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1.
Rev. bras. oftalmol ; 81: e0029, 2022. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1376784

ABSTRACT

RESUMO A mácula dome-shaped consiste na elevação convexa da região macular, encontrada principalmente em pacientes com alta miopia. O significado clínico e a correlação com outras patologias oculares ainda são incertos. Este artigo tem como objetivo descrever dois casos de mácula dome-shaped com acúmulo de fluido sub-retiniano em olhos alto míopes. Trata-se de pacientes com baixa acuidade visual, fundus miopicos e nítida elevação em forma de cúpula na área macular vista na tomografia de coerência óptica. A mácula dome-shaped pode cursar com descolamento seroso da retina neurossensorial envolvendo a fóvea, levando à baixa acuidade visual. Sua patogênese ainda não é bem estabelecida. De acordo com a tomografia de coerência óptica, a mácula dome-shaped pode ser classificada em três tipos morfológicos, sendo, nesses dois casos, demonstrada a disposição oval horizontalizada. Interessante ressaltar que o diagnóstico de mácula dome-shaped deve ser considerado em pacientes alto míopes, especialmente quando há queixa de baixa acuidade visual, que pode estar relacionada à presença de fluido sub-retiniano. Como o exame clínico não permite o diagnóstico adequado da mácula em cúpula, a realização da tomografia de coerência óptica com cortes verticais e horizontais é fundamental na suspeita de mácula dome-shaped.


ABSTRACT Dome-shaped macula consists of the convex elevation of the macular region, found mainly in patients with high myopia. The clinical significance and the correlation with other ocular pathologies are still uncertain. This article aims to describe two cases of dome-shaped macula with accumulation of subretinal fluid in high myopic eyes. Those are patients with low visual acuity, myopic fundus and a clear dome-shaped elevation in the macular area at optical coherence tomography. A dome-shaped macula can course with a serous detachment of the sensorineural retina involving the fovea, leading to low visual acuity. Such a pathogenesis is still not well studied. According to the optical coherence tomography, dome-shaped macula can be classified into three morphological types, those two cases being shown in a horizontal, oval arrangement. It is interesting to note that the diagnosis of dome-shaped macula should be considered in patients with high myopia, especially when there is a complaint of low visual acuity, which may be related to the presence of subretinal fluid in cases of dome-shaped macula. As the clinical examination does not allow an adequate diagnosis of the domed macula, the performance of the optical coherence tomography with vertical and horizontal cuts is fundamental in the suspicion of the dome-shaped macula.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Middle Aged , Retinal Detachment/diagnostic imaging , Choroid/diagnostic imaging , Macula Lutea/pathology , Macula Lutea/diagnostic imaging , Fluorescein Angiography , Tomography, Optical Coherence , Slit Lamp Microscopy , Fundus Oculi , Myopia
2.
Rev. bras. oftalmol ; 80(2): 96-99, Mar.-Apr. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1280112

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: to compare the Subfoveal choroidal thickness (SFCT) and Retinal Nerve Fiber Layer Thickness (RNFL) of amblyopic and normal fellow eyes. Design: Prospective, cross-sectional, observational case series. Methods: Forty patients age 12 to 41 years (mean 23.73 ± 6.42) with unilateral amblyopia were studied. Among them, 11(28.2%) patients had amblyopia secondary to strabismus and 29(71.8 %) had anisometropic amblyopia. Optical coherence tomography (OCT) of the peripapillary RNFL thickness of amblyopic and fellow eyes was performed. RNFL thickness measurements were taken from the superior, inferior, nasal and temporal quadrants in the peripapillary region. Also, subfoveal choroidal thickness (SFCT) was measured using spectral domain optical coherence tomography (SD-OCT). Results: Mean global RNFL thickness of the amblyopic and fellow eyes was 104.48 microns and 102.83 microns, respectively. The difference between the two groups was not statistically significant (p>0.05%). The thicknesses of the superior, inferior, nasal and temporal quadrants of the retinal nerve fiber layer between the amblyopic and normal fellow eyes showed no statistically significant difference (p>0.05%). However, the SFCT of amblyopic eye was 11 or more microns thicker than the fellow eye and this was statistically significant different (p<0.05%). Conclusions: This study demonstrated SFCT in amblyopic eyes was significantly thicker than the normal fellow eyes. The amblyopic process may involve the choroid, but not the prepapillary NFL.


RESUMO Objetivo: comparar a espessura da coroide subfoveal (CSF) e da camada de fibra nervosa retinal (CFNR) de olhos amblíopes e normais. Design: série de casos prospectivos, transversais e observacionais. Métodos: Quarenta pacientes com idade entre 12 e 41 anos (média 23,73 ± 6,42) com ambliopia unilateral foram estudados. Entre eles, 11 (28,2%) pacientes apresentavam ambliopia secundária a estrabismo e 29 (71,8%) apresentavam ambliopia anisometrópica. Foi realizada tomografia de coerência óptica (TCO) da espessura da CFNR peripapilar do olho amblíope e do outro olho. As medidas de espessura da CFNR foram realizadas nos quadrantes superior, inferior, nasal e temporal na região peripapilar. Além disso, a espessura da coroide subfoveal (CSF) foi medida através de tomografia de coerência óptica de domínio espectral (TCO-DE). Resultados: A espessura média global da CFNR do olho amblíope e do outro olho foi de 104,48 mícrons e 102,83 mícrons, respectivamente. A diferença entre os dois grupos não foi estatisticamente significativa (p > 0,05%). As espessuras dos quadrantes superior, inferior, nasal e temporal da camada de fibras nervosas da retina entre o olho amblíope e o normal não apresentaram diferença estatisticamente significativa (p > 0,05%). No entanto, a CSF do olho amblíope foi 11 mícrons mais espessa (ou mais) do que a do outro olho - essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,05%). Conclusões: Este estudo demonstrou que a CSF dos olhos amblíopes foi significativamente mais espessa do que a dos olhos normais. O processo amblíope pode envolver a coroide, mas ele não envolve a CFNR peripapilar.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adult , Amblyopia/complications , Amblyopia/diagnostic imaging , Choroid/diagnostic imaging , Nerve Fibers/pathology , Optic Disk/pathology , Optic Nerve/pathology , Organ Size , Retinal Ganglion Cells/pathology , Visual Acuity , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Choroid/pathology , Tomography, Optical Coherence/methods , Fovea Centralis/pathology
3.
Arq. bras. oftalmol ; 84(2): 107-112, Mar,-Apr. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153113

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To investigate the effects of pharmacological accommodation and cycloplegia on ocular measurements. Methods: Thirty-three healthy subjects [mean (±SD) age, 32.97 (±5.21) years] volunteered to participate in the study. Measurement of the axial length, macular and choroidal thickness, refractive error, and corneal topography, as well as anterior segment imaging, were performed. After these procedures, pharmacological accommodation was induced by applying pilocarpine eye drops (pilocarpine hydrochloride 2%), and the measurements were repeated. The measurements were repeated again after full cycloplegia was induced using cyclopentolate eye drops (cyclopentolate hydrochloride 1%). The correlations between the measurements were evaluated. Results: A significant increase in subfoveal choroidal thickness after applying 2% pilocarpine was identified (without the drops, 319.36 ± 90.08 µm; with pilocarpine instillation, 341.60 ± 99.19 µm; with cyclopentolate instillation, 318.36 ± 103.0 µm; p<0.001). A significant increase in the axial length was also detected (without the drops, 23.26 ± 0.83 mm; with pilocarpine instillation, 23.29 ± 0.84 mm; with cyclopentolate instillation, 23.27 ± 0.84 mm; p=0.003). Comparing pharmacological accommodation and cycloplegia revealed a significant difference in central macular thickness (with pilocarpine instillation, 262.27 ± 19.34 µm; with cyclopentolate instillation, 265.93 ± 17.91 µm; p=0.016). Pilocarpine-related miosis (p<0.001) and myopic shift (p<0.001) were more severe in blue eyes vs. brown eyes. Conclusion: Pharmacological accommodation may change ocular measurements, such as choroidal thickness and axial length. This condition should be considered when performing ocular measurements, such as intraocular lens power calculations.(AU)


