Your browser doesn't support javascript.
loading
Show: 20 | 50 | 100
Results 1 - 20 de 301
Filter
1.
Rev. Ciênc. Méd. Biol. (Impr.) ; 20(3): 400-405, dez 20, 2021. fig
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1354238

ABSTRACT

Introdução: a pandemia do SARS-CoV-2 causou impactos econômicos e sociais em todo o mundo, em especial nos sistemas de saúde, repercutindo no número de admissões hospitalares por outras doenças, na rotina dos cuidados, no acesso aos serviços e nos recursos materiais, humanos e financeiros disponibilizados. Objetivo: Analisar o impacto da pandemia SARS-CoV-2 no número de internamentos e mobilização de pacientes críticos de uma unidade de terapia intensiva cardiovascular. Metodologia: trata-se de um estudo transversal, retrospectivo, realizado na Unidade de Terapia Intensiva Cardiovascular do Hospital Geral Roberto Santos, Salvador-BA. Analisaram-se comparativamente os dados de internamento e mobilização dos pacientes, no período entre março de 2019 e fevereiro de 2020, isto é pré-pandemia, e o primeiro ano de sua ocorrência. Resultados: houve redução (p <0,001) no número de internações no setor, quanto a mobilização, embora impactada nos primeiros meses da pandemia, conseguiu manter dados estáveis, quando avaliada de maneira linear. Discussão: A redução na ocupação coincide com achados de estudos nacionais e internacionais, o que pode ter influência na orientação de distanciamento social e o receio de contágio pelo vírus. Quanto à mobilização, importante instrumento de atuação fisioterapêutica nas UTI, apresentou dados similares (p= 0,8), quando comparados os dois períodos do estudo. Conclusão: notou-se impacto da pandemia no número de internamentos em uma UTI cardiológica durante a pandemia, o que deve ser futuramente estudado para avaliar as reais consequências dessa redução assistencial. Quanto à mobilização, não foi observada alteração significativa na média, antes e após a pandemia.


Introduction: SARS-CoV-2 pandemic caused economic and social impacts around the world, especially in health systems, affecting the number of hospital admissions for other diseases, routine care, access to services and material and human resources and financial resources made available. Objective: to analyze the impact of SARS-CoV-2 pandemic on the number of admissions and mobilization of critically ill patients in a cardiovascular intensive care unit. Methodology: this is a cross-sectional, retrospective study carried out at the Cardiovascular Intensive Care Unit of Hospital Geral Roberto Santos, Salvador-BA. Data on hospitalization and patient mobilization between March 2019 and February 2020 (pre-pandemic) and during the first year of its occurrence were comparatively analyzed. Results: there was a reduction (p <0.001) in the number of hospitalizations in the sector and mobilization, although impacted in the first months of the pandemic, managed to maintain stable data when evaluated in a linear fashion. Discussion: the reduction in occupation coincides with findings from national and international studies, which may influence the orientation of social distancing and the fear of contagion by the virus. As for mobilization, an important instrument of physical therapy practice in the ICUs, it presented similar data (p=0.8), when comparing the two periods of the study. Conclusion: the impact of the pandemic was noted on the number of admissions to a cardiology ICU during the pandemic, which should be studied in the future to assess the real consequences of this reduction in care. As for mobilization, there was no significant change in the mean, before and after the pandemic.


Subject(s)
Humans , Cardiology , Early Ambulation , SARS-CoV-2 , COVID-19 , Hospitalization , Intensive Care Units , Cross-Sectional Studies , Retrospective Studies , Physical Therapy Modalities
2.
Arq. ciências saúde UNIPAR ; 25(3)set-out. 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1348200

ABSTRACT

Objetivo: Avaliar a prevalência dos fatores de risco e medidas de prevenção para trombose venosa profunda de pacientes cirúrgicos em Unidade de Terapia Intensiva. Métodos: Estudo transversal, conduzido em 2019, com utilização da escala de Caprini para classificação de cada paciente quanto ao risco para trombose venosa profunda, e análise das intervenções adotadas. Resultados: Foram avaliados 68 pacientes. Os fatores de risco mais prevalentes foram procedimento cirúrgico de grande porte (96%) e restrição ao leito (90%). O risco para tromboembolismo venoso foi alto (62/91%), moderado (5/7%) e baixo (1/2%). A mobilização de membros foi aplicada a todos os pacientes, deambulação precoce foi realizada em 62% e 56% foram submetidos à profilaxia medicamentosa. Conclusão: A alta prevalência dos fatores de risco para trombose venosa profunda em pacientes cirúrgicos e a baixa aplicabilidade de medidas preventivas demonstram a importância da implementação de programas de educação continuada e medidas de monitoramento desses eventos.


Objective: To assess the prevalence of the risk factors and preventive measures for deep venous thrombosis in surgical patients in the Intensive Care Unit. Methods: Cross-sectional study held in 2019 using the Caprini scale to classify each patient regarding their risk for deep venous thrombosis, and analysis of the actions taken. Results: A total of 68 patients were evaluated. The most prevalent risk factors were being submitted to major surgical procedures (96%) and bed restriction (90%). The risk for venous thromboembolism was high (62/91%), moderate (5/7%), and low (1/2%). Limb mobilization was applied on all patients; early ambulation was performed in 62%; and 56% were submitted to drug prophylaxis. Conclusion: The high prevalence of risk factors for deep vein thrombosis in surgical patients and the low applicability of preventive measures show the importance of implementing continuing education programs and measures to monitor such events.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Young Adult , Patients , General Surgery , Risk Factors , Venous Thrombosis/nursing , Intensive Care Units , Drug Prescriptions/nursing , Early Ambulation/nursing , Disease Prevention , Venous Thromboembolism/nursing , Ambulatory Care , Hospitalization , Nurses , Nursing Care
3.
Rev. cuba. anestesiol. reanim ; 20(2): e691, 2021.
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1289356

ABSTRACT

Introducción: La trombofilia es un desorden de la hemostasia congénito o adquirido que predispone al desarrollo de trombosis. Las trombofilias congénitas más frecuentes son las deficiencias de antitrombina III, proteína C y proteína S, el factor V Leiden, la mutación del gen de la protrombina (G20210A) y las mutaciones de la enzima metilentetrahidrofolato reductasa (MTHFR). Objetivo: Describir el manejo anestésico en un paciente portador de trombofilia congénita. Presentación del caso: Se reporta un paciente de 19 años de edad con antecedentes de historia familiar y personal de trombosis venosa profunda, tratamiento con doble antiagregación plaquetaria y asociación de tres mutaciones para trombofilia congénita, G20210A, A1298C MTHFR y C677T MTHFR que recibe anestesia espinal para una herniorrafia inguinal. Se mantiene tratamiento con aspirina, se suspende clopidogrel 7 días antes de la cirugía y durante ese tiempo se administra fraxiparina 0.6 Uds. subcutánea diarias hasta 12 h antes de la cirugía, se utiliza medias elásticas, deambulación precoz y reinicio de clopidogrel 24 h después de la cirugía, con evolución satisfactoria. Conclusiones: La tromboprofilaxis en pacientes portadores de trombofilia congénita es mandatoria, por eso resulta determinante la utilización de heparina de bajo peso molecular junto al resto de las medidas de prevención de la trombosis venosa profunda(AU)


