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1.
Rev. enferm. UERJ ; 28: e50721, jan.-dez. 2020.
Article in English, Portuguese | LILACS (Americas), BDENF | ID: biblio-1103402

ABSTRACT

Objetivo: apresentar atualizações para a ressuscitação cardiopulmonar em pacientes suspeitos e confirmados com COVID-19. Método: revisão compreensiva da literatura, com síntese narrativa das evidências de diretrizes e recomendações da Organização Mundial de Saúde, Associação de Medicina Intensiva Brasileira, American Heart Association, Resuscitation Council UK, American College of Surgions Committee on Trauma e National Association of Emergency Medical Technicians. Resultados: as principais atualizações trazem informações sobre especificidades das manobras de ressuscitação cardiopulmonar; preparação do ambiente, recursos humanos e materiais, reconhecimento da parada cardiorrespiratória e ações iniciais; estratégias de ventilação e acesso invasivo da via aérea; ajustes do ventilador mecânico e manobras de ressuscitação cardiopulmonar em pacientes pronados. Considerações finais: profissionais de saúde envolvidos no atendimento à parada cardiorrespiratória de pacientes suspeitos e/ou confirmados com COVID-19 podem encontrar inúmeros desafios, portanto devem seguir com rigor o protocolo estabelecido para maximizar a efetividade das manobras de ressuscitação e minimizar o risco de contágio pelo vírus e sua disseminação.


Objective: to present updates for cardiopulmonary resuscitation in suspected and confirmed patients with COVID-19. Method: comprehensive literature review with narrative synthesis of the evidence of guidelines and recommendations from World Health Organization, Associação de Medicina Intensiva Brasileira, American Heart Association, Resuscitation Council UK, American College of Surgions Committee on Trauma and National Association of Emergency Medical Technicians. Results: the main updates bring information about the specifics of cardiopulmonary resuscitation maneuvers; preparation of the environment and human and material resources, recognition of cardiorespiratory arrest and initial actions; ventilation and invasive airway access strategies; mechanical ventilator adjustments and cardiopulmonary resuscitation maneuvers in patients in the prone position. Final considerations: health professionals involved in the care of cardiorespiratory arrest of suspected and/or confirmed patients with COVID-19 can face numerous challenges, so they must strictly follow the protocol established to maximize the effectiveness of resuscitation maneuvers and minimize the risk of contagion by the virus and its spread.


Objetivo: apresentar actualizaciones para la reanimación cardiopulmonar en pacientes sospechos os y confirmados con COVID-19. Método: revisión exhaustiva de la literatura con síntesis narrativa de la evidencia de guías y recomendaciones de la Organización Mundial de la Salud, Associação de Medicina Intensiva Brasileira, American Heart Association, Resuscitation Council UK, American College of Surgions Committee on Trauma and National Association of Emergency Medical Technicians. Resultados: las principales actualizaciones aportan información sobre los detalles de las maniobras de reanimación cardiopulmonar; preparación del medio ambiente y recursos humanos y materiales, reconocimiento de paro cardiorrespiratorio y acciones iniciales; estrategias de ventilación y acceso invasivo a las vías aéreas; ajustes del ventilador mecánico y maniobras de reanimación cardiopulmonar en pacientes en decúbito prono. Consideraciones finales: los profesionales de la salud involucrados en la atención del paro cardiorrespiratorio de pacientes sospechosos y/o confirmados con COVID-19 pueden enfrentar numerosos desafíos, por lo que deben seguir estrictamente el protocolo establecido para maximizar la efectividad de las maniobras de reanimación y minimizar el riesgo de contagio por el virus y supropagación.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Cardiopulmonary Resuscitation/standards , Coronavirus Infections/complications , Betacoronavirus , Heart Arrest/etiology , Respiration, Artificial/methods , Clinical Protocols/standards , Cardiopulmonary Resuscitation/methods , Containment of Biohazards/standards , Heart Arrest/rehabilitation , Heart Massage/methods , Nursing, Team/standards
2.
Rev. enferm. UERJ ; 28: 42281, jan.-dez. 2020.
Article in English, Portuguese | LILACS (Americas), BDENF | ID: biblio-1094844