RESUMO Objetivo: Investigar os efeitos da acomodação farmacológica e da cicloplegia nas medições oculares. Métodos: participaram do estudo 33 voluntários saudáveis (média de idade [± DP], 32,97 anos [± 5,21 anos]). Foram medidos o comprimento axial, a espessura macular e coroidal e o erro refrativo, bem como realizados exames de imagem da topografia corneana e do segmento anterior. Em seguida, foi induzida a acomodação farmacológica aplicando-se colírio de pilocarpina (cloridrato de pilocarpina a 2%) e as medições foram repetidas nos participantes. As mesmas medições foram repetidas depois de induzir a cicloplegia completa com colírio de ciclopentolato (cloridrato de ciclopentolato a 1%) e foram avaliadas as correlações entre as medidas. Resultados: Identificou-se aumento significativo da espessura coroidal subfoveal com o uso da pilocarpina a 2% (sem colírio, 319,36 ± 90,08 µm; com a instilação de pilocarpina, 341,60 ± 99,19 µm; com a instilação de ciclopentolato, 318,36 ± 103,0 µm; p<0,001). Detectou-se também aumento significativo do comprimento axial (sem colírio, 23,26 ± 0,83 mm; com a instilação de pilocarpina, 23,29 ± 0,84 mm; com a instilação de ciclopentolato, 23,27 ± 0,84 mm; p=0,003). Ao se comparar a acomodação farmacológica e a cicloplegia, houve diferença significativa na espessura macular central (com a instilação de pilocarpina, 262,27 ± 19,34 µm; com a instilação de ciclopentolato, 265,93 ± 17,91 µm; p=0,016). Observou-se que a miose associada à pilocarpina (p<0,001) e o desvio miópico (p<0,001) foram mais severos nos olhos azuis que nos castanhos. Conclusão: A acomodação farmacológica pode alterar medidas oculares como a espessura da coroide e o comprimento axial. Essa possibilidade deve ser levada em consideração ao se efetuarem medições oculares, tais como cálculos de potência de lentes intraoculares.(AU)


Subject(s)
Humans , Choroid/anatomy & histology , Accommodation, Ocular , Pilocarpine/pharmacology , Corneal Topography/instrumentation , Axial Length, Eye/anatomy & histology , Mydriatics/pharmacology
4.
Arq. bras. oftalmol ; 84(1): 2-10, Jan.-Feb. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153103

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: The aim of the study is to evaluate the retinal and choroidal microvascular changes via optical coherence tomography angiography in patients who received hydroxy­chloroquine. Methods: In total, 28 eyes of 28 patients (24 females, and 4 males) receiving treatment with hydroxy­chloroquine were assessed in this cross-sectional cohort study (hydroxychloroquine group). The high-and low-risk groups consisted of patients receiving hydroxychloroquine for ≥5 years (14 eyes of 28 patients) and <5 years (14 eyes of 28 patients), respectively. A total of 28 age- and gender-matched volunteers were enrolled as the control group. The macular flow area (superficial, deep, and choriocapillaris), superficial and deep vessel density, foveal avascular zone area, central foveal thickness, and subfoveal choroidal thickness parameters were measured by optical coherence tomography angiography. Results: The mean age of the 28 patients who received hydroxychloroquine and the 28 age-matched controls was 45.5 ± 11.1 years (range: 29-70 years) and 44.5 ± 13.9 years (range: 28-70 years), respectively. In patients who received hydroxychloroquine, the values for the superficial, deep, and choriocapillaris macular flow areas were 13.578 ± 0.30, 13.196 ± 0.31, and 17.617 ± 0.42, respectively. In controls, these values were 16.407 ± 0.95, 13.857 ± 0.31, and 18.975 ± 0.76, respectively (p<0.05 for all). The superficial, deep, and cho­riocapillaris flow areas were significantly smaller in patients who received hydroxychloroquine than those in controls (p<0.05 for all). Superficial and deep vessel densities were significantly reduced in patients who received hydroxychlo­roquine in all regions (i.e., foveal, parafoveal, temporal, superior, nasal, and inferior) (p<0.05 for all). Moreover, significant difference was observed between the groups in the foveal avascular zone area (superficial and deep), central foveal thickness, and subfoveal choroidal thickness (p<0.05 for all). Conclusions: Retinochoroidal microvascular flow and vessel density of the macular area were significantly decreased in patients who received hydroxychloroquine. Hy­droxychloroquine may damage the retinochoroidal mi­cro­vascular architecture. Optical coherence tomography angiography may contribute to the early detection of hy­dro­xychloroquine-induced retinal toxicity.


RESUMO Objetivo: O objetivo do estudo foi de avaliar as alterações microvasculares da retina e da coroide em pacientes sob hidroxicloroquina, através da angiografia por tomografia de coerência óptica. Métodos: Este é um estudo transversal de coorte que avaliou um total de 28 olhos de 28 pacientes (24 mulheres e 4 homens) submetidos a tratamento com hidroxicloroquina (grupo da hidroxicloroquina). Catorze olhos de 28 pacientes em uso de hidroxicloroquina por mais de 5 anos foram definidos como sendo o grupo de alto risco, ao passo que o grupo de baixo risco consistiu em 14 olhos de 28 pacientes em uso de hidroxicloroquina por menos de 5 anos. Foram ainda incluídos 28 voluntários como grupo de controle, pareados por idade e sexo. Através de angiografia por tomografia de coerência óptica, foram medidos os seguintes parâmetros: área do fluxo macular (superficial, profundo e coriocapilar), densi­dade vascular superficial e profunda, área da zona avascular foveal e espessura da coroide subfoveal. Resultados: Foram recrutados para o estudo um total de 28 pacientes sob tratamento com hidroxicloroquina, com idade média de 45,5 ± 11,1 (29-70) anos, e 28 membros do grupo de controle, pareados por idade e sexo, com idade média de 44,5 ± 13,9 (28-70) anos. As áreas superficial, profunda e coriocapilar do fluxo macular foram respectivamente de 13,578 ± 0,30, 13,196 ± 0,31 e 17,617 ± 0,42 nos pacientes em tratamento com hidroxicloroquina e, respectivamente de 16,407 ± 0,95, 13,857 ± 0,31 e 18,975 ± 0,76 no grupo de controle (p<0,05 para todos os valores). As três medições de área do fluxo macular foram significativamente menores nos pacientes em uso de hidroxicloroquina em comparação com os indivíduos do grupo de controle (p<0,05 para todos os valores). As densidades vasculares superficial e profunda mostraram-se significativamente reduzidas em todas as regiões (foveal, parafoveal, temporal, superior, nasal e inferior) nos pacientes em uso de hidroxicloroquina (p<0,05 para todos os valores). Finalmente, também foi observada uma diferença significativa entre os grupos em relação à área da zona avascular foveal (superficial e profunda), à espessura foveal central e à espessura da coroide subfoveal (p<0,05 para todos os valores). Conclusão: O fluxo microvascular retinocoroidal e a densidade vascular da área macular mostraram-se significativamente diminuídos nos pacientes sob hidroxicloroquina. Este fármaco pode danificar a arquitetura microvascular retinocoroidal e a angiografia por tomografia de coerência óptica pode contribuir para a detecção precoce da toxicidade retiniana induzida pela hidroxicloroquina.


Subject(s)
Humans , Adult , Middle Aged , Aged , Tomography, Optical Coherence , Hydroxychloroquine , Retinal Vessels/diagnostic imaging , Fluorescein Angiography , Visual Acuity , Cross-Sectional Studies , Choroid/diagnostic imaging , Hydroxychloroquine/adverse effects
5.
Rev. bras. oftalmol ; 80(4): e0017, 2021. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1288630

ABSTRACT

ABSTRACT Choroidal tuberculomas are present in patients with ocular tuberculosis. They usually occur in a patient with previous history of tuberculosis, and are rarely the initial presentation, with no prior systemic manifestations. We present a patient with unilateral choroidal tuberculoma as the initial presentation of presumed ocular tuberculosis, which enabled earlier initiation of treatment.