Introduction: Thrombophilia is a congenital or acquired hemostasis disorder that predisposes to thrombosis development. The commonest congenital thrombophilias are deficiencies of antithrombin III, protein C and protein S, factor V Leiden, prothrombin gene mutation (G20210A), and methylenetetrahydrofolate reductase (MTHFR) mutations. Objective: To describe the anesthetic management in a patient with congenital thrombophilia. Case presentation: The case is reported of a 19-year-old patient with a family and personal history of deep-vein thrombosis, treatment with double antiplatelet therapy and association of three mutations for congenital thrombophilia (G20210A, A1298C MTHFR and C677T MTHFR), who receives spinal anesthesia for an inguinal herniorrhaphy. Aspirin treatment is maintained. Clopidogrel is suspended seven days before surgery. During this time, fraxiparin is administered subcutaneously in 0.6-mL units daily, up to twelve hours before surgery. Elastic stockings are used, early ambulation is allowed, and clopidogrel is restarted 24 hours after surgery, with satisfactory evolution. Conclusions: Thromboprophylaxis in patients with congenital thrombophilia is mandatory, a reason why the use of low-molecular-weight heparin, together with the rest of the prevention measures against deep-vein thrombosis, is decisive(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Young Adult , Venous Thrombosis , Anesthesia, Spinal , Antithrombin III , Early Ambulation , Stockings, Compression
4.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 11(2): 298-306, Maio 2021. tab, ilus
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1253494

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: Pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) requerem longos períodos de internação, estando submetidos ao imobilismo, que resulta em perda significativa de massa muscular. A mobilização precoce é uma terapêutica realizada no ambiente de UTI e tem como objetivo diminuir o comprometimento funcional decorrente do período de internação. OBJETIVO: Analisar a prática de mobilização precoce realizada pelo fisioterapeuta intensivista, identificar as principais intervenções utilizadas por esses profissionais e descrever as barreiras encontradas que inviabilizam a prática da mobilização precoce, em pacientes internados em unidades de terapia intensiva. METODOLOGIA: Estudo de campo, quantitativo e transversal, realizado entre fevereiro e maio de 2020, com fisioterapeutas intensivistas de três hospitais na cidade de Fortaleza, a saber dois deles são da rede pública (um municipal e outro estadual) e o outro de rede privada. Foram inclusos no estudo fisioterapeutas intensivistas atuantes nos hospitais mencionados e que possuam vínculo com a instituição. Foram excluídos os fisioterapeutas na função de residentes, estagiários e preceptores presentes. Para coleta de dados foi utilizado o formulário eletrônico on-line viabilizada por meio do aplicativo Google Forms. Os dados foram analisados e tabulados através do Software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 20.0. A estatística descritiva, com frequências absolutas e relativas foi utilizada para caracterizar o perfil da amostra estudada. Os testes estatísticos aplicados foram o Qui-Quadrado para determinar diferenças nas respostas dos critérios de segurança e barreiras para implementação da mobilização precoce e o tempo de experiência em unidade de terapia intensiva e o Kruskal-Wallis para comparar as intervenções de mobilização precoce entre grupos de Fisioterapeutas dos três hospitais. RESULTADOS: Participaram da pesquisa 68 fisioterapeutas, a maioria (36,8%) com tempo de atuação na terapia intensiva de 6 a 10 anos. O gerenciamento da mobilização precoce é realizado em sua maioria apenas pelo fisioterapeuta. Acerca da utilização de escalas funcionais utilizadas em UTI, a Medical Research Council (MRC) foi a mais citada pelos profissionais com (67,7%). A estratégia de mobilização mais utilizada foi a sedestação (91,2%). O desconforto respiratório foi a situação clínica mais citada para a interrupção da mobilização precoce (83,8%). CONCLUSÃO: As intervenções mais frequentes foram a sedestação, uso do cicloergômetro e transferências leito poltrona. As barreiras relacionadas ao paciente foram a instabilidade hemodinâmica, uso de drogas sedativas e analgésicas.


INTRODUCTION: Patients in the Intensive Care Unit (ICU) require long periods of hospitalization, being subjected to immobilization, which results in significant loss of muscle mass. Early mobilization is a therapy performed in the ICU environment and aims to reduce functional impairment resulting from hospitalization. OBJECTIVE: To analyze the practice of early mobilization performed by the intensive care physiotherapist, identify the main interventions used by these professionals, and describe the barriers found that make early mobilization unfeasible in patients admitted to intensive care units. METHODOLOGY: Field study, quantitative and transversal, carried out between February and May 2020, with intensive care physiotherapists from three hospitals in the city of Fortaleza, namely two of them are from the public network (one municipal and the other state) and the other from the private network. Intensive care physiotherapists working in the mentioned hospitals and who have a link with the institution were included in the study. Physiotherapists in the role of residents, interns, and preceptors present were excluded. For data collection, the online electronic form was made possible through the Google Forms application. The data were analyzed and tabulated using the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) version 20.0. The chi-square statistical tests were to determine differences in the responses of the safety criteria and barriers to the implementation of early mobilization and the length of experience in the intensive care unit and Kruskal-Wallis to compare early mobilization interventions between groups of physiotherapists from the three hospitals. RESULTS: 68 physiotherapists participated in the research, the majority (36.8%) having worked in intensive care for 6 to 10 years. The management of early mobilization is performed mostly by the physiotherapist. Regarding functional scales used in the ICU, the Medical Research Council (MRC) was the most cited by professionals with (67.7%). The most used mobilization strategy was sedestation (91.2%). Respiratory distress was the most frequently cited clinical situation for interrupting early mobilization (83.8%). CONCLUSION: The most frequent interventions were sedation, the cycle ergometer, and transfers from an armchair bed. The patient-related barriers were hemodynamic instability, use of sedative and analgesic drugs.


Subject(s)
Critical Care , Physical Therapy Modalities , Early Ambulation
5.
Rev. bras. ter. intensiva ; 33(1): 48-67, jan.-mar. 2021. tab, graf
Article in English, Spanish | LILACS | ID: biblio-1289052

ABSTRACT

RESUMEN Objetivo: Proponer estrategias agile para este abordaje integral de la analgesia, sedación, delirium, implementación de movilidad temprana e inclusión familiar del paciente con síndrome de dificultad respiratoria aguda por COVID-19, considerando el alto riesgo de infección que existe entre los trabajadores de salud, el tratamiento humanitario que debemos brindar al paciente y su familia, en un contexto de falta estrategias terapéuticas específicas contra el virus globalmente disponibles a la fecha y una potencial falta de recursos sanitarios. Metodos: Se llevó a cabo una revision no sistemática de la evidencia científica en las principales bases de datos bibliográficos, sumada a la experiencia y juicio clínico nacional e internacional. Finalmente, se realizó un consenso de recomendaciones entre los integrantes del Comité de Analgesia, Sedación y Delirium de la Sociedad Argentina de Terapia Intensiva. Resultados: Se acordaron recomendaciones y se desarrollaron herramientas para asegurar un abordaje integral de analgesia, sedación, delirium, implementación de movilidad temprana e inclusión familiar del paciente adulto con síndrome de dificultad respiratoria aguda por COVID-19. Discusión: Ante el nuevo orden generado en las terapias intensivas por la progresión de la pandemia de COVID-19, proponemos no dejar atrás las buenas prácticas habituales, sino adaptarlas al contexto particular generado. Nuestro consenso está respaldado en la evidencia científica, la experiencia nacional e internacional, y será una herramienta de consulta atractiva en las terapias intensivas.