ABSTRACT

Objetivo: identificar evidências acerca do uso seguro da hipotermia terapêutica em recém-nascidos. Método: revisão integrativa realizada entre junho e julho de 2018, em fontes eletrônicas da Biblioteca Virtual de Saúde e PubMed, por meio da pergunta:"Que evidências podem subsidiar o cuidado de enfermagem voltado para a redução de sequelas em recém-nascidos submetidos à hipotermia terapêutica?".Foram eleitos nove artigos para análise, sendo oito internacionais e um nacional. Resultados:o resfriamento deve acontecer por 72 horas, com hipotermia leve. As indicações para inclusão no protocolo foram: primeiras seis horas de vida, idade gestacional maior que 35 semanas e acidose na primeira hora de vida.São cuidados essenciais: monitoração hemodinâmica, observação da pele, controle térmico retal, vigilância do Eletroencefalograma de Amplitude Integrada. Conclusão: a terapêutica apresenta benefícios, porém sua aplicação depende de protocolo institucional e treinamento das equipes com foco nas potenciais complicações.


Objective: to identify the evidence on safe use of therapeutic hypothermia in newborns. Method: integrative review of the literature, conducted between June and July of 2018, in electronic sources from the Virtual Health Library and PubMed, through the question: "What evidence can support nursing care aimed at reducing sequelae in newborns undergoing therapeutic hypothermia?". Analysis was conducted for nine selected article, being eight from international literature and one from Brazilian national literature. Results: cooling should occur for 72 hours with mild hypothermia. Indications for inclusion in the protocol were: first six hours of life, gestational age greater than 35 weeks and acidosis in the first hour of life. Essential care includes hemodynamic monitoring, skin observation, rectal thermal control, Integrated Amplitude Electroencephalogram surveillance. Conclusion: the therapy has benefits, but its application depends on institutional protocol and team training focusing on potential complications.


Objetivo: identificar la evidencia sobre el uso seguro de la hipotermia terapéutica en recién nacidos. Método: revisión integradora de la literatura, realizada entre junio y julio de 2018, en fuentes electrónicas de la Biblioteca Virtual de Salud y PubMed, a través de la pregunta: "¿Qué evidencia puede apoyar la atención de enfermería dirigida a reducir las secuelas en los recién nacidos que sufren hipotermia terapéutica?". Se realizaron análisis para nueve artículos seleccionados, ocho de literatura internacional y uno de literatura nacional brasileña. Resultados: el enfriamiento debe ocurrir durante 72 horas con hipotermia leve. Las indicaciones para la inclusión en el protocolo fueron: primeras seis horas de vida, edad gestacional mayor de 35 semanas y acidosis en la primera hora de vida. El cuidado esencial incluye monitoreo hemodinámico, observación de la piel, control térmico rectal, vigilancia integrada de electroencefalograma de amplitud. Conclusión: la terapia tiene beneficios, pero su aplicación depende del protocolo institucional y del entrenamiento del equipo, enfocándose en posibles complicaciones.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Clinical Protocols/standards , Hypoxia-Ischemia, Brain/therapy , Patient Safety/standards , Hypothermia, Induced/methods , Hypothermia, Induced/standards , Asphyxia Neonatorum/complications , Hypoxia-Ischemia, Brain/etiology , Hypothermia, Induced/adverse effects , Hypothermia, Induced/nursing
7.
Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; maio 2020. ilus, tab.
Non-conventional in Portuguese | LILACS (Americas), ColecionaSUS | ID: biblio-1095920