RESUMO Os tuberculomas de coroide apresentam-se em pacientes com tuberculose ocular. Geralmente, ocorrem em indivíduos com história prévia de tuberculose e raramente têm apresentação inicial sem manifestações sistêmicas anteriores. Relatamos o caso de um paciente com tuberculoma de coroide unilateral com apresentação inicial de tuberculose ocular presumida, permitindo o início mais precoce do tratamento.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Tuberculoma/diagnosis , Choroid Diseases/diagnosis , Tuberculoma/drug therapy , Fluorescein Angiography , Choroid Diseases/drug therapy , Uveitis, Posterior/diagnosis , Tuberculosis, Ocular , Choroid/diagnostic imaging , Fundus Oculi , Antitubercular Agents/therapeutic use
6.
Arq. bras. oftalmol ; 83(6): 517-525, Nov.-Dec. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153088

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate vascular density in super­ficial and deep capillary plexuses of the retina, measured using optical coherence tomography angiography in patients with branch retinal vein occlusion. Affected eyes were compared with the contralateral eye of the same patient and both were compared with normal eyes. Methods: A cross-sectional study including 16 previously untreated patients with branch retinal vein occlusion. Patients with poor quality examinations, bilateral disease, high refractive error, or any other retinal or choroidal disease were excluded. A total of 31 patients without eye disease were also selected as a comparison group. All participants underwent five optical coherence tomography angiographies, and only those with at least two good quality examinations were selected. The Kruskal-Wallis, Wilcoxon signed-rank, and Mann-Whitney U tests were used for the statistical analysis. Results: Vascular density was lower in affected eyes compared with contralateral eyes: whole density (p=0.020 for capillary plexuses superficial; p=0.049 for deep capillary plexuses) and parafoveal density (p=0.020 for capillary plexuses superficial; p=0.011 for deep capillary plexuses). Vascular density was also lower in affected eyes compared with normal eyes: whole density (p<0.001 for capillary plexuses superficial and deep) and parafoveal density (p<0.001 for capillary plexuses superficial and deep). Whole density (p=0.001 for capillary plexuses superficial and deep) and parafoveal density (p=0.001 for capillary plexuses superficial; p<0.001 for deep capillary plexuses) were both lower in the contralateral eyes compared with normal eyes. Following adjustment for arterial hypertension, this difference was no longer observed. Conclusions: Vascular density in capillary plexuses and deep capillary plexuses was lower in the eyes affected by branch retinal vein occlusion. Furthermore, the lower vascular density noted in the contralateral eyes indicates that changes most likely occurred in these eyes prior to the appearance of any clinically detectable alterations, reflecting the early signs of hypertensive retinopathy.


RESUMO Objetivo: Avaliar a densidade vascular do plexo capilar superficial e profundo da retina, usando angiografia por tomografia de coerência óptica em pacientes com oclusão de ramo da veia central da retina, comparando o olho afetado com o contralateral do mesmo paciente e ambos com olhos normais. Métodos: Estudo transversal. Incluídos dezesseis pacientes com oclusão de ramo da veia central da retina sem tratamento prévio. Pacientes com exames de baixa qualidade, altas ametropias, outras patologias de retina ou coróide foram excluídos. Para comparação, trinta e um pacientes sem doença ocular foram selecionados. Todos foram submetidos a cinco exames angiografia por tomografia de coerência óptica, apenas aqueles com pelo menos dois exames de boa qualidade permaneceram no estudo. Os testes Kruskal-Wallis, Wilcoxon, e Mann-Whitney foram utilizados. Resultados: Densidades vasculares mais baixas do plexo capilar superficial e plexo capilar profundo foram observadas quando olhos com oclusão de ramo da veia central da retina foram comparados com os contralaterais: densidade total (p=0,02 para plexo capilar superficial, p=0,049 para plexo capilar profundo), densidade parafoveal (p=0,02 para plexo capilar superficial, p=0,011 para plexo capilar profundo). Comparando olhos acometidos com olhos normais, também foram observadas densidades vasculares mais baixas de plexo capilar superficial e plexo capilar profundo: densidade total (ambos com p<0,001) e densidade parafoveal (ambos com p<0,001). Quando os olhos contralaterais foram comparados aos normais, tanto a densidade total do plexo capilar superficial e plexo capilar profundo (ambos com p=0,001) quanto a densidade parafoveal (plexo capilar superficial com p=0,001, plexo capilar profundo com p<0,001) foram menores. Ao se realizar uma subanálise, minimizando o fator hipertensão arterial, esta diferença não se manteve. Conclusões: Densidades vasculares mais baixas do plexo capilar superficial e do plexo capilar profundo foram observadas em olhos com oclusão de ramo da veia central da retina. Além disso, a presença de densidades vasculares mais baixas nos olhos contralaterais mostra que já existem altera­ções nesses olhos antes das alterações clínicas, devido a al­terações inicias da retinopatia hipertensiva.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Retinal Vessels/diagnostic imaging , Recombinant Fusion Proteins/administration & dosage , Retinal Vein Occlusion/diagnosis , Capillaries/diagnostic imaging , Fluorescein Angiography/methods , Visual Acuity , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence/methods , Retinal Vein Occlusion/physiopathology , Retinal Vein Occlusion/drug therapy , Retrospective Studies , Follow-Up Studies , Treatment Outcome , Fundus Oculi , Microcirculation/drug effects
7.
Arq. bras. oftalmol ; 83(6): 490-496, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153072

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To compare central foveal thickness, retinal nerve fiber layer thickness, and subfoveal choroidal thickness using swept-source optical coherence tomography in premature children with a history of treated retinopathy of prematurity (either with intravitreal bevacizumab or laser photocoagulation) or spontaneously regressed retinopathy of prematurity versus age-matched healthy children at the age of 5 years. Methods: A total of 79 children were divided into four groups: group 1, children who received intravitreal bevacizumab treatment; group 2, children who received laser photocoagulation treatment; group 3, children who had spontaneously regressed retinopathy of prematurity; and group 4, age matched, full-term healthy children. At the age of 5 years, visual functions and refractive status were assessed. The optical coherence tomography analysis was performed using swept-source optical coherence tomography (DRI-OCT Triton; Topcon, USA). Results: There were 12 (15.2%), 23 (29.1%), 30 (38%), and 14 (17.7%) children in groups 1, 2, 3, and 4, respectively. Sex distribution was similar between the groups (p=0.420). Best corrected visual acuity was significantly better in group 4 compared with groups 1, 2, and 3 (p=0.035, p=0.001, and p=0.001, respectively). Refractive error results were similar between the groups (p=0.119). Central foveal thickness was significantly higher in group 2 than in group 1 (p=0.023). There were no significant differences observed between the groups in retinal nerve fiber layer thickness and subfoveal choroidal thickness (p>0.05). Conclusions: Visual functional outcomes were better in term-born healthy children compared with those noted in children with a history of treated retinopathy of prematurity and spontaneously regressed retinopathy of prematurity. Laser treatment exerted a signifi­cant effect on central foveal thickness in premature children at the age of 5 years, as revealed by swept-source optical coherence tomography.


