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1.
Rev. bras. oftalmol ; 80(2): 96-99, Mar.-Apr. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1280112

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: to compare the Subfoveal choroidal thickness (SFCT) and Retinal Nerve Fiber Layer Thickness (RNFL) of amblyopic and normal fellow eyes. Design: Prospective, cross-sectional, observational case series. Methods: Forty patients age 12 to 41 years (mean 23.73 ± 6.42) with unilateral amblyopia were studied. Among them, 11(28.2%) patients had amblyopia secondary to strabismus and 29(71.8 %) had anisometropic amblyopia. Optical coherence tomography (OCT) of the peripapillary RNFL thickness of amblyopic and fellow eyes was performed. RNFL thickness measurements were taken from the superior, inferior, nasal and temporal quadrants in the peripapillary region. Also, subfoveal choroidal thickness (SFCT) was measured using spectral domain optical coherence tomography (SD-OCT). Results: Mean global RNFL thickness of the amblyopic and fellow eyes was 104.48 microns and 102.83 microns, respectively. The difference between the two groups was not statistically significant (p>0.05%). The thicknesses of the superior, inferior, nasal and temporal quadrants of the retinal nerve fiber layer between the amblyopic and normal fellow eyes showed no statistically significant difference (p>0.05%). However, the SFCT of amblyopic eye was 11 or more microns thicker than the fellow eye and this was statistically significant different (p<0.05%). Conclusions: This study demonstrated SFCT in amblyopic eyes was significantly thicker than the normal fellow eyes. The amblyopic process may involve the choroid, but not the prepapillary NFL.


RESUMO Objetivo: comparar a espessura da coroide subfoveal (CSF) e da camada de fibra nervosa retinal (CFNR) de olhos amblíopes e normais. Design: série de casos prospectivos, transversais e observacionais. Métodos: Quarenta pacientes com idade entre 12 e 41 anos (média 23,73 ± 6,42) com ambliopia unilateral foram estudados. Entre eles, 11 (28,2%) pacientes apresentavam ambliopia secundária a estrabismo e 29 (71,8%) apresentavam ambliopia anisometrópica. Foi realizada tomografia de coerência óptica (TCO) da espessura da CFNR peripapilar do olho amblíope e do outro olho. As medidas de espessura da CFNR foram realizadas nos quadrantes superior, inferior, nasal e temporal na região peripapilar. Além disso, a espessura da coroide subfoveal (CSF) foi medida através de tomografia de coerência óptica de domínio espectral (TCO-DE). Resultados: A espessura média global da CFNR do olho amblíope e do outro olho foi de 104,48 mícrons e 102,83 mícrons, respectivamente. A diferença entre os dois grupos não foi estatisticamente significativa (p > 0,05%). As espessuras dos quadrantes superior, inferior, nasal e temporal da camada de fibras nervosas da retina entre o olho amblíope e o normal não apresentaram diferença estatisticamente significativa (p > 0,05%). No entanto, a CSF do olho amblíope foi 11 mícrons mais espessa (ou mais) do que a do outro olho - essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,05%). Conclusões: Este estudo demonstrou que a CSF dos olhos amblíopes foi significativamente mais espessa do que a dos olhos normais. O processo amblíope pode envolver a coroide, mas ele não envolve a CFNR peripapilar.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adult , Amblyopia/complications , Amblyopia/diagnostic imaging , Choroid/diagnostic imaging , Nerve Fibers/pathology , Optic Disk/pathology , Optic Nerve/pathology , Organ Size , Retinal Ganglion Cells/pathology , Visual Acuity , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Choroid/pathology , Tomography, Optical Coherence/methods , Fovea Centralis/pathology
2.
Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.) ; 86(2): 242-246, March-Apr. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1132568

ABSTRACT

Abstract Introduction: Chronic upper airway obstruction due to marked nasal septal deviation may cause chronic hypoxia. It may change the balance of the sympathetic-parasympathetic system and may affect blood flow in the choroid. Objective: To assess choroidal thickness measurements of patients with marked nasal septal deviation. Methods: The patients who had nasal obstruction symptoms diagnosed with marked nasal septal deviation by anterior rhinoscopy and nasal endoscopy and scheduled for septoplasty were included in the study. The control group consisted of age, sex and body mass index-matched healthy individuals. The choroidal measurements at the central fovea and 1000 µm away from the fovea in the nasal and temporal regions were performed using enhanced depth imaging optical coherence tomography. Results: In the study group, 52 eyes of 26 patients with a mean age of 26.34 ± 8.14 years were examined. In the control group, 52 eyes of 28 healthy individuals with a mean age of 26.69 ± 7.84 years were examined. There was no statistically significant difference in terms of choroidal thickness measurements between the groups (p > 0.05). Conclusion: Our results suggest that marked nasal septal deviation may not lead to significant hypoxia and sympathetic activation, resulting in deterioration of the choroidal blood flow and consequent choroidal thickening.


Resumo Introdução: A obstrução crônica das vias aéreas superiores devido a acentuado desvio do septo nasal pode causar hipóxia crônica. Pode alterar o equilíbrio do sistema simpático-parassimpático e afetar o fluxo sanguíneo na coroide. Objetivo: Avaliar as medidas da espessura da coroide em pacientes com acentuado desvio de septo nasal. Método: Foram incluídos no estudo pacientes que apresentavam sintomas de obstrução nasal, com diagnóstico de acentuado desvio de septo realizado por rinoscopia anterior e endoscopia nasal, e com septoplastia programada. O grupo controle consistiu de indivíduos saudáveis pareados por idade, sexo e índice de massa corporal. As medidas da coroide na fóvea central e a 1.000 µm da fóvea nas regiões nasal e temporal foram feitas com tomografia de coerência óptica com imagem de profundidade melhorada. Resultados: No grupo de pacientes, 52 olhos de 26 pacientes com média de 26,34 ± 8,14 anos foram examinados. No grupo controle, 52 olhos de 28 indivíduos saudáveis com média de 26,69 ± 7,84 anos foram examinados. Não houve diferença estatisticamente significante em termos de medidas da espessura da coroide entre os grupos (p > 0,05). Conclusão: Nossos resultados sugerem que desvios do septo nasal acentuados podem não levar à hipóxia significativa e ativação simpática, resultar na deterioração do fluxo sanguíneo coroidal e consequente espessamento da coroide.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Choroid/pathology , Nasal Septum/abnormalities , Case-Control Studies , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence , Hypertrophy/diagnostic imaging , Nasal Septum/diagnostic imaging
3.
Medwave ; 20(2): e7831, 31-03-2020.
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1095945

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Las hemorragias maculares producen una pérdida de la visión súbita y profunda. Las principales modalidades de tratamiento incluyen observación, inyección intravítrea de fármacos antiangiogénicos, hialoidotomía con láser neodymium-doped yttrium aluminium garnet, inyección intravítrea de gas y/o activador de plasminógeno tisular, en monoterapia o combinadas con cirugía. En el presente trabajo reportamos cuatro casos de hemorragias maculares de distintas causas, tratadas con diferentes abordajes, y realizamos una revisión de la literatura al respecto. PRESENTACIÓN DE CASOS: Los cuatro pacientes mostrados presentaron diferentes causas de hemorragias maculares. El primer caso tuvo una hemorragia prerretiniana debido a retinopatía de Valsalva y fue tratado con cirugía, el Caso 2 tuvo una hemorragia macular multinivel debido a una rotura de un macroaneurisma arteriolar retiniano y fue manejado con desplazamiento neumático, láser y ranibizumab intravítreo, el Caso 3 presentó una hemorragia subretiniana extensa debido a rotura coroidea posterior a un trauma ocular cerrado de alta energía y fue tratado exitosamente con cirugía. El último caso presentó una hemorragia prerretiniana debido a retinopatía diabética, manejada con láser neodymium-doped yttrium aluminium garnet. Los diferentes tratamientos fueron realizados exitosamente con buenos resultados. CONCLUSIÓN: Existen amplias opciones disponibles para el manejo de las hemorragias maculares y la mejor opción depende de las características de cada caso en particular. El manejo apropiado y oportuno de éstas puede lograr un resultado visual bueno, especialmente si la localización de la hemorragia es prerretiniana.


