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1.
Rev. Ciênc. Méd. Biol. (Impr.) ; 20(3): 425-430, dez 20, 2021. fig, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1354271

ABSTRACT

Introdução: a malformação congênita do aparelho circulatório é definida como qualquer anormalidade na estrutura e/ou função do coração durante a fase do desenvolvimento embrionário, podendo interferir no fluxo sanguíneo. Suas manifestações ocorrem em qualquer fase do desenvolvimento. No Brasil, essa enfermidade representa a segunda principal causa de mortalidade em crianças menores de um ano, caracterizando-se um problema de saúde pública. Objetivo: descrever o perfil das internações de crianças por malformações congênitas do aparelho circulatório no Brasil, de 2010 a 2020. Metodologia: trata-se de um estudo ecológico, realizado por meio de dados secundários, no período de 2010 a 2020. Analisaram-se as variáveis número de internações, sexo, região, raça/cor, faixa etária, custos hospitalares, óbito e taxa de mortalidade. As informações coletadas foram armazenadas e analisadas no software Microsoft Excel Office, versão de 365. Resultados: entre 2010 e 2020, foram notificadas 118.792 internações por essa comorbidades de crianças por malformação congênita do aparelho circulatório, sendo 51% do sexo masculino, com predomínio da cor branca (36%), tendo a região Sudeste apresentado o maior percentual de internações (43,5%). Observou-se maior ocorrência em crianças abaixo de um ano (62,7%), gerando um custo de 650 milhões de reais em serviços hospitalares. O maior percentual de internações ocorreu em 2019 (10,9%). Houve 10.477 óbitos entre 2010 e 2020 (8,8%), sendo 85,8% na população abaixo de um ano e 37,7% na região Sudeste. A taxa de mortalidade de crianças por essa comorbidade foi de 8,82/100 mil habitantes. Conclusão: observou-se que as malformações congênitas do aparelho circulatório, no período analisado, apresentaram uma distribuição homogênea em relação ao sexo, sendo mais frequentes na raça/cor branca, na região Sudeste e na faixa etária menor que um ano, gerando altos custos em serviços hospitalares.


Introduction: congenital malformation of the circulatory system is defined as any abnormality in the structure and/or function of the heart during the embryonic development phase, which may interfere with blood flow. Its manifestations can occur at any stage of development. In Brazil, it represents the second leading cause of mortality in children under one year of age, characterizing a public health problem. Objective: to describe the profile of hospitalizations of children due to congenital malformations of the circulatory system in Brazil, from 2010 to 2020. Method: this is an ecological study, using secondary data from the Informatics Department of the Unified Health System, by the Hospital Information System of the Unified Health System, from 2010 to 2020. The following variables were analyzed: number of admissions, sex, region, race/color, age group, hospital costs, death and mortality rate. From the information acquired by the TabNet tool, for purposes of processing and analyzing the information collected, data were stored and analyzed in Microsoft Excel Office software, version 365. Results: between 2010 and 2020, 118,792 hospitalizations were reported in children due to congenital malformation of the circulatory system, 51% of whom were male, with a predominance of whites (36%). Southeast region was the region with the highest percentage of hospitalizations (43.5%). A higher occurrence was observed in children under one year of age (62.7%), generating a cost of 650 million reais in hospital services. The highest percentage of hospitalizations was registered in the year 2019 (10.9%). There were 10,477 deaths between 2010 and 2020 (8.8%), being 85.8% in the population under one year of age and 37.7% in the Southeast region. The mortality rate of children due to this comorbidity was 8.82/100 thousand inhabitants. Conclusion: it was observed that the congenital malformations of the circulatory system, in the analyzed period, presented a homogeneous distribution in relation to sex, being more frequent in the white race/color, in the Southeast region and in the age group under one year, generating high costs in services hospitals.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Congenital Abnormalities , Epidemiology , Mortality , Epidemiology, Descriptive , Continental Population Groups , European Continental Ancestry Group
2.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(9): 3981-3990, set. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1339582

ABSTRACT

Abstract Health policies in Brazil have sought to expand healthcare access and mitigate inequities, but recent revisions of their content have weakened the Brazilian Unified Health System. This study estimates three healthcare indicators across three national surveys conducted in 2008, 2013, and 2019 to assess the impact of changes to the National Primary Care Policy on racial inequities in healthcare. Considering the survey design and sampling weights, we estimated the prevalence of each outcome among both whites and Blacks for the whole country, and according to the Brazilian regions. We test the following hypotheses: compared to whites, Blacks showed higher frequency of coverage by the Family Health Strategy, lower frequency of health insurance coverage, and higher frequency of perceived difficulty accessing health services (H1); Racial inequities decreased in the ten-year period but remained constant between 2013-2019 (H2); Racial gaps have widened among regions with lower proportions of Blacks (H3). Our findings fully support H1, but not H2 and H3. Racial inequities either remained constant or decreased in the 2013-2019 period. By downplaying the importance of the universality and equity principles, the latest revision of the National Primary Care Policy has contributed to the persistence of racial inequities in healthcare.


Resumo As políticas de saúde no Brasil têm buscado expandir o acesso e mitigar as iniquidades, mas recentes revisões de seu conteúdo enfraqueceram o Sistema Único de Saúde. Este estudo estima três indicadores de saúde em três inquéritos nacionais, realizados em 2008, 2013 e 2019, para avaliar o impacto das mudanças na Política Nacional de Atenção Básica sobre as iniquidades raciais na saúde. Considerando o desenho da pesquisa e os pesos amostrais, estimou-se a prevalência de cada desfecho entre indivíduos brancos e negros para todo o país e segundo suas macrorregiões. Testamos as hipóteses: comparados aos brancos, negros apresentaram frequência maior de cobertura pela Estratégia Saúde da Família, menor de cobertura de plano de saúde e maior de dificuldade de acesso aos serviços (H1); as iniquidades raciais diminuíram no período de dez anos, mas estagnaram entre 2013-2019 (H2); as iniquidades raciais aumentaram entre as regiões com menores proporções de negros (H3). Os resultados apoiam integralmente H1, mas não H2 e H3. As iniquidades raciais permaneceram estáveis ou diminuíram entre 2013-2019. Ao contrapor os princípios de universalidade e equidade, a última revisão da Política Nacional de Atenção Básica contribuiu para a persistência das iniquidades raciais na saúde.