RESUMO Objetivo: Comparar a espessura central foveal, a da camada de fibras nervosas da retina e a da coróide subfoveal através da tomografia de coerência óptica swept-source em crianças de 5 anos de idade com história de retinopatia da prematuridade (RP) tratada com bevacizumabe intravítreo, ou com fo­tocoagulação a laser, com crianças em regressão espontânea da retinopatia da prematuridade, e com crianças saudáveis da mes­ma idade. Métodos: Um total de 79 crianças foi dividido em quatro grupos. Grupo 1: crianças que receberam tratamento com bevacizumabe intravítreo. Grupo 2: crianças que foram tratadas com fotocoagulação a laser. Grupo 3: crianças que ti­veram regressão espontânea da retinopatia da prematuridade . Grupo 4: crianças da mesma idade saudáveis e nascidas a termo. As funções visuais e o status refrativo foram avaliados aos 5 anos de idade. A análise de tomografia de coerência óptica foi feita por um dispositivo do tipo swept-source (DRI-OCT Triton; Topcon, EUA). Resultados: Haviam 12 crianças (15,2%) no grupo 1, 23 crianças (29,1%) no grupo 2, 30 crianças (38%) no grupo 3 e 14 crianças (17,7%) no grupo 4. A distribuição por sexo foi semelhante em todos os grupos (p=0,420). A acuidade visual com a melhor correção mostrou-se significativamente maior no grupo 4 em comparação com os grupos 1, 2 e 3 (respectivamente, p=0,035, p=0,001 e p=0,001). Os resultados dos erros de refração foram semelhantes em todos os grupos (p=0,119). A espessura foveal central mostrou-se significativamente maior no grupo 2 do que no grupo 1 (p=0,023). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos quanto à espessura da camada de fibras nervosas da retina e à espessura da coroide subfoveal (p>0,05). Conclusões: Os desfechos visuais funcionais foram melhores nas crianças saudáveis nascidas a termo, em comparação com aqueles observados nas crianças com história de retinopatia da prematuridade tratada ou com regressão espontânea. O tratamento com laser teve um efeito significativo na espessura foveal central em crianças de 5 anos de idade, nascidas prematuras, como revelado pela tomografia de coerência óptica swept-source.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Child, Preschool , Child , Retinopathy of Prematurity , Tomography, Optical Coherence , Retinopathy of Prematurity/diagnostic imaging , Visual Acuity , Choroid/diagnostic imaging , Gestational Age
8.
Arq. bras. oftalmol ; 83(5): 410-416, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1131638

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate the inner retinal and choroidal thicknesses in patients with early retinitis pigmentosa. Methods: We analyzed spectral-domain optical coherence tomography images of 35 retinitis pigmentosa patients and 40 healthy individuals. We measured macular and ganglion cell complex thicknesses. We took choroidal thickness measurements in the subfoveal region and 500, 1,000, and 1,500 mm from the foveal center. Results: Patients with retinitis pigmentosa had significantly thinner macular thicknesses and choroidal thicknesses in all measurements, and their individual ganglion cell complex thickness measurements were lower than those in healthy individuals. The mean ganglion cell complex thickness was significantly lower in patients with retinitis pigmentosa than that in controls. The mean macular thickness was significantly correlated with the mean choroidal and mean ganglion cell complex thicknesses. (We found no correlation between the mean choroidal thickness and the mean ganglion cell complex thickness). Conclusions: The choroid was mildly affected in our patients with early retinitis pigmentosa. The tendency toward significance in the inner retina was possibly caused by a good visual acuity.


RESUMO Objetivo: Avaliar as espessuras internas da retina e da coroide em pacientes com retinite pigmentosa precoce. Métodos: Foram analisadas imagens de tomografia de coerência óptica de domínio espectral de 35 pacientes com retinite pigmentosa e 40 indivíduos saudáveis. Medimos a espessura do complexo de células maculares e ganglionares. Realizamos medições da espessura da coroide na região subfoveal e a 500 mm, 1000 mm e 1500 mm do centro da fóvea. Resultados: Pacientes com retinite pigmentosa apresentaram espessuras maculares e da coroide significativamente mais finas em todas as medições e suas medidas individuais da espessura do complexo de células ganglionares foram inferiores às de indivíduos saudáveis. A espessura média do complexo de células ganglionares foi significativamente menor nos pacientes com retinite pigmentosa do que nos controles. A espessura macular média foi significativamente correlacionada com as espessuras médias do complexo das células de coroide e das células ganglionares médias. Não encontramos correlação entre a espessura media da coroide e a espessura media do complexo de células ganglionares. Conclusões: A coroide foi levemente afetada em nossos pacientes com retinite pigmentosa precoce. A tendência à significância na retina interna foi possivelmente causada por uma boa acuidade visual.


Subject(s)
Humans , Retinitis Pigmentosa , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence , Retina/diagnostic imaging , Visual Acuity , Retinitis Pigmentosa/diagnostic imaging
9.
Arq. bras. oftalmol ; 83(5): 417-423, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1131620

ABSTRACT

ABSTRACT Purposes: To evaluate changes in ocular blood flow and subfoveal choroidal thickness in patients with symptomatic carotid artery stenosis after carotid artery stenting. Methods: We included 15 men (mean age, 63.6 ± 9.1 years) with symptomatic carotid artery stenosis and 18 healthy volunteers (all men; mean age, 63.7 ± 5.3 years). All participants underwent detailed ophthalmologic examinations including choroidal thickness measurement using enhanced depth-imaging optic coherence tomography. The patients also underwent posterior ciliary artery blood flow measurements using color Doppler ultrasonography before and after carotid artery stenting. Results: Patients lacked ocular ischemic symptoms. Their peak systolic and end-diastolic velocities increased to 10.1 ± 13.1 (p=0.005) and 3.9 ± 6.3 (p=0.064) cm/s, respectively, after the procedure. Subfoveal choroidal thicknesses were significantly thinner in patients with carotid artery stenosis than those in the healthy controls (p=0.01). But during the first week post-procedure, the subfoveal choroidal thicknesses increased significantly (p=0.04). The peak systolic velocities of the posterior ciliary arteries increased significantly after carotid artery stenting (p=0.005). We found a significant negative correlation between the mean increase in peak systolic velocity values after treatment and the mean preprocedural subfoveal choroidal thickness in the study group (p=0.025, r=-0.617). Conclusions: In patients with carotid artery stenosis, the subfoveal choroid is thinner than that in healthy controls. The subfoveal choroidal thickness increases after carotid artery stenting. Carotid artery stenting treatment increases the blood flow to the posterior ciliary artery, and the preprocedural subfoveal choroidal thickness may be a good predictor of the postprocedural peak systolic velocity of the posterior ciliary artery.


RESUMO Objetivos: Avaliar alterações no fluxo sanguíneo ocular e na espessura da coroide subfoveal em pacientes com estenose sintomática da artéria carótida, após implante de stent nessa artéria. Métodos: Foram incluídos 15 homens (idade média de 63,6 ± 9,1 anos) com estenose sintomática da artéria carótida e 18 voluntários saudáveis (todos homens; idade média de 63,7 ± 5,3 anos). Todos os participantes foram submetidos a exames oftalmológicos detalhados, incluindo d medição da espessura da coroide, usando tomografia de coerência óptica com imagem de profundidade aprimorada. Os pacientes também foram submetidos a medidas do fluxo sanguíneo das artérias ciliares posteriores, usando ultrassonografia com Doppler colorido, antes e após o implante do stent na artéria carótida. Resultados: Os pacientes não apresentaram sintomas isquêmicos oculares. O pico de velocidade sistólica e diastólica final aumentou para 10,1 ± 13,1 (p=0,005) e 3,9 ± 6,3 (p=0,064) cm/s, respectivamente, após o procedimento. As espessuras da coroide subfoveais foram significativamente mais finas nos pacientes com estenose da artéria carótida do que nos controles saudáveis (p=0,01). Porém, durante a primeira semana pós-procedimento, as espessuras das coroides subfoveais aumentaram significativamente (p=0,04). O pico de velocidade sistólica das artérias ciliares posteriores aumentou significativamente após o stent na artéria carótida (p=0,005). Encontramos uma correlação negativa significativa entre o aumento médio dos valores máximos de velocidade sistólica após o tratamento e a espessura da coroide subfoveal pré-procedimento média no grupo de estudo (p=0,025, r=-0,617). Conclusões: Em pacientes com estenose da artéria carótida, a coroide subfoveal é mais fina que a dos controles saudáveis. A espessura da coroide subfoveal aumenta após o stent na artéria carótida. O tratamento com stent na artéria carótida aumenta o fluxo sanguíneo para a artéria ciliar posterior, e a espessura coroidal subfoveal pré-procedimento pode ser um bom preditor da velocidade sistólica de pico pós-procedimento da artéria ciliar posterior.