ABSTRACT Objective: To propose agile strategies for a comprehensive approach to analgesia, sedation, delirium, early mobility and family engagement for patients with COVID-19-associated acute respiratory distress syndrome, considering the high risk of infection among health workers, the humanitarian treatment that we must provide to patients and the inclusion of patients' families, in a context lacking specific therapeutic strategies against the virus globally available to date and a potential lack of health resources. Methods: A nonsystematic review of the scientific evidence in the main bibliographic databases was carried out, together with national and international clinical experience and judgment. Finally, a consensus of recommendations was made among the members of the Committee for Analgesia, Sedation and Delirium of the Sociedad Argentina de Terapia Intensiva. Results: Recommendations were agreed upon, and tools were developed to ensure a comprehensive approach to analgesia, sedation, delirium, early mobility and family engagement for adult patients with acute respiratory distress syndrome due to COVID-19. Discussion: Given the new order generated in intensive therapies due to the advancing COVID-19 pandemic, we propose to not leave aside the usual good practices but to adapt them to the particular context generated. Our consensus is supported by scientific evidence and national and international experience and will be an attractive consultation tool in intensive therapies.


Subject(s)
Humans , Respiratory Distress Syndrome, Newborn/therapy , Delirium/therapy , Consensus , Pain Management/standards , COVID-19/complications , Analgesia/standards , Psychomotor Agitation/therapy , Neuromuscular Blockade/methods , Delirium/diagnosis , Early Ambulation , Checklist , Pain Management/methods , COVID-19/drug therapy , Analgesia/methods , Intensive Care Units , Intubation, Intratracheal/methods
7.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 10(3): 505-511, ago.2020. tab, ilus
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1224115

ABSTRACT

A Escala de Mobilidade Hospitalar (EMH) avalia de forma específica a mobilidade de pacientes após AVC no ambiente hospitalar e em estudo prévio foi demonstrada a sua concordância interexaminadores, validade preditiva e a responsividade a mudanças na fase aguda. OBJETIVO: Avaliar a validade concorrente da EMH e a sua confiabilidade ao ser aplicada através de entrevista. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo de validação, desenvolvido com pacientes internados em uma Unidade de AVC na cidade de Salvador-Bahia. Para avaliar a validade concorrente da EMH comparamos o seu escore com a pontuação da Escala de Rankin modificada (ERm) utilizando o teste de Spearman. Ambas escalas foram aplicadas no quinto dia após o AVC pelo mesmo pesquisador, previamente treinado. Para avaliação da confiabilidade da EMH quando aplicada através de entrevista, a escala foi aplicada por dois examinadores em turnos diferentes, no mesmo dia. O primeiro examinador aplicou a escala através da observação do desempenho e o segundo examinador através de entrevista. Utilizamos para esta análise o Coeficiente de Correlação Intraclasse (CCI). RESULTADOS: A pontuação total da EMH apresentou uma correlação positiva muito forte com a ERm (r=0,90) e também foi encontrada uma correlação significativa entre os subitens da EMH e a ERm. Ao comparar a aplicação da EMH através da observação do desempenho e aplicação por entrevista, observamos uma excelente concordância interexaminadores (CCI > 0,90). CONCLUSÃO: A Escala de Mobilidade Hospitalar, projetada especificamente para pacientes após AVC, mostrou um alto grau de validade concorrente e se mostrou confiável quando aplicada através de entrevista.


The Hospital Mobility Scale (HMS) evaluates the mobility of stroke patients in the hospital environment and in a previous study showed its inter-examiner agreement, predictive validity and responsiveness to changes in the acute phase. OBJECTIVE: To evaluate the concurrent validity of HMS and its reliability when applied by interview. METHODS: This is a validation study, that was developed with patients admitted in a stroke unit, in the city of Salvador, Bahia, Brazil. In order to assess the concurrent validity of the HMS, we compared its score with the modified Rankin Scale (mRS) score by using the spearman test. The same researcher applied both scales on the fifth day after stroke. To assess the reliability of HMS when applied by interview, two examiners applied the scale in different shifts, on the same day. The first evaluation was face-to-face and the second was performed by interview. For this analysis, we used the intraclass correlation coefficient (ICC). RESULTS: The HMS showed a very strong positive correlation with the mRS (r = 0.90) and a significant correlation was also found between the sub-items of the HMS and the mRS. We found excellent inter-examiner agreement between face-to-face and interview assessment (ICC>0.90). CONCLUSION: The hospital mobility scale, that was developed specifically for stroke patients, showed a high degree of concurrent validity and was reliable when applied by interview.


Subject(s)
Stroke , Validation Study , Early Ambulation
9.
Rev. Ciênc. Plur ; 6(3): 194-209, 2020. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS, BBO | ID: biblio-1128128

ABSTRACT

Introdução:A Permanência prolongada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pode estar relacionada à fraqueza, imobilidade e insuficiência respiratória. A mobilização precoce desempenha um importante papel no processo de recuperação funcional dos pacientes.Objetivo:Descrever por meio da literatura os benefícios proporcionados pela mobilização precoce na alta hospitalar dos pacientes internados na UTI submetidos a Ventilação Mecânica(VM). Metodologia:Trata-se de uma Revisão Sistemática realizada nas bases de dados eletrônicos PubMed, Physiotherapy Evidence Database (PEDro), Scientific Electronic Library Online ­SciELO, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) utilizando os descritores "Deambulação Precoce", "Unidades de Terapia Intensiva", "Respiração Artificial ". Foram incluídos artigos independentes do idioma. Os sujeitos deveriam ter idade superior a 18 anos e estar internados na Unidade de Terapia Intensiva, em Ventilação Mecânica por um período maior que 24 horas. Foram excluídos pesquisas do tipo de revisão, monografias, dissertações, teses, anais, capítulos, livros e ponto de vista ou opinião de especialista e que abordassem os descritores no título mas ao longo do texto não abordasse o tema proposto.Resultados:Foram encontrados 11.586 artigos, sendo selecionados 9 artigos segundo os critérios de inclusão, verificando a mobilização precoce em pacientes críticos se mostrou segura e viável, capaz de reduzir o tempo de VM e permanência na UTI. Conclusão:as intervenções comumente relatadas no estudo, sendo menos frequente durante a assistência ventilatória as atividades que envolviam o ortostatismo e deambulação, resultado esperado, visto que as principais barreiras encontradas foram intubação e sedação (AU).


