G con significancia del 5%. Resultados: la incidencia de cesáreas fue del 46%. El grupo de Robson que más contribuyó fue el 5 y los grupos que fueron expresivos en relación con Apgar por debajo de 7 fueron 5, 8, 9 y 10. La necesidad de derivación a cuidados intensivos fue más expresiva para los recién nacidos en el grupo 10. Conclusión: la clasificación de Robson es importante para el manejo clínico, con el grupo 5 presentando factores que reducen la posibilidad de parto vaginal


Subject(s)
Humans , Female , Cesarean Section/classification , Cross-Sectional Studies , Border Health , Cesarean Section/statistics & numerical data
11.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 20(4): 1137-1149, Oct-Dec. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1155294

ABSTRACT

Abstract Objectives: to analyze the relation between cesarean section rates in SUS childbirth care establishments in São Paulo State and urbanization conditions, according to Robson group classification system. Methods: Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Live Births Information System) and Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (National Registry of Health Establishments) 2016 databases were analyzed. The studied outcome was cesarean section rates in the establishments, grouped by administration type (public or nonprofit entities) and urbanization condition. Results: the cesarean section rate in SUS childbirth care establishments was 50.5%, ranging from 41.1% in metropolitan regions up to 75.2% in the low urbanized regions. Cesarean section rates in public administration establishments (38.2%) were significantly lower than the nonprofit administration maternity hospitals (62.3%). Robson groups 5 and 2 contributed mostly to the cesarean section global rate (36.6% and 21.5%, respectively). Conclusions: The less urbanized regions showed significantly higher cesarean section rates than the metropolitan and highly urbanized regions. Cesarean section rates of public administration establishments were significantly lower than the nonprofit administration establishments. However, when separated by urbanization condition its difference was only observed in the metropolitan regions.


Resumo Objetivos: analisar a relação entre as taxas de cesárea, segundo grupos da classificação de Robson, dos estabelecimentos que prestam assistência ao parto no SUS no estado de São Paulo e as condições de urbanização. Métodos: foram analisados dados de 2016 do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos e do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. O desfecho estudado foi a taxa de cesárea dos estabelecimentos, agrupados por tipo de administração (pública ou por entidades filantrópicas) e por condição de urbanização. Resultados: a taxa de cesárea dos serviços que prestam assistência ao parto no SUS no estado de São Paulo foi de 50,5%, variando de 41,1% nas regiões metropolitanas até 75,2% nas regiões de baixa urbanização. As taxas de cesárea dos estabelecimentos de administração pública (38,2%) foram significativamente menores que dos estabelecimentos administrados por entidades filantrópicas (62,3%). Os grupos de Robson que mais contribuíram na taxa global de cesárea foram o 5 (36,6%) e o 2 (21,5%). Conclusões: as regiões menos urbanizadas apresentaram taxas de cesárea significativamente maiores que as regiões metropolitanas e de alta urbanização. As taxas de cesárea dos estabelecimentos públicos foram significativamente menores que dos filantrópicos, entretanto, quando separados por condição de urbanização, essa diferença só foi observada nas regiões metropolitanas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Urbanization , Unified Health System , Metropolitan Zones , Cesarean Section/statistics & numerical data , Midwifery , Socioeconomic Factors , Brazil
12.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(11): 690-696, Nov. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1144169

ABSTRACT

Abstract Objective: To evaluate the prevalence of hypertensive disorders, perinatal outcomes (preterm infants, low birthweight infants and Apgar score < 7 at the 5th minute and fetal deaths) and the cesarean rates in pregnant women hospitalized for delivery at the Maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Belo Horizonte, Belo Horizonte, state of Minas Gerais, Brazil, from March 1, 2008 to February 28, 2018. Methods: A case-control study was performed, and the groups selected for comparison were those of pregnant women with and without hypertensive disorders. Out of the 36,724 women, 4,464 were diagnosed with hypertensive disorders and 32,260 did not present hypertensive disorders Results: The prevalence of hypertensive disorders was 12.16%; the perinatal outcomes and cesarean rates between the 2 groups with and without hypertensive disorders were: preterm infants (21.70% versus 9.66%, odds ratio [OR] 2.59, 95% confidence interval [CI], 2.40-2.80, p < 0.001); low birthweight infants (24.48% versus 10.56%; OR 2.75; 95% CI, 2.55-2.96; p < 0.001); Apgar score < 7 at the 5th minute (1.40% versus 1.10%; OR 1.27; 95% CI, 0.97-1.67; p = 0.84); dead fetuses diagnosed prior to delivery (1.90% versus 0.91%; OR 2.12; 95% CI, 1.67-2.70; p < 0.001); cesarean rates (60.22% versus 31.21%; OR 3.34; 95% CI, 3.14-3.55; p < 0.001). Conclusion: Hypertensive disorders are associated with higher rates of cesarean deliveries and higher risk of preterm infants, low birthweight infants and a higher risk of fetal deaths.


