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2.
Arq. bras. med. vet. zootec. (Online) ; 73(5): 1137-1146, Sept.-Oct. 2021. tab, ilus
Article in English | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1345273

ABSTRACT

This study aimed to evaluate the effectiveness of ultraviolet light in reducing bacterial load of eggshells and the impact of experimental disinfection on hatching, embryo mortality, and time-borne distribution using broiler breeder hens of different ages (38, 42, and 48 weeks old). Fertile eggs were subjected to different exposure periods (5, 7, and 9 minutes) of UV light (UV-C) with a 254 nm wavelength. For controls, eggs disinfected with paraformaldehyde (5.3 g/m3) and eggs not disinfected (NC). After subjection to disinfection protocols, the eggs were placed into sterile plastic bags containing 20 mL of peptone saline solution (0.1% m:v) and massaged for 1 minute to release the bacterial load. Aliquots of this solution were incubated in specific medium for bacterial growth for 48 hours at 37ºC for subsequent CFU counts. To evaluate the effects of disinfection on production, eggs previously disinfected by UV-C (9 min) and paraformaldehyde and NC eggs were candled between incubation days 10 and 13 and at the end of the incubation period to assess embryonic mortality. Hatchability distribution was performed every 8 hours. The 9 minutes 254nm UV-C light exposure was able to disinfect viable eggs and matched the effectiveness of the paraformaldehyde technique.(AU)


Objetivou-se avaliar a eficácia da luz ultravioleta na redução da carga bacteriana de cascas de ovos e o impacto na eclosão e na mortalidade embrionária observando-se a idade das matrizes (38, 42 e 48 semanas). Os ovos foram submetidos a diferentes períodos de exposição (cinco, sete e nove minutos) à luz UV (UV-C) com comprimento de onda de 254nm. Os controles foram ovos desinfetados com paraformaldeído (5,3g/m³) e ovos não desinfetados (NC). Após a desinfecção, os ovos foram colocados em sacos plásticos estéreis contendo 20mL de solução salina peptonada (0,1% m:v) e massageados por um (1) minuto para descolamento das bactérias. Alíquotas dessa solução foram incubadas em meio para crescimento bacteriano por 48 horas a 37ºC e contagem de UFC. Para avaliar os efeitos da desinfecção, ovos previamente desinfetados por UV-C (nove minutos) e ovos com paraformaldeído e NC foram submetidos à ovoscopia entre os dias 10 e 13 de incubação e ao final do período de incubação, para avaliação da mortalidade embrionária. A distribuição da eclodibilidade foi realizada a cada oito horas. A exposição à luz UV-C de 25nm de nove minutos desinfetou os ovos férteis e coincidiu com a eficácia do paraformaldeído.(AU)


Subject(s)
Animals , Chickens , Disinfection/methods , Eggs/radiation effects , Eggs/microbiology , Ultraviolet Rays
3.
Acta Paul. Enferm. (Online) ; 34: eAPE02712, 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1248518

ABSTRACT

Resumo Objetivo: Avaliar a ação antimicrobiano do gás ozônio (O3) em superfícies e ar ambiente climatizado artificialmente. Métodos: Estudo experimental/laboratorial e transversal realizado em dez salas de um laboratório de pesquisa em microbiologia médica, com risco de segurança biológica classe 2. As superfícies demarcadas do chão, parede e bancada foram avaliadas, quanto à presença ou ausência de micro-organismos, a partir de coletas feitas com swab umedecido em água destilada estéril, antes e após a exposição do gás O3 gerado por dois equipamentos distintos. Após este procedimento, o swab foi inoculado na superfície do meio de cultura Brain Heart Infusion Agar DIFCO® (BHI), seguindo-se a incubação a 35ºC por 24 horas. Para a análise microbiológica do ar, uma placa com BHI foi exposta aberta por uma hora, antes e após o tratamento do gás O3, sendo incubadas segundo os mesmos critérios. Resultados: A atividade antimicrobiana do gás O3 gerado por ambos os equipamentos foi constatada para todas as áreas investigadas, com registros de redução do número de Unidades Formadoras de Colônias. O potencial de inibição antimicrobiana dos aparelhos se manteve próximo para os critérios de análise adotados, com destaque para as áreas de chão e bancada. Considerando-se todas as salas e percentuais de inibição microbiana, frente aos dois equipamentos, os resultados foram: chão (100%), bancada (90%), parede (50%) e ar, 70%. Conclusão: Os equipamentos geradores de gás O3 apresentaram potencial antimicrobiano para medida de controle de microrganismos presentes em superfícies e ar ambiente climatizado artificialmente, sendo um sanitizante factível para utilização.


Resumen Objetivo: Evaluar la acción antimicrobiana del gas ozono (O3) en superficies y en el aire interior climatizado artificialmente. Métodos: Estudio experimental/de laboratorio y transversal realizado en diez salas de un laboratorio de investigación en microbiología médica, con riesgo de seguridad biológica clase 2. Se evaluaron las superficies delimitadas en el piso, pared y mesa en cuanto a la presencia o ausencia de microorganismos, a partir de muestras recolectadas con hisopo humedecido en agua destilada estéril, antes y después de la exposición del gas O3 generado por dos máquinas distintas. Luego de este procedimiento, el hisopo fue inoculado en la superficie del medio de cultivo Brain Heart Infusion Agar DIFCO® (BHI), y después incubado a 35 °C por 24 horas. Para el análisis microbiológico del aire, se expuso una placa con BHI abierta durante una hora, antes y después del tratamiento del gas O3, y luego se incubó con los mismos criterios. Resultados: Se constató la actividad antimicrobiana del gas O3 generado por ambas máquinas en todas las áreas investigadas, y se registró una reducción del número de unidades formadoras de colonias. El potencial de inhibición antimicrobiana de los dispositivos se mantuvo próximo a los criterios de análisis adoptados, con énfasis en el área del piso y mesa. Considerando todas las salas y porcentajes de inhibición microbiana, con las dos máquinas, los resultados fueron: piso (100 %), mesa (90 %), pared (50 %) y aire (70 %). Conclusión: Las máquinas generadoras de gas O3 presentaron potencial antimicrobiano como medida de control de microorganismos presentes en superficies y aire interior climatizado artificialmente, lo que lo convierte en un desinfectante factible para ser usado.