Subject(s)
Humans , European Continental Ancestry Group , Health Services Accessibility , Brazil , Cross-Sectional Studies , Healthcare Disparities
3.
Estud. pesqui. psicol. (Impr.) ; 21(2): 396-415, maio-ago. 2021.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1358381

ABSTRACT

O artigo está baseado em uma pesquisa, concluída em 2018, que estudou a identidade racial branca tal como é percebida por professoras atuantes em escolas do município do Rio de Janeiro, selecionadas por amostra de conveniência. O objetivo foi investigar como essas educadoras, autodeclaradas brancas, percebem sua própria branquitude em relação a seu público na escola - em sua maioria alunos negros, e o impacto dessa diferença racial em sua prática profissional. O trabalho considera o racismo estrutural no Brasil e consiste em um diálogo entre referenciais teóricos dos Estudos Críticos da Branquitude, da Psicologia Social Crítica e da Educação Libertadora, usando como técnica entrevistas individuais, devidamente analisadas pelo método da Análise de Conteúdo. Percebeu-se tanto a necessidade de que os educadores brancos se vejam como racializados, quanto a relevância de um aprofundamento das discussões sobre relações raciais na escola. Evidenciou-se, também, a importância de ações coletivas e políticas públicas adequadas para lidar com as reverberações provocadas pela desigualdade racial no âmbito escolar. (AU)


The article is based on a survey, completed in 2018, which had studied white racial identity as perceived by teachers working in schools in the city of Rio de Janeiro, selected by convenience sample. The objective was to investigate how these educators, self-declared white, perceive their own whiteness in relation to their audience at school - mostly black students, and the impact of this racial difference on their professional practice. The work considers structural racism in Brazil and consists of a dialogue between theoretical references of Critical Studies on Whiteness, Critical Social Psychology and Liberating Education, using as technique individual interviews, properly analyzed by the Content Analysis method. It was perceived both the need for white educators to see themselves as racialized, as well as the relevance of deepening discussions about race relations at school. The importance of collective actions and appropriate public policies to deal with the reverberations caused by racial inequality in the school environment was also evident. (AU)


El artículo se basa en una investigación, completada en 2018, que estudió la identidad racial blanca según la perciben los maestros que trabajan en las escuelas de la ciudad de Río de Janeiro, seleccionados por muestra de conveniencia. El objetivo era investigar cómo estos educadores, autodeclarados blancos, perciben su propia blanquitud en relación con su audiencia en la escuela, en su mayoría estudiantes negros, y el impacto de esta diferencia racial en su práctica profesional. El trabajo considera el racismo estructural en Brasil y consiste en un diálogo entre referencias teóricas de Estudios Críticos sobre Blancura, Psicología Social Crítica y Educación Liberadora, utilizando como técnica entrevistas individuales, debidamente analizadas por el método de Análisis de Contenido. Se percibió tanto la necesidad de que los educadores blancos se vean a sí mismos como racializados, como la relevancia de profundizar las discusiones sobre las relaciones raciales en la escuela. También se evidenció la importancia de acciones colectivas y políticas públicas adecuadas para enfrentar las repercusiones que la desigualdad racial genera en el ámbito escolar. (AU)


Subject(s)
Psychology, Social , Racism , Public Policy , Students , African Continental Ancestry Group , European Continental Ancestry Group , Education , Faculty
4.
Rev. habanera cienc. méd ; 20(3): e4124, tab, graf
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1280442

ABSTRACT

Introducción: En los últimos años las mujeres constituyen uno de los grupos más vulnerables y afectados por el VIH. Objetivo: Determinar características clínico-epidemiológicas de mujeres con VIH, residentes en el municipio Boyeros. Material y métodos: investigación descriptiva, retrospectiva de pacientes femeninas con VIH, diagnosticadas y residentes en el municipio Boyeros, desde 1986 hasta el 31 de diciembre del 2016. Se incluyeron solo las pacientes mayores de 14 años, vivas, diagnosticadas y residentes en el municipio. La muestra estuvo constituida por 99 casos. La fuente de información se obtuvo de las historias clínicas de la Consulta Municipal especializada para la atención a pacientes con VIH/sida del municipio Boyeros. Resultados: Las tasas de incidencia muestran tendencia ascendente. El 49,5 por ciento se diagnostican con edades entre 15 y 29 años. Predominan las mujeres blancas en 40 por ciento, con nivel de escolaridad secundaria básica (43 por ciento). Un 19 por ciento se hizo el diagnostico como gestante y más de 50 por ciento no declararon vínculo laboral estable. El diagnóstico tardío se presentó en 43 por ciento y a edades mayores. El último conteo de T-CD4 fue mayor de 350 células/mm3 en más de 50 por ciento. El 92,9 por ciento de los casos tienen indicado TARV. Conclusiones: La población femenina con VIH del municipio Boyeros es predominantemente joven, con nivel de escolaridad básica y sin vínculo laboral. Se mantienen casos de diagnóstico tardío y las cifras de T-CD4 muestran valores adecuados en la mayoría de los casos(AU)


Introduction: Women are one of the most vulnerable groups affected by HIV during the last years. Objective: To determine the clinical and epidemiological characteristics of women with HIV in Boyeros municipality. Material and Methods: A descriptive retrospective research was conducted in female HIV patients in Boyeros municipality from 1986 to December 31, 2016. Only alive women older than 14 years living in the aforementioned municipality who were previously diagnosed with HIV were included in the study. The sample was composed of 99 cases. The information was obtained from the clinical records of the Municipal Consultation where specialized care is given to patients with HIV/AIDS. Results: The incidence rates of HIV infection in women showed a rising trend. Also, 49,5 percent of women infected with HIV were between 15 and 29 years of age. There was a prevalence of whites (40 percent) as well as women with secondary levels of education (43 percent). The diagnosis was also made in pregnant women, representing the 19 percent. More than 50 percent of them declared not to have steady jobs. Late diagnosis was identified in 43 percent of women in older ages. The latest T-CD4 count was higher than 350 cells/mm3 in more than 50 percent of them. ART was indicated in 92,9 percent of the cases. Conclusions: The female population infected with HIV in Boyeros municipality is mainly young; a lot of them have basic educational levels and do not have an employment contract. Late diagnosis of HIV infection continues to be identified. T-CD4 cell counts show adequate values in most of the cases(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Adult , Middle Aged , Risk Groups , CD4 Antigens , Acquired Immunodeficiency Syndrome/epidemiology , European Continental Ancestry Group , Epidemiology, Descriptive , Retrospective Studies , Delayed Diagnosis
5.
Ciênc. Saúde Colet ; 26(3): 837-846, mar. 2021. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1153841

ABSTRACT

Resumo O objetivo do presente estudo foi avaliar desigualdade racial na atenção ao parto e ao nascimento na Rede Cegonha utilizando indicadores de boas práticas e intervenções obstétricas. Desigualdade racial, mensurada pelo efeito total da raça/cor no modelo sem ajuste, foi detectada em muitos indicadores. A persistência do efeito direto, após ajuste para os mediadores idade, escolaridade, paridade, hospital de alto risco e região geográfica, sugere discriminação racial contra as pretas, que tiveram menos partograma preenchido (RP 0,88; IC 95% 0,80-0,95). Comparadas às brancas, as pretas ficaram menos em litotomia (RP 0,93; IC95% 0,89-0,98), realizaram menos episiotomia (RP 0,81; IC95% 0,68-0,96) e tiveram menos dor na sutura da episiotomia (RP 0,66; IC95% 0,51-0,87), sugerindo que boas práticas estariam sendo mais realizadas nas pretas. Entretanto, pelo modelo intervencionista de assistência, ainda adotado por muitos profissionais, essas práticas são de rotina e a menor realização delas nas pretas seria melhor interpretada como evidência de discriminação racial a essas mulheres. Para outros desfechos, o efeito da raça/cor desapareceu após o ajuste para mediadores, sugerindo atenuação ou desaparecimento do efeito da cor da pele em algumas práticas/intervenções na assistência ao parto e nascimento.