Subject(s)
Humans , Male , Middle Aged , Aged , Ophthalmic Artery , Blood Flow Velocity , Carotid Arteries , Choroid , Regional Blood Flow , Stents , Choroid/anatomy & histology , Choroid/diagnostic imaging , Carotid Stenosis/surgery , Carotid Stenosis/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence
10.
Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 86(2): 242-246, March-Apr. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1132568

ABSTRACT

Abstract Introduction: Chronic upper airway obstruction due to marked nasal septal deviation may cause chronic hypoxia. It may change the balance of the sympathetic-parasympathetic system and may affect blood flow in the choroid. Objective: To assess choroidal thickness measurements of patients with marked nasal septal deviation. Methods: The patients who had nasal obstruction symptoms diagnosed with marked nasal septal deviation by anterior rhinoscopy and nasal endoscopy and scheduled for septoplasty were included in the study. The control group consisted of age, sex and body mass index-matched healthy individuals. The choroidal measurements at the central fovea and 1000 µm away from the fovea in the nasal and temporal regions were performed using enhanced depth imaging optical coherence tomography. Results: In the study group, 52 eyes of 26 patients with a mean age of 26.34 ± 8.14 years were examined. In the control group, 52 eyes of 28 healthy individuals with a mean age of 26.69 ± 7.84 years were examined. There was no statistically significant difference in terms of choroidal thickness measurements between the groups (p > 0.05). Conclusion: Our results suggest that marked nasal septal deviation may not lead to significant hypoxia and sympathetic activation, resulting in deterioration of the choroidal blood flow and consequent choroidal thickening.


Resumo Introdução: A obstrução crônica das vias aéreas superiores devido a acentuado desvio do septo nasal pode causar hipóxia crônica. Pode alterar o equilíbrio do sistema simpático-parassimpático e afetar o fluxo sanguíneo na coroide. Objetivo: Avaliar as medidas da espessura da coroide em pacientes com acentuado desvio de septo nasal. Método: Foram incluídos no estudo pacientes que apresentavam sintomas de obstrução nasal, com diagnóstico de acentuado desvio de septo realizado por rinoscopia anterior e endoscopia nasal, e com septoplastia programada. O grupo controle consistiu de indivíduos saudáveis pareados por idade, sexo e índice de massa corporal. As medidas da coroide na fóvea central e a 1.000 µm da fóvea nas regiões nasal e temporal foram feitas com tomografia de coerência óptica com imagem de profundidade melhorada. Resultados: No grupo de pacientes, 52 olhos de 26 pacientes com média de 26,34 ± 8,14 anos foram examinados. No grupo controle, 52 olhos de 28 indivíduos saudáveis com média de 26,69 ± 7,84 anos foram examinados. Não houve diferença estatisticamente significante em termos de medidas da espessura da coroide entre os grupos (p > 0,05). Conclusão: Nossos resultados sugerem que desvios do septo nasal acentuados podem não levar à hipóxia significativa e ativação simpática, resultar na deterioração do fluxo sanguíneo coroidal e consequente espessamento da coroide.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Choroid/pathology , Nasal Septum/abnormalities , Case-Control Studies , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence , Hypertrophy/diagnostic imaging , Nasal Septum/diagnostic imaging
11.
Int. braz. j. urol ; 46(2): 185-193, Mar.-Apr. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1090573

ABSTRACT

ABSTRACT Objective To evaluate the effects of solifenacin, darifenacin, and propiverine on nasal-, subfoveal-, temporal choroidal thicknesses (NCT, SFCT, TCT), intraocular pressure (IOP) and pupil diameter (PD). Materials and Methods Patients with overactive bladder (OAB) diagnosed according to The International Continence Society were administered with solifenacin, darifenacin or propiverine on a daily basis between November 2017 and May 2018. NCT, SFCT, TCT, IOP, and PD of these patients were measured and compared as initial, fourth and twelfth weeks. Results A total of 165 patients (330 eyes) with OAB were evaluated. Solifenacin (n=140) significantly reduced IOP from 17.30±2.72 mmHg to 16.67±2.56 mmHg (p=0.006) and 16.57±2.41 mmHg (p=0.002), at the fourth and twelfth weeks, respectively. Darifenacin (n=110) significantly reduced NCT from 258.70±23.96 μm to 257.51±22.66 μm (p=0.002) and 255.36±19.69 μm (p=0.038), at the fourth and twelfth weeks, respectively. Propiverine (n=80) significantly increased PD from 4.04±0.48 mm to 4.08±0.44 mm (p=0.009) and 4.09±0.45 mm (p=0.001), at the fourth and twelfth weeks, respectively. Conclusion These findings can help to decide appropriate anticholinergic drug choice in OAB patients. We finally suggest further well-designed randomized prospective studies with a larger population to evaluate the anticholinergic-related complications in eyes.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Pyrrolidines/adverse effects , Benzilates/adverse effects , Benzofurans/adverse effects , Pupil/drug effects , Choroid/drug effects , Muscarinic Antagonists/adverse effects , Solifenacin Succinate/adverse effects , Intraocular Pressure/drug effects , Pyrrolidines/administration & dosage , Benzilates/administration & dosage , Benzofurans/administration & dosage , Prospective Studies , Follow-Up Studies , Muscarinic Antagonists/administration & dosage , Urinary Bladder, Overactive/drug therapy , Solifenacin Succinate/administration & dosage , Middle Aged
12.
Medwave ; 20(2): e7831, 31-03-2020.
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1095945

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Las hemorragias maculares producen una pérdida de la visión súbita y profunda. Las principales modalidades de tratamiento incluyen observación, inyección intravítrea de fármacos antiangiogénicos, hialoidotomía con láser neodymium-doped yttrium aluminium garnet, inyección intravítrea de gas y/o activador de plasminógeno tisular, en monoterapia o combinadas con cirugía. En el presente trabajo reportamos cuatro casos de hemorragias maculares de distintas causas, tratadas con diferentes abordajes, y realizamos una revisión de la literatura al respecto. PRESENTACIÓN DE CASOS: Los cuatro pacientes mostrados presentaron diferentes causas de hemorragias maculares. El primer caso tuvo una hemorragia prerretiniana debido a retinopatía de Valsalva y fue tratado con cirugía, el Caso 2 tuvo una hemorragia macular multinivel debido a una rotura de un macroaneurisma arteriolar retiniano y fue manejado con desplazamiento neumático, láser y ranibizumab intravítreo, el Caso 3 presentó una hemorragia subretiniana extensa debido a rotura coroidea posterior a un trauma ocular cerrado de alta energía y fue tratado exitosamente con cirugía. El último caso presentó una hemorragia prerretiniana debido a retinopatía diabética, manejada con láser neodymium-doped yttrium aluminium garnet. Los diferentes tratamientos fueron realizados exitosamente con buenos resultados. CONCLUSIÓN: Existen amplias opciones disponibles para el manejo de las hemorragias maculares y la mejor opción depende de las características de cada caso en particular. El manejo apropiado y oportuno de éstas puede lograr un resultado visual bueno, especialmente si la localización de la hemorragia es prerretiniana.