Abstract Objective: Assess the antimicrobial action of ozone gas (O3) on surfaces and artificially cooled ambient air. Methods: Cross-sectional experimental/laboratory study carried out in ten rooms of a medical microbiology research lab, with class 2 biosafety risk. The demarcated surfaces on the floor, wall and counter were assessed in relation to the presence or absence of microorganisms, based on collections done with swabs dampened in sterile distilled water, before and after exposure to ozone gas produced by two different generators. After this procedure, each swab was inoculated on the surface of a Brain Heart Infusion Agar DIFCO® (BHI) culture, followed by incubation at 35ºC for 24 hours. For the microbiological analysis of the air, a petri dish with BHI was openly exposed for one hour, before and after treatment with O3 gas, and were incubated according to the same criteria. Results: The antimicrobial activity of the O3 gas produced by both generators was checked in all the areas investigated, with records indicating a decrease in the number of colony-forming units. The antimicrobial inhibition potential of the generators was close to the analysis criteria adopted, particularly for the floor and counter areas. Based on all the rooms and microbial inhibition percentages, in relation to the two generators, the results were: floor (100%), counter (90%), wall (50%) and air (70%). Conclusion: The O3 generators had antimicrobial potential as a procedure for controlling microorganisms present on surfaces and in artificially cooled ambient air, constituting a feasible sanitizer.


Subject(s)
Ozone , Ozonation , Disinfection/methods , Microbiological Techniques , Anti-Infective Agents , Cross-Sectional Studies , Containment of Biohazards
4.
Ciênc. cuid. saúde ; 20: e56283, 2021.
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1356109

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: analisar a prática dos profissionais de enfermagem sobre o processamento de produtos para a saúde na atenção básica. Método: trata-se de um estudo descritivo e exploratório, de abordagem qualitativa, realizadono mês de janeiro de 2015, em três Unidades Básicas de Saúde, de um município do Sul do Brasil, com 19 profissionais de enfermagem. Os dados foram coletados por meio de entrevista semiestruturada e analisados por intermédio da análise textual discursiva. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa. Resultados: emergiram da análise, resultados que expressam aprática da equipe de enfermagem e a forma como organizam o trabalho acerca do Processamento de Produtos para a Saúde (PPS). Considerações finais: constata-se a presença de práticas equivocadas na realização dos processos de limpeza e esterilização dos produtos para a saúde, implicando em potenciais perigos para a saúde dos pacientes. O estudo demonstra a importância da padronização dos processos de trabalho, visando práticas compassadas com as normatizações vigentes, harmônicas entre a equipe, permeando a responsabilidade, o conhecimento e a segurança.


RESUMEN Objetivo: analizar la práctica de los profesionales de enfermería sobre el procesamiento de productos para la salud en la atención básica. Método: se trata de un estudio descriptivo y exploratorio, de abordaje cualitativo, realizado en el mes de enero de 2015, en tres Unidades Básicas de Salud, de un municipio del Sur de Brasil, con 19 profesionales de enfermería. Los datos fueron recolectados por medio de entrevista semiestructurada y analizados por medio del análisis textual discursivo. La investigación fue aprobada por el Comité de Ética en Investigación. Resultados: surgieron, del análisis, resultados que expresan la práctica del equipo de enfermería y el modo que organizan el trabajo respecto al Procesamiento de Productos para la Salud (PPS). Consideraciones finales: se constata la presencia de prácticas equivocadas en la realización de los procesos de limpieza y esterilización de los productos para la salud, implicando potenciales peligros para la salud de los pacientes. El estudio demuestra la importancia de la estandarización de los procesos de trabajo, buscando prácticas acordes a las normalizaciones vigentes, armónicas entre el equipo, permeando la responsabilidad, el conocimiento y la seguridad.


ABSTRACT Objective: to analyze the practice of nursing professionals on the processing of health products in primary care. Method: this is a descriptive and exploratory study, with a qualitative approach, carried out in January 2015, in three Basic Health Units, in a city in southern Brazil, with 19 nursing professionals. The data were collected through semi-structured interviews and analyzed through discursive textual analysis. The research was approved by the Research Ethics Committee. Results: the results emerged from the analysis that express the practice of the nursing team and the way they organize the work on the Processing of Health Products (PHP). Final considerations: there is the presence of mistaken practices in carrying out the cleaning and sterilization processes of health products, implying potential dangers to the health of patients. The study demonstrates the importance of standardizing work processes, aiming at practices in line with current regulations, harmonious between the team, permeating responsibility, knowledge and safety.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Primary Health Care , Health Services , Nursing, Team , Reference Standards , Sodium Hypochlorite , Sterilization/methods , Disinfection/methods , Ethanol , Housekeeping, Hospital , Nurse Practitioners
5.
Int. j. odontostomatol. (Print) ; 14(4): 694-700, dic. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1134559

ABSTRACT

ABSTRACT: We present an integrative review of the literature conducted to find and analyse specific measures for disinfection and/or sterilization of intraoral complex instruments, applicable to intraoral scanners. We performed a two-stage search in the PubMed/MEDLINE, SciELO, REDALYCS, and LILACS databases, and the Google Scholar website, which included full articles in Spanish, Portuguese, and English. The strategy associated the terms 'disinfection', 'biosecurity', 'decontamination', and (a) 'intraoral scanners', and (b) other 'semi-critical' intraoral complex instruments, according to the American Dental Association definition (e.g., 'turbine', etc). Strategy (a) produced just one outcome, whereas (b) produced nine articles, which only suggested low-level disinfectants.The lack of empirically based protocols that allow effective microbiological control makes it necessary to create a new categorization for these instruments when trying to comply with American Dental Association recommendations for dental practice.