Introduction:The prolonged stay in the Intensive Care Unit (ICU) may be related to weakness, immobility and respiratory failure. Early mobilization plays an important role in the patients' functional recovery process.Objective:Describe through the literature the benefits provided by early mobilization at hospital discharge of patients admitted to the ICU undergoing Mechanical Ventilation. Methodology:This is a Systematic Review carried out in the electronic databases PubMed, Physiotherapy Evidence Database (PEDro), Scientific Electronic Library Online -SciELO, Latin American and Caribbean Literature in Health Sciences (LILACS) using the descriptors "Early Walking", "Intensive Care Units", "Artificial Respiration". Language-independent articles were included. The subjects should be over 18 years old and hospitalized in the Intensive Care Unit, in Mechanical Ventilation for a period longer than 24 hours. Research of the type of review, monographs, dissertations, theses, annals, chapters, books and specialist point of view or opinion and that addressed the descriptors in the title but throughout the text did not address the proposed theme were excluded. Results:A total of 11,586 articles were found, of which 9 were selected according to the inclusion criteria, verifying early immobilization in critical patients proved to be safe and viable, capable of reducing MV time and ICU stay. Conclusions: the interventions commonly reported in the study, with activities involving orthostatism and walking less frequent during ventilatory assistance, an expected result, since the main barriers encountered were intubation and sedation (AU).


Introducción: La estadía prolongada en la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI) puede estar relacionada con debilidad, inmovilidad e insuficiencia respiratoria. La movilización temprana juega un papel importante en el proceso de recuperación funcional de los pacientes. Objetivo:Describa a través de la literatura los beneficios proporcionados por la movilización temprana al alta hospitalaria de pacientes ingresados en la UCI sometidos a ventilación mecánica.Metodología: Esta es una revisión sistemática realizada en las bases dedatos electrónicas PubMed, Physiotherapy Evidence Database (PEDro), Scientific Electronic Library Online -SciELO, Literatura Latinoamericana y del Caribe en Ciencias de la Salud (LILACS) utilizando los descriptores "Early Walking" , "Unidades de cuidadosintensivos", "Respiración artificial". Se incluyeron artículos independientes del idioma. Los sujetos deben ser mayores de 18 años y hospitalizados en la Unidad de Cuidados Intensivos, en Ventilación Mecánica por un período superior a 24 horas. Se excluyóla investigación del tipo de revisión, monografías, disertaciones, tesis, anales, capítulos, libros y puntos de vista u opinión de especialistas y que abordaban los descriptores en el título, pero en todo el texto no abordaban el tema propuesto.Resultados:Se encontraron un total de 11,586 artículos, de los cuales 9 fueron seleccionados de acuerdo con los criterios de inclusión, verificando que la inmovilización temprana en pacientes críticos demostró ser segura y viable, capaz de reducir el tiempo de VM y la estadía en la UCI.Conclusión:Las intervenciones comúnmente informadas en el estudio, con actividades que implican el ortostatismo y caminar con menos frecuencia durante la asistencia respiratoria, un resultado esperado, ya que las principales barreras encontradas fueron la intubación y la sedación (AU).


Subject(s)
Humans , Respiration, Artificial/methods , Early Ambulation , Intensive Care Units , Brazil
11.
Rev. chil. cardiol ; 38(3): 190-197, dic. 2019. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1058062

ABSTRACT

Abstract: Objective: To describe the hemodynamic and respiratory changes during early mobilization (EM) after cardiac surgery. Methods: An analytical observational retrospective cohort study was performed in a Coronary Care Unit of a tertiary hospital. 75 patients submitted to cardiac surgery (From March 2017 up to July 2017) were included. Inclusion criteria were hemodynamic and respiratory stability before starting EM. Hemodynamic and respiratory behavior during EM were evaluated. EM was performed in 3 steps: supine, seated at the edge of the bed (SEB) and biped (BIP). Heart rate (HR), breathing rate (BR), mean arterial pressure (MAP), oxygen saturation (O2Sat) and Borg and Pain scales were evaluated. Results: Six patients, (8%) could not complete the mobilization satisfactorily, which was significantly associated to greater extracorporeal circulation time (ECC T) (p= 0.02). HR, BR, MAP Borg and Pain scales, that were significantly changed during EM, returned fully after the procedure. O2Sat was significantly increased at the end of EM (p=0.000). Prolonged ECC time predicted a 4.6 fold risk for inability to perform EM for 48 hours. Conclusion: EM of patients undergoing cardiac surgery is a safe and feasible intervention. In addition, the prolonged ECC T was observed to be a risk factor for delayed mobilization in this type of patients.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Adolescent , Adult , Middle Aged , Aged , Postoperative Complications , Thoracic Surgery/statistics & numerical data , Early Ambulation , Retrospective Studies , Observational Study , Hospitals, Public
12.
Rev. bras. ter. intensiva ; 31(4): 434-443, out.-dez. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1058041

ABSTRACT

RESUMO A imobilidade pode causar várias complicações que influenciam na recuperação de doentes críticos, incluindo atrofia e fraqueza muscular esquelética. Esse efeito pode ser amenizado com a realização de mobilização precoce. Seis questões primordiais nortearam essa pesquisa: É segura? Quem é o candidato à mobilização precoce? Quais são as contraindicações? Qual a dose adequada e como defini-la? Quais os resultados obtidos? Quais os indicadores prognósticos em sua utilização? O objetivo desta diretriz foi elaborar um documento que reunisse recomendações e sugestões baseadas em níveis de evidência sobre a mobilização precoce do paciente crítico adulto, visando melhorar o entendimento sobre o tema, com impacto positivo no atendimento aos pacientes. Esta diretriz foi desenvolvida com base em uma revisão sistemática de artigos, utilizando a estratégia de busca no modelo PICO, conforme recomendado pelo Projeto de Diretrizes da Associação Médica Brasileira. Foram selecionados ensaios clínicos randomizados, estudos de coortes prognósticos, revisões sistemáticas com ou sem metanálise, sendo as evidências classificadas segundo Oxford Centre for Evidence-based Medicine - Levels of Evidence. Em todas as questões abordadas, foram encontradas evidências suficientes para a realização da mobilização precoce de forma segura e bem definida, com indicadores prognósticos que evidenciam e recomendam a técnica. A mobilização precoce está associada a melhores resultados funcionais, devendo ser realizada sempre que indicada. É segura e deve ser meta de toda equipe multidisciplinar.


ABSTRACT Immobility can cause several complications, including skeletal muscle atrophy and weakness, that influence the recovery of critically ill patients. This effect can be mitigated by early mobilization. Six key questions guided this research: Is early mobilization safe? Which patients are candidates for early mobilization? What are the contraindications? What is the appropriate dose, and how should it be defined? What results are obtained? What are the prognostic indicators for the use of early mobilization? The objective of this guideline was to produce a document that would provide evidence-based recommendations and suggestions regarding the early mobilization of critically ill adult patients, with the aim of improving understanding of the topic and making a positive impact on patient care. This guideline was based on a systematic review of articles conducted using the PICO search strategy, as recommended by the Guidelines Project of the Associação Médica Brasileira. Randomized clinical trials, prognostic cohort studies, and systematic reviews with or without meta-analysis were selected, and the evidence was classified according to the Oxford Center for Evidence-based Medicine Levels of Evidence. For all the questions addressed, enough evidence was found to support safe and well-defined early mobilization, with prognostic indicators that support and recommend the technique. Early mobilization is associated with better functional outcomes and should be performed whenever indicated. Early mobilization is safe and should be the goal of the entire multidisciplinary team.