INTRODUCTION: Macular hemorrhages result in a sudden and profound loss of vision. The primary treatment modalities include observation, intravitreal injection of antiangiogenic drugs, neodymium-doped yttrium aluminum garnet hialoidotomy, intravitreal injection of gas with or without tissue plasminogen activator, as monotherapy or combined with surgery. In this paper, we report four cases of macular hemorrhages of different causes treated with different approaches, and we review the literature in this regard. CASE PRESENTATION: All four patients presented different causes of macular hemorrhage. The first case had a preretinal hemorrhage due to a Valsalva retinopathy and was treated with surgery. Case 2 had a multilevel macular hemorrhage due to a rupture of a retinal arteriolar macroaneurysm and was treated with pneumatic displacement, laser, and intravitreal ranibizumab. Case 3 presented an extensive subretinal hemorrhage due to a choroidal rupture after high-energy ocular trauma that was also successfully treated with surgery. The last case was a preretinal hemorrhage due to diabetic retinopathy managed with neodymium-doped yttrium aluminum garnet laser. Different treatment approaches were successfully performed in all cases with good outcomes. CONCLUSION: There is an extensive range of options available for the management of macular hemorrhages, and the best option depends on the characteristics of each particular case. Proper and timely management of these diseases can achieve an excellent visual outcome, especially if the location of the hemorrhage is preretinal.


Subject(s)
Humans , Retinal Hemorrhage/therapy , Angiogenesis Inhibitors/therapeutic use , Laser Therapy , Rupture , Retinal Hemorrhage/etiology , Choroid/pathology , Tissue Plasminogen Activator , Diabetic Retinopathy/complications , Intravitreal Injections
5.
Arq. bras. oftalmol ; 82(5): 400-406, Sept.-Oct. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019431

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To investigate the effect of pseudoex foliation syndrome on choroidal thickness as compared with healthy individuals and subjects with primary open-angle glaucoma. Methods: This prospective, randomized study included 30 primary open angle glaucoma patients and 30 pseudoexfoliation glaucoma patients with similar demographic characteristics and 30 eyes of 30 healthy individuals comprised the control group. Regular optic nerve and macular images were obtained using a Cirrus HD spectral domain optical coherence tomography instrument, along with macular choroidal thickness measurements with enhanced depth imaging mode. Results: Age, sex, and axial length values were similar among the three groups (p>0.05). The primary open angle glaucoma and pseudoexfoliation glaucoma groups had comparable levels of glaucomatous damage. The mean subfoveal choroidal thickness values in the primary open angle glaucoma, pseudoexfoliation glaucoma, and control groups were 271.80 ± 19.96 μm, 241.43 ± 32.47 μm, and 268.03 ± 24.50 μm, respectively. The pseudoexfoliation glaucoma group had the lowest choroidal thickness values of the three groups (p values: pseudoexfoliation-control: 0.001; pseudoexfoliation-primary open angle glaucoma: <0.001, primary open angle glaucoma-control: 0.516, independent samples t-test). Conclusion: The macular choroid was thinner in patients with pseudoexfoliation glaucoma, as compared with both healthy individuals and open-angle glaucoma patients with similar degrees of glaucomatous damage.


RESUMO Objetivo: Investigar o efeito do glaucoma pseudoexfoliativo sobre a espessura da coroide em comparação com indivíduos saudáveis e com glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Este estudo prospectivo e randomizado incluiu 30 pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto e 30 com glaucoma pseudoexfoliativo, com características demográficas semelhantes e 30 olhos de 30 indivíduos saudáveis compuseram o grupo controle. Imagens da área macular e do nervo óptico foram obtidas usando um tomógrafo por coerência óptica no domínio espectral do modelo Cirrus HD, juntamente com medições da espessura da coroide na área macular através do modo de imagem de profundidade realçada. Resultados: Os valores de idade, sexo e comprimento axial foram semelhantes nos três grupos (p>0,05). Os grupos de glaucoma primário de ângulo aberto e de glaucoma pseudoexfoliativo tinham níveis comparáveis de lesões glaucomatosas. Os valores médios da espessura subfoveal da coroide nos grupos do glaucoma primário de ângulo aberto, glaucoma pseudoexfoliativo e de controle foram 271,80 ± 19,96 μm, 241,43 ± 32,47 μm e 268,03 ± 24,50 μm, respectivamente. O grupo glaucoma pseudoexfoliativo apresentou os menores valores de espessura de coroide dos três grupos (valores de p: pseudoexfoliativo-controle: 0,001; pseudoexfoliativo-glaucoma primário de ângulo aberto: <0,001, controle de glaucoma primário de ângulo aberto: 0,516; teste de t de amostras independentes). Conclusão: A coroide na área macular era mais fina em pacientes com glaucoma pseudoexfoliativo, quando comparada com indivíduos saudáveis e pacientes com glaucoma de ângulo aberto com graus similares de lesão glaucomatosa.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Glaucoma, Open-Angle/pathology , Choroid/pathology , Exfoliation Syndrome/pathology , Case-Control Studies , Prospective Studies , Tomography, Optical Coherence , Axial Length, Eye , Intraocular Pressure
6.
Arq. bras. oftalmol ; 82(4): 263-269, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019422

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To compare retinal and choroidal thickness in patients with Behçet's disease with and without ocular involvement as well as to evaluate the correlation between erythrocyte sedimentation rate and choroidal thickness among patients with Behçet's disease. Methods: This was a prospective interventional study investigating erythrocyte sedimentation as well as choroidal and retinal thickness among patients with Behçet's disease. Patients who were diagnosed based on The International Criteria for Behçet's Disease with (Group A) or without (Group B) ocular involvement and a matched control group (Group C) participated in the study. Optical coherence tomography measurements and blood tests were performed on the same day. Retinal and choroidal thickness were measured using spectral-domain optical coherence tomography (Spectralis, Heidelberg Engineering, Heidelberg, Germany), and central macular thickness, central subfoveal choroidal thickness, and retinal nerve fiber layer thickness were measured using optical coherence tomography. Results: Average erythrocyte sedimenta­tion values were 9.89 mm/h in Group A, 16.21 mm/h in Group B, and 3.89 mm/h in Group C; average central subfoveal choroidal thickness values were 350.66, 331.74, and 325.95 mm, respectively. Average central macular thickness and retinal nerve fiber layer thickness values of patients in Groups A, B and C were 226.39 and 225.97mm; 234.11 and 92.00 mm; and 97.58 and 99.84 mm, respectively. No significant difference was seen between Group A and B patients in central subfoveal choroidal thickness, central macular thickness, or retinal nerve fiber layer thickness values. Central macular thickness was statistically significantly thinner in Groups A and B than in Group C (p=0.016). Group A had thinning in the nasal quadrant of the retinal and general retinal nerve fiber layers when compared with those in Group C (p=0.010 and 0.041, respectively). A connection could not be established between the erythrocyte sedimentation, central subfoveal cho­roidal thickness, central macular thickness, and retinal nerve fiber layer thickness in the patients with Behçet's disease. Conclusion: The erythrocyte sedimentation rate is typically used to test for activation of Behçet's disease and assess treatment response. In our study, we could not establish a connection between the erythrocyte sedimentation rate and central subfoveal choroidal thickness, central macular thickness, and retinal nerve fiber layer thickness in patients with systematically active Behçet's disease without ocular involvement.