RESUMEN: Presentamos una revisión integradora de la literatura realizada para encontrar y analizar medidas específicas de desinfección y / o esterilización de instrumentos complejos intraorales, aplicables a los escáneres intraorales. Realizamos una búsqueda en dos etapas en las bases de datos PubMed / MEDLINE, SciELO, REDALYCS y LILACS, y en el sitio web Google Scholar, que incluía artículos completos en español, portugués e inglés. La estrategia asoció los términos 'desinfección', 'bioseguridad', 'descontaminación' y (a) 'escáneres intraorales', y (b) otros instrumentos complejos intraorales 'semicríticos', según la definición de la Asociación Dental Ameri- cana (p. Ej., 'turbina', etc.). La estrategia (a) produjo un solo resultado, mientras que (b) produjo nueve artículos, que solo sugirieron desinfectantes de bajo nivel. La falta de protocolos de base empírica que permitan un control microbiológico efectivo hace necesario crear una nueva categorización para estos instrumentos, cuando se trata de cumplir con las recomendaciones de la Asociación Dental Americana para la práctica dental.


Subject(s)
Humans , Sterilization/methods , Dental Impression Technique/instrumentation , Infection Control/methods , Practice Patterns, Dentists'/standards , Societies, Dental , Sterilization/standards , Disinfection/methods , Centers for Disease Control and Prevention, U.S. , Dental Equipment
6.
Rev. cuba. pediatr ; 92(4): e970, oct.-dic. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1144515

ABSTRACT

Introducción: El estetoscopio se ha descrito como un fómite capaz de transmitir patemas de tipo infeccioso a los trabajadores de la salud Objetivo: Caracterizar la presencia de contaminación microbiana en estetoscopios utilizados por proveedores de salud. Métodos: Estudio transversal en 50 muestras microbiológicas obtenidas de estetoscopios pertenecientes a proveedores de salud que laboran en el Hospital Pediátrico Cerro, de junio-octubre de 2019. Se aplicó una encuesta para evaluar variables demográficas y epidemiológicas de sus titulares relacionadas con la aplicación de medidas descontaminantes. Se examinaron los resultados mediante el análisis porcentual y prueba de Ji-cuadrada para buscar asociación significativa (p≤0,05) con los hábitos higiénicos. Resultados: El 100 por ciento de los estetoscopios están contaminados. Los aislamientos más frecuentes fueron: Staphylococcus alba 40,3 por ciento, Staphylococcus aureus 32,6 por ciento y Klebsiella pneumoniae 3,8 por ciento. Las áreas de mayor contagio fueron las de misceláneas (44,2 por ciento) y de respiratorio (36,5 por ciento). El personal con notable contaminación en sus equipos fueron los alumnos (81,4 por ciento) y los especialistas (14,8 por ciento). Las causas que determinaron no practicar la desinfección en los alumnos fue la falta de enseñanza (45,4 por ciento); en los especialistas, la carencia de hábitos (33,3 por ciento) y la falta de desinfectante (66,3 por ciento). Las bacterias gramnegativas fueron sensibles en su mayoría a los aminoglucósidos y Staphylococcus aureus a la clindamicina, vancomicina, ciprofloxacino y cloranfenicol. Conclusiones: Existe alta frecuencia de contaminación en los estetoscopios utilizados por los proveedores de salud motivado por la falta de hábito de desinfección en médicos y su desconocimiento en alumnos(AU)


Introduction: Stethoscopes has been described as a fomite which is able to transmit infectious agents to health care workers. Objective: To describe the presence of microbial contamination in stethoscopes used by health care providers. Methods: Cross-sectional study in 50 microbiological samples obtained from stethoscopes belonging to health care providers whom worked in Cerro Pediatric Hospital from June to October, 2019. It was applied a survey to evaluate demographic and epidemiologic variables of the owners related with the implementation of disinfection measures. The results were examined through percentage analysis and the Ji-square test to look for significative relation (p≤0,05) with hygene habits. Results: 100 percent of the stethoscopes were contamined. The most frequent isolated agents were: Staphylococcus alba 40.3 percent, Staphylococcus aureus 32.6 percent and Klebsiella pneumoniae 3.8 percent. The hospital areas with more contagion were: Miscellany (44.2 percent) and Respiratory (36.5 percent). The personnel with more contamination in their equipments were: students (81.4 percent) and specialists (14.8 percent). The cause of not doing the disinfection processes in the students was the lack of knowledge (45.4 percent); and in the specialists was the lack of hygene habits and the lack of disinfectant solutions (66.3 percent). Negative Gran bacteria were mostly sensitive to aminoglycosides and Staphylococcus aureus to clindamycin, vancomycin, ciprofloxacin and cloramphenicol. Conclusions: There is high frequency of contamination in the stethoscopes used by health care providers, mainly motived by the lack of disinfection habits in physicians and lack of knowledge on it in the students(AU)


Subject(s)
Disinfection/methods , Stethoscopes/microbiology , Fomites/microbiology , Cross-Sectional Studies , Biological Contamination/prevention & control
7.
Säo Paulo med. j ; 138(6): 505-514, Nov.-Dec. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS, SES-SP | ID: biblio-1145128

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Faced with a pandemic, all healthcare actions need to reflect best practices, in order to avoid high transmissibility, complications and even hospitalizations. For hospital environments, the products recommended and authorized by regulatory institutions for environmental cleaning and disinfection need to be highly effective. OBJECTIVE: To identify, systematically evaluate and summarize the best available scientific evidence on environmental cleaning to prevent COVID-19 infection. DESIGN AND SETTING: A systematic review of studies analyzing cleaning products that inactivate coronavirus, conducted within the evidence-based health program of a federal university in São Paulo (SP), Brazil. METHODS: A systematic search of the relevant literature was conducted in the PubMed, EMBASE, Cochrane Library, CINAHL and LILACS databases, for articles published up to May 27, 2020, relating to studies evaluating cleaning products that inactivate coronavirus in the environment. RESULTS: Seven studies were selected. These analyzed use of 70% alcohol, detergent, detergent containing iodine, household bleach, sodium hypochlorite, hydrogen peroxide, chlorine dioxide, glutaraldehyde, ultraviolet irradiation and plasma air purifier. The effectiveness of treating sewage with sodium hypochlorite and chlorine dioxide was also evaluated. CONCLUSION: Disinfection of environments, especially those in ordinary use, such as bathrooms, needs to be done constantly. Viral inactivation was achieved using chlorine-based disinfectants, alcohol, detergents, glutaraldehyde, iodine-containing detergents, hydrogen peroxide compounds and household bleaches. Alcohol showed efficient immediate activity. In sewage, sodium hypochlorite had better action than chlorine dioxide. REGISTRATION NUMBER: DOI: 10.17605/OSF.IO/YC5P4 in the Open Science Framework.