Resumo Objetivo: Avaliar a prevalência dos distúrbios hipertensivos, resultados perinatais (recém-nascidos pré-termo, recém-nascidos de baixo peso, índice de Apgar < 7 no 5° minuto e óbitos fetais) e as taxas de cesarianas nas gestantes internadas para assistência ao parto na Maternidade Hilda Brandão da Santa Casa de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG, Brasil, no período de 1° de março de 2008 a 28 de fevereiro de 2018. Métodos: Foi realizado um estudo analítico, observacional, longitudinal. Os grupos selecionados para comparação foram gestantes com e sem distúrbios hipertensivos. Do total de 36.724 gestantes, 4.464 foram diagnosticadas com distúrbios hipertensivos e 32.260 não apresentavam distúrbios hipertensivos. Resultados: A prevalência dos distúrbios hipertensivos foi de 12,16%; Os resultados perinatais e as taxas de cesarianas entre os 2 grupos de gestantes com e sem distúrbios hipertensivos foram: recém-nascidos pré-termo (21,70% versus 9,66%; odds ratio [OR] 2,59; intervalo de confiança [IC] 95%, 2,40-2,80; p < 0,001); recém-nascidos de baixo peso (24,48% versus 10,56%; OR 2,75; IC 95%, 2,55-2,96; p < 0,001); índice de Apgar < 7 no 5° minuto (1,40% versus 1,10%; OR 1,27; IC 95%, 0,97-1,67; p = 0,084); fetos mortos diagnosticados previamente ao parto (1,90% versus 0,91%; OR 2,12; IC 95%, 1,67-2,70; p < 0,001); taxas de cesarianas (60,22% versus 31,21%; OR 3,34; IC 95%, 3,14-3,55; p < 0,001). Conclusão: Os distúrbios hipertensivos estão associados a maiores taxas de cesarianas, ao maior risco de recém-nascidos pré-termo, recém-nascidos de baixo peso e a um maior risco de óbitos fetais.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Prenatal Care , Hypertension, Pregnancy-Induced/epidemiology , Hospitalization , Brazil/epidemiology , Pregnancy Outcome , Case-Control Studies , Cesarean Section/statistics & numerical data , Prevalence , Retrospective Studies , Longitudinal Studies , Hypertension, Pregnancy-Induced/etiology , Perinatal Death
13.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 20(3): 879-888, July-Sept. 2020. tab
Article in English | SES-SP, LILACS, SES-SP | ID: biblio-1136443

ABSTRACT

Abstract Objectives: to verify the effects of elective cesarean sections on perinatal outcomes and care practices, as compared to vaginal deliveries. Methods: cohort study with 591 mothers and their babies, developed in a medium-sized city in the state of São Paulo, Brazil. Data were collected from hospital records and by interviews at the neonatal screening unit in the city from July 2015 to February 2016. Data regarding childbirth, newborns, sociodemography, and current gestational history were obtained from each mother. The associations of interest were evaluated with Cox regression analyses adjusted for the covariates identified through the results of bivariate analyses presenting a statistical significance level ofp<0.20. In adjusted analyzes, relationships were considered significant ifp<0.05, with relative risk being considered as the measure of effect. Results: if compared to women who had vaginal deliveries, those who were submitted to elective cesarean sections were at a higher risk of not having skin-to-skin contact with their babies in the delivery room, of not breastfeeding in the first hour of life, and of having their babies hospitalized in a neonatal unit. Conclusions: reducing the number of elective cesarean sections is essential to foster good neonatal care practices and reduce negative neonatal outcomes.