Abstract This study aimed to evaluate the racial inequality on childbirth care at the Rede Cegonha (Stork Network) using obstetric good practice and interventions indicators. Racial inequality, measured by the total effect of ethnicity/skin color in the crude model, was seen in many indicators. After adjusting for mediators, such as age, schooling, parity, high-risk hospital, and geographic macro-regions, the persistent direct effect suggests racial discrimination against black women with lower partograph completion (PR 0.88; 95% CI 0.80-0.95). Black women stayed less in lithotomy (PR 0.93; 95% CI 0.89-0.98), performed less episiotomy (PR 0.81; 95% CI 0.68 - 0.96), and had less episiotomy suturing pain (PR 0.66; 95% CI 0.51 - 0.87) when compared to white women, suggesting more good practice applied to black women. However, according to the interventionist care model still adopted by many professionals, these practices are routine, and lower achievement in black women would be better interpreted as evidence of racial discrimination against these women. For other outcomes, the ethnicity/skin color effect disappeared after adjusting for mediators, suggesting mitigation or disappearance of the skin color effect in some practices/interventions in childbirth.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Labor, Obstetric , Delivery, Obstetric , Parturition , European Continental Ancestry Group
6.
Arq. neuropsiquiatr ; 79(2): 122-126, Feb. 2021. graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153153

ABSTRACT

ABSTRACT Background: The Brazilian Committee for Treatment and Research in Multiple Sclerosis (BCTRIMS) has launched an initiative to determine the prevalence of multiple sclerosis (MS) in Brazil, based on key cities deemed representative of their regions in terms of demographic and environmental features. Objective: To investigate the prevalence rate of MS in Joinville. Methods: We reviewed the medical records of all patients who lived in Joinville and met the 2010 McDonald's diagnostic criteria revised for MS on the prevalence day (March 11, 2016). Potential MS patients included individuals treated by all practicing neurologists in the city and the ones found in patients' association and the database of the Municipal Department of Health. Advertisements about the survey were also broadcast on radio and television. Patients who were not living in Joinville on the prevalence day were excluded. All potential MS patients were invited to an in-person diagnostic review, carried out by a panel of experienced neurologists with special expertise in MS on March 11, 2016. Results: The MS prevalence rate was 13.5 per 100,000 inhabitants (95% confidence interval [95%CI] 12.9-14.0/100,000). A total of 51 (66.2%) participants were females, and 26 (33.7%) were males (female to male ratio=1.9:1). Out of the 77 patients, 73 (94.8%) were Caucasians, and four (5.1%) were mixed-race. Conclusions: Despite its latitude location and European colonization, the prevalence rate was below expectation. The intense internal migration from regions with lower MS prevalence rates to Joinville may have played a role in attenuating the increased risk of MS associated with latitude gradient and European ancestry. Prevalence studies in other cities from Southern Brazil with no significant internal migration and taking part in this broad project may clarify this issue.


RESUMO Introdução: O Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla (EM) (BCTRIMS) lançou uma iniciativa para determinar a prevalência da EM no Brasil, com base em cidades-chave, consideradas representativas de suas regiões em termos de características demográficas e ambientais. Objetivo: Investigar a taxa de prevalência de EM na cidade de Joinville. Métodos: Foram revisados os prontuários médicos dos pacientes residentes de Joinville e que atendiam aos critérios de diagnóstico McDonald's 2010 revisados para EM no dia da prevalência (11 de março de 2016). Os pacientes em potencial com EM incluíam todos os neurologistas em atividade na cidade, a associação de pacientes e o banco de dados da Secretaria Municipal de Saúde. Anúncios sobre a pesquisa também foram veiculados no rádio e na televisão. Foram excluídos os pacientes que não moravam em Joinville no dia do estudo. Todos os casos potenciais de EM foram convidados para uma revisão presencial do diagnóstico clínico realizada por um painel de neurologistas experientes em EM no dia 11 de março de 2016. Resultados: A prevalência da EM foi de 13,5 por 100.000 habitantes (intervalo de confiança de 95% [IC95%] 12,9-14,0/100.000). 51 pacientes (66,2%) eram do sexo feminino e 26 pacientes (33,7%) do sexo masculino (razão mulher:homem de 1,9:1). Dos 77 pacientes com EM, 73 (94,8%) eram caucasianos e 4 (5,1%) se declararam como pardos. Conclusões: Apesar da colonização europeia, a taxa de prevalência foi abaixo da expectativa, possivelmente devido à elevada taxa de imigração interna associada ao perfil econômico de Joinville. Estudos de prevalência em outras cidades da região sul do Brasil sem imigração interna significativa, e como parte desse amplo projeto, podem esclarecer essa questão.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Multiple Sclerosis/epidemiology , Brazil/epidemiology , Prevalence , Cities/epidemiology , European Continental Ancestry Group
7.
Arq. bras. oftalmol ; 84(1): 58-66, Jan.-Feb. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1153106