Subject(s)
Humans , Adult , Practice Guidelines as Topic , Critical Care/methods , Early Ambulation/methods , Intensive Care Units , Brazil , Critical Illness/therapy , Critical Care/standards , Early Ambulation/standards
13.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 9(4): 572-580, Nov. 2019. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1151936

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: A fraqueza muscular adquirida em internações prolongadas é comum em cerca de 50 -80% dos pacientes onde apresentam evidências eletrofisiológicas de disfunção neuromuscular. A mobilização e a reabilitação precoce têm demonstrado melhorar os resultados funcionais e a qualidade de vida e neste contexto, a estimulação elétrica neuromuscular (NMS) tem positivas evidências auxiliando na preservação da síntese proteica e na prevenção de atrofia muscular durante o período de imobilização. OBJETIVO: Analisar os benefícios proporcionados pela eletroestimulação em pacientes internados na unidade de terapia intensiva. METODOLOGIA: Para realizar esta revisão, foi realizada uma busca nas seguintes bases de dados: SciELO, Medline, Lilacs, PEDro, PubMed e Cochrane, no período de junho a dezembro de 2018. Foram encontrados 106 artigos e 99 excluídos por não estarem de acordo com nossos descritores. No final, 7 artigos se enquadram nos critérios para a análise final. Os estudos foram selecionados primeiro pelo título, resumos e metodologias. Os critérios de inclusão dos estudos foram: comparador (es): parâmetros da EENM utilizados, força muscular e tempo de terapia por sessão, indivíduos maiores de 18 anos, homens e mulheres, necessitando de ventilação mecânica invasiva por mais de 24 horas. Estudos: Ensaios clínicos, coorte transversal, coorte longitudinal com esse tema. Não foram selecionados estudos de caso, artigos de revisão sistemática, resumos de congressos sobre o assunto, estudos fora do intervalo de tempo escolhido e outras técnicas de mobilização precoce. RESULTADOS: O número total de participantes incluídos nos estudos foi de 594 adultos, 323 em grupos experimentais e 271 em grupos controle, e todos os estudos investigaram os efeitos da NMS em pacientes críticos. Os estudos foram em adultos com diversos diagnósticos, houve grande variabilidade entre os protocolos NMS, número e tempo de sessão realizada. CONCLUSÃO: O NMS tem resultados significativos no aumento da força muscular, melhora a independência funcional, encurta o tempo de internação hospitalar, o tempo do uso de ventilação mecânica invasiva e níveis mais baixos de sedação. No entanto, ainda há necessidade de mais estudos com uma metodologia mais bem descrita para realmente investigar com mais precisão sobre o efeito isolado de NMS em pacientes críticos.


INTRODUCTION: Acquired muscle weakness in prolonged hospitalizations is common in approximately 50 -80% of hospitalized patients where all present electrophysiological evidence of neuromuscular dysfunction. Mobilization and early rehabilitation have been shown to improve functional results and quality of life and in this context, neuromuscular electrical stimulation (NMS) has positive evidences aiding in the preservation of protein synthesis and in the prevention of muscle atrophy during the immobilization period. OBJECTIVE: To analyze the benefits of electrostimulation in patients in the intensive care unit. METHODOLOGY: To carry out this review a search was performed in the following databases: SciELO, Medline, Lilacs, PEDro, PubMed and Cochrane, in the period from June to December 2018. 106 articles were found and 99 were excluded because they were not in accordance with our descriptors. In the end, 7 articles fit the criteria for the final analysis. The studies were selected first by the title, abstracts and methodologies. The criteria for inclusion of the studies were: comparator (es): NMS parameters used, muscle strength and therapy time per session, individuals over 18 years old, male and female, requiring invasive mechanical ventilation for more than 24 hours. Studies: Clinical trials, cross-sectional cohort, longitudinal cohort with this theme. No case studies, Systematic review articles, congress summaries on the subject, studies outside the chosen time interval, and other early mobilization techniques were selected. RESULTS: The total number of participants included in the studies was 594 adults, 323 in experimental groups and 271 in control groups, and all studies investigated the effects of NMS in critical patients. The studies were in adults with diverse diagnoses, there was great variability between the NMS protocols, number and time of session performed. CONCLUSION: The NMS has significant results in the increase of muscle strength, Improves functional independence, shortens hospital admission time, shortens time for invasive mechanical ventilation and lower levels of sedation. However, there is still a need for further studies with a better described methodology to actually investigate more accurately about the isolated effect of NMS in critical patients.


Subject(s)
Transcutaneous Electric Nerve Stimulation , Critical Care , Early Ambulation
14.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 26(3): 235-240, jul.-set. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1039897

ABSTRACT

RESUMO Ainda há poucos marcadores de desempenho funcional com capacidade de predizer óbito em unidades de terapia intensiva (UTI). O objetivo do presente estudo foi identificar a associação entre a não adoção de postura antigravitacional e óbito em pacientes internados em uma UTI adulto. Trata-se de um estudo retrospectivo e analítico, realizado através da análise de prontuários. A associação entre a não adoção de postura antigravitacional e óbito foi testada por regressão logística múltipla ajustada por sexo, idade, gravidade da doença (mensurada pelo Acute Physiology and Chronic Health Classification System II [Apache II]), tempo de ventilação mecânica invasiva (VMI) e tempo de sedação. A odds ratio (OR) foi estimada com intervalo de confiança de 95%. Foram incluídos no estudo 92 pacientes sequenciais. Houve forte associação entre a não adoção de postura antigravitacional em UTI e óbito (ORajustada=37,7; IC=4,76-293; p=0,001). Conclui-se que pacientes que não adotaram postura antigravitacional durante o internamento em UTI apresentaram chances muito mais elevadas de mortalidade. Essa simples estratégia de classificação da capacidade funcional de pacientes críticos pode ser utilizada rotineiramente por equipes de saúde como uma variável simples e dicotômica de prognóstico de mortalidade em UTI.


RESUMEN Aún existen pocos marcadores de desempeño funcional con capacidad de predecir la muerte en Unidades de Cuidados Intensivos (UCI). El presente estudio tuvo como objetivo identificar la asociación entre la no adopción de postura antigravitacional y el óbito en pacientes hospitalizados en una UCI adulto. Se trata de un estudio retrospectivo y analítico, realizado mediante análisis de historia clínica. La asociación entre la no adopción de postura antigravitacional y el fallecimiento fue probada por regresión logística múltiple ajustada por sexo, edad, gravedad de la enfermedad (medida por la Acute Physiology And Chronic Health Classification System II [Apache II]), tiempo de ventilación mecánica invasiva (VMI) y tiempo de sedación. Se estimó la odds ratio (OR) con intervalo de confianza (IC=95%). Se incluyeron en el estudio 92 pacientes secuenciales. Se observó una fuerte asociación entre la no adopción de postura antigravitacional en UCI y el óbito (ORajustada=37,7; IC=4,76-293; p=0,001). De esta forma, se puede concluir que pacientes que no adoptaron postura antigravitacional durante la hospitalización en UCI tuvieron posibilidades mucho más elevadas de mortalidad. Esta simple estrategia de clasificación de la capacidad funcional de pacientes críticos puede ser utilizada de manera rutinaria por el equipo de salud como una variable simple y dicotómica de pronóstico de mortalidad en UCI.