INTRODUCTION: Macular hemorrhages result in a sudden and profound loss of vision. The primary treatment modalities include observation, intravitreal injection of antiangiogenic drugs, neodymium-doped yttrium aluminum garnet hialoidotomy, intravitreal injection of gas with or without tissue plasminogen activator, as monotherapy or combined with surgery. In this paper, we report four cases of macular hemorrhages of different causes treated with different approaches, and we review the literature in this regard. CASE PRESENTATION: All four patients presented different causes of macular hemorrhage. The first case had a preretinal hemorrhage due to a Valsalva retinopathy and was treated with surgery. Case 2 had a multilevel macular hemorrhage due to a rupture of a retinal arteriolar macroaneurysm and was treated with pneumatic displacement, laser, and intravitreal ranibizumab. Case 3 presented an extensive subretinal hemorrhage due to a choroidal rupture after high-energy ocular trauma that was also successfully treated with surgery. The last case was a preretinal hemorrhage due to diabetic retinopathy managed with neodymium-doped yttrium aluminum garnet laser. Different treatment approaches were successfully performed in all cases with good outcomes. CONCLUSION: There is an extensive range of options available for the management of macular hemorrhages, and the best option depends on the characteristics of each particular case. Proper and timely management of these diseases can achieve an excellent visual outcome, especially if the location of the hemorrhage is preretinal.


Subject(s)
Humans , Retinal Hemorrhage/therapy , Angiogenesis Inhibitors/therapeutic use , Laser Therapy , Rupture , Retinal Hemorrhage/etiology , Choroid/pathology , Tissue Plasminogen Activator , Diabetic Retinopathy/complications , Intravitreal Injections
13.
Arq. bras. oftalmol ; 83(1): 19-27, Jan.-Feb. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1088958

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To assess the reproducibility of retinal and choroidal measurements in the macular and peripapillary areas using swept-source optical coherence tomography in patients with Parkinson's disease. Methods: A total of 63 eyes of 63 patients with idiopathic Parkinson's disease were evaluated using a three-dimensional protocol of swept-source optical coherence tomography. The following layers were analyzed: full retinal thickness, retinal nerve fiber layer, ganglion cell layer, and choroid. The coefficient of variation was calculated for every measurement. Results: In the macular area, the mean coefficients of variation of retinal thickness, ganglion cell layer + thickness, and choroidal thickness were 0.40%, 0.84%, and 2.09%, respectively. Regarding the peripapillary area, the mean coefficient of variation of the retinal nerve fiber layer thickness was 2.78. The inferior quadrant showed the highest reproducibility (coefficient of variation= 1.62%), whereas the superonasal sector showed the lowest reproducibility (coefficient of variation= 8.76%). Conclusions: Swept-source optical coherence tomography provides highly reproducible measurements of retinal and choroidal thickness in both the macular and peripapillary areas. The reproducibility is higher in measurements of retinal thickness versus choroidal thickness.


RESUMO Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade das medições da retina e da coroide nas áreas macular e peripapilar utilizando a tomografia de coerência ótica com fonte de varredura pacientes com doença de Parkinson. Métodos: Um total de 63 olhos de 63 pacientes com doença de Parkinson idiopática foram avaliados usando um protocolo 3D de tomografia de coerência ótica de fonte Triton Swept. Foram analisadas as seguintes camadas: espessura retiniana total, camada de fibras nervosas da retina, camada de células ganglionares e coróide. O coeficiente de variação foi calculado para cada medição. Resultados: Na área macular, os coeficientes médios de variação da espessura da retina, da camada de células ganglionares + espessura e da espessura da coróide foram de 0,40%, 0,84% e 2,09%, respectivamente. Em relação à área peripapilar, o coeficiente médio de variação da espessura da camada de fibras nervosas da retina foi de 2,78%. O quadrante inferior apresentou a maior reprodutibilidade (coeficiente de variação= 1,62%), enquanto o setor superonasal apresentou a menor reprodutibilidade (coeficiente de variação= 8,76%). Conclusões: A tomografia de coerência ótica de fonte Triton Swept fornece medições altamente reprodutíveis da espessura da retina e da coroide nas áreas macular e peripapilar. A reprodutibilidade é maior nas medidas da espessura da retina versus a espessura da coróide.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Parkinson Disease/complications , Retina/diagnostic imaging , Choroid Diseases/etiology , Choroid Diseases/diagnostic imaging , Choroid/diagnostic imaging , Retina/anatomy & histology , Retina/physiopathology , Reproducibility of Results , Choroid/anatomy & histology , Choroid/physiopathology , Tomography, Optical Coherence/methods
14.
Rev. bras. oftalmol ; 79(1): 63-65, Jan.-Feb. 2020. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1092656

ABSTRACT

Resumo Relatamos aqui o caso de E.R.S.S., feminino, 43 anos, diagnosticada com coloboma de retina e coroide bilateral, afim de enfatizar a importância dos exames pré-operatórios, até mesmo de uma boa tomada de projeção luminosa, a qual está sendo muitas vezes relegada a um patamar desprezível dentro da prática oftalmológica. Salientamos também que o exame ultrassonográfico prévio à indicação cirúrgica é de suma importância, no entanto, esse deve ser realizado por profissional experiente e sua correta interpretação deve ser exaustivamente procurada para que erros interpretativos não se transformem em conduta clínico cirúrgica inadequada e consequentes danos, muitas vezes, irreparáveis. Considerando-se todos os aspectos e complicações do coloboma já citados nesse relato, a conduta diante de um diagnóstico dessa malformação deve ser: pesquisar associação com outras doenças oculares e/ou sistêmicas (CHARGE: coloboma, cardiopatia congênita, atresia de coana com múltiplas anomalias), realizar tratamento e acompanhamento em caso de complicações (Ex. descolamento de retina, ambliopia e estrabismo) e prevenção é feita através de aconselhamento genético.


Abstract We report here the case of E.R.S.S. female, 43 years old, diagnosed with bilateral coloboma of choroid and retina, in order to emphasize the importance of preoperative exams, even a good shot of light projection, which is often being relegated to a negligible level in ophthalmological practice.We emphasize also that the ultrasound examination prior to the surgical indication is of paramount importance, however,this should be performed by experienced professional and the correct interpretation must be thoroughly searched for interpretative errors not become inadequate surgical clinical conduct and consequential irreparable damage. Considering all aspects and complications already mentioned in this report, coloboma to conduct before a diagnosis of this malformation should be: search for association with other eye diseases and/or systemic (CHARGE: coloboma, congenital heart defect, atresia of posterior nasal apertures with multiple anomalies), performing and monitoring treatment in case of complications (E.g. retinal detachment, amblyopia and strabismus) and prevention is made through genetic counseling.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Retina/abnormalities , Coloboma/diagnostic imaging , Choroid/abnormalities , Ultrasonography , Retina/diagnostic imaging , Coloboma/surgery , Choroid/diagnostic imaging , Phacoemulsification/methods , Lens Implantation, Intraocular
15.
Article in Korean | WPRIM | ID: wpr-811309

ABSTRACT

PURPOSE: We investigated the long-term longitudinal changes in axial length (AL), mean ocular perfusion pressure (MOPP), and choroidal thickness (CT) according to the reduction of intraocular pressure (IOP) after glaucoma surgery. The potential variables associated with CT changes were also evaluated.METHODS: This was a prospective study for 1 year after glaucoma surgery, which included 71 eyes of 71 patients with primary open-angle glaucoma. The subfoveal CT (SFCT) and peripapillary CT (PPCT) were measured using spectral-domain optical coherence tomography preoperatively and 1 week, 1 month, 2 months, 6 months, and 1 year postoperatively. MOPP was calculated from the IOP and blood pressure. The AL was measured using partial coherence interferometry. Regression analysis was conducted to assess the possible association of variables.RESULTS: The AL decreased and the MOPP, SFCT, and PPCT increased significantly with IOP reduction at 1 year post-operatively (all, p < 0.001). The changes in SFCT and PPCT were significantly associated with IOP reduction at 1 year postoperatively (r = −0.519 and r = −0.528, respectively). Importantly, greater increases in SFCT and PPCT were found in patients with IOP reduction more than 30% from baseline, when compared with those with less than 30% reduction (p = 0.001 and p = 0.002, respectively). The SFCT increased more significantly in patients with AL ≤ 24 mm, compared with patients with AL > 24 mm (p = 0.044).CONCLUSIONS: Reduction in the IOP, increase in the MOPP, decrease in the AL, and increase in the CT after glaucoma surgery persisted for 1 year during a long-term follow-up. These results suggested that glaucoma surgery reduced mechanical compression on the optic nerve fiber and increased intraocular blood flow.