ABSTRACT

No fim de 2019, o Novo Coronavírus foi nomeado como SARS-CoV-2. Este Novo Coronavírus produz a doença classificada como COVID-19, sendo agente causador de uma série de casos de pneumonia na cidade de Wuhan (China) [1]. Ainda não há informações plenas sobre a história natural, nem medidas de efetividade inquestionáveis para manejo clínico dos casos de infecção humana pelo SARS-CoV-2, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos [1]. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­entre 5% e 10% dos casos. Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária (Quadro 1) e condições clínicas associadas. Portanto, é necessário agir. Para esse fim, as melhores e mais recentes evidências foram utilizadas na redação deste documento. Pela dinâmica da epidemia e da produção de conhecimento associada a ela, as informações podem sofrer alterações conforme avance o conhecimento sobre a doença. Dessa forma, este protocolo específico para serviços de Atenção Primária à Saúde / Estratégia Saúde da Família (APS/ESF) nos cenários de transmissão comunitária vai ser atualizado sempre que necessário. A APS/ESF é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Durante surtos e epidemias, a APS/ ESF tem papel fundamental na resposta global à doença em questão. A APS/ESF oferece atendimento resolutivo, além de manter a longitudinalidade e a coordenação do cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, com grande potencial de identificação precoce de casos graves que devem ser manejados em serviços especializados. O objetivo deste documento é definir o papel dos serviços de APS/ESF no manejo e controle da infecção COVID-19, bem como disponibilizar os instrumentos de orientação clínica para os profissionais que atuam na porta de entrada do SUS a partir da transmissão comunitária de COVID-19 no Brasil. Considerando a existência de fase de transmissão comunitária da COVID-19, é imprescindível que os serviços de APS/ESF trabalhem com abordagem sindrômica do problema, não exigindo mais a identificação do fator etiológico por meio de exame específico. Desta forma, este protocolo foca na abordagem clínica da Síndrome Gripal e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do agente etiológico. Como é de conhecimento de todos, múltiplos agentes virais são responsáveis por essas duas síndromes, sendo o vírus da Influenza o de maior magnitude nos últimos anos. Entretanto, há evidências e dados internacionais indicando que a transcendência da COVID-19 pode superar a da Influenza. Portanto, a abordagem pragmática deste protocolo unifica as condutas referentes a esses dois grupos de vírus.


Subject(s)
Humans , Primary Health Care/standards , Clinical Protocols/standards , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/therapy , Coronavirus Infections/transmission , Patient Isolation/methods , Brazil , Coronavirus Infections/prevention & control
10.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010) ; 11(2): e1220, 1 de Mayo de 2020.
Article in Portuguese | LILACS (Americas), BDENF, COLNAL | ID: biblio-1118298

ABSTRACT

No mês dezembro de 2019, a China apresentou um surto de uma doença respiratória em um grupo de trabalhadores de um mercado de alimentos em Wuhan, capital de Hubei. Em seguida, foi identificado como o agente responsável pela doença um novo tipo de coronavírus, o SARS-CoV-2. Pertencente à família Coronaviridae, esse vírus causa uma doença respiratória, denominada Covid-19. A doença disseminou-se rapidamente, e atingiu países dos cinco conti­nentes. Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a Covid-19 uma pandemia1. A doença pode ser transmitida de pessoa para pessoa por meio de pequenas gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa com COVID-19 tosse ou espirra. É possível também, que essas gotículas pousem em objetos e superfícies, e as pessoas, ao entrarem em contato e levarem suas mãos aos olhos, nariz e boca, se contaminem. A OMS vem buscando aprimorar a coordenação, a cooperação e a solidariedade global para interromper a propagação do vírus2. Devido ao potencial pandêmico do Covid- 19, uma vigilância minuciosa é essencial para monitorar todo seu ciclo: seu futuro hospedeiro, adaptação, evolução viral, infecciosidade, transmissibilidade. Ainda, testes rápidos de patógenos confiáveis ​​e diferencial diagnóstico baseado na descrição clínica é crucial para os profissionais em seu primeiro contato com pacientes suspeitos de coronavirus3. Os documentos com recomendações aos profissionais da linha de frente contra o COVID-19 devem apresentar comunicação clara e objetiva. Podem resultar em insegurança pelo profissional, quando extensos, superficiais ou diferentes das diretrizes mundiais. Mudanças constantes refletem a sobrecarga de trabalho, com elevação da carga horária, além de aumentar a fadiga. Destaca-se ainda que o apoio da gestão e treinamentos constantes são de fundamental importância para que consigam seguir as mudanças de diretrizes4. Diante deste cenário, o Ministério da Saúde do Brasil, por meio da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), criou o PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO DO CORONAVÍRUS (COVID-19) NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, com o objetivo de definir o papel dos serviços de Atenção Primária à Saúde/Estratégia Saúde da Família no manejo e controle da infecção por COVID-19, como também dispor os instrumentos de orientação clínica para esses profissionais de saúde que atuam na assistência que é considerada a porta de entrada do Sistema Único de Saúde do Brasil. Desde a publicação do primeiro protocolo em março de 2020, já foram publicadas sete versões em menos de um mês, sendo a última versão disponibilizada em abril. Cada versão atualizada a partir da edição anterior, dispunha de tópicos explicativos do que estaria sendo retificado.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Primary Health Care , Coronavirus , Clinical Protocols
13.
Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; abr. 2020. tab.
Non-conventional in Portuguese | LILACS (Americas), ColecionaSUS | ID: biblio-1095396