ABSTRACT Until now, few functional performance markers are able to predict death in Intensive Care Units (ICUs). This study aimed to identify the association between non-adoption of antigravity posture and death in patients admitted to an adult ICU. It is a retrospective and analytical study, performed through the analysis of medical records. Association between non-adoption of antigravity posture and death was tested by multiple logistic regression adjusted for gender, age, disease severity (measured by Acute Physiology and Chronic Health Classification System II [Apache II]), time of invasive mechanical ventilation (IMV), and period of sedation. The odds ratio (OR) with confidence interval (CI=95%) was estimated. A total of 92 sequential patients were included in the study. A strong association between the non-adoption of antigravity posture in the ICU and death (ORadjusted=37.7, CI=4.76-293, p=0.001) was observed. Thus, one can conclude that patients who did not adopt an antigravity posture during ICU admission had a much higher odds of mortality. This simple strategy to classify functional capacity of critical patients can be routinely used by the team as a simple and dichotomous variable for ICU mortality prognosis.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Death , Exercise Therapy , Intensive Care Units , Rehabilitation , Medical Records , Retrospective Studies , Critical Care , Early Ambulation
15.
Fisioter. Pesqui. (Online) ; 26(3): 227-234, jul.-set. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1039884

ABSTRACT

RESUMO O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos do exercício passivo precoce em cicloergômetro na espessura muscular (EM) do quadríceps femoral (EMQ) de pacientes críticos admitidos em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital universitário terciário. O método utilizado foi um estudo-piloto randomizado controlado conduzido em uma amostra de 24 pacientes (51±18,11 anos, 16 do sexo masculino), com 24 a 48 horas de ventilação mecânica (VM), aleatoriamente divididos em dois grupos: grupo-controle (n=12), que recebeu a fisioterapia convencional; e grupo-intervenção (n=12), que recebeu o exercício passivo em cicloergômetro, uma vez ao dia, durante o período de sete dias do protocolo, em adição à fisioterapia convencional. A EMQ foi mensurada através da ultrassonografia. A primeira medida ultrassonográfica foi realizada entre as primeiras 48 horas de VM e a segunda ao término do protocolo. Não houve diferenças significativas na EMQ esquerda (27,29±5,86mm vs. 25,95±10,89mm; p=0,558) e direita (24,96±5,59mm vs 25,9±9,21mm; p=0,682) do grupo-controle e na EMQ esquerda (27,2±7,38mm vs 29,57±7,89mm; p=0,299) e direita (26,67±8,16mm vs 28,65±8,04mm; p=0,381) do grupo-intervenção. Na comparação entre os grupos, não houve alterações significativas em relação à EMQ esquerda (3,61±1,07mm; p=0,248) e a EMQ direita (2,75±0,85mm; p=0,738). Os resultados deste estudo-piloto demonstraram que a aplicação precoce do exercício passivo em cicloergômetro não promoveu mudanças significativas na espessura da camada muscular avaliada. No entanto, nossos achados sinalizam que a fisioterapia convencional foi capaz de preservar a EMQ de pacientes críticos admitidos em UTI.


RESUMEN El presente estudio tuvo como objetivo evaluar los efectos del ejercicio pasivo precoz en cicloergómetro en el espesor muscular (EM) del cuádriceps femoral (EMC) de pacientes críticos ingresados en una Unidad de Cuidados Intensivos (UCI) de un hospital universitario terciario. Se utilizó como método un estudio piloto aleatorizado controlado con una muestra de 24 pacientes (51±18,11 años, 16 varones), con 24 a 48 horas de ventilación mecánica (VM), quienes fueron divididos aleatoriamente en dos grupos: grupo de control (n=12), que recibió fisioterapia convencional; y grupo intervención (n=12), que recibió el ejercicio pasivo en cicloergómetro una vez al día durante el período de protocolo de siete días, además de la fisioterapia convencional. El EMC se midió por ecografía. La primera medición ecográfica se realizó entre las primeras 48 horas de VM, y la segunda al final del protocolo. No hubo diferencias significativas en el EMC izquierdo (27,29±5,86 mm vs. 25,95±10,89mm; p=0,558) y derecho (24,96±5,59mm vs 25,9±9,21mm; p=0,682) del grupo de control; y en el EMC izquierdo (27,2±7,38mm vs 29,57±7,89mm; p=0,299) y derecho (26,67±8,16mm vs 28,65±8,04mm; p=0,381) del grupo intervención. En la comparación entre grupos, no hubo cambios significativos en el EMC izquierdo (3,61±1,07 mm; p=0,248) y en el EMC derecho (2,75±0,85 mm, p=0,738). Los resultados de este estudio piloto demostraron que la aplicación precoz del ejercicio pasivo en cicloergómetro no promovió cambios significativos en el espesor de la capa muscular evaluada. Sin embargo, nuestros hallazgos indican que la fisioterapia convencional pudo preservar el EMC de pacientes críticos ingresados en la UCI.


ABSTRACT The objective of this study was to evaluate the effects of early passive cycling exercise on quadriceps femoris thickness (QFT) in critically ill patients admitted in the intensive care unit (ICU) of a tertiary care university hospital. A controlled randomized pilot study was conducted with a sample of 24 patients (51±18.11 years, 16 male), on mechanical ventilation (MV) from 24 to 48 hours, who were randomly divided into two groups: control group (n=12), receiving conventional physical therapy; and an intervention one (n=12), receiving passive cycle ergometer, once a day, throughout seven days of protocol, in addition to conventional physical therapy. The QFT was measured by ultrasonography. The first ultrasonographic measurement was performed within 48 hours after the start of MV, and the second at the end of the protocol. There were no significant differences in QFT of the left (27,29±5,86mm vs 25,95±10,89mm; p=0,558) and right (24,96±5,59mm vs 25,9±9,21mm; p=0,682) in the control group, and in QFT of the left (27,2±7,38mm vs 29,57±7,89mm; p=0,299) and right (26,67±8,16mm vs 28,65±8,04mm; p=0,381) in the intervention group. There were no significant between-groups differences for left QFT (3,61±1,07mm; p=0,248) and right QFT (2,75±0,85mm; p=0,738). The results of this pilot study demonstrate that application of early passive cycle ergometer exercises has not significantly change the muscle layer thickness. However, our findings indicate that conventional physical therapy is able to preserve the quadriceps femoris thickness in critically ill patients admitted in ICU.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Early Ambulation , Quadriceps Muscle/anatomy & histology , Exercise Therapy/methods , Muscular Atrophy/prevention & control , Pilot Projects , Ultrasonography , Physical Therapy Modalities/instrumentation , Quadriceps Muscle/diagnostic imaging , Intensive Care Units
16.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 9(3): 421-428, ago.2019. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1151778

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: A Trombose Venosa consiste em um trombo que leva a obstrução ao fluxo sanguíneo. Desencadeada por lesão endotelial, estase sanguínea e/ou hipercoagulabilidade. Sendo que muitos dos fatores que levam ao desencadeamento destes quadros, são a imobilidade, paralisia e algumas doenças respiratórias. Portanto, a profilaxia da TVP é considerada uma intervenção eficaz e segura, mas por muitas vezes não é utilizada rotineiramente nos ambientes hospitalares. OBJETIVO: Verificar a utilização da mobilização precoce como profilaxia da trombose venosa profunda em ambientes hospitalares. MÉTODO: O estudo consiste em uma Revisão Sistemática realizada com buscas em periódicos, revistas e artigos entre o ano de 2005 a 2018 encontrados em bases de dados eletrônicos, sendo elas Pubmed, Scielo, PEDro, Lilacs, Cochrane, Medline, ResearchGate. Incluindo pacientes de ambos os gêneros com idade superior a 18 anos. RESULTADOS: Foram obtidos para análise 26 artigos, dos quais 14 foram excluídos por não estarem de acordo com os critérios de inclusão. Do total de 3005 pacientes, 1828 não receberam profilaxia fisioterapêutica e 1220 receberam. CONCLUSÃO: A mobilização precoce em ambientes hospitalares subutilizada e seus benefícios pouco conhecidos, aumentando o número de incidentes relacionados a TVP.