Subject(s)
Humans , Disinfection/methods , Infection Control/methods , COVID-19/prevention & control , Brazil , Disinfectants
9.
Buenos Aires; IECS; 13 ago. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1119354

ABSTRACT

CONTEXTO CLÍNICO: La enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID-19), por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos por un nuevo Coronovirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. TECNOLOGÍA: La cabina sanitizante es una camera, túnel o puerta donde las personas son desinfectadas mediante distintos medios. En algunos casos son cerradas y la desinfección es estática y en otros son abiertas y la misma es de forma dinámica mientras la persona atraviesa el túnel sin tener que detenerse. Los medios de desinfección pueden ser mediante rayos ultravioletas (UV), ozono o algún desinfectante químico. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia y seguridad de la cabina sanitizante en el tratamiento de la infección por COVID-19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y recomendaciones de diferentes organizaciones de salud. RESULTADOS: Se incluyeron cuatro evaluaciones de tecnológicas sanitarias y ocho GPC o recomendaciones, acerca del uso sanitizantes en la prevención de la infección por COVID-19. CONCLUSIONES: No se encontró evidencia acerca de la eficacia ni la seguridad de la implementación de la cabina (o túnel) sanitizante para la prevención de COVID-19.


Subject(s)
Humans , Chambers , Disinfection/methods , Coronavirus Infections/prevention & control , Technology Assessment, Biomedical , Health Evaluation , Cost-Benefit Analysis
10.
Guatemala; MSPAS; 28 jul 2020. 10 p. graf.
Non-conventional in Spanish | LILACS, LIGCSA | ID: biblio-1150792

ABSTRACT

El documento enumera las medidas de seguridad que deberán seguirse para reducir el riesgo de contagio: cómo colocarse la mascarilla, cómo utilizarla mientras se la tiene, cómo lavarse las manos adecuadamente, las medidas de saneamiento que deberán seguirse en casa, trabajo, vehículo y si se tienen contagiados de COVID 19 en casa.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pneumonia, Viral/prevention & control , Hand Disinfection/standards , Coronavirus Infections/prevention & control , Personal Protective Equipment/standards , Betacoronavirus , Disinfection/methods , Personal Protection , Guatemala/epidemiology
12.
Guatemala; MSPAS; 26 jun. 2020. 14 p. graf.
Monography in Spanish | LILACS, LIGCSA | ID: biblio-1150755

ABSTRACT

El documento aborda, particularmente la fórmula y concentraciones adecuadas para la elaboración de productos de saneamiento, como medida para contrarrestar, contener o evitar la propagación el COVID-19. Incluye las características de algunas soluciones desinfectantes como: Amonio Cuaternario e Hipoclorito de Sodio.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Pneumonia, Viral/prevention & control , Disinfection/methods , Coronavirus Infections/prevention & control , Coronavirus Infections/transmission , Sanitizing Products , Housekeeping, Hospital/methods , Hand Disinfection/standards , Patient Transfer/standards , Buildings/prevention & control , Disinfection By-Products/methods , Pandemics/prevention & control , Personal Protective Equipment/standards , Guatemala
13.
s.l; IETSI; 8 jun. 2020.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA | ID: biblio-1100100