RESUMO Objetivos: Comparar a espessura da retina e da coroide em pacientes com doença de Behçet, com e sem acometimento ocular e avaliar a correlação entre a taxa de sedimentação de eritrócitos e a espessura da coroide em pacientes com doença de Behçet. Métodos: Estudo prospectivo intervencional que investigou a sedimentação de eritrócitos, espessura de coroide e da retina em pacientes com doença de Behçet. Os pacientes que foram diagnosticados com base nos Critérios Internacionais para a Doença de Behçet com (Grupo A) ou sem (Grupo B) envolvimento ocular e um grupo controle correspondente (Grupo C) participaram do estudo. Medidas de tomografia de coerência óptica e exames de sangue foram realizados no mesmo dia. As espessuras da retina e da coroide foram medidas utilizando tomografia de coerência óptica de domínio espectral (Spectralis, Heidelberg Engineering, Hidelberg, Germany) e a espessura macular central, a espessura coroidal subfoveal central e a espessura da camada de fibra nervosa da retina foram medidas usando tomografia de coerência óptica. Resultados: Os valores médios de sedimentação de eritrócitos foram de 9,89 mm/h no Grupo A, 16,21 mm/h no Grupo B e 3,89 mm/h no Grupo C; os valores médios da espessura da coroide subfoveal central foram 350,66, 331,74 e 325,95 mm respectivamente. Os valores médios da espessura macular central e da espessura da camada de fibra nervosa da retina dos pacientes nos grupos A, B e C foram de 226,39, 225,97, 234,11 mm e 92,00, 97,58, 99,84 mm respectivamente. Não houve diferença significativa entre pacientes do Grupo A e B na espessura da coroide subfoveal central, espessura macular central ou valores da espessura da camada de fibra nervosa da retina. A espessura macular central foi estatisticamente significativamente mais fina nos Grupos A e B do que no Grupo C (p=0,016). O Grupo A apresentou afinamento na porção nasal das camadas retiniana e geral da fibra nervosa da retina quando comparado com o Grupo C (p=0,010, p=0,041, respectivamente). Não foi possível estabelecer uma conexão entre a sedimentação dos eritrócitos, a espessura subfoveal central da coroide, a espessura macular central e espessura da camada de fibras nervosas da retina nos pacientes com doença de Behçet. Conclusão: A taxa de sedimentação de eritrócitos é comumente utilizada para testar a ativação da doença de Behçet e avaliar a resposta ao tratamento. Em nosso estudo, não foi possível estabelecer uma conexão entre a taxa de sedimentação de eritrócitos e a espessura da coroide subfoveal central, espessura macular central e espessura da camada de fibras nervosas da retina em pacientes com doença de Behçet sistematicamente ativa sem envolvimento ocular.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Retina/pathology , Blood Sedimentation , Behcet Syndrome/pathology , Behcet Syndrome/blood , Choroid/pathology , Reference Values , Retina/diagnostic imaging , Uveitis/etiology , Uveitis/pathology , Case-Control Studies , Behcet Syndrome/complications , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Intraocular Pressure , Nerve Fibers/pathology
7.
Arq. bras. oftalmol ; 82(2): 124-128, Mar.-Apr. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-989404

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To compare the choroidal thickness in active and stable phases of thyroid eye disease. Methods: Forty-seven eyes of 47 patients with thyroid eye disease were prospectively studied. Patients were evaluated on the basis of their clinical activity scores, with scores 33 defined as active disease. Subfoveal, temporal macular, nasal macular, temporal peripapillary, and nasal peripapillary choroidal thickness measurements were performed with Cirrus enhanced depth imaging spectral-domain optical coherence tomography, and the results in the two groups were compared. Results: Twenty-four patients were int he active group, whereas 23 patients were in the stable group. Choroidal thickness was significantly higher in the subfoveal and temporal macular regions in the active group. Although the nasal macular and peripapillary values were also higher in the active group, the difference was insignificant. Conclusions: Subfoveal choroidal thickness was significantly higher in patients with thyroid eye disease in the active phase than in those with stable phase disease.


RESUMO Objetivo: Comparar a espessura da coroide nas fases ativa e estável da doença ocular tireoidiana. Métodos: Quarenta e sete olhos, de 47 pacientes com doença ocular tireoidiana foram estudados prospectivamente. Os pacientes foram avaliados com base em seus escores de atividade clínica, com escore de 33 definidos como doença ativa. As medidas subfoveais, maculares temporais, maculares nasais, peripapilares temporais e da espessura da coroide peripapilar foram realizadas com tomografia de coerência óptica de domínio espectral Cirrus EDI, e os resultados nos dois grupos foram comparados. Resultados: Vinte e quarto pacientes estavam no grupo ativo, enquanto 23 pacientes estavam no grupo estável. A espessura da coroide foi significativamente maior nas regiões macular subfoveal e temporal no grupo ativo. Embora os valores maculares e peripapilares nasais também fossem maiores no grupo ativo, a diferença foi insignificante. Conclusões: A espessura da coroide subfoveal foi significativamente maior em pacientes com doença ocular tireoidiana na fase ativa do que naqueles com doença na fase estável.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Choroid/pathology , Graves Ophthalmopathy/pathology , Organ Size , Reference Values , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence/methods , Graves Ophthalmopathy/diagnostic imaging , Macula Lutea/pathology
8.
Arq. bras. oftalmol ; 82(1): 6-11, Jan.-Feb. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-973873

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: Obesity is associated with eye diseases, but the underlying structural changes and pathogenic mechanisms have not been examined in detail. Here, we assessed the effects of morbid obesity on the morphometric indices of eye disease. Methods: Morbidly obese volunteers (n=101, body mass index [BMI] ³40) and healthy individuals (n=95, BMI: 18.50-24.99) were examined by Goldman applanation tonometry, pachymetry, and spectral domain optical coherence tomography. Intraocular pressure, anterior chamber depth, axial length, central corneal thickness, retinal nerve fiber layer thickness, central foveal thickness, and choroidal thickness were compared between groups. Results: Uncorrected intraocular pressure was significantly greater in the morbidly obese group than in the healthy control group (15.5 ± 2.5 vs. 14.5 ± 2.6 mmHg, p=0.009), whereas axial length, anterior chamber depth, and central corneal thickness did not differ between the groups. The mean retinal nerve fiber layer thickness at the temporal quadrant was reduced in the morbidly obese group (72.7 ± 13.6 vs. 85.05 ± 52.6 mm, p=0.024). Similarly, the mean retinal thicknesses at nasal and temporal 1500-mm locations were lower in the morbidly obese group (346.6 ± 18.2 vs. 353.7 ± 18.8 mm, p=0.008; 323.1 ± 20.3 vs. 330.0 ± 18.9 mm, p=0.001). The mean choroidal thickness was also reduced in almost all measurement locations (fovea, temporal 500 and 1000 mm, and nasal 500, 1000, and 1500 mm) of the obese group (p<0.05). Weight and BMI were negatively correlated with subfoveal choroidal thickness (r=-0.186, p=0.009; r=-0.173, p=0.015). Conclusion: Morbid obesity is associated with elevated uncorrected intraocular pressure and signs of neuropathy and retinopathy. Obesity may thus increase the risks of glaucoma and glaucomatous optic neuropathy.


RESUMO Objetivo: A obesidade está associada a doenças oulares, mas as mudanças estruturais subjacentes e os mecanismos patogênicos não foram examinados detalhadamente. Aqui avaliamos os efeitos da obesidade mórbida nos índices morfométricos da doença ocular. Métodos: Voluntários obesos mórbidos (n=101, índice de massa corporal ³40) e indivíduos saudáveis (n=95, índice de massa corporal 18,50 a 24,99) foram examinados por tonometria de aplanação de Goldman, paquimetria e tomografia de coerência óptica de domício espectral. A pressão intraocular, profundidade da câmara anterior, comprimento axial, espessura central da córnea, espessura da camada de fibras nervosas da retina, espessura foveal central e espessura da coroide foram comparadas entre os grupos. Resultados: A pressão intraocular não corrigida foi significativamente maior no grupo com obesidade mórbida do que no grupo controle saudável (15,5 ± 2,5 vs. 14,5 ± 2,6 mmHg, p=0,009), enquanto que o comprimento axial, profundidade da câmara anterior e espessura central da córnea não diferiram entre os grupos. A espessura média da camada de fibras nervosas da retina no quadrante temporal foi reduzida no grupo com obesidade mórbida (72,7 ± 13,6 vs. 85,05 ± 52,6 mm, p=0,024). Da mesma forma, a média das espesuras da retinianas nas localizações nasal e temporal de 1500 m foi menor no grupo com obesidade mórbida (346,6 ± 18,2 mm vs. 353,7 ± 18,8 mm, p=0,008; 323,1 ± 20,3 mm vs. 330,0 ± 18,9 mm, p=0,001). A espessura média da coroide também foi reduzida em quase todos os locais de mensuração (fóvea, temporal 500 e 1000 mm, nasal 500, 1000 e 1500 mm) do grupo obeso (p<0,05). Peso e índice de massa corporal foram negativamente correlacionados com a espessura da coroide subfoveal (r=-0,186, p=0,009; r=-0,173, p=0,015). Conclusão: A obesidade mórbida está associada à elevada pressão intraocular não corrigida e a sinais de neuropatia e retinopatia. A obesidade pode, assim, aumentar os riscos de glaucoma e neuropatia óptica glaucomatosa.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Retinal Diseases/etiology , Obesity, Morbid/complications , Choroid Diseases/etiology , Retina/pathology , Retinal Diseases/physiopathology , Tonometry, Ocular/methods , Obesity, Morbid/physiopathology , Body Mass Index , Case-Control Studies , Choroid Diseases/physiopathology , Glaucoma/etiology , Glaucoma/physiopathology , Choroid/pathology , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Corneal Pachymetry/methods , Intraocular Pressure
9.
Rev. cuba. oftalmol ; 31(4): 17-24, oct.-dic. 2018. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1042927