INTRODUCTION: Venous Thrombosis consists of a thrombus that leads to obstruction to blood flow. Triggered by endothelial injury, blood stasis and / or hypercoagulability. Many of the factors that trigger these conditions are immobility, paralysis and some respiratory diseases. Therefore, DVT prophylaxis is considered an effective and safe intervention, but is often not routinely used in hospital settings. OBJECTIVE: To verify the use of early mobilization as prophylaxis of deep vein thrombosis in hospital settings. METHOD: The study consists of a Systematic Review conducted with searches in journals, magazines and articles from 2005 to 2018 found in electronic databases, which are Pubmed, Scielo, PEDro, Lilacs, Cochrane, Medline, ResearchGate. Including patients of both genders over 18 years of age. RESULTS: Twenty-six articles were obtained for analysis, of which 14 were excluded because they did not meet the inclusion criteria. Of the 3005 patients, 1828 did not receive physical therapy prophylaxis and 1220 did. CONCLUSION: Early mobilization in underused hospital settings and its little known benefits, increasing the number of incidents related to DVT.


Subject(s)
Early Ambulation , Venous Thrombosis , Physical Therapy Specialty
17.
Rev. cuba. med. mil ; 48(2): e356, abr.-jun. 2019. tab
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1126617

ABSTRACT

Introducción: La historia de la raquianestesia, comenzó el 16 de agosto de 1898, la primera anestesia raquídea de la historia cimentó una de las piedras angulares de la Anestesiología. Más de cien años después y a pesar del desarrollo tecnológico que acompaña la especialidad, aún la anestesia regional es una técnica ampliamente utilizada a nivel mundial, no exenta de complicaciones, donde se destaca la cefalea pospunción dural. Objetivo: Describir la prevalencia y características de la cefalea pospunción dural en pacientes con deambulación, precoz o no, intervenidos bajo anestesia espinal subaracnoidea, para cirugía artroscópica de rodilla. Método: Se realizó un estudio observacional descriptivo en una serie de casos (100), atendidos en el Hospital Militar Central "Carlos J. Finlay", que fueron distribuidos en dos grupos. El grupo I formado por los que deambularon a las 4 horas de la intervención y el grupo II deambuló a las 14 horas. En ambos grupos se había utilizado anestesia raquídea con trocar 25 atraumático del tipo Whitacre. Resultados: En ambos grupos no se reportaron casos de cefalea pospunción dural. Conclusiones: No hubo casos de cefalea pospunción dural en pacientes con deambulación, precoz o no, intervenidos bajo anestesia espinal subaracnoidea para cirugía artroscópica de rodilla(AU)


Introduction: The history of spinal anesthesia, began on August 16, 1898, the first spinal anesthesia in history based one of the cornerstones of anesthesiology. More than a hundred years later and despite the technological development that accompanies the specialty, even regional anesthesia is a technique widely used worldwide, not free of complications, which highlights the dural post-puncture headache. Objective: To describe the prevalence and characteristics of dural post-puncture headache in patients with ambulation, early or not, undergoing subarachnoid spinal anesthesia, for arthroscopic knee surgery. Method: A descriptive observational study was conducted in a series of cases (100), attended at the Central Military Hospital "Carlos J. Finlay", which were divided into two groups. The group I formed by those who wandered at 4 hours after the intervention and group II wandered at 14 hours. In both groups, spinal anesthesia with atraumatic trocar of the Whitacre type was used. Results: In both groups there were no reported cases of dural post-puncture headache. Conclusions: There were no cases of dural post-puncture headache in patients with ambulation, early or not, undergoing subarachnoid spinal anesthesia for arthroscopic knee surgery(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , General Surgery , Early Ambulation , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Anesthesiology/methods , Epidemiology, Descriptive
18.
Rev. bras. ter. intensiva ; 31(2): 248-257, abr.-jun. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1013765

ABSTRACT

RESUMO Objetivo: Descrever os protocolos existentes de mobilização precoce nas unidades de terapia intensiva pediátrica. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura cuja busca foi realizada nas bases MEDLINE®, Embase, SciELO, LILACS e PeDRO, sem restrição para data e idioma. Foram incluídos estudos observacionais e ensaios clínicos randomizados e não randomizados, que descrevessem um programa de mobilização precoce em pacientes admitidos na unidade de terapia intensiva pediátrica, com idades entre 29 dias a 18 anos. A qualidade metodológica dos estudos foi avaliada por meio das ferramentas Newcastle-Ottawa, Methodological Index for Non-Randomized Studies e da colaboração Cochrane. Resultados: Foram identificados 8.663 estudos, sendo 6 incluídos nesta revisão. Três estudos descreveram a implementação de programa de mobilização precoce, incluindo atividades como mobilização passiva progressiva, posicionamento, discussão das metas de mobilização com a equipe, além de contraindicações e critérios de interrupção. Cicloergômetro e jogos de realidade virtual também foram usados como recursos para mobilização. Quatro estudos consideram a importância da participação da equipe multiprofissional na implementação dos protocolos de mobilização precoce. Conclusão: De modo geral, os protocolos de mobilização precoce são baseados em intervenções individualizadas, conforme o desenvolvimento da criança. Além disso, o uso do cicloergômetro pode ser viável e seguro nesta população. A implementação de protocolos institucionais e multiprofissional pode contribuir para a prática da mobilização precoce nas unidades de terapia intensiva pediátrica, no entanto são necessários estudos que comprovem a eficácia da intervenção.


ABSTRACT Objective: To describe the existing early mobilization protocols in pediatric intensive care units. Methods: A systematic literature review was performed using the databases MEDLINE®, Embase, SciELO, LILACS and PeDRO, without restrictions of date and language. Observational and randomized and nonrandomized clinical trials that described an early mobilization program in patients aged between 29 days and 18 years admitted to the pediatric intensive care unit were included. The methodological quality of the studies was evaluated using the Newcastle-Ottawa Scale, Methodological Index for Non-Randomized Studies and the Cochrane Collaboration. Results: A total of 8,663 studies were identified, of which 6 were included in this review. Three studies described the implementation of an early mobilization program, including activities such as progressive passive mobilization, positioning, and discussion of mobilization goals with the team, in addition to contraindications and interruption criteria. Cycle ergometer and virtual reality games were also used as resources for mobilization. Four studies considered the importance of the participation of the multidisciplinary team in the implementation of early mobilization protocols. Conclusion: In general, early mobilization protocols are based on individualized interventions, depending on the child's development. In addition, the use of a cycle ergometer may be feasible and safe in this population. The implementation of institutional and multidisciplinary protocols may contribute to the use of early mobilization in pediatric intensive care units; however, studies demonstrating the efficacy of such intervention are needed.