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Con 196 515 casos positivos de SARS-CoV-2 al 7 de junio, el Perú enfrenta una sobredemanda de los pacientes con COVID-19 que requieren atención en servicios de salud (Ministerio de Salud 2020). Este escenario se ve reflejado en los 9583 pacientes hospitalizados, de los cuales 1062 se encuentran en una unidad de cuidados intensivos con ventilación mecánica (Ministerio de Salud 2020). Así se deben implementar una serie de procesos de desinfección en los ambientes de los servicios de salud destinados a reducir el riesgo de contagio entre pacientes y al personal de salud considerando que la vía principal de transmisión del SARS-CoV-2 en ambientes interiores es por vía aérea a partir de los portadores del virus (Setti et al. 2020). Como parte de las estrategias del sistema de salud para enfrentar al COVID-19 se expandió la oferta de camas hospitalarias y de unidades de cuidados intensivos; asimismo, se implementaron diversos ambientes para acoger a los pacientes con COVID-19 (Presidencia del Consejo de Ministros 2020). Los pacientes con COVID-19 pueden generar gotas y aerosoles al estornudar, toser y hablar que pueden diseminar al SARS-CoV-2 (World Health Organization 2020b), por lo tanto, la atención en entornos hospitalarios requiere un alto nivel de asepsia. Sin embargo, la escasez de recursos y de personal de salud durante la pandemia, se ha convertido en una limitante, por lo que es necesario evaluar cuáles son las medidas más efectivas y qué otras medidas de desinfección pueden ser empleadas para este fin. El 30 de marzo de 2020, el Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación publicó el Reporte Breve N° 15, en el cual se evaluó el uso de luz ultravioleta como sustituto a la presión negativa en unidades de cuidados intensivos, concluyendo hasta ese momento que, no se podía establecer si la luz ultravioleta inactiva al SARS-CoV-2 y que estudios previos en otros coronavirus han mostrados resultados positivos con la luz ultravioleta tipo C (Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación 2020). No obstante, es necesario evaluar si existe evidencia más actualizada y si es posible emplear la luz ultravioleta en otros ambientes hospitalarios. En tal sentido, el objetivo del presente reporte breve es identificar la mejor evidencia disponible acerca de la eficacia de la luz ultravioleta para ser usada como un procedimiento desinfección contra el SARS-CoV-2 en ambientes hospitalarios y sus recomendaciones de uso. MÉTODOS: Se llevó a cabo una búsqueda sistemática de la literatura el día 7 de junio de 2020 con respecto al uso de la luz ultravioleta para la desinfección de ambientes o superficies hospitalarias en el contexto de SARS-CoV-2. Para ello se emplearon las bases de datos bibliográficas: PubMed, Medline vía OVID y Embase. Asimismo, se realizó una búsqueda manual avanzada en Google, y en páginas web de las principales sociedades o instituciones especializadas, tales como la World Health Organization (WHO) ((https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019) y Centers for Disease Control and Prevention (CDC) (https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/index.html). Se consideró la revisión de las listas de referencias de los estudios selecionado. RESULTADOS: No se encontraron guías de práctica clínica, evaluaciones de tecnologías sanitarias, revisiones sistemáticas o estudios primarios en las bases de datos bibliográficas que evalúen la eficacia de la luz ultravioleta para ser usada como un procedimiento de desinfección contra el SARS-CoV-2 en ambientes hospitalarios. A la fecha se han publicado una serie de experiencias acerca de medidas implementadas ante el COVID-19 y una guía de la Organización Mundial de la Salud donde se describen algunas medidas que deben implementarse en áreas de evaluación y tratamiento de pacientes COVID-19 en servicios de salud. La información contenida en estos documentos sobre luz ultravioleta es muy puntual y no brinda mayores detalles técnicos acerca de las características de los equipos y condiciones de operatividad de los equipos. CONCLUSIÓN: No se han encontrado estudios que determinen la eficacia de la luz ultravioleta para la desinfección de ambientes o superficie hospitalarios. No obstante, tal como fue descrito en el Reporte Breve N° 15 del Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación, existen estudios in vitro que muestran que la luz ultravioleta tiene la capacidad de inhibir el crecimiento en los coronavirus MERS y SARS, los cuales tienen un componente genético es similar al SARS-CoV-2. El uso de la luz ultravioleta en entornos hospitalarios ha sido descrito en publicaciones de experiencias realizadas en China, que reportan su uso como un procedimiento de desinfección de ambientes hospitalarios que se realiza durante 20 a 60 minutos sin tener mayores detalles sobre el tipo de luz ultravioleta empleada, fuentes de luz empleadas y área de cobertura de la fuente de luz ultravioleta según tipo de área hospitalaria. Es importante mencionar que la irradiación de luz ultravioleta para la desinfección de ambientes o superficies hospitalarias requiere que las salas estén sin pacientes o personal de salud por el daño potencial que puede ocasionar la sobreexposición en piel y ojos (Yan et al. 2020, Barnard, Eadie, and Wood 2020, Talbot et al. 2002). Por lo tanto, con la evidencia disponible a la fecha (7 de junio de 2020), no es posible establecer si la luz ultravioleta es eficaz para inactivar al virus SARS-CoV-2; sin embargo, experiencias previas y una guía de la Organización Mundial de la Salud incluyen a la luz ultravioleta de tipo C como una media de desinfección luego de un procedimiento de limpieza manual en ambientes destinados a la atención de pacientes con COVID-19. Futuras investigaciones son necesarias para determinar la eficacia de la luz ultravioleta en SARS-Cov-2 dados los resultados previos de los estudios con otros coronavirus.


Subject(s)
Humans , Ultraviolet Rays , Disinfection/methods , Coronavirus Infections/prevention & control , Hospitals/standards , Technology Assessment, Biomedical , Health Evaluation
15.
s.l; IETSI; mayo 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1100094

ABSTRACT

GENERALIDADES: Objetivo y población de las recomendaciones clínicas: Objetivos de las recomendaciones clínicas: Brindar recomendaciones para la desinfección de ambientes hospitalarios expuestos a COVID-19. Ámbito a la cual se aplicarán recomendaciones clínicas: Ambientes hospitalarios expuestos a COVID-19. Usuarios y ámbito de las recomendaciones clínicas: Usuarios de las recomendaciones: Estas recomendaciones están dirigidas a gerentes o directores de los establecimientos de salud, líderes de equipo de trabajo de salud y personal encargado de la limpieza y desinfección de ambientes, para prevenir problemas de infección por COVID-19. Ámbito de las recomendaciones clínicas: El presente documento es de aplicación en las IPRESS de las Redes Asistenciales, Redes Prestacionales y en los Órganos Prestadores Nacionales de EsSalud a nivel nacional. MÉTODOS: 1. Búsqueda y selección de protocolos, guías de práctica clínica y documentos técnicos prévios: El 22 de abril de 2020 se buscaron pautas, protocolos de manejo, y documentos técnicos que aborden procedimientos a seguir para la desinfección de ambientes hospitalarios expuestos a COVID-19, cuya versión a texto completo se encuentre en español o inglés. 2. Formulación de las recomendaciones. Para la formulación de las recomendaciones se revisaron pautas y protocolos encontrados que describieron más ampliamente los procedimientos a realizar para la desinfección de ambientes hospitalarios expuestos a COVID-19. Producto de ello se establecieron las recomendaciones. 3. Desarrollo de las recomendaciones: Persistencia del virus COVID-19 (coronavirus disease 2019). Alcances generales para la desinfección. Medidas de desinfección recurrente. Desinfección según área y condiciones del entorno hospitalário.