ABSTRACT

Objetivo: Describir las características clinicopatológicas de los pacientes con diagnóstico de melanoma de la úvea. Métodos: Se realizó un estudio descriptivo y retrospectivo de serie de casos, en el Instituto Cubano de Oncología y Radiobiología de Cuba, desde enero del año 2011 hasta junio de 2016. El universo del estudio, en coincidencia con la muestra, estuvo constituido por 41 pacientes, el total de ellos diagnosticado y tratado en dicho período por melanoma uveal. Se estudiaron las variables edad, sexo, lateralidad, localización y tamaño tumoral, clasificación, tipo celular, grado de invasión y tratamiento. Resultados: El 56,1 por ciento de la muestra fue del sexo femenino. Los pacientes mayores de 50 años (75,6 por ciento) fueron los más afectados y el ojo izquierdo fue el más vulnerable (58,5 por ciento). La principal localización fue en la coroides (75,6 por ciento). Según el tamaño tumoral predominaron los tumores grandes (58,5 por ciento); histológicamente el tipo celular más frecuente fue el de células fusiformes (34,2 por ciento); según el grado de invasión, la más afectada fue la esclera (17,0 por ciento) y como único tratamiento practicado la enucleación (100 por ciento). Conclusiones: El melanoma de la úvea tiene su localización más frecuente en la coroides. Se presenta principalmente en pacientes mayores de 50 años y predominan los tumores grandes(AU)


Objective: To describe the clinical and pathological characteristics of patients diagnosed with uveal melanoma. Methods: A retrospective, descriptive and case series study was performed from January 2011 to June 2016 in the Institute of Oncology and Radiobiology of Cuba (INOR). The universe of study was the sample of 41 patients, all of them diagnosed with uveal melanoma and treated in this period of time. The study variables were age, sex, laterality, tumor location and tumor, classification, cell type, degree of invasion and treatment. Results: Females accounted for 56.1 percent of the sample. The patients aged 50 years or over (75.6 percent) were the most affected whereas left eye was the most vulnerable (58.5 percent). The main location were the choroids (75.6 percent) According to size, the large tumors predominated (58.5 percent); from the histological viewpoint, the most common cell-type was fusiform cell tumor (34.2 percent); according to the degree of invasion, the sclera was the most affected (17 percent) and the only treatment was enucleation. Conclusions: Uveal melanoma is more frequently located in the choroids. It mainly appears in patients aged over 50 years and most of tumors are large(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Middle Aged , Uveal Neoplasms/diagnosis , Eye Enucleation/methods , Choroid/pathology , Epidemiology, Descriptive , Retrospective Studies
10.
Arq. bras. oftalmol ; 81(5): 361-365, Sept.-Oct. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-950488

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: This study evaluated changes in cho­roidal and macular thickness in healthy volunteers and chronic smokers. Methods: Thirty-three eyes of 33 chronic smokers (study group) and 33 eyes of 33 healthy controls who had never smoked were prospectively evaluated. Comprehensive ophthalmic assessment included slit lamp biomicroscopy, stereoscopic fundus examination, and intraocular pressure measurement. Spectral domain optical coherence tomography was used to measure choroidal and macular thickness 1 month before smoking cessation (smoking period) and after 3 months of smoking cessation (nonsmoking period). Results: The mean age of the participants was 41.88 ± 6.52 years (range, 26-52), and the average smoking duration was 8.6 ± 2.5 years (range, 5-16). The thickness of the paracentral choroid (nasal: 1,500 mm, p=0.001 and temporal: 1,500 mm, p=0.001) had significantly decreased after 3 months of smoking cessation. The thicknesses of the subfoveal choroid in the smoking and nonsmoking periods were not significantly different (p=0.194). The mean central macular thickness was 267.21 ± 18.42 mm in the smoking period and 268.42 ± 18.28 mm in the nonsmoking period (p=0.022). Conclusions: Smoking was associated with statistically significant changes in paracentral choroidal and central macular thickness in healthy volunteers. Pathological studies should be performed to evaluate the effects of smoking on posterior ocular structures.


RESUMO Objetivo: Este estudo avaliou as mudanças na espessura da coroide e da mácula em voluntários saudáveis e fumantes crônicos. Métodos: Trinta e três olhos de 33 fumantes crônicos (grupo estudado) e 33 olhos de 33 controles saudáveis que nunca fumaram foram avaliados prospectivamente. A avaliação oftalmológica abrangente incluiu biomicroscopia de lâmpada de fenda, exame de fundo estereoscópico e medição da pressão intraocular. A tomografia de coerência óptica de domínio espectral foi utilizada para medir a espessura da coroide e da mácula um mês antes da cessação do tabagismo (período de fumar) e após 3 meses da cessação do tabagismo (período de abstinência). Resultados: A idade média dos participantes foi de 41,88 ± 6,52 anos (faixa de 26-52 anos) e a duração média do tabagismo foi de 8,6 ± 2,5 anos (faixa, 5-16 anos). A espessura da coroide paracentral (nasal: 1.500 mm, p=0,001, temporal: 1.500 mm, p=0,001) diminuiu significativamente após 3 meses de cessação do tabagismo. As espessuras de coroide subfoveal nos períodos de tabagismo e não-tabagismo não foram significativamente diferentes (p=0,194). A espessura macular central média foi de 267,21 ± 18,42 mm no períodos de tabagismo e 268,42 ± 18,28 mm no períodos de não-fumantes (p=0,022). Conclusões: O tabagismo foi associado a mudanças estatis­ticamente significativas na espessura paracentral de coroide e macular central em voluntários saudáveis. Estudos patológicos devem ser realizados para avaliar os efeitos do tabagismo nas estruturas oculares posteriores.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Smoking/pathology , Choroid/pathology , Smoking Cessation , Macula Lutea/pathology , Smoking/adverse effects , Case-Control Studies , Prospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence , Macula Lutea/diagnostic imaging
11.
Arq. bras. oftalmol ; 81(4): 276-280, July-Aug. 2018. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-950471

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate peripapillary choroidal thickness changes in contralateral eyes of patients who had undergone evisceration of their diseased eyes. Methods: In this retrospective study, peripapillary choroidal thickness parameters in 34 eyes of 34 patients who had undergone diseased-eye evisceration between March 2014 and May 2016 were evaluated using spectral domain optical coherence tomography. The scans were manually delineated to identify the principal surfaces of Bruch's membrane, the Bruch's membrane opening, and the anterior sclera. Peripapillary choroidal thickness was measured between the Bruch's membrane and the anterior sclera at increasing distance away from the Bruch's membrane opening. The mean peripapillary choroidal thickness values in the contralateral eyes of the patients and those of the control group were compared. Results: The mean peripapillary choroidal thickness was higher in the contralateral eyes of the patients compared with that of normal eyes at all distances from the Bruch's membrane opening. Conclusion: Increased peripapillary choroidal thickness was noted in the contralateral eyes of the patients, potentially resulting in a thicker choroid. Although further investigation is required to determine the cause, these findings indicate the presence of a compensatory factor in the contralateral eyes.