Resumo Objetivos: verificar os efeitos da cesárea eletiva, em comparação ao parto vaginal, sobre os desfechos perinatais e práticas de cuidado. Métodos: estudo de coorte com 591 mães e seus bebês, desenvolvido em município do interior paulista. Os dados foram coletados do prontuário hospitalar e por entrevista na unidade de triagem neonatal do município, de julho de 2015 a fevereiro de 2016. Foram obtidos dados relativos ao parto, ao recém-nascido, à sociodemografia e à história gestacional atual. As associações de interesse foram avaliadas com análises de regressão de Cox ajustadas para as covariáveis identificadas, considerando-se para tal, resultados de análises bivariadas que apresentaram significância estatística em nível dep<0,20. Nas análises ajustadas, relações foram consideradas significativas se p<0,05, tendo como medida de efeito o risco relativo. Resultados: mulheres submetidas à cesárea eletiva, em comparação àquelas que tiveram parto vaginal, apresentaram maior risco de não terem contato pele a pele com seus bebês na sala de parto, de não amamentarem na primeira hora de vida e de terem seus bebês internados em unidade neonatal. Conclusões: reduzir a taxa de cesárea eletiva é fundamental para que haja aumento na frequência de boas práticas de cuidado neonatal e redução de desfechos neonatais negativos.


Subject(s)
Humans , Female , Infant, Newborn , Infant , Cesarean Section/adverse effects , Cesarean Section/statistics & numerical data , Elective Surgical Procedures/adverse effects , Perinatal Care , Brazil , Cohort Studies , Neonatal Screening
14.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 85(supl.1): S2-S8, set. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138642

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN Y OBJETIVOS: El Síndrome Respiratorio Agudo Grave Coronavirus 2 (SARSCoV-2) es una enfermedad altamente contagiosa y que puede ser transmitida por pacientes asintomáticos. Por esto surge el interés de poder determinar la prevalencia de la infección por SARS-Cov-2 en pacientes embarazadas que ingresan para interrupción de la gestación. MÉTODOS: Se realizó un análisis descriptivo, retrospectivo en el Servicio de Obstetricia y Ginecología de Hospital de Carabineros de Chile entre el 15 de mayo y el 30 junio del 2020. Se incluyeron todas las mujeres embarazadas que ingresaron para interrupción de la gestación, a las que se les realizó el examen PCR SARS-CoV-2; y una encuesta de signos y síntomas sugerentes de la enfermedad. RESULTADOS: Se realizaron 73 interrupciones de la gestación, con toma de PCR a 72 mujeres; de estas pacientes 65 (90.3%) fueron negativas, 5 (6.9%) positivas y 2 (2.8%) indeterminadas; los resultados indeterminados fueron considerados como positivos, por lo que la prevalencia de positividad fue de 9,5%. De estas pacientes, sólo 1 de ellas tenía síntomas sugerentes de la enfermedad, todas las demás (6) eran pacientes asintomáticas, y se mantuvieron así durante toda la hospitalización. CONCLUSIÓN: La realización del examen PCR para SARS-CoV-2 a todas las embarazadas que ingresan a un servicio de Ginecología y Obstetricia ayuda a identificar a las pacientes asintomáticas contagiadas con el virus. Ya que la consulta por presencia de signos y síntomas no permite identificar los casos positivos, es necesario considerar la realización de este examen en los protocolos de ingreso hospitalario a lo largo de nuestro país.


INTRODUCTION AND OBJECTIVES: Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus (SARSCoV-2) is a highly contagious disease that can be transmitted by asymptomatic patients. Therefore, is of interest to determine the prevalence of SARS-Cov-2 infection in pregnant patients entering for interruption. METHODS: A descriptive, retrospective analysis was performed in the Obstetrics and Gynecology Service of the Hospital de Carabineros de Chile between May 15 and June 30, 2020. Pregnant women who entered for interruption of their pregnancy and who were given the SARS-CoV-2 PCR exam were included. A survey of signs and symptoms suggestive of the disease was applied. RESULTS: There were 73 pregnancy interruptions, 72 of them were tested by SARS-CoV-2 PCR exam. Among these patients, 65 (90.3%) resulted negative, 5 (6.9%), were positive and 2 (2.8%) were indeterminate; indeterminate results were considered positive, so the prevalence of positivity was 9.5%. Of these patients only 1 had symptoms suggestive of the disease, all the others (6) were asymptomatic, and remained so throughout the hospitalization. CONCLUSION: Conducting the PCR test for SARS-CoV-2 for all pregnant women entering a Gynecology and Obstetrics service helps to identify asymptomatic patients infected with the virus. As a survey of signs and symptoms cannot identify positive patiens, it is necessary to consider conducting universal screeing in hospital admission protocols throughout our country.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Pneumonia, Viral/epidemiology , Pregnancy Complications, Infectious/epidemiology , Coronavirus Infections/epidemiology , Betacoronavirus , Pneumonia, Viral/diagnosis , Pregnancy Complications, Infectious/diagnosis , Obstetrics and Gynecology Department, Hospital/statistics & numerical data , Pregnancy Outcome , Cesarean Section/statistics & numerical data , Chile , Mass Screening , Polymerase Chain Reaction , Prevalence , Surveys and Questionnaires , Retrospective Studies , Coronavirus Infections/diagnosis , Pandemics
15.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 85(supl.1): S59-S66, set. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138649