ABSTRACT

ABSTRACT Purpose: The United States of America has the highest gun ownership rate of all high-income nations, and firearms have been identified as a leading cause of ocular trauma and visual impairment. The purpose of this study was to characterize firearm-associated ocular injury and identify at-risk groups. Methods: Patients admitted with firearm-associated ocular injury were identified from the National Trauma Data Bank (2008-2014) using the International Classification of Diseases, Ninth Revision, Clinical Modification diagnostic codes and E-codes for external causes. Statistical analysis was performed using the SPSS 24 software. Significance was set at p<0.05. Results: Of the 235,254 patients, 8,715 (3.7%) admitted with firearm-associated trauma had ocular injuries. Mean (standard deviation) age was 33.8 (16.9) years. Most were males (85.7%), White (46.6%), and from the South (42.9%). Black patients comprised 35% of cases. Common injuries were orbital fractures (38.6%) and open globe injuries (34.7%). Frequent locations of injury were at home (43.8%) and on the street (21.4%). Black patients had the highest risk of experiencing assault (odds ratio [OR]: 9.0; 95% confidence interval [CI]: 8.02-10.11; p<0.001) and street location of injury (OR: 3.05; 95% CI: 2.74-3.39; p<0.001), while White patients had the highest risk of self-­inflicted injury (OR: 10.53; 95% CI: 9.39-11.81; p<0.001) and home location of injury (OR: 3.64; 95% CI: 3.33-3.98; p<0.001). There was a steadily increasing risk of self-inflicted injuries with age peaking in those >80 years (OR: 12.01; 95% CI: 7.49-19.23; p<0.001). Mean (standard deviation) Glasgow Coma Scale and injury severity scores were 10 (5.5) and 18.6 (13.0), respectively. Most injuries (53.1%) were classified as severe or very severe injury, 64.6% had traumatic brain injury, and mortality occurred in 16% of cases. Conclusion: Most firearm-associated ocular injuries occurred in young, male, White, and Southern patients. Blacks were disproportionally affected. Most firearm-associated ocular injuries were sight-­threatening and associated with traumatic brain injury. The majority survived, with potential long-term disabilities. The demographic differences identified in this study may represent potential targets for prevention.


RESUMO Objetivo: Os Estados Unidos têm a maior taxa de posse de armas de fogo de todos os países de alta renda e essas armas foram identificados como uma das maiores causas de trauma ocular e deficiência visual. O objetivo deste estudo foi caracterizar as lesões oculares associadas a armas de fogo e identificar grupos de risco. Métodos: Foram identificados pacientes hospitalizados com lesões oculares associadas a armas de fogo no período de 2008 a 2014, a partir do Banco de Dados Nacional de Trauma (National Trauma Data Bank), usando os códigos de diagnósticos da CID9MC e códigos "E" para causas externas. A análise estatística foi efetuada usando o programa SPSS. O nível de significância considerado foi de p<0,05. Resultados: De um total de 235.254 pacientes hospitalizados com trauma associado a armas de fogo, 8.715 (3,7%) tinham lesões oculares. A média de idade foi de 33,8 (DP 16,9) anos. A maioria foi de homens (85,7%), brancos (46,6%) e da região Sul (42,9%); 35% dos pacientes eram negros. As lesões mais comuns foram fraturas de órbita (38,6%) e lesões de globo aberto (34,7%). Os locais mais frequentes foram a residência (43,8%) e a rua (21,4%). Pacientes negros tiveram maior probabilidade de sofrer agressões (RP=9,0, IC 95%=8,02-10,11; p<0,001) e da ocorrência ser na rua (RP=3,05, IC 95%=2,74-3,39; p<0,001), enquanto pacientes brancos tiveram maior probabilidade de lesões autoprovocadas (RP=10,53, IC 95%=9,39-11,81; p<0,001) e da ocorrência ser na residência (RP=3,64, IC 95%=3,33-3,98; p<0,001). A probabilidade de lesões autoprovocadas aumentou com a idade de forma consistente, atingindo o máximo em pacientes com mais de 80 anos (RP=12,01, IC 95%=7,49-19,23; p<0,001). A pontuação média na escala de coma de Glasgow foi 10 (DP 5,5) e na escala de severidade da lesão foi 18,6 (DP 13,0). A maioria das lesões (53,1%) foi classificada como severa ou muito severa. Dentre os pacientes, 64,6% tiveram lesão cerebral traumática e 16% evoluíram a óbito. Conclusão: A maior parte das lesões oculares relacionadas a armas de fogo ocorreu em pacientes jovens, do sexo masculino, brancos e sulistas. Negros foram afetados desproporcionalmente. A maior parte das lesões oculares relacionadas a armas de fogo apresentou riscos à visão e foi associada a lesões cerebrais traumáticas. A maioria dos pacientes sobreviveu, mas com potencial para invalidez no longo prazo. As diferenças demográficas identificadas podem ser potencialmente alvos de ações preventivas.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Firearms , Eye Injuries/etiology , Eye Injuries/epidemiology , Databases, Factual , European Continental Ancestry Group , United States/epidemiology , Injury Severity Score , Retrospective Studies
9.
Dental press j. orthod. (Impr.) ; 26(1): e2119133, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1154068

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: McNamara's Jr. cephalometric analysis is a tool to diagnose dental and skeletal discrepancies and is widely used, guiding diagnosis for surgical procedures to be performed or for the use of functional devices. Few studies have shown that different ethnic groups have different cephalometric patterns. Thus, single characteristics should be respected to support the diagnosis and to help the treatment plan for different ethnic groups and their different patterns of miscegenation. Objective: Obtain normal values for McNamara's cephalometric analysis for adolescent Japanese-Brazilian descents with normal occlusion, as well as to compare this sample with similar samples of White-Brazilian and Japanese. Methods: Lateral headfilms from 40 White-Brazilian, 33 Japanese and 32 Japanese-Brazilian descents were selected. The three groups were composed by individuals with normal occlusion, well-balanced profiles and were separated by sex. The data were statistically analyzed with ANOVA, t-test, ANCOVA and MANCOVA tests. Results: White-Brazilian males had significantly greater nasolabial angle than Japanese males. Japanese-Brazilian displayed an intermediate value between White-Brazilian and Japanese. Conclusion: White-Brazilian, Japanese and Japanese-Brazilian present different cephalometric characteristics of McNamara analysis. Japanese males have a significantly more acute nasolabial angle than White-Brazilian subjects.


RESUMO Introdução: A análise cefalométrica de McNamara Jr. é uma ferramenta amplamente utilizada para o diagnóstico das discrepâncias dentárias e esqueléticas, principalmente porque fornece um diagnóstico que orienta os procedimentos cirúrgicos a serem realizados ou a utilização de aparelhos funcionais. Estudos têm demonstrado que diferentes grupos étnicos apresentam padrões cefalométricos distintos. Portanto, as características próprias dos indivíduos devem ser respeitadas, para suportar o diagnóstico e facilitar o plano de tratamento, entre as diferentes etnias e seus diferentes padrões de miscigenação. Objetivo: Determinar os valores médios de normalidade das grandezas cefalométricas relacionadas à análise de McNamara em jovens mestiços nipo-brasileiros, com oclusão normal, descendentes de japoneses e brasileiros, e comparar os resultados das variáveis com amostras de jovens brasileiros leucodermas e xantodermas que apresentem as mesmas características. Métodos: Foram selecionadas 40 telerradiografias de jovens leucodermas, 33 de xantodermas e 32 de nipo-brasileiros. As três amostras foram constituídas de indivíduos com oclusão normal e face bem balanceada, e foram divididas por sexo. Os dados foram estatisticamente analisados utilizando ANOVA, teste t, ANCOVA e MANOVA. Resultados: Os leucodermas apresentaram o ângulo nasolabial significativamente maior, comparados aos japoneses, no sexo masculino; enquanto os nipo-brasileiros apresentaram um valor intermediário entre os leucodermas e xantodermas. Conclusão: Os grupos de leucodermas, xantodermas e nipo-brasileiros apresentaram diferentes características cefalométricas da análise de McNamara. Os xantodermas no sexo masculino tiveram o ângulo nasolabial significativamente mais agudo, quando comparados com os leucodermas.