RESUMO Objetivo: Avaliar as alterações da espessura coroide peripapilar em olhos contralaterais de pacientes submetidos à evisceração do olho doente. Métodos: Neste estudo retrospectivo, parâmetros da espessura coróide peripapilar de 34 olhos de 34 pacientes submetidos à evisceração, entre março de 2014 e maio de 2016, foram avaliados com tomografia de coerência óptica de domínio espectral. As varreduras foram manualmente delineadas para identificar as principais superfícies da membrana de Bruch, a abertura da membrana de Bruch e a esclera anterior. A espessura coroide peripapilar foi medida entre a membrana de Bruch e a esclera anterior a uma distância crescente da abertura da membrana de Bruch. Compararam-se os valores médios da espessura coroide peripapilar dos olhos contralaterais dos pacientes e do grupo controle. Resultados: A espessura coroide peripapilar média foi mais espessa nos olhos contralaterais dos pacientes, quando comparada com os olhos normais, em todas as distâncias da abertura da membrana de Bruch. Conclusão: O aumento da espessura coroide peripapilar foi notado nos olhos contralaterais dos pacientes. O espessamento da coroide pode ser resultante do distúrbio. Embora seja necessária uma investigação mais aprofundada para determinar a causalidade, esses achados podem apontar para um fator compensatório dos olhos contralaterais.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Choroid/pathology , Eye Evisceration , Eye Diseases/surgery , Visual Acuity , Case-Control Studies , Retrospective Studies , Tomography, Optical Coherence , Eye Diseases/classification , Intraocular Pressure
12.
Arq. bras. oftalmol ; 80(3): 181-185, May-June 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-888113

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To examine differences between fluorescein angiography (FA) and indocyanine green angiography (ICG) findings in patients with chronic central serous chorioretinopathy (CSC), comparing these with optical coherence tomography (OCT) findings. Methods: Ten consecutive patients with chronic CSC (19 eyes; 7 men; mean age, 50.7 ± 8.4 years) underwent multimodal evaluation that included FA, ICG, and OCT (Spectralis HRA-OCT, Heidelberg Engineering, Heidelberg, Germany). Changes such as hyperfluorescence (caused by increased transmission of the normal choroidal fluorescence, staining, or "pooling") and hypofluorescence (caused by a blockage or vascular filling defect) were evaluated in the early (4 min), middle (4-8 min) and late (>8 min) angiography phases and compared to OCT findings. Results: Bilateral disease was present in nine of the 10 patients. Areas of discontinuation or attenuation of the hyporeflective layer of the retinal pigment epithelium (RPE) on OCT were observed at the same locations as hyperfluorescent angiography window defects on FA and ICG within examination phases. In areas of serous or RPE detachment, the hyperfluorescence pattern was similar on FA and ICG. However, ICG demonstrated areas of hyperfluorescence secondary to choriocapillaris hyperpermeability, with no corresponding change on FA in 12 (70%) of the 19 eyes. This finding was more evident in the middle and late phases of the examinations and there was no evident change in retinal architecture on OCT in these hyperpermeable choroidal regions. Conclusion: In patients with chronic CSC, ICG may reveal choroidal abnormalities that are not evident on FA. This finding may help optimize the monitoring and treatment of CSC.


RESUMO Objetivo: Descrever as diferenças de achados entre a angiofluoresceinografia (FA) e a angiografia digital com indocianina verde (ICG) em pacientes com coriorretinopatia serosa central crônica (CSC), incluindo imagens de tomografia de coerência óptica (OCT). Métodos: Série de casos em que 10 pacientes consecutivos com CSC crônica submetidos à avaliação multimodal, que incluiu FA, ICG e OCT (Spectralis HRA-OCT, Heidelberg Engineering, Heidelberg; Germany). Os pacientes foram avaliados quanto às mudanças como hiperfluorescências (causadas por aumento da transmissão da fluorescência coroidal normal, impregnação ou "pooling") e hipofluorescências (causadas pelo bloqueio ou defeito de enchimento vascular) nas fases precoce (4 minutos), intermediárias (4-8 minutos) e tardias (acima de 8 minutos) da angiografia e comparadas aos achados de OCT. Resultados: Sete dos 10 pacientes (19 olhos) eram homens, média (± DP) de idade dos pacientes foi de 50,7 ± 8,4 anos, e doença bilateral estava presente em nove dos 10 pacientes. Áreas de descontinuação ou atenuação da camada do epitélio pigmentado da retina (EPR), hiporreflectivas no OCT e hiperfluorescência por defeito em janela na FA e ICG ocorreram em locais coincidentes durante as mesmas fases do exame. Em áreas de descolamento seroso ou do EPR, o padrão de hiperfluorescência também foi semelhante em relação à FA e à ICG. No entanto, a ICG demonstrou áreas de hiperfluorescência secundária a hiperpermeabilidade coriocapilar sem mudança correspondente na FA em 12(70%) dos 19 olhos. Este achado da ICG ficou mais evidente nas fases precoces e intermediárias dos exames e não houve mudança evidente na arquitetura da retina no OCT nessas regiões de alteração de hiperpermeabilidade da coroide. Conclusão: Em pacientes com CSC crônica, a ICG pode revelar anormalidades da coróide não evidentes na FA. Esta informação pode ajudar a aperfeiçoar o moni to ramento e tratamento da CSC.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Fluorescein Angiography/methods , Tomography, Optical Coherence/methods , Central Serous Chorioretinopathy/pathology , Central Serous Chorioretinopathy/diagnostic imaging , Indocyanine Green , Time Factors , Visual Acuity , Chronic Disease , Choroid/pathology , Choroid/diagnostic imaging , Retinal Pigment Epithelium/pathology , Retinal Pigment Epithelium/diagnostic imaging
13.
Clinics ; 72(2): 81-86, Feb. 2017. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-840045

ABSTRACT

OBJECTIVES: To investigate the effect of laser pan-retinal photocoagulation with or without intravitreal bevacizumab injections on macular choroidal thickness parameters in eyes with high-risk proliferative diabetic retinopathy. METHODS: High-risk proliferative diabetic retinopathy patients undergoing laser treatment were prospectively enrolled in this study. One eye was randomly selected for laser treatment combined with bevacizumab injections, study group, whereas the corresponding eye was subjected to laser treatment alone, control group. Spectral-domain optical coherence tomography with enhanced depth imaging was used to measure the macular choroidal thickness prior to and 1 month after treatment. Measurements in both groups were compared. Clinicaltrials.gov: NCT01389505. RESULTS: Nineteen patients (38 eyes) with a mean±standard deviation age of 53.4±9.3 years were evaluated, and choroidal thickness measurements for 15 patients were used for comparison. The greatest measurement before treatment was the subfoveal choroidal thickness (341.68±67.66 μm and 345.79±83.66 μm for the study and control groups, respectively). No significant difference between groups was found in terms of macular choroidal thickness measurements at baseline or after treatment. However, within-group comparisons revealed a significant increase in choroidal thickness parameters in 10 measurements in the study group and in only 5 temporal measurements in the control group when 1-month follow-up measurements were compared to baseline values. CONCLUSIONS: The macular choroidal thickness does not appear to be significantly influenced by laser treatment alone but increases significantly when associated with bevacizumab injections in patients with proliferative diabetic retinopathy and macular edema. Because bevacizumab injections reduce short-term laser pan-retinal photocoagulation-induced macular edema, our findings suggest that the choroid participates in its pathogenesis.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Retina/pathology , Choroid/pathology , Angiogenesis Inhibitors/administration & dosage , Diabetic Retinopathy/therapy , Bevacizumab/administration & dosage , Visual Acuity , Retrospective Studies , Treatment Outcome , Laser Coagulation , Combined Modality Therapy , Tomography, Optical Coherence , Diabetic Retinopathy/pathology , Intravitreal Injections
14.
Arq. bras. oftalmol ; 79(5): 328-329, Sept.-Oct. 2016. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-827975

ABSTRACT

ABSTRACT A 42-year-old woman was admitted to our clinic with a complaint of glare in both eyes. Biomicroscopic examination of both the eyes revealed iris and lens colobomas in the inferior quadrant. Fundus examination of the right eye revealed an oval and gray inferotemporal optic pit and two choroid colobomas in the inferior quadrant. In the left eye, two choroid colobomas were detected that were inferior to the optic nerve head. Furthermore, a 21-year-old man presented to our clinic for a routine ophthalmologic examination. Bilateral biomicroscopic examination was normal. Fundus examination of the left eye revealed an oval and gray inferotemporal optic pit and a choroid coloboma that was inferior to the optic nerve head. Here we describe optic pits co-occurring with iris, lens, and choroidal colobomas. On the basis of these cases, a defect in the closure of the embryonic fissure is the most plausible etiology of the optic pit.