Subject(s)
Humans , Disinfection/methods , Coronavirus Infections/prevention & control , Hospitals/standards , Household Work/methods , Peru , Technology Assessment, Biomedical , Health Evaluation
16.
San Salvador; Ministerio de Salud; 1; abr.2020. 5 p.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BISSAL | ID: biblio-1087811

ABSTRACT

A medida que la pandemia COVID-19 se acelera, los sistemas de salud a nivel mundial se han saturado con pacientes que buscan una atención rápida y eficiente. La prevención de la propagación del virus entre los trabajadores de la salud (PS) y los pacientes depende del uso efectivo de equipos de protección personal (EPP), como guantes, mascarillas, gafas protectoras, protectores faciales, cofias, protectores de calzado y batas. Debido a la magnitud del problema, se prevé una escasez de EPP, convirtiéndose en uno de los principales problemas en la atención de la pandemia. Un aumento en el suministro de EPP requiere un gran aumento en el proceso de fabricación, un proceso que requiere de mucho tiempo y recursos, sin embargo, el número de enfermos aumenta en una velocidad alarmante. En vista de esta situación, la comunidad científica comenzó a generar recomendaciones sobre las posibles soluciones, entre estas se pueden mencionar: la reorientación de material de protección que se utiliza en otras áreas como construcción, laboratorios de investigación, salones de belleza, dentistas, veterinarios y granjas, a los servicios de salud1. Otras propuestas están orientadas a la reutilización del EPP previo a un proceso de esterilización. Para esto se propone la utilización de óxido de etileno, radiación UV o gamma, ozono y alcohol. Otras propuestas son la impregnación de las mascarillas con cobre o cloruro de sodio. Muchos científicos han reconocido que estos métodos de esterilización pueden comprometer la integridad estructural del EPP degradando las fibras de las máscaras y respiradores perdiendo su eficacia en el filtrado de partículas virales1. Otros planteamientos han descrito la utilización de EPP de tela, esto facilita su limpieza y desifección para su reutilzación segura, tal como se realizaba en épocas anteriores2. Este documento presenta las recomendaciones dadas hasta la fecha para la esterilización del EPP, en caso sea pertinente, ya que en algunos elementos la esterilización no es recomendada ya que compromete la capacidad de protección de los elementos, poniendo en riesgo la salud del personal de salud.


As the COVID-19 pandemic accelerates, healthcare systems worldwide have become saturated with patients seeking prompt and efficient care. Prevention of the spread of the virus among healthcare workers (PS) and patients depends on the effective use of personal protective equipment (PPE), such as gloves, masks, goggles, face shields, caps, shoe protectors, and gowns. . Due to the magnitude of the problem, a shortage of EPP is anticipated, becoming one of the main problems in the attention of the pandemic. An increase in the supply of PPE requires a great increase in the manufacturing process, a process that requires a lot of time and resources, however, the number of patients increases at an alarming rate. In view of this situation, the scientific community began to generate recommendations on possible solutions, among these we can mention: the reorientation of protective material that is used in other areas such as construction, research laboratories, beauty salons, dentists, veterinarians and farms, to health services1. Other proposals are aimed at reusing the PPE prior to a sterilization process. For this, the use of ethylene oxide, UV or gamma radiation, ozone and alcohol is proposed. Other proposals are the impregnation of the masks with copper or sodium chloride. Many scientists have recognized that these sterilization methods can compromise the structural integrity of EPP by degrading the fibers of the masks and respirators, losing their effectiveness in filtering viral particles1. Other approaches have described the use of fabric PPE, this facilitates its cleaning and disinfection for its safe reuse, as was done in previous times2. This document presents the recommendations given to date for the sterilization of PPE, if applicable, since in some elements sterilization is not recommended as it compromises the protection capacity of the elements, putting the health of health personnel at risk. .


Subject(s)
Humans , Pneumonia, Viral/prevention & control , Disinfection/methods , Coronavirus Infections/prevention & control , Delivery of Health Care/standards , Pandemics/prevention & control , Personal Protective Equipment/standards , El Salvador
17.
s.l; IETSI; 27 abr. 2020.
Non-conventional in Spanish | LILACS, BRISA | ID: biblio-1104019