Subject(s)
Humans , Male , Adolescent , European Continental Ancestry Group , Brazil , Cephalometry , Face , Face/anatomy & histology , Japan
10.
Rev. Cient. CRO-RJ (Online) ; 5(1): 29-34, Jan.-Apr. 2020.
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1130167

ABSTRACT

The aim of this pilot study was to determine cephalometric profile norms for a sample of African-Brazilian young adults with excellent occlusion and compare them to Caucasian standards. Methods: Lateral cephalograms of 43 individuals of both genders (28 male and 15 female), with average age of 22.40 ± 3.40 years, were used to evaluate 13 variables proposed by the Legan-Burstone analysis. Student´s independent t-test was used to compare resulting values with those set by European-American standards. Results: Significant differences were found (p < 0.001) between African-Brazilians and Caucasians as for: maxillary and mandibular prognathism, vertical height ratio, lower face-throat angle, lower vertical height-depth ratio, nasolabial angle, upper and lower lip protrusion, mentolabial sulcus and vertical lip-chin ratio. Facial convexity angle, maxillary incisor exposure and interlabial gap did not present statistical differences when ethnic groups were compared. Males displayed increased lower face-throat angles and vertical lip-chin ratios (p <0.05) while females presented increased maxillary incisor exposures (p <0.05). Conclusion: Caucasian cephalometric norms do not apply to African-Brazilian young adults. Therefore, morphological differences in the faces of such individuals should be taken into account during diagnosis and orthodontic treatment planning stages.


Objetivo: O objetivo deste estudo piloto foi determinar as normas do perfil cefalométrico para uma amostra de jovens adultos afro-brasileiros com oclusão excelente e, compará-las com os padrões caucasianos. Métodos: Cefalogramas laterais de 43 indivíduos de ambos os sexos (28 homens e 15 mulheres), com idade média de 22,40 ± 3,40 anos, foram utilizados para avaliar 13 variáveis propostas pela análise de Legan-Burstone. O teste t independente de Student foi utilizado para comparar os valores resultantes com os estabelecidos pelos padrões euroamericanos. Resultados: Foram encontradas diferenças significativas (p <0,001) entre afro-brasileiros e caucasianos quanto a: prognatismo maxilar e mandibular, razão vertical da altura, menor ângulo face-pescoço, menor razão vertical altura profundidade, ângulo nasolabial, protrusão labial superior e inferior, sulco mentolabial e razão vertical lábio-mento. O ângulo de convexidade facial, a exposição dos incisivos superiores e o gap interlabial não apresentaram diferenças estatísticas quando comparados os grupos étnicos. Os homens apresentaram maiores ângulos face-pescoço e razões verticais lábio-queixo (p<0,05), enquanto as mulheres apresentaram maior exposição dos incisivos superiores (p <0,05). Conclusão: As normas cefalométricas caucasianas não se aplicam a jovens adultos afro-brasileiros. Portanto, diferenças morfológicas nas faces desses indivíduos devem ser levadas em consideração durante as etapas de diagnóstico e planejamento do tratamento ortodôntico.


Subject(s)
Orthodontics , Cephalometry , European Continental Ancestry Group , Young Adult
11.
Hist. ciênc. saúde-Manguinhos ; 27(4): 1055-1075, Oct.-Dec. 2020.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1142991

ABSTRACT

Resumo O artigo analisa as narrativas de viagem ao interior de Mato Grosso e Goiás publicadas em 1935 e 1936 pelo explorador paulista Hermano Ribeiro da Silva, que obtiveram considerável sucesso editorial e impacto no meio letrado brasileiro. Concentramo-nos em suas ideias sobre a relação entre o ambiente do Brasil Central e o homem sertanejo, sobre as potencialidades de exploração econômica da região e sobre o papel do Estado na condução de iniciativas capazes de promover sua incorporação efetiva à nacionalidade. Buscamos também compreender a fundamentação de seu discurso em conceitos e esquemas científicos genéricos dotados de poder retórico e argumentativo.


Abstract The article analyzes the travel narratives to the hinterlands of the states of Mato Grosso and Goiás published in 1935 and 1936 by the São Paulo-based explorer Hermano Ribeiro da Silva, which proved a great publishing success and had a considerable impact on lettered society in Brazil. The analysis focuses on his ideas about the relationship between the environment in Central Brazil and the man who inhabited it, the potential economic exploitation of the region, and the role of the State in orchestrating initiatives capable of promoting its effective incorporation into the nationhood. It also seeks to understand how he grounded his discourse on generic scientific concepts and schemas endowed with rhetorical and argumentative power.


Subject(s)
Humans , History, 20th Century , Travel/history , Indians, South American/history , Environment , Portugal/ethnology , Selection, Genetic , Brazil , Ecosystem , Colonialism/history , Federal Government/history , European Continental Ancestry Group/history , Famous Persons , Indigenous Peoples/history , Acclimatization
12.
Rev. cuba. reumatol ; 22(1): e126, ene.-abr. 2020. graf
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1126800

ABSTRACT

El síndrome de CREST (calcinosis, fenómeno de Raynaud, dismotilidad esofágica, esclerodactilia, telangiectasias) forma parte del espectro clínico de la esclerosis sistémica, enfermedad del colágeno, denominada en la clasificación clínica como esclerodermia cutánea limitada. Se presenta un paciente masculino de 53 años, raza blanca y procedencia rural, que desde hace 10 años presenta poliartritis, cambios en zonas distales de la piel que subyace adherida al hueso, falanges de manos y pies, fenómeno de Raynaud, aparición de nódulos subcutáneos de pequeño tamaño en varias localizaciones, que luego se tornan calcificaciones. Llega con una úlcera en el quinto metatarsiano del pie izquierdo, de 14 meses de evolución con varios ingresos para tratamiento de la lesión con resolución aparente y luego recidiva. Desarrolla un cuadro de osteomielitis hematógena aguda con shock séptico. El tratamiento multidisciplinario y oportuno permitió la sobrevida del paciente(AU)