RESUMO Uma mulher de 42 anos de idade foi internada em nossa clínica com queixa de ofuscamento em ambos os olhos. O exame biomicroscópico revelou coloboma de íris e cristalino no quadrante inferior em ambos os olhos. O exame de fundo do olho direito revelou um fosseta óptica oval e acinzentada na região inferotemporal e dois colobomas coroide no quadrante inferior. No olho esquerdo, dois colobomas de coroide foram detectados inferiormente à da cabeça do nervo óptico. Outro homem de 21 anos apresentou-se em nossa clínica para um exame oftalmológico de rotina. O exame biomicroscópico foi normal, bilateralmente. O exame de fundo do olho esquerdo revelou uma fosseta oval e acinzentada de nervo óptico óptico inferotemporal e um coloboma coroide inferior à cabeça do nervo óptico. Nestes relatos nós descrevemos fossetas ópticas ocorrendo simultaneamente com colobomas de íris, cristalino, e coroide. Com base nestes casos, o defeito no fechamento da fissura embrionária é uma provável etiologia da fosseta óptica.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Optic Disk/abnormalities , Coloboma/pathology , Iris/abnormalities , Choroid/abnormalities , Lens, Crystalline/abnormalities , Optic Disk/pathology , Optic Disk/diagnostic imaging , Fluorescein Angiography/methods , Visual Acuity , Coloboma/diagnostic imaging , Iris/pathology , Iris/diagnostic imaging , Choroid/pathology , Choroid/diagnostic imaging , Tomography, Optical Coherence/methods , Fundus Oculi , Lens, Crystalline/pathology , Lens, Crystalline/diagnostic imaging
15.
Arq. bras. oftalmol ; 79(5): 308-311, Sept.-Oct. 2016. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-827968

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate subfoveal choroidal thickness (SFCT) changes after intravitreal bevacizumab (IVB) therapy for central serous chorioretinopathy (CSC) using enhanced depth imaging spectral-domain optical coherence tomography (EDI-OCT). Methods: In this retrospective study, we assessed the medical records of patients with CSC who received IVB (IVB group) or who were observed without intervention (control group). SFCT was measured using EDI-OCT. The main outcome measure was the change in SFCT. Results: Twenty-one eyes were included in the IVB group and 16 eyes were included in the control group. All patients showed resolution of neurosensory detachment and improvement in vision. In the IVB group, the mean SFCT was 315 μm at baseline, which decreased to 296 μm at the most recent visit. In the control group, the mean SFCT was 307 μm at baseline, which decreased to 266 μm at the most recent visit. Although there was a significant decrease in the mean SFCT for the control group, the decrease was not significant for the IVB group (41 vs 19 μm, p=0.003 vs p=0.071). Conclusions: SFCT decreased in both groups with remission of the disease. However, the decrease was significantly greater in the control group. In terms of anatomic and functional outcomes, IVB injection is not promising.


RESUMO Objetivo: Avaliar as alterações da espessura da coroide subfoveal (SFCT) após terapia com bevacizumab (IVB) para coriorretinopatia serosa central (CSC) usando tomografia de coerência óptica de domínio espectral com profundidade aprimorada (EDI-OCT). Métodos: Neste estudo retrospectivo, foram avaliados prontuários de pacientes com CSC que receberam IVB (grupo IVB) ou que foram apenas observados, sem intervenção (grupo controle). SFCT foi medido por meio de EDI-OCT. O desfecho principal avaliado foi a mudança na SFCT. Resultados: Houve 21 olhos no grupo IVB e 16 olhos no grupo de controle. Todos os pacientes apresentaram resolução de descolamento neurossensorial e melhora na visão. No grupo IVB, a SFCT media foi 315 μm no início e diminuiu para 296 μm na visita mais recente. No grupo controle, a SFCT média foi 307 μm no início e diminuiu para 266 μm na visita mais recente. Embora tenha havido uma diminuição significativa na SFCT média para o grupo controle, a diminuição não foi significativa para o grupo IVB (41 μm contra 19 μm, p=0.003 vs p=0.071). Conclusões: A SFCT diminuiu em ambos os grupos após a remissão da doença. Contudo, a diminuição foi significativamente maior no grupo de controle. Em termos de resultados anatômicos e funcionais, a injeção de IVB não foi promissora.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Young Adult , Choroid/drug effects , Choroid/pathology , Angiogenesis Inhibitors/administration & dosage , Central Serous Chorioretinopathy/pathology , Central Serous Chorioretinopathy/drug therapy , Bevacizumab/administration & dosage , Fluorescein Angiography , Visual Acuity , Retrospective Studies , Choroid/diagnostic imaging , Treatment Outcome , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Central Serous Chorioretinopathy/diagnostic imaging , Intravitreal Injections
16.
Arq. bras. oftalmol ; 79(5): 315-318, Sept.-Oct. 2016. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-827960

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: The aim of the present study was to use enhanced depth imaging optical coherence tomography (EDI-OCT) to investigate choroidal changes in patients with cone dystrophy (CD) and to correlate these findings with clinical and electroretinography (ERG) findings. Methods: This case-control study included 40 eyes of 20 patients with CD and 40 eyes of 40 age- and refraction-matched healthy individuals. Choroidal thickness (CT) measurements were obtained under the foveal center and at 500 and 1,500 μm from the nasal and temporal regions to the center of the fovea, respectively. EDI-OCT and ERG data were analyzed, and the correlations of CT with the best-corrected visual acuity (BCVA) and the central foveal thickness (CFT) were evaluated. Results: The mean subfoveal CTs in the CD and control groups were 240.70 ± 70.78 and 356.18 ± 48.55 μm, respectively. The subfoveal CT was significantly thinner in patients with CD than in the controls (p<0.001). The patients with CD also had significantly thinner choroids than the controls at each measurement location relative to the fovea (p<0.001). The subfoveal CT in the CD group correlated with CFT (p=0.012), but no significant correlation was found between the subfoveal CT and BCVA or photopic ERG responses. Conclusions: The present study demonstrated a significant thinning of the choroid in patients with CD. EDI-OCT is a useful technique for describing the choroidal changes occurring in CD. Future studies investigating the association between choroidal changes and outer retinal destruction or the disease stage may provide a better understanding of the pathophysiology of CD.


RESUMO Objetivo: O objetivo deste estudo foi a utilização de imagens de tomografia de coerência óptica com profundidade aprimorada (EDI-OCT) para investigar alterações da coroide em pacientes com distrofia de cones (CD) e correlacionar esses achados com os achados clínicos e de eletrorretinografia (ERG). Métodos: Este estudo de caso-controle incluiu 40 olhos de 20 pacientes com CD e 40 olhos de 40 indivíduos saudáveis com idades e refração pareados. As medidas da espessura da coroide (CT) foram obtidas sob o centro foveal e a 500 μm e 1.500 μm de distância do centro da fóvea, nas regiões nasais e temporais. Dados de EDI-OCT e ERG foram analisados e as correlações do CT com a acuidade visual melhor corrigida (BCVA) e da espessura foveal central (CFT) foram realizadas. Resultados: As CTs subfoveais médias nos grupos CD e controle foram 240,70 ± 70,78 μm e 356,18 ± 48,55 μm, respectivamente. A CT subfoveal foi significativamente mais fina em pacientes com CD do que nos controles (p<0,001). Os com CD pacientes apresentaram também coroides significativamente mais finas do que os controles, em cada local de medição em relação à fóvea (p<0,001). A CT subfoveal no grupo CD se correlacionou com o CFT (p=0,012), mas nenhuma correlação significativa foi encontrada entre a CT subfoveal e a acuidade visual ou respostas fotópicas da ERG. Conclusões: O presente estudo demonstrou um afinamento significativo da coroide em pacientes com CD. A EDI-OCT é uma técnica útil para descrever as mudanças que ocorrem na coroide de pacientes com CD. Futuros estudos investigando a associação entre as alterações da coroide e a destruição da retina externa ou estágio da doença irão proporcionar uma melhor compreensão da fisiopatologia da CD.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Young Adult , Retina/pathology , Retinitis Pigmentosa/pathology , Choroid/pathology , Organ Size , Reference Values , Retina/diagnostic imaging , Visual Acuity , Case-Control Studies , Retinitis Pigmentosa/diagnostic imaging , Choroid/diagnostic imaging , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Electroretinography/methods
17.
Arq. bras. oftalmol ; 79(4): 214-217, July-Aug. 2016. tab
Article in English | LILACS | ID: lil-794586