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: Queda mucho por aprender sobre el nuevo coronavirus (SARS-CoV-2) que causa la enfermedad por coronavirus 2019 (COVID-19). Según lo que se sabe actualmente sobre el virus y sobre coronavirus similares que causan SARS y MERS, la propagación de persona a persona ocurre con mayor frecuencia entre contactos cercanos (dentro de aproximadamente 2 metros) a través de gotitas respiratorias generadas por una persona infectada al toser o estornudar (CDC 2020). La transmisión también puede ocurrir de forma indirecta por contacto con superficies que se encuentran en el entorno inmediato de una persona infectada o con objetos que esta haya utilizado (OMS 2020b). La transmisión del coronavirus en general ocurre mucho más comúnmente a través de gotitas respiratorias que a través de fómites (CDC 2020). Por otro lado, se ha reportado que el SARS-CoV-2 puede permanecer viable durante horas o días en superficies hechas de una variedad de materiales. En ese sentido, la desinfección de superficies es considerada una buena práctica para la prevención de COVID-19 y otras enfermedades respiratorias virales en entornos comunitarios (CDC 2020). Sin embargo, en países como China, México y Argentina se han visto imágenes en donde los desinfectantes son rociados directamente a las personas cuando estas pasan a través de túneles instalados en lugares públicos de alto tránsito, como entradas a mercados, edificios administrativos u hospitales. Esta medida ha sido cuestionada ya que el desinfectante usado en estos túneles puede causar irritación en las personas, así como daño en la piel y los ojos (Neustaeter 2020). El túnel de desinfección peatonal consiste en un sistema de aspersores que rocían al peatón un desinfectante con el fin de desinfectar la ropa. Cada persona debe permanecer en el interior del túnel unos pocos segundos con las manos en alto para permitir que la mezcla sanitizante llegue a la mayoría de las partes del cuerpo (Infobae 2020). Dentro de los desinfectantes utilizados se encuentran el amonio cuaternario, el ozono, el ácido hipocloroso, el alcohol, soluciones de hipoclorito, catalizadores orgánicos, entre otros (Minsalud 2020). El uso de esta innovación tecnológica ha sido propuesto por algunas personas como una medida sanitaria adicional a las ya establecidas (distanciamiento físico, uso de mascarillas, lavado de mano) para reducir el contagio del SARS-CoV-2 en lugares públicos de alta concurrencia. Actualmente, esta propuesta se ha difundido de manera mediática captando el interés de diversas instituciones para su posible incorporación. Al respecto, la Dirección General de Salud Ambiental del Perú (DIGESA), con fecha 16 de abril de 2020, realizó un pronunciamiento desalentando el uso de túneles desinfectantes para evitar la transmisión de COVID-19. En esta nota se enfatiza que no existe evidencia científica de que los túneles desinfectantes sean efectivos para impedir la transmisión del virus, y que por el contrario, los desinfectantes dispersados sobre los peatones podrían ser dañinos para la salud e incluso aumentar el riesgo de dispersión del SARS-CoV-2. También se señala que toda desinfección para evitar la transmisión de COVID-19 se debe realizar sobre superficies inertes como mesas, pisos o estantes, y no sobre personas (DIGESA 2020). A pesar del pronunciamiento por parte de la DIGESA, el IETSI ha recibido solicitudes de evaluación, en donde se plantea el uso de túneles de desinfección generales y, específicamente, los de ozono. Así, surge la necesidad de conocer el funcionamiento de los túneles de desinfección peatonal pulverizadores de ozono y de otros desinfectantes, así como revisar la literatura pertinente a esta tecnología para evaluar su efectividad y seguridad para disminuir la propagación del SARS-CoV-2. MÉTODOS: Primero, se realizó una búsqueda manual de guías, reportes técnicos o recomendaciones para la desinfección en el contexto del COVID-19, en las páginas web de diversas sociedades y gobiernos alrededor del mundo, tales como World Health Organization (WHO), Centers for Disease Control and Prevention (CDC), European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC), el Gobierno de Canadá, el Gobierno de Reino Unido, el Gobierno de Australia, el Gobierno de España, el Gobierno de Colombia, entre otros. Segundo, se realizó una búsqueda sistemática de guías o revisiones que brindaran recomendaciones con relación a la tecnología de interés utilizando la base de datos MEDLINE vía PubMed. La estrategia de búsqueda fue la siguiente: (sanitation[tiab] OR disinfect*[tiab]) AND (COVID-19 OR SARS-CoV-2 OR Coronavirus OR SARS) (144 ítems). Tercero, se realizó una búsqueda sistemática de estudios que evaluaran la efectividad y seguridad de los túneles de desinfección peatonal de ozono utilizando la base de datos MEDLINE vía PubMed, utilizando la siguiente estrategia de búsqueda: ozone AND (COVID-19 OR SARS-CoV-2 OR Coronavirus OR SARS) (10 ítems). Finalmente, se buscaron estudios adicionales que pudiesen haber escapado a las búsquedas con una estrategia de bola de nieve mediante la revisión de las listas de referencias de las publicaciones que sean de relevancia. RESULTADOS: Se identificó una guía técnica elaborada por el Ministerio de Salud y Protección de Colombia que evaluó el uso de sistemas de aspersión de productos desinfectantes sobre personas para la prevención de la trasmisión de COVID-19. También se identificó recomendaciones relacionadas al tema en las páginas web de la OMS y la EPA. CONCLUSIONES: No se recomienda el uso de túneles de desinfección peatonal pulverizadores de ozono u de otros desinfectantes ya que no se cuenta con evidencia científica sobre su efectividad para disminuir la propagación del COVID-19. Además, el uso de estos sistemas podría causar potenciales daños en la salud de las personas, como irritación de los ojos y de las vías respiratorias. De acuerdo a la información publicada por agencias regulatorias internacionales como la EPA, aún si el ozono se utilizara en concentraciones que no excedieran los estándares de salud pública, estos no eliminarían eficazmente los virus. Para el caso de túneles que utilizan otros agentes desinfectantes como soluciones de hipoclorito de sodio o alcohol, algunas instituciones ya han emitido pronunciamientos en contra del uso de estas tecnologías debido a la falta de evidencia que sustente su uso y al elevado riesgo de daño al peatón. Otros expertos señalan que el uso de túneles de desinfección podría tener un efecto opuesto al esperado, ya que la falsa sensación de seguridad por parte de los peatones podría hacer que estos disminuyan las medidas eficaces para disminuir el contagio del COVID19 como el distanciamiento social y el lavado de manos. Finalmente, a nivel mundial, el ozono y demás desinfectantes no están autorizados por ninguna autoridad de salud para su aplicación directa sobre humanos.


Subject(s)
Humans , Ozone/administration & dosage , Pneumonia, Viral/prevention & control , Disinfection/methods , Coronavirus Infections/prevention & control , Hypochlorous Acid/administration & dosage , Quaternary Ammonium Compounds/administration & dosage , Technology Assessment, Biomedical , Health Evaluation , Drug-Related Side Effects and Adverse Reactions
19.
Medwave ; 20(8): e8012, 2020.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1128651

ABSTRACT

OBJETIVO: Establecer recomendaciones para la toma de decisiones de manejo en radioterapia durante la pandemia de COVID-19, adaptadas a un país con recursos de salud limitados. MÉTODOS: A través de una revisión rápida de la literatura se buscaron publicaciones que describieran medidas para reducir el riesgo de infección por COVID-19, así como también pautas de manejo para reducir la carga de trabajo en las unidades de radioterapia. Se incluyeron en el alcance de esta revisión las siguientes patologías: tumores ginecológicos, cáncer de mama, tumores gastrointestinales, tumores genitourinarios, tumores de cabeza y cuello, cáncer de piel, tumores del sistema nervioso central y linfomas. Un grupo de expertos discutió en línea los datos extraídos y redactó las recomendaciones. Mediante un método Delphi modificado, se evaluó el consenso entre 14 radio-oncólogos certificados. Se evaluó la calidad de la evidencia que sustentó las recomendaciones sobre esquemas de tratamiento. RESULTADOS: Se incluyeron un total de 57 documentos. De 25 trabajos se extrajeron las estrategias para reducir el riesgo de infección. De los restantes, se obtuvieron las recomendaciones para cada patología. Las recomendaciones están orientadas a establecer escenarios específicos donde se pueden omitir, diferir, priorizar y acortar los tratamientos. En el ítem de acortar se recomiendan esquemas de tratamiento para cada patología, priorizando los esquemas hipofraccionados cuando fue posible. CONCLUSIÓN: Se plantean estrategias para la gestión de los servicios de radioterapia con el objetivo de garantizar que los tratamientos de alta calidad para pacientes oncológicos sigan entregándose, pese a la crisis sanitaria ocasionada por COVID-19.