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN Y OBJETIVO: La pandemia por SARS-CoV-2 afecta a las embarazadas con diferentes manifestaciones clínicas; una de ellas es el parto prematuro. El objetivo del presente estudio es caracterizar a las embarazadas con COVID-19 que tuvieron su parto y determinar la razón de aumento de parto prematuro en este grupo en comparación con aquellas que no presentaban la enfermedad. MÉTODOS: Estudio observacional de cohorte retrospectivo donde se incluyeron pacientes embarazadas entre abril y junio del año 2020 en la Maternidad del Hospital San Juan de Dios. Se seleccionaron aquellas que tuvieron su parto y se evaluaron los datos demográficos y médicos, antecedentes obstétricos, información respecto al parto, antecedentes del recién nacido y características de la enfermedad por COVID-19. RESULTADOS: Entre las pacientes COVID-19 un 16.9% tuvo parto prematuro, alcanzando un OR de 1,79 (0,76-3,84 IC 95%) respecto a aquellas sin la enfermedad que, aunque no significativo, evidencia tendencia. Entre las que cursaron con COVID-19 severo todas tuvieron parto prematuro, con un OR significativo (>= 7.84 IC 95%) en comparación con aquellas con cuadro leve o negativas a COVID-19. Un 10.1% de los recién nacidos de madres COVID-19 requirió reanimación neonatal, mientras que en las negativas fue de un 5.5%. CONCLUSIONES: Entre las pacientes COVID-19 se observo una tendencia a aumento del riesgo de parto prematuro respecto a aquellas sin la enfermedad, siendo significativo el aumento del riesgo en aquellas que cursaban con síntomas y aún más significativo si presentaban enfermedad severa.


INTRODUCTION AND OBJECTIVES: The SARS-CoV-2 pandemic has affected pregnant women with different clinical manifestations, one of them premature labor. The objective of this study is to characterize the pregnant patients with COVID-19 who had their delivery and to determine the risk of preterm delivery in this group compared to those who did not have the disease at the Maternity Department in San Juan de Dios Hospital, and determine what the rate of premature delivery is. METHODS: Retrospective observational cohort study where pregnant patients were included between April and June of 2020 at the Maternity Department in San Juan de Dios Hospital. Patients who had their delivery were selected and demographic and medical data, obstetric history, information regarding delivery, newborn history and characteristics of COVID-19 disease were evaluated. RESULTS: Among COVID-19 positives, a 16.9% had premature labor, reaching a nonsignificant OR 1.79 (0.76-3.84 95% CI) compared to those COVID-19 negative. Among those with severe COVID-19, all had preterm birth, with a significant OR (>=7.84 95% CI) compared to those with mild symptoms or COVID-19 negative. 10.1% of newborns of COVID-19 mothers required neonatal resuscitation, while, in the negative ones it was 5.5%. CONCLUSIONS: Among COVID-19 patients, a trend towards increased risk of preterm birth was observed compared to those without the disease, with the increased risk being significant in those with symptoms and even more significant if they had severe disease.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Pneumonia, Viral/complications , Coronavirus Infections/complications , Obstetric Labor, Premature/epidemiology , Pneumonia, Viral/epidemiology , Pregnancy Complications, Infectious , Cesarean Section/statistics & numerical data , Chile , Risk , Multivariate Analysis , Cohort Studies , Coronavirus Infections/epidemiology , Pandemics , Betacoronavirus , Hospitals , Hospitals, Maternity/statistics & numerical data , Obstetric Labor, Premature/etiology
16.
Rev. chil. obstet. ginecol. (En línea) ; 85(supl.1): S75-S89, set. 2020. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138651