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate variations in choroidal thickness (CT) during the water drinking test (WDT) in emmetropic eyes (EE) and highly myopic eyes (ME) using spectral-domain optical coherence tomography (SD-OCT). Methods: Clinical trial performed at a tertiary care hospital comprising 30 randomly selected eyes. The WDT and SD-OCT macular scans were performed 10 and 45 min after water ingestion in 15 myopic and 15 EE of 15 healthy patients in each group. Primary study outcomes were average macular CT measured by SD-OCT and intraocular pressure (IOP) during the WDT. Results: The mean spherical equivalent refraction was 0.15 ± 0.24 D in emmetropic and -7.1 ± 1.75 D in ME (p<0.001). No statistical differences between EE and ME were observed during the WDT response. EE had higher CT compared with ME at the fovea (361.4 ± 55.4 vs 257.9 ± 95.3; p<0.001), 3 mm nasal to the fovea (158.0 ± 71.8 vs 122.5 ± 54.5; p =0.047), and 3 mm temporally to the fovea (310.6 ± 52.4 vs 247.6 ± 90.1; p=0.05). Regarding CT variation, significant differences in foveal CT at 10 min after water ingestion were observed in both EE and ME, with no statistically significant difference observed between groups. A moderate correlation between IOP peak during the WDT and CT was demonstrated in ME (r=0.52; p=0.04). Conclusions: No statistically significant differences in CT variation during the WDT were observed between EE and ME, indicating similar behavior of the choroidal bed during the WDT in both groups. Further, CT was thinner in highly ME, with CT variation unable to explain elevations in IOP observed during the WDT.


RESUMO Objetivo: Avaliar a espessura de coroide (EC) e sua variação durante o teste de sobrecarga hídrica (TSH) em olhos emétropes (EE) e míopes (ME) utilizando a tomografia de coerência óptica Spectral-Domain (SD-OCT). Métodos: Ensaio clinico realizado em um hospital terciário. 30 olhos selecionados randomizadamente, 15 míopes e 15 emétropes de 15 pacientes em cada grupo foram submetidos ao TSH e scans maculares com SD-OCT realizados 10 e 45 minutos após a ingestão de água. Os principais resultados avaliados foram média da EC na região macular pelo SD-OCT e pressão intraocular (PIO) durante o TSH. Resultados: O equivalente esférico médio foi de 0.15 ± 0.24 dioptrias em emétropes e -7,1 ± 1,75 dioptrias nos olhos míopes (p<0,001). Não foram encontradas diferenças estatísticas durante a resposta ao TSH entre EE e ME. EE apresentaram maior EC em comparação com ME, tanto na região foveal (361,4 ± 55,4 vs 257,9 ± 95,3; p<0,001), 3 milímetros nasal à fóvea (158,0 ± 71,8 vs 122,5 ± 54,5; p=0,047) e 3 mm temporal à fóvea (310,6± 52.4 vs 247,6 ± 90,1; p=0,05). Em relação à variação da EC, diferenças estatisticamente significativas foram demonstrados na região foveal, 10 minutos após a ingestão de água em ambos EE e ME, sem diferenças entre os grupos. Moderada correlação entre pico de PIO durante o TSH e EC foi demonstrada em ME ( r=0,52; p=0,04). Conclusão: A diferença na variação da EC provocada pelo TSH não foi estatisticamente diferente entre olhos emétropes e míopes, o que sugere um comportamento semelhante da coroide nestes dois grupos quando submetidos ao TSH. Além disso, a EC é mais fina nos olhos alto míopes, e a variação na EC não explica o aumento da PIO durante o TSH.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Young Adult , Drinking Water/administration & dosage , Choroid/pathology , Tomography, Optical Coherence/methods , Diagnostic Techniques, Ophthalmological , Myopia/pathology , Reference Values , Time Factors , Glaucoma/physiopathology , Glaucoma/pathology , Reproducibility of Results , Choroid/physiopathology , Axial Length, Eye , Fovea Centralis/physiopathology , Fovea Centralis/pathology , Intraocular Pressure/physiology , Myopia/physiopathology
18.
Arq. bras. oftalmol ; 79(4): 247-252, July-Aug. 2016. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-794583

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: Evaluation of the nerve fiber thicknesses of the macula, choroid, and retina using the apnea-hypopnea index in individuals with obstructive sleep apnea syndrome (OSAS) without systemic components. Methods: Prospective, controlled study. The central macular, choroidal, and retinal nerve fiber layer (RNFL) thicknesses were evaluated using enhanced depth imaging-spectral domain optical coherence tomography in individuals with OSAS. In people with severe OSAS who had received treatment, posterior ocular structures were examined over 3 months (4th and 12th weeks), and changes were evaluated. Only the right eyes of the participants were evaluated in the study. Results: A total of 72 people were involved in the study, with 18 in the control group and 19 with mild, 16 with moderate, and 19 with severe OSAS. No significant difference was found among the groups in terms of demographic measures. No significant differences were found among the groups in terms of the measures of central macular, central subfoveal choroidal (CSCT), temporal choroidal, nasal choroidal, and RNFL thicknesses. In severe OSAS cases in which treatment was administered, although subjective clinical recovery was observed, statistically significant thinning was detected during the 3-month follow-up period in the CSCT, general RNFL, as well as in the inferior and superior nasal quadrants, and temporal superior quadrant (p=0.005, p=0.009, p=0.039, p=0.003, and p=0.02, respectively). Conclusion: In the group with severe OSAS, thinning in some posterior ocular tissues was observed. Although patients with severe OSAS may experience clinical recovery, we recommend that they would be followed up in terms of ocular ischemic injury.


RESUMO Objetivo: Avaliação de espessuras das fibras nervosas da mácula, coroide e da retina de acordo com os índices de apnéia e hipopnéia (AHI) em indivíduos com síndrome da apneia obstrutiva do sono (OSAS), sem componentes sistêmicos. Métodos: Estudo prospectivo, controlado. As espessuras centrais maculares, da coroide e da camada de fibras nervosas da retina foram avaliadas tomografia de coerência óptica de domínio espectral de profundidade aprimorada em indivíduos com síndrome da apneia obstrutiva do sono. Em pessoas com OSAS grave a quem foi aplicado o tratamento, estruturas oculares posteriores foram examinados por três meses (4ª e 12ª semanas) e as alterações foram avaliadas. Apenas os olhos direitos dos participantes foram envolvidos no estudo. Resultados: 72 pessoas foram envolvidas no estudo, 18 no grupo controle e, 19 com OSAS leve, 16 com OSAS moderada e 19 com OSAS grave. Não houve diferença significativa entre os grupos em relação às medidas demográficas. Não houve diferenças significativas estavam presentes entre os grupos em termos de medidas de espessura macular central (CMT), espessura subfoveal central da coroide (CSCT), espessura da coroide temporal (TCT), espessura da coroide nasal (NCT) e, a camada de fibras nervosas da retina (RNFL). Em casos de OSAS graves onde o tratamento foi aplicado, apesar de ter sido observada recuperação clínica subjetiva, detectou-se afinamento estatisticamente significativo durante os três meses de acompanhamento, em CSCT, RNFL geral, quadrantes nasais inferior e superior, e quadrante temporal superior (p=0,005, p=0,009, p=0,039, p=0,003, p=0,02). Conclusão: No grupo com OSAS grave, foi observado afinamento em algumas áreas posteriores dos tecidos oculares. Embora os pacientes com OSAS grave possam apresentar recuperação clínica, recomendamos que eles sejam seguidos em termos de lesão isquêmica ocular.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Retina/diagnostic imaging , Choroid/diagnostic imaging , Sleep Apnea, Obstructive/pathology , Tomography, Optical Coherence/methods , Macula Lutea/diagnostic imaging , Retina/pathology , Case-Control Studies , Glaucoma/pathology , Prospective Studies , Analysis of Variance , Choroid/pathology , Treatment Outcome , Statistics, Nonparametric , Intraocular Pressure , Macula Lutea/pathology , Nerve Fibers/pathology
19.
Arq. bras. oftalmol ; 79(3): 155-158, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787336