ABSTRACT

No fim de 2019, o Novo Coronavírus foi nomeado como SARS-CoV-2. Este Novo Coronavírus produz a doença classificada como COVID-19, sendo agente causador de uma série de casos de pneumonia na cidade de Wuhan (China) [1]. Ainda não há informações plenas sobre a história natural, nem medidas de efetividade inquestionáveis para manejo clínico dos casos de infecção humana pelo SARS-CoV-2, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos [1]. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­entre 5% e 10% dos casos. Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária (Quadro 1) e condições clínicas associadas. Portanto, é necessário agir. Para esse fim, as melhores e mais recentes evidências foram utilizadas na redação deste documento. Pela dinâmica da epidemia e da produção de conhecimento associada a ela, as informações podem sofrer alterações conforme avance o conhecimento sobre a doença. dessa forma, este protocolo específico para serviços de Atenção Primária à Saúde / Estratégia Saúde da Família (APS/ESF) nos cenários de transmissão comunitária vai ser atualizado sempre que necessário. A APS/ESF é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Durante surtos e epidemias, a APS/ESF tem papel fundamental na resposta global à doença em questão a APS/ESF oferece atendimento resolutivo, além de manter a longitudinalidade e a coordenação do cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, com grande potencial de identificação precoce de casos graves que devem ser manejados em serviços especializados. O objetivo deste documento é definir o papel dos serviços de APS/ESF no manejo e controle da infecção COVID-19, bem como disponibilizar os instrumentos de orientação clínica para os profissionais que atuam na porta de entrada do SUS a partir da transmissão comunitária de CoVId-19 no Brasil. Considerando a existência de fase de transmissão comunitária da COVID-19, é imprescindível que os serviços de APS/ESF trabalhem com abordagem sindrômica do problema, não exigindo mais a identificação do fator etiológico por meio de exame específico. Desta forma, este protocolo foca na abordagem clínica da Síndrome Gripal e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do agente etiológico. Como é de conhecimento de todos, múltiplos agentes virais são responsáveis por essas duas síndromes, sendo o vírus da Influenza o de maior magnitude nos últimos anos. Entretanto, há evidências e dados internacionais indicando que a transcendência da COVID-19 pode superar a da Influenza. Portanto, a abordagem pragmática deste protocolo unifica as condutas referentes a esses dois grupos de vírus.