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: En Chile, los efectos maternos y perinatales de la pandemia por SARS-CoV-2 son aún desconocidos. GESTACOVID es un estudio multicéntrico que incluye embarazadas y puérperas hasta el día 42 con COVID-19. El objetivo de este estudio es presentar un informe preliminar, describiendo el impacto de la enfermedad en las embarazadas, factores de riesgo asociados y resultados perinatales. MÉTODOS: Estudio de cohorte descriptivo que incluye 661 pacientes enroladas entre el 7 de marzo y el 6 de julio de 2020, en 23 centros hospitalarios del país. Se analizaron variables demográficas, comorbilidades, características clínicas y del diagnóstico de COVID-19 y resultado materno y perinatal. RESULTADOS: Las pacientes hospitalizadas por COVID-19 tuvieron mayor prevalencia de hipertensión arterial crónica [10% vs 3%; OR=3,1 (1,5-6,79); p=0,003] y de diabetes tipo 1 y 2 [7% vs 2%; OR=3,2 (1,3-7,7); p=0,009] que las pacientes manejadas ambulatoriamente. Un IMC >40 kg/mt2 se asoció con un riesgo dos veces mayor de requerir manejo hospitalizado [OR=2,4 (1,2 - 4,6); p=0,009]. Aproximadamente la mitad de las pacientes (54%) tuvo un parto por cesárea, y un 8% de las interrupciones del embarazo fueron por COVID-19. Hasta la fecha de esta publicación, 38% de las pacientes continuaban embarazadas. Hubo 21 PCR positivas en 316 neonatos (6,6%), la mayoría (17/21) en pacientes diagnosticadas por cribado universal. CONCLUSIONES: Las embarazadas con COVID-19 y comorbilidades como diabetes, hipertensión crónica y obesidad mórbida deben ser manejadas atentamente y deberán ser objeto de mayor investigación. La tasa de transmisión vertical requiere una mayor evaluación para diferenciar el mecanismo y tipo de infección involucrada.


INTRODUCTION: In Chile, effects of the SARS-CoV-2 infection in pregnant women are unknown. GESTACOVID is a multicenter collaborative study including pregnant women and those in the postpartum period (until 42 days) who have had COVID-19. The purpose of this study is to report our preliminary results describing the clinical impact of COVID-19 in pregnant women, the associated risk factors and perinatal results. METHODS: Descriptive cohort study including 661 patients between April 7th and July 6th, 2020, in 23 hospitals. Demographical, comorbidities, clinical and diagnostic characteristics of COVID-19 disease and maternal and perinatal outcomes were analyzed. RESULTS: Pregnant women with COVID-19 admitted to the hospital were more likely to have chronic hypertension [10% vs 3%; OR=3.1 (1.5-6.79); p=0,003] and diabetes type 1 and 2 [7% vs 2%; OR=3.2 (1.3-7.7); p=0.009] than those with outpatient management. A body mass index of >40 kg/mt2 was associated with two-fold higher risk of hospitalization [OR=2.4 (1.2-4.6); p=0.009]. Almost half of patients (54%) were delivered by cesarean section, and 8% of the medically indicated deliveries were due to COVID-19. So far, 38% of the patients are still pregnant. Among 316 newborns, there were 21 positive PCR tests (6.6%), mostly from asymptomatic mothers undergoing universal screening. CONCLUSIONS: Pregnant women with COVID-19 and comorbidities such as diabetes, chronic hypertension and morbid obesity need a close follow up and should be a matter for further research. Vertical transmission of COVID-19 should be thoroughly studied to define the mechanisms and type of infection involved.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adult , Pneumonia, Viral/epidemiology , Pregnancy Complications, Infectious/epidemiology , Coronavirus Infections/epidemiology , Pandemics , Outpatients , Signs and Symptoms , Pregnancy Outcome , Comorbidity , Cesarean Section/statistics & numerical data , Chile/epidemiology , Mass Screening , Epidemiology, Descriptive , Risk Factors , Cohort Studies , Abortion, Induced/statistics & numerical data , Infectious Disease Transmission, Vertical/statistics & numerical data , Critical Care , Diabetes Mellitus/epidemiology , Betacoronavirus , Hospitalization , Hypertension/epidemiology , Obesity/epidemiology
17.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(9): 522-528, Sept. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1137870

ABSTRACT

Abstract Objective To obtain cesarean-section (CS) rates according to the Robson Group Classification in five different regions of Brazil. Methods A descriptive epidemiological study using data from secondary birth records fromthe Computer Science Department of the Brazilian Unified Health System (Datasus, in Portuguese) between January 1st, 2014, and December 31st, 2016, including all live births in Brazil. Results The overall rate of CSwas of 56%. The sample was divided into 11 groups, and vaginal births were more frequent in groups 1 (53.6%), 3 (80.0%) and 4 (55.1%). The highest CS rates were found in groups 5 (85.7%), 6 (89.5%), 7 (85.2%) and 9 (97.0%). The overall CS rate per region varied from 46.2% in the North to 62.1% in the Midwest. Group 5 was the largest obstetric population in the South, Southeast and Midwest, and group 3 was the largest in the North and Northeast. Group 5 contributed the most to the overall CS rate, accounting for 30.8% of CSs. Conclusion Over half of the births in Brazil were cesarean sections. The Midwest had the highestCS rates,while theNorth had the lowest. The largestobstetric population in the North and in the Northeast was composed of women in group 3, while in the South, Southeast and Midwest it was group 5. Among all regions, the largest contribution to the overall CS rate was from group 5.