CREST's Syndrome (calcinosis, Raynaud's phenomenon, dysmotilitic esofhagical, sclerodactilitys, telanghiectasis), the form departs from the clinical spectrum of the Systemic Sclerosis, disease of collagen, named in the clinical classification like cutaneous limited scleroderma. Patient, masculine of 53 years, white race, peasant procedence. 10 years ago with changes at zones level distally of the skin that underlies once the bone was adhered, phalanges of hands and feet, Raynaud's phenomenon so big a child's appearing of subcutaneous nodules at several locations, that next calcifications appear. Ulcer in metatarsal foot left-hand fifth, of 14 months of evolution with multiple entrances for treatment of the lesion with apparent resolution and next relapse. Develop acute osteomyelitis hematologic with septic shock. The multi-disciplinary and opportune treatment enabled the patient's over-life(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Middle Aged , Scleroderma, Systemic/complications , Shock, Septic/prevention & control , Esophageal Motility Disorders , CREST Syndrome/complications , European Continental Ancestry Group , Continental Population Groups
13.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(3): 146-151, Mar. 2020. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1098859

ABSTRACT

Abstract Objective To investigate the association between genetic polymorphisms in candidate genes or candidate regions and the development of endometriosis in Brazilian women. Methods A total of 30 women between 25 and 64 years old with a diagnosis of endometriosis participated in the present study, as well as 30 matched control women from the same age group, asymptomatic and without family history of the disease. The patients genotypic and allelic frequencies of polymorphisms in the GREB1 gene (rs13394619) and in the intergenic region at position 7p15.2 (rs12700667) were analyzed and compared. Results There was no significant difference in the frequency of genotypes for the A > G polymorphism (rs13394619) in the GREB1 gene between the two groups. However, the distribution frequencies of the genotypes for the A > G polymorphism (rs12700667) in an intergenic region on chromosome 7 were different for control patients and for patients with endometriosis, with higher frequency of the AG genotype compared to the GG between patients with the disease (odds ratio [OR] = 3.49; confidence interval [CI] = 1.47-8.26). Conclusion The present study suggests that the polymorphism in the intergenic region of chromosome 7 is associated with the risk of developing endometriosis in a population of Brazilian women from Juiz de Fora.


Resumo Objetivo Investigar a associação de polimorfismos genéticos em genes candidatos ou regiões candidatas com o desenvolvimento da endometriose em mulheres brasileiras. Métodos Um total de 30 mulheres com diagnóstico de endometriose, com idade entre 25 e 64 anos, participaram da presente pesquisa, bem como 30 mulheres controle, na mesma faixa etária, assintomáticas e sem história familiar da doença. Foram analisadas e comparadas as frequências genotípicas e alélicas de polimorfismos no gene GREB1 (rs13394619) e na região intergênica na posição 7p15.2 (rs12700667) nessas pacientes. Resultados Não houve diferença significativa na frequência dos genótipos para o polimorfismo A > G (rs13394619) no gene GREB1 entre os dois grupos. No entanto, as frequências de distribuição dos genótipos para o polimorfismo A > G (rs12700667) em uma região intergênica no cromossomo 7 foram diferentes entre as pacientes controle e com endometriose, com frequência mais alta do genótipo AG comparado ao GG entre as pacientes com a doença (odds ratio [OR] = 3,49; intervalo de confiança [IC] 95% = 1,47-8,26). Conclusão O presente estudo sugere que o polimorfismo na região intergênica do cromossomo 7 foi associado com o risco do desenvolvimento de endometriose em uma população de mulheres de Juiz de Fora.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Genetic Predisposition to Disease , Endometriosis/genetics , Neoplasm Proteins/genetics , Brazil , Case-Control Studies , Polymorphism, Single Nucleotide , European Continental Ancestry Group , Middle Aged
14.
Chinese Medical Journal ; (24): 655-661, 2020.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-878088

ABSTRACT

BACKGROUND@#The antioxidant effects of bilirubin in Parkinson's disease (PD) have recently gained much attention from the research community. However, results from these studies have been conflicting. This meta-analysis is conducted to assess the relationship between the serum bilirubin concentration and the risk of PD.@*METHODS@#Two reviewers performed a systematic literature search across five databases (MEDLINE, PubMed, EMBASE, Web of Science, and Cochrane Central Register of Controlled Trials). The case-control studies regarding bilirubin levels in PD patients published up to April 2020 were included. These studies were subjected to rigorous scrutiny and data extraction to determine the standard mean difference (SMD) and the 95% confidence interval (CI), which were analyzed using the Stata V.12.0 statistical software.@*RESULTS@#A total of eight studies which included 1463 PD cases and 1490 controls were incorporated into our meta-analysis. SMD analysis showed that there was a higher total bilirubin (TBIL) and direct bilirubin (DBIL) levels in PD patients compared with controls (for TBIL, SMD: 0.300, 95% CI: 0.050-0.549, P = 0.018; for DBIL, SMD: 0.395, 95% CI: 0.102-0.688, P = 0.008). However, no significant relationship was found between the serum indirect bilirubin and PD patients (SMD: -0.223, 95% CI: -0.952-0.505, P = 0.548). A subgroup analysis based on ethnicity indicated that the serum TBIL was higher in PD patients of Caucasian descent in contrast to matched healthy controls (SMD: 0.511, 95% CI: 0.324-0.698, P = 0.000, I2 = 58.0%).@*CONCLUSION@#Higher serum bilirubin levels in PD patients suggest that bilirubin might play a role in the pathogenesis of PD and have the potential to be utilized as a biochemical marker for PD diagnosis and treatment.


Subject(s)
Bilirubin , Case-Control Studies , European Continental Ancestry Group , Humans , Parkinson Disease
15.
Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003) ; 72(spe): 80-93, 2020.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1149125

ABSTRACT

Partindo das discussões sobre trauma colonial e da ideia de sociogenia no pensamento de Frantz Fanon, a noção de sujeito e de subjetividade, produzidas no âmbito de matrizes eurocentradas, são interpeladas, tornando visível e dizível a insuficiência no entendimento dos processos subjetivos que atravessam as diferentes experiências de/em viver enquanto negras/os. A hegemonia branca aparece como o contraponto para compreensão do que podemos chamar de eventos traumáticos nas vidas negras. Faz-se urgente, nas experiências negras, descolonizar o eu e o mundo, conjurando a violência da colonialidade, possibilitando que negras/os se constituam enquanto sujeitos e não mais como a/o outra/o da branquitude.


Grounded on recent discussions about the colonial trauma and on Frantz Fanon's concept of sociogenesis, this paper problematizes the notions of subject and subjectivity as they have been produced by Eurocentric lenses. The aim is to bring these notions to the level of visibility and sayability with a view to highlighting their inability to understand the subjective processes of living while Black. White hegemony is paramount for us to understand what we may call traumatic events in/of Black experiences. I argue for the urgency of decolonizing the I and the world. This can only be done through a critique of colonial violence. Such a critique aims to open affordances for Black people to constitute themselves as subjects own their own rights rather than as the Other of whiteness.