Subject(s)
Humans , Primary Health Care/standards , Clinical Protocols/standards , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/therapy , Coronavirus Infections/transmission , Patient Isolation/methods , Brazil , Coronavirus Infections/prevention & control
14.
Brasília; s.n; abr. 2020. graf, ilus, tab.
Non-conventional in Portuguese | LILACS (Americas), ColecionaSUS, Inca | ID: biblio-1097471

ABSTRACT

Em dezembro de 2019, diversos casos de pneumonia por causa desconhecida surgiram na cidade de Wuhan, província de Hubei, China. A partir da análise do material genético isolado do vírus, constatou-se que se trata de um novo betacoronavírus, inicialmente denominado 2019-nCoV pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Mais recentemente, esse passou a ser chamado de SARS-CoV-2 (do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2)(1­3). Por meio de simulação molecular, cientistas chineses observaram que o vírus SARS-CoV-2 tem estrutura semelhante à do SARS-CoV, sendo quase totalmente sobreponíveis. Os vírus se diferenciam por uma pequena alteração estrutural em um de seus loops, que confere maior afinidade de ligação entre o SARS-Cov-2 e a enzima conversora de angiotensina 2 (ECA-2), receptores funcionais dos SARS-CoV (1). Embora as infecções por coronavírus geralmente sejam leves, nas epidemias por SARS-CoV em 2002 (4­6) e MERS-CoV (do inglês, Middle East Respiratory Syndome) em 2012 (7,8), mais de 10.000 pessoas foram infectadas, com taxas de mortalidade de 10% e 37%, respectivamente (9). A infecção pelo vírus SARS-CoV-2 causa a COVID-19 (do inglês, Coronavirus Disease 2019), cujos principais sintomas são febre, fadiga e tosse seca, podendo evoluir para dispneia ou, em casos mais graves, Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) (2,3,10). A doença se espalhou rapidamente pelo território chinês e, posteriormente, pacientes infectados por SARS-CoV-2 foram identificados em outros países, principalmente na Europa (tendo como epicentros a Itália e a Espanha), nos Estados Unidos, no Canadá e no Brasil. Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou a doença como uma emergência de saúde pública global e, em 11 de março de 2020, ela passou a ser considerada uma pandemia (3,11,12). Em 29 de março de 2020, a OMS apontou que existem 634.835 casos confirmados de COVID-19 e 29.957 mortes pela doença no mundo, sendo que 63.159 casos novos e 3.464 mortes foram identificadas nas 24 horas anteriores (13). Esses números têm aumentado a cada dia. Nos dois dias anteriores, observou-se um aumento de quase 40.000 casos por dia. enquanto o número de mortes subiu de aproximadamente 1.700 para cerca de 2.400 por dia no mesmo período (13). Segundo o relatório situacional do Ministério da Saúde de 02 de abril de 2020, no Brasil existem 7.910 casos confirmados de COVID-19 e 299 óbitos pela doença, tendo o estado de São Paulo como epicentro. Esses dados colocam o Brasil como o terceiro país da Região das Américas com maior número de casos e de óbitos pela doença, atrás dos Estados Unidos e do Canadá (13). No Brasil, diferentes medidas têm sido adotadas para tentar conter o aumento do número de infecções por SARS-CoV-2. O Ministério da Saúde, por meio de diferentes departamentos, tem reunido esforços no sentido de organizar os serviços de saúde para o atendimento de pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de COVID-19, bem como de qualificar esse atendimento. Entre essas medidas estão o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus, coordenado pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)(14), o Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde, da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) (14), a Nota Informativa n. 6/2020 - DAF/SCTIE/MS(15), entre outros documentos. Em consonância com outras iniciativas do Ministério da Saúde, o presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes de prevenção, diagnóstico, tratamento e monitoramento da COVID-19.