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Infant , Child, Preschool , Child , Adolescent , Critical Illness/therapy , Early Ambulation/standards , Intensive Care Units, Pediatric
19.
Rev. bras. ter. intensiva ; 31(2): 227-239, abr.-jun. 2019. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1013759

ABSTRACT

RESUMO O avanço científico e tecnológico associado à atuação de equipes multidisciplinares nas unidades de terapia intensiva tem aumentado a sobrevida de pacientes críticos. Dentre os recursos de suporte de vida utilizados em terapia intensiva, está a oxigenação por membrana extracorpórea. Apesar das evidências aumentarem, faltam dados para demonstrar a segurança e os benefícios da fisioterapia concomitante ao uso da oxigenação por membrana extracorpórea. Esta revisão reúne as informações disponíveis sobre a repercussão clínica da fisioterapia em adultos submetidos à oxigenação por membrana extracorpórea. A revisão incluiu as bases MEDLINE®, PEDro, Cochrane CENTRAL, LILACS e EMBASE, além da busca manual nas referências dos artigos relacionados até setembro de 2017. A busca resultou em 1.213 registros. Vinte estudos foram incluídos, fornecendo dados de 317 indivíduos (58 no grupo controle). Doze estudos não relataram complicações durante a fisioterapia. Fratura da cânula durante a deambulação, trombo na cânula de retorno e hematoma na perna em um paciente cada foram relatados por dois estudos, dessaturação e vertigens leves foram relatadas em dois estudos. Por outro lado, foram feitos relatos de melhora na condição respiratória/pulmonar, capacidade funcional e força muscular, com redução de perda de massa muscular, incidência de miopatia, tempo de internação e mortalidade dos pacientes que realizaram a fisioterapia. Analisando o conjunto das informações disponíveis, pode-se observar que a fisioterapia, incluindo a mobilização precoce progressiva, ortostase, deambulação e técnicas respiratórias, executada de forma simultânea à oxigenação por membrana extracorpórea, é viável, relativamente segura e potencialmente benéfica para adultos em condição clínica extremamente crítica.


Abstract Scientific and technological advances, coupled with the work of multidisciplinary teams in intensive care units, have increased the survival of critically ill patients. An essential life support resource used in intensive care is extracorporeal membrane oxygenation. Despite the increased number of studies involving critically ill patients, few studies to date have demonstrated the safety and benefits of physical therapy combined with extracorporeal membrane oxygenation support. This review identified the clinical outcomes of physical therapy in adult patients on extracorporeal membrane oxygenation support by searching the MEDLINE®, PEDro, Cochrane CENTRAL, LILACS, and EMBASE databases and by manually searching the references of the articles published until September 2017. The database search retrieved 1,213 studies. Of these studies, 20 were included in this review, with data on 317 subjects (58 in the control group). Twelve studies reported that there were no complications during physical therapy. Cannula fracture during ambulation (one case), thrombus in the return cannula (one case), and leg swelling (one case) were reported in two studies, and desaturation and mild vertigo were reported in two studies. In contrast, improvements in respiratory/pulmonary function, functional capacity, muscle strength (with reduced muscle mass loss), incidence of myopathy, length of hospitalization, and mortality in patients who underwent physical therapy were reported. The analysis of the available data indicates that physical therapy, including early progressive mobilization, standing, ambulation, and breathing techniques, together with extracorporeal membrane oxygenation, is feasible, relatively safe, and potentially beneficial for critically ill adult patients.


Subject(s)
Humans , Adult , Extracorporeal Membrane Oxygenation/methods , Physical Therapy Modalities/adverse effects , Critical Care/methods , Critical Illness/therapy , Early Ambulation , Intensive Care Units
20.
Rev. chil. cardiol ; 38(1): 9-19, abr. 2019. tab, graf
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1003633

ABSTRACT

Resumen: Antecedentes: La Rehabilitación Cardíaca disminuye las complicaciones de la cirugía cardíaca y es mundialmente reconocida. A pesar de esto, en Chile su desarrollo ha sido lento y el reporte de experiencias bajo. Objetivo: Describir la progresión de acuerdo los pasos de rehabilitación y días postoperatorios en pacientes de rehabilitación cardíaca fase I en un hospital público de Temuco, Chile. Metodología: Se analizó una serie de casos de pacientes en rehabilitación cardíaca fase I, participantes de un protocolo basado en hitos motores de seis pasos: movilización en cama (P1); sedente borde cama (P2); marcha de 35 mts (P3); marcha hasta 100 mts (P4); marcha hasta 200 metros más subir/bajar un piso de escaleras (P5); marcha de 300 metros más subir/bajar dos pisos de escaleras (P6). Resultados: Se incluyeron 243 pacientes (1.033 sesiones) con una media de 65.9 años (DS 9.5), mediana de hospitalización 6 días. Del total de atenciones realizadas el día 1, en 53% de ellas se alcanzó el P1; en el día 2, en un 51% se alcanzó el P2 y en un 42% un paso ≥P3; en el día 3, en 44.78% se alcanzó paso ≥P4; en el día 4, en 37.75% se alcanzó ≥P4. En los días 5-7, aproximadamente 50% logró ≥P5. Conclusión: La progresión de los pasos es proporcional al día postcirugía y es más rápida en hombres. Al momento del alta, 75% de los pacientes alcanza una independencia funcional que les permite caminar dos cuadras y subir/bajar un piso de escaleras.


Abstract Background: Despite advances in cardiovascular disease management and the development of minimally invasive approaches, open cardiac surgery is still a preferred intervention in complicated cases. Phase I Cardiac Rehabilitation decreases complications associated with this intervention. Globally, cardiac rehabilitation is widely recommended. However, in Chile the implementation of this intervention has been slow and there are scarce reports of its result. Objective: To describe the progression according to steps and post-surgery days in cardiac rehabilitation phase I patients in the public hospital in Temuco, Chile. Methodology: We analyzed a series of cases of patients in cardiac rehabilitation phase I, participants of a protocol based on six-step motor levels: (S1) on-bed mobilization, (S2) sitting on the edge of the bed, (S3) Bipedal exercise and 35 meter walking, (S4) 100 meter walking, (P5) 200 meter walking plus going up one floor and down stairs, and (S6) 300 meter walking plus going two floors up and down stairs. Results: 243 patients were included, and 1,033 sessions were performed) Mean age was 65.9years-old (SD 9.5) and hospital stay run for a median of 6 days. From all sessions, on day one, 53% of patients reached S1. On day 2, 51% reached S2 and 36% walked (S3). On day 3, 44.78% reached ≥S4. On day 4, 37.75% reached ≥S4. On days 5-7, approximately 50% achieved ≥S5. Conclusion: the step progression is proportional to number of days after surgery, faster in men than compared to women. At discharge, 75 % of patients show functional independency that allows them to walk two blocks and go one floor up and down stairs.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Cardiac Rehabilitation/methods , Postoperative Care , Chile , Clinical Protocols , Early Ambulation , Exercise Therapy , Gait , Cardiac Surgical Procedures/rehabilitation , Hospitals, Public
SELECTION OF CITATIONS
SEARCH DETAIL