A partir de las discusiones sobre el trauma colonial y de la idea de sociogenia en el pensamiento de Frantz Fanon, se cuestionan la noción de sujeto y subjetividad, producidas en el ámbito de las matrices eurocentradas, haciendo visible y decible la insuficiencia en el entendimiento de los procesos subjetivos que atraviesan las diferentes experiencias de/en vivir como persona negra. La hegemonía blanca aparece como el contrapunto para comprender lo que podemos llamar de eventos traumáticos en las vidas negras. Es urgente, en las experiencias negras, descolonizar el yo y el mundo, conjurando la violencia de la colonialidad, permitiendo que la persona negra se constituya como sujeto y no más como el otro de la blanquitud.


Subject(s)
Colonialism , European Continental Ancestry Group , Racism , Sociological Factors
16.
Arq. bras. psicol. (Rio J. 2003) ; 72(spe): 156-169, 2020.
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1149130

ABSTRACT

Este artigo examina a violência obstétrica contra mulheres negras no Sistema Único de Saúde (SUS), partindo de experiências de estágio e extensão universitária em Psicologia, em maternidades públicas, de distintos níveis de complexidade, coadunadas a pesquisas de Iniciação Científica Pibic/CNPq. Em nossa cultura, as mulheres sempre foram corpos para reprodução e, há poucos séculos, passaram a ser subjugadas ao saber médico - sobretudo, da obstetrícia e ginecologia. A expropriação das mulheres, de seus corpos, de seus protagonismos reprodutivos, ratificada pelos homens da elite branca - cientistas - impactaram na assistência a elas prestada. O SUS, marcado por princípios como universalidade, equidade e integralidade, reproduz opressões, discriminações, violências e violações sobre os corpos femininos, especialmente sobre aqueles cujos tons se distanciam do modelo dominante. Para evidenciar a reprodução de racismo e machismos estruturais no SUS, tomamos a violência obstétrica como analisador.


This article examines obstetric violence against black women in SUS, starting from internship and university extension experiences in Psychology, in public maternity hospitals of different levels of complexity, coadunted to PIBIC/CNPq Scientific Initiation research. In our culture, women have always been bodies for reproduction and for centuries they have been subjugated to medical knowledge - especially obstetrics and gynecology. The expropriation of women from their bodies, their reproductive protagonisms, ratified by the men of the white elite - scientists - has impacted the assistance provided to them. The Unified Health System, marked by principles such as universality, equity and integrality, reproduces oppressions, discrimination, violence and violations over women's bodies, especially over those whose shades are far from the dominant model. In order to evidence the reproduction of racism and structural machisms in SUS, we take obstetric violence as an analyzer.


Este artículo examina la violencia obstétrica contra las mujeres negras en el SUS, a partir de experiencias de pasantía y extensión universitaria en Psicología, en maternidades públicas de diferentes niveles de complejidad, coadyuvadas a la investigación de la Iniciación Científica del PIBIC/CNPq. En nuestra cultura, las mujeres siempre han sido cuerpos para la reproducción y durante siglos han estado sometidas a los conocimientos médicos - especialmente de obstetricia y ginecología. La expropiación de las mujeres de sus cuerpos, de sus protagonismos reproductivos, ratificada por los hombres de la élite blanca - científicos - repercutió en la asistencia que se les prestó. El Sistema Único de Salud, marcado por principios como la universalidad, la equidad y la integralidad, reproduce la opresión, la discriminación, la violencia y las violaciones sobre el cuerpo de las mujeres, especialmente sobre aquellas cuyos matices están lejos del modelo dominante. Para resaltar la reproducción del racismo y el machismo estructural en el SUS, tomamos la violencia obstétrica como un analizador.


Subject(s)
Violence , Women , Unified Health System , European Continental Ancestry Group , Racism , Androcentrism , Obstetrics
17.
Ciênc. Saúde Colet ; 25(5): 1677-1688, 2020. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1100990

ABSTRACT

Resumo O objetivo do estudo foi investigar a existência de desigualdades raciais na prevalência de problemas emocionais, na busca por serviços de saúde e no uso de psicotrópicos. Trata-se de um estudo transversal de base populacional que utilizou dados do inquérito de saúde de Campinas (ISACamp) em 2014/15. Analisou-se 1.953 indivíduos com 20 anos ou mais de idade. Foram estimadas prevalências de transtorno mental comum (TMC), de relato de problemas emocionais, de insônia, de busca e uso de serviço de saúde e de uso de psicotrópicos segundo cor da pele autorreferida, tendo como categorias: brancos e pretos/pardos. Razões de prevalência foram estimadas com uso de regressão múltipla de "Poisson". A prevalência de TMC foi mais elevada nos pretos/pardos em comparação aos brancos, mas não houve diferença entre eles quanto ao relato de problemas emocionais e de insônia. Verificou-se que os brancos procuraram mais os serviços de saúde por causa do problema emocional. O uso de psicotrópicos também foi superior nos brancos. Os resultados revelaram a presença de desigualdades raciais na presença de TMC, na procura de serviços de saúde e no uso de psicotrópicos, ressaltando a necessidade de ações que identifiquem e superem as barreiras que dificultam o acesso aos cuidados de saúde mental pelos diferentes segmentos raciais.


Abstract The aim of the present study was to investigate the existence of racial inequalities in the prevalence of emotional problems, the search for healthcare services and the use of psychotropic drugs. A population-based, cross-sectional study was conducted with data from the 2014/15 Campinas Health Survey. Sample of 1953 individuals aged 20 years or older was analyzed. We estimated the prevalence of common mental disorders (CMDs), the reporting of emotional problems, insomnia, the search for and the use of healthcare services and the use of psychotropic drugs according to self-reported skin color (white and black/brown). Prevalence ratios were estimated using "Poisson" multiple regression. The prevalence of CMDs was higher among blacks/brown compared to whites but no difference was found regarding the reporting of emotional problems and insomnia. Whites sought healthcare services more due to emotional problems. The use of psychotropic drugs was also higher among whites. The results revealed racial inequalities in the presence of CMDs, the search for healthcare services and the use of psychotropics drugs, highlighting the need for actions to identify and overcome barriers that hinder access to mental health care by different racial segments of the population.