Resumo Objetivo Identificar as taxas de cesárea de acordo com a Classificação de Robson nas cinco regiões do Brasil. Métodos Estudo epidemiológico descritivo utilizando dados secundários obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) entre 1° de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2016, incluindo todos os nascidos vivos no Brasil. Resultados Cesáreas representaram 56% de todos os nascimentos. A amostra foi dividida em 11 grupos, e partos vaginais forammais frequentes nos grupos 1 (53,6%), 3(80,0%) e 4 (55,1%). As maiores taxas de cesárea foram encontradas nos grupos 5 (85,7%), 6 (89,5%), 7 (85,2%) e 9 (97,0%). A taxa geral de cesárea variou de 46,2% no Norte a 62,1% no Centro-Oeste. O grupo 5 representou a maior população obstétrica no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e o grupo 3, no Norte e Nordeste. O grupo 5 contribuiu mais para a taxa geral de cesárea, totalizando 30,8%. Conclusão Mais da metade dos nascimentos no Brasil ocorreu por cesárea. O Centro- Oeste apresentou a maior taxa, e o Norte, a mais baixa. A maior população obstétrica no Norte e no Nordeste foi o grupo 3, enquanto no Sul, Sudeste e Centro-Oeste foi o grupo 5. Entre todas as regiões, amaior contribuição para a taxa geral de cesárea foi do grupo 5.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Cesarean Section/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Vaginal Birth after Cesarean/statistics & numerical data , Labor, Induced/statistics & numerical data
18.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(9): 562-568, Sept. 2020.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1137873

ABSTRACT

Abstract Objective The present comprehensive review aims to show the full extent of what is known to date and provide a more thorough view on the effects of SARS-CoV2 in pregnancy. Methods Between March 29 and May, 2020, the words COVID-19, SARS-CoV2, COVID- 19 and pregnancy, SARS-CoV2 and pregnancy, and SARS and pregnancy were searched in the PubMed and Google Scholar databases; the guidelines from well-known societies and institutions (Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG], American College of Obstetricians and Gynecologists [ACOG], International Society of Ultrasound in Obstetrics & Gynecology [ISUOG], Centers for Disease Control and Prevention [CDC], International Federation of Gynecology and Obstetrics [FIGO]) were also included. Conclusion The COVID-19 outbreak resulted in a pandemic with > 3.3 million cases and 230 thousand deaths until May 2nd. It is caused by the SARS-CoV2 virus and may lead to severe pulmonary infection and multi-organ failure. Past experiences show that unique characteristics in pregnancy make pregnant women more susceptible to complications from viral infections. Yet, this has not been reported with this new virus. There are risk factors that seem to increase morbidity in pregnancy, such as obesity (body mass index [BMI] > 35), asthma and cardiovascular disease. Current reports describe an increased rate of pretermbirth and C-section. Vertical transmission