Subject(s)
Humans , Clinical Protocols/standards , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/prevention & control , Coronavirus Infections/therapy , Public Health Surveillance/methods , Brazil
16.
Lima; IETSI; abr. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS (Americas), BRISA | ID: biblio-1095420

ABSTRACT

OBJETIVOS: Brindar recomendacionesclínicas para la prevención y manejo de problemas de salud mentalen elpersonal de salud que brinda atención a pacientes sospechososo confirmadosde infección por COVID-19. MÉTODOS: Búsqueda y selección de protocolos, guías de práctica clínica y documentos técnicos prévios. El 29de marzo de 2020 se buscaron protocolos de manejo, guías de práctica clínica, y documentos técnicos que abordenprocedimientos a seguir para prevenir y manejarproblemas de saludmental en el personal de saludquebrinda atención a pacientes sospechosos oconfirmados de infección por COVID-19, cuya versión a texto completo se encuentre en español o inglês. Luego de eliminar los duplicados, se identificaron 12documentosque abordaron la prevención y manejodeproblemas de salud mentalen el personal de salud que participade la atención a pacientessospechosos o confirmados de infecciónpor COVID-19. Posterior a ello, se procedió a evaluar y seleccionar los documentos que cumplan los siguientes criterios en su totalidade. DESARROLLO DE LAS RECOMENDACIONES CLÍNICAS: La actual situación de "Emergencia de Salud Pública de Importancia Internacional" (ESPII) declarada por el Director General de la Organización Mundial de la Salud, ha generado en el contexto nacional una cascada de acciones para contribuir a la reducción del impacto sanitario, social y económico a causa de la infección por COVID-19. Por lo tanto, la pandemia por COVID-19 implica que existe el riesgo de desarrollo o incremento de los problemas de salud mental en el personal de salud. Y estos se pueden manifestar a través de diferentes reacciones. Se entiende por Problemas de Salud Mental. Problema psicosocial: dificultad generada por la alteración de la estructura y dinámica de las relaciones entre las personas o entre estas y su ambiente. Trastorno mental y del comportamiento: condición mórbida que sobreviene en una determinada persona, que afecta en diferentes intensidades el funcionamiento de la mente y del comportamiento, el organismo, personalidad e interacción social, en forma transitoria o permanente. Antecedentes : Bajo este contexto sanitario actual, se han realizado la búsqueda de estudios previos que hayan evaluado los PSM durante o después de algún brote infeccioso, en el personal de salud que labora en la primera línea de atención sanitaria. Esto con la finalidad de reconocer los principale. PSM que podrían afrontar el personal de salud en la pandemia por COVID-19.


Subject(s)
Humans , Clinical Protocols/standards , Mental Health , Health Personnel/standards , Coronavirus Infections/epidemiology , Peru , Technology Assessment, Biomedical
17.
Lima; IETSI; abr. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS (Americas), BRISA | ID: biblio-1095415

ABSTRACT

OBJETIVOS: Brindar sugerenciaspara la evaluación de riesgo y manejo de personal de salud en el ámbito hospitalario. MÉTODOS: Búsqueday selecciónde protocolos, guíasde práctica clínica y documentos técnicos previosEl 18 de marzo de 2020 se buscóprotocolos de manejo, guías de práctica clínica, y documentos técnicos que aborden la evaluación de riesgo y manejo de personal de saluden el contexto de la pandemia COVID-19;cuya versión a texto completo se encuentre en español o inglés. Los detalles de la búsqueda y selección de los documentos se detallan en el Anexo N° 1.Luego de eliminar los duplicados, se identificaron 12documentos que abordaron el tema de interés. Posterior a ello, se procedió a evaluar y seleccionar los documentos que cumplan los siguientes criterios en su totalidad. Formulación de las recomendaciones clínicas.Para la formulación de los lineamientos clínicos se revisaron los lineamientos propuestos por los protocolosencontrados que describieron ampliamente el tema a tratar, los cuales fueron adaptados para el contexto de EsSalud.Producto del ello se emitieron lineamientos y se formuló un flujograma. DESARROLLODE LOS LINEAMIENTOS CLÍNICOS: Se debe realizar una evaluación diaria de todo el personal de salud que labore en un establecimiento hospitalario, así como personal administrativo en contacto con ambientes hospitalarios.El cumplimiento o la modificación de estos lineamientos dependerá de la estructura organizacionalde cada hospital.Esta evaluación tendrá dos pasos. En el primero, se evaluará diariamentesi el personal de salud tiene signos/síntomas sugerentes de COVID. De ser un personal de salud con alguno de los siguientes sugerentes de COVID: Detener toda interaccióncon pacientes y realizar aislamiento domiciliario durante 14 días después del último día de exposición a un paciente confirmado con COVID-19, o hasta resultado de la prueba de laboratorio. Realizar la prueba rápidaparael diagnósticodeCOVID-19 lo antes posible. MANEJO: Personal de salud con alto riesgo de infección:oDetener toda atención con pacientes y realizar aislamiento domiciliario durante 14 días después del último día de exposición a un paciente confirmado con COVID-19, o hasta resultado de la pruebade laboratorio. Realizar la prueba rápida para la infección por COVID-19siete días después del último contacto de riesgo. En caso de que la prueba sea negativa: realizar la RT-PCR, si esta prueba también es negativay no se hayan presentado síntomas, se deberá reincorporar a sus atividades. En caso de que alguna delas pruebassea positiva:se deberá seguir los lineamientos clínicos institucionalespara su manejo. Personal de salud con bajo riesgo de infección: El trabajador continuará realizando sus actividades siguiendo las recomendacionesde protección personaly continuará en vigilancia de sintomas.