Subject(s)
Humans , Mental Disorders/drug therapy , Mental Disorders/epidemiology , Psychotropic Drugs/therapeutic use , Cross-Sectional Studies , European Continental Ancestry Group
18.
Psicol. ciênc. prof ; 40(spe): e230109, 2020. tab
Article in Portuguese | LILACS, INDEXPSI | ID: biblio-1155154

ABSTRACT

Resumo Esse artigo é uma resposta possível para a lacuna acadêmica referente à intersecção de três campos: o esporte, a psicologia e as relações raciais. A articulação entre eles se dá a partir de seu objetivo: analisar os limites e possibilidades apresentados à psicologia no enfrentamento da supremacia branca no contexto esportivo. Seu campo empírico é composto por oito entrevistas semiestruturadas realizadas com quatro psicólogos e quatro psicólogas que trabalharam em algum momento de suas carreiras no esporte. O conteúdo delas é analisado a partir do referencial teórico da Teoria Crítica de Raça. Dessa análise de conteúdo resultaram narrativas sobre a atuação profissional em psicologia do esporte e seu papel diante do racismo, questionando se é possível pensar em uma psicologia do esporte antirracista. Assim, os resultados das análises dessas narrativas apontam para uma relação entre as linhas de ação para o enfrentamento do racismo e a maneira como as(os) profissionais encaram a psicologia do esporte: se uma área mais ligada ao esporte, o que acarreta em um enfoque quase que exclusivo no rendimento esportivo, ou à psicologia, o que implica em uma perspectiva de humanização dos atletas.


Abstract This paper is one of the possible outcomes to fill the academic gap regarding the intersection of three fields: sport, psychology, and race relations. Their articulation is based on their objective: to analyze the limits and possibilities presented to psychology in facing white supremacy in sports. Its empirical field consists of eight semi-structured interviews conducted with psychologists (four women and four men) who worked in sports at some point of their careers. Their content is analyzed based on the theoretical framework of the Critical Race Theory. This content analysis resulted in narratives about professional performance in sports psychology and its role in the face of racism, questioning whether it is possible to think of an anti-racist sport psychology. Thus, the results of the analysis of these narratives point to an association between the means to confront racism and the way professionals view sports psychology: either as a field that is more related to sport, which results in an almost exclusive focus on sports performance, or more related to psychology, which implies a perspective of humanization of athletes.


Resumen Este artículo es uno de los posibles resultados de la brecha académica con respecto a la intersección de tres campos: deporte, psicología y relaciones raciales. Su articulación se basa en el objetivo de: analizar los límites y las posibilidades presentadas a la psicología para enfrentar la supremacía blanca en el contexto deportivo. Su campo empírico consiste en ocho entrevistas semiestructuradas realizadas con cuatro psicólogas y cuatro psicólogos que trabajaron con el deporte en algún momento de sus carreras. Para el análisis de contenido, se utilizó el marco teórico sobre la teoría crítica de la raza. Este análisis de contenido dio lugar a narrativas sobre el desempeño profesional en psicología del deporte y su papel frente al racismo, cuestionando si es posible pensar en una psicología del deporte antirracista. Los resultados del análisis de esas narrativas apuntan a una relación entre las líneas de acción para enfrentar el racismo y la forma en que los/las profesionales ven la psicología del deporte: si un área más vinculada al deporte, lo que resulta en un casi exclusivo enfoque en el rendimiento deportivo, o a la psicología, lo que implica una perspectiva de humanización de los atletas.


Subject(s)
Humans , Race Relations , Sports , Women , Racism , Psychology, Sports , Men , Psychology , Societies , Continental Population Groups , European Continental Ancestry Group , Critical Theory
19.
Arch. endocrinol. metab. (Online) ; 63(4): 351-357, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1019365

ABSTRACT

ABSTRACT Objective In this study, we aimed to describe the prevalence and distribution of positive antithyroperoxidase antibodies (TPOAb) according to sex, age strata, and presence of thyroid dysfunction using baseline data from the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil). Materials and methods Thyroid hormone tests were obtained from each study participant at baseline. Levels of thyroid-stimulating hormone (TSH) and free thyroxine (FT4) were measured using a third-generation immunoenzymatic assay. Antithyroperoxidase antibodies were measured by electrochemiluminescence and were considered to be positive when ≥ 34 IU/mL. Results The prevalence of TPOAb among 13,503 study participants was 12%. Of participants with positive TPOAb, 69% were women. Almost 60% of the individuals with positive TPOAb were white. The presence of positive TPOAb was associated with the entire spectrum of thyroid diseases among women, but only with overt hyperthyroidism and overt hypothyroidism in men. Conclusion The distribution of positive TPOAb across sex, race, age, and thyroid function in the ELSA-Brasil study is aligned with the worldwide prevalence of positive TPOAb reported in iodine-sufficient areas. In women, the presence of TPOAb was related to the entire spectrum of thyroid dysfunction, while in men, it was only related to the occurrence of overt thyroid disease.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Middle Aged , Aged , Thyroid Diseases/epidemiology , Iodide Peroxidase/blood , Antibodies/blood , Thyroid Diseases/blood , Thyroxine/blood , Brazil/ethnology , Brazil/epidemiology , Thyrotropin/blood , Body Mass Index , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Sex Distribution , Age Distribution , European Continental Ancestry Group/statistics & numerical data
20.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-760994

ABSTRACT

PURPOSE: Glioblastoma (GBM) carries a high propensity for in-field failure despite trimodality management. Past studies have failed to show outcome improvements with dose-escalation. Herein, we examined trends and outcomes associated with dose-escalation for GBM. MATERIALS AND METHODS: The National Cancer Database was queried for GBM patients who underwent surgical resection and external-beam radiation with chemotherapy. Patients were excluded if doses were less than 59.4 Gy; dose-escalation referred to doses ≥66 Gy. Odds ratios identified predictors of dose-escalation. Univariable and multivariable Cox regressions determined potential predictors of overall survival (OS). Propensity-adjusted multivariable analysis better accounted for indication biases. RESULTS: Of 33,991 patients, 1,223 patients received dose-escalation. Median dose in the escalation group was 70 Gy (range, 66 to 89.4 Gy). The use of dose-escalation decreased from 8% in 2004 to 2% in 2014. Predictors of escalated dose were African American race, lower comorbidity score, treatment at community centers, decreased income, and more remote treatment year. Median OS was 16.2 months and 15.8 months for the standard and dose-escalated cohorts, respectively (p = 0.35). On multivariable analysis, age >60 years, higher comorbidity score, treatment at community centers, decreased education, lower income, government insurance, Caucasian race, male gender, and more remote year of treatment predicted for worse OS. On propensity-adjusted multivariable analysis, age >60 years, distance from center >12 miles, decreased education, government insurance, and male gender predicted for worse outcome. CONCLUSION: Dose-escalated radiotherapy for GBM has decreased over time across the United States, in concordance with guidelines and the available evidence. Similarly, this large study did not discern survival improvements with dose-escalation.


Subject(s)
Bias , Cohort Studies , Comorbidity , Continental Population Groups , Drug Therapy , Education , European Continental Ancestry Group , Glioblastoma , Humans , Insurance , Male , Odds Ratio , Radiotherapy , United States
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