Resumo Objetivo A presente revisão detalhada busca fornecer dados objetivos para avaliar o que se sabe até o momento e possibilitar uma visãomais ampla dos efeitos do SARSCoV2 na gravidez. Métodos Entre 29 demarço e 2 de maio de 2020, foi realizada uma busca nos bancos de dados PubMed e Google Scholar com as palavras COVID-19, SARS-CoV2, COVID-19 e gravidez, SARS-CoV2 e gravidez, e SARS e gravidez. As recomendações dos principais órgãos sobre o tema também foram acessadas. Conclusão O surto de COVID-19 resultou em uma pandemia com> 3.3 milhões de casos e 230 mil mortes até 2 de maio. É uma condição causada pelo vírus SARS-CoV2 e pode levar ao acometimento pulmonar difuso e à falência de múltiplos órgãos. Características únicas da gestante tornam essa população mais propensas a complicações de infecções virais. Até o momento, essa tendência não foi observada para esse novo vírus. Os fatores que parecem estar associados à maior morbidade materno-fetal são obesidade (índice demassa corporal [IMC] > 35), asma e doença cardiovascular. Há descrição de aumento de parto prematuro e parto cesáreo. Não se pode descartar a possibilidade de transmissão vertical da doença, devido a relatos de positividade de reação em cadeia de polimerase (RT-PCR) de swab nasal, RT-PCR de líquido amniótico e imunoglobulina M (IgM) de recém-nascidos. Tratamentos devem ser analisados caso a caso, dada a falta de qualidade de estudos que comprovem a sua eficácia e segurança na gravidez. O corpo clínico deve utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) ao manusear pacientes suspeitos ou confirmados e ficar atento aos sinais de descompensação respiratória.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Pneumonia, Viral/diagnosis , Pneumonia, Viral/therapy , Pneumonia, Viral/transmission , Pneumonia, Viral/epidemiology , Pregnancy Complications, Infectious/diagnosis , Pregnancy Complications, Infectious/therapy , Pregnancy Complications, Infectious/epidemiology , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/therapy , Coronavirus Infections/transmission , Coronavirus Infections/epidemiology , Pandemics , Betacoronavirus/isolation & purification , Cesarean Section/statistics & numerical data , Global Health , Risk Factors , Infection Control/methods , Infectious Disease Transmission, Patient-to-Professional/prevention & control , Perinatal Care/methods , Infectious Disease Transmission, Vertical/prevention & control , Premature Birth/epidemiology , Premature Birth/virology , SARS-CoV-2 , COVID-19
19.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(7): 373-379, July 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1137854

ABSTRACT

Abstract Objective To investigate the patterns of hospital births in the state of Rio de Janeiro (RJ), Brazil, between 2015 and 2016; considering the classification of obstetric characteristics proposed by Robson and the prenatal care index proposed by Kotelchuck. Methods Data obtained from the Information System on Live Births of the Informatics Department of the Brazilian Unified Health System (SINASC/DATASUS, in the Portuguese acronym) databases were used to group pregnant women relatively to the Robson classification. A descriptive analysis was performed for each Robson group, considering the variables: maternal age, marital status, schooling, parity, Kotelchuck prenatal adequacy index and gestational age. A logistic model estimated odds ratios (ORs) for cesarean sections (C-sections), considering the aforementioned variables. Results Out of the 456,089 live births in Rio de Janeiro state between 2015 and 2016, 391,961 records were retained, 60.3% of which were C-sections. Most pregnant women (58.6%) were classified in groups 5, 2 or 3. The percentage of C-sections in the Robson groups 1, 2, 3, 4, 5 and 8 was much higher than expected. Prenatal care proved to be inadequate for women who subsequently had a vaginal delivery, had an unfavorable family structure and a lower socioeconomic status (mothers without partners and with lower schooling), compared with those undergoing cesarean delivery. For a sameRobson group, the chance of C-section increases when maternal age rises (OR = 3.33 for 41-45 years old), there is the presence of a partner (OR = 1.81) and prenatal care improves (OR = 3.19 for "adequate plus"). Conclusion There are indications that in the state of RJ, from 2015 to 2016, many cesarean deliveries were performed due to nonclinical factors.


Resumo Objetivo Investigar os padrões dos partos hospitalares no estado do Rio de Janeiro (RJ), Brasil, entre 2015 e 2016, considerando a classificação de características obstétricas de Robson e a dos cuidados pré-natais proposta por Kotelchuck. Métodos Dados sistema de informações sobre nascidos vivos (SINASC) do departamento de informática do sistema único de saúde (DATASUS) foram utilizados para agrupar gestantes relativamente à classificação de Robson. Foi efetuada uma análise descritiva para cada grupo de Robson, considerando-se as variáveis idade materna, estado civil, escolaridade, paridade, o índice de Kotelchuck de adequação do pré-natal e a idade gestacional. Também foi realizado o cálculo de razão de chances (RC) para parto cesáreo, considerando-se um modelo logístico. Resultados Dos 456.089 nascimentos vivos ocorridos no RJ de 2015 a 2016, foram incluídos 391.961 registros, sendo 60,3% cesáreas, com maioria de gestantes (58,6%) nos grupos 5, 2 ou 3. O percentual de cesáreas nos grupos 1, 2, 3, 4, 5 e 8 foi bem superior ao sugerido pela literatura. Para gestantes de um mesmo grupo (controladas as demais características), a chance de cesárea se eleva quando aumenta a idade materna (RC = 3,33 para 41-45 anos), existe a presença de um companheiro (RC = 1,81), o nível de escolaridade é maior (RC = 3,11 para ≥ 12 anos) e o pré-natal é mais cuidadoso (RC= 3,19 para "adequado plus"). Conclusão Há indícios que no RJ, de 2015 a 2016, muitos partos cesáreos foram realizados sob influência de fatores extraclínicos.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adolescent , Adult , Young Adult , Prenatal Care , Cesarean Section/statistics & numerical data , Live Birth , Parity , Pregnancy, Multiple , Brazil/epidemiology , Labor Onset , Gestational Age , Maternal Age , Marital Status , Unnecessary Procedures/statistics & numerical data , Educational Status , Labor Presentation
20.
Arch. cardiol. Méx ; 90(2): 101-107, Apr.-Jun. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1131017