Subject(s)
Humans , Clinical Protocols/standards , Health Personnel/standards , Coronavirus Infections/prevention & control , Hospitals/standards , Peru , Technology Assessment, Biomedical
18.
Rev. ADM ; 77(2): 84-87, mar.-abr. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS (Americas) | ID: biblio-1100651

ABSTRACT

El coronavirus (SARS-CoV-2) es un virus que afecta las vías respiratorias del huésped infectado, provocando daños no solamente a ese nivel, sino una disfunción multiorgánica que provoca la muerte de la persona infectada. Factores como la edad (adultos mayores), comorbilidades (obesidad, diabetes, hipertensión, etcétera) favorecen que la afectación por este virus sea más letal. Esta pandemia que inició en China y se ha expandido en una gran cantidad de países en todo el mundo ha obligado a los servicios de salud no solamente a atender la pandemia, sino a desarrollar protocolos para la atención de los pacientes y la protección del personal de salud (AU)


The coronavirus (SARS-CoV-2) is a virus that affects the airways of the infected host, causing damage not only at that level, but also multiorgan dysfunction that causes its death. Factors such as age (older adults), comorbidities (obesity, diabetes, hypertension, etc.) favor that the affectation by this virus is more lethal. This pandemic that started in China and has spread in many countries around the world has forced health services not only to attend to the pandemic but also to develop protocols for the care of patients for their protection and the personnel of health (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/mortality , Coronavirus Infections/transmission , Infection Control, Dental , Signs and Symptoms , Communicable Disease Control , Clinical Protocols , Risk Factors , Age Factors , Dental Auxiliaries , Pandemics
19.
Rev. Asoc. Odontol. Argent ; 108(1): 1-5, ene.-abr. 2020.
Article in Spanish | LILACS (Americas) | ID: biblio-1096146

ABSTRACT

En medicina, los pacientes de riesgo son aquellos que, al momento de la consulta, presentan antecedentes y/o pa- decimientos que implican una mayor probabilidad de sufrir complicaciones, como personas inmunodeprimidas o con en- fermedades crónicas, ya sean cardíacas, pulmonares, renales, hepáticas, sanguíneas o metabólicas (por ejemplo, diabetes). Estos pacientes se encuentran en riesgo en el caso de prác- ticas que puedan exacerbar o provocar reacciones adversas a raíz de su padecimiento. En la actualidad, el grupo poblacional vulnerable ha au- mentado a partir de nuevos tratamientos médicos que han per- mitido mejorar padecimientos sistémicos severos y prolongar la esperanza de vida. Ante pacientes "de riesgo" o "en riesgo", el odontólogo debe estar alerta y actualizado, a fin de evitar provocar alteraciones sistémicas y de reaccionar pronta y eficazmente, en caso de ser necesario, ante las urgencias médicas que se presenten (AU)