Subject(s)
Blood Pressure , Choroid , Follow-Up Studies , Glaucoma , Glaucoma, Open-Angle , Humans , Interferometry , Intraocular Pressure , Optic Nerve , Perfusion , Prospective Studies , Tomography, Optical Coherence
17.
Arq. bras. oftalmol ; 82(5): 400-406, Sept.-Oct. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019431

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To investigate the effect of pseudoex foliation syndrome on choroidal thickness as compared with healthy individuals and subjects with primary open-angle glaucoma. Methods: This prospective, randomized study included 30 primary open angle glaucoma patients and 30 pseudoexfoliation glaucoma patients with similar demographic characteristics and 30 eyes of 30 healthy individuals comprised the control group. Regular optic nerve and macular images were obtained using a Cirrus HD spectral domain optical coherence tomography instrument, along with macular choroidal thickness measurements with enhanced depth imaging mode. Results: Age, sex, and axial length values were similar among the three groups (p>0.05). The primary open angle glaucoma and pseudoexfoliation glaucoma groups had comparable levels of glaucomatous damage. The mean subfoveal choroidal thickness values in the primary open angle glaucoma, pseudoexfoliation glaucoma, and control groups were 271.80 ± 19.96 μm, 241.43 ± 32.47 μm, and 268.03 ± 24.50 μm, respectively. The pseudoexfoliation glaucoma group had the lowest choroidal thickness values of the three groups (p values: pseudoexfoliation-control: 0.001; pseudoexfoliation-primary open angle glaucoma: <0.001, primary open angle glaucoma-control: 0.516, independent samples t-test). Conclusion: The macular choroid was thinner in patients with pseudoexfoliation glaucoma, as compared with both healthy individuals and open-angle glaucoma patients with similar degrees of glaucomatous damage.


RESUMO Objetivo: Investigar o efeito do glaucoma pseudoexfoliativo sobre a espessura da coroide em comparação com indivíduos saudáveis e com glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Este estudo prospectivo e randomizado incluiu 30 pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto e 30 com glaucoma pseudoexfoliativo, com características demográficas semelhantes e 30 olhos de 30 indivíduos saudáveis compuseram o grupo controle. Imagens da área macular e do nervo óptico foram obtidas usando um tomógrafo por coerência óptica no domínio espectral do modelo Cirrus HD, juntamente com medições da espessura da coroide na área macular através do modo de imagem de profundidade realçada. Resultados: Os valores de idade, sexo e comprimento axial foram semelhantes nos três grupos (p>0,05). Os grupos de glaucoma primário de ângulo aberto e de glaucoma pseudoexfoliativo tinham níveis comparáveis de lesões glaucomatosas. Os valores médios da espessura subfoveal da coroide nos grupos do glaucoma primário de ângulo aberto, glaucoma pseudoexfoliativo e de controle foram 271,80 ± 19,96 μm, 241,43 ± 32,47 μm e 268,03 ± 24,50 μm, respectivamente. O grupo glaucoma pseudoexfoliativo apresentou os menores valores de espessura de coroide dos três grupos (valores de p: pseudoexfoliativo-controle: 0,001; pseudoexfoliativo-glaucoma primário de ângulo aberto: <0,001, controle de glaucoma primário de ângulo aberto: 0,516; teste de t de amostras independentes). Conclusão: A coroide na área macular era mais fina em pacientes com glaucoma pseudoexfoliativo, quando comparada com indivíduos saudáveis e pacientes com glaucoma de ângulo aberto com graus similares de lesão glaucomatosa.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Glaucoma, Open-Angle/pathology , Choroid/pathology , Exfoliation Syndrome/pathology , Case-Control Studies , Prospective Studies , Tomography, Optical Coherence , Axial Length, Eye , Intraocular Pressure
18.
Arq. bras. oftalmol ; 82(4): 263-269, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019422

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To compare retinal and choroidal thickness in patients with Behçet's disease with and without ocular involvement as well as to evaluate the correlation between erythrocyte sedimentation rate and choroidal thickness among patients with Behçet's disease. Methods: This was a prospective interventional study investigating erythrocyte sedimentation as well as choroidal and retinal thickness among patients with Behçet's disease. Patients who were diagnosed based on The International Criteria for Behçet's Disease with (Group A) or without (Group B) ocular involvement and a matched control group (Group C) participated in the study. Optical coherence tomography measurements and blood tests were performed on the same day. Retinal and choroidal thickness were measured using spectral-domain optical coherence tomography (Spectralis, Heidelberg Engineering, Heidelberg, Germany), and central macular thickness, central subfoveal choroidal thickness, and retinal nerve fiber layer thickness were measured using optical coherence tomography. Results: Average erythrocyte sedimenta­tion values were 9.89 mm/h in Group A, 16.21 mm/h in Group B, and 3.89 mm/h in Group C; average central subfoveal choroidal thickness values were 350.66, 331.74, and 325.95 mm, respectively. Average central macular thickness and retinal nerve fiber layer thickness values of patients in Groups A, B and C were 226.39 and 225.97mm; 234.11 and 92.00 mm; and 97.58 and 99.84 mm, respectively. No significant difference was seen between Group A and B patients in central subfoveal choroidal thickness, central macular thickness, or retinal nerve fiber layer thickness values. Central macular thickness was statistically significantly thinner in Groups A and B than in Group C (p=0.016). Group A had thinning in the nasal quadrant of the retinal and general retinal nerve fiber layers when compared with those in Group C (p=0.010 and 0.041, respectively). A connection could not be established between the erythrocyte sedimentation, central subfoveal cho­roidal thickness, central macular thickness, and retinal nerve fiber layer thickness in the patients with Behçet's disease. Conclusion: The erythrocyte sedimentation rate is typically used to test for activation of Behçet's disease and assess treatment response. In our study, we could not establish a connection between the erythrocyte sedimentation rate and central subfoveal choroidal thickness, central macular thickness, and retinal nerve fiber layer thickness in patients with systematically active Behçet's disease without ocular involvement.


RESUMO Objetivos: Comparar a espessura da retina e da coroide em pacientes com doença de Behçet, com e sem acometimento ocular e avaliar a correlação entre a taxa de sedimentação de eritrócitos e a espessura da coroide em pacientes com doença de Behçet. Métodos: Estudo prospectivo intervencional que investigou a sedimentação de eritrócitos, espessura de coroide e da retina em pacientes com doença de Behçet. Os pacientes que foram diagnosticados com base nos Critérios Internacionais para a Doença de Behçet com (Grupo A) ou sem (Grupo B) envolvimento ocular e um grupo controle correspondente (Grupo C) participaram do estudo. Medidas de tomografia de coerência óptica e exames de sangue foram realizados no mesmo dia. As espessuras da retina e da coroide foram medidas utilizando tomografia de coerência óptica de domínio espectral (Spectralis, Heidelberg Engineering, Hidelberg, Germany) e a espessura macular central, a espessura coroidal subfoveal central e a espessura da camada de fibra nervosa da retina foram medidas usando tomografia de coerência óptica. Resultados: Os valores médios de sedimentação de eritrócitos foram de 9,89 mm/h no Grupo A, 16,21 mm/h no Grupo B e 3,89 mm/h no Grupo C; os valores médios da espessura da coroide subfoveal central foram 350,66, 331,74 e 325,95 mm respectivamente. Os valores médios da espessura macular central e da espessura da camada de fibra nervosa da retina dos pacientes nos grupos A, B e C foram de 226,39, 225,97, 234,11 mm e 92,00, 97,58, 99,84 mm respectivamente. Não houve diferença significativa entre pacientes do Grupo A e B na espessura da coroide subfoveal central, espessura macular central ou valores da espessura da camada de fibra nervosa da retina. A espessura macular central foi estatisticamente significativamente mais fina nos Grupos A e B do que no Grupo C (p=0,016). O Grupo A apresentou afinamento na porção nasal das camadas retiniana e geral da fibra nervosa da retina quando comparado com o Grupo C (p=0,010, p=0,041, respectivamente). Não foi possível estabelecer uma conexão entre a sedimentação dos eritrócitos, a espessura subfoveal central da coroide, a espessura macular central e espessura da camada de fibras nervosas da retina nos pacientes com doença de Behçet. Conclusão: A taxa de sedimentação de eritrócitos é comumente utilizada para testar a ativação da doença de Behçet e avaliar a resposta ao tratamento. Em nosso estudo, não foi possível estabelecer uma conexão entre a taxa de sedimentação de eritrócitos e a espessura da coroide subfoveal central, espessura macular central e espessura da camada de fibras nervosas da retina em pacientes com doença de Behçet sistematicamente ativa sem envolvimento ocular.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Retina/pathology , Blood Sedimentation , Behcet Syndrome/pathology , Behcet Syndrome/blood , Choroid/pathology , Reference Values , Retina/diagnostic imaging , Uveitis/etiology , Uveitis/pathology , Case-Control Studies , Behcet Syndrome/complications , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Intraocular Pressure , Nerve Fibers/pathology
19.
Arq. bras. oftalmol ; 82(2): 124-128, Mar.-Apr. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-989404