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To evaluate choroidal thickness (CT) using spectral domain optical coherence tomography (SD-OCT) imaging at baseline and 6 months after intravitreal anti-vascular endothelial growth factor (anti-VEGF) treatment in patients with diabetic macular edema (DME). Methods: A retrospective chart review was performed to identify patients with DME who underwent intravitreal injection of anti-VEGF (bevacizumab or ranibizumab) in a pro re nata (PRN) regimen. Subfoveal choroidal thickness was compared between values obtained at baseline and at 6-month follow-up visits. Results: Thirty-nine eyes (15 females, 24 males) from 39 patients were enrolled (mean age, 62.43 ± 8.7 years; range, 44-79 years). Twenty-three and 16 eyes were treated with ranibizumab and bevacizumab respectively. The mean number of anti-VEGF injections was 2.28 ± 1.27 (range, 1-5). Mean nasal, subfoveal, and temporal choroidal thickness (CT) measurements at baseline were 234.10 ± 8.63 µm, 246.89 ± 8.94 µm, and 238.12 ± 8.20 µm, respectively, and those at 6 months post-treatment were 210.46 ± 8.00 µm, 215.66 ± 8.29 µm, and 212.43 ± 8.14 µm, respectively. Significant differences in CT were observed between baseline and the 6-month follow-up at all measured points (p=0.0327). Conclusions: Over a 6-month period, the use of intravitreal anti-VEGF was associated with significant thinning of the choroid in patients with DME. The clinical significance of a thinner choroid in DME is currently unknown; however, it may contribute to long-term adverse effects on choroidal and retinal function, representing an area requiring future investigation.


RESUMO Objetivos: Avaliar a espessura de coroide pré-tratamento e após 6 meses da injeção intravítrea de anti-fator de crescimento vascular endotelial (anti-VEGF) em pacientes com edema macular diabético (EMD), utilizando a tomografia de coerência óptica de domínio espectral (SD-OCT). Métodos: Análise retrospectiva, com revisão de prontuários, foi realizada para identificação de pacientes submetidos a tratamento com injeções intravítreas de anti-VEGF, no regime pro re nata, para tratamento de EMD. As medidas da espessura de coroide pré-tratamento foi comparada com as medidas após acompanhamento de 6 meses. Resultados: Trinta e nove olhos de 39 pacientes (15 femininos, 24 masculinos) foram incluídos, com idade média de 62,43 ± 8,7 anos (variando de 44-79 anos). Trinta e três olhos foram tratados com ranibizumab e 18 com bevacizumab. O número médio de injeções de anti-VEGF foi 2,28 ± 1,27 (variando de 1-5). A medida média pré-tratamento da espessura de coroide nasal, subfoveal e temporal foi 234,10 ± 8,63 µm, 246,89 ± 8,94 µm e 238,12± 8,20 µm, respectivamente. Após acompanhamento de 6 meses as medidas médias da espessura de coroide foram 210,46 ± 8,00 µm, 215,66 ± 8,29 µm e 212,43 ± 8,14 µm. A diferença entre as medidas médias pré e pós tratamento foi estatisticamente significante (p=0,0327) em todos os pontos medidos. Conclusão: Após um período de 6 meses, o uso de injeções intravítreas de anti-VEGF foi associado com diminuição significante da espessura de coroide nos pacientes com EMD. O significado clínico de uma coroide mais fina nos pacientes com EMD é desconhecido mas pode causar eventos adversos a longo prazo para função da coroide e retina, representando uma área para futura investigações.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Macular Edema/drug therapy , Choroid/drug effects , Choroid/pathology , Diabetic Retinopathy/drug therapy , Bevacizumab/administration & dosage , Ranibizumab/administration & dosage , Time Factors , Reproducibility of Results , Retrospective Studies , Analysis of Variance , Treatment Outcome , Angiogenesis Inhibitors/administration & dosage , Vascular Endothelial Growth Factor A/antagonists & inhibitors , Tomography, Optical Coherence , Intravitreal Injections/methods , Bevacizumab/adverse effects , Ranibizumab/adverse effects
20.
Arq. bras. oftalmol ; 79(3): 143-146, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787335

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: To investigate subfoveal choroidal thickness (SFCT) in patients with pre-eclampsia using enhanced depth imaging optical coherence tomography (EDI-OCT). Methods: A sample of 73 pregnant women was studied over 28 weeks of gestation. The sample was divided into two groups: one comprising pre-eclamptic pregnant women (n=32), and the other comprising healthy pregnant women (n=41). The SFCT was determined for all patients using EDI-OCT during pregnancy and at the third month of the postpartum period. Results: The SFCTs in pre-eclamptic pregnant women were 351.97 ± 22.44 and 332.28 ± 20.32 µm during the pregnancy and postpartum periods (p<0.001), respectively, whereas these values in healthy pregnant women were 389.73 ± 49.64 and 329.78 ± 22.36 µm (p<0.001), respectively. During pregnancy SFCT in pre-eclamptic pregnant women was significantly thinner than that in healthy pregnant women (p<0.001). However, there was no statistically significant difference during the postpartum period (p=0.623). Conclusions: The results suggest that SFCT is significantly decreased in pre-eclamptic pregnant women than in healthy pregnant women, despite no statistically significant difference in SFCT existing between the groups during the postpartum period.


RESUMO Objetivo: Investigar espessura subfoveal coroidal (SFCT) em pacientes com pré-eclâmpsia usando imagens de tomografia de coerência óptica de profundidade otimizada (EDI-OCT). Método: Uma amostra de 73 mulheres grávidas foi estudado ao longo de 28 semanas de gestação. A amostra foi dividida em dois grupos: um com mulheres grávidas com pré-eclâmpsia (n=32), o outro com as mulheres grávidas saudáveis (n=41). SFCT foi determinada em todos os pacientes utilizando EDI-OCT durante a gravidez e no terceiro mês do período pós-parto. Resultados: Os SFCTs em gestantes com pré-eclâmpsia foram 351,97 ± 22,44 µm e 332,28 ± 20,32 µm durante o período de gravidez e pós-parto (p<0,001), respectivamente. Estes valores em mulheres grávidas saudáveis foram 389,73 ± 49,64 µm e 329,78 ± 22,36 µm (p<0,001), respectivamente. Durante a gravidez o SFCT foi significantemente mais fino em mulheres com pré-eclâmpsia quando comparado com as mulheres saudáveis (p<0,001). No entanto, não houve diferença estatisticamente significante no período pós-parto (p=0,623). Conclusões: Os resultados sugerem que SFCT é significativamente mais fino em gestantes com pré-eclâmpsia do que nas mulheres grávidas saudáveis, apesar de não haver diferença estatisticamente significativa na SFCT entre os grupos durante o período pós-parto.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Pre-Eclampsia/pathology , Choroid/pathology , Postpartum Period/physiology , Fovea Centralis/physiopathology , Fovea Centralis/pathology , Organ Size , Pre-Eclampsia/physiopathology , Reference Values , Time Factors , Pregnancy/physiology , Case-Control Studies , Cross-Sectional Studies , Choroid/physiopathology , Gestational Age , Statistics, Nonparametric , Tomography, Optical Coherence/methods , Axial Length, Eye , Intraocular Pressure
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