In medicine, risk patients are those who at the consulta- tion have a history and/or conditions that could cause a great- er possibility of a complication; such as immunosuppressed, chronic heart, pulmonary, kidney, liver, blood or metabolic diseases (for example, diabetes).These patients are at risk during procedures that could in- crease or cause inadequate reactions due to their conditions. Currently, the vulnerable population group has increased since newest medical treatments have emerged; allowing se- vere systemic ailments to improve and prolong life expectancy. With risk or at-risk patients, the dentist must be alert and up-to-date to avoid systemic alterations and react promptly and efficiently if necessary in any medical emergency that might take place (AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Risk Factors , Dental Care for Chronically Ill , Emergencies , Clinical Protocols , Chronic Disease , Immunocompromised Host , Heart Diseases
20.
Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; mar. 2020. tab.
Non-conventional in Portuguese | LILACS (Americas), ColecionaSUS | ID: biblio-1087335

ABSTRACT

No fim de 2019, o Novo Coronavírus foi nomeado como SARS-CoV-2. Este Novo Coronavírus produz a doença classificada como COVID-19, sendo agente causador de uma série de casos de pneumonia na cidade de Wuhan (China) [1]. Ainda não há informações plenas sobre a história natural, nem medidas de efetividade inquestionáveis para manejo clínico dos casos de infecção humana pelo SARS-CoV-2, restando ainda muitos detalhes a serem esclarecidos [1]. No entanto, sabe-se que o vírus tem alta transmissibilidade e provoca uma síndrome respiratória aguda que varia de casos leves ­ cerca de 80% ­ a casos muito graves com insuficiência respiratória ­entre 5% e 10% dos casos. Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária (Quadro 1) e condições clínicas associadas. Portanto, é necessário agir. Para esse fim, as melhores e mais recentes evidências foram utilizadas na redação deste documento. Pela dinâmica da epidemia e da produção de conhecimento associada a ela, as informações podem sofrer alterações conforme avance o conhecimento sobre a doença. Dessa forma, este protocolo específico para serviços de Atenção Primária à Saúde / Estratégia Saúde da Família (APS/ESF) nos cenários de transmissão comunitária vai ser atualizado sempre que necessário. Fique atento a novas versões! A APS/ESF é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Durante surtos e epidemias, a APS/ESF tem papel fundamental na resposta global à doença em questão. A APS/ESF oferece atendimento resolutivo, além de manter a longitudinalidade e a coordenação do cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, com grande potencial de identificação precoce de casos graves que devem ser manejados em serviços especializados.O objetivo deste documento é definir o papel dos serviços de APS/ESF no manejo e controle da infecção COVID-19, bem como disponibilizar os instrumentos de orientação clínica para os profissionais que atuam na porta de entrada do SUS a partir da transmissão comunitária de CoVId-19 no Brasil. Considerando a existência de fase de transmissão comunitária da COVID-19, é imprescindível que os serviços de APS/ESF trabalhem com abordagem sindrômica do problema, não exigindo mais a identificação do fator etiológico por meio de exame específico. Desta forma, este protocolo foca na abordagem clínica da Síndrome Gripal e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do agente etiológico. Como é de conhecimento de todos, múltiplos agentes virais são responsáveis por essas duas síndromes, sendo o vírus da Influenza o de maior magnitude nos últimos anos. Entretanto, há evidências e dados internacionais indicando que a transcendência da COVID-19 pode superar a da Influenza. Portanto, a abordagem pragmática deste protocolo unifica as condutas referentes a esses dois grupos de vírus.


Subject(s)
Humans , Primary Health Care/standards , Clinical Protocols/standards , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/therapy , Coronavirus Infections/transmission , Patient Isolation/methods , Brazil , Coronavirus Infections/prevention & control
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