OBJECTIVE: To generate recommendations on the management of radiotherapeutic treatments during the pandemic, adapted to a country with limited health resources. METHODS: We did a rapid review of the literature, searching for papers that describe any measures to reduce the risk of COVID-19 infection, as well as management guidelines to reduce the workload, in radiotherapy units. The following conditions were included in the scope of this review: gynecological tumors, breast cancer, gastrointestinal tumors, genitourinary tumors, head and neck tumors, skin cancer, tumors of the central nervous system, and lymphomas. An expert group discussed online the extracted data and drafted the recommendations. Using a modified Delphi method, the consensus was reached among 14 certificated radio-oncologists. The quality of the evidence that supported the recommendations on treatment schedules was assessed. RESULTS: A total of 57 documents were included. Of these, 25 provided strategies to reduce the risk of infection. Recommendations for each condiction were extracted from the remaining documents. The recommendations aim to establish specific parameters where treatments can be omitted, deferred, prioritized, and shortened. Treatment schemes are recommended for each condition, prioritizing hypo-fractionated schemes whenever possible. CONCLUSIONS: We propose strategies for the management of radiotherapy services to guarantee the continuity of high-quality treatments despite the health crisis caused by COVID-19.


Subject(s)
Humans , Workload , Radiation Oncology/statistics & numerical data , Consensus , Developing Countries/statistics & numerical data , SARS-CoV-2 , COVID-19/epidemiology , Palliative Care/organization & administration , Disinfection/methods , Hygiene/standards , Triage/organization & administration , Delphi Technique , Radiation Oncology/organization & administration , Pandemics/prevention & control , Personal Protective Equipment , COVID-19/prevention & control , Health Physics , Neoplasms/radiotherapy , Occupational Diseases/prevention & control , Occupational Diseases/veterinary
20.
Rev. bras. enferm ; 73(supl.2): e20200260, 2020. tab
Article in English | LILACS, BDENF | ID: biblio-1125938

ABSTRACT

ABSTRACT Objective: to develop a protocol of recommendations for facing dissemination of COVID-19 in Brazilian Nursing Homes. Method: a study of experts' recommendations using a structured form applied through the Delphi Technique, obtaining 100% agreement among professionals after four rounds of analysis. The population comprised six nurses members of the Scientific Department of Gerontological Nursing of the Brazilian Association of Nursing (Associação Brasileira de Enfermagem) Results: the protocol was structured in a nucleus of nursing interventions to face the spread of COVID-19 in Nursing Homes, consisting of 8 actions. Final considerations: the protocol can help nurse managers to organize assistance to face the pandemic, which can be adaptable to each reality, making training nurses and health teams easier.


RESUMEN Objetivo: desarrollar un protocolo de recomendaciones para abordar la propagación de COVID-19 en hogares para ancianos. Método: estudio de recomendaciones de expertos utilizando una forma estructurada aplicada utilizando la técnica Delphi, obteniendo un 100% de acuerdo entre profesionales después de cuatro rondas de análisis. La población estaba compuesta por seis enfermeras que son miembros del departamento científico de enfermería gerontológica de la Asociación Brasileña de Enfermería (Associação Brasileira de Enfermagem). Resultados: el protocolo se estructuró en un núcleo de intervenciones de enfermería para enfrentar la difusión de COVID-19 en Hogares para Ancianos y consta de 8 acciones. Consideraciones finales: el protocolo puede ayudar a los gerentes de enfermería a organizar la asistencia para enfrentar la pandemia, que puede adaptarse a cada realidad, facilitando la capacitación de los equipos de enfermería y salud.


RESUMO Objetivo: elaborar um protocolo de recomendações para o enfrentamento da disseminação da COVID-19 em Instituições de Longa Permanência para Idosos. Método: estudo de recomendações de especialistas utilizando-se um formulário estruturado aplicado por meio da Técnica Delphi, obtendo-se 100% de concordância entre os profissionais após quatro rodadas de análise. A população foi constituída por seis enfermeiros membros do Departamento Científico de Enfermagem Gerontológica da Associação Brasileira de Enfermagem. Resultados: o protocolo foi estruturado em um núcleo de intervenções de enfermagem para o enfrentamento da disseminação da COVID-19 em Instituições de Longa Permanência para Idosos, consistindo em 8 ações. Considerações finais: o protocolo poderá auxiliar os enfermeiros gestores a organizar a assistência para enfrentar a pandemia, que pode ser adaptável a cada realidade, facilitando o treinamento das equipes de enfermagem e saúde.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Pneumonia, Viral/prevention & control , Coronavirus Infections/prevention & control , Pandemics/prevention & control , Betacoronavirus , Homes for the Aged , Nursing Assessment/methods , Nursing Homes , Patient Isolation , Pneumonia, Viral/nursing , Pneumonia, Viral/transmission , Pneumonia, Viral/epidemiology , Brazil/epidemiology , Family , Disinfection/methods , Disinfection/standards , Health Education , Occupational Health , Delphi Technique , Medical Waste Disposal/methods , Coronavirus Infections/nursing , Coronavirus Infections/transmission , Coronavirus Infections/epidemiology , Communication , Geriatric Nursing , Middle Aged , Mortuary Practice/methods , Nursing Assessment/standards , Nursing Assessment/organization & administration
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