ABSTRACT

Abstract Objective: Heart disease in pregnancy can cause clinical deterioration and maternal-fetal death. It is essential to evaluate risk factors related to complications. Methodology: This was a observational, analytical retrospective cohort study with a non-probabilistic convenience sample of pregnant women with congenital or acquired heart disease, corrected or not, or arrhythmias requiring urgent intervention. Patients with mild or moderate valvular regurgitation, mild valvular stenosis, patients without echocardiography or without delivery information were excluded from the study. The outcome was a composite of cardiac, obstetric, and neonatal events. Univariate and multivariate analyzes were performed with logistic regression model and discriminatory capacity with area under the curve and independent analysis of the modified World Health Organization (mWHO) risk classification (mWHO). Results: A total of 104 patients with an average age of 25 ± 6.5 years presented cardiac events in 13.5%, obstetric in 14.42%, and neonatal in 28.85%. The univariate analysis found an association with New York Heart Association functional status, hypertensive disorders of pregnancy, cesarean delivery, gestational age < 27 weeks, hypoxemia, and mWHO risk. In multivariate only cesarean delivery (odds ratio [OR], 2.68; 95% confidence interval [CI], 1.05-6.86) and gestational age at delivery (OR, 0.39; 95% CI, 0.22-0.67) maintain association with outcomes. The area under the curve for the mWHO risk is 0.75. Conclusions: There is a high rate of adverse events in patients with heart disease during pregnancy. Gestational age and cesarean delivery behaved as predictors of adverse maternal-fetal outcomes. The mWHO risk classification had an acceptable prediction of adverse outcomes.


Resumen Objetivo: La enfermedad cardíaca en el embarazo puede ocasionar deterioro clínico y muerte maternofetal. Es indispensable evaluar factores de riesgo relacionados con complicaciones. Método: Estudio observacional y analítico de cohorte retrospectivo con muestra no probabilística por conveniencia de embarazadas con cardiopatía congénita o adquirida, corregida o no, o arritmias que requerían intervención urgente. Se excluyó a pacientes con insuficiencias valvulares leves o moderadas, estenosis valvulares leves, pacientes sin ecocardiografía o sin información del parto. El desenlace fue un compuesto de episodios cardíacos, obstétricos y neonatales. Se realizó análisis univariado y multivariado con modelo de regresión logística y capacidad diferenciadora con área bajo la curva y análisis independiente de la clasificación de riesgo de la OMS modificada (OMSm). Resultados: 104 pacientes con edad promedio de 25 ± 6.5 años presentaron episodios cardíacos en 13.5%, obstétricos en 14.42% y neonatales en 28.85%. El análisis univariado encontró una relación con el estado funcional de la NYHA, trastornos hipertensivos del embarazo, parto por cesárea, edad gestacional < 27 semanas, hipoxemia y riesgo de la OMSm. En el multivariado sólo el parto por cesárea (OR, 2.68; IC 95%, 1.05-6.86) y la edad gestacional al momento del parto (OR, 0.39; IC 95%, 0.22-0.67) mantienen nexo con los desenlaces. El área bajo la curva para el riesgo de la OMSm es de 0.75. Conclusiones: Hay una elevada tasa de efectos adversos en pacientes con enfermedad cardíaca durante el embarazo. La edad gestacional y el parto por cesárea se comportaron como predictores de resultados adversos maternofetales. La clasificación de riesgo de la OMSm tuvo una predicción aceptable de desenlaces adversos.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Adolescent , Adult , Young Adult , Pregnancy Complications, Cardiovascular/physiopathology , Heart Diseases/epidemiology , Pregnancy Outcome , Cesarean Section/statistics & numerical data , Retrospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Gestational Age , Delivery, Obstetric/statistics & numerical data , Heart Diseases/physiopathology
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