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To compare the choroidal thickness in active and stable phases of thyroid eye disease. Methods: Forty-seven eyes of 47 patients with thyroid eye disease were prospectively studied. Patients were evaluated on the basis of their clinical activity scores, with scores 33 defined as active disease. Subfoveal, temporal macular, nasal macular, temporal peripapillary, and nasal peripapillary choroidal thickness measurements were performed with Cirrus enhanced depth imaging spectral-domain optical coherence tomography, and the results in the two groups were compared. Results: Twenty-four patients were int he active group, whereas 23 patients were in the stable group. Choroidal thickness was significantly higher in the subfoveal and temporal macular regions in the active group. Although the nasal macular and peripapillary values were also higher in the active group, the difference was insignificant. Conclusions: Subfoveal choroidal thickness was significantly higher in patients with thyroid eye disease in the active phase than in those with stable phase disease.


RESUMO Objetivo: Comparar a espessura da coroide nas fases ativa e estável da doença ocular tireoidiana. Métodos: Quarenta e sete olhos, de 47 pacientes com doença ocular tireoidiana foram estudados prospectivamente. Os pacientes foram avaliados com base em seus escores de atividade clínica, com escore de 33 definidos como doença ativa. As medidas subfoveais, maculares temporais, maculares nasais, peripapilares temporais e da espessura da coroide peripapilar foram realizadas com tomografia de coerência óptica de domínio espectral Cirrus EDI, e os resultados nos dois grupos foram comparados. Resultados: Vinte e quarto pacientes estavam no grupo ativo, enquanto 23 pacientes estavam no grupo estável. A espessura da coroide foi significativamente maior nas regiões macular subfoveal e temporal no grupo ativo. Embora os valores maculares e peripapilares nasais também fossem maiores no grupo ativo, a diferença foi insignificante. Conclusões: A espessura da coroide subfoveal foi significativamente maior em pacientes com doença ocular tireoidiana na fase ativa do que naqueles com doença na fase estável.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Choroid/pathology , Graves Ophthalmopathy/pathology , Organ Size , Reference Values , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence/methods , Graves Ophthalmopathy/diagnostic imaging , Macula Lutea/pathology
20.
Arq. bras. oftalmol ; 82(1): 6-11, Jan.-Feb. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-973873

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: Obesity is associated with eye diseases, but the underlying structural changes and pathogenic mechanisms have not been examined in detail. Here, we assessed the effects of morbid obesity on the morphometric indices of eye disease. Methods: Morbidly obese volunteers (n=101, body mass index [BMI] ³40) and healthy individuals (n=95, BMI: 18.50-24.99) were examined by Goldman applanation tonometry, pachymetry, and spectral domain optical coherence tomography. Intraocular pressure, anterior chamber depth, axial length, central corneal thickness, retinal nerve fiber layer thickness, central foveal thickness, and choroidal thickness were compared between groups. Results: Uncorrected intraocular pressure was significantly greater in the morbidly obese group than in the healthy control group (15.5 ± 2.5 vs. 14.5 ± 2.6 mmHg, p=0.009), whereas axial length, anterior chamber depth, and central corneal thickness did not differ between the groups. The mean retinal nerve fiber layer thickness at the temporal quadrant was reduced in the morbidly obese group (72.7 ± 13.6 vs. 85.05 ± 52.6 mm, p=0.024). Similarly, the mean retinal thicknesses at nasal and temporal 1500-mm locations were lower in the morbidly obese group (346.6 ± 18.2 vs. 353.7 ± 18.8 mm, p=0.008; 323.1 ± 20.3 vs. 330.0 ± 18.9 mm, p=0.001). The mean choroidal thickness was also reduced in almost all measurement locations (fovea, temporal 500 and 1000 mm, and nasal 500, 1000, and 1500 mm) of the obese group (p<0.05). Weight and BMI were negatively correlated with subfoveal choroidal thickness (r=-0.186, p=0.009; r=-0.173, p=0.015). Conclusion: Morbid obesity is associated with elevated uncorrected intraocular pressure and signs of neuropathy and retinopathy. Obesity may thus increase the risks of glaucoma and glaucomatous optic neuropathy.


RESUMO Objetivo: A obesidade está associada a doenças oulares, mas as mudanças estruturais subjacentes e os mecanismos patogênicos não foram examinados detalhadamente. Aqui avaliamos os efeitos da obesidade mórbida nos índices morfométricos da doença ocular. Métodos: Voluntários obesos mórbidos (n=101, índice de massa corporal ³40) e indivíduos saudáveis (n=95, índice de massa corporal 18,50 a 24,99) foram examinados por tonometria de aplanação de Goldman, paquimetria e tomografia de coerência óptica de domício espectral. A pressão intraocular, profundidade da câmara anterior, comprimento axial, espessura central da córnea, espessura da camada de fibras nervosas da retina, espessura foveal central e espessura da coroide foram comparadas entre os grupos. Resultados: A pressão intraocular não corrigida foi significativamente maior no grupo com obesidade mórbida do que no grupo controle saudável (15,5 ± 2,5 vs. 14,5 ± 2,6 mmHg, p=0,009), enquanto que o comprimento axial, profundidade da câmara anterior e espessura central da córnea não diferiram entre os grupos. A espessura média da camada de fibras nervosas da retina no quadrante temporal foi reduzida no grupo com obesidade mórbida (72,7 ± 13,6 vs. 85,05 ± 52,6 mm, p=0,024). Da mesma forma, a média das espesuras da retinianas nas localizações nasal e temporal de 1500 m foi menor no grupo com obesidade mórbida (346,6 ± 18,2 mm vs. 353,7 ± 18,8 mm, p=0,008; 323,1 ± 20,3 mm vs. 330,0 ± 18,9 mm, p=0,001). A espessura média da coroide também foi reduzida em quase todos os locais de mensuração (fóvea, temporal 500 e 1000 mm, nasal 500, 1000 e 1500 mm) do grupo obeso (p<0,05). Peso e índice de massa corporal foram negativamente correlacionados com a espessura da coroide subfoveal (r=-0,186, p=0,009; r=-0,173, p=0,015). Conclusão: A obesidade mórbida está associada à elevada pressão intraocular não corrigida e a sinais de neuropatia e retinopatia. A obesidade pode, assim, aumentar os riscos de glaucoma e neuropatia óptica glaucomatosa.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Retinal Diseases/etiology , Obesity, Morbid/complications , Choroid Diseases/etiology , Retina/pathology , Retinal Diseases/physiopathology , Tonometry, Ocular/methods , Obesity, Morbid/physiopathology , Body Mass Index , Case-Control Studies , Choroid Diseases/physiopathology , Glaucoma/etiology , Glaucoma/physiopathology , Choroid/pathology , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Corneal Pachymetry/methods , Intraocular Pressure
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